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		<title>Pamphlet111111 - Histórico de revisão</title>
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		<updated>2026-04-14T17:35:05Z</updated>
		<subtitle>Histórico de revisões para esta página neste wiki</subtitle>
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		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Pamphlet111111&amp;diff=8472&amp;oldid=prev</id>
		<title>Belisards: Criou página com '    Transhumanidade  Versão α    _Panfleto pós-nada (...)  _HOMINI QABBID    _TECNOSFERA  _BIOSFERA  _NOOSFERA    (...)    VERSÃO .ALPHA.   Atualizações ::::::::::::...'</title>
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				<updated>2013-06-04T01:27:52Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Criou página com &amp;#039;    Transhumanidade  Versão α    _Panfleto pós-nada (...)  _HOMINI QABBID    _TECNOSFERA  _BIOSFERA  _NOOSFERA    (...)    VERSÃO .ALPHA.   Atualizações ::::::::::::...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Página nova&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Transhumanidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Versão α&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
_Panfleto pós-nada (...)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
_HOMINI QABBID&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
_TECNOSFERA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
_BIOSFERA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
_NOOSFERA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(...)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  VERSÃO .ALPHA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atualizações :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
| 7 | 22/01/2013 - 23:46&lt;br /&gt;
| 6 | 17/09/2012 - 02:22&lt;br /&gt;
| 5 | 16/03/2012 - 22:26&lt;br /&gt;
| 4 | 13/03/2012 - 02:02&lt;br /&gt;
| 3 | 28/02/2012 - 08:57&lt;br /&gt;
| 2 | 28/02/2012 - 01:40&lt;br /&gt;
| 1 | 26/02/2012 - 00:25&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta obra (Transhumanidade - Pamphlet 111111, por Homini Qabbid),&lt;br /&gt;
identificada por Tiago Spina,está livre de restrições de direitos autorais conhecidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
   I             &lt;br /&gt;
	.                                                                       Tecnosfera        .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• No circuito integrado as trilhas são tão impessoais que não podem se cruzar, causam um bug na ordem das coisas... (1)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na rede de alcance mundial WWW&lt;br /&gt;
os cliques são toques no mar de dados&lt;br /&gt;
que formam tsunamis no inconsciente&lt;br /&gt;
pulverizados entre os 0s e 1s&lt;br /&gt;
cruza-se o horizonte de eventos&lt;br /&gt;
mergulhados na acronia e atopia&lt;br /&gt;
com as frágeis personas esquizo-virtuais&lt;br /&gt;
navega-se em estado de entropia ⎙&lt;br /&gt;
ao olharem através da janela nada enxergam&lt;br /&gt;
tudo se aparenta superficial na deep web&lt;br /&gt;
a consciência em coma e anestesiada&lt;br /&gt;
saturada de lixo cognitivo&lt;br /&gt;
não há Ritalina que a faça despertar&lt;br /&gt;
do mundo do usuário final&lt;br /&gt;
esse que acredita no fácil e nas coisas (2)&lt;br /&gt;
certezas são criptografadas e protegidas&lt;br /&gt;
por milhares de zumbis em seus cavalos de Tróia&lt;br /&gt;
circuitos fechados e câmeras de vigilância&lt;br /&gt;
protegem suas priva-cidades com filtros solares&lt;br /&gt;
enquanto a rede de arrasto leva os deslumbrados&lt;br /&gt;
embrulhados em plástico bolha&lt;br /&gt;
a hiperconexão está além dos memes&lt;br /&gt;
da tecnocracia binária maniqueísta&lt;br /&gt;
que os hiperlinks nos transferem&lt;br /&gt;
por simbiose ou download&lt;br /&gt;
o vírus que nos mantém em loop infinito&lt;br /&gt;
um bug nas variáveis do ego&lt;br /&gt;
Conectar-se a tal e/ou tal não se chega ao Tao&lt;br /&gt;
não há síntese ou a busca dela&lt;br /&gt;
o Gestell arrancou os sentidos ⎙&lt;br /&gt;
e ao abrir os híbridos braços cibernéticos&lt;br /&gt;
esperam um voo que nunca se realiza&lt;br /&gt;
como experiência na temporalidade&lt;br /&gt;
negada na programação neurolinguística&lt;br /&gt;
sem a vontade por serem compilados&lt;br /&gt;
não se reconhecem como espécie coletiva&lt;br /&gt;
dentro da hiper-realidade que se retroalimenta&lt;br /&gt;
ao clicar obsessivamente&lt;br /&gt;
destrói a subjetividade&lt;br /&gt;
deleta a iniciativa de viver&lt;br /&gt;
na busca por identidade se definem&lt;br /&gt;
se perdem nos perfis da heteronomia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
assediados pelo malware instalado&lt;br /&gt;
que conduz invisível por cabos privados&lt;br /&gt;
interconectados como coisas&lt;br /&gt;
interligados como seres descartáveis&lt;br /&gt;
substituídos por modismos e descrenças&lt;br /&gt;
no tempo acelerado que não se pensa&lt;br /&gt;
tudo se copia, tudo se cola&lt;br /&gt;
tudo se acredita, tudo se discorda&lt;br /&gt;
nada se pergunta sendo assim&lt;br /&gt;
nada se resolve, nada se salva,&lt;br /&gt;
nem Ctrl+S que entre vogais tem som de Ctrl+Z&lt;br /&gt;
engana-se em querer desfazer o contexto&lt;br /&gt;
com o Ctrl+Alt+Del há uma possibilidade&lt;br /&gt;
uma breve conexão com o microcosmo&lt;br /&gt;
existindo em vidas bi-polarizadas&lt;br /&gt;
no corpo e na máquina virtual&lt;br /&gt;
a liberdade não existe somente sua sombra&lt;br /&gt;
não se pode acreditar na realidade&lt;br /&gt;
constituída por 3 eixos&lt;br /&gt;
sua simulação é quase perfeita ⎙ ⎙ ⎙ ⎙ ⎙&lt;br /&gt;
se não fosse o efeito das layers do espaço/tempo&lt;br /&gt;
as dimensões são infinitas&lt;br /&gt;
mas a tendência é pensar em 11 cordas&lt;br /&gt;
que nos atam a percepção das 4 básicas&lt;br /&gt;
com receio vivem o carpe diem como meta&lt;br /&gt;
enquanto o asteroide YU55 passa como &lt;br /&gt;
um presságio que os astros vão cair&lt;br /&gt;
e dar lugar aos 99% anônimos ⎙ ⎙&lt;br /&gt;
todos encontrarão o destino HTTP 404&lt;br /&gt;
o firewall desse mundo terceirizado&lt;br /&gt;
que privatiza a única porta&lt;br /&gt;
onde não há restrição de acesso&lt;br /&gt;
cairá como os muros da história &lt;br /&gt;
a brecha é tão conhecida e pouco utilizada&lt;br /&gt;
no ciberespaço e fora dele&lt;br /&gt;
na busca pelo SELF a consciência é a porta ⎙ ⎙&lt;br /&gt;
para o compartilhamento infinito...&lt;br /&gt;
&amp;quot;Do digital não se chega no analógico&amp;quot; (3)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
________________________________________________________________________________&lt;br /&gt;
      Anexos               .:&lt;br /&gt;
				(1) &amp;quot;Não é demonstração de saúde ser bem ajustado a uma &lt;br /&gt;
				sociedade profundamente doente.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
					Jiddu Krishnamurti (Filósofo indiano - 1895-1986)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
				 (2) Todas as coisas que podem ser comparadas, podem ser trocadas 				e têm um preço; aquelas que não podem ser comparadas não 						podem  ser trocadas, não têm preço, mas dignidade. &lt;br /&gt;
			Immanuel Kant ( filósofo alemão - 1724-1804)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
				   (3) Livro - Acasos e Criação Artística - Fayga Ostrower&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
pág. 207 - &amp;quot;Do digital não se chega no analógico&amp;quot;&lt;br /&gt;
pág. 209 - &amp;quot;É verdade que mesmo chegando ao infinitamente pequeno, o digital não sabe do analógico. Porque, por mais que se acrescentem tantos termos até chegar ao 1, o 1 está infinitamente longe, em número de dígitos do 0,99999...ao 1. É essa a barreira entre o digital e o analógico - é o infinito. O próximo, infinitamente distante.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
          [ Vídeos ]		&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
				Zeitgeist Addendum - Legendado em Português (PT-BR)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
						https://www.youtube.com/watch?v=WNblnDr4OG4&lt;br /&gt;
				A SERVIDÃO MODERNA (2009)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
						http://youtu.be/B7hSxm67izU&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
.       A esfera do sagrado pós-nada...&lt;br /&gt;
       &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  			  	.       Enquanto os corpos se encontram em suas órbitas&lt;br /&gt;
				        permanecemos na dissolução de nossos corpos terrenos... &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
   II             &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	.                                                                         Biosfera        .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O corpo que espelha o outro&lt;br /&gt;
se confunde no julgamento que&lt;br /&gt;
sempre retorna seu reflexo...&lt;br /&gt;
Reconhecer-se como espécie&lt;br /&gt;
seria um passo a frente?&lt;br /&gt;
Advimos do útero inconscientes de nós&lt;br /&gt;
O organismo está vivo à medida que a consciência dorme&lt;br /&gt;
indivíduo membro uma espécie que se condena&lt;br /&gt;
bípede que sempre rasteja em dogmas e verdades&lt;br /&gt;
animal que acredita e mamífero que consome voraz-mente&lt;br /&gt;
vertebrado de fragilidades &lt;br /&gt;
clonadas por células sem tronco &lt;br /&gt;
e de raízes hereditárias&lt;br /&gt;
o código é genético não a ética&lt;br /&gt;
reproduzimos o sexo em laboratórios&lt;br /&gt;
como autômatos cegos&lt;br /&gt;
arranca-se os pelos e implantam-se chips&lt;br /&gt;
silicones e uma gama de sugestões&lt;br /&gt;
Nada pode envelhecer&lt;br /&gt;
a feiura é uma doença&lt;br /&gt;
na crença de que tudo é novidade&lt;br /&gt;
o novo fake de sempre&lt;br /&gt;
As pílulas mantêm os corpos inertes&lt;br /&gt;
e as mentes esti(e)muladas&lt;br /&gt;
geneticamente modificadas&lt;br /&gt;
o controle é pelo Lítio&lt;br /&gt;
com hormônios e pesticidas&lt;br /&gt;
metais pesados e agrotóxicos&lt;br /&gt;
não percebe-se os membros cibernéticos&lt;br /&gt;
a janela de agora é o olho câmera&lt;br /&gt;
somos mais que impulsos elétricos&lt;br /&gt;
disfunções, distúrbios e nomenclaturas&lt;br /&gt;
somos corpos na infância de nossas consciências&lt;br /&gt;
o invólucro que limita e protege de nossas criações&lt;br /&gt;
um corpo que depura a vontade para sermos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
.       Isso não é uma máquina...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
   III            &lt;br /&gt;
.                                                                         Noosfera              .&lt;br /&gt;
⎙ &lt;br /&gt;
 O existir é o eterno relembrar daquilo que se é&lt;br /&gt;
 e esquecer logo em seguida...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para dividir basta o ponto . (ego)&lt;br /&gt;
Para unir nada é preciso  ⎙&lt;br /&gt;
Quando se coloca o eu no mundo&lt;br /&gt;
principia a multiplicidade das aparências&lt;br /&gt;
a projeção do desejo e do utilitarismo&lt;br /&gt;
o anti-nada assume a defesa&lt;br /&gt;
nos fragmenta em nanopartículas&lt;br /&gt;
deixamos de ser o eixo de nossa existência&lt;br /&gt;
quando buscamos sinais de evidências&lt;br /&gt;
que possam nos lembrar quem somos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para ser absoluto tem que ser 0&lt;br /&gt;
Ao transformar teoria em experiência&lt;br /&gt;
o ser desperta no abismo das incertezas&lt;br /&gt;
onde se encontrão as reações&lt;br /&gt;
o fato é modificado ao compreender&lt;br /&gt;
as ondas são efeitos e não pausas&lt;br /&gt;
no pêndulo do tempo não linear&lt;br /&gt;
Na busca por escrituras&lt;br /&gt;
já somos a negação do 0&lt;br /&gt;
Nós geramos o mundo e ele nos gira&lt;br /&gt;
O presente tem essa função e não o futuro&lt;br /&gt;
estamos aqui para desaprender&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Silencie... mesmo que isso leve a vida toda&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O nulo.   1+1= 0&lt;br /&gt;
sim, não há segredos nem conspirações&lt;br /&gt;
só uma grande quantidades de 1s&lt;br /&gt;
que fazem questão de olvidar&lt;br /&gt;
que só o 0 pode ser o ouroboros...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Humam Kernel 0.1 Alpha&lt;br /&gt;
Reboot Yourself&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Frequência Beta | Alfa | Teta | Delta    �&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Transhumanidade - versão Alpha 0.1 - Homini Qabbid - #2013 - ☻&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

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