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		<title>Mel - Histórico de revisão</title>
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		<updated>2026-04-14T14:21:28Z</updated>
		<subtitle>Histórico de revisões para esta página neste wiki</subtitle>
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		<title>Ál: uma edição: Auto-residencias de Verano 2013</title>
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				<updated>2013-09-08T00:24:24Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;uma edição: Auto-residencias de Verano 2013&lt;/p&gt;
&lt;table class=&quot;diff diff-contentalign-left&quot; data-mw=&quot;interface&quot;&gt;
				&lt;tr style='vertical-align: top;' lang='pt-BR'&gt;
				&lt;td colspan='1' style=&quot;background-color: white; color:black; text-align: center;&quot;&gt;← Edição anterior&lt;/td&gt;
				&lt;td colspan='1' style=&quot;background-color: white; color:black; text-align: center;&quot;&gt;Edição das 00h24min de 8 de setembro de 2013&lt;/td&gt;
				&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan='2' style='text-align: center;' lang='pt-BR'&gt;&lt;div class=&quot;mw-diff-empty&quot;&gt;(Sem diferença)&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;</summary>
		<author><name>Ál</name></author>	</entry>

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		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Mel&amp;diff=9938&amp;oldid=prev</id>
		<title>Shima: /* s/ título (homenagem à Marina Abramovic: a artista está presente) */</title>
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				<updated>2013-01-11T22:31:13Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;‎&lt;span dir=&quot;auto&quot;&gt;&lt;span class=&quot;autocomment&quot;&gt;s/ título (homenagem à Marina Abramovic: a artista está presente)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Página nova&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;=Eu, você, graveto: propostas para uma performance sem fim=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:mel_1299.JPG|300px|thumb|right|‘s/ título’ (fim do mundo) / performance / paisagem e ganso / dimensão e tempo variáveis / 2012]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este projeto se articula a partir da caça de gravetos e da construção estratégias de ludicidade com o ambiente circundante. A intensa pesquisa de materiais e as técnicas utilizadas para confrontar o público participante atribuem um aspecto relacional ao ato performático.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com Pelbart[1] (2003, p.22):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''&amp;quot;(...) de que recursos dispõe uma pessoa ou um coletivo para afirmar um modo próprio de ocupar o espaço doméstico, de cadenciar o tempo comunitário, de mobilizar a memória coletiva, de produzir bens e conhecimento e fazê-los circular, de transitar por esferas consideradas invisíveis, de reinventar a corporeidade, de gerir a vizinhança e a solidariedade (...)?&amp;quot;''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O devir-cão do performer, que insiste em buscar a composição de um corpo de interações sociais e ambientais, pode ser comparado à associação que Deleuze[2] institui entre o ato artístico e o termo resistência (1988-1989, p. 80): ''&amp;quot;Acho que, na base da arte, há essa idéia ou esse sentimento muito vivo, uma certa vergonha de ser homem, que faz com que a arte consista em liberar a vida que o homem aprisionou.&amp;quot;''. Invoca-se aqui também a imagem do um ''corpo sem órgãos''[3], conjunto de significâncias e subjetivações, matéria restante após a retirada dos limites e estruturas condicionantes de um determinado corpo, ou ainda, organismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A dinâmica de trabalho que se pretende instaurar pressupõe, portanto, um processo de negociação do espaço e dos corpos. A interação com o público é estabelecida em três etapas, a saber:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(a) aproximação e reconhecimento do espaço e do público;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(b) estabelecimento de regras do jogo entre os participantes;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(c) dinâmica de lançamento e busca dos gravetos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algumas experiências/propostas também foram conduzidas para compreender melhor o contexto da residência para a realização dos trabalhos. Vale ressaltar que estas não são as performances em si, mas um instrumento para aferir o comportamento do público e as condições do ambiente:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(a) ‘momentum randômico’: romper com a rotina “despertar &amp;gt; café da manhã &amp;gt; trabalho &amp;gt; almoço &amp;gt; trabalho &amp;gt; jantar &amp;gt; cama”, realizando as performances em aparições-surpresa, sem no entanto provocar alarde ou chamar atenção. Um grunhido, no máximo será o permitido, quando raramente um latido apenas. Simplesmente não aparecer por alguns dias, provocando ansiedade e em alguns casos, preocupação (desnecessária e dispensável) do público. Realizar as tarefas domésticas no instante em que a necessidade se fizer inadiável. Ademais, dar sequência à pesquisa, evitando ser interrompida ou incomodada por fatores externos alheios à pesquisa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(b) ‘exaustão total’: buscar a exaustão completa e total do corpo nas propostas performáticas envolvendo humanos e gravetos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(c) ‘amplificação dos sentidos’: estimular a sensibilidade para saber o exato momento para entrar e sair do trabalho, como tentativa de encontrar o exato momento em que o corpo entra em seu estado performático e também sai dela, do relaxamento à tensão, à atenção total e vice-versa. Dedicar todos os sentidos à busca incansável dos gravetos e às estratégias de sedução ao público para a participação das performances.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(continua)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Obras=&lt;br /&gt;
==s/ título (homenagem à Jenny Holzer: Protect me From What I Want)==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Mel_protect.jpg|800px|thumb|center|‘s/ título’ (homenagem à Jenny Holzer: Protect me From What I Want)/ performance / paisagem, gravetos e humanos / dimensão e tempo variáveis / 2013]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==s/ título (apreender o público ou desvio do emissor)==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Estrategias.jpg|800px|thumb|center|‘s/ título’ (apreender o público ou desvio do emissor) / performance com colaboração da artista Rubiane Maia  / paisagem, objetos diversos e humano / dimensão e tempo variáveis / 2013]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Estrategias2.jpg|800px|thumb|center|‘s/ título’ (apreender o público ou desvio do emissor) / performance com colaboração da artista Rubiane Maia  / paisagem, objetos diversos e humano / dimensão e tempo variáveis / 2013]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==s/ título (dê a mim o que me pertence)==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Shima.JPG|800px|thumb|center|‘s/ título’ (dê a mim o que me pertence) / performance com colaboração do artista Shima / paisagem, graveto e humano / dimensão e tempo variáveis / 2013]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==s/ título (homenagem à Marina Abramovic: a artista está presente)==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:mel_artista.jpg|800px|thumb|center|‘s/ título’ (‘a artista está presente’) / performance / graveto e solidão / dimensão e tempo variáveis / 2013]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==s/ título (nada é o que parece, e eu continuo presente)==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Mel_marina.jpg|800px|thumb|center|‘s/ título’ (‘nada é o que parece, e eu continuo presente’) / performance / graveto e falsa solidão / dimensão e tempo variáveis / 2013]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Algumas considerações=&lt;br /&gt;
'''(ou: mordi o rabo, e agora?)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda muito longe de tirar conclusões acerca desta pesquisa intensa realizada durante a residência, alguns fatos tornaram-se frequentes no cotidiano, relatados a seguir:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(a) a natureza do meio ambiente, ou a paisagem natural em seu estado bruto oferece uma gama infinita de gravetos;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(b) propostas com o objetivo de levar os humanos à exaustão são rapidamente e facilmente atingidos;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(c) não há força da natureza que impeça um graveto atirado de ser encontrado;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(d) quanto mais gravetos são encontrados mais gravetos haverão de ser buscados. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desde este ponto da investigação, no entanto, pode-se dizer que se confirmam os estudos teóricos e construções conceituais que antecedem as experiências relatadas nesta breve experiência como residente da Nuvem. Ainda de acordo com Deleuze[4] (2006, p. 267): &amp;quot;É isso, uma teoria é exatamente como uma caixa de ferramentas. Nada tem a ver com o significante. É preciso que sirva, é preciso que funcione.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
=Anexo 1: Workshops=&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Workshop.jpg|800px|thumb|center|Workshop desenvolvido a partir da série 's/ título', realizado no dia 11 de Janeiro com a equipe e os residentes da Nuvem.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Anexo 2: Pesquisas e Processos=&lt;br /&gt;
[[Arquivo:mel2.jpg|450px|thumb|left|Reconhecimento do terreno e mapeamento dos humanos a partir de seus comportamentos em espaços abertos]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Mel_gravetoperfeito.jpg|450px|thumb|Modelo de graveto ideal, no qual X está entre 3,5cm e 5cm, pesando entre 350 e 500gr]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Mel_laboratorio_materiais.jpg|450px|thumb|left|Laboratório de pesquisa sobre a resistência dos materiais: bambu]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Mel_materiais.jpg|450px|thumb|Exemplos clássicos de gravetos para performances]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Pegadas.jpg|450px|thumb|“Repetir, repetir, até ficar diferente” — Deleuze]]&lt;br /&gt;
Através de imagens ilustrativas, é apresentado o processo e alguns resultados. Está claro que os padrões adotados referem-se à raça Labrador.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Notas=&lt;br /&gt;
[1] PELBART, P. P. ''Vida Capital. Ensaios de biopolítica.'' São Paulo: Iluminuras, 2003.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[2] DELEUZE, Gilles. ''Abecedário''. Disponível em: &amp;lt;htt:///www.oestrangeiro.net/esquizoanalise/67-o-abecedario-de-gilles-deleuze&amp;gt;. Acessado em: 07 de jan. 2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[3] DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. Mil Platôs: capitalismo e esquizofrenia, vol. 3. São Paulo: Editora 34, 2008.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[4] DELEUZE, G. A ilha deserta. São Paulo: Iluminuras, 2006.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Shima</name></author>	</entry>

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