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		<title>Cyberpunk como alquimista moderno - Histórico de revisão</title>
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				<updated>2013-06-04T01:04:56Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Criou página com &amp;#039;O Cyberpunk como alquimista moderno. por Timothy Leary e Eric Gullichsen A geração baby-boom cresceu num mundo eletrônico (de 1960 a 1970), de ligar e sintonizar telas de T...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Página nova&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;O Cyberpunk como alquimista moderno.&lt;br /&gt;
por Timothy Leary e Eric Gullichsen&lt;br /&gt;
A geração baby-boom cresceu num mundo eletrônico (de 1960 a 1970), de ligar e sintonizar telas de TV e de computadores pessoais.&lt;br /&gt;
Os Cyberpunks, crescendo nos anos 80 e 90, desenvolveram novas metáforas, rituais, e estilos de vida para lidar com o universo da informação. Mais e mais de nós estão se tornando xamãs de fuzzy-logic e alquimistas digitais.&lt;br /&gt;
Os paralelos entre a cultura dos alquimistas e dos adeptos cyberpunks de computadores são muitos. Ambos empregam conhecimento de um arcano oculto desconhecido pela população em geral, com símbolos secretos e palavras de poder. Os &amp;quot;símbolos secretos&amp;quot; compõe a linguagem dos computadores e matemática, e as &amp;quot;palavras de poder&amp;quot; instruem sistemas operacionais para realizarem tarefas hercúleas.&lt;br /&gt;
Conhecendo o preciso código de um programa digital permite que ele seja conjurado à existência, transcendendo assim o trabalho muscular ou a pesquisa mecânica. Ritos de iniciação e aprendizado são comuns a ambos. &amp;quot;Feitos psíquicos&amp;quot; de telepresença e ação a distância são realizados pela escolha de uma opção no menu.&lt;br /&gt;
Jovens alquimistas digitais t????V?êm ao seu dispor ferramentas de inteligência e poder inimagináveis pelos seus predecessores. Telas de computador são espelhos mágicos, apresentando realidades alternativas nos vários graus de abstração ao controle (invocação) do alquimista. O mouse ou caneta da mesa digitalizadora são o bastão, controlando o fogo do monitor e amplificando a força criativa do operador.&lt;br /&gt;
Discos rodopiantes, drives, são os pentáculos, inscritos com símbolos complexos, tabelas terrestres a receber a entrada do &amp;quot;ar,&amp;quot; resultante da impressionante velocidade da eletricidade intelectual dos circuitos da CPU. Os chips RAM são literalmente, os buffers (&amp;quot;piscinas buffer&amp;quot;), a água, o elemento passivo capaz somente de receber e retransmitir a informação, a refletindo.&lt;br /&gt;
Programação visual iconográfica é um Tarô, o sumário pictórico de todas as possibilidades, ativado para adivinhação pela justaposição e influência mútua. É uma Tabela Periódica de possibilidades, a forma ocidental do I Ching oriental. Linguagens de programação tradicionais, orientadas por palavras - FORTRAN, COBOL, e o resto, são uma forma primitiva degenerada desses sistemas universais, grimórios de corporações orientadas para o lucro.&lt;br /&gt;
Bancos de dados detalhados da atividade de sistemas operacionais formam os registros Akashicos numa escala microscópica. Num nível macroscópico, esta é a &amp;quot;rede mundial&amp;quot; de conhecimentos, a rede mundial de hipertexto, próxima de ser alcançada pela capacidade de armazenamento do CD-ROM e a transmissão de dados por fibra ótica - a &amp;quot;matriz&amp;quot; ciberespacial de William Gibson.&lt;br /&gt;
Transmutação pessoal (o êxtase do &amp;quot;hack derradeiro&amp;quot;) é um objetivo velado de ambos os sistemas. O satori da comunicação harmoniosa homem-computador resultante do regresso infinito os metaníveis de auto-reflexão é a recompensa pela conceitualização e execução perfeita das idéias.&lt;br /&gt;
A Universalidade do 0 e do 1 através da magia e da religião - yin e yang, yoni e lingam, copa e bastão - é manifestada hoje em dia por sinais digitais, os dois bits por trás da implementação de todos os programas do mundo em nossos cérebros e em nossos discos operacionais. Esticando um pouquinho, mesmo a mônada, símbolo da mudança e do tao, lembra visualmente um 0 e um 1 sobrepostos pela ação centrífuga da velocidade sempre maior da rotação da própria mônada, curvando sua linha central.&lt;br /&gt;
Do livro &amp;quot;Chaos &amp;amp; Cyber Culture&amp;quot; de Timothy Leary&lt;br /&gt;
Em inglês: http://hyperritual.com/blog/the-cyberpunk-as-modern-alchemist/&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

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