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		<title>wiki da nuvem - Contribuições do(a) usuário(a) [pt-br]</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Talesma: /* Caderno antigo */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;É possível sentir o movimento de rotação do nosso planeta? Talvez o ritmo do nosso coração não seja lento o suficiente. Embora a Terra gire a 1674 kmh (em algumas regiões), não conseguimos ver o seu movimento diretamente. É uma questão de distância. De tão próximos, ''estamos'' no movimento e não o percebemos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se observarmos a projeção da luz do Sol sobre os objetos da superfície da Terra, estamos perto de sentir o movimento do planeta. O deslocamento muito lento das sombras é o que permite ver a velocidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez isso soe como uma experiência de Evgen Bavcar. O fotógrafo cego, impedido de enxergar, quis ''ver'' as estrelas. Então ele vai para um vulcão e toca, abraça suas paredes quentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://talesbedeschi.blogspot.com/p/intervencoes-urbanas.html ''Linha Curva da Terra''] é um projeto que pretende criar imagens de um movimento invisível. Através da pintura e registro do estado da sombra e, em seguida, o seu deslocamento, inauguramos um dispositivo de desenho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Caderno antigo ==&lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Movimento da Terra, passagem do tempo, luz e sombra, registro da marca, elementos que remetem às [http://www.google.com/imgres?imgurl=http://sellerink.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/A-PRIMEIRA-FOTOGRAFIA-NIEPECE.gif&amp;amp;imgrefurl=http://sellerink.com.br/blog/2011/01/30/a-heliografia-de-niepce/&amp;amp;usg=__-CYHgt2f_KoEeUuXgQKHKE6IvUY=&amp;amp;h=314&amp;amp;w=400&amp;amp;sz=54&amp;amp;hl=pt-PT&amp;amp;start=1&amp;amp;sig2=nk6Hl_lzDB-2jsa7LIun4g&amp;amp;zoom=1&amp;amp;tbnid=S6A-UG4ugI-aUM:&amp;amp;tbnh=97&amp;amp;tbnw=124&amp;amp;ei=w701T-vTK6T00gHcoNHkAg&amp;amp;itbs=1 heliografias] de Nièpce do século XIX.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em busca de poesia que servisse à materialização da idéia, fui ao Google, atrás de &amp;quot;lentamente&amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Encontrei um &amp;quot;eterno&amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A poesia é de Paulo Leminski. Chama ''Caderno antigo''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Abrindo um antigo caderno&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''foi que eu descobri:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Antigamente eu era eterno.&lt;br /&gt;
''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Paulo Leminski&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_2.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_3.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Pintura de paisagem ==&lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Pintura de Paisagem'' é uma pintura ao ar livre. Tal tradição, foi inaugurada na Europa pelos chamados Impressionistas. Na época, a proposta, dentre outras, era captar um momento determinado da paisagem, o reflexo da luz do dia sobre os elementos da natureza. Segundo os nefelibatas Mariana Katona e Raphael Fonseca [http://192.168.1.10/wiki/index.php/Mariana_Katona_%2B_Raphael_Fonseca], &amp;quot;era preciso substituir a criação de uma paisagem projetada dentro do ateliê para a representação da experiência direta do artista com a natureza enquanto fenômeno&amp;quot;. Para tanto, esses pintores a representavam da maneira mais imediata, usando uma técnica rápida e sem retoques.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em ''Pintura de Paisagem'', a pintura se realiza diretamente no fenômeno natural. A pintura é feita por intervenções na imagem da paisagem. A princípio, o conceito de tela não se dissolve. A estrutura geradora de enquadramento da composição e de suporte da tinta se subdivide em duas estruturas, sendo elas a tela da câmera e a paisagem propriamente dita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pintura, nesse sentido, faz um exercício de extensão de seus limites e agrega outros elementos. O tempo passa determinar sua imagem, na medida em que ela não pode ser pensada sem o som ambiente, o vento e a alternância de luminosidade (dado o movimento das nuvens). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em uma tela 1280x720 pixels, a pintura pode ser vista em telas de câmeras, computadores e ainda ser projetada em diversos tamanhos, de acordo com o projetor.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Elementos da proposta:&lt;br /&gt;
- planos do cinema&lt;br /&gt;
- camadas de cores da pintura&lt;br /&gt;
- feitura da pintura, processo de &lt;br /&gt;
trabalho do artista&lt;br /&gt;
- mediação da tecnologia no fazer da &lt;br /&gt;
pintura&lt;br /&gt;
- intervenção da pintura diretamente &lt;br /&gt;
na paisagem&lt;br /&gt;
- hibridação de modos de fazer e &lt;br /&gt;
conceber a imagem&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Pintura-de-Paisagem_Tales-Bedeschi-2012_1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Pintura-de-Paisagem_Tales-Bedeschi_2.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Alumbramento ==&lt;br /&gt;
[video 03'51&amp;quot;]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há 6 anos atrás ouvi uma palestra do Bené Fonteles. Estava em Porto Alegre no Fórum Social Mundial. A prosa era sobre o &amp;quot;reencantamento do mundo&amp;quot;. Bené me apresentou uma palavra. Não é todo dia que alguém te dá uma palavra de presente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Alumbramento&amp;quot; é o ato de maravilhar-se. Como se fosse um encantamento. A imagem, o fenômeno te acessa pelos sentidos e toma todo o seu ser, como num arrepio, ou melhor, como num alumbramento. Bené Fonteles contou um caso de Gil, que na varanda de um grande amigo, reparou algumas telhas de vidro. Depois de boa conversa, Gil olhou para cima e percebeu que a Lua entrava, através da telha transparente. Após ver as primeiras imagens do vídeo feito aqui e, então nomeado &amp;quot;Alumbramento&amp;quot;, lembrei dessa história.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Alumbramento_2012_Tales-Bedeschi_1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Alumbramento_2012_Tales-Bedeschi_2.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Alumbramento_2012_Tales-Bedeschi_3.jpg]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Talesma</name></author>	</entry>

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		<title>Tales Bedeschi</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Talesma: /* Alumbramento */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;É possível sentir o movimento de rotação do nosso planeta? Talvez o ritmo do nosso coração não seja lento o suficiente. Embora a Terra gire a 1674 kmh (em algumas regiões), não conseguimos ver o seu movimento diretamente. É uma questão de distância. De tão próximos, ''estamos'' no movimento e não o percebemos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se observarmos a projeção da luz do Sol sobre os objetos da superfície da Terra, estamos perto de sentir o movimento do planeta. O deslocamento muito lento das sombras é o que permite ver a velocidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez isso soe como uma experiência de Evgen Bavcar. O fotógrafo cego, impedido de enxergar, quis ''ver'' as estrelas. Então ele vai para um vulcão e toca, abraça suas paredes quentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://talesbedeschi.blogspot.com/p/intervencoes-urbanas.html ''Linha Curva da Terra''] é um projeto que pretende criar imagens de um movimento invisível. Através da pintura e registro do estado da sombra e, em seguida, o seu deslocamento, inauguramos um dispositivo de desenho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Caderno antigo ==&lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Movimento da Terra, passagem do tempo, luz e sombra, registro da marca, elementos que remetem às[http://www.google.com/imgres?imgurl=http://sellerink.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/A-PRIMEIRA-FOTOGRAFIA-NIEPECE.gif&amp;amp;imgrefurl=http://sellerink.com.br/blog/2011/01/30/a-heliografia-de-niepce/&amp;amp;usg=__-CYHgt2f_KoEeUuXgQKHKE6IvUY=&amp;amp;h=314&amp;amp;w=400&amp;amp;sz=54&amp;amp;hl=pt-PT&amp;amp;start=1&amp;amp;sig2=nk6Hl_lzDB-2jsa7LIun4g&amp;amp;zoom=1&amp;amp;tbnid=S6A-UG4ugI-aUM:&amp;amp;tbnh=97&amp;amp;tbnw=124&amp;amp;ei=w701T-vTK6T00gHcoNHkAg&amp;amp;itbs=1 heliografias] de Nièpce, no século XIX.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em busca de poesia que servisse à materialização da idéia, fui ao Google, atrás de &amp;quot;lentamente&amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Encontrei um &amp;quot;eterno&amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A poesia é de Paulo Leminski. Chama ''Caderno antigo''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Abrindo um antigo caderno&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''foi que eu descobri:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Antigamente eu era eterno.&lt;br /&gt;
''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Paulo Leminski&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_2.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_3.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Pintura de paisagem ==&lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Pintura de Paisagem'' é uma pintura ao ar livre. Tal tradição, foi inaugurada na Europa pelos chamados Impressionistas. Na época, a proposta, dentre outras, era captar um momento determinado da paisagem, o reflexo da luz do dia sobre os elementos da natureza. Segundo os nefelibatas Mariana Katona e Raphael Fonseca [http://192.168.1.10/wiki/index.php/Mariana_Katona_%2B_Raphael_Fonseca], &amp;quot;era preciso substituir a criação de uma paisagem projetada dentro do ateliê para a representação da experiência direta do artista com a natureza enquanto fenômeno&amp;quot;. Para tanto, esses pintores a representavam da maneira mais imediata, usando uma técnica rápida e sem retoques.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em ''Pintura de Paisagem'', a pintura se realiza diretamente no fenômeno natural. A pintura é feita por intervenções na imagem da paisagem. A princípio, o conceito de tela não se dissolve. A estrutura geradora de enquadramento da composição e de suporte da tinta se subdivide em duas estruturas, sendo elas a tela da câmera e a paisagem propriamente dita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pintura, nesse sentido, faz um exercício de extensão de seus limites e agrega outros elementos. O tempo passa determinar sua imagem, na medida em que ela não pode ser pensada sem o som ambiente, o vento e a alternância de luminosidade (dado o movimento das nuvens). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em uma tela 1280x720 pixels, a pintura pode ser vista em telas de câmeras, computadores e ainda ser projetada em diversos tamanhos, de acordo com o projetor.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Elementos da proposta:&lt;br /&gt;
- planos do cinema&lt;br /&gt;
- camadas de cores da pintura&lt;br /&gt;
- feitura da pintura, processo de &lt;br /&gt;
trabalho do artista&lt;br /&gt;
- mediação da tecnologia no fazer da &lt;br /&gt;
pintura&lt;br /&gt;
- intervenção da pintura diretamente &lt;br /&gt;
na paisagem&lt;br /&gt;
- hibridação de modos de fazer e &lt;br /&gt;
conceber a imagem&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Pintura-de-Paisagem_Tales-Bedeschi-2012_1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Pintura-de-Paisagem_Tales-Bedeschi_2.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Alumbramento ==&lt;br /&gt;
[video 03'51&amp;quot;]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há 6 anos atrás ouvi uma palestra do Bené Fonteles. Estava em Porto Alegre no Fórum Social Mundial. A prosa era sobre o &amp;quot;reencantamento do mundo&amp;quot;. Bené me apresentou uma palavra. Não é todo dia que alguém te dá uma palavra de presente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Alumbramento&amp;quot; é o ato de maravilhar-se. Como se fosse um encantamento. A imagem, o fenômeno te acessa pelos sentidos e toma todo o seu ser, como num arrepio, ou melhor, como num alumbramento. Bené Fonteles contou um caso de Gil, que na varanda de um grande amigo, reparou algumas telhas de vidro. Depois de boa conversa, Gil olhou para cima e percebeu que a Lua entrava, através da telha transparente. Após ver as primeiras imagens do vídeo feito aqui e, então nomeado &amp;quot;Alumbramento&amp;quot;, lembrei dessa história.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Alumbramento_2012_Tales-Bedeschi_1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Alumbramento_2012_Tales-Bedeschi_2.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Alumbramento_2012_Tales-Bedeschi_3.jpg]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Talesma</name></author>	</entry>

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		<title>Tales Bedeschi</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Talesma: /* Alumbramento */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;É possível sentir o movimento de rotação do nosso planeta? Talvez o ritmo do nosso coração não seja lento o suficiente. Embora a Terra gire a 1674 kmh (em algumas regiões), não conseguimos ver o seu movimento diretamente. É uma questão de distância. De tão próximos, ''estamos'' no movimento e não o percebemos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se observarmos a projeção da luz do Sol sobre os objetos da superfície da Terra, estamos perto de sentir o movimento do planeta. O deslocamento muito lento das sombras é o que permite ver a velocidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez isso soe como uma experiência de Evgen Bavcar. O fotógrafo cego, impedido de enxergar, quis ''ver'' as estrelas. Então ele vai para um vulcão e toca, abraça suas paredes quentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://talesbedeschi.blogspot.com/p/intervencoes-urbanas.html ''Linha Curva da Terra''] é um projeto que pretende criar imagens de um movimento invisível. Através da pintura e registro do estado da sombra e, em seguida, o seu deslocamento, inauguramos um dispositivo de desenho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Caderno antigo ==&lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Movimento da Terra, passagem do tempo, luz e sombra, registro da marca, elementos que remetem às[http://www.google.com/imgres?imgurl=http://sellerink.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/A-PRIMEIRA-FOTOGRAFIA-NIEPECE.gif&amp;amp;imgrefurl=http://sellerink.com.br/blog/2011/01/30/a-heliografia-de-niepce/&amp;amp;usg=__-CYHgt2f_KoEeUuXgQKHKE6IvUY=&amp;amp;h=314&amp;amp;w=400&amp;amp;sz=54&amp;amp;hl=pt-PT&amp;amp;start=1&amp;amp;sig2=nk6Hl_lzDB-2jsa7LIun4g&amp;amp;zoom=1&amp;amp;tbnid=S6A-UG4ugI-aUM:&amp;amp;tbnh=97&amp;amp;tbnw=124&amp;amp;ei=w701T-vTK6T00gHcoNHkAg&amp;amp;itbs=1 heliografias] de Nièpce, no século XIX.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em busca de poesia que servisse à materialização da idéia, fui ao Google, atrás de &amp;quot;lentamente&amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Encontrei um &amp;quot;eterno&amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A poesia é de Paulo Leminski. Chama ''Caderno antigo''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Abrindo um antigo caderno&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''foi que eu descobri:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Antigamente eu era eterno.&lt;br /&gt;
''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Paulo Leminski&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_2.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_3.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Pintura de paisagem ==&lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Pintura de Paisagem'' é uma pintura ao ar livre. Tal tradição, foi inaugurada na Europa pelos chamados Impressionistas. Na época, a proposta, dentre outras, era captar um momento determinado da paisagem, o reflexo da luz do dia sobre os elementos da natureza. Segundo os nefelibatas Mariana Katona e Raphael Fonseca [http://192.168.1.10/wiki/index.php/Mariana_Katona_%2B_Raphael_Fonseca], &amp;quot;era preciso substituir a criação de uma paisagem projetada dentro do ateliê para a representação da experiência direta do artista com a natureza enquanto fenômeno&amp;quot;. Para tanto, esses pintores a representavam da maneira mais imediata, usando uma técnica rápida e sem retoques.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em ''Pintura de Paisagem'', a pintura se realiza diretamente no fenômeno natural. A pintura é feita por intervenções na imagem da paisagem. A princípio, o conceito de tela não se dissolve. A estrutura geradora de enquadramento da composição e de suporte da tinta se subdivide em duas estruturas, sendo elas a tela da câmera e a paisagem propriamente dita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pintura, nesse sentido, faz um exercício de extensão de seus limites e agrega outros elementos. O tempo passa determinar sua imagem, na medida em que ela não pode ser pensada sem o som ambiente, o vento e a alternância de luminosidade (dado o movimento das nuvens). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em uma tela 1280x720 pixels, a pintura pode ser vista em telas de câmeras, computadores e ainda ser projetada em diversos tamanhos, de acordo com o projetor.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Elementos da proposta:&lt;br /&gt;
- planos do cinema&lt;br /&gt;
- camadas de cores da pintura&lt;br /&gt;
- feitura da pintura, processo de &lt;br /&gt;
trabalho do artista&lt;br /&gt;
- mediação da tecnologia no fazer da &lt;br /&gt;
pintura&lt;br /&gt;
- intervenção da pintura diretamente &lt;br /&gt;
na paisagem&lt;br /&gt;
- hibridação de modos de fazer e &lt;br /&gt;
conceber a imagem&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Pintura-de-Paisagem_Tales-Bedeschi-2012_1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Pintura-de-Paisagem_Tales-Bedeschi_2.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Alumbramento ==&lt;br /&gt;
[video 03'51&amp;quot;]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há 6 anos atrás ouvi uma palestra do Bené Fonteles. Estava em Porto Alegre no Fórum Social Mundial. A prosa era sobre o &amp;quot;reencantamento do mundo&amp;quot;. Bené me apresentou uma palavra. Não é todo dia que alguém te dá uma palavra de presente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Alumbramento&amp;quot; é o ato de maravilhar-se. Como se fosse um encantamento. A imagem, o fenômeno te acessa pelos sentidos e toma todo o seu ser, como num arrepio, ou melhor, como num alumbramento. Bené Fonteles contou um caso de Gil, que na varanda de um grande amigo, reparou algumas telhas de vidro. Depois de boa conversa, Gil olhou para cima e percebeu que a Lua entrava, através da telha transparente. Após ver as primeiras imagens do vídeo feito aqui e, então nomeado &amp;quot;Alumbramento&amp;quot;, lembrei dessa história.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Alumbramento_2012_Tales-Bedeschi_1.jpg]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Alumbramento_2012_Tales-Bedeschi_2.jpg]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Alumbramento_2012_Tales-Bedeschi_3.jpg]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Talesma</name></author>	</entry>

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		<author><name>Talesma</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;Talesma: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Talesma</name></author>	</entry>

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		<title>Tales Bedeschi</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Talesma: /* Caderno antigo */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;É possível sentir o movimento de rotação do nosso planeta? Talvez o ritmo do nosso coração não seja lento o suficiente. Embora a Terra gire a 1674 kmh (em algumas regiões), não conseguimos ver o seu movimento diretamente. É uma questão de distância. De tão próximos, ''estamos'' no movimento e não o percebemos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se observarmos a projeção da luz do Sol sobre os objetos da superfície da Terra, estamos perto de sentir o movimento do planeta. O deslocamento muito lento das sombras é o que permite ver a velocidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez isso soe como uma experiência de Evgen Bavcar. O fotógrafo cego, impedido de enxergar, quis ''ver'' as estrelas. Então ele vai para um vulcão e toca, abraça suas paredes quentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://talesbedeschi.blogspot.com/p/intervencoes-urbanas.html ''Linha Curva da Terra''] é um projeto que pretende criar imagens de um movimento invisível. Através da pintura e registro do estado da sombra e, em seguida, o seu deslocamento, inauguramos um dispositivo de desenho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Caderno antigo ==&lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Movimento da Terra, passagem do tempo, luz e sombra, registro da marca, elementos que remetem às[http://www.google.com/imgres?imgurl=http://sellerink.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/A-PRIMEIRA-FOTOGRAFIA-NIEPECE.gif&amp;amp;imgrefurl=http://sellerink.com.br/blog/2011/01/30/a-heliografia-de-niepce/&amp;amp;usg=__-CYHgt2f_KoEeUuXgQKHKE6IvUY=&amp;amp;h=314&amp;amp;w=400&amp;amp;sz=54&amp;amp;hl=pt-PT&amp;amp;start=1&amp;amp;sig2=nk6Hl_lzDB-2jsa7LIun4g&amp;amp;zoom=1&amp;amp;tbnid=S6A-UG4ugI-aUM:&amp;amp;tbnh=97&amp;amp;tbnw=124&amp;amp;ei=w701T-vTK6T00gHcoNHkAg&amp;amp;itbs=1 heliografias] de Nièpce, no século XIX.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em busca de poesia que servisse à materialização da idéia, fui ao Google, atrás de &amp;quot;lentamente&amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Encontrei um &amp;quot;eterno&amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A poesia é de Paulo Leminski. Chama ''Caderno antigo''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Abrindo um antigo caderno&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''foi que eu descobri:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Antigamente eu era eterno.&lt;br /&gt;
''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Paulo Leminski&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_2.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_3.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Pintura de paisagem ==&lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Pintura de Paisagem'' é uma pintura ao ar livre. Tal tradição, foi inaugurada na Europa pelos chamados Impressionistas. Na época, a proposta, dentre outras, era captar um momento determinado da paisagem, o reflexo da luz do dia sobre os elementos da natureza. Segundo os nefelibatas Mariana Katona e Raphael Fonseca [http://192.168.1.10/wiki/index.php/Mariana_Katona_%2B_Raphael_Fonseca], &amp;quot;era preciso substituir a criação de uma paisagem projetada dentro do ateliê para a representação da experiência direta do artista com a natureza enquanto fenômeno&amp;quot;. Para tanto, esses pintores a representavam da maneira mais imediata, usando uma técnica rápida e sem retoques.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em ''Pintura de Paisagem'', a pintura se realiza diretamente no fenômeno natural. A pintura é feita por intervenções na imagem da paisagem. A princípio, o conceito de tela não se dissolve. A estrutura geradora de enquadramento da composição e de suporte da tinta se subdivide em duas estruturas, sendo elas a tela da câmera e a paisagem propriamente dita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pintura, nesse sentido, faz um exercício de extensão de seus limites e agrega outros elementos. O tempo passa determinar sua imagem, na medida em que ela não pode ser pensada sem o som ambiente, o vento e a alternância de luminosidade (dado o movimento das nuvens). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em uma tela 1280x720 pixels, a pintura pode ser vista em telas de câmeras, computadores e ainda ser projetada em diversos tamanhos, de acordo com o projetor.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Elementos da proposta:&lt;br /&gt;
- planos do cinema&lt;br /&gt;
- camadas de cores da pintura&lt;br /&gt;
- feitura da pintura, processo de &lt;br /&gt;
trabalho do artista&lt;br /&gt;
- mediação da tecnologia no fazer da &lt;br /&gt;
pintura&lt;br /&gt;
- intervenção da pintura diretamente &lt;br /&gt;
na paisagem&lt;br /&gt;
- hibridação de modos de fazer e &lt;br /&gt;
conceber a imagem&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Pintura-de-Paisagem_Tales-Bedeschi-2012_1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Pintura-de-Paisagem_Tales-Bedeschi_2.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Alumbramento ==&lt;br /&gt;
[video 03'51&amp;quot;]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há 6 anos atrás ouvi uma palestra do Bené Fonteles. Estava em Porto Alegre no Fórum Social Mundial. A prosa era sobre o &amp;quot;reencantamento do mundo&amp;quot;. Bené me apresentou uma palavra. Não é todo dia que alguém te dá uma palavra de presente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Alumbramento&amp;quot; é o ato de maravilhar-se. Como se fosse um encantamento. A imagem, o fenômeno te acessa pelos sentidos e toma todo o seu ser, como num arrepio, ou melhor, como num alumbramento. Bené Fonteles contou um caso de Gil, que na varanda de um grande amigo, reparou algumas telhas de vidro. Depois de boa conversa, Gil olhou para cima e percebeu que a Lua entrava, através da telha transparente. Após ver as primeiras imagens do vídeo feito aqui e, então nomeado &amp;quot;Alumbramento&amp;quot;, lembrei dessa história.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Talesma</name></author>	</entry>

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		<title>Tales Bedeschi</title>
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				<updated>2012-02-11T01:02:40Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Talesma: /* Caderno antigo */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;É possível sentir o movimento de rotação do nosso planeta? Talvez o ritmo do nosso coração não seja lento o suficiente. Embora a Terra gire a 1674 kmh (em algumas regiões), não conseguimos ver o seu movimento diretamente. É uma questão de distância. De tão próximos, ''estamos'' no movimento e não o percebemos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se observarmos a projeção da luz do Sol sobre os objetos da superfície da Terra, estamos perto de sentir o movimento do planeta. O deslocamento muito lento das sombras é o que permite ver a velocidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez isso soe como uma experiência de Evgen Bavcar. O fotógrafo cego, impedido de enxergar, quis ''ver'' as estrelas. Então ele vai para um vulcão e toca, abraça suas paredes quentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://talesbedeschi.blogspot.com/p/intervencoes-urbanas.html ''Linha Curva da Terra''] é um projeto que pretende criar imagens de um movimento invisível. Através da pintura e registro do estado da sombra e, em seguida, o seu deslocamento, inauguramos um dispositivo de desenho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Caderno antigo ==&lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Movimento da Terra, passagem do tempo, luz e sombra, registro da marca, elementos que remetem às[http://www.google.com/imgres?imgurl=http://sellerink.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/A-PRIMEIRA-FOTOGRAFIA-NIEPECE.gif&amp;amp;imgrefurl=http://sellerink.com.br/blog/2011/01/30/a-heliografia-de-niepce/&amp;amp;usg=__-CYHgt2f_KoEeUuXgQKHKE6IvUY=&amp;amp;h=314&amp;amp;w=400&amp;amp;sz=54&amp;amp;hl=pt-PT&amp;amp;start=1&amp;amp;sig2=nk6Hl_lzDB-2jsa7LIun4g&amp;amp;zoom=1&amp;amp;tbnid=S6A-UG4ugI-aUM:&amp;amp;tbnh=97&amp;amp;tbnw=124&amp;amp;ei=w701T-vTK6T00gHcoNHkAg&amp;amp;itbs=1 heliografias] de Nièpce, no século XIX.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em busca de poesia que servisse à materialização da idéia, fui ao Google, atrás de &amp;quot;lentamente&amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Encontrei um &amp;quot;eterno&amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A poesia é de Paulo Leminski. Chama ''Caderno antigo''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Abrindo um antigo caderno&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
foi que eu descobri:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antigamente eu era eterno.&lt;br /&gt;
''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paulo Leminski&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_2.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_3.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Pintura de paisagem ==&lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Pintura de Paisagem'' é uma pintura ao ar livre. Tal tradição, foi inaugurada na Europa pelos chamados Impressionistas. Na época, a proposta, dentre outras, era captar um momento determinado da paisagem, o reflexo da luz do dia sobre os elementos da natureza. Segundo os nefelibatas Mariana Katona e Raphael Fonseca [http://192.168.1.10/wiki/index.php/Mariana_Katona_%2B_Raphael_Fonseca], &amp;quot;era preciso substituir a criação de uma paisagem projetada dentro do ateliê para a representação da experiência direta do artista com a natureza enquanto fenômeno&amp;quot;. Para tanto, esses pintores a representavam da maneira mais imediata, usando uma técnica rápida e sem retoques.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em ''Pintura de Paisagem'', a pintura se realiza diretamente no fenômeno natural. A pintura é feita por intervenções na imagem da paisagem. A princípio, o conceito de tela não se dissolve. A estrutura geradora de enquadramento da composição e de suporte da tinta se subdivide em duas estruturas, sendo elas a tela da câmera e a paisagem propriamente dita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pintura, nesse sentido, faz um exercício de extensão de seus limites e agrega outros elementos. O tempo passa determinar sua imagem, na medida em que ela não pode ser pensada sem o som ambiente, o vento e a alternância de luminosidade (dado o movimento das nuvens). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em uma tela 1280x720 pixels, a pintura pode ser vista em telas de câmeras, computadores e ainda ser projetada em diversos tamanhos, de acordo com o projetor.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Elementos da proposta:&lt;br /&gt;
- planos do cinema&lt;br /&gt;
- camadas de cores da pintura&lt;br /&gt;
- feitura da pintura, processo de &lt;br /&gt;
trabalho do artista&lt;br /&gt;
- mediação da tecnologia no fazer da &lt;br /&gt;
pintura&lt;br /&gt;
- intervenção da pintura diretamente &lt;br /&gt;
na paisagem&lt;br /&gt;
- hibridação de modos de fazer e &lt;br /&gt;
conceber a imagem&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Pintura-de-Paisagem_Tales-Bedeschi-2012_1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Pintura-de-Paisagem_Tales-Bedeschi_2.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Alumbramento ==&lt;br /&gt;
[video 03'51&amp;quot;]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há 6 anos atrás ouvi uma palestra do Bené Fonteles. Estava em Porto Alegre no Fórum Social Mundial. A prosa era sobre o &amp;quot;reencantamento do mundo&amp;quot;. Bené me apresentou uma palavra. Não é todo dia que alguém te dá uma palavra de presente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Alumbramento&amp;quot; é o ato de maravilhar-se. Como se fosse um encantamento. A imagem, o fenômeno te acessa pelos sentidos e toma todo o seu ser, como num arrepio, ou melhor, como num alumbramento. Bené Fonteles contou um caso de Gil, que na varanda de um grande amigo, reparou algumas telhas de vidro. Depois de boa conversa, Gil olhou para cima e percebeu que a Lua entrava, através da telha transparente. Após ver as primeiras imagens do vídeo feito aqui e, então nomeado &amp;quot;Alumbramento&amp;quot;, lembrei dessa história.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Talesma</name></author>	</entry>

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		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Tales_Bedeschi&amp;diff=451</id>
		<title>Tales Bedeschi</title>
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				<updated>2012-02-11T01:00:33Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Talesma: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;É possível sentir o movimento de rotação do nosso planeta? Talvez o ritmo do nosso coração não seja lento o suficiente. Embora a Terra gire a 1674 kmh (em algumas regiões), não conseguimos ver o seu movimento diretamente. É uma questão de distância. De tão próximos, ''estamos'' no movimento e não o percebemos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se observarmos a projeção da luz do Sol sobre os objetos da superfície da Terra, estamos perto de sentir o movimento do planeta. O deslocamento muito lento das sombras é o que permite ver a velocidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez isso soe como uma experiência de Evgen Bavcar. O fotógrafo cego, impedido de enxergar, quis ''ver'' as estrelas. Então ele vai para um vulcão e toca, abraça suas paredes quentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://talesbedeschi.blogspot.com/p/intervencoes-urbanas.html ''Linha Curva da Terra''] é um projeto que pretende criar imagens de um movimento invisível. Através da pintura e registro do estado da sombra e, em seguida, o seu deslocamento, inauguramos um dispositivo de desenho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Caderno antigo ==&lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Movimento da Terra, passagem do tempo, luz e sombra, registro da marca, elementos que remetem às [Heliografias][https://www.google.com/search?q=heliografia&amp;amp;hl=pt-PT&amp;amp;client=firefox-a&amp;amp;rls=org.mozilla:pt-PT:official&amp;amp;noj=1&amp;amp;prmd=imvns&amp;amp;source=lnms&amp;amp;tbm=isch&amp;amp;ei=eSQ0T6fbMYnAgAfp-7CgAg&amp;amp;sa=X&amp;amp;oi=mode_link&amp;amp;ct=mode&amp;amp;cd=2&amp;amp;ved=0CBIQ_AUoAQ&amp;amp;biw=1280&amp;amp;bih=671] de Nièpce, no século XIX.&lt;br /&gt;
Em busca de poesia que servisse à materialização da idéia, fui ao Google, atrás de &amp;quot;lentamente&amp;quot;. Encontrei um &amp;quot;eterno&amp;quot;. A poesia é de Paulo Leminski. Chama ''Caderno antigo''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Abrindo um antigo caderno&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
foi que eu descobri:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antigamente eu era eterno.&lt;br /&gt;
''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paulo Leminski&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_2.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_3.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Pintura de paisagem ==&lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Pintura de Paisagem'' é uma pintura ao ar livre. Tal tradição, foi inaugurada na Europa pelos chamados Impressionistas. Na época, a proposta, dentre outras, era captar um momento determinado da paisagem, o reflexo da luz do dia sobre os elementos da natureza. Segundo os nefelibatas Mariana Katona e Raphael Fonseca [http://192.168.1.10/wiki/index.php/Mariana_Katona_%2B_Raphael_Fonseca], &amp;quot;era preciso substituir a criação de uma paisagem projetada dentro do ateliê para a representação da experiência direta do artista com a natureza enquanto fenômeno&amp;quot;. Para tanto, esses pintores a representavam da maneira mais imediata, usando uma técnica rápida e sem retoques.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em ''Pintura de Paisagem'', a pintura se realiza diretamente no fenômeno natural. A pintura é feita por intervenções na imagem da paisagem. A princípio, o conceito de tela não se dissolve. A estrutura geradora de enquadramento da composição e de suporte da tinta se subdivide em duas estruturas, sendo elas a tela da câmera e a paisagem propriamente dita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pintura, nesse sentido, faz um exercício de extensão de seus limites e agrega outros elementos. O tempo passa determinar sua imagem, na medida em que ela não pode ser pensada sem o som ambiente, o vento e a alternância de luminosidade (dado o movimento das nuvens). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em uma tela 1280x720 pixels, a pintura pode ser vista em telas de câmeras, computadores e ainda ser projetada em diversos tamanhos, de acordo com o projetor.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Elementos da proposta:&lt;br /&gt;
- planos do cinema&lt;br /&gt;
- camadas de cores da pintura&lt;br /&gt;
- feitura da pintura, processo de &lt;br /&gt;
trabalho do artista&lt;br /&gt;
- mediação da tecnologia no fazer da &lt;br /&gt;
pintura&lt;br /&gt;
- intervenção da pintura diretamente &lt;br /&gt;
na paisagem&lt;br /&gt;
- hibridação de modos de fazer e &lt;br /&gt;
conceber a imagem&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Pintura-de-Paisagem_Tales-Bedeschi-2012_1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Pintura-de-Paisagem_Tales-Bedeschi_2.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Alumbramento ==&lt;br /&gt;
[video 03'51&amp;quot;]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há 6 anos atrás ouvi uma palestra do Bené Fonteles. Estava em Porto Alegre no Fórum Social Mundial. A prosa era sobre o &amp;quot;reencantamento do mundo&amp;quot;. Bené me apresentou uma palavra. Não é todo dia que alguém te dá uma palavra de presente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Alumbramento&amp;quot; é o ato de maravilhar-se. Como se fosse um encantamento. A imagem, o fenômeno te acessa pelos sentidos e toma todo o seu ser, como num arrepio, ou melhor, como num alumbramento. Bené Fonteles contou um caso de Gil, que na varanda de um grande amigo, reparou algumas telhas de vidro. Depois de boa conversa, Gil olhou para cima e percebeu que a Lua entrava, através da telha transparente. Após ver as primeiras imagens do vídeo feito aqui e, então nomeado &amp;quot;Alumbramento&amp;quot;, lembrei dessa história.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Talesma</name></author>	</entry>

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		<title>Tales Bedeschi</title>
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				<updated>2012-02-11T00:52:56Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Talesma: /* Alumbramento */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;É possível sentir o movimento de rotação do nosso planeta? Acho que não. Talvez o ritmo do nosso coração não seja lento o suficiente. Embora a Terra gire a 1674 kmh (em algumas regiões), não conseguimos ver o seu movimento diretamente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se observarmos a projeção da luz do Sol para os objetos da superfície da Terra, estamos perto de sentir o movimento entre eles. O deslocamento muito lento das sombras é o que permite ver a velocidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez isso soe como uma experiência de Evgen Bavcar. O fotógrafo cego, impedido de enxergar, quis ver as estrelas. Então ele vai para um vulcão e toca, abraça suas paredes quentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Linha Curva da Terra'' é um projeto que quer criar imagens de um movimento invisível. Através da pintura e gravação do estado da sombra e, em seguida, o seu deslocamento, inauguramos um dispositivo de desenho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Caderno antigo ==&lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Movimento da Terra, passagem do tempo, luz e sombra, registro da marca, elementos que remetem às [Heliografias][https://www.google.com/search?q=heliografia&amp;amp;hl=pt-PT&amp;amp;client=firefox-a&amp;amp;rls=org.mozilla:pt-PT:official&amp;amp;noj=1&amp;amp;prmd=imvns&amp;amp;source=lnms&amp;amp;tbm=isch&amp;amp;ei=eSQ0T6fbMYnAgAfp-7CgAg&amp;amp;sa=X&amp;amp;oi=mode_link&amp;amp;ct=mode&amp;amp;cd=2&amp;amp;ved=0CBIQ_AUoAQ&amp;amp;biw=1280&amp;amp;bih=671] de Nièpce, no século XIX.&lt;br /&gt;
Em busca de poesia que servisse à materialização da idéia, fui ao Google, atrás de &amp;quot;lentamente&amp;quot;. Encontrei um &amp;quot;eterno&amp;quot;. A poesia é de Paulo Leminski. Chama ''Caderno antigo''.&lt;br /&gt;
''Abrindo um antigo caderno&lt;br /&gt;
foi que eu descobri:&lt;br /&gt;
Antigamente eu era eterno.&lt;br /&gt;
''&lt;br /&gt;
Paulo Leminski&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_2.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_3.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Pintura de paisagem ==&lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Pintura de Paisagem'' é uma pintura ao ar livre. Tal tradição, foi inaugurada na Europa pelos chamados Impressionistas. Na época, a proposta, dentre outras, era captar um momento determinado da paisagem, o reflexo da luz do dia sobre os elementos da natureza. Segundo os nefelibatas Mariana Katona e Raphael Fonseca [http://192.168.1.10/wiki/index.php/Mariana_Katona_%2B_Raphael_Fonseca], &amp;quot;era preciso substituir a criação de uma paisagem projetada dentro do ateliê para a representação da experiência direta do artista com a natureza enquanto fenômeno&amp;quot;. Para tanto, esses pintores a representavam da maneira mais imediata, usando uma técnica rápida e sem retoques.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em ''Pintura de Paisagem'', a pintura se realiza diretamente no fenômeno natural. A pintura é feita por intervenções na imagem da paisagem. A princípio, o conceito de tela não se dissolve. A estrutura geradora de enquadramento da composição e de suporte da tinta se subdivide em duas estruturas, sendo elas a tela da câmera e a paisagem propriamente dita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pintura, nesse sentido, faz um exercício de extensão de seus limites e agrega outros elementos. O tempo passa determinar sua imagem, na medida em que ela não pode ser pensada sem o som ambiente, o vento e a alternância de luminosidade (dado o movimento das nuvens). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em uma tela 1280x720 pixels, a pintura pode ser vista em telas de câmeras, computadores e ainda ser projetada em diversos tamanhos, de acordo com o projetor.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Elementos da proposta:&lt;br /&gt;
- planos do cinema&lt;br /&gt;
- camadas de cores da pintura&lt;br /&gt;
- feitura da pintura, processo de &lt;br /&gt;
trabalho do artista&lt;br /&gt;
- mediação da tecnologia no fazer da &lt;br /&gt;
pintura&lt;br /&gt;
- intervenção da pintura diretamente &lt;br /&gt;
na paisagem&lt;br /&gt;
- hibridação de modos de fazer e &lt;br /&gt;
conceber a imagem&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Pintura-de-Paisagem_Tales-Bedeschi-2012_1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Pintura-de-Paisagem_Tales-Bedeschi_2.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Alumbramento ==&lt;br /&gt;
[video 03'51&amp;quot;]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há 6 anos atrás ouvi uma palestra do Bené Fonteles. Estava em Porto Alegre no Fórum Social Mundial. A prosa era sobre o &amp;quot;reencantamento do mundo&amp;quot;. Bené me apresentou uma palavra. Não é todo dia que alguém te dá uma palavra de presente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Alumbramento&amp;quot; é o ato de maravilhar-se. Como se fosse um encantamento. A imagem, o fenômeno te acessa pelos sentidos e toma todo o seu ser, como num arrepio, ou melhor, como num alumbramento. Bené Fonteles contou um caso de Gil, que na varanda de um grande amigo, reparou algumas telhas de vidro. Depois de boa conversa, Gil olhou para cima e percebeu que a Lua entrava, através da telha transparente. Após ver as primeiras imagens do vídeo feito aqui e, então nomeado &amp;quot;Alumbramento&amp;quot;, lembrei dessa história.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Talesma</name></author>	</entry>

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		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Tales_Bedeschi&amp;diff=433</id>
		<title>Tales Bedeschi</title>
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				<updated>2012-02-10T22:56:52Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Talesma: /* Pintura de paisagem */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;É possível sentir o movimento de rotação do nosso planeta? Acho que não. Talvez o ritmo do nosso coração não seja lento o suficiente. Embora a Terra gire a 1674 kmh (em algumas regiões), não conseguimos ver o seu movimento diretamente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se observarmos a projeção da luz do Sol para os objetos da superfície da Terra, estamos perto de sentir o movimento entre eles. O deslocamento muito lento das sombras é o que permite ver a velocidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez isso soe como uma experiência de Evgen Bavcar. O fotógrafo cego, impedido de enxergar, quis ver as estrelas. Então ele vai para um vulcão e toca, abraça suas paredes quentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Linha Curva da Terra'' é um projeto que quer criar imagens de um movimento invisível. Através da pintura e gravação do estado da sombra e, em seguida, o seu deslocamento, inauguramos um dispositivo de desenho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Caderno antigo ==&lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Movimento da Terra, passagem do tempo, luz e sombra, registro da marca, elementos que remetem às [Heliografias][https://www.google.com/search?q=heliografia&amp;amp;hl=pt-PT&amp;amp;client=firefox-a&amp;amp;rls=org.mozilla:pt-PT:official&amp;amp;noj=1&amp;amp;prmd=imvns&amp;amp;source=lnms&amp;amp;tbm=isch&amp;amp;ei=eSQ0T6fbMYnAgAfp-7CgAg&amp;amp;sa=X&amp;amp;oi=mode_link&amp;amp;ct=mode&amp;amp;cd=2&amp;amp;ved=0CBIQ_AUoAQ&amp;amp;biw=1280&amp;amp;bih=671] de Nièpce, no século XIX.&lt;br /&gt;
Em busca de poesia que servisse à materialização da idéia, fui ao Google, atrás de &amp;quot;lentamente&amp;quot;. Encontrei um &amp;quot;eterno&amp;quot;. A poesia é de Paulo Leminski. Chama ''Caderno antigo''.&lt;br /&gt;
''Abrindo um antigo caderno&lt;br /&gt;
foi que eu descobri:&lt;br /&gt;
Antigamente eu era eterno.&lt;br /&gt;
''&lt;br /&gt;
Paulo Leminski&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_2.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_3.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Pintura de paisagem ==&lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Pintura de Paisagem'' é uma pintura ao ar livre. Tal tradição, foi inaugurada na Europa pelos chamados Impressionistas. Na época, a proposta, dentre outras, era captar um momento determinado da paisagem, o reflexo da luz do dia sobre os elementos da natureza. Segundo os nefelibatas Mariana Katona e Raphael Fonseca [http://192.168.1.10/wiki/index.php/Mariana_Katona_%2B_Raphael_Fonseca], &amp;quot;era preciso substituir a criação de uma paisagem projetada dentro do ateliê para a representação da experiência direta do artista com a natureza enquanto fenômeno&amp;quot;. Para tanto, esses pintores a representavam da maneira mais imediata, usando uma técnica rápida e sem retoques.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em ''Pintura de Paisagem'', a pintura se realiza diretamente no fenômeno natural. A pintura é feita por intervenções na imagem da paisagem. A princípio, o conceito de tela não se dissolve. A estrutura geradora de enquadramento da composição e de suporte da tinta se subdivide em duas estruturas, sendo elas a tela da câmera e a paisagem propriamente dita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pintura, nesse sentido, faz um exercício de extensão de seus limites e agrega outros elementos. O tempo passa determinar sua imagem, na medida em que ela não pode ser pensada sem o som ambiente, o vento e a alternância de luminosidade (dado o movimento das nuvens). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em uma tela 1280x720 pixels, a pintura pode ser vista em telas de câmeras, computadores e ainda ser projetada em diversos tamanhos, de acordo com o projetor.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Elementos da proposta:&lt;br /&gt;
- planos do cinema&lt;br /&gt;
- camadas de cores da pintura&lt;br /&gt;
- feitura da pintura, processo de &lt;br /&gt;
trabalho do artista&lt;br /&gt;
- mediação da tecnologia no fazer da &lt;br /&gt;
pintura&lt;br /&gt;
- intervenção da pintura diretamente &lt;br /&gt;
na paisagem&lt;br /&gt;
- hibridação de modos de fazer e &lt;br /&gt;
conceber a imagem&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Pintura-de-Paisagem_Tales-Bedeschi-2012_1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Pintura-de-Paisagem_Tales-Bedeschi_2.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Alumbramento ==&lt;br /&gt;
[video 03'51&amp;quot;]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há 6 anos atrás ouvi uma palestra do Bené Fonteles. Estava em Porto Alegre no Fórum Social Mundial. A prosa era sobre o &amp;quot;reencantamento do mundo&amp;quot;. Bené me marcou por uma nova palavra. Não é todo dia que alguém te dá uma palavra nova.&lt;br /&gt;
&amp;quot;Alumbramento&amp;quot; é o ato de maravilhar-se. É como se fosse um encantamento. A imagem, o fenômeno te acessa pelos sentidos e toma todo o seu ser, como num arrepio, ou melhor, num alumbramento. Bené Fonteles contou de um caso que Gil contou, numa conversa sobre alumbramentos. Na casa de um grande amigo, Gil reparou algumas telhas de vidro. Depois de boa conversa, Gil olhou para cima e reparou que a Lua entrava, através da telha de vidro. Após ver as primeiras imagens do vídeo nomeado aqui de &amp;quot;Alumbramento&amp;quot;, lembrei dessa história.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Talesma</name></author>	</entry>

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		<title>Tales Bedeschi</title>
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				<updated>2012-02-10T21:39:54Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Talesma: /* Pintura de paisagem */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;É possível sentir o movimento de rotação do nosso planeta? Acho que não. Talvez o ritmo do nosso coração não seja lento o suficiente. Embora a Terra gire a 1674 kmh (em algumas regiões), não conseguimos ver o seu movimento diretamente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se observarmos a projeção da luz do Sol para os objetos da superfície da Terra, estamos perto de sentir o movimento entre eles. O deslocamento muito lento das sombras é o que permite ver a velocidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez isso soe como uma experiência de Evgen Bavcar. O fotógrafo cego, impedido de enxergar, quis ver as estrelas. Então ele vai para um vulcão e toca, abraça suas paredes quentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Linha Curva da Terra'' é um projeto que quer criar imagens de um movimento invisível. Através da pintura e gravação do estado da sombra e, em seguida, o seu deslocamento, inauguramos um dispositivo de desenho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Caderno antigo ==&lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Movimento da Terra, passagem do tempo, luz e sombra, registro da marca, elementos que remetem às [Heliografias][https://www.google.com/search?q=heliografia&amp;amp;hl=pt-PT&amp;amp;client=firefox-a&amp;amp;rls=org.mozilla:pt-PT:official&amp;amp;noj=1&amp;amp;prmd=imvns&amp;amp;source=lnms&amp;amp;tbm=isch&amp;amp;ei=eSQ0T6fbMYnAgAfp-7CgAg&amp;amp;sa=X&amp;amp;oi=mode_link&amp;amp;ct=mode&amp;amp;cd=2&amp;amp;ved=0CBIQ_AUoAQ&amp;amp;biw=1280&amp;amp;bih=671] de Nièpce, no século XIX.&lt;br /&gt;
Em busca de poesia que servisse à materialização da idéia, fui ao Google, atrás de &amp;quot;lentamente&amp;quot;. Encontrei um &amp;quot;eterno&amp;quot;. A poesia é de Paulo Leminski. Chama ''Caderno antigo''.&lt;br /&gt;
''Abrindo um antigo caderno&lt;br /&gt;
foi que eu descobri:&lt;br /&gt;
Antigamente eu era eterno.&lt;br /&gt;
''&lt;br /&gt;
Paulo Leminski&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_2.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_3.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Pintura de paisagem ==&lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
elementos da proposta:&lt;br /&gt;
- planos do cinema&lt;br /&gt;
- camadas de cores da pintura&lt;br /&gt;
- feitura da pintura, processo de &lt;br /&gt;
trabalho do artista&lt;br /&gt;
- mediação da tecnologia no fazer da &lt;br /&gt;
pintura&lt;br /&gt;
- intervenção da pintura diretamente &lt;br /&gt;
na paisagem&lt;br /&gt;
- hibridação de modos de fazer e &lt;br /&gt;
conceber a imagem&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Pintura-de-Paisagem_Tales-Bedeschi-2012_1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Pintura-de-Paisagem_Tales-Bedeschi_2.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Alumbramento ==&lt;br /&gt;
[video 03'51&amp;quot;]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há 6 anos atrás ouvi uma palestra do Bené Fonteles. Estava em Porto Alegre no Fórum Social Mundial. A prosa era sobre o &amp;quot;reencantamento do mundo&amp;quot;. Bené me marcou por uma nova palavra. Não é todo dia que alguém te dá uma palavra nova.&lt;br /&gt;
&amp;quot;Alumbramento&amp;quot; é o ato de maravilhar-se. É como se fosse um encantamento. A imagem, o fenômeno te acessa pelos sentidos e toma todo o seu ser, como num arrepio, ou melhor, num alumbramento. Bené Fonteles contou de um caso que Gil contou, numa conversa sobre alumbramentos. Na casa de um grande amigo, Gil reparou algumas telhas de vidro. Depois de boa conversa, Gil olhou para cima e reparou que a Lua entrava, através da telha de vidro. Após ver as primeiras imagens do vídeo nomeado aqui de &amp;quot;Alumbramento&amp;quot;, lembrei dessa história.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Talesma</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;Talesma: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;É possível sentir o movimento de rotação do nosso planeta? Acho que não. Talvez o ritmo do nosso coração não seja lento o suficiente. Embora a Terra gire a 1674 kmh (em algumas regiões), não conseguimos ver o seu movimento diretamente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se observarmos a projeção da luz do Sol para os objetos da superfície da Terra, estamos perto de sentir o movimento entre eles. O deslocamento muito lento das sombras é o que permite ver a velocidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez isso soe como uma experiência de Evgen Bavcar. O fotógrafo cego, impedido de enxergar, quis ver as estrelas. Então ele vai para um vulcão e toca, abraça suas paredes quentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Linha Curva da Terra'' é um projeto que quer criar imagens de um movimento invisível. Através da pintura e gravação do estado da sombra e, em seguida, o seu deslocamento, inauguramos um dispositivo de desenho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Caderno antigo ==&lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Movimento da Terra, passagem do tempo, luz e sombra, registro da marca, elementos que remetem às [Heliografias][https://www.google.com/search?q=heliografia&amp;amp;hl=pt-PT&amp;amp;client=firefox-a&amp;amp;rls=org.mozilla:pt-PT:official&amp;amp;noj=1&amp;amp;prmd=imvns&amp;amp;source=lnms&amp;amp;tbm=isch&amp;amp;ei=eSQ0T6fbMYnAgAfp-7CgAg&amp;amp;sa=X&amp;amp;oi=mode_link&amp;amp;ct=mode&amp;amp;cd=2&amp;amp;ved=0CBIQ_AUoAQ&amp;amp;biw=1280&amp;amp;bih=671] de Nièpce, no século XIX.&lt;br /&gt;
Em busca de poesia que servisse à materialização da idéia, fui ao Google, atrás de &amp;quot;lentamente&amp;quot;. Encontrei um &amp;quot;eterno&amp;quot;. A poesia é de Paulo Leminski. Chama ''Caderno antigo''.&lt;br /&gt;
''Abrindo um antigo caderno&lt;br /&gt;
foi que eu descobri:&lt;br /&gt;
Antigamente eu era eterno.&lt;br /&gt;
''&lt;br /&gt;
Paulo Leminski&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_2.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_3.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Pintura de paisagem ==&lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
elementos da proposta:&lt;br /&gt;
- planos do cinema&lt;br /&gt;
- camadas de cores da pintura&lt;br /&gt;
- feitura da pintura, processo de &lt;br /&gt;
trabalho do artista&lt;br /&gt;
- mediação da tecnologia no fazer da &lt;br /&gt;
pintura&lt;br /&gt;
- intervenção da pintura diretamente &lt;br /&gt;
na paisagem&lt;br /&gt;
- hibridação de modos de fazer e &lt;br /&gt;
conceber a imagem&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Pintura-de-Paisagem_Tales-Bedeschi-2012_1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Pintura-de-Paisagem_Tales-Bedeschi-2012_2.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Alumbramento ==&lt;br /&gt;
[video 03'51&amp;quot;]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há 6 anos atrás ouvi uma palestra do Bené Fonteles. Estava em Porto Alegre no Fórum Social Mundial. A prosa era sobre o &amp;quot;reencantamento do mundo&amp;quot;. Bené me marcou por uma nova palavra. Não é todo dia que alguém te dá uma palavra nova.&lt;br /&gt;
&amp;quot;Alumbramento&amp;quot; é o ato de maravilhar-se. É como se fosse um encantamento. A imagem, o fenômeno te acessa pelos sentidos e toma todo o seu ser, como num arrepio, ou melhor, num alumbramento. Bené Fonteles contou de um caso que Gil contou, numa conversa sobre alumbramentos. Na casa de um grande amigo, Gil reparou algumas telhas de vidro. Depois de boa conversa, Gil olhou para cima e reparou que a Lua entrava, através da telha de vidro. Após ver as primeiras imagens do vídeo nomeado aqui de &amp;quot;Alumbramento&amp;quot;, lembrei dessa história.&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Talesma: /* Caderno antigo */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;É possível sentir o movimento de rotação do nosso planeta? Acho que não. Talvez o ritmo do nosso coração não seja lento o suficiente. Embora a Terra gire a 1674 kmh (em algumas regiões), não podemos ver o seu movimento diretamente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se observarmos a projeção da luz do Sol para os objetos da superfície da Terra, estamos perto de sentir o movimento entre eles. O deslocamento muito lento das sombras é o que me permite ver a velocidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez isso soe como uma experiência de Evgen Bavcar. O fotógrafo cego, impedido de ver, quis &amp;quot;ver&amp;quot; as estrelas. Então ele vai para um vulcão e toca suas paredes quentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Linha Curva da Terra é um projeto que quer criar imagens de um movimento invisível. Através da pintura e gravação de estado da sombra e, em seguida, o deslocamento da sombra, começamos um dispositivo de desenho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Caderno antigo ==&lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
Movimento da Terra, passagem do tempo, luz e sombra, registro da marca, elementos que remetem às [Heliografias][https://www.google.com/search?q=heliografia&amp;amp;hl=pt-PT&amp;amp;client=firefox-a&amp;amp;rls=org.mozilla:pt-PT:official&amp;amp;noj=1&amp;amp;prmd=imvns&amp;amp;source=lnms&amp;amp;tbm=isch&amp;amp;ei=eSQ0T6fbMYnAgAfp-7CgAg&amp;amp;sa=X&amp;amp;oi=mode_link&amp;amp;ct=mode&amp;amp;cd=2&amp;amp;ved=0CBIQ_AUoAQ&amp;amp;biw=1280&amp;amp;bih=671] de Nièpce, no século XIX.&lt;br /&gt;
Em busca de poesia que servisse à materialização da idéia, fui ao Google, atrás de &amp;quot;lentamente&amp;quot;. Encontrei um &amp;quot;eterno&amp;quot;. A poesia é de Paulo Leminski. Chama ''Caderno antigo''.&lt;br /&gt;
''Abrindo um antigo caderno&lt;br /&gt;
foi que eu descobri:&lt;br /&gt;
Antigamente eu era eterno.&lt;br /&gt;
''&lt;br /&gt;
Paulo Leminski&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_2.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_3.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Pintura de paisagem ==&lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
elementos da proposta:&lt;br /&gt;
- planos do cinema&lt;br /&gt;
- camadas de cores da pintura&lt;br /&gt;
- feitura da pintura, processo de &lt;br /&gt;
trabalho do artista&lt;br /&gt;
- mediação da tecnologia no fazer da &lt;br /&gt;
pintura&lt;br /&gt;
- intervenção da pintura diretamente &lt;br /&gt;
na paisagem&lt;br /&gt;
- hibridação de modos de fazer e &lt;br /&gt;
conceber a imagem&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Pintura-de-Paisagem_Tales-Bedeschi-2012_1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Pintura-de-Paisagem_Tales-Bedeschi-2012_2.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Alumbramento ==&lt;br /&gt;
[video 03'51&amp;quot;]&lt;br /&gt;
Há 6 anos atrás ouvi uma palestra do Bené Fonteles. Estava em Porto Alegre no Fórum Social Mundial. A prosa era sobre o &amp;quot;reencantamento do mundo&amp;quot;. Bené me marcou por uma nova palavra. Não é todo dia que alguém te dá uma palavra nova.&lt;br /&gt;
&amp;quot;Alumbramento&amp;quot; é o ato de maravilhar-se. É como se fosse um encantamento. A imagem, o fenômeno te acessa pelos sentidos e toma todo o seu ser, como num arrepio, ou melhor, num alumbramento. Bené Fonteles contou de um caso que Gil contou, numa conversa sobre alumbramentos. Na casa de um grande amigo, Gil reparou algumas telhas de vidro. Depois de boa conversa, Gil olhou para cima e reparou que a Lua entrava, através da telha de vidro. Após ver as primeiras imagens do vídeo nomeado aqui de &amp;quot;Alumbramento&amp;quot;, lembrei dessa história.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Talesma</name></author>	</entry>

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		<title>Tales Bedeschi</title>
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				<updated>2012-02-10T16:33:59Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Talesma: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;É possível sentir o movimento de rotação do nosso planeta? Acho que não. Talvez o ritmo do nosso coração não seja lento o suficiente. Embora a Terra gire a 1674 kmh (em algumas regiões), não podemos ver o seu movimento diretamente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se observarmos a projeção da luz do Sol para os objetos da superfície da Terra, estamos perto de sentir o movimento entre eles. O deslocamento muito lento das sombras é o que me permite ver a velocidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez isso soe como uma experiência de Evgen Bavcar. O fotógrafo cego, impedido de ver, quis &amp;quot;ver&amp;quot; as estrelas. Então ele vai para um vulcão e toca suas paredes quentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Linha Curva da Terra é um projeto que quer criar imagens de um movimento invisível. Através da pintura e gravação de estado da sombra e, em seguida, o deslocamento da sombra, começamos um dispositivo de desenho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Caderno antigo ==&lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
O projeto inicial para a Nuvem era trabalhar com sombras e seu deslocamento. O registro da posição da sombra e os desenhos que se formam mediante a dupla, tripla, quatripla sombra que se forma no decorrer dos minutos. Movimento da Terra, passagem do tempo, luz e sombra, registro da marca, elementos que remetem às [Heliografias][https://www.google.com/search?q=heliografia&amp;amp;hl=pt-PT&amp;amp;client=firefox-a&amp;amp;rls=org.mozilla:pt-PT:official&amp;amp;noj=1&amp;amp;prmd=imvns&amp;amp;source=lnms&amp;amp;tbm=isch&amp;amp;ei=eSQ0T6fbMYnAgAfp-7CgAg&amp;amp;sa=X&amp;amp;oi=mode_link&amp;amp;ct=mode&amp;amp;cd=2&amp;amp;ved=0CBIQ_AUoAQ&amp;amp;biw=1280&amp;amp;bih=671] de Nièpce, no século XIX.&lt;br /&gt;
Em busca de poesia que servisse à materialização da idéia, fui ao Google, atrás de &amp;quot;lentamente&amp;quot;. E encontrei um &amp;quot;eterno&amp;quot;. A poesia é de Paulo Leminski. Chama ''Caderno antigo''.&lt;br /&gt;
''Abrindo um antigo caderno&lt;br /&gt;
foi que eu descobri:&lt;br /&gt;
Antigamente eu era eterno.&lt;br /&gt;
''&lt;br /&gt;
Paulo Leminski&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_2.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_3.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Pintura de paisagem ==&lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
elementos da proposta:&lt;br /&gt;
- planos do cinema&lt;br /&gt;
- camadas de cores da pintura&lt;br /&gt;
- feitura da pintura, processo de &lt;br /&gt;
trabalho do artista&lt;br /&gt;
- mediação da tecnologia no fazer da &lt;br /&gt;
pintura&lt;br /&gt;
- intervenção da pintura diretamente &lt;br /&gt;
na paisagem&lt;br /&gt;
- hibridação de modos de fazer e &lt;br /&gt;
conceber a imagem&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Pintura-de-Paisagem_Tales-Bedeschi-2012_1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Pintura-de-Paisagem_Tales-Bedeschi-2012_2.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Alumbramento ==&lt;br /&gt;
[video 03'51&amp;quot;]&lt;br /&gt;
Há 6 anos atrás ouvi uma palestra do Bené Fonteles. Estava em Porto Alegre no Fórum Social Mundial. A prosa era sobre o &amp;quot;reencantamento do mundo&amp;quot;. Bené me marcou por uma nova palavra. Não é todo dia que alguém te dá uma palavra nova.&lt;br /&gt;
&amp;quot;Alumbramento&amp;quot; é o ato de maravilhar-se. É como se fosse um encantamento. A imagem, o fenômeno te acessa pelos sentidos e toma todo o seu ser, como num arrepio, ou melhor, num alumbramento. Bené Fonteles contou de um caso que Gil contou, numa conversa sobre alumbramentos. Na casa de um grande amigo, Gil reparou algumas telhas de vidro. Depois de boa conversa, Gil olhou para cima e reparou que a Lua entrava, através da telha de vidro. Após ver as primeiras imagens do vídeo nomeado aqui de &amp;quot;Alumbramento&amp;quot;, lembrei dessa história.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Talesma</name></author>	</entry>

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		<title>Tales Bedeschi</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Talesma: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;É possível sentir o movimento de rotação do nosso planeta? Acho que não. Talvez o ritmo do nosso coração não é lento o suficiente. Embora a Terra gire a 1674 kmh (em algumas regiões), não podemos ver o seu movimento diretamente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se observarmos a projeção da luz do Sol para os objetos da superfície da Terra, estamos perto de sentir o movimento entre eles. O deslocamento muito lento das sombras é o que me permite ver a velocidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez isso soe como uma experiência de Evgen Bavcar. O fotógrafo cego, impedido de ver, quis &amp;quot;ver&amp;quot; as estrelas. Então ele vai para um vulcão e toca suas paredes quentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Linha Curva da Terra é um projeto que quer criar imagens de um movimento invisível. Através da pintura e gravação de estado da sombra e, em seguida, o deslocamento da sombra, começamos um dispositivo de desenho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Caderno antigo ==&lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
O projeto inicial para a Nuvem era trabalhar com sombras e seu deslocamento. O registro da posição da sombra e os desenhos que se formam mediante a dupla, tripla, quatripla sombra que se forma no decorrer dos minutos. Movimento da Terra, passagem do tempo, luz e sombra, registro da marca, elementos que remetem às [Heliografias][https://www.google.com/search?q=heliografia&amp;amp;hl=pt-PT&amp;amp;client=firefox-a&amp;amp;rls=org.mozilla:pt-PT:official&amp;amp;noj=1&amp;amp;prmd=imvns&amp;amp;source=lnms&amp;amp;tbm=isch&amp;amp;ei=eSQ0T6fbMYnAgAfp-7CgAg&amp;amp;sa=X&amp;amp;oi=mode_link&amp;amp;ct=mode&amp;amp;cd=2&amp;amp;ved=0CBIQ_AUoAQ&amp;amp;biw=1280&amp;amp;bih=671] de Nièpce, no século XIX.&lt;br /&gt;
Em busca de poesia que servisse à materialização da idéia, fui ao Google, atrás de &amp;quot;lentamente&amp;quot;. E encontrei um &amp;quot;eterno&amp;quot;. A poesia é de Paulo Leminski. Chama ''Caderno antigo''.&lt;br /&gt;
''Abrindo um antigo caderno&lt;br /&gt;
foi que eu descobri:&lt;br /&gt;
Antigamente eu era eterno.&lt;br /&gt;
''&lt;br /&gt;
Paulo Leminski&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_2.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_3.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Pintura de paisagem ==&lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
elementos da proposta:&lt;br /&gt;
- planos do cinema&lt;br /&gt;
- camadas de cores da pintura&lt;br /&gt;
- feitura da pintura, processo de &lt;br /&gt;
trabalho do artista&lt;br /&gt;
- mediação da tecnologia no fazer da &lt;br /&gt;
pintura&lt;br /&gt;
- intervenção da pintura diretamente &lt;br /&gt;
na paisagem&lt;br /&gt;
- hibridação de modos de fazer e &lt;br /&gt;
conceber a imagem&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Pintura-de-Paisagem_Tales-Bedeschi-2012_1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Pintura-de-Paisagem_Tales-Bedeschi-2012_2.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Alumbramento ==&lt;br /&gt;
[video 03'51&amp;quot;]&lt;br /&gt;
Há 6 anos atrás ouvi uma palestra do Bené Fonteles. Estava em Porto Alegre no Fórum Social Mundial. A prosa era sobre o &amp;quot;reencantamento do mundo&amp;quot;. Bené me marcou por uma nova palavra. Não é todo dia que alguém te dá uma palavra nova.&lt;br /&gt;
&amp;quot;Alumbramento&amp;quot; é o ato de maravilhar-se. É como se fosse um encantamento. A imagem, o fenômeno te acessa pelos sentidos e toma todo o seu ser, como num arrepio, ou melhor, num alumbramento. Bené Fonteles contou de um caso que Gil contou, numa conversa sobre alumbramentos. Na casa de um grande amigo, Gil reparou algumas telhas de vidro. Depois de boa conversa, Gil olhou para cima e reparou que a Lua entrava, através da telha de vidro. Após ver as primeiras imagens do vídeo nomeado aqui de &amp;quot;Alumbramento&amp;quot;, lembrei dessa história.&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Talesma: /* ALUMBRAMENTO */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[enquanto]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Caderno antigo ==&lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
O projeto inicial para a Nuvem era trabalhar com sombras e seu deslocamento. O registro da posição da sombra e os desenhos que se formam mediante a dupla, tripla, quatripla sombra que se forma no decorrer dos minutos. Movimento da Terra, passagem do tempo, luz e sombra, registro da marca, elementos que remetem às [Heliografias][https://www.google.com/search?q=heliografia&amp;amp;hl=pt-PT&amp;amp;client=firefox-a&amp;amp;rls=org.mozilla:pt-PT:official&amp;amp;noj=1&amp;amp;prmd=imvns&amp;amp;source=lnms&amp;amp;tbm=isch&amp;amp;ei=eSQ0T6fbMYnAgAfp-7CgAg&amp;amp;sa=X&amp;amp;oi=mode_link&amp;amp;ct=mode&amp;amp;cd=2&amp;amp;ved=0CBIQ_AUoAQ&amp;amp;biw=1280&amp;amp;bih=671] de Nièpce, no século XIX.&lt;br /&gt;
Em busca de poesia que servisse à materialização da idéia, fui ao Google, atrás de &amp;quot;lentamente&amp;quot;. E encontrei um &amp;quot;eterno&amp;quot;. A poesia é de Paulo Leminski. Chama ''Caderno antigo''.&lt;br /&gt;
''Abrindo um antigo caderno&lt;br /&gt;
foi que eu descobri:&lt;br /&gt;
Antigamente eu era eterno.&lt;br /&gt;
''&lt;br /&gt;
Paulo Leminski&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_2.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_3.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Pintura de paisagem ==&lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
elementos da proposta:&lt;br /&gt;
- planos do cinema&lt;br /&gt;
- camadas de cores da pintura&lt;br /&gt;
- feitura da pintura, processo de &lt;br /&gt;
trabalho do artista&lt;br /&gt;
- mediação da tecnologia no fazer da &lt;br /&gt;
pintura&lt;br /&gt;
- intervenção da pintura diretamente &lt;br /&gt;
na paisagem&lt;br /&gt;
- hibridação de modos de fazer e &lt;br /&gt;
conceber a imagem&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Pintura-de-Paisagem_Tales-Bedeschi-2012_1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Pintura-de-Paisagem_Tales-Bedeschi-2012_2.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Alumbramento ==&lt;br /&gt;
[video 03'51&amp;quot;]&lt;br /&gt;
Há 6 anos atrás ouvi uma palestra do Bené Fonteles. Estava em Porto Alegre no Fórum Social Mundial. A prosa era sobre o &amp;quot;reencantamento do mundo&amp;quot;. Bené me marcou por uma nova palavra. Não é todo dia que alguém te dá uma palavra nova.&lt;br /&gt;
&amp;quot;Alumbramento&amp;quot; é o ato de maravilhar-se. É como se fosse um encantamento. A imagem, o fenômeno te acessa pelos sentidos e toma todo o seu ser, como num arrepio, ou melhor, num alumbramento. Bené Fonteles contou de um caso que Gil contou, numa conversa sobre alumbramentos. Na casa de um grande amigo, Gil reparou algumas telhas de vidro. Depois de boa conversa, Gil olhou para cima e reparou que a Lua entrava, através da telha de vidro. Após ver as primeiras imagens do vídeo nomeado aqui de &amp;quot;Alumbramento&amp;quot;, lembrei dessa história.&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Talesma: /* PINTURA DE PAISAGEM */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[enquanto]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Caderno antigo ==&lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
O projeto inicial para a Nuvem era trabalhar com sombras e seu deslocamento. O registro da posição da sombra e os desenhos que se formam mediante a dupla, tripla, quatripla sombra que se forma no decorrer dos minutos. Movimento da Terra, passagem do tempo, luz e sombra, registro da marca, elementos que remetem às [Heliografias][https://www.google.com/search?q=heliografia&amp;amp;hl=pt-PT&amp;amp;client=firefox-a&amp;amp;rls=org.mozilla:pt-PT:official&amp;amp;noj=1&amp;amp;prmd=imvns&amp;amp;source=lnms&amp;amp;tbm=isch&amp;amp;ei=eSQ0T6fbMYnAgAfp-7CgAg&amp;amp;sa=X&amp;amp;oi=mode_link&amp;amp;ct=mode&amp;amp;cd=2&amp;amp;ved=0CBIQ_AUoAQ&amp;amp;biw=1280&amp;amp;bih=671] de Nièpce, no século XIX.&lt;br /&gt;
Em busca de poesia que servisse à materialização da idéia, fui ao Google, atrás de &amp;quot;lentamente&amp;quot;. E encontrei um &amp;quot;eterno&amp;quot;. A poesia é de Paulo Leminski. Chama ''Caderno antigo''.&lt;br /&gt;
''Abrindo um antigo caderno&lt;br /&gt;
foi que eu descobri:&lt;br /&gt;
Antigamente eu era eterno.&lt;br /&gt;
''&lt;br /&gt;
Paulo Leminski&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_2.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_3.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Pintura de paisagem ==&lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
elementos da proposta:&lt;br /&gt;
- planos do cinema&lt;br /&gt;
- camadas de cores da pintura&lt;br /&gt;
- feitura da pintura, processo de &lt;br /&gt;
trabalho do artista&lt;br /&gt;
- mediação da tecnologia no fazer da &lt;br /&gt;
pintura&lt;br /&gt;
- intervenção da pintura diretamente &lt;br /&gt;
na paisagem&lt;br /&gt;
- hibridação de modos de fazer e &lt;br /&gt;
conceber a imagem&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Pintura-de-Paisagem_Tales-Bedeschi-2012_1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Pintura-de-Paisagem_Tales-Bedeschi-2012_2.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== ALUMBRAMENTO ==&lt;br /&gt;
[video 03'51&amp;quot;]&lt;br /&gt;
Há 6 anos atrás ouvi uma palestra do Bené Fonteles. Estava em Porto Alegre no Fórum Social Mundial. A prosa era sobre o &amp;quot;reencantamento do mundo&amp;quot;. Bené me marcou por uma nova palavra. Não é todo dia que alguém te dá uma palavra nova.&lt;br /&gt;
&amp;quot;Alumbramento&amp;quot; é o ato de maravilhar-se. É como se fosse um encantamento. A imagem, o fenômeno te acessa pelos sentidos e toma todo o seu ser, como num arrepio, ou melhor, num alumbramento. Bené Fonteles contou de um caso que Gil contou, numa conversa sobre alumbramentos. Na casa de um grande amigo, Gil reparou algumas telhas de vidro. Depois de boa conversa, Gil olhou para cima e reparou que a Lua entrava, através da telha de vidro. Após ver as primeiras imagens do vídeo nomeado aqui de &amp;quot;Alumbramento&amp;quot;, lembrei dessa história.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Talesma</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;Talesma: /* CADERNO ANTIGO */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[enquanto]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Caderno antigo ==&lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
O projeto inicial para a Nuvem era trabalhar com sombras e seu deslocamento. O registro da posição da sombra e os desenhos que se formam mediante a dupla, tripla, quatripla sombra que se forma no decorrer dos minutos. Movimento da Terra, passagem do tempo, luz e sombra, registro da marca, elementos que remetem às [Heliografias][https://www.google.com/search?q=heliografia&amp;amp;hl=pt-PT&amp;amp;client=firefox-a&amp;amp;rls=org.mozilla:pt-PT:official&amp;amp;noj=1&amp;amp;prmd=imvns&amp;amp;source=lnms&amp;amp;tbm=isch&amp;amp;ei=eSQ0T6fbMYnAgAfp-7CgAg&amp;amp;sa=X&amp;amp;oi=mode_link&amp;amp;ct=mode&amp;amp;cd=2&amp;amp;ved=0CBIQ_AUoAQ&amp;amp;biw=1280&amp;amp;bih=671] de Nièpce, no século XIX.&lt;br /&gt;
Em busca de poesia que servisse à materialização da idéia, fui ao Google, atrás de &amp;quot;lentamente&amp;quot;. E encontrei um &amp;quot;eterno&amp;quot;. A poesia é de Paulo Leminski. Chama ''Caderno antigo''.&lt;br /&gt;
''Abrindo um antigo caderno&lt;br /&gt;
foi que eu descobri:&lt;br /&gt;
Antigamente eu era eterno.&lt;br /&gt;
''&lt;br /&gt;
Paulo Leminski&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_2.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_3.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== PINTURA DE PAISAGEM ==&lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
elementos da proposta:&lt;br /&gt;
- planos do cinema&lt;br /&gt;
- camadas de cores da pintura&lt;br /&gt;
- feitura da pintura, processo de &lt;br /&gt;
trabalho do artista&lt;br /&gt;
- mediação da tecnologia no fazer da &lt;br /&gt;
pintura&lt;br /&gt;
- intervenção da pintura diretamente &lt;br /&gt;
na paisagem&lt;br /&gt;
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conceber a imagem&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Pintura-de-Paisagem_Tales-Bedeschi-2012_1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Pintura-de-Paisagem_Tales-Bedeschi-2012_2.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== ALUMBRAMENTO ==&lt;br /&gt;
[video 03'51&amp;quot;]&lt;br /&gt;
Há 6 anos atrás ouvi uma palestra do Bené Fonteles. Estava em Porto Alegre no Fórum Social Mundial. A prosa era sobre o &amp;quot;reencantamento do mundo&amp;quot;. Bené me marcou por uma nova palavra. Não é todo dia que alguém te dá uma palavra nova.&lt;br /&gt;
&amp;quot;Alumbramento&amp;quot; é o ato de maravilhar-se. É como se fosse um encantamento. A imagem, o fenômeno te acessa pelos sentidos e toma todo o seu ser, como num arrepio, ou melhor, num alumbramento. Bené Fonteles contou de um caso que Gil contou, numa conversa sobre alumbramentos. Na casa de um grande amigo, Gil reparou algumas telhas de vidro. Depois de boa conversa, Gil olhou para cima e reparou que a Lua entrava, através da telha de vidro. Após ver as primeiras imagens do vídeo nomeado aqui de &amp;quot;Alumbramento&amp;quot;, lembrei dessa história.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Talesma</name></author>	</entry>

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		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Tales_Bedeschi&amp;diff=372</id>
		<title>Tales Bedeschi</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Talesma: /* PINTURA DE PAISAGEM */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[enquanto]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== CADERNO ANTIGO ==&lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
O projeto inicial para a Nuvem era trabalhar com sombras e seu deslocamento. O registro da posição da sombra e os desenhos que se formam mediante a dupla, tripla, quatripla sombra que se forma no decorrer dos minutos. Movimento da Terra, passagem do tempo, luz e sombra, registro da marca, elementos que remetem às [Heliografias][https://www.google.com/search?q=heliografia&amp;amp;hl=pt-PT&amp;amp;client=firefox-a&amp;amp;rls=org.mozilla:pt-PT:official&amp;amp;noj=1&amp;amp;prmd=imvns&amp;amp;source=lnms&amp;amp;tbm=isch&amp;amp;ei=eSQ0T6fbMYnAgAfp-7CgAg&amp;amp;sa=X&amp;amp;oi=mode_link&amp;amp;ct=mode&amp;amp;cd=2&amp;amp;ved=0CBIQ_AUoAQ&amp;amp;biw=1280&amp;amp;bih=671] de Nièpce, no século XIX.&lt;br /&gt;
Em busca de poesia que servisse à materialização da idéia, fui ao Google, atrás de &amp;quot;lentamente&amp;quot;. E encontrei um &amp;quot;eterno&amp;quot;. A poesia é de Paulo Leminski. Chama ''Caderno antigo''.&lt;br /&gt;
''Abrindo um antigo caderno&lt;br /&gt;
foi que eu descobri:&lt;br /&gt;
Antigamente eu era eterno.&lt;br /&gt;
''&lt;br /&gt;
Paulo Leminski&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_2.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_3.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== PINTURA DE PAISAGEM ==&lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
elementos da proposta:&lt;br /&gt;
- planos do cinema&lt;br /&gt;
- camadas de cores da pintura&lt;br /&gt;
- feitura da pintura, processo de &lt;br /&gt;
trabalho do artista&lt;br /&gt;
- mediação da tecnologia no fazer da &lt;br /&gt;
pintura&lt;br /&gt;
- intervenção da pintura diretamente &lt;br /&gt;
na paisagem&lt;br /&gt;
- hibridação de modos de fazer e &lt;br /&gt;
conceber a imagem&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Pintura-de-Paisagem_Tales-Bedeschi-2012_1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Pintura-de-Paisagem_Tales-Bedeschi-2012_2.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== ALUMBRAMENTO ==&lt;br /&gt;
[video 03'51&amp;quot;]&lt;br /&gt;
Há 6 anos atrás ouvi uma palestra do Bené Fonteles. Estava em Porto Alegre no Fórum Social Mundial. A prosa era sobre o &amp;quot;reencantamento do mundo&amp;quot;. Bené me marcou por uma nova palavra. Não é todo dia que alguém te dá uma palavra nova.&lt;br /&gt;
&amp;quot;Alumbramento&amp;quot; é o ato de maravilhar-se. É como se fosse um encantamento. A imagem, o fenômeno te acessa pelos sentidos e toma todo o seu ser, como num arrepio, ou melhor, num alumbramento. Bené Fonteles contou de um caso que Gil contou, numa conversa sobre alumbramentos. Na casa de um grande amigo, Gil reparou algumas telhas de vidro. Depois de boa conversa, Gil olhou para cima e reparou que a Lua entrava, através da telha de vidro. Após ver as primeiras imagens do vídeo nomeado aqui de &amp;quot;Alumbramento&amp;quot;, lembrei dessa história.&lt;/div&gt;</summary>
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Tales Bedeschi&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[enquanto]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== CADERNO ANTIGO ==&lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
O projeto inicial para a Nuvem era trabalhar com sombras e seu deslocamento. O registro da posição da sombra e os desenhos que se formam mediante a dupla, tripla, quatripla sombra que se forma no decorrer dos minutos. Movimento da Terra, passagem do tempo, luz e sombra, registro da marca, elementos que remetem às [Heliografias][https://www.google.com/search?q=heliografia&amp;amp;hl=pt-PT&amp;amp;client=firefox-a&amp;amp;rls=org.mozilla:pt-PT:official&amp;amp;noj=1&amp;amp;prmd=imvns&amp;amp;source=lnms&amp;amp;tbm=isch&amp;amp;ei=eSQ0T6fbMYnAgAfp-7CgAg&amp;amp;sa=X&amp;amp;oi=mode_link&amp;amp;ct=mode&amp;amp;cd=2&amp;amp;ved=0CBIQ_AUoAQ&amp;amp;biw=1280&amp;amp;bih=671] de Nièpce, no século XIX.&lt;br /&gt;
Em busca de poesia que servisse à materialização da idéia, fui ao Google, atrás de &amp;quot;lentamente&amp;quot;. E encontrei um &amp;quot;eterno&amp;quot;. A poesia é de Paulo Leminski. Chama ''Caderno antigo''.&lt;br /&gt;
''Abrindo um antigo caderno&lt;br /&gt;
foi que eu descobri:&lt;br /&gt;
Antigamente eu era eterno.&lt;br /&gt;
''&lt;br /&gt;
Paulo Leminski&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_2.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_3.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== PINTURA DE PAISAGEM ==&lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
elementos da proposta:&lt;br /&gt;
- planos do cinema&lt;br /&gt;
- camadas de cores da pintura&lt;br /&gt;
- feitura da pintura, processo de &lt;br /&gt;
trabalho do artista&lt;br /&gt;
- mediação da tecnologia no fazer da &lt;br /&gt;
pintura&lt;br /&gt;
- intervenção da pintura diretamente &lt;br /&gt;
na paisagem&lt;br /&gt;
- hibridação de modos de fazer e &lt;br /&gt;
conceber a imagem&lt;br /&gt;
[[Arquivo:DSC06924peq.jpg]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:DSC06929peq.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== ALUMBRAMENTO ==&lt;br /&gt;
[video 03'51&amp;quot;]&lt;br /&gt;
Há 6 anos atrás ouvi uma palestra do Bené Fonteles. Estava em Porto Alegre no Fórum Social Mundial. A prosa era sobre o &amp;quot;reencantamento do mundo&amp;quot;. Bené me marcou por uma nova palavra. Não é todo dia que alguém te dá uma palavra nova.&lt;br /&gt;
&amp;quot;Alumbramento&amp;quot; é o ato de maravilhar-se. É como se fosse um encantamento. A imagem, o fenômeno te acessa pelos sentidos e toma todo o seu ser, como num arrepio, ou melhor, num alumbramento. Bené Fonteles contou de um caso que Gil contou, numa conversa sobre alumbramentos. Na casa de um grande amigo, Gil reparou algumas telhas de vidro. Depois de boa conversa, Gil olhou para cima e reparou que a Lua entrava, através da telha de vidro. Após ver as primeiras imagens do vídeo nomeado aqui de &amp;quot;Alumbramento&amp;quot;, lembrei dessa história.&lt;/div&gt;</summary>
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Tales Bedeschi&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Pintura de Paisagem [video 2012]&lt;br /&gt;
Tales Bedeschi&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Talesma: Pintura de Paisagem [video 2012]
Tales Bedeschi&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Pintura de Paisagem [video 2012]&lt;br /&gt;
Tales Bedeschi&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;div&gt;[enquanto]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== CADERNO ANTIGO ==&lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
O projeto inicial para a Nuvem era trabalhar com sombras e seu deslocamento. O registro da posição da sombra e os desenhos que se formam mediante a dupla, tripla, quatripla sombra que se forma no decorrer dos minutos. Movimento da Terra, passagem do tempo, luz e sombra, registro da marca, elementos que remetem às [Heliografias][https://www.google.com/search?q=heliografia&amp;amp;hl=pt-PT&amp;amp;client=firefox-a&amp;amp;rls=org.mozilla:pt-PT:official&amp;amp;noj=1&amp;amp;prmd=imvns&amp;amp;source=lnms&amp;amp;tbm=isch&amp;amp;ei=eSQ0T6fbMYnAgAfp-7CgAg&amp;amp;sa=X&amp;amp;oi=mode_link&amp;amp;ct=mode&amp;amp;cd=2&amp;amp;ved=0CBIQ_AUoAQ&amp;amp;biw=1280&amp;amp;bih=671] de Nièpce, no século XIX.&lt;br /&gt;
Em busca de poesia que servisse à materialização da idéia, fui ao Google, atrás de &amp;quot;lentamente&amp;quot;. E encontrei um &amp;quot;eterno&amp;quot;. A poesia é de Paulo Leminski. Chama ''Caderno antigo''.&lt;br /&gt;
''Abrindo um antigo caderno&lt;br /&gt;
foi que eu descobri:&lt;br /&gt;
Antigamente eu era eterno.&lt;br /&gt;
''&lt;br /&gt;
Paulo Leminski&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_2.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_3.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== PINTURA DE PAISAGEM ==&lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
elementos da proposta:&lt;br /&gt;
- planos do cinema&lt;br /&gt;
- camadas de cores da pintura&lt;br /&gt;
- feitura da pintura, processo de &lt;br /&gt;
trabalho do artista&lt;br /&gt;
- mediação da tecnologia no fazer da &lt;br /&gt;
pintura&lt;br /&gt;
- intervenção da pintura diretamente &lt;br /&gt;
na paisagem&lt;br /&gt;
- hibridação de modos de fazer e &lt;br /&gt;
conceber a imagem&lt;br /&gt;
[[Arquivo:DSC06924peq.jpg]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:DSC06929peq.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== ALUMBRAMENTO ==&lt;br /&gt;
[video 03'51&amp;quot;]&lt;br /&gt;
Há 6 anos atrás ouvi uma palestra do Bené Fonteles. Estava em Porto Alegre no Fórum Social Mundial. A prosa era sobre o &amp;quot;reencantamento do mundo&amp;quot;. Bené me marcou por uma nova palavra. Não é todo dia que alguém te dá uma palavra nova.&lt;br /&gt;
&amp;quot;Alumbramento&amp;quot; é o ato de maravilhar-se. É como se fosse um encantamento. A imagem, o fenômeno te acessa pelos sentidos e toma todo o seu ser, como num arrepio, ou melhor, num alumbramento. Bené Fonteles contou de um caso que Gil contou, numa conversa sobre alumbramentos. Na casa de um grande amigo, Gil reparou algumas telhas de vidro. Depois de boa conversa, Gil olhou para cima e reparou que a Lua entrava, através da telha de vidro. Após ver as primeiras imagens do vídeo nomeado aqui de &amp;quot;Alumbramento&amp;quot;, lembrei dessa história.&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Talesma: /* CADERNO ANTIGO */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[enquanto]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== CADERNO ANTIGO ==&lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
O projeto inicial para a Nuvem era trabalhar com sombras e seu deslocamento. O registro da posição da sombra e os desenhos que se formam mediante a dupla, tripla, quatripla sombra que se forma no decorrer dos minutos. Movimento da Terra, passagem do tempo, luz e sombra, registro da marca, elementos que remetem às [Heliografias][https://www.google.com/search?q=heliografia&amp;amp;hl=pt-PT&amp;amp;client=firefox-a&amp;amp;rls=org.mozilla:pt-PT:official&amp;amp;noj=1&amp;amp;prmd=imvns&amp;amp;source=lnms&amp;amp;tbm=isch&amp;amp;ei=eSQ0T6fbMYnAgAfp-7CgAg&amp;amp;sa=X&amp;amp;oi=mode_link&amp;amp;ct=mode&amp;amp;cd=2&amp;amp;ved=0CBIQ_AUoAQ&amp;amp;biw=1280&amp;amp;bih=671] de Nièpce, no século XIX.&lt;br /&gt;
Em busca de poesia que servisse à materialização da idéia, fui ao Google, atrás de &amp;quot;lentamente&amp;quot;. E encontrei um &amp;quot;eterno&amp;quot;. A poesia é de Paulo Leminski. Chama ''Caderno antigo''.&lt;br /&gt;
''Abrindo um antigo caderno&lt;br /&gt;
foi que eu descobri:&lt;br /&gt;
Antigamente eu era eterno.&lt;br /&gt;
''&lt;br /&gt;
Paulo Leminski&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_3.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== PINTURA DE PAISAGEM ==&lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
elementos da proposta:&lt;br /&gt;
- planos do cinema&lt;br /&gt;
- camadas de cores da pintura&lt;br /&gt;
- feitura da pintura, processo de &lt;br /&gt;
trabalho do artista&lt;br /&gt;
- mediação da tecnologia no fazer da &lt;br /&gt;
pintura&lt;br /&gt;
- intervenção da pintura diretamente &lt;br /&gt;
na paisagem&lt;br /&gt;
- hibridação de modos de fazer e &lt;br /&gt;
conceber a imagem&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Pintura-de-paisagem_Tales-Bedeschi-2012_1.jpg]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Pintura-de-paisagem_Tales-Bedeschi-2012_2.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== ALUMBRAMENTO ==&lt;br /&gt;
[video 03'51&amp;quot;]&lt;br /&gt;
Há 6 anos atrás ouvi uma palestra do Bené Fonteles. Estava em Porto Alegre no Fórum Social Mundial. A prosa era sobre o &amp;quot;reencantamento do mundo&amp;quot;. Bené me marcou por uma nova palavra. Não é todo dia que alguém te dá uma palavra nova.&lt;br /&gt;
&amp;quot;Alumbramento&amp;quot; é o ato de maravilhar-se. É como se fosse um encantamento. A imagem, o fenômeno te acessa pelos sentidos e toma todo o seu ser, como num arrepio, ou melhor, num alumbramento. Bené Fonteles contou de um caso que Gil contou, numa conversa sobre alumbramentos. Na casa de um grande amigo, Gil reparou algumas telhas de vidro. Depois de boa conversa, Gil olhou para cima e reparou que a Lua entrava, através da telha de vidro. Após ver as primeiras imagens do vídeo nomeado aqui de &amp;quot;Alumbramento&amp;quot;, lembrei dessa história.&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Talesma: /* PINTURA DE PAISAGEM */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[enquanto]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== CADERNO ANTIGO ==&lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
O projeto inicial para a Nuvem era trabalhar com sombras e seu deslocamento. O registro da posição da sombra e os desenhos que se formam mediante a dupla, tripla, quatripla sombra que se forma no decorrer dos minutos. Movimento da Terra, passagem do tempo, luz e sombra, registro da marca, elementos que remetem às [Heliografias][https://www.google.com/search?q=heliografia&amp;amp;hl=pt-PT&amp;amp;client=firefox-a&amp;amp;rls=org.mozilla:pt-PT:official&amp;amp;noj=1&amp;amp;prmd=imvns&amp;amp;source=lnms&amp;amp;tbm=isch&amp;amp;ei=eSQ0T6fbMYnAgAfp-7CgAg&amp;amp;sa=X&amp;amp;oi=mode_link&amp;amp;ct=mode&amp;amp;cd=2&amp;amp;ved=0CBIQ_AUoAQ&amp;amp;biw=1280&amp;amp;bih=671] de Nièpce, no século XIX.&lt;br /&gt;
Em busca de poesia que servisse à materialização da idéia, fui ao Google, atrás de &amp;quot;lentamente&amp;quot;. E encontrei um &amp;quot;eterno&amp;quot;. A poesia é de Paulo Leminski. Chama ''Caderno antigo''.&lt;br /&gt;
''Abrindo um antigo caderno&lt;br /&gt;
foi que eu descobri:&lt;br /&gt;
Antigamente eu era eterno.&lt;br /&gt;
''&lt;br /&gt;
Paulo Leminski&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Exemplo.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== PINTURA DE PAISAGEM ==&lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
elementos da proposta:&lt;br /&gt;
- planos do cinema&lt;br /&gt;
- camadas de cores da pintura&lt;br /&gt;
- feitura da pintura, processo de &lt;br /&gt;
trabalho do artista&lt;br /&gt;
- mediação da tecnologia no fazer da &lt;br /&gt;
pintura&lt;br /&gt;
- intervenção da pintura diretamente &lt;br /&gt;
na paisagem&lt;br /&gt;
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conceber a imagem&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Pintura-de-paisagem_Tales-Bedeschi-2012_1.jpg]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Pintura-de-paisagem_Tales-Bedeschi-2012_2.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== ALUMBRAMENTO ==&lt;br /&gt;
[video 03'51&amp;quot;]&lt;br /&gt;
Há 6 anos atrás ouvi uma palestra do Bené Fonteles. Estava em Porto Alegre no Fórum Social Mundial. A prosa era sobre o &amp;quot;reencantamento do mundo&amp;quot;. Bené me marcou por uma nova palavra. Não é todo dia que alguém te dá uma palavra nova.&lt;br /&gt;
&amp;quot;Alumbramento&amp;quot; é o ato de maravilhar-se. É como se fosse um encantamento. A imagem, o fenômeno te acessa pelos sentidos e toma todo o seu ser, como num arrepio, ou melhor, num alumbramento. Bené Fonteles contou de um caso que Gil contou, numa conversa sobre alumbramentos. Na casa de um grande amigo, Gil reparou algumas telhas de vidro. Depois de boa conversa, Gil olhou para cima e reparou que a Lua entrava, através da telha de vidro. Após ver as primeiras imagens do vídeo nomeado aqui de &amp;quot;Alumbramento&amp;quot;, lembrei dessa história.&lt;/div&gt;</summary>
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				<updated>2012-02-09T21:15:50Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Talesma: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[enquanto]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== CADERNO ANTIGO ==&lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
O projeto inicial para a Nuvem era trabalhar com sombras e seu deslocamento. O registro da posição da sombra e os desenhos que se formam mediante a dupla, tripla, quatripla sombra que se forma no decorrer dos minutos. Movimento da Terra, passagem do tempo, luz e sombra, registro da marca, elementos que remetem às [Heliografias][https://www.google.com/search?q=heliografia&amp;amp;hl=pt-PT&amp;amp;client=firefox-a&amp;amp;rls=org.mozilla:pt-PT:official&amp;amp;noj=1&amp;amp;prmd=imvns&amp;amp;source=lnms&amp;amp;tbm=isch&amp;amp;ei=eSQ0T6fbMYnAgAfp-7CgAg&amp;amp;sa=X&amp;amp;oi=mode_link&amp;amp;ct=mode&amp;amp;cd=2&amp;amp;ved=0CBIQ_AUoAQ&amp;amp;biw=1280&amp;amp;bih=671] de Nièpce, no século XIX.&lt;br /&gt;
Em busca de poesia que servisse à materialização da idéia, fui ao Google, atrás de &amp;quot;lentamente&amp;quot;. E encontrei um &amp;quot;eterno&amp;quot;. A poesia é de Paulo Leminski. Chama ''Caderno antigo''.&lt;br /&gt;
''Abrindo um antigo caderno&lt;br /&gt;
foi que eu descobri:&lt;br /&gt;
Antigamente eu era eterno.&lt;br /&gt;
''&lt;br /&gt;
Paulo Leminski&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Exemplo.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== PINTURA DE PAISAGEM ==&lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
elementos da proposta:&lt;br /&gt;
- planos do cinema&lt;br /&gt;
- camadas de cores da pintura&lt;br /&gt;
- feitura da pintura, processo de &lt;br /&gt;
trabalho do artista&lt;br /&gt;
- mediação da tecnologia no fazer da &lt;br /&gt;
pintura&lt;br /&gt;
- intervenção da pintura diretamente &lt;br /&gt;
na paisagem&lt;br /&gt;
- hibridação de modos de fazer e &lt;br /&gt;
conceber a imagem&lt;br /&gt;
{fotos}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== ALUMBRAMENTO ==&lt;br /&gt;
[video 03'51&amp;quot;]&lt;br /&gt;
Há 6 anos atrás ouvi uma palestra do Bené Fonteles. Estava em Porto Alegre no Fórum Social Mundial. A prosa era sobre o &amp;quot;reencantamento do mundo&amp;quot;. Bené me marcou por uma nova palavra. Não é todo dia que alguém te dá uma palavra nova.&lt;br /&gt;
&amp;quot;Alumbramento&amp;quot; é o ato de maravilhar-se. É como se fosse um encantamento. A imagem, o fenômeno te acessa pelos sentidos e toma todo o seu ser, como num arrepio, ou melhor, num alumbramento. Bené Fonteles contou de um caso que Gil contou, numa conversa sobre alumbramentos. Na casa de um grande amigo, Gil reparou algumas telhas de vidro. Depois de boa conversa, Gil olhou para cima e reparou que a Lua entrava, através da telha de vidro. Após ver as primeiras imagens do vídeo nomeado aqui de &amp;quot;Alumbramento&amp;quot;, lembrei dessa história.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Talesma</name></author>	</entry>

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		<title>Tales Bedeschi</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Talesma: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[enquanto]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CADERNO ANTIGO&lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
O projeto inicial para a Nuvem era trabalhar com sombras e seu deslocamento. O registro da posição da sombra e os desenhos que se formam mediante a dupla, tripla, quatripla sombra que se forma no decorrer dos minutos. Movimento da Terra, passagem do tempo, luz e sombra, registro da marca, elementos que remetem às [Heliografias][https://www.google.com/search?q=heliografia&amp;amp;hl=pt-PT&amp;amp;client=firefox-a&amp;amp;rls=org.mozilla:pt-PT:official&amp;amp;noj=1&amp;amp;prmd=imvns&amp;amp;source=lnms&amp;amp;tbm=isch&amp;amp;ei=eSQ0T6fbMYnAgAfp-7CgAg&amp;amp;sa=X&amp;amp;oi=mode_link&amp;amp;ct=mode&amp;amp;cd=2&amp;amp;ved=0CBIQ_AUoAQ&amp;amp;biw=1280&amp;amp;bih=671] de Nièpce, no século XIX.&lt;br /&gt;
Em busca de poesia que servisse à materialização da idéia, fui ao Google, atrás de &amp;quot;lentamente&amp;quot;. E encontrei um &amp;quot;eterno&amp;quot;. A poesia é de Paulo Leminski. Chama ''Caderno antigo''.&lt;br /&gt;
''Abrindo um antigo caderno&lt;br /&gt;
foi que eu descobri:&lt;br /&gt;
Antigamente eu era eterno.&lt;br /&gt;
''&lt;br /&gt;
Paulo Leminski&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PINTURA DE PAISAGEM &lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
elementos da proposta:&lt;br /&gt;
- planos do cinema&lt;br /&gt;
- camadas de cores da pintura&lt;br /&gt;
- feitura da pintura, processo de &lt;br /&gt;
trabalho do artista&lt;br /&gt;
- mediação da tecnologia no fazer da &lt;br /&gt;
pintura&lt;br /&gt;
- intervenção da pintura diretamente &lt;br /&gt;
na paisagem&lt;br /&gt;
- hibridação de modos de fazer e &lt;br /&gt;
conceber a imagem&lt;br /&gt;
{fotos}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ALUMBRAMENTO&lt;br /&gt;
[video 03'51'']&lt;br /&gt;
Há 6 anos atrás ouvi uma palestra do Bené Fonteles. Estava em Porto Alegre no Fórum Social Mundial. A prosa era sobre o &amp;quot;reencantamento do mundo&amp;quot;. Bené me marcou por uma nova palavra. Não é todo dia que alguém te dá uma palavra nova.&lt;br /&gt;
&amp;quot;Alumbramento&amp;quot; é o ato de maravilhar-se. É como se fosse um encantamento. A imagem, o fenômeno te acessa pelos sentidos e toma todo o seu ser, como num arrepio, ou melhor, num alumbramento. Bené Fonteles contou de um caso que Gil contou, numa conversa sobre alumbramentos. Na casa de um grande amigo, Gil reparou algumas telhas de vidro. Depois de boa conversa, Gil olhou para cima e reparou que a Lua entrava, através da telha de vidro. Após ver as primeiras imagens do vídeo nomeado aqui de &amp;quot;Alumbramento&amp;quot;, lembrei dessa história.&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[enquanto]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CADERNO ANTIGO&lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
O projeto inicial para a Nuvem era trabalhar com sombras e seu deslocamento. O registro da posição da sombra e os desenhos que se formam mediante a dupla, tripla, quatripla sombra que se forma no decorrer dos minutos. Movimento da Terra, passagem do tempo, luz e sombra, registro da marca, elementos que remetem às [Heliografias][https://www.google.com/search?q=heliografia&amp;amp;hl=pt-PT&amp;amp;client=firefox-a&amp;amp;rls=org.mozilla:pt-PT:official&amp;amp;noj=1&amp;amp;prmd=imvns&amp;amp;source=lnms&amp;amp;tbm=isch&amp;amp;ei=eSQ0T6fbMYnAgAfp-7CgAg&amp;amp;sa=X&amp;amp;oi=mode_link&amp;amp;ct=mode&amp;amp;cd=2&amp;amp;ved=0CBIQ_AUoAQ&amp;amp;biw=1280&amp;amp;bih=671] de Nièpce, no século XIX.&lt;br /&gt;
Em busca de poesia que servisse à materialização da idéia, fui ao Google, atrás de &amp;quot;lentamente&amp;quot;. E encontrei um &amp;quot;eterno&amp;quot;. A poesia é de Paulo Leminski. Chama ''Caderno antigo''.&lt;br /&gt;
''Abrindo um antigo caderno&lt;br /&gt;
foi que eu descobri:&lt;br /&gt;
Antigamente eu era eterno.&lt;br /&gt;
''&lt;br /&gt;
Paulo Leminski&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PINTURA DE PAISAGEM &lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
elementos da proposta:&lt;br /&gt;
- planos do cinema&lt;br /&gt;
- camadas de cores da pintura&lt;br /&gt;
- feitura da pintura, processo de &lt;br /&gt;
trabalho do artista&lt;br /&gt;
- mediação da tecnologia no fazer da &lt;br /&gt;
pintura&lt;br /&gt;
- intervenção da pintura diretamente &lt;br /&gt;
na paisagem&lt;br /&gt;
- hibridação de modos de fazer e &lt;br /&gt;
conceber a imagem&lt;br /&gt;
{fotos}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ALUMBRAMENTO&lt;br /&gt;
[video 03'51'']&lt;br /&gt;
Há 6 anos atrás ouvi uma palestra do Bené Fonteles. Es&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[enquanto]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CADERNO ANTIGO&lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
O projeto inicial para a Nuvem era trabalhar com sombras e seu deslocamento. O registro da posição da sombra e os desenhos que se formam mediante a dupla, tripla, quatripla sombra que se forma no decorrer dos minutos. Movimento da Terra, passagem do tempo, luz e sombra, registro da marca, elementos que remetem às [Heliografias][https://www.google.com/search?q=heliografia&amp;amp;hl=pt-PT&amp;amp;client=firefox-a&amp;amp;rls=org.mozilla:pt-PT:official&amp;amp;noj=1&amp;amp;prmd=imvns&amp;amp;source=lnms&amp;amp;tbm=isch&amp;amp;ei=eSQ0T6fbMYnAgAfp-7CgAg&amp;amp;sa=X&amp;amp;oi=mode_link&amp;amp;ct=mode&amp;amp;cd=2&amp;amp;ved=0CBIQ_AUoAQ&amp;amp;biw=1280&amp;amp;bih=671] de Nièpce, no século XIX.&lt;br /&gt;
Em busca de poesia que servisse à materialização da idéia, fui ao Google, atrás de &amp;quot;lentamente&amp;quot;. E encontrei um &amp;quot;eterno&amp;quot;. A poesia é de Paulo Leminski. Chama ''Caderno antigo''.&lt;br /&gt;
''Abrindo um antigo caderno&lt;br /&gt;
foi que eu descobri:&lt;br /&gt;
Antigamente eu era eterno.&lt;br /&gt;
''&lt;br /&gt;
Paulo Leminski&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Caderno-antigo_Tales-Bedeschi-2012_1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PINTURA DE PAISAGEM &lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
elementos da proposta:&lt;br /&gt;
- planos do cinema&lt;br /&gt;
- camadas de cores da pintura&lt;br /&gt;
- feitura da pintura, processo de &lt;br /&gt;
trabalho do artista&lt;br /&gt;
- mediação da tecnologia no fazer da &lt;br /&gt;
pintura&lt;br /&gt;
- intervenção da pintura diretamente &lt;br /&gt;
na paisagem&lt;br /&gt;
- hibridação de modos de fazer e &lt;br /&gt;
conceber a imagem&lt;br /&gt;
{fotos}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ALUMBRAMENTO&lt;br /&gt;
[video 03'51'']&lt;br /&gt;
Há 6 anos atrás ouvi uma palestra do Bené Fonteles. Es&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Talesma: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[enquanto]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CADERNO ANTIGO&lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
O projeto inicial para a Nuvem era trabalhar com sombras e seu deslocamento. O registro da posição da sombra e os desenhos que se formam mediante a dupla, tripla, quatripla sombra que se forma no decorrer dos minutos. Movimento da Terra, passagem do tempo, luz e sombra, registro da marca, elementos que remetem às [Heliografias][https://www.google.com/search?q=heliografia&amp;amp;hl=pt-PT&amp;amp;client=firefox-a&amp;amp;rls=org.mozilla:pt-PT:official&amp;amp;noj=1&amp;amp;prmd=imvns&amp;amp;source=lnms&amp;amp;tbm=isch&amp;amp;ei=eSQ0T6fbMYnAgAfp-7CgAg&amp;amp;sa=X&amp;amp;oi=mode_link&amp;amp;ct=mode&amp;amp;cd=2&amp;amp;ved=0CBIQ_AUoAQ&amp;amp;biw=1280&amp;amp;bih=671] de Nièpce, no século XIX.&lt;br /&gt;
Em busca de poesia que servisse à materialização da idéia, fui ao Google, atrás de &amp;quot;lentamente&amp;quot;. E encontrei um &amp;quot;eterno&amp;quot;. A poesia é de Paulo Leminski. Chama ''Caderno antigo''.&lt;br /&gt;
''Abrindo um antigo caderno&lt;br /&gt;
foi que eu descobri:&lt;br /&gt;
Antigamente eu era eterno.&lt;br /&gt;
''&lt;br /&gt;
Paulo Leminski&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PINTURA DE PAISAGEM &lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
elementos da proposta:&lt;br /&gt;
- planos do cinema&lt;br /&gt;
- camadas de cores da pintura&lt;br /&gt;
- feitura da pintura, processo de &lt;br /&gt;
trabalho do artista&lt;br /&gt;
- mediação da tecnologia no fazer da &lt;br /&gt;
pintura&lt;br /&gt;
- intervenção da pintura diretamente &lt;br /&gt;
na paisagem&lt;br /&gt;
- hibridação de modos de fazer e &lt;br /&gt;
conceber a imagem&lt;br /&gt;
{fotos}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ALUMBRAMENTO&lt;br /&gt;
[video 03'51'']&lt;br /&gt;
Há 6 anos atrás ouvi uma palestra do Bené Fonteles. Estava em Porto Alegre, no Fórum Social Mundial. Uma prosa sobre o &amp;quot;reencantamento do mundo&amp;quot;. Na ocasião, ele me ensinou uma palavra nova (francamente, não é todo mundo que nos dá uma palavra novinha de presente!). Passei a levar essa palavra comigo sempre. Não havia viagem que fizesse que eu não a levasse.&lt;br /&gt;
&amp;quot;Alumbramento&amp;quot; é como um encantamento. É uma sensação de maravilhar-se. É como se uma maravilha chegasse pelos sentidos e tomasse todo o nosso ser, como um arrepio, como um maravilhamento. Não me esqueço de um dos casos que o Bené Fonteles contou. Era um alumbramento que Gilberto Gil relatou: ao visitar um amigo antigo, chegando em sua varanda, Gil reparou o telhado de vidro; depois de muita prosa por ali, ele olha pra cima e vê a luz da Lua através. &lt;br /&gt;
Pois é, depois de ter visto as imagens do video pela primeira vez, eu lembrei do Bené Fonteles.&lt;br /&gt;
{fotos}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Talesma</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;Talesma: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[enquanto]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CADERNO ANTIGO&lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
O projeto inicial para a Nuvem era trabalhar com sombras e seu deslocamento. O registro da posição da sombra e os desenhos que se formam mediante a dupla, tripla, quatripla sombra que se forma no decorrer dos minutos. Movimento da Terra, passagem do tempo, luz e sombra, registro da marca, elementos que remetem às [Heliografias][https://www.google.com/search?q=heliografia&amp;amp;hl=pt-PT&amp;amp;client=firefox-a&amp;amp;rls=org.mozilla:pt-PT:official&amp;amp;noj=1&amp;amp;prmd=imvns&amp;amp;source=lnms&amp;amp;tbm=isch&amp;amp;ei=eSQ0T6fbMYnAgAfp-7CgAg&amp;amp;sa=X&amp;amp;oi=mode_link&amp;amp;ct=mode&amp;amp;cd=2&amp;amp;ved=0CBIQ_AUoAQ&amp;amp;biw=1280&amp;amp;bih=671] de Nièpce, no século XIX.&lt;br /&gt;
Em busca de poesia que servisse à materialização da idéia, fui ao Google, atrás de &amp;quot;lentamente&amp;quot;. E encontrei um &amp;quot;eterno&amp;quot;. A poesia é de Paulo Leminski. Chama ''Caderno antigo''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Abrindo um antigo caderno&lt;br /&gt;
foi que eu descobri:&lt;br /&gt;
Antigamente eu era eterno.&lt;br /&gt;
''&lt;br /&gt;
Paulo Leminski&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PINTURA DE PAISAGEM &lt;br /&gt;
[video]&lt;br /&gt;
elementos da proposta:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- planos do cinema&lt;br /&gt;
- camadas de cores da pintura&lt;br /&gt;
- feitura da pintura, processo de &lt;br /&gt;
trabalho do artista&lt;br /&gt;
- mediação da tecnologia no fazer da &lt;br /&gt;
pintura&lt;br /&gt;
- intervenção da pintura diretamente &lt;br /&gt;
na paisagem&lt;br /&gt;
- hibridação de modos de fazer e &lt;br /&gt;
conceber a imagem&lt;br /&gt;
{fotos}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ALUMBRAMENTO&lt;br /&gt;
[video 03'51'']&lt;br /&gt;
Há 6 anos atrás ouvi uma palestra do Bené Fonteles. Estava em Porto Alegre, no Fórum Social Mundial. Uma prosa sobre o &amp;quot;reencantamento do mundo&amp;quot;. Na ocasião, ele me ensinou uma palavra nova (francamente, não é todo mundo que nos dá uma palavra novinha de presente!). Passei a levar essa palavra comigo sempre. Não havia viagem que fizesse que eu não a levasse. &lt;br /&gt;
&amp;quot;Alumbramento&amp;quot; é como um encantamento. É uma sensação de maravilhar-se. É como se uma maravilha chegasse pelos sentidos e tomasse todo o nosso ser, como um arrepio, como um maravilhamento. Não me esqueço de um dos casos que o Bené Fonteles contou. Era um alumbramento que Gilberto Gil relatou: ao visitar um amigo antigo, chegando em sua varanda, Gil reparou o telhado de vidro; depois de muita prosa por ali, ele olha pra cima e vê a luz da Lua através. &lt;br /&gt;
Pois é, depois de ter visto as imagens do video pela primeira vez, eu lembrei do Bené Fonteles.&lt;br /&gt;
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Talesma: Criou página com '[enquanto]  Pintura de paisagem (video) elementos da proposta  - planos do cinema - camadas de cores da pintura - feitura da pintura, processo de  trabalho do artista - media...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[enquanto]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pintura de paisagem (video)&lt;br /&gt;
elementos da proposta&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- planos do cinema&lt;br /&gt;
- camadas de cores da pintura&lt;br /&gt;
- feitura da pintura, processo de &lt;br /&gt;
trabalho do artista&lt;br /&gt;
- mediação da tecnologia no fazer da &lt;br /&gt;
pintura&lt;br /&gt;
- intervenção da pintura diretamente &lt;br /&gt;
na paisagem&lt;br /&gt;
- hibridação entre mídias &lt;br /&gt;
- hibridação de modos de fazer e &lt;br /&gt;
conceber a imagem&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Talesma</name></author>	</entry>

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