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		<summary type="html">&lt;p&gt;Nathália Mello: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Queridas Synth Modulation, Karla Homolka &amp;amp; Victory Mandala,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma Índia, papa-goiaba, em 2014. Construção minha de terra e água. Abscene é uma nova palavra e eu a aceito hoje. Agora, Abscene é tempo integral, Abscene ascende, de alguma maneira. Ab é um corta-caminho, expressa idéia de corrente, rapidez, de A a B, um tanto linear. A linha de pensamentos de alguém pára e permanece em diferentes pontos. Ab é também prefixo para ausência, abominada. É simples, não é tão complexo quanto o prefixo Ob, que se refere a abertura, exposição, oposição, resistência, bloqueio, finalidade, completude e o seu inverso. Eu escolho Ab particularmente porque Ab não é Ob. Entretanto, Ab está instantes de ser tudo o que Ob é. Eu não quero desaparecer hoje. A inteligência do herói estava muito perturbada. As cunhãs rindo tinham ensinado pra ele que o sagui-açu não era saguim não, eram cláxons campainhas apitos buzinas e tudo era máquina. As onças pardas não eram onças pardas, se chamavam fordes hupmobiles chevrolés dodges mármons e eram máquinas. Os tamanduás e os boitatás as inajás de curuatás de fumo, em vez eram caminhões bondes telefones gorjetas postes chaminés... Eram máquinas e tudo na cidade era só máquina! O herói aprendendo calado. De vez em quando estremecia. Voltava a ficar imóvel escutando assuntando maquinando numa cisma assombrada. Tomou-o um respeito cheio de inveja por essa deusa de deveras forçuda, Tupã famanado que os filhos da mandioca chamavam de Máquina, mais cantadeira que a Mãe-d'Água, em bulhas de sarapantar. Mário de Andrade, Gilberto Freire, Viveiros, todos burgueses. América, daqui por diante, você toma conta das pequenas coisas. A prática da liberdade ou do cuidado de si é uma forma de resistência à entrada do corpo em jogos de verdade, em jogos coercitivos ou em práticas de si. Na prática coercitiva o sujeito sofreria a pressão de controle dirigida pelas entidades institucionais; na prática de si o sujeito deve se transformar e atingir um certo modo de ser. Não é suficiente a liberação dos processos históricos, econômicos e sociais, por exemplo, de um povo colonizado à procura de liberação no sentido estrito. É necessária a prática de liberdade continuada após a liberação. Quando as relações de poder encontram estados de dominação, um indivíduo ou um grupo social chega a bloquear um campo de relações de poder, a torná-las imóveis e fixas e a impedir qualquer reversibilidade do movimento.  A atividade que proponho no entorno da Fábrica de Tecidos Fluminense, no bairro do Barreto, é uma prática da qualidade de cuidado de mim que é uma atividade de resistência pós uma sequência de liberações de alguns processos históricos hetero-normativos que vivencio como performer, mulher, índia, rural, operária, fluminense. És una opción y no una misión. Novas relações de poder são vislumbradas e surgem a partir da condução das relações de prazer com os outros. Acredito que a liberação é desgarrar-se da tradição estóica através da qual o ensino  limita-se à um certo número de verdades, doutrinas e técnicas, as primeiras constituindo os princípios fundamentais de formação e as outras, as regras de conduta. Estas verdades apreendidas, memorizadas, progressivamente aplicadas podem tornar-se uma soberania.Y cuando se da cuenta del lugar que habita em la matriz colonial de poder, se da cuenta que está jerarquizando, y que está jerarquizado por uma máquina de producir diferencias; y em ese momento, cuando se toma conciencia, se percata que esa máquina es la colonialidad, en ese momento cuando se toma conciencia, empieza no solamente a habitar la colonialidad; esto es, des-cubre la herida colonial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde ficam as suas feridas? O quanto de força vocês usam para se defender?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com afeto e empatia,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Viúva de Foucault&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''EXCORPO, Índia Papa-Goiaba, 2014''' (foto de divulgação)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2426.JPG|400px]][[File:IMG_2427.JPG|400px]][[File:IMG_2428.JPG|400px]][[File:IMG_2429.JPG|400px]][[File:IMG_2430.JPG|400px]][[File:IMG_2431.JPG|400px]][[File:IMG_2432.JPG|400px]][[File:IMG_2433.JPG|400px]][[File:IMG_2434.JPG|400px]][[File:IMG_2435.JPG|400px]][[File:IMG_2431.JPG|400px]][[File:IMG_2432.JPG|400px]][[File:IMG_2433.JPG|400px]][[File:IMG_2434.JPG|400px]]][[File:IMG_2436.JPG|400px]][[File:IMG_2440.JPG|400px]][[File:IMG_2438.JPG|400px]][[File:IMG_2308.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''TECNOLOGIA DE MEMÓRIA E CURA, Índia Papa-Goiaba, 2014''' (foto de divulgação)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2581.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2585.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2584.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2585.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2587.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2590.JPG|400px]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2588.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2589.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2591.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2592.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2594.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''&lt;br /&gt;
EXERCÍCIOS DE ROTINA, Índia Papa-Goiaba, 2014'''(processos artísticos)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2300.JPG|400px]]  [[File:IMG_2298.JPG|400px]]  [[File:IMG_2303.JPG|400px]]  [[File:IMG_2372.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2314.JPG|400px]]  [[File:IMG_2375.JPG|400px]]  [[File:IMG_2484.JPG|400px]]  [[File:IMG_2485.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2496.JPG|400px]]  [[File:IMG_2497.JPG|400px]]  [[File:IMG_2392.JPG|400px]]  [[File:IMG_2546.JPG|400px]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2552.JPG|400px]]  [[File:IMG_2553.JPG|400px]]  [[File:IMG_2557.JPG|400px]]  [[File:IMG_2562.JPG|400px]]  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2234.JPG|400px]]  [[File:IMG_2574.JPG|400px]]  [[File:IMG_2571.JPG|400px]]  [[File:IMG_2570.JPG|400px]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2615.JPG|400px]]  [[File:IMG_2623.JPG|400px]]  [[File:IMG_2628.JPG|400px]]  [[File:IMG_2631.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2632.JPG|400px]]  [[File:IMG_2628.JPG|400px]]  [[File:IMG_2639.JPG|400px]]  [[File:IMG_2641.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
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		<author><name>Nathália Mello</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;Nathália Mello: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Queridas Synth Modulation, Karla Homolka &amp;amp; Victory Mandala,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma Índia, papa-goiaba, em 2014. Construção minha de terra e água. Abscene é uma nova palavra e eu a aceito hoje. Agora, Abscene é tempo integral, Abscene ascende, de alguma maneira. Ab é um corta-caminho, expressa idéia de corrente, rapidez, de A a B, um tanto linear. A linha de pensamentos de alguém pára e permanece em diferentes pontos. Ab é também prefixo para ausência, abominada. É simples, não é tão complexo quanto o prefixo Ob, que se refere a abertura, exposição, oposição, resistência, bloqueio, finalidade, completude e o seu inverso. Eu escolho Ab particularmente porque Ab não é Ob. Entretanto, Ab está instantes de ser tudo o que Ob é. Eu não quero desaparecer hoje. A inteligência do herói estava muito perturbada. As cunhãs rindo tinham ensinado pra ele que o sagui-açu não era saguim não, eram cláxons campainhas apitos buzinas e tudo era máquina. As onças pardas não eram onças pardas, se chamavam fordes hupmobiles chevrolés dodges mármons e eram máquinas. Os tamanduás e os boitatás as inajás de curuatás de fumo, em vez eram caminhões bondes telefones gorjetas postes chaminés... Eram máquinas e tudo na cidade era só máquina! O herói aprendendo calado. De vez em quando estremecia. Voltava a ficar imóvel escutando assuntando maquinando numa cisma assombrada. Tomou-o um respeito cheio de inveja por essa deusa de deveras forçuda, Tupã famanado que os filhos da mandioca chamavam de Máquina, mais cantadeira que a Mãe-d'Água, em bulhas de sarapantar. Mário de Andrade, Gilberto Freire, Viveiros, todos burgueses. América, daqui por diante, você toma conta das pequenas coisas. A prática da liberdade ou do cuidado de si é uma forma de resistência à entrada do corpo em jogos de verdade, em jogos coercitivos ou em práticas de si. Na prática coercitiva o sujeito sofreria a pressão de controle dirigida pelas entidades institucionais; na prática de si o sujeito deve se transformar e atingir um certo modo de ser. Não é suficiente a liberação dos processos históricos, econômicos e sociais, por exemplo, de um povo colonizado à procura de liberação no sentido estrito. É necessária a prática de liberdade continuada após a liberação. Quando as relações de poder encontram estados de dominação, um indivíduo ou um grupo social chega a bloquear um campo de relações de poder, a torná-las imóveis e fixas e a impedir qualquer reversibilidade do movimento.  A atividade que proponho no entorno da Fábrica de Tecidos Fluminense, no bairro do Barreto, é uma prática da qualidade de cuidado de mim que é uma atividade de resistência pós uma sequência de liberações de alguns processos históricos hetero-normativos que vivencio como performer, mulher, índia, rural, operária, fluminense. És una opción y no una misión. Novas relações de poder são vislumbradas e surgem a partir da condução das relações de prazer com os outros. Acredito que a liberação é desgarrar-se da tradição estóica através da qual o ensino  limita-se à um certo número de verdades, doutrinas e técnicas, as primeiras constituindo os princípios fundamentais de formação e as outras, as regras de conduta. Estas verdades apreendidas, memorizadas, progressivamente aplicadas podem tornar-se uma soberania.Y cuando se da cuenta del lugar que habita em la matriz colonial de poder, se da cuenta que está jerarquizando, y que está jerarquizado por uma máquina de producir diferencias; y em ese momento, cuando se toma conciencia, se percata que esa máquina es la colonialidad, en ese momento cuando se toma conciencia, empieza no solamente a habitar la colonialidad; esto es, des-cubre la herida colonial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde ficam as suas feridas? O quanto de força vocês usam para se defender?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com afeto e empatia,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Viúva de Foucault&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''EXCORPO, Índia Papa-Goiaba, 2014''' (foto de divulgação)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2426.JPG|400px]][[File:IMG_2427.JPG|400px]][[File:IMG_2428.JPG|400px]][[File:IMG_2429.JPG|400px]][[File:IMG_2430.JPG|400px]][[File:IMG_2431.JPG|400px]][[File:IMG_2432.JPG|400px]][[File:IMG_2433.JPG|400px]][[File:IMG_2434.JPG|400px]][[File:IMG_2435.JPG|400px]][[File:IMG_2431.JPG|400px]][[File:IMG_2432.JPG|400px]][[File:IMG_2433.JPG|400px]][[File:IMG_2434.JPG|400px]]][[File:IMG_2436.JPG|400px]][[File:IMG_2440.JPG|400px]][[File:IMG_2438.JPG|400px]][[File:IMG_2308.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''TECNOLOGIA DE MEMÓRIA E CURA, Índia Papa-Goiaba, 2014''' (foto de divulgação)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2581.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2585.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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[[File:IMG_2585.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
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[[File:IMG_2587.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
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[[File:IMG_2590.JPG|400px]] &lt;br /&gt;
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[[File:IMG_2588.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
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[[File:IMG_2589.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2591.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2592.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2594.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''&lt;br /&gt;
EXERCÍCIOS DE ROTINA, Índia Papa-Goiaba, 2014'''(processos artísticos)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2300.JPG|400px]]  [[File:IMG_2298.JPG|400px]]  [[File:IMG_2303.JPG|400px]]  [[File:IMG_2372.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2314.JPG|400px]]  [[File:IMG_2375.JPG|400px]]  [[File:IMG_2484.JPG|400px]]  [[File:IMG_2485.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2493.JPG|400px]]  [[File:IMG_2580.JPG|400px]] [[File:IMG_2496.JPG|400px]]  [[File:IMG_2486.JPG|400px]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2496.JPG|400px]]  [[File:IMG_2497.JPG|400px]]  [[File:IMG_2392.JPG|400px]]  [[File:IMG_2546.JPG|400px]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2552.JPG|400px]]  [[File:IMG_2553.JPG|400px]]  [[File:IMG_2557.JPG|400px]]  [[File:IMG_2562.JPG|400px]]  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2234.JPG|400px]]  [[File:IMG_2574.JPG|400px]]  [[File:IMG_2571.JPG|400px]]  [[File:IMG_2570.JPG|400px]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2400.JPG|400px]]  [[File:IMG_2578.JPG|400px]]  [[File:IMG_2578.JPG|400px]]  [[File:IMG_2599.JPG|400px]]      &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2615.JPG|400px]]  [[File:IMG_2623.JPG|400px]]  [[File:IMG_2628.JPG|400px]]  [[File:IMG_2631.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2632.JPG|400px]]  [[File:IMG_2628.JPG|400px]]  [[File:IMG_2639.JPG|400px]]  [[File:IMG_2641.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
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		<author><name>Nathália Mello</name></author>	</entry>

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&lt;hr /&gt;
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		<author><name>Nathália Mello</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;Nathália Mello: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Queridas Synth Modulation, Karla Homolka &amp;amp; Victory Mandala,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma Índia, papa-goiaba, em 2014. Construção minha de terra e água. Abscene é uma nova palavra e eu a aceito hoje. Agora, Abscene é tempo integral, Abscene ascende, de alguma maneira. Ab é um corta-caminho, expressa idéia de corrente, rapidez, de A a B, um tanto linear. A linha de pensamentos de alguém pára e permanece em diferentes pontos. Ab é também prefixo para ausência, abominada. É simples, não é tão complexo quanto o prefixo Ob, que se refere a abertura, exposição, oposição, resistência, bloqueio, finalidade, completude e o seu inverso. Eu escolho Ab particularmente porque Ab não é Ob. Entretanto, Ab está instantes de ser tudo o que Ob é. Eu não quero desaparecer hoje. A inteligência do herói estava muito perturbada. As cunhãs rindo tinham ensinado pra ele que o sagui-açu não era saguim não, eram cláxons campainhas apitos buzinas e tudo era máquina. As onças pardas não eram onças pardas, se chamavam fordes hupmobiles chevrolés dodges mármons e eram máquinas. Os tamanduás e os boitatás as inajás de curuatás de fumo, em vez eram caminhões bondes telefones gorjetas postes chaminés... Eram máquinas e tudo na cidade era só máquina! O herói aprendendo calado. De vez em quando estremecia. Voltava a ficar imóvel escutando assuntando maquinando numa cisma assombrada. Tomou-o um respeito cheio de inveja por essa deusa de deveras forçuda, Tupã famanado que os filhos da mandioca chamavam de Máquina, mais cantadeira que a Mãe-d'Água, em bulhas de sarapantar. Mário de Andrade, Gilberto Freire, Viveiros, todos burgueses. América, daqui por diante, você toma conta das pequenas coisas. A prática da liberdade ou do cuidado de si é uma forma de resistência à entrada do corpo em jogos de verdade, em jogos coercitivos ou em práticas de si. Na prática coercitiva o sujeito sofreria a pressão de controle dirigida pelas entidades institucionais; na prática de si o sujeito deve se transformar e atingir um certo modo de ser. Não é suficiente a liberação dos processos históricos, econômicos e sociais, por exemplo, de um povo colonizado à procura de liberação no sentido estrito. É necessária a prática de liberdade continuada após a liberação. Quando as relações de poder encontram estados de dominação, um indivíduo ou um grupo social chega a bloquear um campo de relações de poder, a torná-las imóveis e fixas e a impedir qualquer reversibilidade do movimento.  A atividade que proponho no entorno da Fábrica de Tecidos Fluminense, no bairro do Barreto, é uma prática da qualidade de cuidado de mim que é uma atividade de resistência pós uma sequência de liberações de alguns processos históricos hetero-normativos que vivencio como performer, mulher, índia, rural, operária, fluminense. És una opción y no una misión. Novas relações de poder são vislumbradas e surgem a partir da condução das relações de prazer com os outros. Acredito que a liberação é desgarrar-se da tradição estóica através da qual o ensino  limita-se à um certo número de verdades, doutrinas e técnicas, as primeiras constituindo os princípios fundamentais de formação e as outras, as regras de conduta. Estas verdades apreendidas, memorizadas, progressivamente aplicadas podem tornar-se uma soberania.Y cuando se da cuenta del lugar que habita em la matriz colonial de poder, se da cuenta que está jerarquizando, y que está jerarquizado por uma máquina de producir diferencias; y em ese momento, cuando se toma conciencia, se percata que esa máquina es la colonialidad, en ese momento cuando se toma conciencia, empieza no solamente a habitar la colonialidad; esto es, des-cubre la herida colonial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde ficam as suas feridas? O quanto de força vocês usam para se defender?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com afeto e empatia,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Viúva de Foucault&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''EXCORPO, Índia Papa-Goiaba, 2014''' (foto de divulgação)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2426.JPG|400px]][[File:IMG_2427.JPG|400px]][[File:IMG_2428.JPG|400px]][[File:IMG_2429.JPG|400px]][[File:IMG_2430.JPG|400px]][[File:IMG_2431.JPG|400px]][[File:IMG_2432.JPG|400px]][[File:IMG_2433.JPG|400px]][[File:IMG_2434.JPG|400px]][[File:IMG_2435.JPG|400px]][[File:IMG_2431.JPG|400px]][[File:IMG_2432.JPG|400px]][[File:IMG_2433.JPG|400px]][[File:IMG_2434.JPG|400px]]][[File:IMG_2436.JPG|400px]][[File:IMG_2440.JPG|400px]][[File:IMG_2438.JPG|400px]][[File:IMG_2308.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''TECNOLOGIA DE MEMÓRIA E CURA, Índia Papa-Goiaba, 2014''' (foto de divulgação)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2581.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2585.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2584.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2585.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2587.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2590.JPG|400px]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2588.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2589.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2591.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2592.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2594.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''&lt;br /&gt;
EXERCÍCIOS DE ROTINA, Índia Papa-Goiaba, 2014''' (processos artísticos)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2300.JPG|400px]]  [[File:IMG_2298.JPG|400px]]  [[File:IMG_2303.JPG|400px]]  [[File:IMG_2372.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2314.JPG|400px]]  [[File:IMG_2375.JPG|400px]]  [[File:IMG_2484.JPG|400px]]  [[File:IMG_2485.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2493.JPG|400px]]  [[File:IMG_2580.JPG|400px]] [[File:IMG_2496.JPG|400px]]  [[File:IMG_2486.JPG|400px]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2496.JPG|400px]]  [[File:IMG_2497.JPG|400px]]  [[File:IMG_2392.JPG|400px]]  [[File:IMG_2546.JPG|400px]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2552.JPG|400px]]  [[File:IMG_2553.JPG|400px]]  [[File:IMG_2557.JPG|400px]]  [[File:IMG_2562.JPG|400px]]  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2234.JPG|400px]]  [[File:IMG_2574.JPG|400px]]  [[File:IMG_2571.JPG|400px]]  [[File:IMG_2570.JPG|400px]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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		<author><name>Nathália Mello</name></author>	</entry>

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		<title>Nathália Mello</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Nathália Mello: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Queridas Synth Modulation, Karla Homolka &amp;amp; Victory Mandala,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma Índia, papa-goiaba, em 2014. Construção minha de terra e água. Abscene é uma nova palavra e eu a aceito hoje. Agora, Abscene é tempo integral, Abscene ascende, de alguma maneira. Ab é um corta-caminho, expressa idéia de corrente, rapidez, de A a B, um tanto linear. A linha de pensamentos de alguém pára e permanece em diferentes pontos. Ab é também prefixo para ausência, abominada. É simples, não é tão complexo quanto o prefixo Ob, que se refere a abertura, exposição, oposição, resistência, bloqueio, finalidade, completude e o seu inverso. Eu escolho Ab particularmente porque Ab não é Ob. Entretanto, Ab está instantes de ser tudo o que Ob é. Eu não quero desaparecer hoje. A inteligência do herói estava muito perturbada. As cunhãs rindo tinham ensinado pra ele que o sagui-açu não era saguim não, eram cláxons campainhas apitos buzinas e tudo era máquina. As onças pardas não eram onças pardas, se chamavam fordes hupmobiles chevrolés dodges mármons e eram máquinas. Os tamanduás e os boitatás as inajás de curuatás de fumo, em vez eram caminhões bondes telefones gorjetas postes chaminés... Eram máquinas e tudo na cidade era só máquina! O herói aprendendo calado. De vez em quando estremecia. Voltava a ficar imóvel escutando assuntando maquinando numa cisma assombrada. Tomou-o um respeito cheio de inveja por essa deusa de deveras forçuda, Tupã famanado que os filhos da mandioca chamavam de Máquina, mais cantadeira que a Mãe-d'Água, em bulhas de sarapantar. Mário de Andrade, Gilberto Freire, Viveiros, todos burgueses. América, daqui por diante, você toma conta das pequenas coisa. A prática da liberdade ou do cuidado de si é uma forma de resistência à entrada do corpo em jogos de verdade, em jogos coercitivos ou em práticas de si. Na prática coercitiva o sujeito sofreria a pressão de controle dirigida pelas entidades institucionais; na prática de si o sujeito deve se transformar e atingir um certo modo de ser. Não é suficiente a liberação dos processos históricos, econômicos e sociais, por exemplo, de um povo colonizado à procura de liberação no sentido estrito. É necessária a prática de liberdade continuada após a liberação. Quando as relações de poder encontram estados de dominação, um indivíduo ou um grupo social chega a bloquear um campo de relações de poder, a torná-las imóveis e fixas e a impedir qualquer reversibilidade do movimento.  A atividade que proponho no entorno da Fábrica de Tecidos Fluminense, no bairro do Barreto, é uma prática da qualidade de cuidado de mim que é uma atividade de resistência pós uma sequência de liberações de alguns processos históricos hetero-normativos que vivencio como performer, mulher, índia, rural, operária, fluminense. És una opción y no una misión. Novas relações de poder são vislumbradas e surgem a partir da condução das relações de prazer com os outros. Acredito que a liberação é desgarrar-se da tradição estóica através da qual o ensino  limita-se à um certo número de verdades, doutrinas e técnicas, as primeiras constituindo os princípios fundamentais de formação e as outras, as regras de conduta. Estas verdades apreendidas, memorizadas, progressivamente aplicadas podem tornar-se uma soberania.Y cuando se da cuenta del lugar que habita em la matriz colonial de poder, se da cuenta que está jerarquizando, y que está jerarquizado por uma máquina de producir diferencias; y em ese momento, cuando se toma conciencia, se percata que esa máquina es la colonialidad, en ese momento cuando se toma conciencia, empieza no solamente a habitar la colonialidad; esto es, des-cubre la herida colonial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde ficam as suas feridas? O quanto de força vocês usam para se defender?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com afeto e empatia,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Viúva de Foucault&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''EXCORPO, Índia Papa-Goiaba, 2014''' (foto de divulgação)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2426.JPG|400px]][[File:IMG_2427.JPG|400px]][[File:IMG_2428.JPG|400px]][[File:IMG_2429.JPG|400px]][[File:IMG_2430.JPG|400px]][[File:IMG_2431.JPG|400px]][[File:IMG_2432.JPG|400px]][[File:IMG_2433.JPG|400px]][[File:IMG_2434.JPG|400px]][[File:IMG_2435.JPG|400px]][[File:IMG_2431.JPG|400px]][[File:IMG_2432.JPG|400px]][[File:IMG_2433.JPG|400px]][[File:IMG_2434.JPG|400px]]][[File:IMG_2436.JPG|400px]][[File:IMG_2440.JPG|400px]][[File:IMG_2438.JPG|400px]][[File:IMG_2308.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''TECNOLOGIA DE MEMÓRIA E CURA, Índia Papa-Goiaba, 2014''' (foto de divulgação)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2581.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2585.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2584.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2585.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2587.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2590.JPG|400px]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2588.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2589.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2591.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2592.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2594.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''&lt;br /&gt;
EXERCÍCIOS DE ROTINA, Índia Papa-Goiaba, 2014''' (processos artísticos)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2300.JPG|400px]]  [[File:IMG_2298.JPG|400px]]  [[File:IMG_2303.JPG|400px]]  [[File:IMG_2372.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2314.JPG|400px]]  [[File:IMG_2375.JPG|400px]]  [[File:IMG_2484.JPG|400px]]  [[File:IMG_2485.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2493.JPG|400px]]  [[File:IMG_2580.JPG|400px]] [[File:IMG_2496.JPG|400px]]  [[File:IMG_2486.JPG|400px]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2496.JPG|400px]]  [[File:IMG_2497.JPG|400px]]  [[File:IMG_2392.JPG|400px]]  [[File:IMG_2546.JPG|400px]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2552.JPG|400px]]  [[File:IMG_2553.JPG|400px]]  [[File:IMG_2557.JPG|400px]]  [[File:IMG_2562.JPG|400px]]  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2234.JPG|400px]]  [[File:IMG_2574.JPG|400px]]  [[File:IMG_2571.JPG|400px]]  [[File:IMG_2570.JPG|400px]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2400.JPG|400px]]  [[File:IMG_2578.JPG|400px]]  [[File:IMG_2578.JPG|400px]]  [[File:IMG_2599.JPG|400px]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Nathália Mello</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Nath%C3%A1lia_Mello&amp;diff=11785</id>
		<title>Nathália Mello</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Nath%C3%A1lia_Mello&amp;diff=11785"/>
				<updated>2014-01-25T04:21:10Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Nathália Mello: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Queridas Synth Modulation, Karla Homolka &amp;amp; Victory Mandala,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma Índia, papa-goiaba, em 2014. Construção minha de terra e água. Abscene é uma nova palavra e eu a aceito hoje. Agora, Abscene é tempo integral, Abscene ascende, de alguma maneira. Ab é um corta-caminho, expressa idéia de corrente, rapidez, de A a B, um tanto linear. A linha de pensamentos de alguém pára e permanece em diferentes pontos. Ab é também prefixo para ausência, abominada. É simples, não é tão complexo quanto o prefixo Ob, que se refere a abertura, exposição, oposição, resistência, bloqueio, finalidade, completude e o seu inverso. Eu escolho Ab particularmente porque Ab não é Ob. Entretanto, Ab está instantes de ser tudo o que Ob é. Eu não quero desaparecer hoje. A inteligência do herói estava muito perturbada. As cunhãs rindo tinham ensinado pra ele que o sagui-açu não era saguim não, eram cláxons campainhas apitos buzinas e tudo era máquina. As onças pardas não eram onças pardas, se chamavam fordes hupmobiles chevrolés dodges mármons e eram máquinas. Os tamanduás e os boitatás as inajás de curuatás de fumo, em vez eram caminhões bondes telefones gorjetas postes chaminés... Eram máquinas e tudo na cidade era só máquina! O herói aprendendo calado. De vez em quando estremecia. Voltava a ficar imóvel escutando assuntando maquinando numa cisma assombrada. Tomou-o um respeito cheio de inveja por essa deusa de deveras forçuda, Tupã famanado que os filhos da mandioca chamavam de Máquina, mais cantadeira que a Mãe-d'Água, em bulhas de sarapantar. Mário de Andrade, Gilberto Freire, Viveiros, todos burgueses. América, daqui por diante, você toma conta das pequenas coisas. Hilda Hilst, covarde. A prática da liberdade ou do cuidado de si é uma forma de resistência à entrada do corpo em jogos de verdade, em jogos coercitivos ou em práticas de si. Na prática coercitiva o sujeito sofreria a pressão de controle dirigida pelas entidades institucionais; na prática de si o sujeito deve se transformar e atingir um certo modo de ser. Não é suficiente a liberação dos processos históricos, econômicos e sociais, por exemplo, de um povo colonizado à procura de liberação no sentido estrito. É necessária a prática de liberdade continuada após a liberação. Quando as relações de poder encontram estados de dominação, um indivíduo ou um grupo social chega a bloquear um campo de relações de poder, a torná-las imóveis e fixas e a impedir qualquer reversibilidade do movimento.  A atividade que proponho no entorno da Fábrica de Tecidos Fluminense, no bairro do Barreto, é uma prática da qualidade de cuidado de mim que é uma atividade de resistência pós uma sequência de liberações de alguns processos históricos hetero-normativos que vivencio como performer, mulher, índia, rural, operária, fluminense. És una opción y no una misión. Novas relações de poder são vislumbradas e surgem a partir da condução das relações de prazer com os outros. Acredito que a liberação é desgarrar-se da tradição estóica através da qual o ensino  limita-se à um certo número de verdades, doutrinas e técnicas, as primeiras constituindo os princípios fundamentais de formação e as outras, as regras de conduta. Estas verdades apreendidas, memorizadas, progressivamente aplicadas podem tornar-se uma soberania.Y cuando se da cuenta del lugar que habita em la matriz colonial de poder, se da cuenta que está jerarquizando, y que está jerarquizado por uma máquina de producir diferencias; y em ese momento, cuando se toma conciencia, se percata que esa máquina es la colonialidad, en ese momento cuando se toma conciencia, empieza no solamente a habitar la colonialidad; esto es, des-cubre la herida colonial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde ficam as suas feridas? O quanto de força vocês usam para se defender?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com afeto e empatia,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Viúva de Foucault&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''EXCORPO, Índia Papa-Goiaba, 2014''' (foto de divulgação)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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[[File:IMG_2426.JPG|400px]][[File:IMG_2427.JPG|400px]][[File:IMG_2428.JPG|400px]][[File:IMG_2429.JPG|400px]][[File:IMG_2430.JPG|400px]][[File:IMG_2431.JPG|400px]][[File:IMG_2432.JPG|400px]][[File:IMG_2433.JPG|400px]][[File:IMG_2434.JPG|400px]][[File:IMG_2435.JPG|400px]][[File:IMG_2431.JPG|400px]][[File:IMG_2432.JPG|400px]][[File:IMG_2433.JPG|400px]][[File:IMG_2434.JPG|400px]]][[File:IMG_2436.JPG|400px]][[File:IMG_2440.JPG|400px]][[File:IMG_2438.JPG|400px]][[File:IMG_2308.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''TECNOLOGIA DE MEMÓRIA E CURA, Índia Papa-Goiaba, 2014''' (foto de divulgação)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2581.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2585.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2584.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2585.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2587.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2590.JPG|400px]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2588.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2589.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2591.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2592.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2594.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''&lt;br /&gt;
EXERCÍCIOS DE ROTINA, Índia Papa-Goiaba, 2014''' (processos artísticos)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2300.JPG|400px]]  [[File:IMG_2298.JPG|400px]]  [[File:IMG_2303.JPG|400px]]  [[File:IMG_2372.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2314.JPG|400px]]  [[File:IMG_2375.JPG|400px]]  [[File:IMG_2484.JPG|400px]]  [[File:IMG_2485.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2552.JPG|400px]]  [[File:IMG_2553.JPG|400px]]  [[File:IMG_2557.JPG|400px]]  [[File:IMG_2562.JPG|400px]]  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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		<author><name>Nathália Mello</name></author>	</entry>

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		<title>Nathália Mello</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Nathália Mello: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Queridas Synth Modulation, Karla Homolka &amp;amp; Victory Mandala,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma Índia, papa-goiaba, em 2014. Construção minha de terra e água. Abscene é uma nova palavra e eu a aceito hoje. Agora, Abscene é tempo integral, Abscene ascende, de alguma maneira. Ab é um corta-caminho, expressa idéia de corrente, rapidez, de A a B, um tanto linear. A linha de pensamentos de alguém pára e permanece em diferentes pontos. Ab é também prefixo para ausência, abominada. É simples, não é tão complexo quanto o prefixo Ob, que se refere a abertura, exposição, oposição, resistência, bloqueio, finalidade, completude e o seu inverso. Eu escolho Ab particularmente porque Ab não é Ob. Entretanto, Ab está instantes de ser tudo o que Ob é. Eu não quero desaparecer hoje. A inteligência do herói estava muito perturbada. As cunhãs rindo tinham ensinado pra ele que o sagui-açu não era saguim não, eram cláxons campainhas apitos buzinas e tudo era máquina. As onças pardas não eram onças pardas, se chamavam fordes hupmobiles chevrolés dodges mármons e eram máquinas. Os tamanduás e os boitatás as inajás de curuatás de fumo, em vez eram caminhões bondes telefones gorjetas postes chaminés... Eram máquinas e tudo na cidade era só máquina! O herói aprendendo calado. De vez em quando estremecia. Voltava a ficar imóvel escutando assuntando maquinando numa cisma assombrada. Tomou-o um respeito cheio de inveja por essa deusa de deveras forçuda, Tupã famanado que os filhos da mandioca chamavam de Máquina, mais cantadeira que a Mãe-d'Água, em bulhas de sarapantar. Mário de Andrade, Gilberto Freire, Viveiros, todos burgueses. América, daqui por diante, você toma conta das pequenas coisas. Hilda Hilst, covarde. A prática da liberdade ou do cuidado de si é uma forma de resistência à entrada do corpo em jogos de verdade, em jogos coercitivos ou em práticas de si. Na prática coercitiva o sujeito sofreria a pressão de controle dirigida pelas entidades institucionais; na prática de si o sujeito deve se transformar e atingir um certo modo de ser. Não é suficiente a liberação dos processos históricos, econômicos e sociais, por exemplo, de um povo colonizado à procura de liberação no sentido estrito. É necessária a prática de liberdade continuada após a liberação. Quando as relações de poder encontram estados de dominação, um indivíduo ou um grupo social chega a bloquear um campo de relações de poder, a torná-las imóveis e fixas e a impedir qualquer reversibilidade do movimento.  A atividade que proponho no entorno da Fábrica de Tecidos Fluminense, no bairro do Barreto, é uma prática da qualidade de cuidado de mim que é uma atividade de resistência pós uma sequência de liberações de alguns processos históricos hetero-normativos que vivencio como performer, mulher, índia, rural, operária, fluminense. És una opción y no una misión. Novas relações de poder são vislumbradas e surgem a partir da condução das relações de prazer com os outros. Acredito que a liberação é desgarrar-se da tradição estóica através da qual o ensino  limita-se à um certo número de verdades, doutrinas e técnicas, as primeiras constituindo os princípios fundamentais de formação e as outras, as regras de conduta. Estas verdades apreendidas, memorizadas, progressivamente aplicadas podem tornar-se uma soberania.Y cuando se da cuenta del lugar que habita em la matriz colonial de poder, se da cuenta que está jerarquizando, y que está jerarquizado por uma máquina de producir diferencias; y em ese momento, cuando se toma conciencia, se percata que esa máquina es la colonialidad, en ese momento cuando se toma conciencia, empieza no solamente a habitar la colonialidad; esto es, des-cubre la herida colonial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde ficam as suas feridas? O quanto de força vocês usam para se defender?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Beijos atenciosos,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Viúva de Foucault&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''EXCORPO, Índia Papa-Goiaba, 2014''' (foto de divulgação)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2426.JPG|400px]][[File:IMG_2427.JPG|400px]][[File:IMG_2428.JPG|400px]][[File:IMG_2429.JPG|400px]][[File:IMG_2430.JPG|400px]][[File:IMG_2431.JPG|400px]][[File:IMG_2432.JPG|400px]][[File:IMG_2433.JPG|400px]][[File:IMG_2434.JPG|400px]][[File:IMG_2435.JPG|400px]][[File:IMG_2431.JPG|400px]][[File:IMG_2432.JPG|400px]][[File:IMG_2433.JPG|400px]][[File:IMG_2434.JPG|400px]]][[File:IMG_2436.JPG|400px]][[File:IMG_2440.JPG|400px]][[File:IMG_2438.JPG|400px]][[File:IMG_2308.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''TECNOLOGIA DE MEMÓRIA E CURA, Índia Papa-Goiaba, 2014''' (foto de divulgação)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2581.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2585.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2587.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2590.JPG|400px]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2588.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2589.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2591.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2592.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2594.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''&lt;br /&gt;
EXERCÍCIOS DE ROTINA, Índia Papa-Goiaba, 2014''' (processos artísticos)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2300.JPG|400px]]  [[File:IMG_2298.JPG|400px]]  [[File:IMG_2303.JPG|400px]]  [[File:IMG_2372.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2314.JPG|400px]]  [[File:IMG_2375.JPG|400px]]  [[File:IMG_2484.JPG|400px]]  [[File:IMG_2485.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2493.JPG|400px]]  [[File:IMG_2580.JPG|400px]] [[File:IMG_2496.JPG|400px]]  [[File:IMG_2486.JPG|400px]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2496.JPG|400px]]  [[File:IMG_2497.JPG|400px]]  [[File:IMG_2392.JPG|400px]]  [[File:IMG_2546.JPG|400px]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2552.JPG|400px]]  [[File:IMG_2553.JPG|400px]]  [[File:IMG_2557.JPG|400px]]  [[File:IMG_2562.JPG|400px]]  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2234.JPG|400px]]  [[File:IMG_2574.JPG|400px]]  [[File:IMG_2571.JPG|400px]]  [[File:IMG_2570.JPG|400px]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2400.JPG|400px]]  [[File:IMG_2578.JPG|400px]]  [[File:IMG_2578.JPG|400px]]  [[File:IMG_2599.JPG|400px]]&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Nathália Mello: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Queridas Synth Modulation, Karla Homolka &amp;amp; Victory Mandala,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma Índia, papa-goiaba, em 2014. Construção minha de terra e água. Abscene é uma nova palavra e eu a aceito hoje. Agora, Abscene é tempo integral, Abscene ascende, de alguma maneira. Ab é um corta-caminho, expressa idéia de corrente, rapidez, de A a B, um tanto linear. A linha de pensamentos de alguém pára e permanece em diferentes pontos. Ab é também prefixo para ausência, abominada. É simples, não é tão complexo quanto o prefixo Ob, que se refere a abertura, exposição, oposição, resistência, bloqueio, finalidade, completude e o seu inverso. Eu escolho Ab particularmente porque Ab não é Ob. Entretanto, Ab está instantes de ser tudo o que Ob é. Eu não quero desaparecer hoje. A inteligência do herói estava muito perturbada. As cunhãs rindo tinham ensinado pra ele que o sagui-açu não era saguim não, eram cláxons campainhas apitos buzinas e tudo era máquina. As onças pardas não eram onças pardas, se chamavam fordes hupmobiles chevrolés dodges mármons e eram máquinas. Os tamanduás e os boitatás as inajás de curuatás de fumo, em vez eram caminhões bondes telefones gorjetas postes chaminés... Eram máquinas e tudo na cidade era só máquina! O herói aprendendo calado. De vez em quando estremecia. Voltava a ficar imóvel escutando assuntando maquinando numa cisma assombrada. Tomou-o um respeito cheio de inveja por essa deusa de deveras forçuda, Tupã famanado que os filhos da mandioca chamavam de Máquina, mais cantadeira que a Mãe-d'Água, em bulhas de sarapantar. Mário de Andrade, Gilberto Freire, Viveiros, todos burgueses. América, daqui por diante, você toma conta das pequenas coisas. Hilda Hilst, covarde. A prática da liberdade ou do cuidado de si é uma forma de resistência à entrada do corpo em jogos de verdade, em jogos coercitivos ou em práticas de si. Na prática coercitiva o sujeito sofreria a pressão de controle dirigida pelas entidades institucionais; na prática de si o sujeito deve se transformar e atingir um certo modo de ser. Não é suficiente a liberação dos processos históricos, econômicos e sociais, por exemplo, de um povo colonizado à procura de liberação no sentido estrito. É necessária a prática de liberdade continuada após a liberação. Quando as relações de poder encontram estados de dominação, um indivíduo ou um grupo social chega a bloquear um campo de relações de poder, a torná-las imóveis e fixas e a impedir qualquer reversibilidade do movimento.  A atividade que proponho no entorno da Fábrica de Tecidos Fluminense, no bairro do Barreto, é uma prática da qualidade de cuidado de mim que é uma atividade de resistência pós uma sequência de liberações de alguns processos históricos hetero-normativos que vivencio como performer, mulher, índia, rural, operária, fluminense. És una opción y no una misión. Novas relações de poder são vislumbradas e surgem a partir da condução das relações de prazer com os outros. Acredito que a liberação é desgarrar-se da tradição estóica através da qual o ensino  limita-se à um certo número de verdades, doutrinas e técnicas, as primeiras constituindo os princípios fundamentais de formação e as outras, as regras de conduta. Estas verdades apreendidas, memorizadas, progressivamente aplicadas podem tornar-se uma soberania.Y cuando se da cuenta del lugar que habita em la matriz colonial de poder, se da cuenta que está jerarquizando, y que está jerarquizado por uma máquina de producir diferencias; y em ese momento, cuando se toma conciencia, se percata que esa máquina es la colonialidad, en ese momento cuando se toma conciencia, empieza no solamente a habitar la colonialidad; esto es, des-cubre la herida colonial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde ficam as suas feridas? O quanto de força vocês usam para se defender?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Beijos atenciosos,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Viúva de Foucault&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''EXCORPO, Índia Papa-Goiaba, 2014''' (foto de divulgação)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2426.JPG|400px]][[File:IMG_2427.JPG|400px]][[File:IMG_2428.JPG|400px]][[File:IMG_2429.JPG|400px]][[File:IMG_2430.JPG|400px]][[File:IMG_2431.JPG|400px]][[File:IMG_2432.JPG|400px]][[File:IMG_2433.JPG|400px]][[File:IMG_2434.JPG|400px]][[File:IMG_2435.JPG|400px]][[File:IMG_2431.JPG|400px]][[File:IMG_2432.JPG|400px]][[File:IMG_2433.JPG|400px]][[File:IMG_2434.JPG|400px]]][[File:IMG_2436.JPG|400px]][[File:IMG_2440.JPG|400px]][[File:IMG_2438.JPG|400px]][[File:IMG_2308.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''TECNOLOGIA DE MEMÓRIA E CURA, Índia Papa-Goiaba, 2014''' (foto de divulgação)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2581.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2585.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
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[[File:IMG_2594.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''''''EXERCÍCIOS DE ROTINA''', Índia Papa-Goiaba, 2014''' (processos artísticos)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2300.JPG|400px]]  [[File:IMG_2298.JPG|400px]]  [[File:IMG_2303.JPG|400px]]  [[File:IMG_2372.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2314.JPG|400px]]  [[File:IMG_2375.JPG|400px]]  [[File:IMG_2484.JPG|400px]]  [[File:IMG_2485.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2493.JPG|400px]]  [[File:IMG_2580.JPG|400px]] [[File:IMG_2496.JPG|400px]]  [[File:IMG_2486.JPG|400px]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2496.JPG|400px]]  [[File:IMG_2497.JPG|400px]]  [[File:IMG_2392.JPG|400px]]  [[File:IMG_2546.JPG|400px]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2552.JPG|400px]]  [[File:IMG_2553.JPG|400px]]  [[File:IMG_2557.JPG|400px]]  [[File:IMG_2562.JPG|400px]]  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2234.JPG|400px]]  [[File:IMG_2574.JPG|400px]]  [[File:IMG_2571.JPG|400px]]  [[File:IMG_2570.JPG|400px]] &lt;br /&gt;
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Nathália Mello: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Queridas Synth Modulation, Karla Homolka &amp;amp; Victory Mandala,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma Índia, papa-goiaba, em 2014. Construção minha de terra e água. Abscene é uma nova palavra e eu a aceito hoje. Agora, Abscene é tempo integral, Abscene ascende, de alguma maneira. Ab é um corta-caminho, expressa idéia de corrente, rapidez, de A a B, um tanto linear. A linha de pensamentos de alguém pára e permanece em diferentes pontos. Ab é também prefixo para ausência, abominada. É simples, não é tão complexo quanto o prefixo Ob, que se refere a abertura, exposição, oposição, resistência, bloqueio, finalidade, completude e o seu inverso. Eu escolho Ab particularmente porque Ab não é Ob. Entretanto, Ab está instantes de ser tudo o que Ob é. Eu não quero desaparecer hoje. A inteligência do herói estava muito perturbada. As cunhãs rindo tinham ensinado pra ele que o sagui-açu não era saguim não, eram cláxons campainhas apitos buzinas e tudo era máquina. As onças pardas não eram onças pardas, se chamavam fordes hupmobiles chevrolés dodges mármons e eram máquinas. Os tamanduás e os boitatás as inajás de curuatás de fumo, em vez eram caminhões bondes telefones gorjetas postes chaminés... Eram máquinas e tudo na cidade era só máquina! O herói aprendendo calado. De vez em quando estremecia. Voltava a ficar imóvel escutando assuntando maquinando numa cisma assombrada. Tomou-o um respeito cheio de inveja por essa deusa de deveras forçuda, Tupã famanado que os filhos da mandioca chamavam de Máquina, mais cantadeira que a Mãe-d'Água, em bulhas de sarapantar. Mário de Andrade, Gilberto Freire, Viveiros, todos burgueses. América, daqui por diante, você toma conta das pequenas coisas. Hilda Hilst, covarde. A prática da liberdade ou do cuidado de si é uma forma de resistência à entrada do corpo em jogos de verdade, em jogos coercitivos ou em práticas de si. Na prática coercitiva o sujeito sofreria a pressão de controle dirigida pelas entidades institucionais; na prática de si o sujeito deve se transformar e atingir um certo modo de ser. Não é suficiente a liberação dos processos históricos, econômicos e sociais, por exemplo, de um povo colonizado à procura de liberação no sentido estrito. É necessária a prática de liberdade continuada após a liberação. Quando as relações de poder encontram estados de dominação, um indivíduo ou um grupo social chega a bloquear um campo de relações de poder, a torná-las imóveis e fixas e a impedir qualquer reversibilidade do movimento.  A atividade que proponho no entorno da Fábrica de Tecidos Fluminense, no bairro do Barreto, é uma prática da qualidade de cuidado de mim que é uma atividade de resistência pós uma sequência de liberações de alguns processos históricos hetero-normativos que vivencio como performer, mulher, índia, rural, operária, fluminense. És una opción y no una misión. Novas relações de poder são vislumbradas e surgem a partir da condução das relações de prazer com os outros. Acredito que a liberação é desgarrar-se da tradição estóica através da qual o ensino  limita-se à um certo número de verdades, doutrinas e técnicas, as primeiras constituindo os princípios fundamentais de formação e as outras, as regras de conduta. Estas verdades apreendidas, memorizadas, progressivamente aplicadas podem tornar-se uma soberania.Y cuando se da cuenta del lugar que habita em la matriz colonial de poder, se da cuenta que está jerarquizando, y que está jerarquizado por uma máquina de producir diferencias; y em ese momento, cuando se toma conciencia, se percata que esa máquina es la colonialidad, en ese momento cuando se toma conciencia, empieza no solamente a habitar la colonialidad; esto es, des-cubre la herida colonial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde ficam as suas feridas? O quanto de força vocês usam para se defender?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Beijos atenciosos,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Viúva de Foucault&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''EXCORPO, Índia Papa-Goiaba, 2014''' (foto de divulgação)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2426.JPG|400px]][[File:IMG_2427.JPG|400px]][[File:IMG_2428.JPG|400px]][[File:IMG_2429.JPG|400px]][[File:IMG_2430.JPG|400px]][[File:IMG_2431.JPG|400px]][[File:IMG_2432.JPG|400px]][[File:IMG_2433.JPG|400px]][[File:IMG_2434.JPG|400px]][[File:IMG_2435.JPG|400px]][[File:IMG_2431.JPG|400px]][[File:IMG_2432.JPG|400px]][[File:IMG_2433.JPG|400px]][[File:IMG_2434.JPG|400px]]][[File:IMG_2436.JPG|400px]][[File:IMG_2440.JPG|400px]][[File:IMG_2438.JPG|400px]][[File:IMG_2308.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''TECNOLOGIA DE MEMÓRIA E CURA, Índia Papa-Goiaba, 2014''' (foto de divulgação)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2581.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2585.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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[[File:IMG_2585.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2298.JPG|400px]]&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Image:IMG_2303.JPG&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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[[File:IMG_2303.JPG|400px]][[File:IMG_2372.JPG|400px]]&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;div&gt;Queridas Synth Modulation, Karla Homolka &amp;amp; Victory Mandala,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma Índia, papa-goiaba, em 2014. Construção minha de terra e água. Abscene é uma nova palavra e eu a aceito hoje. Agora, Abscene é tempo integral, Abscene ascende, de alguma maneira. Ab é um corta-caminho, expressa idéia de corrente, rapidez, de A a B, um tanto linear. A linha de pensamentos de alguém pára e permanece em diferentes pontos. Ab é também prefixo para ausência, abominada. É simples, não é tão complexo quanto o prefixo Ob, que se refere a abertura, exposição, oposição, resistência, bloqueio, finalidade, completude e o seu inverso. Eu escolho Ab particularmente porque Ab não é Ob. Entretanto, Ab está instantes de ser tudo o que Ob é. Eu não quero desaparecer hoje. A inteligência do herói estava muito perturbada. As cunhãs rindo tinham ensinado pra ele que o sagui-açu não era saguim não, eram cláxons campainhas apitos buzinas e tudo era máquina. As onças pardas não eram onças pardas, se chamavam fordes hupmobiles chevrolés dodges mármons e eram máquinas. Os tamanduás e os boitatás as inajás de curuatás de fumo, em vez eram caminhões bondes telefones gorjetas postes chaminés... Eram máquinas e tudo na cidade era só máquina! O herói aprendendo calado. De vez em quando estremecia. Voltava a ficar imóvel escutando assuntando maquinando numa cisma assombrada. Tomou-o um respeito cheio de inveja por essa deusa de deveras forçuda, Tupã famanado que os filhos da mandioca chamavam de Máquina, mais cantadeira que a Mãe-d'Água, em bulhas de sarapantar. Mário de Andrade, Gilberto Freire, Viveiros, todos burgueses. América, daqui por diante, você toma conta das pequenas coisas. Hilda Hilst, covarde. A prática da liberdade ou do cuidado de si é uma forma de resistência à entrada do corpo em jogos de verdade, em jogos coercitivos ou em práticas de si. Na prática coercitiva o sujeito sofreria a pressão de controle dirigida pelas entidades institucionais; na prática de si o sujeito deve se transformar e atingir um certo modo de ser. Não é suficiente a liberação dos processos históricos, econômicos e sociais, por exemplo, de um povo colonizado à procura de liberação no sentido estrito. É necessária a prática de liberdade continuada após a liberação. Quando as relações de poder encontram estados de dominação, um indivíduo ou um grupo social chega a bloquear um campo de relações de poder, a torná-las imóveis e fixas e a impedir qualquer reversibilidade do movimento.  A atividade que proponho no entorno da Fábrica de Tecidos Fluminense, no bairro do Barreto, é uma prática da qualidade de cuidado de mim que é uma atividade de resistência pós uma sequência de liberações de alguns processos históricos hetero-normativos que vivencio como performer, mulher, índia, rural, operária, fluminense. És una opción y no una misión. Novas relações de poder são vislumbradas e surgem a partir da condução das relações de prazer com os outros. Acredito que a liberação é desgarrar-se da tradição estóica através da qual o ensino  limita-se à um certo número de verdades, doutrinas e técnicas, as primeiras constituindo os princípios fundamentais de formação e as outras, as regras de conduta. Estas verdades apreendidas, memorizadas, progressivamente aplicadas podem tornar-se uma soberania.Y cuando se da cuenta del lugar que habita em la matriz colonial de poder, se da cuenta que está jerarquizando, y que está jerarquizado por uma máquina de producir diferencias; y em ese momento, cuando se toma conciencia, se percata que esa máquina es la colonialidad, en ese momento cuando se toma conciencia, empieza no solamente a habitar la colonialidad; esto es, des-cubre la herida colonial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde ficam as suas feridas? O quanto de força vocês usam para se defender?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Beijos atenciosos,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Viúva de Foucault&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''EXCORPO, Índia Papa-Goiaba, 2014''' (foto de divulgação)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2426.JPG|400px]][[File:IMG_2427.JPG|400px]][[File:IMG_2428.JPG|400px]][[File:IMG_2429.JPG|400px]][[File:IMG_2430.JPG|400px]][[File:IMG_2431.JPG|400px]][[File:IMG_2432.JPG|400px]][[File:IMG_2433.JPG|400px]][[File:IMG_2434.JPG|400px]][[File:IMG_2435.JPG|400px]][[File:IMG_2431.JPG|400px]][[File:IMG_2432.JPG|400px]][[File:IMG_2433.JPG|400px]][[File:IMG_2434.JPG|400px]]][[File:IMG_2436.JPG|400px]][[File:IMG_2440.JPG|400px]][[File:IMG_2438.JPG|400px]][[File:IMG_2308.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''TECNOLOGIA DE MEMÓRIA E CURA, Índia Papa-Goiaba, 2014''' (foto de divulgação)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2581.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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[[File:IMG_2590.JPG|400px]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2588.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2589.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2591.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2592.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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		<author><name>Nathália Mello</name></author>	</entry>

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		<title>Nathália Mello</title>
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				<updated>2014-01-25T03:33:20Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Nathália Mello: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Queridas Synth Modulation, Karla Homolka &amp;amp; Victory Mandala,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma Índia, papa-goiaba, em 2014. Construção minha de terra e água. Abscene é uma nova palavra e eu a aceito hoje. Agora, Abscene é tempo integral, Abscene ascende, de alguma maneira. Ab é um corta-caminho, expressa idéia de corrente, rapidez, de A a B, um tanto linear. A linha de pensamentos de alguém pára e permanece em diferentes pontos. Ab é também prefixo para ausência, abominada. É simples, não é tão complexo quanto o prefixo Ob, que se refere a abertura, exposição, oposição, resistência, bloqueio, finalidade, completude e o seu inverso. Eu escolho Ab particularmente porque Ab não é Ob. Entretanto, Ab está instantes de ser tudo o que Ob é. Eu não quero desaparecer hoje. A inteligência do herói estava muito perturbada. As cunhãs rindo tinham ensinado pra ele que o sagui-açu não era saguim não, eram cláxons campainhas apitos buzinas e tudo era máquina. As onças pardas não eram onças pardas, se chamavam fordes hupmobiles chevrolés dodges mármons e eram máquinas. Os tamanduás e os boitatás as inajás de curuatás de fumo, em vez eram caminhões bondes telefones gorjetas postes chaminés... Eram máquinas e tudo na cidade era só máquina! O herói aprendendo calado. De vez em quando estremecia. Voltava a ficar imóvel escutando assuntando maquinando numa cisma assombrada. Tomou-o um respeito cheio de inveja por essa deusa de deveras forçuda, Tupã famanado que os filhos da mandioca chamavam de Máquina, mais cantadeira que a Mãe-d'Água, em bulhas de sarapantar. Mário de Andrade, Gilberto Freire, Viveiros, todos burgueses. América, daqui por diante, você toma conta das pequenas coisas. Hilda Hilst, covarde. A prática da liberdade ou do cuidado de si é uma forma de resistência à entrada do corpo em jogos de verdade, em jogos coercitivos ou em práticas de si. Na prática coercitiva o sujeito sofreria a pressão de controle dirigida pelas entidades institucionais; na prática de si o sujeito deve se transformar e atingir um certo modo de ser. Não é suficiente a liberação dos processos históricos, econômicos e sociais, por exemplo, de um povo colonizado à procura de liberação no sentido estrito. É necessária a prática de liberdade continuada após a liberação. Quando as relações de poder encontram estados de dominação, um indivíduo ou um grupo social chega a bloquear um campo de relações de poder, a torná-las imóveis e fixas e a impedir qualquer reversibilidade do movimento.  A atividade que proponho no entorno da Fábrica de Tecidos Fluminense, no bairro do Barreto, é uma prática da qualidade de cuidado de mim que é uma atividade de resistência pós uma sequência de liberações de alguns processos históricos hetero-normativos que vivencio como performer, mulher, índia, rural, operária, fluminense. És una opción y no una misión. Novas relações de poder são vislumbradas e surgem a partir da condução das relações de prazer com os outros. Acredito que a liberação é desgarrar-se da tradição estóica através da qual o ensino  limita-se à um certo número de verdades, doutrinas e técnicas, as primeiras constituindo os princípios fundamentais de formação e as outras, as regras de conduta. Estas verdades apreendidas, memorizadas, progressivamente aplicadas podem tornar-se uma soberania.Y cuando se da cuenta del lugar que habita em la matriz colonial de poder, se da cuenta que está jerarquizando, y que está jerarquizado por uma máquina de producir diferencias; y em ese momento, cuando se toma conciencia, se percata que esa máquina es la colonialidad, en ese momento cuando se toma conciencia, empieza no solamente a habitar la colonialidad; esto es, des-cubre la herida colonial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde ficam as suas feridas? O quanto de força vocês usam para se defender?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Beijos atenciosos,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Viúva de Foucault&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
EXCORPO, Índia Papa-Goiaba, 2014 (foto de divulgação do trabalho que na verdade é um pdf)&lt;br /&gt;
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[[File:IMG_2426.JPG|400px]][[File:IMG_2427.JPG|400px]][[File:IMG_2428.JPG|400px]][[File:IMG_2429.JPG|400px]][[File:IMG_2430.JPG|400px]][[File:IMG_2431.JPG|400px]][[File:IMG_2432.JPG|400px]][[File:IMG_2433.JPG|400px]][[File:IMG_2434.JPG|400px]][[File:IMG_2435.JPG|400px]][[File:IMG_2431.JPG|400px]][[File:IMG_2432.JPG|400px]][[File:IMG_2433.JPG|400px]][[File:IMG_2434.JPG|400px]]][[File:IMG_2436.JPG|400px]][[File:IMG_2440.JPG|400px]][[File:IMG_2438.JPG|400px]][[File:IMG_2308.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
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TECNOLOGIA DE MEMÓRIA E CURA, Índia Papa-Goiaba, 2014 (foto de divulgação do trabalho que na verdade é um powerpoint com narração)&lt;br /&gt;
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[[File:IMG_2581.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
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[[File:IMG_2587.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
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[[File:IMG_2592.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
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		<author><name>Nathália Mello</name></author>	</entry>

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		<title>Nathália Mello</title>
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				<updated>2014-01-25T03:31:16Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Nathália Mello: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Queridas Synth Modulation, Karla Homolka &amp;amp; Victory Mandala,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma Índia, papa-goiaba, em 2014. Construção minha de terra e água. Abscene é uma nova palavra e eu a aceito hoje. Agora, Abscene é tempo integral, Abscene ascende, de alguma maneira. Ab é um corta-caminho, expressa idéia de corrente, rapidez, de A a B, um tanto linear. A linha de pensamentos de alguém pára e permanece em diferentes pontos. Ab é também prefixo para ausência, abominada. É simples, não é tão complexo quanto o prefixo Ob, que se refere a abertura, exposição, oposição, resistência, bloqueio, finalidade, completude e o seu inverso. Eu escolho Ab particularmente porque Ab não é Ob. Entretanto, Ab está instantes de ser tudo o que Ob é. Eu não quero desaparecer hoje. A inteligência do herói estava muito perturbada. As cunhãs rindo tinham ensinado pra ele que o sagui-açu não era saguim não, eram cláxons campainhas apitos buzinas e tudo era máquina. As onças pardas não eram onças pardas, se chamavam fordes hupmobiles chevrolés dodges mármons e eram máquinas. Os tamanduás e os boitatás as inajás de curuatás de fumo, em vez eram caminhões bondes telefones gorjetas postes chaminés... Eram máquinas e tudo na cidade era só máquina! O herói aprendendo calado. De vez em quando estremecia. Voltava a ficar imóvel escutando assuntando maquinando numa cisma assombrada. Tomou-o um respeito cheio de inveja por essa deusa de deveras forçuda, Tupã famanado que os filhos da mandioca chamavam de Máquina, mais cantadeira que a Mãe-d'Água, em bulhas de sarapantar. Mário de Andrade, Gilberto Freire, Viveiros, todos burgueses. América, daqui por diante, você toma conta das pequenas coisas. Hilda Hilst, covarde. A prática da liberdade ou do cuidado de si é uma forma de resistência à entrada do corpo em jogos de verdade, em jogos coercitivos ou em práticas de si. Na prática coercitiva o sujeito sofreria a pressão de controle dirigida pelas entidades institucionais; na prática de si o sujeito deve se transformar e atingir um certo modo de ser. Não é suficiente a liberação dos processos históricos, econômicos e sociais, por exemplo, de um povo colonizado à procura de liberação no sentido estrito. É necessária a prática de liberdade continuada após a liberação. Quando as relações de poder encontram estados de dominação, um indivíduo ou um grupo social chega a bloquear um campo de relações de poder, a torná-las imóveis e fixas e a impedir qualquer reversibilidade do movimento.  A atividade que proponho no entorno da Fábrica de Tecidos Fluminense, no bairro do Barreto, é uma prática da qualidade de cuidado de mim que é uma atividade de resistência pós uma sequência de liberações de alguns processos históricos hetero-normativos que vivencio como performer, mulher, índia, rural, operária, fluminense. És una opción y no una misión. Novas relações de poder são vislumbradas e surgem a partir da condução das relações de prazer com os outros. Acredito que a liberação é desgarrar-se da tradição estóica através da qual o ensino  limita-se à um certo número de verdades, doutrinas e técnicas, as primeiras constituindo os princípios fundamentais de formação e as outras, as regras de conduta. Estas verdades apreendidas, memorizadas, progressivamente aplicadas podem tornar-se uma soberania.Y cuando se da cuenta del lugar que habita em la matriz colonial de poder, se da cuenta que está jerarquizando, y que está jerarquizado por uma máquina de producir diferencias; y em ese momento, cuando se toma conciencia, se percata que esa máquina es la colonialidad, en ese momento cuando se toma conciencia, empieza no solamente a habitar la colonialidad; esto es, des-cubre la herida colonial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde ficam as suas feridas? O quanto de força vocês usam para se defender?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Beijos atenciosos,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Viúva de Foucault&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
EXCORPO, Índia Papa-Goiaba, 2014 (foto de divulgação do trabalho que na verdade é um pdf)&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2426.JPG|400px]][[File:IMG_2427.JPG|400px]][[File:IMG_2428.JPG|400px]][[File:IMG_2429.JPG|400px]][[File:IMG_2430.JPG|400px]][[File:IMG_2431.JPG|400px]][[File:IMG_2432.JPG|400px]][[File:IMG_2433.JPG|400px]][[File:IMG_2434.JPG|400px]][[File:IMG_2435.JPG|400px]][[File:IMG_2431.JPG|400px]][[File:IMG_2432.JPG|400px]][[File:IMG_2433.JPG|400px]][[File:IMG_2434.JPG|400px]]][[File:IMG_2436.JPG|400px]][[File:IMG_2440.JPG|400px]][[File:IMG_2438.JPG|400px]][[File:IMG_2308.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TECNOLOGIA DE MEMÓRIA E CURA, Índia Papa-Goiaba, 2014 (foto de divulgação do trabalho que na verdade é um powerpoint com narração)&lt;br /&gt;
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[[File:IMG_2581.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
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[[File:IMG_2588.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
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[[File:IMG_2592.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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		<author><name>Nathália Mello</name></author>	</entry>

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				<updated>2014-01-25T03:27:06Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Nathália Mello: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Queridas Synth Modulation, Karla Homolka &amp;amp; Victory Mandala,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma Índia, papa-goiaba, em 2014. Construção minha de terra e água. Abscene é uma nova palavra e eu a aceito hoje. Agora, Abscene é tempo integral, Abscene ascende, de alguma maneira. Ab é um corta-caminho, expressa idéia de corrente, rapidez, de A a B, um tanto linear. A linha de pensamentos de alguém pára e permanece em diferentes pontos. Ab é também prefixo para ausência, abominada. É simples, não é tão complexo quanto o prefixo Ob, que se refere a abertura, exposição, oposição, resistência, bloqueio, finalidade, completude e o seu inverso. Eu escolho Ab particularmente porque Ab não é Ob. Entretanto, Ab está instantes de ser tudo o que Ob é. Eu não quero desaparecer hoje. A inteligência do herói estava muito perturbada. As cunhãs rindo tinham ensinado pra ele que o sagui-açu não era saguim não, eram cláxons campainhas apitos buzinas e tudo era máquina. As onças pardas não eram onças pardas, se chamavam fordes hupmobiles chevrolés dodges mármons e eram máquinas. Os tamanduás e os boitatás as inajás de curuatás de fumo, em vez eram caminhões bondes telefones gorjetas postes chaminés... Eram máquinas e tudo na cidade era só máquina! O herói aprendendo calado. De vez em quando estremecia. Voltava a ficar imóvel escutando assuntando maquinando numa cisma assombrada. Tomou-o um respeito cheio de inveja por essa deusa de deveras forçuda, Tupã famanado que os filhos da mandioca chamavam de Máquina, mais cantadeira que a Mãe-d'Água, em bulhas de sarapantar. Mário de Andrade, Gilberto Freire, Viveiros, todos burgueses. América, daqui por diante, você toma conta das pequenas coisas. Hilda Hilst, covarde. A prática da liberdade ou do cuidado de si é uma forma de resistência à entrada do corpo em jogos de verdade, em jogos coercitivos ou em práticas de si. Na prática coercitiva o sujeito sofreria a pressão de controle dirigida pelas entidades institucionais; na prática de si o sujeito deve se transformar e atingir um certo modo de ser. Não é suficiente a liberação dos processos históricos, econômicos e sociais, por exemplo, de um povo colonizado à procura de liberação no sentido estrito. É necessária a prática de liberdade continuada após a liberação. Quando as relações de poder encontram estados de dominação, um indivíduo ou um grupo social chega a bloquear um campo de relações de poder, a torná-las imóveis e fixas e a impedir qualquer reversibilidade do movimento.  A atividade que proponho no entorno da Fábrica de Tecidos Fluminense, no bairro do Barreto, é uma prática da qualidade de cuidado de mim que é uma atividade de resistência pós uma sequência de liberações de alguns processos históricos hetero-normativos que vivencio como performer, mulher, índia, rural, operária, fluminense. És una opción y no una misión. Novas relações de poder são vislumbradas e surgem a partir da condução das relações de prazer com os outros. Acredito que a liberação é desgarrar-se da tradição estóica através da qual o ensino  limita-se à um certo número de verdades, doutrinas e técnicas, as primeiras constituindo os princípios fundamentais de formação e as outras, as regras de conduta. Estas verdades apreendidas, memorizadas, progressivamente aplicadas podem tornar-se uma soberania.Y cuando se da cuenta del lugar que habita em la matriz colonial de poder, se da cuenta que está jerarquizando, y que está jerarquizado por uma máquina de producir diferencias; y em ese momento, cuando se toma conciencia, se percata que esa máquina es la colonialidad, en ese momento cuando se toma conciencia, empieza no solamente a habitar la colonialidad; esto es, des-cubre la herida colonial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde ficam as suas feridas? O quanto de força vocês usam para se defender?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Beijos atenciosos,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Viúva de Foucault&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
EXCORPO, Índia Papa-Goiaba, 2014 (foto de divulgação do trabalho que na verdade é um pdf)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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[[File:IMG_2426.JPG|400px]][[File:IMG_2427.JPG|400px]][[File:IMG_2428.JPG|400px]][[File:IMG_2429.JPG|400px]][[File:IMG_2430.JPG|400px]][[File:IMG_2431.JPG|400px]][[File:IMG_2432.JPG|400px]][[File:IMG_2433.JPG|400px]][[File:IMG_2434.JPG|400px]][[File:IMG_2435.JPG|400px]][[File:IMG_2431.JPG|400px]][[File:IMG_2432.JPG|400px]][[File:IMG_2433.JPG|400px]][[File:IMG_2434.JPG|400px]]][[File:IMG_2436.JPG|400px]][[File:IMG_2440.JPG|400px]][[File:IMG_2438.JPG|400px]][[File:IMG_2439.JPG|400px]][[File:IMG_2308.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TECNOLOGIA DE MEMÓRIA E CURA, Índia Papa-Goiaba, 2014 (foto de divulgação do trabalho que na verdade é um powerpoint com narração)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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[[File:IMG_2581.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
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[[File:IMG_2588.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2589.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2591.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2594.JPG|400px]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Nathália Mello</name></author>	</entry>

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		<title>Nathália Mello</title>
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				<updated>2014-01-25T03:25:45Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Nathália Mello: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Queridas Synth Modulation, Karla Homolka &amp;amp; Victory Mandala,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma Índia, papa-goiaba, em 2014. Construção minha de terra e água. Abscene é uma nova palavra e eu a aceito hoje. Agora, Abscene é tempo integral, Abscene ascende, de alguma maneira. Ab é um corta-caminho, expressa idéia de corrente, rapidez, de A a B, um tanto linear. A linha de pensamentos de alguém pára e permanece em diferentes pontos. Ab é também prefixo para ausência, abominada. É simples, não é tão complexo quanto o prefixo Ob, que se refere a abertura, exposição, oposição, resistência, bloqueio, finalidade, completude e o seu inverso. Eu escolho Ab particularmente porque Ab não é Ob. Entretanto, Ab está instantes de ser tudo o que Ob é. Eu não quero desaparecer hoje. A inteligência do herói estava muito perturbada. As cunhãs rindo tinham ensinado pra ele que o sagui-açu não era saguim não, eram cláxons campainhas apitos buzinas e tudo era máquina. As onças pardas não eram onças pardas, se chamavam fordes hupmobiles chevrolés dodges mármons e eram máquinas. Os tamanduás e os boitatás as inajás de curuatás de fumo, em vez eram caminhões bondes telefones gorjetas postes chaminés... Eram máquinas e tudo na cidade era só máquina! O herói aprendendo calado. De vez em quando estremecia. Voltava a ficar imóvel escutando assuntando maquinando numa cisma assombrada. Tomou-o um respeito cheio de inveja por essa deusa de deveras forçuda, Tupã famanado que os filhos da mandioca chamavam de Máquina, mais cantadeira que a Mãe-d'Água, em bulhas de sarapantar. Mário de Andrade, Gilberto Freire, Viveiros, todos burgueses. América, daqui por diante, você toma conta das pequenas coisas. Hilda Hilst, covarde. A prática da liberdade ou do cuidado de si é uma forma de resistência à entrada do corpo em jogos de verdade, em jogos coercitivos ou em práticas de si. Na prática coercitiva o sujeito sofreria a pressão de controle dirigida pelas entidades institucionais; na prática de si o sujeito deve se transformar e atingir um certo modo de ser. Não é suficiente a liberação dos processos históricos, econômicos e sociais, por exemplo, de um povo colonizado à procura de liberação no sentido estrito. É necessária a prática de liberdade continuada após a liberação. Quando as relações de poder encontram estados de dominação, um indivíduo ou um grupo social chega a bloquear um campo de relações de poder, a torná-las imóveis e fixas e a impedir qualquer reversibilidade do movimento.  A atividade que proponho no entorno da Fábrica de Tecidos Fluminense, no bairro do Barreto, é uma prática da qualidade de cuidado de mim que é uma atividade de resistência pós uma sequência de liberações de alguns processos históricos hetero-normativos que vivencio como performer, mulher, índia, rural, operária, fluminense. És una opción y no una misión. Novas relações de poder são vislumbradas e surgem a partir da condução das relações de prazer com os outros. Acredito que a liberação é desgarrar-se da tradição estóica através da qual o ensino  limita-se à um certo número de verdades, doutrinas e técnicas, as primeiras constituindo os princípios fundamentais de formação e as outras, as regras de conduta. Estas verdades apreendidas, memorizadas, progressivamente aplicadas podem tornar-se uma soberania.Y cuando se da cuenta del lugar que habita em la matriz colonial de poder, se da cuenta que está jerarquizando, y que está jerarquizado por uma máquina de producir diferencias; y em ese momento, cuando se toma conciencia, se percata que esa máquina es la colonialidad, en ese momento cuando se toma conciencia, empieza no solamente a habitar la colonialidad; esto es, des-cubre la herida colonial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde ficam as suas feridas? O quanto de força vocês usam para se defender?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Beijos atenciosos,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Viúva de Foucault&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
EXCORPO, Índia Papa-Goiaba, 2014 (foto de divulgação do trabalho que na verdade é um pdf)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2426.JPG|400px]][[File:IMG_2427.JPG|400px]][[File:IMG_2428.JPG|400px]][[File:IMG_2429.JPG|400px]][[File:IMG_2430.JPG|400px]][[File:IMG_2431.JPG|400px]][[File:IMG_2432.JPG|400px]][[File:IMG_2308.JPG|400px]][[File:IMG_2433.JPG|400px]][[File:IMG_2434.JPG|400px]][[File:IMG_2435.JPG|400px]][[File:IMG_2431.JPG|400px]][[File:IMG_2432.JPG|400px]][[File:IMG_2433.JPG|400px]][[File:IMG_2434.JPG|400px]]][[File:IMG_2436.JPG|400px]][[File:IMG_2440.JPG|400px]][[File:IMG_2438.JPG|400px]][[File:IMG_2439.JPG|400px]][[File:IMG_2443.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
[[File:IMG_2308.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TECNOLOGIA DE MEMÓRIA E CURA, Índia Papa-Goiaba, 2014 (foto de divulgação do trabalho que na verdade é um powerpoint com narração)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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[[File:IMG_2581.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
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		<author><name>Nathália Mello</name></author>	</entry>

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		<title>Nathália Mello</title>
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				<updated>2014-01-25T03:24:16Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Nathália Mello: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Queridas Synth Modulation, Karla Homolka &amp;amp; Victory Mandala,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma Índia, papa-goiaba, em 2014. Construção minha de terra e água. Abscene é uma nova palavra e eu a aceito hoje. Agora, Abscene é tempo integral, Abscene ascende, de alguma maneira. Ab é um corta-caminho, expressa idéia de corrente, rapidez, de A a B, um tanto linear. A linha de pensamentos de alguém pára e permanece em diferentes pontos. Ab é também prefixo para ausência, abominada. É simples, não é tão complexo quanto o prefixo Ob, que se refere a abertura, exposição, oposição, resistência, bloqueio, finalidade, completude e o seu inverso. Eu escolho Ab particularmente porque Ab não é Ob. Entretanto, Ab está instantes de ser tudo o que Ob é. Eu não quero desaparecer hoje. A inteligência do herói estava muito perturbada. As cunhãs rindo tinham ensinado pra ele que o sagui-açu não era saguim não, eram cláxons campainhas apitos buzinas e tudo era máquina. As onças pardas não eram onças pardas, se chamavam fordes hupmobiles chevrolés dodges mármons e eram máquinas. Os tamanduás e os boitatás as inajás de curuatás de fumo, em vez eram caminhões bondes telefones gorjetas postes chaminés... Eram máquinas e tudo na cidade era só máquina! O herói aprendendo calado. De vez em quando estremecia. Voltava a ficar imóvel escutando assuntando maquinando numa cisma assombrada. Tomou-o um respeito cheio de inveja por essa deusa de deveras forçuda, Tupã famanado que os filhos da mandioca chamavam de Máquina, mais cantadeira que a Mãe-d'Água, em bulhas de sarapantar. Mário de Andrade, Gilberto Freire, Viveiros, todos burgueses. América, daqui por diante, você toma conta das pequenas coisas. Hilda Hilst, covarde. A prática da liberdade ou do cuidado de si é uma forma de resistência à entrada do corpo em jogos de verdade, em jogos coercitivos ou em práticas de si. Na prática coercitiva o sujeito sofreria a pressão de controle dirigida pelas entidades institucionais; na prática de si o sujeito deve se transformar e atingir um certo modo de ser. Não é suficiente a liberação dos processos históricos, econômicos e sociais, por exemplo, de um povo colonizado à procura de liberação no sentido estrito. É necessária a prática de liberdade continuada após a liberação. Quando as relações de poder encontram estados de dominação, um indivíduo ou um grupo social chega a bloquear um campo de relações de poder, a torná-las imóveis e fixas e a impedir qualquer reversibilidade do movimento.  A atividade que proponho no entorno da Fábrica de Tecidos Fluminense, no bairro do Barreto, é uma prática da qualidade de cuidado de mim que é uma atividade de resistência pós uma sequência de liberações de alguns processos históricos hetero-normativos que vivencio como performer, mulher, índia, rural, operária, fluminense. És una opción y no una misión. Novas relações de poder são vislumbradas e surgem a partir da condução das relações de prazer com os outros. Acredito que a liberação é desgarrar-se da tradição estóica através da qual o ensino  limita-se à um certo número de verdades, doutrinas e técnicas, as primeiras constituindo os princípios fundamentais de formação e as outras, as regras de conduta. Estas verdades apreendidas, memorizadas, progressivamente aplicadas podem tornar-se uma soberania.Y cuando se da cuenta del lugar que habita em la matriz colonial de poder, se da cuenta que está jerarquizando, y que está jerarquizado por uma máquina de producir diferencias; y em ese momento, cuando se toma conciencia, se percata que esa máquina es la colonialidad, en ese momento cuando se toma conciencia, empieza no solamente a habitar la colonialidad; esto es, des-cubre la herida colonial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde ficam as suas feridas? O quanto de força vocês usam para se defender?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Beijos atenciosos,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Viúva de Foucault&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
EXCORPO, Índia Papa-Goiaba, 2014 (foto de divulgação do trabalho que na verdade é um pdf)&lt;br /&gt;
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[[File:IMG_2426.JPG|400px]][[File:IMG_2427.JPG|400px]][[File:IMG_2428.JPG|400px]][[File:IMG_2429.JPG|400px]][[File:IMG_2430.JPG|400px]][[File:IMG_2431.JPG|400px]][[File:IMG_2432.JPG|400px]][[File:IMG_2308.JPG|400px]][[File:IMG_2433.JPG|400px]][[File:IMG_2434.JPG|400px]][[File:IMG_2435.JPG|400px]][[File:IMG_2431.JPG|400px]][[File:IMG_2432.JPG|400px]][[File:IMG_2433.JPG|400px]][[File:IMG_2434.JPG|400px]]][[File:IMG_2436.JPG|400px]][[File:IMG_2440.JPG|400px]][[File:IMG_2438.JPG|400px]][[File:IMG_2439.JPG|400px]][[File:IMG_2442.JPG|400px]][[File:IMG_2443.JPG|400px]]&lt;br /&gt;
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TECNOLOGIA DE MEMÓRIA E CURA, Índia Papa-Goiaba, 2014 (foto de divulgação do trabalho que na verdade é um powerpoint com narração)&lt;br /&gt;
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