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		<title>wiki da nuvem - Contribuições do(a) usuário(a) [pt-br]</title>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Halley</name></author>	</entry>

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		<title>Claudia Halley e Marcelo Pinel</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Halley: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''ENTIDADES TÉRREAS'''&lt;br /&gt;
(...) e então Deus fez a humanidade de barro.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:dona babosa.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Nosso corpo humano carnal, nada mais é que sofisticadas terras transmutadas e enriquecidas de uma grande parte de água. Durante a vida, o corpo se alimenta de várias plantas, frutos, grãos e outros animais. Ao morrer, o corpo se decompõe retornando ou se transformando em terra. Em contraponto, a mesma terra proveniente da morte dos seres vivos, proporciona mais uma vez alimento ao reino vegetal, continuando um ciclo eterno.  &lt;br /&gt;
A terra é como a vida da morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ENTIDADES TÉRREAS se resumem em terra fértil retirada do solo e depositadas dentro de roupas até preencher-las em suas formas evocando presenças humanas. A mesma terra fértil da decomposição é colocada em sua forma bruta e encarna um ser humanoide quase vivo. Vivo em presença, que com o passar do tempo vai retornando à sua origem, e ao mesmo tempo, transmutando-se nas várias vidas vegetais que brotam de si mesmas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ficamos alguns dias na estação rural confeccionado algumas dessas entidades e às deixamos em alguns pontos no terreno, deixadas para serem regadas pela chuva, habitadas por minhocas, insetos, e outros seres. É o oposto de espantalho, simbolizando uma integração do ser humano com a natureza.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Processs.jpg]]        [[Arquivo:chimpc1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:morto.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:gravida.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:escondido.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:tomanosol.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:mortoclose.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''RESIDÊNTES INTERNACIONAIS PERMANENTES NA NUVEM'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:jardins internacionais 2.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:jardins internacionais.jpg|600px|thumb|right|Mapeamento da origem de espécies vegetais em seus respectivos países de origem.&lt;br /&gt;
A grande maioria das espécies vegetais encontradas nas dependência da Nuvem são nativas da mata atlântica e do Brasil. Entretanto não é difícil encontrar espécies exoticas de vegetais. Assim como houveram várias migrações de povos em vários períodos da história da humanidade, as plantas (alimenticias, ornamentais, medicinais, aromáticas etc.) sempre estiveram juntos com os humanos nessas migrações e colonizações.&lt;br /&gt;
]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espécies coletadas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Ipomea&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Hibisco-colibri&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Malvarisco&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trevo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hera&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pinheiro Negro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hortência &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Confete&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tritônia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Azaléa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Maracuja&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rabo-de-gato&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Unha-de-gato&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pingo-de-ouro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Avenca&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capuchinha&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vassourinha&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pinheiro-sivestre&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rosa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Beijo-turco''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 PANCs na Nuvem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante nossa estadia na residência nuvem, incrementamos as refeições diárias com pratos usando PANCs (Plantas Alimentícias não-convencionais). &lt;br /&gt;
Nas dependências do sítio, haviam uma grande variedades destes vegetais comestíveis. Com objetivo de experimentar e difundir esse conhecimento tão sustentável, preparamos pratos usando essas PANCs como ingredientes. Todas as espécies foram seguramente reconhecidas (pelo menos ninguém passou mal!) usando livro de Plantas Alimentícias Não Convencionais do Instituto PLANTARUM.&lt;br /&gt;
Deixamos uma publicação impressa na biblioteca da casa, ajudando a identificar algumas PANCs (as que utilizamos nos pratos)  nas dependências da Nuvem.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:salada.jpg]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:hibisco.jpg]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:geleia.jpg]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:taioba.jpg]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ilt.jpg]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Halley</name></author>	</entry>

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		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Claudia_Halley_e_Marcelo_Pinel&amp;diff=14255</id>
		<title>Claudia Halley e Marcelo Pinel</title>
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				<updated>2016-02-07T15:28:44Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Halley: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''ENTIDADES TÉRREAS'''&lt;br /&gt;
(...) e então Deus fez a humanidade de barro.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:dona babosa.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Nosso corpo humano carnal, nada mais é que sofisticadas terras transmutadas e enriquecidas de uma grande parte de água. Durante a vida, o corpo se alimenta de várias plantas, frutos, grãos e outros animais. Ao morrer, o corpo se decompõe retornando ou se transformando em terra. Em contraponto, a mesma terra proveniente da morte dos seres vivos, proporciona mais uma vez alimento ao reino vegetal, continuando um ciclo eterno.  &lt;br /&gt;
A terra é como a vida da morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ENTIDADES TÉRREAS se resumem em terra fértil retirada do solo e depositadas dentro de roupas até preencher-las em suas formas evocando presenças humanas. A mesma terra fértil da decomposição é colocada em sua forma bruta e encarna um ser humanoide quase vivo. Vivo em presença, que com o passar do tempo vai retornando à sua origem, e ao mesmo tempo, transmutando-se nas várias vidas vegetais que brotam de si mesmas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ficamos alguns dias na estação rural confeccionado algumas dessas entidades e às deixamos em alguns pontos no terreno, deixadas para serem regadas pela chuva, habitadas por minhocas, insetos, e outros seres. É o oposto de espantalho, simbolizando uma integração do ser humano com a natureza.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Processs.jpg]]        [[Arquivo:chimpc1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:morto.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:gravida.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:escondido.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:tomanosol.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:mortoclose.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''RESIDÊNTES INTERNACIONAIS PERMANENTES NA NUVEM'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:jardins internacionais 2.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:jardins internacionais.jpg|600px|thumb|right|Mapeamento da origem de espécies vegetais em seus respectivos países de origem.&lt;br /&gt;
A grande maioria das espécies vegetais encontradas nas dependência da Nuvem são nativas da mata atlântica e do Brasil. Entretanto não é difícil encontrar espécies exoticas de vegetais. Assim como houveram várias migrações de povos em vários períodos da história da humanidade, as plantas (alimenticias, ornamentais, medicinais, aromáticas etc.) sempre estiveram juntos com os humanos nessas migrações e colonizações.&lt;br /&gt;
]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espécies coletadas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Ipomea&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Hibisco-colibri&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Malvarisco&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trevo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hera&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pinheiro Negro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hortência &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Confete&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tritônia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Azaléa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Maracuja&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rabo-de-gato&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Unha-de-gato&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pingo-de-ouro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Avenca&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capuchinha&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vassourinha&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pinheiro-sivestre&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rosa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Beijo-turco''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 PANCs na Nuvem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante nossa estadia na residência nuvem, incrementamos as refeições diárias com pratos usando PANCs (Plantas Alimentícias não-convencionais). &lt;br /&gt;
Nas dependências do sítio, haviam uma grande variedades destes vegetais comestíveis. Com objetivo de experimentar e difundir esse conhecimento tão sustentável, preparamos pratos usando essas PANCs como ingredientes. Todas as espécies foram seguramente reconhecidas (pelo menos ninguém passou mal!) usando livro de Plantas Alimentícias Não Convencionais do Instituto PLANTARUM.&lt;br /&gt;
Deixamos uma publicação impressa na biblioteca da casa, ajudando a identificar algumas PANCs (as que utilizamos nos pratos)  nas dependências da Nuvem.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Exemplo.jpg]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Exemplo.jpg]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Exemplo.jpg]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Halley</name></author>	</entry>

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		<title>Claudia Halley e Marcelo Pinel</title>
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				<updated>2016-02-07T15:26:39Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Halley: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''ENTIDADES TÉRREAS'''&lt;br /&gt;
(...) e então Deus fez a humanidade de barro.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:dona babosa.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Nosso corpo humano carnal, nada mais é que sofisticadas terras transmutadas e enriquecidas de uma grande parte de água. Durante a vida, o corpo se alimenta de várias plantas, frutos, grãos e outros animais. Ao morrer, o corpo se decompõe retornando ou se transformando em terra. Em contraponto, a mesma terra proveniente da morte dos seres vivos, proporciona mais uma vez alimento ao reino vegetal, continuando um ciclo eterno.  &lt;br /&gt;
A terra é como a vida da morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ENTIDADES TÉRREAS se resumem em terra fértil retirada do solo e depositadas dentro de roupas até preencher-las em suas formas evocando presenças humanas. A mesma terra fértil da decomposição é colocada em sua forma bruta e encarna um ser humanoide quase vivo. Vivo em presença, que com o passar do tempo vai retornando à sua origem, e ao mesmo tempo, transmutando-se nas várias vidas vegetais que brotam de si mesmas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ficamos alguns dias na estação rural confeccionado algumas dessas entidades e às deixamos em alguns pontos no terreno, deixadas para serem regadas pela chuva, habitadas por minhocas, insetos, e outros seres. É o oposto de espantalho, simbolizando uma integração do ser humano com a natureza.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Processs.jpg]]        [[Arquivo:chimpc1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:morto.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:gravida.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:escondido.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:tomanosol.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:mortoclose.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''RESIDÊNTES INTERNACIONAIS PERMANENTES NA NUVEM'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:jardins internacionais 2.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:jardins internacionais.jpg|600px|thumb|right|Mapeamento da origem de espécies vegetais em seus respectivos países de origem.&lt;br /&gt;
A grande maioria das espécies vegetais encontradas nas dependência da Nuvem são nativas da mata atlântica e do Brasil. Entretanto não é difícil encontrar espécies exoticas de vegetais. Assim como houveram várias migrações de povos em vários períodos da história da humanidade, as plantas (alimenticias, ornamentais, medicinais, aromáticas etc.) sempre estiveram juntos com os humanos nessas migrações e colonizações.&lt;br /&gt;
]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espécies coletadas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Ipomea&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Hibisco-colibri&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Malvarisco&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trevo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hera&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pinheiro Negro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hortência &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Confete&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tritônia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Azaléa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Maracuja&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rabo-de-gato&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Unha-de-gato&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pingo-de-ouro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Avenca&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capuchinha&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vassourinha&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pinheiro-sivestre&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rosa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Beijo-turco''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 PANCs na Nuvem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante nossa estadia na residência nuvem, incrementamos as refeições diárias com pratos usando PANCs (Plantas Alimentícias não-convencionais). &lt;br /&gt;
Nas dependências do sítio, haviam uma grande variedades destes vegetais comestíveis. Com objetivo de experimentar e difundir esse conhecimento tão sustentável, preparamos pratos usando essas PANCs como ingredientes. Todas as espécies foram seguramente reconhecidas (pelo menos ninguém passou mal!) usando livro de Plantas Alimentícias Não Convencionais do Instituto PLANTARUM.&lt;br /&gt;
Deixamos uma publicação impressa na biblioteca da casa, ajudando a identificar algumas PANCs (as que utilizamos nos pratos)  nas dependências da Nuvem&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Halley</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Claudia_Halley_e_Marcelo_Pinel&amp;diff=14222</id>
		<title>Claudia Halley e Marcelo Pinel</title>
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				<updated>2016-01-22T16:48:02Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Halley: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''ENTIDADES TÉRREAS'''&lt;br /&gt;
(...) e então Deus fez a humanidade de barro.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:dona babosa.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Nosso corpo humano carnal, nada mais é que sofisticadas terras transmutadas e enriquecidas de uma grande parte de água. Durante a vida, o corpo se alimenta de várias plantas, frutos, grãos e outros animais. Ao morrer, o corpo se decompõe retornando ou se transformando em terra. Em contraponto, a mesma terra proveniente da morte dos seres vivos, proporciona mais uma vez alimento ao reino vegetal, continuando um ciclo eterno.  &lt;br /&gt;
A terra é como a vida da morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ENTIDADES TÉRREAS se resumem em terra fértil retirada do solo e depositadas dentro de roupas até preencher-las em suas formas evocando presenças humanas. A mesma terra fértil da decomposição é colocada em sua forma bruta e encarna um ser humanoide quase vivo. Vivo em presença, que com o passar do tempo vai retornando à sua origem, e ao mesmo tempo, transmutando-se nas várias vidas vegetais que brotam de si mesmas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ficamos alguns dias na estação rural confeccionado algumas dessas entidades e às deixamos em alguns pontos no terreno, deixadas para serem regadas pela chuva, habitadas por minhocas, insetos, e outros seres. É o oposto de espantalho, simbolizando uma integração do ser humano com a natureza.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Processs.jpg]]        [[Arquivo:chimpc1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:morto.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:gravida.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:escondido.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:tomanosol.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:mortoclose.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''RESIDÊNTES INTERNACIONAIS PERMANENTES NA NUVEM'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:jardins internacionais 2.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:jardins internacionais.jpg|600px|thumb|right|Mapeamento da origem de espécies vegetais em seus respectivos países de origem.&lt;br /&gt;
A grande maioria das espécies vegetais encontradas nas dependência da Nuvem são nativas da mata atlântica e do Brasil. Entretanto não é difícil encontrar espécies exoticas de vegetais. Assim como houveram várias migrações de povos em vários períodos da história da humanidade, as plantas (alimenticias, ornamentais, medicinais, aromáticas etc.) sempre estiveram juntos com os humanos nessas migrações e colonizações.&lt;br /&gt;
]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espécies coletadas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Ipomea&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Hibisco-colibri&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Malvarisco&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trevo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hera&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pinheiro Negro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hortência &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Confete&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tritônia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Azaléa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Maracuja&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rabo-de-gato&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Unha-de-gato&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pingo-de-ouro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Avenca&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capuchinha&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vassourinha&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pinheiro-sivestre&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rosa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Beijo-turco''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 PANCs na Nuvem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante nossa estadia na nuvem, fizemos paralelamente&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Halley</name></author>	</entry>

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		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Claudia_Halley_e_Marcelo_Pinel&amp;diff=14221</id>
		<title>Claudia Halley e Marcelo Pinel</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Claudia_Halley_e_Marcelo_Pinel&amp;diff=14221"/>
				<updated>2016-01-22T13:52:39Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Halley: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''ENTIDADES TÉRREAS'''&lt;br /&gt;
(...) e então Deus fez a humanidade de barro.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:dona babosa.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Nosso corpo humano carnal, nada mais é que sofisticadas terras transmutadas e enriquecidas de uma grande parte de água. Durante a vida, o corpo se alimenta de várias plantas, frutos, grãos e outros animais. Ao morrer, o corpo se decompõe retornando ou se transformando em terra. Em contraponto, a mesma terra proveniente da morte dos seres vivos, proporciona mais uma vez alimento ao reino vegetal, continuando um ciclo eterno.  &lt;br /&gt;
A terra é como a vida da morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ENTIDADES TÉRREAS se resumem em terra fértil retirada do solo e depositadas dentro de roupas até preencher-las em suas formas evocando presenças humanas. A mesma terra fértil da decomposição é colocada em sua forma bruta e encarna um ser humanoide quase vivo. Vivo em presença, que com o passar do tempo vai retornando à sua origem, e ao mesmo tempo, transmutando-se nas várias vidas vegetais que brotam de si mesmas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ficamos alguns dias na estação rural confeccionado algumas dessas entidades e às deixamos em alguns pontos no terreno, deixadas para serem regadas pela chuva, habitadas por minhocas, insetos, e outros seres. É o oposto de espantalho, simbolizando uma integração do ser humano com a natureza.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Processs.jpg]]        [[Arquivo:chimpc1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:morto.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:gravida.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:escondido.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:tomanosol.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:mortoclose.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''RESIDÊNTES INTERNACIONAIS PERMANENTES NA NUVEM'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:jardins internacionais 2.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:jardins internacionais.jpg|400px|thumb|right|Mapeamento da origem de espécies vegetais em seus respectivos países de origem.&lt;br /&gt;
A grande maioria das espécies vegetais encontradas nas dependência da Nuvem são nativas da mata atlântica e do Brasil. Entretanto não é difícil encontrar espécies exoticas de vegetais. Assim como houveram várias migrações de povos em vários períodos da história da humanidade, as plantas (alimenticias, ornamentais, medicinais, aromáticas etc.) sempre estiveram juntos com os humanos nessas migrações e colonizações.&lt;br /&gt;
]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espécies coletadas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Ipomea&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Hibisco-colibri&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Malvarisco&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trevo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hera&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pinheiro Negro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hortência &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Confete&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tritônia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Azaléa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Maracuja&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rabo-de-gato&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Unha-de-gato&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pingo-de-ouro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Avenca&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capuchinha&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vassourinha&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pinheiro-sivestre&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rosa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Beijo-turco''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 PANCs na Nuvem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante nossa estadia na nuvem, fizemos paralelamente&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Halley</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Claudia_Halley_e_Marcelo_Pinel&amp;diff=14220</id>
		<title>Claudia Halley e Marcelo Pinel</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Claudia_Halley_e_Marcelo_Pinel&amp;diff=14220"/>
				<updated>2016-01-22T13:40:33Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Halley: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''ENTIDADES TÉRREAS'''&lt;br /&gt;
(...) e então Deus fez a humanidade de barro.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:dona babosa.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Nosso corpo humano carnal, nada mais é que sofisticadas terras transmutadas e enriquecidas de uma grande parte de água. Durante a vida, o corpo se alimenta de várias plantas, frutos, grãos e outros animais. Ao morrer, o corpo se decompõe retornando ou se transformando em terra. Em contraponto, a mesma terra proveniente da morte dos seres vivos, proporciona mais uma vez alimento ao reino vegetal, continuando um ciclo eterno.  &lt;br /&gt;
A terra é como a vida da morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ENTIDADES TÉRREAS se resumem em terra fértil retirada do solo e depositadas dentro de roupas até preencher-las em suas formas evocando presenças humanas. A mesma terra fértil da decomposição é colocada em sua forma bruta e encarna um ser humanoide quase vivo. Vivo em presença, que com o passar do tempo vai retornando à sua origem, e ao mesmo tempo, transmutando-se nas várias vidas vegetais que brotam de si mesmas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ficamos alguns dias na estação rural confeccionado algumas dessas entidades e às deixamos em alguns pontos no terreno, deixadas para serem regadas pela chuva, habitadas por minhocas, insetos, e outros seres. É o oposto de espantalho, simbolizando uma integração do ser humano com a natureza.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Processs.jpg]]        [[Arquivo:chimpc1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:morto.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:gravida.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:escondido.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:tomanosol.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:mortoclose.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''RESIDÊNTES INTERNACIONAIS PERMANENTES NA NUVEM'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:jardins internacionais 2.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:jardins internacionais.jpg|400px|thumb|right|Mapeamento da origem de espécies vegetais em seus respectivos países de origem.&lt;br /&gt;
A grande maioria das espécies vegetais encontradas nas dependência da Nuvem são nativas da mata atlântica e do Brasil. Entretanto não é difícil encontrar espécies exoticas de vegetais. Assim como houveram várias migrações de povos em vários períodos da história da humanidade, as plantas (alimenticias, ornamentais, medicinais, aromáticas etc.) sempre estiveram juntos com os humanos nessas migrações e colonizações.&lt;br /&gt;
]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espécies coletadas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Ipomea&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Hibisco-colibri&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Malvarisco&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trevo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hera&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pinheiro Negro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hortência &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Confete&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tritônia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Azaléa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Maracuja&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rabo-de-gato&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Unha-de-gato&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pingo-de-ouro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Avenca&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capuchinha&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vassourinha&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pinheiro-sivestre&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rosa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Beijo-turco''&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Halley</name></author>	</entry>

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		<title>Claudia Halley e Marcelo Pinel</title>
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				<updated>2016-01-22T13:28:05Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Halley: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''ENTIDADES TÉRREAS'''&lt;br /&gt;
(...) e então Deus fez a humanidade de barro.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:dona babosa.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Nosso corpo humano carnal, nada mais é que sofisticadas terras transmutadas e enriquecidas de uma grande parte de água. Durante a vida, o corpo se alimenta de várias plantas, frutos, grãos e outros animais. Ao morrer, o corpo se decompõe retornando ou se transformando em terra. Em contraponto, a mesma terra proveniente da morte dos seres vivos, proporciona mais uma vez alimento ao reino vegetal, continuando um ciclo eterno.  &lt;br /&gt;
A terra é como a vida da morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ENTIDADES TÉRREAS se resumem em terra fértil retirada do solo e depositadas dentro de roupas até preencher-las em suas formas evocando presenças humanas. A mesma terra fértil da decomposição é colocada em sua forma bruta e encarna um ser humanoide quase vivo. Vivo em presença, que com o passar do tempo vai retornando à sua origem, e ao mesmo tempo, transmutando-se nas várias vidas vegetais que brotam de si mesmas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ficamos alguns dias na estação rural confeccionado algumas dessas entidades e às deixamos em alguns pontos no terreno, deixadas para serem regadas pela chuva, habitadas por minhocas, insetos, e outros seres. É o oposto de espantalho, simbolizando uma integração do ser humano com a natureza.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Processs.jpg]]        [[Arquivo:chimpc1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:morto.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:gravida.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:escondido.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:tomanosol.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:mortoclose.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''RESIDÊNTES INTERNACIONAIS PERMANENTES NA NUVEM'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:jardins internacionais 2.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:jard.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mapeamento da origem de espécies vegetais em seus respectivos países de origem.&lt;br /&gt;
A grande maioria das espécies vegetais encontradas nas dependência da Nuvem são nativas da mata atlântica e do Brasil. Entretanto não é dificil encontrar espécies exoticas de vegetais. Assim como houveram várias migrações de povos em vários períodos da história da humanidade, as plantas (alimenticias, ornamentais, medicinais, aromáticas etc.) sempre estiveram juntos com os humanos nessas migrações e colonizações.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Halley</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;Halley: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''ENTIDADES TÉRREAS'''&lt;br /&gt;
(...) e então Deus fez a humanidade de barro.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:dona babosa.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Nosso corpo humano carnal, nada mais é que sofisticadas terras transmutadas e enriquecidas de uma grande parte de água. Durante a vida, o corpo se alimenta de várias plantas, frutos, grãos e outros animais. Ao morrer, o corpo se decompõe retornando ou se transformando em terra. Em contraponto, a mesma terra proveniente da morte dos seres vivos, proporciona mais uma vez alimento ao reino vegetal, continuando um ciclo eterno.  &lt;br /&gt;
A terra é como a vida da morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ENTIDADES TÉRREAS se resumem em terra fértil retirada do solo e depositadas dentro de roupas até preencher-las em suas formas evocando presenças humanas. A mesma terra fértil da decomposição é colocada em sua forma bruta e encarna um ser humanoide quase vivo. Vivo em presença, que com o passar do tempo vai retornando à sua origem, e ao mesmo tempo, transmutando-se nas várias vidas vegetais que brotam de si mesmas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ficamos alguns dias na estação rural confeccionado algumas dessas entidades e às deixamos em alguns pontos no terreno, deixadas para serem regadas pela chuva, habitadas por minhocas, insetos, e outros seres. É o oposto de espantalho, simbolizando uma integração do ser humano com a natureza.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Processs.jpg]]        [[Arquivo:chimpc1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:morto.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:gravida.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:escondido.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:tomanosol.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:mortoclose.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''RESIDÊNTES INTERNACIONAIS PERMANENTES NA NUVEM'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:jardins internacionais.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:jardins internacionais 2.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mapeamento da origem de espécies vegetais em seus respectivos países de origem.&lt;br /&gt;
A grande maioria das espécies vegetais encontradas nas dependência da Nuvem são nativas da mata atlântica e do Brasil. Entretanto não é dificil encontrar espécies exoticas de vegetais. Assim como houveram várias migrações de povos em vários períodos da história da humanidade, as plantas (alimenticias, ornamentais, medicinais, aromáticas etc.) sempre estiveram juntos com os humanos nessas migrações e colonizações.&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;hr /&gt;
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Halley: &lt;/p&gt;
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&lt;div&gt;[[ENTIDADES TÉRREAS]]&lt;br /&gt;
(...) e então Deus fez a humanidade de barro.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:dona babosa.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Nosso corpo humano carnal, nada mais é que sofisticadas terras transmutadas e enriquecidas de uma grande parte de água. Durante a vida, o corpo se alimenta de várias plantas, frutos, grãos e outros animais. Ao morrer, o corpo se decompõe retornando ou se transformando em terra. Em contraponto, a mesma terra proveniente da morte dos seres vivos, proporciona mais uma vez alimento ao reino vegetal, continuando um ciclo eterno.  &lt;br /&gt;
A terra é como a vida da morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ENTIDADES TÉRREAS se resumem em terra fértil retirada do solo e depositadas dentro de roupas até preencher-las em suas formas evocando presenças humanas. A mesma terra fértil da decomposição é colocada em sua forma bruta e encarna um ser humanoide quase vivo. Vivo em presença, que com o passar do tempo vai retornando à sua origem, e ao mesmo tempo, transmutando-se nas várias vidas vegetais que brotam de si mesmas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ficamos alguns dias na estação rural confeccionado algumas dessas entidades e às deixamos em alguns pontos no terreno, deixadas para serem regadas pela chuva, habitadas por minhocas, insetos, e outros seres. É o oposto de espantalho, simbolizando uma integração do ser humano com a natureza.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Processs.jpg]]        [[Arquivo:chimpc1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:morto.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:gravida.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:escondido.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:tomanosol.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;div&gt;[[ENTIDADES TÉRREAS]]&lt;br /&gt;
(...) e então Deus fez a humanidade de barro.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:dona babosa.jpg]]&lt;br /&gt;
.&lt;br /&gt;
 Nosso corpo humano carnal, nada mais é que sofisticadas terras transmutadas e enriquecidas de uma grande parte de água. Durante a vida, o corpo se alimenta de várias plantas, frutos, grãos e outros animais. Ao morrer, o corpo se decompõe retornando ou se transformando em terra. Em contraponto, a mesma terra proveniente da morte dos seres vivos, proporciona mais uma vez alimento ao reino vegetal, continuando um ciclo eterno.  &lt;br /&gt;
A terra é como a vida da morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ENTIDADES TÉRREAS se resumem em terra fértil retirada do solo e depositadas dentro de roupas até preencher-las em suas formas evocando presenças humanas. A mesma terra fértil da decomposição é colocada em sua forma bruta e encarna um ser humanoide quase vivo. Vivo em presença, que com o passar do tempo vai retornando à sua origem, e ao mesmo tempo, transmutando-se nas várias vidas vegetais que brotam de si mesmas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ficamos alguns dias na estação rural confeccionado algumas dessas entidades e às deixamos em alguns pontos no terreno, deixadas para serem regadas pela chuva, habitadas por minhocas, insetos, e outros seres. É o oposto de espantalho, simbolizando uma integração do ser humano com a natureza.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Processs.jpg]]        [[Arquivo:chimpc1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:morto.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:gravida.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:escondido.jpg]]&lt;/div&gt;</summary>
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		<title>Claudia Halley e Marcelo Pinel</title>
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				<updated>2016-01-22T12:08:50Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Halley: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[ENTIDADES TÉRREAS]]&lt;br /&gt;
(...) e então Deus fez a humanidade de barro.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:dona babosa.jpg]]&lt;br /&gt;
.&lt;br /&gt;
 Nosso corpo humano carnal, nada mais é que sofisticadas terras transmutadas e enriquecidas de uma grande parte de água. Durante a vida, o corpo se alimenta de várias plantas, frutos, grãos e outros animais. Ao morrer, o corpo se decompõe retornando ou se transformando em terra. Em contraponto, a mesma terra proveniente da morte dos seres vivos, proporciona mais uma vez alimento ao reino vegetal, continuando um ciclo eterno.  &lt;br /&gt;
A terra é como a vida da morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ENTIDADES TÉRREAS se resumem em terra fértil retirada do solo e depositadas dentro de roupas até preencher-las em suas formas evocando presenças humanas. A mesma terra fértil da decomposição é colocada em sua forma bruta e encarna um ser humanoide quase vivo. Vivo em presença, que com o passar do tempo vai retornando à sua origem, e ao mesmo tempo, transmutando-se nas várias vidas vegetais que brotam de si mesmas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ficamos alguns dias na estação rural confeccionado algumas dessas entidades e às deixamos em alguns pontos no terreno, deixadas para serem regadas pela chuva, habitadas por minhocas, insetos, e outros seres. É o oposto de espantalho, simbolizando uma integração do ser humano com a natureza.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Processs.jpg]]        [[Arquivo:chimpc1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:morto.jpg]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Halley</name></author>	</entry>

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		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Arquivo:Chimpc1.jpg&amp;diff=14207</id>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Halley: processo que não deu muito certo, mas valeu a pena&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;processo que não deu muito certo, mas valeu a pena&lt;/div&gt;</summary>
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		<title>Claudia Halley e Marcelo Pinel</title>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[ENTIDADES TÉRREAS]]&lt;br /&gt;
(...) e então Deus fez a humanidade de barro.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:dona babosa.jpg]]&lt;br /&gt;
.&lt;br /&gt;
 Nosso corpo humano carnal, nada mais é que sofisticadas terras transmutadas e enriquecidas de uma grande parte de água. Durante a vida, o corpo se alimenta de várias plantas, frutos, grãos e outros animais. Ao morrer, o corpo se decompõe retornando ou se transformando em terra. Em contraponto, a mesma terra proveniente da morte dos seres vivos, proporciona mais uma vez alimento ao reino vegetal, continuando um ciclo eterno.  &lt;br /&gt;
A terra é como a vida da morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ENTIDADES TÉRREAS se resumem em terra fértil retirada do solo e depositadas dentro de roupas até preencher-las em suas formas evocando presenças humanas. A mesma terra fértil da decomposição é colocada em sua forma bruta e encarna um ser humanoide quase vivo. Vivo em presença, que com o passar do tempo vai retornando à sua origem, e ao mesmo tempo, transmutando-se nas várias vidas vegetais que brotam de si mesmas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ficamos alguns dias na estação rural confeccionado algumas dessas entidades e às deixamos em alguns pontos no terreno, deixadas para serem regadas pela chuva, habitadas por minhocas, insetos, e outros seres. É o oposto de espantalho, simbolizando uma integração do ser humano com a natureza.&lt;br /&gt;
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[ENTIDADES TÉRREAS]]&lt;br /&gt;
(...) e então Deus fez a humanidade de barro.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:dona babosa.jpg]]&lt;br /&gt;
.&lt;br /&gt;
 Nosso corpo humano carnal, nada mais é que sofisticadas terras transmutadas e enriquecidas de uma grande parte de água. Durante a vida, o corpo se alimenta de várias plantas, frutos, grãos e outros animais. Ao morrer, o corpo se decompõe retornando ou se transformando em terra. Em contraponto, a mesma terra proveniente da morte dos seres vivos, proporciona mais uma vez alimento ao reino vegetal, continuando um ciclo eterno.  &lt;br /&gt;
A terra é como a vida da morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ENTIDADES TÉRREAS se resumem em terra fértil retirada do solo e depositadas dentro de roupas até preencher-las em suas formas evocando presenças humanas. A mesma terra fértil da decomposição é colocada em sua forma bruta e encarna um ser humanoide quase vivo. Vivo em presença, que com o passar do tempo vai retornando à sua origem, e ao mesmo tempo, transmutando-se nas várias vidas vegetais que brotam de si mesmas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ficamos alguns dias na estação rural confeccionado algumas dessas entidades e às deixamos em alguns pontos no terreno, deixadas para serem regadas pela chuva, habitadas por minhocas, insetos, e outros seres. É o oposto de espantalho, simbolizando uma integração do ser humano com a natureza.&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[ENTIDADES TÉRREAS]]&lt;br /&gt;
(...) e então Deus fez a humanidade de barro.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:dona babosa.jpg]]&lt;br /&gt;
.&lt;br /&gt;
 Nosso corpo humano carnal, nada mais é que sofisticadas terras transmutadas e enriquecidas de uma grande parte de água. Durante a vida, o corpo se alimenta de várias plantas, frutos, grãos e outros animais. Ao morrer, o corpo se decompõe retornando ou se transformando em terra. Em contraponto, a mesma terra proveniente da morte dos seres vivos, proporciona mais uma vez alimento ao reino vegetal, continuando um ciclo eterno.  &lt;br /&gt;
A terra é como a vida da morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ENTIDADES TÉRREAS se resumem em terra fértil retirada do solo e depositadas dentro de roupas até preencher-las em suas formas evocando presenças humanas. A mesma terra fértil da decomposição é colocada em sua forma bruta e encarna um ser humanoide quase vivo. Vivo em presença, que com o passar do tempo vai retornando à sua origem, e ao mesmo tempo, transmutando-se nas várias vidas vegetais que brotam de si mesmas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ficamos alguns dias na estação rural confeccionado algumas dessas entidades e às deixamos em alguns pontos no terreno, deixadas para serem regadas pela chuva, habitadas por minhocas, insetos, e outros seres. É o oposto de espantalho, simbolizando uma integração do ser humano com a natureza.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:mc1.jpg]]&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[ENTIDADES TÉRREAS]]&lt;br /&gt;
(...) e então Deus fez a humanidade de barro.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:dona babosa.jpg]]&lt;br /&gt;
.&lt;br /&gt;
 Nosso corpo humano carnal, nada mais é que sofisticadas terras transmutadas e enriquecidas de uma grande parte de água. Durante a vida, o corpo se alimenta de várias plantas, frutos, grãos e outros animais. Ao morrer, o corpo se decompõe retornando ou se transformando em terra. Em contraponto, a mesma terra proveniente da morte dos seres vivos, proporciona mais uma vez alimento ao reino vegetal, continuando um ciclo eterno.  &lt;br /&gt;
A terra é como a vida da morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ENTIDADES TÉRREAS se resumem em terra fértil retirada do solo e depositadas dentro de roupas até preencher-las em suas formas evocando presenças humanas. A mesma terra fértil da decomposição é colocada em sua forma bruta e encarna um ser humanoide quase vivo. Vivo em presença, que com o passar do tempo vai retornando à sua origem, e ao mesmo tempo, transmutando-se nas várias vidas vegetais que brotam de si mesmas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ficamos alguns dias na estação rural confeccionado algumas dessas entidades e às deixamos em alguns pontos no terreno, deixadas para serem regadas pela chuva, habitadas por minhocas, insetos, e outros seres. É o oposto de espantalho, simbolizando uma integração do ser humano com a natureza.&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[ENTIDADES TÉRREAS]]&lt;br /&gt;
(...) e então Deus fez a humanidade de barro.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:dona babosa.jpg]]&lt;br /&gt;
.&lt;br /&gt;
 Nosso corpo humano carnal, nada mais é que sofisticadas terras transmutadas e enriquecidas de uma grande parte de água. Durante a vida, o corpo se alimenta de várias plantas, frutos, grãos e outros animais. Ao morrer, o corpo se decompõe retornando ou se transformando em terra. Em contraponto, a mesma terra proveniente da morte dos seres vivos, proporciona mais uma vez alimento ao reino vegetal, continuando um ciclo eterno.  &lt;br /&gt;
A terra é como a vida da morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ENTIDADES TÉRREAS se resumem em terra fértil retirada do solo e depositadas dentro de roupas até preencher-las em suas formas evocando presenças humanas. A mesma terra fértil da decomposição é colocada em sua forma bruta e encarna um ser humanoide quase vivo. Vivo em presença, que com o passar do tempo vai retornando à sua origem, e ao mesmo tempo, transmutando-se nas várias vidas vegetais que brotam de si mesmas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ficamos alguns dias na estação rural confeccionado algumas dessas entidades e às deixamos em alguns pontos no terreno, deixadas para serem regadas pela chuva, habitadas por minhocas, insetos, e outros seres. É o oposto de espantalho, simbolizando uma integração do ser humano com a natureza.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Terra1.jpg]]&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[ENTIDADES TÉRREAS]]&lt;br /&gt;
(...) e então Deus fez a humanidade de barro.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:dona babosa.jpg]]&lt;br /&gt;
.&lt;br /&gt;
 Nosso corpo humano carnal, nada mais é que sofisticadas terras transmutadas e enriquecidas de uma grande parte de água. Durante a vida, o corpo se alimenta de várias plantas, frutos, grãos e outros animais. Ao morrer, o corpo se decompõe retornando ou se transformando em terra. Em contraponto, a mesma terra proveniente da morte dos seres vivos, proporciona mais uma vez alimento ao reino vegetal, continuando um ciclo eterno.  &lt;br /&gt;
A terra é como a vida da morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ENTIDADES TÉRREAS se resumem em terra fértil retirada do solo e depositadas dentro de roupas até preencher-las em suas formas evocando presenças humanas. A mesma terra fértil da decomposição é colocada em sua forma bruta e encarna um ser humanoide quase vivo. Vivo em presença, que com o passar do tempo vai retornando à sua origem, e ao mesmo tempo, transmutando-se nas várias vidas vegetais que brotam de si mesmas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ficamos alguns dias na estação rural confeccionado algumas dessas entidades e às deixamos em alguns pontos no terreno, deixadas para serem regadas pela chuva, habitadas por minhocas, insetos, e outros seres. É o oposto de espantalho, simbolizando uma integração do ser humano com a natureza.&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;div&gt;[[ENTIDADES TÉRREAS]]&lt;br /&gt;
(...) e então Deus fez a humanidade de barro.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:dona babosa.jpg]]&lt;br /&gt;
.&lt;br /&gt;
 Nosso corpo humano carnal, nada mais é que sofisticadas terras transmutadas e enriquecidas de uma grande parte de água. Durante a vida, o corpo se alimenta de várias plantas, frutos, grãos e outros animais. Ao morrer, o corpo se decompõe retornando ou se transformando em terra. Em contraponto, a mesma terra proveniente da morte dos seres vivos, proporciona mais uma vez alimento ao reino vegetal, continuando um ciclo eterno.  &lt;br /&gt;
A terra é como a vida da morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ENTIDADES TÉRREAS se resumem em terra fértil retirada do solo e depositadas dentro de roupas até preencher-las em suas formas evocando presenças humanas. A mesma terra fértil da decomposição é colocada em sua forma bruta e encarna um ser humanoide quase vivo. Vivo em presença, que com o passar do tempo vai retornando à sua origem, e ao mesmo tempo, transmutando-se nas várias vidas vegetais que brotam de si mesmas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ficamos alguns dias na estação rural confeccionado algumas dessas entidades e às deixamos em alguns pontos no terreno, deixadas para serem regadas pela chuva, habitadas por minhocas, insetos, e outros seres. É o oposto de espantalho, simbolizando uma integração do ser humano com a natureza.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:processo3.jpg]]&lt;/div&gt;</summary>
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				<updated>2016-01-22T01:37:39Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Halley: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[ENTIDADES TÉRREAS]]&lt;br /&gt;
(...) e então Deus fez a humanidade de barro.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:dona babosa.jpg]]&lt;br /&gt;
.&lt;br /&gt;
 Nosso corpo humano carnal, nada mais é que sofisticadas terras transmutadas e enriquecidas de uma grande parte de água. Durante a vida, o corpo se alimenta de várias plantas, frutos, grãos e outros animais. Ao morrer, o corpo se decompõe retornando ou se transformando em terra. Em contraponto, a mesma terra proveniente da morte dos seres vivos, proporciona mais uma vez alimento ao reino vegetal, continuando um ciclo eterno.  &lt;br /&gt;
A terra é como a vida da morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ENTIDADES TÉRREAS se resumem em terra fértil retirada do solo e depositadas dentro de roupas até preencher-las em suas formas evocando presenças humanas. A mesma terra fértil da decomposição é colocada em sua forma bruta e encarna um ser humanoide quase vivo. Vivo em presença, que com o passar do tempo vai retornando à sua origem, e ao mesmo tempo, transmutando-se nas várias vidas vegetais que brotam de si mesmas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ficamos alguns dias na estação rural confeccionado algumas dessas entidades e às deixamos em alguns pontos no terreno, deixadas para serem regadas pela chuva, habitadas por minhocas, insetos, e outros seres. É o oposto de espantalho, simbolizando uma integração do ser humano com a natureza.&lt;/div&gt;</summary>
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		<title>Claudia Halley e Marcelo Pinel</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Halley: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[ENTIDADES TÉRREAS]]&lt;br /&gt;
(...) e então Deus fez a humanidade de barro.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:dona babosa.jpg]]&lt;br /&gt;
.&lt;br /&gt;
 Nosso corpo humano carnal, nada mais é que sofisticadas terras transmutadas e enriquecidas de uma grande parte de água. Durante a vida, o corpo se alimenta de várias plantas, frutos, grãos e outros animais. Ao morrer, o corpo se decompõe retornando ou se transformando em terra. Em contraponto, a mesma terra proveniente da morte dos seres vivos, proporciona mais uma vez alimento ao reino vegetal, continuando um ciclo eterno.  &lt;br /&gt;
A terra é como a vida da morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ENTIDADES TÉRREAS se resumem em terra fértil retirada do solo e depositadas dentro de roupas até preencher-las em suas formas evocando presenças humanas. A mesma terra fértil da decomposição é colocada em sua forma bruta e encarna um ser humanoide quase vivo. Vivo em presença, que com o passar do tempo vai retornando à sua origem, e ao mesmo tempo, transmutando-se nas várias vidas vegetais que brotam de si mesmas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ficamos alguns dias na estação rural confeccionado algumas dessas entidades e às deixamos em alguns pontos no terreno, deixadas para serem regadas pela chuva, habitadas por minhocas, insetos, e outros seres. É o oposto de espantalho, simbolizando uma integração do ser humano com a natureza.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Exempdaslo.jpg]][[Arquivo:Exemdplo.jpg]][[Arquivo:Exeasdmplo.jpg]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Halley</name></author>	</entry>

	<entry>
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		<title>Claudia Halley e Marcelo Pinel</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Halley: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[ENTIDADES TÉRREAS]]&lt;br /&gt;
(...) e então Deus fez a humanidade de barro.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:dona babosa.jpg]]&lt;br /&gt;
.&lt;br /&gt;
 Nosso corpo humano carnal, nada mais é que sofisticadas terras transmutadas e enriquecidas de uma grande parte de água. Durante a vida, o corpo se alimenta de várias plantas, frutos, grãos e outros animais. Ao morrer, o corpo se decompõe retornando ou se transformando em terra. Em contraponto, a mesma terra proveniente da morte dos seres vivos, proporciona mais uma vez alimento ao reino vegetal, continuando um ciclo eterno.  &lt;br /&gt;
A terra é como a vida da morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ENTIDADES TÉRREAS se resumem em terra fértil retirada do solo e depositadas dentro de roupas até preencher-las em suas formas evocando presenças humanas. A mesma terra fértil da decomposição é colocada em sua forma bruta e encarna um ser humanoide quase vivo. Vivo em presença, que com o passar do tempo vai retornando à sua origem, e ao mesmo tempo, transmutando-se nas várias vidas vegetais que brotam de si mesmas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ficamos alguns dias na estação rural confeccionado algumas dessas entidades e às deixamos em alguns pontos no terreno, deixadas para serem regadas pela chuva, habitadas por minhocas, insetos, e outros seres. É o oposto de espantalho, simbolizando uma integração do ser humano com a natureza.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Exemplo.jpg]][[Arquivo:Exemplo.jpg]][[Arquivo:Exemplo.jpg]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Halley</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Arquivo:Processss.jpg&amp;diff=14194</id>
		<title>Arquivo:Processss.jpg</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Arquivo:Processss.jpg&amp;diff=14194"/>
				<updated>2016-01-22T00:44:33Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Halley: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Halley</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Claudia_Halley_e_Marcelo_Pinel&amp;diff=14193</id>
		<title>Claudia Halley e Marcelo Pinel</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Claudia_Halley_e_Marcelo_Pinel&amp;diff=14193"/>
				<updated>2016-01-22T00:20:19Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Halley: Entidades Térreas&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[ENTIDADES TÉRREAS]]&lt;br /&gt;
(...) e então Deus fez a humanidade de barro.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:dona babosa.jpg]]&lt;br /&gt;
.&lt;br /&gt;
 Nosso corpo humano carnal, nada mais é que sofisticadas terras transmutadas e enriquecidas de uma grande parte de água. Durante a vida, o corpo se alimenta de várias plantas, frutos, grãos e outros animais. Ao morrer, o corpo se decompõe retornando ou se transformando em terra. Em contraponto, a mesma terra proveniente da morte dos seres vivos, proporciona mais uma vez alimento ao reino vegetal, continuando um ciclo eterno.  &lt;br /&gt;
A terra é como a vida da morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ENTIDADES TÉRREAS se resumem em terra fértil retirada do solo e depositadas dentro de roupas até preencher-las em suas formas evocando presenças humanas. A mesma terra fértil da decomposição é colocada em sua forma bruta e encarna um ser humanoide quase vivo. Vivo em presença, que com o passar do tempo vai retornando à sua origem, e ao mesmo tempo, transmutando-se nas várias vidas vegetais que brotam de si mesmas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ficamos alguns dias na estação rural confeccionado algumas dessas entidades e às deixamos em alguns pontos no terreno, deixadas para serem regadas pela chuva, habitadas por minhocas, insetos, e outros seres. É o oposto de espantalho, simbolizando uma integração do ser humano com a natureza.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Halley</name></author>	</entry>

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		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Claudia_Halley_e_Marcelo_Pinel&amp;diff=14192</id>
		<title>Claudia Halley e Marcelo Pinel</title>
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				<updated>2016-01-22T00:18:21Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Halley: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;ENTIDADES TÉRREAS&lt;br /&gt;
(...) e então Deus fez a humanidade de barro.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:dona babosa.jpg]]&lt;br /&gt;
.&lt;br /&gt;
 Nosso corpo humano carnal, nada mais é que sofisticadas terras transmutadas e enriquecidas de uma grande parte de água. Durante a vida, o corpo se alimenta de várias plantas, frutos, grãos e outros animais. Ao morrer, o corpo se decompõe retornando ou se transformando em terra. Em contraponto, a mesma terra proveniente da morte dos seres vivos, proporciona mais uma vez alimento ao reino vegetal, continuando um ciclo eterno.  &lt;br /&gt;
A terra é como a vida da morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ENTIDADES TÉRREAS se resumem em terra fértil retirada do solo e depositadas dentro de roupas até preencher-las em suas formas evocando presenças humanas. A mesma terra fértil da decomposição é colocada em sua forma bruta e encarna um ser humanoide quase vivo. Vivo em presença, que com o passar do tempo vai retornando à sua origem, e ao mesmo tempo, transmutando-se nas várias vidas vegetais que brotam de si mesmas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ficamos alguns dias na estação rural confeccionado algumas dessas entidades e às deixamos em alguns pontos no terreno, deixadas para serem regadas pela chuva, habitadas por minhocas, insetos, e outros seres. É o oposto de espantalho, simbolizando uma integração do ser humano com a natureza.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Halley</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;Halley: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Halley</name></author>	</entry>

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		<title>Claudia Halley e Marcelo Pinel</title>
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				<updated>2016-01-22T00:06:32Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Halley: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;ENTIDADES TÉRREAS&lt;br /&gt;
(...) e então Deus fez a humanidade de barro.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:dona babosa.jpg]]&lt;br /&gt;
.&lt;br /&gt;
 Nosso corpo humano carnal, nada mais é que sofisticadas terras transmutadas e enriquecidas de uma grande parte de água. Durante a vida, o corpo se alimenta de várias plantas, frutos, grãos e outros animais. Ao morrer, o corpo se decompõe retornando ou se transformando em terra. Em contraponto, a mesma terra proveniente da morte dos seres vivos, proporciona mais uma vez alimento ao reino vegetal, continuando um ciclo eterno.  &lt;br /&gt;
A terra é como a vida da morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ENTIDADES TÉRREAS nada mais são do que pedaços de terra fértil retirada do solo depositadas dentro de roupas até preencher-las em suas formas evocando presenças humanas. A mesma terra fértil da decomposição é colocada em sua forma bruta e encarna um ser humanoide quase vivo. Vivo em presença, que com o passar do tempo vai retornando à sua origem, e ao mesmo tempo, transmutando-se nas várias vidas vegetais que brotam de si mesmas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ficamos alguns dias na estação rural confeccionado algumas dessas entidades e às deixamos em alguns pontos no terreno, deixadas para serem regadas pela chuva, habitadas por minhocas, insetos, e outros seres. É o oposto de espantalho, simbolizando uma integração do ser humano com a natureza.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Halley</name></author>	</entry>

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		<title>Claudia Halley e Marcelo Pinel</title>
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				<updated>2016-01-21T22:47:09Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Halley: Criou página com 'ENTIDADES TÉRREAS (...) e então Deus fez a humanidade de barro. .  Nosso corpo humano carnal, nada mais é que sofisticadas terras transmutadas e enriquecidas de uma grande...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;ENTIDADES TÉRREAS&lt;br /&gt;
(...) e então Deus fez a humanidade de barro.&lt;br /&gt;
.&lt;br /&gt;
 Nosso corpo humano carnal, nada mais é que sofisticadas terras transmutadas e enriquecidas de uma grande parte de água. Durante a vida, o corpo se alimenta de várias plantas, frutos, grãos e outros animais. Ao morrer, o corpo se decompõe retornando ou se transformando em terra. Em contraponto, a mesma terra proveniente da morte dos seres vivos, proporciona mais uma vez alimento ao reino vegetal, continuando um ciclo eterno.  &lt;br /&gt;
A terra é como a vida da morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ENTIDADES TÉRREAS nada mais são do que pedaços de terra fértil retirada do solo depositadas dentro de roupas até preencher-las em suas formas evocando presenças humanas. A mesma terra fértil da decomposição é colocada em sua forma bruta e encarna um ser humanoide quase vivo. Vivo em presença, que com o passar do tempo vai retornando à sua origem, e ao mesmo tempo, transmutando-se nas várias vidas vegetais que brotam de si mesmas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ficamos alguns dias na estação rural confeccionado algumas dessas entidades e às deixamos em alguns pontos no terreno, deixadas para serem regadas pela chuva, habitadas por minhocas, insetos, e outros seres. É o oposto de espantalho, simbolizando uma integração do ser humano com a natureza.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Halley</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Resid%C3%AAncia_de_Ver%C3%A3o_2016&amp;diff=14130</id>
		<title>Residência de Verão 2016</title>
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				<updated>2016-01-07T13:22:31Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Halley: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A partir da [[Convocatória Residência de Verão 2016]], foram sorteados os seguintes participantes:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Aline Couri e Pablo Souza]] 5 a 10/1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Claudia Halley e Marcelo Pinel]] 5 a 9/1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Fernanda Dutra]] 5 a 8/1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Adriana Cardoso Linhares]] 6 a 11/1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Rodrigo Gontijo]] 7 a 13/1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Ana Claudia Menezes]] 8 a 16/1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Ade Evaristo]] 8 a 16/1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Beatrice Terço]] 10 a 18/1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[João Paulo Racy]] 10 a 15/1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Nickolas Borba e Nicole Schlegel]] 11 a 18/1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Hevelin Costa]] 13 a 20/1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Henrique Marques]] 15 a 23/1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Raquel Gaio]] 15 a 20/1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Aýla Lourenço]] 16 a 20/1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Ludmila Cayres]] 16 a 20/1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Ana Costa Ribeiro]] 17 a 21/1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Luana Geiss]] 19 a 23/1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Espaço AVI]] 20 a 29/1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Márcio Vasconcelos]] 20 a 25/1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Michelle Queiroz 2016]] 22 a 29/1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Gabriela Noujaim]] 23 a 27/1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Cleverson Salvaro]] 25 a 28/1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Claudia Paim]] 26 a 30/1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Coletivo Hiato]] 27/1 a 1/2&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Nadia Recioli]] 29/1 a 2/2&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Matheus de Simone]] 29/1 a 2/2&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Valeria Natalia]] 29/1 a 2/2&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Jefferson Skorupski]] 29/1 a 1/2&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Júlia Milward]] 31/1 a 2/2&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, foram como convidadas como gestoras da casa:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Marcela Antunes 2016]] 8 a 15/1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Fernanda Gomes 2016]] 21 a 25/1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Inês Nin 2016]] 27/1 a 2/2&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Halley</name></author>	</entry>

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