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		<title>wiki da nuvem - Contribuições do(a) usuário(a) [pt-br]</title>
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		<updated>2026-04-14T03:53:39Z</updated>
		<subtitle>Contribuições do(a) usuário(a)</subtitle>
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		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Economias_Subversivas&amp;diff=14774</id>
		<title>Economias Subversivas</title>
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				<updated>2016-12-06T22:36:05Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: /* Assuntos para Discussão Posterior */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
'''Economia Subversiva 01/12 - Quinta'''&lt;br /&gt;
Dia 1 / manhã&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Documentação==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai rolar uma publicação, a partir de textos elaborados aqui e uma chamada aberta até 15/01 para outras pessoas que não estão aqui. Textos de mno máximo 30 laudas.&lt;br /&gt;
Publicar no começo do ano que vem o Adriano Belisaro vai organizar isso.&lt;br /&gt;
Tema experiências e propostas em economias subversivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Participantes===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- '''foz''': rodando o país com objetivo de encontrar lugar para morar, conhecendo vários projetos e comunidades, e os projetos economicos tem chamado muito nossa atenção. EStamos nas pesquisas e na prática do faça você mesmo fazem muitos anos, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- '''Pedro victor''': Artista, trabalha com imagem e performance e experimentos sociais, com abordagens teóricas e práticas sobre economia pós escassez, e pensar ensaios para isntituições jurídicas do futuro que não conhecemos. Trabalha Rio e Sampa, está um pouco nômade nos últimos 4 anos, em diversas atividades. Escreve textos também. Pensando dimensões técnicas, estéticas e políticas de coisas autorais e coletivas em sistemas mais abertos. Amador profissional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- '''Guilherme''': Se inscreveu para falar experiência que tem no sul estão construindo universidade alternativa de comunidade (UNIPERMACULTURA e permacultura. Tem conseguido apoios para fazer isso de forma bem intensiva. Está há um tempo trabalhando com indígenas. Primeiro curso de especialização - pós na universidade do cariri no Ceará e no sul como curso de extensão. Estão trabalhando com tabaco agroecológico e também para criação de um método de exodo urbano - transitions farm. Ocupação de escolas através de comodato e sistemas educacionais para construções de casas. É professor dá aula para universidade e cursos, é biólogo e trabalha mais com filosófico e ética da permacultura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- '''Juliana''': Do Rio andou nômade morou na argentina, está meio São Paulo e quer cair fora de lá. Trabalha com artes visuais e etc. No campo da pesquisa e curadoria e veio fazer um estudo sobre tecnologias e técnica e cultura e forma desviantes de atuar com tecnologia e começou a se interessar por aspectos economicos dentro e fora da arte. Começou a investigar sobre outras esssa ecnomia se tornou mito da nossa sociedade. Fez umam exposição de estudo sobre mercantismo. Estuda jurisdicção dentro do campo economico. E gostaria de pensar aqui, dentro do campo da arte temos abordagens conceituais mas a prática é conservadora, pensar outras formas de fazer arte produzir, se expor. COmo produzimos artes, temos editais, galerias, mas pensar outrs economias para a produção artística. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- '''Bruno:''' da Nuvem. Começou em 2011, o objetivo vem sempre pela autonomia. E a comunidade também, pensar potenciais para autosustentação de alimentos, energia, acreditamso no potencial da contaminação da arte para o técnico. E não vendo como uma coisa só. Sempre unindo projetos mais artísticos com técnicos um do lado do outro. E essa chamada não foi diferente. Olhando para o potencial do faça você mesmo. Moedas que não passam por empresas e pelo estado. Pesquisa que Ivan faz como advogado, chama de direito sobre tecnologia. Pensando em formas de organização que não estão nos livros. Deve ser o último evento nessa casa, depois vamos para o sítio aqui perto. O sítio é próprio. É uma comunidade de algumas pessoas, produz muito tem SAF, horta, e inserido dentro do projeto de autonomia tecnologica, pois tem uma rede comunitária na Vila da Fumaça. VOu me apresentar também, por essa experiência que vem se construindo pouco a pouco com autofinanciamento da própria rede e como modelo para ser apropriado por outras redes de comunicação comunitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- '''Ana Fradique''': É nômade profissional artística, vem de uma aldeia em portugal. Foi para finlandia, e mestrado em arte ambiental. Nesse momento olhando sistemas e fazendo análises e diagnosticando através da arte. Começou a fazer propostas de experimentos sociais e organizacionais em coleitvo e trabalhando cada vez mais, coletivo molecular organization. E pensando a imaterizalização da economia e das formas de produçõa e o que é produzido. Acabou fudndando uma cooperativa chamada robin hood. Se move nos meios das artes ou qualquer outra oportunista que for necessário. Ocupando as ruas de outras maneiras, tem uma start up ligadao ou robin hood, para desascralizar as finanças para que seja útil as pessoas. Vive no Rio há 3 anos, e participa de outras iniciativas não ligadas a finanças em relação a vivência coletiva. Robin HOod assetmant cooperativa ??? Economic Space management.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- '''Ivan''': Especialista em direito social. Era bem pago para &lt;br /&gt;
As autoridades precisam de um assessor que fale a verdade era bem pago para isso, mas só quando era chamado, era assessor de um desembargador por 9 anos e ganhou com muita perseguissão 2 ou 3 precatórios e 2 ou 3 ??? de pequeno valor. Nos últimos anos tem trabalhado de graça na proposta de construir instrumentos e ferramentas para ver na prática como se resgata esse direito em propriedades coletivas. Hoje tem uma associação mutual, junto com um amigo que participou de uma mutual argentina, com a proposta de reconstruir a propriedade coletiva, comprou uma terra que está em processo de coletivizaçáo. e com um fundo social mutual para construir uma coooperativa integral, mas diferente da espanha é focada por ser dona dos meios de produção não apaenas um guarda chuva jurídico. Não necessariamente aqueles que vão morar, pois é um local para morar, gerar renda e cuidar da saúde, esses 3 princípios que focamos. Por necessidade estamos usando ela juridicamente para fazer a cooperativa integral focada na detenção dos meior de produções naquela terra. Pessoas que não querem ser empregados e querem ser seu próprio patrão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- '''Lirca''': de barcelona, mas mora aqui desde 2013. Trabalha com agroecologia (http://cirandas.net/uilikande/os-projetos-produtos-e-pessoas-do-uilikande) e produção de geléias, está participando desde 2008 em projetos autogestionários. Em barcelona participou de uma denṹncia do mercado financeiro internacional, foi quando rolou a crise, o Enric Duran fez parte deesse protesto de denúncia, tentou uma greve de bancos, mas não foi muito para frente e pensaram numa cooperativa integral catalana (CIC) como forma de ocnstrução além da denúncia ficou nisso de 2008 a 2010 e a cooperativa começou a andar com pernas próprias. Daí a CIC seria um guarda chuva de várias propostas dentro de uma mesma forma legal (alternativa que aproveita a legalidade para se blindar perante o sistema e desenvolver os projetos). O seguinte nível (internacional) é a FAIRCOOP (guarda-chuvas de ferramentas). Acaba fazendo muitos projetos e tentando se sustentar. Não acho tempo para me envolver com a FAIRCOOP. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- '''Aylen''': córdoba- Argentina. Faz 3 meses que estou trabalhando em nódulo local de FAIRCOOP, e cada um vai adaptaando a ideia a situação local. PRimeiro são os príncipios, não morte, não escravidão, são as guias. Depois a questão vida, tenho 2 filhos, que em elevou a tudo que fiz, se quero trabalhar na relação de dependẽncia não posso se meu filho fica doente, sou despedida. assim tudo que quis fazer o sistema te barra. Sempre na clandestinidade, a raiz dessa é que a cooperativa batetu a minha porta, e começamos a nos unir, todas as pessoas que estão fora do sistema. Sempre abaixo e na sombra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- '''Matheus''': de Salvador -BA - Ecolivre - cooperativa de tecnologias livres, presta serviços como desenvolvimento de redes sociais autonomas com a plataforma Noosfero. Há redes sociais que utilizam o Noosfero como o cirandas.net até softwarelivre.org. Atualmente estamos com 8 membros, mas já teve mais gente. Já tem 10 anos foi fundada em 2006 com pessoas do software livre em salvador e da economia solidária. A ideia é prestar serviço com desnevolvimento, consultoria, e formação em software livre. Formado em jornalismo trabalha com comunicação dentro da cooperativa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- '''Tarcísio''' - mora em campinas é de São Paulo. Há 14 anso presidente da OSCIP Solear. Desde que se formou em política virou empreendedor social, teve bar, restaurante, produtor rural anos 90, disso foi para alimentação, dentro da UNicamp restaurante vegetariano (exótico), por conta de estar lá atraia muitas pessoas também exóticas e se envolveu num assunto que envolveu completamente que foi a lei das OSCIPs e foi a 4 aberta em Campinas. Passou por alegrias e desafios, morou uns anos foras, e com todas as experiências acumuladas de vida, conseguiu ter uma certa tecnoliga para ser empreeendedor social, nesses 15 anos, tem ótimos resultados, trabalha com empresas, para promover rachaduras, que agora estão se abrindo e tendo acessos economicos e trabalham com plantio de árvores, já plantaram 160 mil mudas, Solear escola Viveiro, nesse trabalho capacitamos e profissionalimos pessoas montando viveiros dentro de escolas, entranod no conteúdo curricular, árvores, plantas, mudas, ervas como complemento. E  por conta disso e dessa tragetória atendemos grandes empresas. Faz pequenos e macros projetos. E por conta de um projeto nano de capacitação de mulheres em vulnerabilidade em Campinas, elas se capacitaram e podem se tornar empreendedoras. Depois termina de apresentar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- '''Drebs''': Estamos no rolẽ, trabalho faz muito tempo com computação e está mudando um pouco o foco para sair um pouco do computador, tem trabalha um pouco com redes livres. Com interesse nas iniciativas autonomas economicas de diversos projetos que temos viajado. Diversas pessoas aqui conhecemos em outras atividades. Uma iniciativa em uma comunidade intencional é que não existe instrumento jurídico para posse coletiva da terra, mas não existe proibição então ficamos a mercê das avaliações dos juízes dos casos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ideia é ter as apresentações para depois surgir discussões gerais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Apresentações:===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Pão-pãozinho - Tarcísio]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[UniPermacultura - Guilherme]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Quinta renda]] - Pedro Ivo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Propriedade coletiva]] - Ivan&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[cargocollective]] - Jefferson&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Casa tomada]] - Juliana&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Rizomática e Semillas]] - Ayelen&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Robin Hood]] - Ana&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Banco Intersubjetivo de desejos]] - J M Casanova&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[f&amp;amp;d]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Cooperativa Integral]] - Lirca&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Colivre]] - Matheus&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Links Importantes==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://www.nuriaguell.net/projects/12/Como%20podemos%20expropiar%20dinero%20a%20las%20entidades%20bancarias_nuria%20guell.pdf Manual sobre expropriação, org Núria Guell]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://betweencrowdsandempires.com/speculationsonthefifthincome &amp;quot;especulações na quinta renda&amp;quot;] em inglês&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://wwwintegralCES.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[https://mercadismo.tumblr.com Projeto de pesquisa teórica e prática, a partir da Juliana Gontijo]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://board.net/p/acta_3er_asamblea_general_rizoma_24-11-2016&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://ecsa.io/ economic space agency, derivado da Robin Hood]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://robinhoodcoop.org/ Robin Hood Asset Management]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://wiki.p2pfoundation.net/Robin_Hood_Asset_Management_Cooperative The dao hack]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[https://www.wired.com/2016/06/50-million-hack-just-showed-dao-human/ Robin no Keiser Report]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.maxkeiser.com/2015/03/kr736-keiser-report-debtism-vs-capitalism/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://noosfero.org Projeto do colivre]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Assuntos para Discussão Posterior==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- relações de trabalho em cooperativas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- decrescimento e imperialismo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- especulação e economia pós-escassez&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- econonomia simbólica, moedas sociais e econonomias da dádiva&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- oficina de moedas sociais em 17/12 em ubatuba&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- como aprovar e reaplicar projetos/modelos aprovados PEE -- interesse futuro em participar&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- empreendedorismo individual versus empoderamento coletivo, cooperativas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- arte como artifício&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- a poética do capital&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- estéticas da ressensibilização crítica&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- muralismo e festivais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Chamada==    &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                               &lt;br /&gt;
No começo de dezembro a Nuvem vai organizar o encontro Economias Subversivas. Durante 5 dias estaremos compartilhando novas maneiras de fazer trocas, investir, descrescer e financiar ações e projetos, num ambiente de imersão. Se você tem uma ideia ou uma experiência que gostaria de compartilhar, leia a chamada e se inscreva. Serão convidadas 5 a 7 pessoas de qualquer parte do Brasil com passagem, alimentação e hospedagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Dinerogratis.gif|frame|c|left|http://www.sindominio.net/eldinerogratis/]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há décadas, desde a hegemonia do modelo neoliberal, os governos e populações se tornaram subordinados aos grandes grupos financeiros. Mesmo com eleições regulares, os representantes escolhidos pouco podem fazer – ou querem fazer -  em relação a esse arranjo de poderes. Na crise especulativa de 2008, foi a população que teve de pagar o resgate das instituições financeiras, enquanto até os bônus dos CEOs das corporações delinquentes foram mantidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É evidente que as tecnologias vem criando novas configurações na economia. Mas os modelos de negócio baseados no financiamento e venda de start-ups são controlados inteiramente pelos mesmos  grupos financeiros de sempre. Por mais que o Uber crie novas oportunidades de emprego, eses empregos tem a fragilidade precária de depender da estratégia da empresa, que sobe ou desce taxas sempre que lhe convém . Por outro lado, os investimentos iniciais para montar uma alternativa são altíssimos – o capital de risco financia as viagens baratas oferecidas com o objetivo de dominar mercados “virgens”.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O encontro Economias Subversivas quer investigar ideias e iniciativas que desmontem os modelos existentes. Os startups “disruptivos”, em sua maioria, só fazem reforçar sistemas de controle financeiros e concentrar ainda mais a renda em estruturas hierarquizadas e fechadas.  Acreditamos que a economia pode ser plataforma e tubo de ensaios para criatividade de qualquer um. Afinal as finanças são baseados no crédito, que nada mais é do que a ideia de emprestar bens à base de confiança, e, opcionalmente, de uma compensação. Das grandes navegações e os primeiros bancos até os fundos hedge e as criptomoedas, toda economia se baseia nessa premissa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Procuramos projetos que sejam sustentáveis economicamente, mas controlados pelas comunidades e que as beneficiem. A difusão e barateamento da tecnologia possibilitam que apareçam soluções locais. A geração de energia, produção de alimentos, comunicação, transportem já prescindem dos grandes modelos verticais. Porque  continuamos a depender das megaempresas de infraestrutura? Porque as células produtivas continuam a ser baseadas no empreendedorismo centralizador, hierárquico, voltado para enriquecimento pessoal, enquanto os modelos cooperativos se tornam cada vez mais difíceis de realizar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Queremos alternativas para as moedas, para os bancos, financiamentos e investimentos. O modelo econômico baseado no crescimento do PIB atingiu o limite planetário de produção de bens. Produz-se alimentos suficiente para 10 bilhões de pessoas, enquanto quase dez por cento dos 7 bilhões de humanos passa fome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse encontro, serão selecionadas 5 a 7 propostas, ideias, elucubrações – práticas ou teóricas, ficcionais ou em andamento – que queiram subverter a ordem econômica existente através de microprojetos, romances, instalações, startups cooperativos, criptocréditos, arranjos produtivos, mercados de trocas, etc. Durante os 5 dias do encontro,  os selecionados irão interagir com os convidados – pessoas que já realizaram projetos similares, ou que tem estudos sobre o tema – sobre a viabilidade, potenciais e fraqueza do seu projeto. A Nuvem oferece transporte, alimentação e hospedagem para todos os participantes. A hospedagem é na própria casa do encontro, em quartos coletivos mistos com 4 pessoas cada, no máximo; a alimentação é vegetariana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além da chamada para o encontro, convidaremos em breve a enviar textos em torno do tema, de até 30 laudas, para uma publicação com lançamento no começo de 2017.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Inscrições==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''As inscrições para o encontro já estão encerradas.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns links de referência e inspiração:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.sindominio.net/eldinerogratis/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.thephone.coop/about-us/who-we-are/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/fork-the-economy&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://thinkeconomia.com/pdf/openCallEconomia.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://medium.com/@trebors/platform-cooperativism-vs-the-sharing-economy-2ea737f1b5ad#.oq2occhfl&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/enspiral-changing-the-way-social-entrepreneurs-do-business&lt;br /&gt;
http://enspiral.com/about-enspiral/faq/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://loophole4all.com/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://disobedience.eu/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/new-ridesharing-alternatives-thrive-after-uber-leaves-austin&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://flinc.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.gocarma.com &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://colivre.coop.br/sobre/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://miamirail.org/visual-arts/new-business-art-in-search-of-alternative-economic-systems-2/ - Justine Ludwig&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://bhaz.com.br/2016/09/19/gasolina-paga-com-papel-ungido-por-cristo-vira-caso-de-policia-em-posto-de-combustivel/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.noitosfera.com/rm/s02/e06&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Apoio==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa atividade tem o apoio da Fundação Ford.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Ford.png]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>	</entry>

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		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Economias_Subversivas&amp;diff=14773</id>
		<title>Economias Subversivas</title>
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				<updated>2016-12-06T22:35:27Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: /* Apresentações: */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
'''Economia Subversiva 01/12 - Quinta'''&lt;br /&gt;
Dia 1 / manhã&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Documentação==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai rolar uma publicação, a partir de textos elaborados aqui e uma chamada aberta até 15/01 para outras pessoas que não estão aqui. Textos de mno máximo 30 laudas.&lt;br /&gt;
Publicar no começo do ano que vem o Adriano Belisaro vai organizar isso.&lt;br /&gt;
Tema experiências e propostas em economias subversivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Participantes===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- '''foz''': rodando o país com objetivo de encontrar lugar para morar, conhecendo vários projetos e comunidades, e os projetos economicos tem chamado muito nossa atenção. EStamos nas pesquisas e na prática do faça você mesmo fazem muitos anos, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- '''Pedro victor''': Artista, trabalha com imagem e performance e experimentos sociais, com abordagens teóricas e práticas sobre economia pós escassez, e pensar ensaios para isntituições jurídicas do futuro que não conhecemos. Trabalha Rio e Sampa, está um pouco nômade nos últimos 4 anos, em diversas atividades. Escreve textos também. Pensando dimensões técnicas, estéticas e políticas de coisas autorais e coletivas em sistemas mais abertos. Amador profissional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- '''Guilherme''': Se inscreveu para falar experiência que tem no sul estão construindo universidade alternativa de comunidade (UNIPERMACULTURA e permacultura. Tem conseguido apoios para fazer isso de forma bem intensiva. Está há um tempo trabalhando com indígenas. Primeiro curso de especialização - pós na universidade do cariri no Ceará e no sul como curso de extensão. Estão trabalhando com tabaco agroecológico e também para criação de um método de exodo urbano - transitions farm. Ocupação de escolas através de comodato e sistemas educacionais para construções de casas. É professor dá aula para universidade e cursos, é biólogo e trabalha mais com filosófico e ética da permacultura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- '''Juliana''': Do Rio andou nômade morou na argentina, está meio São Paulo e quer cair fora de lá. Trabalha com artes visuais e etc. No campo da pesquisa e curadoria e veio fazer um estudo sobre tecnologias e técnica e cultura e forma desviantes de atuar com tecnologia e começou a se interessar por aspectos economicos dentro e fora da arte. Começou a investigar sobre outras esssa ecnomia se tornou mito da nossa sociedade. Fez umam exposição de estudo sobre mercantismo. Estuda jurisdicção dentro do campo economico. E gostaria de pensar aqui, dentro do campo da arte temos abordagens conceituais mas a prática é conservadora, pensar outras formas de fazer arte produzir, se expor. COmo produzimos artes, temos editais, galerias, mas pensar outrs economias para a produção artística. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- '''Bruno:''' da Nuvem. Começou em 2011, o objetivo vem sempre pela autonomia. E a comunidade também, pensar potenciais para autosustentação de alimentos, energia, acreditamso no potencial da contaminação da arte para o técnico. E não vendo como uma coisa só. Sempre unindo projetos mais artísticos com técnicos um do lado do outro. E essa chamada não foi diferente. Olhando para o potencial do faça você mesmo. Moedas que não passam por empresas e pelo estado. Pesquisa que Ivan faz como advogado, chama de direito sobre tecnologia. Pensando em formas de organização que não estão nos livros. Deve ser o último evento nessa casa, depois vamos para o sítio aqui perto. O sítio é próprio. É uma comunidade de algumas pessoas, produz muito tem SAF, horta, e inserido dentro do projeto de autonomia tecnologica, pois tem uma rede comunitária na Vila da Fumaça. VOu me apresentar também, por essa experiência que vem se construindo pouco a pouco com autofinanciamento da própria rede e como modelo para ser apropriado por outras redes de comunicação comunitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- '''Ana Fradique''': É nômade profissional artística, vem de uma aldeia em portugal. Foi para finlandia, e mestrado em arte ambiental. Nesse momento olhando sistemas e fazendo análises e diagnosticando através da arte. Começou a fazer propostas de experimentos sociais e organizacionais em coleitvo e trabalhando cada vez mais, coletivo molecular organization. E pensando a imaterizalização da economia e das formas de produçõa e o que é produzido. Acabou fudndando uma cooperativa chamada robin hood. Se move nos meios das artes ou qualquer outra oportunista que for necessário. Ocupando as ruas de outras maneiras, tem uma start up ligadao ou robin hood, para desascralizar as finanças para que seja útil as pessoas. Vive no Rio há 3 anos, e participa de outras iniciativas não ligadas a finanças em relação a vivência coletiva. Robin HOod assetmant cooperativa ??? Economic Space management.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- '''Ivan''': Especialista em direito social. Era bem pago para &lt;br /&gt;
As autoridades precisam de um assessor que fale a verdade era bem pago para isso, mas só quando era chamado, era assessor de um desembargador por 9 anos e ganhou com muita perseguissão 2 ou 3 precatórios e 2 ou 3 ??? de pequeno valor. Nos últimos anos tem trabalhado de graça na proposta de construir instrumentos e ferramentas para ver na prática como se resgata esse direito em propriedades coletivas. Hoje tem uma associação mutual, junto com um amigo que participou de uma mutual argentina, com a proposta de reconstruir a propriedade coletiva, comprou uma terra que está em processo de coletivizaçáo. e com um fundo social mutual para construir uma coooperativa integral, mas diferente da espanha é focada por ser dona dos meios de produção não apaenas um guarda chuva jurídico. Não necessariamente aqueles que vão morar, pois é um local para morar, gerar renda e cuidar da saúde, esses 3 princípios que focamos. Por necessidade estamos usando ela juridicamente para fazer a cooperativa integral focada na detenção dos meior de produções naquela terra. Pessoas que não querem ser empregados e querem ser seu próprio patrão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- '''Lirca''': de barcelona, mas mora aqui desde 2013. Trabalha com agroecologia (http://cirandas.net/uilikande/os-projetos-produtos-e-pessoas-do-uilikande) e produção de geléias, está participando desde 2008 em projetos autogestionários. Em barcelona participou de uma denṹncia do mercado financeiro internacional, foi quando rolou a crise, o Enric Duran fez parte deesse protesto de denúncia, tentou uma greve de bancos, mas não foi muito para frente e pensaram numa cooperativa integral catalana (CIC) como forma de ocnstrução além da denúncia ficou nisso de 2008 a 2010 e a cooperativa começou a andar com pernas próprias. Daí a CIC seria um guarda chuva de várias propostas dentro de uma mesma forma legal (alternativa que aproveita a legalidade para se blindar perante o sistema e desenvolver os projetos). O seguinte nível (internacional) é a FAIRCOOP (guarda-chuvas de ferramentas). Acaba fazendo muitos projetos e tentando se sustentar. Não acho tempo para me envolver com a FAIRCOOP. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- '''Aylen''': córdoba- Argentina. Faz 3 meses que estou trabalhando em nódulo local de FAIRCOOP, e cada um vai adaptaando a ideia a situação local. PRimeiro são os príncipios, não morte, não escravidão, são as guias. Depois a questão vida, tenho 2 filhos, que em elevou a tudo que fiz, se quero trabalhar na relação de dependẽncia não posso se meu filho fica doente, sou despedida. assim tudo que quis fazer o sistema te barra. Sempre na clandestinidade, a raiz dessa é que a cooperativa batetu a minha porta, e começamos a nos unir, todas as pessoas que estão fora do sistema. Sempre abaixo e na sombra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- '''Matheus''': de Salvador -BA - Ecolivre - cooperativa de tecnologias livres, presta serviços como desenvolvimento de redes sociais autonomas com a plataforma Noosfero. Há redes sociais que utilizam o Noosfero como o cirandas.net até softwarelivre.org. Atualmente estamos com 8 membros, mas já teve mais gente. Já tem 10 anos foi fundada em 2006 com pessoas do software livre em salvador e da economia solidária. A ideia é prestar serviço com desnevolvimento, consultoria, e formação em software livre. Formado em jornalismo trabalha com comunicação dentro da cooperativa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- '''Tarcísio''' - mora em campinas é de São Paulo. Há 14 anso presidente da OSCIP Solear. Desde que se formou em política virou empreendedor social, teve bar, restaurante, produtor rural anos 90, disso foi para alimentação, dentro da UNicamp restaurante vegetariano (exótico), por conta de estar lá atraia muitas pessoas também exóticas e se envolveu num assunto que envolveu completamente que foi a lei das OSCIPs e foi a 4 aberta em Campinas. Passou por alegrias e desafios, morou uns anos foras, e com todas as experiências acumuladas de vida, conseguiu ter uma certa tecnoliga para ser empreeendedor social, nesses 15 anos, tem ótimos resultados, trabalha com empresas, para promover rachaduras, que agora estão se abrindo e tendo acessos economicos e trabalham com plantio de árvores, já plantaram 160 mil mudas, Solear escola Viveiro, nesse trabalho capacitamos e profissionalimos pessoas montando viveiros dentro de escolas, entranod no conteúdo curricular, árvores, plantas, mudas, ervas como complemento. E  por conta disso e dessa tragetória atendemos grandes empresas. Faz pequenos e macros projetos. E por conta de um projeto nano de capacitação de mulheres em vulnerabilidade em Campinas, elas se capacitaram e podem se tornar empreendedoras. Depois termina de apresentar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- '''Drebs''': Estamos no rolẽ, trabalho faz muito tempo com computação e está mudando um pouco o foco para sair um pouco do computador, tem trabalha um pouco com redes livres. Com interesse nas iniciativas autonomas economicas de diversos projetos que temos viajado. Diversas pessoas aqui conhecemos em outras atividades. Uma iniciativa em uma comunidade intencional é que não existe instrumento jurídico para posse coletiva da terra, mas não existe proibição então ficamos a mercê das avaliações dos juízes dos casos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ideia é ter as apresentações para depois surgir discussões gerais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Apresentações:===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Pão-pãozinho - Tarcísio]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[UniPermacultura - Guilherme]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Quinta renda]] - Pedro Ivo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Propriedade coletiva]] - Ivan&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[cargocollective]] - Jefferson&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Casa tomada]] - Juliana&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Rizomática e Semillas]] - Ayelen&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Robin Hood]] - Ana&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Banco Intersubjetivo de desejos]] - J M Casanova&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[f&amp;amp;d]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Cooperativa Integral]] - Lirca&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Colivre]] - Matheus&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Links Importantes==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://www.nuriaguell.net/projects/12/Como%20podemos%20expropiar%20dinero%20a%20las%20entidades%20bancarias_nuria%20guell.pdf Manual sobre expropriação, org Núria Guell]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://betweencrowdsandempires.com/speculationsonthefifthincome &amp;quot;especulações na quinta renda&amp;quot;] em inglês&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://wwwintegralCES.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[https://mercadismo.tumblr.com Projeto de pesquisa teórica e prática, a partir da Juliana Gontijo]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://board.net/p/acta_3er_asamblea_general_rizoma_24-11-2016&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://ecsa.io/ economic space agency, derivado da Robin Hood]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://robinhoodcoop.org/ Robin Hood Asset Management]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://wiki.p2pfoundation.net/Robin_Hood_Asset_Management_Cooperative The dao hack]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[https://www.wired.com/2016/06/50-million-hack-just-showed-dao-human/ Robin no Keiser Report]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.maxkeiser.com/2015/03/kr736-keiser-report-debtism-vs-capitalism/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://noosfero.org Projeto do colivre]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Assuntos para Discussão Posterior==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- relações de trabalho em cooperativas&lt;br /&gt;
- decrescimento e imperialismo&lt;br /&gt;
- especulação e economia pós-escassez&lt;br /&gt;
- econonomia simbólica, moedas sociais e econonomias da dádiva&lt;br /&gt;
- oficina de moedas sociais em 17/12 em ubatuba&lt;br /&gt;
- como aprovar e reaplicar projetos/modelos aprovados PEE -- interesse futuro em participar&lt;br /&gt;
- empreendedorismo individual versus empoderamento coletivo, cooperativas&lt;br /&gt;
- arte como artifício&lt;br /&gt;
- a poética do capital&lt;br /&gt;
- estéticas da ressensibilização crítica&lt;br /&gt;
- muralismo e festivais&lt;br /&gt;
-&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Chamada==    &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                               &lt;br /&gt;
No começo de dezembro a Nuvem vai organizar o encontro Economias Subversivas. Durante 5 dias estaremos compartilhando novas maneiras de fazer trocas, investir, descrescer e financiar ações e projetos, num ambiente de imersão. Se você tem uma ideia ou uma experiência que gostaria de compartilhar, leia a chamada e se inscreva. Serão convidadas 5 a 7 pessoas de qualquer parte do Brasil com passagem, alimentação e hospedagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Dinerogratis.gif|frame|c|left|http://www.sindominio.net/eldinerogratis/]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há décadas, desde a hegemonia do modelo neoliberal, os governos e populações se tornaram subordinados aos grandes grupos financeiros. Mesmo com eleições regulares, os representantes escolhidos pouco podem fazer – ou querem fazer -  em relação a esse arranjo de poderes. Na crise especulativa de 2008, foi a população que teve de pagar o resgate das instituições financeiras, enquanto até os bônus dos CEOs das corporações delinquentes foram mantidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É evidente que as tecnologias vem criando novas configurações na economia. Mas os modelos de negócio baseados no financiamento e venda de start-ups são controlados inteiramente pelos mesmos  grupos financeiros de sempre. Por mais que o Uber crie novas oportunidades de emprego, eses empregos tem a fragilidade precária de depender da estratégia da empresa, que sobe ou desce taxas sempre que lhe convém . Por outro lado, os investimentos iniciais para montar uma alternativa são altíssimos – o capital de risco financia as viagens baratas oferecidas com o objetivo de dominar mercados “virgens”.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O encontro Economias Subversivas quer investigar ideias e iniciativas que desmontem os modelos existentes. Os startups “disruptivos”, em sua maioria, só fazem reforçar sistemas de controle financeiros e concentrar ainda mais a renda em estruturas hierarquizadas e fechadas.  Acreditamos que a economia pode ser plataforma e tubo de ensaios para criatividade de qualquer um. Afinal as finanças são baseados no crédito, que nada mais é do que a ideia de emprestar bens à base de confiança, e, opcionalmente, de uma compensação. Das grandes navegações e os primeiros bancos até os fundos hedge e as criptomoedas, toda economia se baseia nessa premissa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Procuramos projetos que sejam sustentáveis economicamente, mas controlados pelas comunidades e que as beneficiem. A difusão e barateamento da tecnologia possibilitam que apareçam soluções locais. A geração de energia, produção de alimentos, comunicação, transportem já prescindem dos grandes modelos verticais. Porque  continuamos a depender das megaempresas de infraestrutura? Porque as células produtivas continuam a ser baseadas no empreendedorismo centralizador, hierárquico, voltado para enriquecimento pessoal, enquanto os modelos cooperativos se tornam cada vez mais difíceis de realizar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Queremos alternativas para as moedas, para os bancos, financiamentos e investimentos. O modelo econômico baseado no crescimento do PIB atingiu o limite planetário de produção de bens. Produz-se alimentos suficiente para 10 bilhões de pessoas, enquanto quase dez por cento dos 7 bilhões de humanos passa fome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse encontro, serão selecionadas 5 a 7 propostas, ideias, elucubrações – práticas ou teóricas, ficcionais ou em andamento – que queiram subverter a ordem econômica existente através de microprojetos, romances, instalações, startups cooperativos, criptocréditos, arranjos produtivos, mercados de trocas, etc. Durante os 5 dias do encontro,  os selecionados irão interagir com os convidados – pessoas que já realizaram projetos similares, ou que tem estudos sobre o tema – sobre a viabilidade, potenciais e fraqueza do seu projeto. A Nuvem oferece transporte, alimentação e hospedagem para todos os participantes. A hospedagem é na própria casa do encontro, em quartos coletivos mistos com 4 pessoas cada, no máximo; a alimentação é vegetariana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além da chamada para o encontro, convidaremos em breve a enviar textos em torno do tema, de até 30 laudas, para uma publicação com lançamento no começo de 2017.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Inscrições==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''As inscrições para o encontro já estão encerradas.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns links de referência e inspiração:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.sindominio.net/eldinerogratis/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.thephone.coop/about-us/who-we-are/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/fork-the-economy&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://thinkeconomia.com/pdf/openCallEconomia.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://medium.com/@trebors/platform-cooperativism-vs-the-sharing-economy-2ea737f1b5ad#.oq2occhfl&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/enspiral-changing-the-way-social-entrepreneurs-do-business&lt;br /&gt;
http://enspiral.com/about-enspiral/faq/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://loophole4all.com/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://disobedience.eu/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/new-ridesharing-alternatives-thrive-after-uber-leaves-austin&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://flinc.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.gocarma.com &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://colivre.coop.br/sobre/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://miamirail.org/visual-arts/new-business-art-in-search-of-alternative-economic-systems-2/ - Justine Ludwig&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://bhaz.com.br/2016/09/19/gasolina-paga-com-papel-ungido-por-cristo-vira-caso-de-policia-em-posto-de-combustivel/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.noitosfera.com/rm/s02/e06&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Apoio==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa atividade tem o apoio da Fundação Ford.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Ford.png]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Economias_Subversivas&amp;diff=14772</id>
		<title>Economias Subversivas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Economias_Subversivas&amp;diff=14772"/>
				<updated>2016-12-06T22:26:59Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: /* Participantes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
'''Economia Subversiva 01/12 - Quinta'''&lt;br /&gt;
Dia 1 / manhã&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Documentação==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai rolar uma publicação, a partir de textos elaborados aqui e uma chamada aberta até 15/01 para outras pessoas que não estão aqui. Textos de mno máximo 30 laudas.&lt;br /&gt;
Publicar no começo do ano que vem o Adriano Belisaro vai organizar isso.&lt;br /&gt;
Tema experiências e propostas em economias subversivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Participantes===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- '''foz''': rodando o país com objetivo de encontrar lugar para morar, conhecendo vários projetos e comunidades, e os projetos economicos tem chamado muito nossa atenção. EStamos nas pesquisas e na prática do faça você mesmo fazem muitos anos, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- '''Pedro victor''': Artista, trabalha com imagem e performance e experimentos sociais, com abordagens teóricas e práticas sobre economia pós escassez, e pensar ensaios para isntituições jurídicas do futuro que não conhecemos. Trabalha Rio e Sampa, está um pouco nômade nos últimos 4 anos, em diversas atividades. Escreve textos também. Pensando dimensões técnicas, estéticas e políticas de coisas autorais e coletivas em sistemas mais abertos. Amador profissional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- '''Guilherme''': Se inscreveu para falar experiência que tem no sul estão construindo universidade alternativa de comunidade (UNIPERMACULTURA e permacultura. Tem conseguido apoios para fazer isso de forma bem intensiva. Está há um tempo trabalhando com indígenas. Primeiro curso de especialização - pós na universidade do cariri no Ceará e no sul como curso de extensão. Estão trabalhando com tabaco agroecológico e também para criação de um método de exodo urbano - transitions farm. Ocupação de escolas através de comodato e sistemas educacionais para construções de casas. É professor dá aula para universidade e cursos, é biólogo e trabalha mais com filosófico e ética da permacultura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- '''Juliana''': Do Rio andou nômade morou na argentina, está meio São Paulo e quer cair fora de lá. Trabalha com artes visuais e etc. No campo da pesquisa e curadoria e veio fazer um estudo sobre tecnologias e técnica e cultura e forma desviantes de atuar com tecnologia e começou a se interessar por aspectos economicos dentro e fora da arte. Começou a investigar sobre outras esssa ecnomia se tornou mito da nossa sociedade. Fez umam exposição de estudo sobre mercantismo. Estuda jurisdicção dentro do campo economico. E gostaria de pensar aqui, dentro do campo da arte temos abordagens conceituais mas a prática é conservadora, pensar outras formas de fazer arte produzir, se expor. COmo produzimos artes, temos editais, galerias, mas pensar outrs economias para a produção artística. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- '''Bruno:''' da Nuvem. Começou em 2011, o objetivo vem sempre pela autonomia. E a comunidade também, pensar potenciais para autosustentação de alimentos, energia, acreditamso no potencial da contaminação da arte para o técnico. E não vendo como uma coisa só. Sempre unindo projetos mais artísticos com técnicos um do lado do outro. E essa chamada não foi diferente. Olhando para o potencial do faça você mesmo. Moedas que não passam por empresas e pelo estado. Pesquisa que Ivan faz como advogado, chama de direito sobre tecnologia. Pensando em formas de organização que não estão nos livros. Deve ser o último evento nessa casa, depois vamos para o sítio aqui perto. O sítio é próprio. É uma comunidade de algumas pessoas, produz muito tem SAF, horta, e inserido dentro do projeto de autonomia tecnologica, pois tem uma rede comunitária na Vila da Fumaça. VOu me apresentar também, por essa experiência que vem se construindo pouco a pouco com autofinanciamento da própria rede e como modelo para ser apropriado por outras redes de comunicação comunitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- '''Ana Fradique''': É nômade profissional artística, vem de uma aldeia em portugal. Foi para finlandia, e mestrado em arte ambiental. Nesse momento olhando sistemas e fazendo análises e diagnosticando através da arte. Começou a fazer propostas de experimentos sociais e organizacionais em coleitvo e trabalhando cada vez mais, coletivo molecular organization. E pensando a imaterizalização da economia e das formas de produçõa e o que é produzido. Acabou fudndando uma cooperativa chamada robin hood. Se move nos meios das artes ou qualquer outra oportunista que for necessário. Ocupando as ruas de outras maneiras, tem uma start up ligadao ou robin hood, para desascralizar as finanças para que seja útil as pessoas. Vive no Rio há 3 anos, e participa de outras iniciativas não ligadas a finanças em relação a vivência coletiva. Robin HOod assetmant cooperativa ??? Economic Space management.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- '''Ivan''': Especialista em direito social. Era bem pago para &lt;br /&gt;
As autoridades precisam de um assessor que fale a verdade era bem pago para isso, mas só quando era chamado, era assessor de um desembargador por 9 anos e ganhou com muita perseguissão 2 ou 3 precatórios e 2 ou 3 ??? de pequeno valor. Nos últimos anos tem trabalhado de graça na proposta de construir instrumentos e ferramentas para ver na prática como se resgata esse direito em propriedades coletivas. Hoje tem uma associação mutual, junto com um amigo que participou de uma mutual argentina, com a proposta de reconstruir a propriedade coletiva, comprou uma terra que está em processo de coletivizaçáo. e com um fundo social mutual para construir uma coooperativa integral, mas diferente da espanha é focada por ser dona dos meios de produção não apaenas um guarda chuva jurídico. Não necessariamente aqueles que vão morar, pois é um local para morar, gerar renda e cuidar da saúde, esses 3 princípios que focamos. Por necessidade estamos usando ela juridicamente para fazer a cooperativa integral focada na detenção dos meior de produções naquela terra. Pessoas que não querem ser empregados e querem ser seu próprio patrão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- '''Lirca''': de barcelona, mas mora aqui desde 2013. Trabalha com agroecologia (http://cirandas.net/uilikande/os-projetos-produtos-e-pessoas-do-uilikande) e produção de geléias, está participando desde 2008 em projetos autogestionários. Em barcelona participou de uma denṹncia do mercado financeiro internacional, foi quando rolou a crise, o Enric Duran fez parte deesse protesto de denúncia, tentou uma greve de bancos, mas não foi muito para frente e pensaram numa cooperativa integral catalana (CIC) como forma de ocnstrução além da denúncia ficou nisso de 2008 a 2010 e a cooperativa começou a andar com pernas próprias. Daí a CIC seria um guarda chuva de várias propostas dentro de uma mesma forma legal (alternativa que aproveita a legalidade para se blindar perante o sistema e desenvolver os projetos). O seguinte nível (internacional) é a FAIRCOOP (guarda-chuvas de ferramentas). Acaba fazendo muitos projetos e tentando se sustentar. Não acho tempo para me envolver com a FAIRCOOP. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- '''Aylen''': córdoba- Argentina. Faz 3 meses que estou trabalhando em nódulo local de FAIRCOOP, e cada um vai adaptaando a ideia a situação local. PRimeiro são os príncipios, não morte, não escravidão, são as guias. Depois a questão vida, tenho 2 filhos, que em elevou a tudo que fiz, se quero trabalhar na relação de dependẽncia não posso se meu filho fica doente, sou despedida. assim tudo que quis fazer o sistema te barra. Sempre na clandestinidade, a raiz dessa é que a cooperativa batetu a minha porta, e começamos a nos unir, todas as pessoas que estão fora do sistema. Sempre abaixo e na sombra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- '''Matheus''': de Salvador -BA - Ecolivre - cooperativa de tecnologias livres, presta serviços como desenvolvimento de redes sociais autonomas com a plataforma Noosfero. Há redes sociais que utilizam o Noosfero como o cirandas.net até softwarelivre.org. Atualmente estamos com 8 membros, mas já teve mais gente. Já tem 10 anos foi fundada em 2006 com pessoas do software livre em salvador e da economia solidária. A ideia é prestar serviço com desnevolvimento, consultoria, e formação em software livre. Formado em jornalismo trabalha com comunicação dentro da cooperativa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- '''Tarcísio''' - mora em campinas é de São Paulo. Há 14 anso presidente da OSCIP Solear. Desde que se formou em política virou empreendedor social, teve bar, restaurante, produtor rural anos 90, disso foi para alimentação, dentro da UNicamp restaurante vegetariano (exótico), por conta de estar lá atraia muitas pessoas também exóticas e se envolveu num assunto que envolveu completamente que foi a lei das OSCIPs e foi a 4 aberta em Campinas. Passou por alegrias e desafios, morou uns anos foras, e com todas as experiências acumuladas de vida, conseguiu ter uma certa tecnoliga para ser empreeendedor social, nesses 15 anos, tem ótimos resultados, trabalha com empresas, para promover rachaduras, que agora estão se abrindo e tendo acessos economicos e trabalham com plantio de árvores, já plantaram 160 mil mudas, Solear escola Viveiro, nesse trabalho capacitamos e profissionalimos pessoas montando viveiros dentro de escolas, entranod no conteúdo curricular, árvores, plantas, mudas, ervas como complemento. E  por conta disso e dessa tragetória atendemos grandes empresas. Faz pequenos e macros projetos. E por conta de um projeto nano de capacitação de mulheres em vulnerabilidade em Campinas, elas se capacitaram e podem se tornar empreendedoras. Depois termina de apresentar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- '''Drebs''': Estamos no rolẽ, trabalho faz muito tempo com computação e está mudando um pouco o foco para sair um pouco do computador, tem trabalha um pouco com redes livres. Com interesse nas iniciativas autonomas economicas de diversos projetos que temos viajado. Diversas pessoas aqui conhecemos em outras atividades. Uma iniciativa em uma comunidade intencional é que não existe instrumento jurídico para posse coletiva da terra, mas não existe proibição então ficamos a mercê das avaliações dos juízes dos casos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ideia é ter as apresentações para depois surgir discussões gerais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Apresentações:===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Pão-pãozinho - Tarcísio]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[UniPermacultura - Guilherme]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Quinta renda]] - Pedro Ivo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Propriedade coletiva]] - Ivan&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[cargocollective]] - Jefferson&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Casa tomada]] - Juliana&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Rizomática e Semillas]] - Ayelen&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Robin Hood]] - Ana&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Banco Intersubjetivo de desejos]] - J M Casanova&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[f&amp;amp;d]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Cooperativa Integral]] - Lirca&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Colivre]] - Matheus&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Documentação temporária&lt;br /&gt;
[https://pad.riseup.net/p/economia_subversiva]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Chamada==    &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                               &lt;br /&gt;
No começo de dezembro a Nuvem vai organizar o encontro Economias Subversivas. Durante 5 dias estaremos compartilhando novas maneiras de fazer trocas, investir, descrescer e financiar ações e projetos, num ambiente de imersão. Se você tem uma ideia ou uma experiência que gostaria de compartilhar, leia a chamada e se inscreva. Serão convidadas 5 a 7 pessoas de qualquer parte do Brasil com passagem, alimentação e hospedagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Dinerogratis.gif|frame|c|left|http://www.sindominio.net/eldinerogratis/]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há décadas, desde a hegemonia do modelo neoliberal, os governos e populações se tornaram subordinados aos grandes grupos financeiros. Mesmo com eleições regulares, os representantes escolhidos pouco podem fazer – ou querem fazer -  em relação a esse arranjo de poderes. Na crise especulativa de 2008, foi a população que teve de pagar o resgate das instituições financeiras, enquanto até os bônus dos CEOs das corporações delinquentes foram mantidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É evidente que as tecnologias vem criando novas configurações na economia. Mas os modelos de negócio baseados no financiamento e venda de start-ups são controlados inteiramente pelos mesmos  grupos financeiros de sempre. Por mais que o Uber crie novas oportunidades de emprego, eses empregos tem a fragilidade precária de depender da estratégia da empresa, que sobe ou desce taxas sempre que lhe convém . Por outro lado, os investimentos iniciais para montar uma alternativa são altíssimos – o capital de risco financia as viagens baratas oferecidas com o objetivo de dominar mercados “virgens”.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O encontro Economias Subversivas quer investigar ideias e iniciativas que desmontem os modelos existentes. Os startups “disruptivos”, em sua maioria, só fazem reforçar sistemas de controle financeiros e concentrar ainda mais a renda em estruturas hierarquizadas e fechadas.  Acreditamos que a economia pode ser plataforma e tubo de ensaios para criatividade de qualquer um. Afinal as finanças são baseados no crédito, que nada mais é do que a ideia de emprestar bens à base de confiança, e, opcionalmente, de uma compensação. Das grandes navegações e os primeiros bancos até os fundos hedge e as criptomoedas, toda economia se baseia nessa premissa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Procuramos projetos que sejam sustentáveis economicamente, mas controlados pelas comunidades e que as beneficiem. A difusão e barateamento da tecnologia possibilitam que apareçam soluções locais. A geração de energia, produção de alimentos, comunicação, transportem já prescindem dos grandes modelos verticais. Porque  continuamos a depender das megaempresas de infraestrutura? Porque as células produtivas continuam a ser baseadas no empreendedorismo centralizador, hierárquico, voltado para enriquecimento pessoal, enquanto os modelos cooperativos se tornam cada vez mais difíceis de realizar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Queremos alternativas para as moedas, para os bancos, financiamentos e investimentos. O modelo econômico baseado no crescimento do PIB atingiu o limite planetário de produção de bens. Produz-se alimentos suficiente para 10 bilhões de pessoas, enquanto quase dez por cento dos 7 bilhões de humanos passa fome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse encontro, serão selecionadas 5 a 7 propostas, ideias, elucubrações – práticas ou teóricas, ficcionais ou em andamento – que queiram subverter a ordem econômica existente através de microprojetos, romances, instalações, startups cooperativos, criptocréditos, arranjos produtivos, mercados de trocas, etc. Durante os 5 dias do encontro,  os selecionados irão interagir com os convidados – pessoas que já realizaram projetos similares, ou que tem estudos sobre o tema – sobre a viabilidade, potenciais e fraqueza do seu projeto. A Nuvem oferece transporte, alimentação e hospedagem para todos os participantes. A hospedagem é na própria casa do encontro, em quartos coletivos mistos com 4 pessoas cada, no máximo; a alimentação é vegetariana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além da chamada para o encontro, convidaremos em breve a enviar textos em torno do tema, de até 30 laudas, para uma publicação com lançamento no começo de 2017.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Inscrições==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''As inscrições para o encontro já estão encerradas.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns links de referência e inspiração:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.sindominio.net/eldinerogratis/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.thephone.coop/about-us/who-we-are/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/fork-the-economy&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://thinkeconomia.com/pdf/openCallEconomia.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://medium.com/@trebors/platform-cooperativism-vs-the-sharing-economy-2ea737f1b5ad#.oq2occhfl&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/enspiral-changing-the-way-social-entrepreneurs-do-business&lt;br /&gt;
http://enspiral.com/about-enspiral/faq/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://loophole4all.com/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://disobedience.eu/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/new-ridesharing-alternatives-thrive-after-uber-leaves-austin&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://flinc.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.gocarma.com &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://colivre.coop.br/sobre/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://miamirail.org/visual-arts/new-business-art-in-search-of-alternative-economic-systems-2/ - Justine Ludwig&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://bhaz.com.br/2016/09/19/gasolina-paga-com-papel-ungido-por-cristo-vira-caso-de-policia-em-posto-de-combustivel/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.noitosfera.com/rm/s02/e06&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Apoio==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa atividade tem o apoio da Fundação Ford.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Ford.png]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Economias_Subversivas&amp;diff=14771</id>
		<title>Economias Subversivas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Economias_Subversivas&amp;diff=14771"/>
				<updated>2016-12-06T22:25:35Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: /* Participantes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
'''Economia Subversiva 01/12 - Quinta'''&lt;br /&gt;
Dia 1 / manhã&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Documentação==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai rolar uma publicação, a partir de textos elaborados aqui e uma chamada aberta até 15/01 para outras pessoas que não estão aqui. Textos de mno máximo 30 laudas.&lt;br /&gt;
Publicar no começo do ano que vem o Adriano Belisaro vai organizar isso.&lt;br /&gt;
Tema experiências e propostas em economias subversivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Participantes===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- foz: rodando o país com objetivo de encontrar lugar para morar, conhecendo vários projetos e comunidades, e os projetos economicos tem chamado muito nossa atenção. EStamos nas pesquisas e na prática do faça você mesmo fazem muitos anos, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pedro victor: Artista, trabalha com imagem e performance e experimentos sociais, com abordagens teóricas e práticas sobre economia pós escassez, e pensar ensaios para isntituições jurídicas do futuro que não conhecemos. Trabalha Rio e Sampa, está um pouco nômade nos últimos 4 anos, em diversas atividades. Escreve textos também. Pensando dimensões técnicas, estéticas e políticas de coisas autorais e coletivas em sistemas mais abertos. Amador profissional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Guilherme: Se inscreveu para falar experiência que tem no sul estão construindo universidade alternativa de comunidade (UNIPERMACULTURA e permacultura. Tem conseguido apoios para fazer isso de forma bem intensiva. Está há um tempo trabalhando com indígenas. Primeiro curso de especialização - pós na universidade do cariri no Ceará e no sul como curso de extensão. Estão trabalhando com tabaco agroecológico e também para criação de um método de exodo urbano - transitions farm. Ocupação de escolas através de comodato e sistemas educacionais para construções de casas. É professor dá aula para universidade e cursos, é biólogo e trabalha mais com filosófico e ética da permacultura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Juliana: Do Rio andou nômade morou na argentina, está meio São Paulo e quer cair fora de lá. Trabalha com artes visuais e etc. No campo da pesquisa e curadoria e veio fazer um estudo sobre tecnologias e técnica e cultura e forma desviantes de atuar com tecnologia e começou a se interessar por aspectos economicos dentro e fora da arte. Começou a investigar sobre outras esssa ecnomia se tornou mito da nossa sociedade. Fez umam exposição de estudo sobre mercantismo. Estuda jurisdicção dentro do campo economico. E gostaria de pensar aqui, dentro do campo da arte temos abordagens conceituais mas a prática é conservadora, pensar outras formas de fazer arte produzir, se expor. COmo produzimos artes, temos editais, galerias, mas pensar outrs economias para a produção artística. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Bruno: da Nuvem. Começou em 2011, o objetivo vem sempre pela autonomia. E a comunidade também, pensar potenciais para autosustentação de alimentos, energia, acreditamso no potencial da contaminação da arte para o técnico. E não vendo como uma coisa só. Sempre unindo projetos mais artísticos com técnicos um do lado do outro. E essa chamada não foi diferente. Olhando para o potencial do faça você mesmo. Moedas que não passam por empresas e pelo estado. Pesquisa que Ivan faz como advogado, chama de direito sobre tecnologia. Pensando em formas de organização que não estão nos livros. Deve ser o último evento nessa casa, depois vamos para o sítio aqui perto. O sítio é próprio. É uma comunidade de algumas pessoas, produz muito tem SAF, horta, e inserido dentro do projeto de autonomia tecnologica, pois tem uma rede comunitária na Vila da Fumaça. VOu me apresentar também, por essa experiência que vem se construindo pouco a pouco com autofinanciamento da própria rede e como modelo para ser apropriado por outras redes de comunicação comunitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ana Fradique: É nômade profissional artística, vem de uma aldeia em portugal. Foi para finlandia, e mestrado em arte ambiental. Nesse momento olhando sistemas e fazendo análises e diagnosticando através da arte. Começou a fazer propostas de experimentos sociais e organizacionais em coleitvo e trabalhando cada vez mais, coletivo molecular organization. E pensando a imaterizalização da economia e das formas de produçõa e o que é produzido. Acabou fudndando uma cooperativa chamada robin hood. Se move nos meios das artes ou qualquer outra oportunista que for necessário. Ocupando as ruas de outras maneiras, tem uma start up ligadao ou robin hood, para desascralizar as finanças para que seja útil as pessoas. Vive no Rio há 3 anos, e participa de outras iniciativas não ligadas a finanças em relação a vivência coletiva. Robin HOod assetmant cooperativa ??? Economic Space management.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ivan: Especialista em direito social. Era bem pago para &lt;br /&gt;
As autoridades precisam de um assessor que fale a verdade era bem pago para isso, mas só quando era chamado, era assessor de um desembargador por 9 anos e ganhou com muita perseguissão 2 ou 3 precatórios e 2 ou 3 ??? de pequeno valor. Nos últimos anos tem trabalhado de graça na proposta de construir instrumentos e ferramentas para ver na prática como se resgata esse direito em propriedades coletivas. Hoje tem uma associação mutual, junto com um amigo que participou de uma mutual argentina, com a proposta de reconstruir a propriedade coletiva, comprou uma terra que está em processo de coletivizaçáo. e com um fundo social mutual para construir uma coooperativa integral, mas diferente da espanha é focada por ser dona dos meios de produção não apaenas um guarda chuva jurídico. Não necessariamente aqueles que vão morar, pois é um local para morar, gerar renda e cuidar da saúde, esses 3 princípios que focamos. Por necessidade estamos usando ela juridicamente para fazer a cooperativa integral focada na detenção dos meior de produções naquela terra. Pessoas que não querem ser empregados e querem ser seu próprio patrão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Lirca: de barcelona, mas mora aqui desde 2013. Trabalha com agroecologia (http://cirandas.net/uilikande/os-projetos-produtos-e-pessoas-do-uilikande) e produção de geléias, está participando desde 2008 em projetos autogestionários. Em barcelona participou de uma denṹncia do mercado financeiro internacional, foi quando rolou a crise, o Enric Duran fez parte deesse protesto de denúncia, tentou uma greve de bancos, mas não foi muito para frente e pensaram numa cooperativa integral catalana (CIC) como forma de ocnstrução além da denúncia ficou nisso de 2008 a 2010 e a cooperativa começou a andar com pernas próprias. Daí a CIC seria um guarda chuva de várias propostas dentro de uma mesma forma legal (alternativa que aproveita a legalidade para se blindar perante o sistema e desenvolver os projetos). O seguinte nível (internacional) é a FAIRCOOP (guarda-chuvas de ferramentas). Acaba fazendo muitos projetos e tentando se sustentar. Não acho tempo para me envolver com a FAIRCOOP. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Aylen: córdoba- Argentina. Faz 3 meses que estou trabalhando em nódulo local de FAIRCOOP, e cada um vai adaptaando a ideia a situação local. PRimeiro são os príncipios, não morte, não escravidão, são as guias. Depois a questão vida, tenho 2 filhos, que em elevou a tudo que fiz, se quero trabalhar na relação de dependẽncia não posso se meu filho fica doente, sou despedida. assim tudo que quis fazer o sistema te barra. Sempre na clandestinidade, a raiz dessa é que a cooperativa batetu a minha porta, e começamos a nos unir, todas as pessoas que estão fora do sistema. Sempre abaixo e na sombra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Matheus: de Salvador -BA - Ecolivre - cooperativa de tecnologias livres, presta serviços como desenvolvimento de redes sociais autonomas com a plataforma Noosfero. Há redes sociais que utilizam o Noosfero como o cirandas.net até softwarelivre.org. Atualmente estamos com 8 membros, mas já teve mais gente. Já tem 10 anos foi fundada em 2006 com pessoas do software livre em salvador e da economia solidária. A ideia é prestar serviço com desnevolvimento, consultoria, e formação em software livre. Formado em jornalismo trabalha com comunicação dentro da cooperativa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Tarcísio - mora em campinas é de São Paulo. Há 14 anso presidente da OSCIP Solear. Desde que se formou em política virou empreendedor social, teve bar, restaurante, produtor rural anos 90, disso foi para alimentação, dentro da UNicamp restaurante vegetariano (exótico), por conta de estar lá atraia muitas pessoas também exóticas e se envolveu num assunto que envolveu completamente que foi a lei das OSCIPs e foi a 4 aberta em Campinas. Passou por alegrias e desafios, morou uns anos foras, e com todas as experiências acumuladas de vida, conseguiu ter uma certa tecnoliga para ser empreeendedor social, nesses 15 anos, tem ótimos resultados, trabalha com empresas, para promover rachaduras, que agora estão se abrindo e tendo acessos economicos e trabalham com plantio de árvores, já plantaram 160 mil mudas, Solear escola Viveiro, nesse trabalho capacitamos e profissionalimos pessoas montando viveiros dentro de escolas, entranod no conteúdo curricular, árvores, plantas, mudas, ervas como complemento. E  por conta disso e dessa tragetória atendemos grandes empresas. Faz pequenos e macros projetos. E por conta de um projeto nano de capacitação de mulheres em vulnerabilidade em Campinas, elas se capacitaram e podem se tornar empreendedoras. Depois termina de apresentar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Drebs: Estamos no rolẽ, trabalho faz muito tempo com computação e está mudando um pouco o foco para sair um pouco do computador, tem trabalha um pouco com redes livres. Com interesse nas iniciativas autonomas economicas de diversos projetos que temos viajado. Diversas pessoas aqui conhecemos em outras atividades. Uma iniciativa em uma comunidade intencional é que não existe instrumento jurídico para posse coletiva da terra, mas não existe proibição então ficamos a mercê das avaliações dos juízes dos casos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ideia é ter as apresentações para depois surgir discussões gerais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Apresentações:===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Pão-pãozinho - Tarcísio]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[UniPermacultura - Guilherme]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Quinta renda]] - Pedro Ivo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Propriedade coletiva]] - Ivan&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[cargocollective]] - Jefferson&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Casa tomada]] - Juliana&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Rizomática e Semillas]] - Ayelen&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Robin Hood]] - Ana&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Banco Intersubjetivo de desejos]] - J M Casanova&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[f&amp;amp;d]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Cooperativa Integral]] - Lirca&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Colivre]] - Matheus&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Documentação temporária&lt;br /&gt;
[https://pad.riseup.net/p/economia_subversiva]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Chamada==    &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                               &lt;br /&gt;
No começo de dezembro a Nuvem vai organizar o encontro Economias Subversivas. Durante 5 dias estaremos compartilhando novas maneiras de fazer trocas, investir, descrescer e financiar ações e projetos, num ambiente de imersão. Se você tem uma ideia ou uma experiência que gostaria de compartilhar, leia a chamada e se inscreva. Serão convidadas 5 a 7 pessoas de qualquer parte do Brasil com passagem, alimentação e hospedagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Dinerogratis.gif|frame|c|left|http://www.sindominio.net/eldinerogratis/]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há décadas, desde a hegemonia do modelo neoliberal, os governos e populações se tornaram subordinados aos grandes grupos financeiros. Mesmo com eleições regulares, os representantes escolhidos pouco podem fazer – ou querem fazer -  em relação a esse arranjo de poderes. Na crise especulativa de 2008, foi a população que teve de pagar o resgate das instituições financeiras, enquanto até os bônus dos CEOs das corporações delinquentes foram mantidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É evidente que as tecnologias vem criando novas configurações na economia. Mas os modelos de negócio baseados no financiamento e venda de start-ups são controlados inteiramente pelos mesmos  grupos financeiros de sempre. Por mais que o Uber crie novas oportunidades de emprego, eses empregos tem a fragilidade precária de depender da estratégia da empresa, que sobe ou desce taxas sempre que lhe convém . Por outro lado, os investimentos iniciais para montar uma alternativa são altíssimos – o capital de risco financia as viagens baratas oferecidas com o objetivo de dominar mercados “virgens”.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O encontro Economias Subversivas quer investigar ideias e iniciativas que desmontem os modelos existentes. Os startups “disruptivos”, em sua maioria, só fazem reforçar sistemas de controle financeiros e concentrar ainda mais a renda em estruturas hierarquizadas e fechadas.  Acreditamos que a economia pode ser plataforma e tubo de ensaios para criatividade de qualquer um. Afinal as finanças são baseados no crédito, que nada mais é do que a ideia de emprestar bens à base de confiança, e, opcionalmente, de uma compensação. Das grandes navegações e os primeiros bancos até os fundos hedge e as criptomoedas, toda economia se baseia nessa premissa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Procuramos projetos que sejam sustentáveis economicamente, mas controlados pelas comunidades e que as beneficiem. A difusão e barateamento da tecnologia possibilitam que apareçam soluções locais. A geração de energia, produção de alimentos, comunicação, transportem já prescindem dos grandes modelos verticais. Porque  continuamos a depender das megaempresas de infraestrutura? Porque as células produtivas continuam a ser baseadas no empreendedorismo centralizador, hierárquico, voltado para enriquecimento pessoal, enquanto os modelos cooperativos se tornam cada vez mais difíceis de realizar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Queremos alternativas para as moedas, para os bancos, financiamentos e investimentos. O modelo econômico baseado no crescimento do PIB atingiu o limite planetário de produção de bens. Produz-se alimentos suficiente para 10 bilhões de pessoas, enquanto quase dez por cento dos 7 bilhões de humanos passa fome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse encontro, serão selecionadas 5 a 7 propostas, ideias, elucubrações – práticas ou teóricas, ficcionais ou em andamento – que queiram subverter a ordem econômica existente através de microprojetos, romances, instalações, startups cooperativos, criptocréditos, arranjos produtivos, mercados de trocas, etc. Durante os 5 dias do encontro,  os selecionados irão interagir com os convidados – pessoas que já realizaram projetos similares, ou que tem estudos sobre o tema – sobre a viabilidade, potenciais e fraqueza do seu projeto. A Nuvem oferece transporte, alimentação e hospedagem para todos os participantes. A hospedagem é na própria casa do encontro, em quartos coletivos mistos com 4 pessoas cada, no máximo; a alimentação é vegetariana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além da chamada para o encontro, convidaremos em breve a enviar textos em torno do tema, de até 30 laudas, para uma publicação com lançamento no começo de 2017.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Inscrições==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''As inscrições para o encontro já estão encerradas.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns links de referência e inspiração:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.sindominio.net/eldinerogratis/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.thephone.coop/about-us/who-we-are/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/fork-the-economy&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://thinkeconomia.com/pdf/openCallEconomia.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://medium.com/@trebors/platform-cooperativism-vs-the-sharing-economy-2ea737f1b5ad#.oq2occhfl&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/enspiral-changing-the-way-social-entrepreneurs-do-business&lt;br /&gt;
http://enspiral.com/about-enspiral/faq/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://loophole4all.com/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://disobedience.eu/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/new-ridesharing-alternatives-thrive-after-uber-leaves-austin&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://flinc.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.gocarma.com &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://colivre.coop.br/sobre/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://miamirail.org/visual-arts/new-business-art-in-search-of-alternative-economic-systems-2/ - Justine Ludwig&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://bhaz.com.br/2016/09/19/gasolina-paga-com-papel-ungido-por-cristo-vira-caso-de-policia-em-posto-de-combustivel/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.noitosfera.com/rm/s02/e06&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Apoio==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa atividade tem o apoio da Fundação Ford.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Ford.png]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Economias_Subversivas&amp;diff=14770</id>
		<title>Economias Subversivas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Economias_Subversivas&amp;diff=14770"/>
				<updated>2016-12-06T22:25:21Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: /* Geral */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
'''Economia Subversiva 01/12 - Quinta'''&lt;br /&gt;
Dia 1 / manhã&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Documentação==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai rolar uma publicação, a partir de textos elaborados aqui e uma chamada aberta até 15/01 para outras pessoas que não estão aqui. Textos de mno máximo 30 laudas.&lt;br /&gt;
Publicar no começo do ano que vem o Adriano Belisaro vai organizar isso.&lt;br /&gt;
Tema experiências e propostas em economias subversivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Participantes===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- foz: rodando o país com objetivo de encontrar lugar para morar, conhecendo vários projetos e comunidades, e os projetos economicos tem chamado muito nossa atenção. EStamos nas pesquisas e na prática do faça você mesmo fazem muitos anos, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pedro victor: Artista, trabalha com imagem e performance e experimentos sociais, com abordagens teóricas e práticas sobre economia pós escassez, e pensar ensaios para isntituições jurídicas do futuro que não conhecemos. Trabalha Rio e Sampa, está um pouco nômade nos últimos 4 anos, em diversas atividades. Escreve textos também. Pensando dimensões técnicas, estéticas e políticas de coisas autorais e coletivas em sistemas mais abertos. Amador profissional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Guilherme: Se inscreveu para falar experiência que tem no sul estão construindo universidade alternativa de comunidade (UNIPERMACULTURA e permacultura. Tem conseguido apoios para fazer isso de forma bem intensiva. Está há um tempo trabalhando com indígenas. Primeiro curso de especialização - pós na universidade do cariri no Ceará e no sul como curso de extensão. Estão trabalhando com tabaco agroecológico e também para criação de um método de exodo urbano - transitions farm. Ocupação de escolas através de comodato e sistemas educacionais para construções de casas. É professor dá aula para universidade e cursos, é biólogo e trabalha mais com filosófico e ética da permacultura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Juliana: Do Rio andou nômade morou na argentina, está meio São Paulo e quer cair fora de lá. Trabalha com artes visuais e etc. No campo da pesquisa e curadoria e veio fazer um estudo sobre tecnologias e técnica e cultura e forma desviantes de atuar com tecnologia e começou a se interessar por aspectos economicos dentro e fora da arte. Começou a investigar sobre outras esssa ecnomia se tornou mito da nossa sociedade. Fez umam exposição de estudo sobre mercantismo. Estuda jurisdicção dentro do campo economico. E gostaria de pensar aqui, dentro do campo da arte temos abordagens conceituais mas a prática é conservadora, pensar outras formas de fazer arte produzir, se expor. COmo produzimos artes, temos editais, galerias, mas pensar outrs economias para a produção artística. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Bruno: da Nuvem. Começou em 2011, o objetivo vem sempre pela autonomia. E a comunidade também, pensar potenciais para autosustentação de alimentos, energia, acreditamso no potencial da contaminação da arte para o técnico. E não vendo como uma coisa só. Sempre unindo projetos mais artísticos com técnicos um do lado do outro. E essa chamada não foi diferente. Olhando para o potencial do faça você mesmo. Moedas que não passam por empresas e pelo estado. Pesquisa que Ivan faz como advogado, chama de direito sobre tecnologia. Pensando em formas de organização que não estão nos livros. Deve ser o último evento nessa casa, depois vamos para o sítio aqui perto. O sítio é próprio. É uma comunidade de algumas pessoas, produz muito tem SAF, horta, e inserido dentro do projeto de autonomia tecnologica, pois tem uma rede comunitária na Vila da Fumaça. VOu me apresentar também, por essa experiência que vem se construindo pouco a pouco com autofinanciamento da própria rede e como modelo para ser apropriado por outras redes de comunicação comunitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ana Fradique: É nômade profissional artística, vem de uma aldeia em portugal. Foi para finlandia, e mestrado em arte ambiental. Nesse momento olhando sistemas e fazendo análises e diagnosticando através da arte. Começou a fazer propostas de experimentos sociais e organizacionais em coleitvo e trabalhando cada vez mais, coletivo molecular organization. E pensando a imaterizalização da economia e das formas de produçõa e o que é produzido. Acabou fudndando uma cooperativa chamada robin hood. Se move nos meios das artes ou qualquer outra oportunista que for necessário. Ocupando as ruas de outras maneiras, tem uma start up ligadao ou robin hood, para desascralizar as finanças para que seja útil as pessoas. Vive no Rio há 3 anos, e participa de outras iniciativas não ligadas a finanças em relação a vivência coletiva. Robin HOod assetmant cooperativa ??? Economic Space management.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ivan: Especialista em direito social. Era bem pago para &lt;br /&gt;
As autoridades precisam de um assessor que fale a verdade era bem pago para isso, mas só quando era chamado, era assessor de um desembargador por 9 anos e ganhou com muita perseguissão 2 ou 3 precatórios e 2 ou 3 ??? de pequeno valor. Nos últimos anos tem trabalhado de graça na proposta de construir instrumentos e ferramentas para ver na prática como se resgata esse direito em propriedades coletivas. Hoje tem uma associação mutual, junto com um amigo que participou de uma mutual argentina, com a proposta de reconstruir a propriedade coletiva, comprou uma terra que está em processo de coletivizaçáo. e com um fundo social mutual para construir uma coooperativa integral, mas diferente da espanha é focada por ser dona dos meios de produção não apaenas um guarda chuva jurídico. Não necessariamente aqueles que vão morar, pois é um local para morar, gerar renda e cuidar da saúde, esses 3 princípios que focamos. Por necessidade estamos usando ela juridicamente para fazer a cooperativa integral focada na detenção dos meior de produções naquela terra. Pessoas que não querem ser empregados e querem ser seu próprio patrão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Lirca: de barcelona, mas mora aqui desde 2013. Trabalha com agroecologia (http://cirandas.net/uilikande/os-projetos-produtos-e-pessoas-do-uilikande) e produção de geléias, está participando desde 2008 em projetos autogestionários. Em barcelona participou de uma denṹncia do mercado financeiro internacional, foi quando rolou a crise, o Enric Duran fez parte deesse protesto de denúncia, tentou uma greve de bancos, mas não foi muito para frente e pensaram numa cooperativa integral catalana (CIC) como forma de ocnstrução além da denúncia ficou nisso de 2008 a 2010 e a cooperativa começou a andar com pernas próprias. Daí a CIC seria um guarda chuva de várias propostas dentro de uma mesma forma legal (alternativa que aproveita a legalidade para se blindar perante o sistema e desenvolver os projetos). O seguinte nível (internacional) é a FAIRCOOP (guarda-chuvas de ferramentas). Acaba fazendo muitos projetos e tentando se sustentar. Não acho tempo para me envolver com a FAIRCOOP. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Aylen: córdoba- Argentina. Faz 3 meses que estou trabalhando em nódulo local de FAIRCOOP, e cada um vai adaptaando a ideia a situação local. PRimeiro são os príncipios, não morte, não escravidão, são as guias. Depois a questão vida, tenho 2 filhos, que em elevou a tudo que fiz, se quero trabalhar na relação de dependẽncia não posso se meu filho fica doente, sou despedida. assim tudo que quis fazer o sistema te barra. Sempre na clandestinidade, a raiz dessa é que a cooperativa batetu a minha porta, e começamos a nos unir, todas as pessoas que estão fora do sistema. Sempre abaixo e na sombra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Matheus: de Salvador -BA - Ecolivre - cooperativa de tecnologias livres, presta serviços como desenvolvimento de redes sociais autonomas com a plataforma Noosfero. Há redes sociais que utilizam o Noosfero como o cirandas.net até softwarelivre.org. Atualmente estamos com 8 membros, mas já teve mais gente. Já tem 10 anos foi fundada em 2006 com pessoas do software livre em salvador e da economia solidária. A ideia é prestar serviço com desnevolvimento, consultoria, e formação em software livre. Formado em jornalismo trabalha com comunicação dentro da cooperativa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Tarcísio - mora em campinas é de São Paulo. Há 14 anso presidente da OSCIP Solear. Desde que se formou em política virou empreendedor social, teve bar, restaurante, produtor rural anos 90, disso foi para alimentação, dentro da UNicamp restaurante vegetariano (exótico), por conta de estar lá atraia muitas pessoas também exóticas e se envolveu num assunto que envolveu completamente que foi a lei das OSCIPs e foi a 4 aberta em Campinas. Passou por alegrias e desafios, morou uns anos foras, e com todas as experiências acumuladas de vida, conseguiu ter uma certa tecnoliga para ser empreeendedor social, nesses 15 anos, tem ótimos resultados, trabalha com empresas, para promover rachaduras, que agora estão se abrindo e tendo acessos economicos e trabalham com plantio de árvores, já plantaram 160 mil mudas, Solear escola Viveiro, nesse trabalho capacitamos e profissionalimos pessoas montando viveiros dentro de escolas, entranod no conteúdo curricular, árvores, plantas, mudas, ervas como complemento. E  por conta disso e dessa tragetória atendemos grandes empresas. Faz pequenos e macros projetos. E por conta de um projeto nano de capacitação de mulheres em vulnerabilidade em Campinas, elas se capacitaram e podem se tornar empreendedoras. Depois termina de apresentar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Drebs: Estamos no rolẽ, trabalho faz muito tempo com computação e está mudando um pouco o foco para sair um pouco do computador, tem trabalha um pouco com redes livres. Com interesse nas iniciativas autonomas economicas de diversos projetos que temos viajado. Diversas pessoas aqui conhecemos em outras atividades. Uma iniciativa em uma comunidade intencional é que não existe instrumento jurídico para posse coletiva da terra, mas não existe proibição então ficamos a mercê das avaliações dos juízes dos casos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ideia é ter as apresentações para depois surgir discussões gerais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Apresentações:===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Pão-pãozinho - Tarcísio]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[UniPermacultura - Guilherme]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Quinta renda]] - Pedro Ivo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Propriedade coletiva]] - Ivan&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[cargocollective]] - Jefferson&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Casa tomada]] - Juliana&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Rizomática e Semillas]] - Ayelen&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Robin Hood]] - Ana&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Banco Intersubjetivo de desejos]] - J M Casanova&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[f&amp;amp;d]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Cooperativa Integral]] - Lirca&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Colivre]] - Matheus&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Documentação temporária&lt;br /&gt;
[https://pad.riseup.net/p/economia_subversiva]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Participantes==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Fundo solidário]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Chamada==    &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                               &lt;br /&gt;
No começo de dezembro a Nuvem vai organizar o encontro Economias Subversivas. Durante 5 dias estaremos compartilhando novas maneiras de fazer trocas, investir, descrescer e financiar ações e projetos, num ambiente de imersão. Se você tem uma ideia ou uma experiência que gostaria de compartilhar, leia a chamada e se inscreva. Serão convidadas 5 a 7 pessoas de qualquer parte do Brasil com passagem, alimentação e hospedagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Dinerogratis.gif|frame|c|left|http://www.sindominio.net/eldinerogratis/]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há décadas, desde a hegemonia do modelo neoliberal, os governos e populações se tornaram subordinados aos grandes grupos financeiros. Mesmo com eleições regulares, os representantes escolhidos pouco podem fazer – ou querem fazer -  em relação a esse arranjo de poderes. Na crise especulativa de 2008, foi a população que teve de pagar o resgate das instituições financeiras, enquanto até os bônus dos CEOs das corporações delinquentes foram mantidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É evidente que as tecnologias vem criando novas configurações na economia. Mas os modelos de negócio baseados no financiamento e venda de start-ups são controlados inteiramente pelos mesmos  grupos financeiros de sempre. Por mais que o Uber crie novas oportunidades de emprego, eses empregos tem a fragilidade precária de depender da estratégia da empresa, que sobe ou desce taxas sempre que lhe convém . Por outro lado, os investimentos iniciais para montar uma alternativa são altíssimos – o capital de risco financia as viagens baratas oferecidas com o objetivo de dominar mercados “virgens”.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O encontro Economias Subversivas quer investigar ideias e iniciativas que desmontem os modelos existentes. Os startups “disruptivos”, em sua maioria, só fazem reforçar sistemas de controle financeiros e concentrar ainda mais a renda em estruturas hierarquizadas e fechadas.  Acreditamos que a economia pode ser plataforma e tubo de ensaios para criatividade de qualquer um. Afinal as finanças são baseados no crédito, que nada mais é do que a ideia de emprestar bens à base de confiança, e, opcionalmente, de uma compensação. Das grandes navegações e os primeiros bancos até os fundos hedge e as criptomoedas, toda economia se baseia nessa premissa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Procuramos projetos que sejam sustentáveis economicamente, mas controlados pelas comunidades e que as beneficiem. A difusão e barateamento da tecnologia possibilitam que apareçam soluções locais. A geração de energia, produção de alimentos, comunicação, transportem já prescindem dos grandes modelos verticais. Porque  continuamos a depender das megaempresas de infraestrutura? Porque as células produtivas continuam a ser baseadas no empreendedorismo centralizador, hierárquico, voltado para enriquecimento pessoal, enquanto os modelos cooperativos se tornam cada vez mais difíceis de realizar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Queremos alternativas para as moedas, para os bancos, financiamentos e investimentos. O modelo econômico baseado no crescimento do PIB atingiu o limite planetário de produção de bens. Produz-se alimentos suficiente para 10 bilhões de pessoas, enquanto quase dez por cento dos 7 bilhões de humanos passa fome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse encontro, serão selecionadas 5 a 7 propostas, ideias, elucubrações – práticas ou teóricas, ficcionais ou em andamento – que queiram subverter a ordem econômica existente através de microprojetos, romances, instalações, startups cooperativos, criptocréditos, arranjos produtivos, mercados de trocas, etc. Durante os 5 dias do encontro,  os selecionados irão interagir com os convidados – pessoas que já realizaram projetos similares, ou que tem estudos sobre o tema – sobre a viabilidade, potenciais e fraqueza do seu projeto. A Nuvem oferece transporte, alimentação e hospedagem para todos os participantes. A hospedagem é na própria casa do encontro, em quartos coletivos mistos com 4 pessoas cada, no máximo; a alimentação é vegetariana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além da chamada para o encontro, convidaremos em breve a enviar textos em torno do tema, de até 30 laudas, para uma publicação com lançamento no começo de 2017.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Inscrições==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''As inscrições para o encontro já estão encerradas.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns links de referência e inspiração:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.sindominio.net/eldinerogratis/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.thephone.coop/about-us/who-we-are/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/fork-the-economy&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://thinkeconomia.com/pdf/openCallEconomia.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://medium.com/@trebors/platform-cooperativism-vs-the-sharing-economy-2ea737f1b5ad#.oq2occhfl&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/enspiral-changing-the-way-social-entrepreneurs-do-business&lt;br /&gt;
http://enspiral.com/about-enspiral/faq/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://loophole4all.com/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://disobedience.eu/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/new-ridesharing-alternatives-thrive-after-uber-leaves-austin&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://flinc.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.gocarma.com &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://colivre.coop.br/sobre/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://miamirail.org/visual-arts/new-business-art-in-search-of-alternative-economic-systems-2/ - Justine Ludwig&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://bhaz.com.br/2016/09/19/gasolina-paga-com-papel-ungido-por-cristo-vira-caso-de-policia-em-posto-de-combustivel/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.noitosfera.com/rm/s02/e06&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Apoio==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa atividade tem o apoio da Fundação Ford.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Ford.png]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Colivre&amp;diff=14769</id>
		<title>Colivre</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Colivre&amp;diff=14769"/>
				<updated>2016-12-06T22:24:24Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: Criou página com 'Foi fundada em 2006, a partir de grupos na frequência do software livre e também do faça-você-mesmo. Fundou-se uma cooperativa para prestar serviços de tecnologia apenas...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Foi fundada em 2006, a partir de grupos na frequência do software livre e também do faça-você-mesmo. Fundou-se uma cooperativa para prestar serviços de tecnologia apenas usando software livre. No começo, dez anos atrás (Matheus participa há dois anos), tinham 22 membros. Pessoas da área da computação e administração. No começo diversos serviçoes eram feitos, sem muito foco. CUrsos, consultoria, sites, etc. Em 2007, o Forum Brasileiro de Economia Solidária procurou a Colivre para tentar achar uma solução para o mapeamento da Economia Solidária no Brasil. Era uma época em que a rede social mais forte era o Orkut. As equipes resolveram fazer uma rede social livre, pois não havia nenhum software para redes sociais em software livre. Lorea.CC e similares não estavam ativas ainda. &lt;br /&gt;
A plataforma, a Noosfero, possibilita que haja uma plataforma econômica. FISL - Forum Internacional de Software Livre. &lt;br /&gt;
Com o software Noosfero, cada organização, coletivo ou instituição pode criar subredes autônomas. Em 2009 foi lançado o Noosfero. A construção dessa plataforma permitiu que várias organizações se apropriassem desta tecnologia, porque não havia uma alternativa livre. Se tivessem investimentos, realmente teria chance de ser um contraponto livre às redes sociais corporativas. É possível construir uma federação de redes. Como o Diáspora. O Noosfero está em processo de desenvolvimento. Para uma cooperativa de Salvador, com poucos membros, construir uma plataforma que é uma das melhores do mundo, já é uma grande coisa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por trabalharem com software livre com os clientes, o conhecimento é aberto. E a plataforma vai sempre se beneficiar. &lt;br /&gt;
Tem o Jornal Café Preto, um jornal anartquista. Orgniza-ae.org é uma espécie de rede social-local com orientações anarquistas, onde pode-se criar perfis e outras funcionalidades sociais. O Noosfero permite que você crie uma rede social, tal qual o Wordpress, que pode ser instalado num servidor. &lt;br /&gt;
SERPRO, do Governo Federal, também ajudam a desenvolver, melhorar e fazer debugging da plataforma. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Colivre é registrada como uma cooperativa de trabalho. Funciona como uma cooperativa, com assembleias mensais, com a presença da maioria dos membros. Legalmente tem todos os cargos &amp;quot;clássicos&amp;quot; hierárquicos, mas não é uma coisa que é pra valer. Há uma divisão de tarefas. Além das assembleias mensais, tem as reuniões de setor (adminisitrativo, financiero, comunicação e marketing), com bastante autonomia a partir das assembléias gerais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando há um novo serviço ou projeto, é decidido em assembléia como a equipe vai ser formada. Não há diferenteça de remuneração, baseada em valores por horas. Em momentos de mais fluxo, as pessoas declaravam quantas horas ela ia trabalhar e o valor do trabalho era definido. Mas houve alguns problemas. Atualmente, as horas de trabalho para cada projeto são definidas caso a caso. Há um sistema de gestão de projetos para acompanhar as atividades, para garantir que as pessoas cumprar as horas de trabalho. Um gestor geral de projetos é escolhido com base no perfil da pessoa. Tem uma sede, em Salvador. Duas pessoas estão afastadas (uma em Curitiba, outra em Brasília), mas os trabalhos segue. &lt;br /&gt;
Matheus abre o http://cirandas.net. Cirandas é uma rede, que tem perfis de usuários e perfis comunitários. E tem o perfil de empreendimento, onde se pode criar um site e também oferecer produtos e serviços. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
André traz o exemplo do https://cirandas.net/UILIKANDE&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lirca usa o Ciranda e dá exemplos de uso, comentando um cronograma de pedidos de compra. &lt;br /&gt;
A diferenla para o Wordpress é a arquitetura. &lt;br /&gt;
O projeto é financiado de várias formas. Uma delas é prestar serviços para outras pares, como governos, universidades, empresas e pessoas físicas. &lt;br /&gt;
Recebe também financiamentos de organizações como http://internet.org, da Suíça. Serviços mais específicos podem ser contratados sob demanda, também como consultoria. &lt;br /&gt;
André comenta sobre o uso do feed, que parte, por exemplo, da Noosfera, e posta nos feeds do twitter, do facebook e etc. &lt;br /&gt;
Aylen comenta sobre uma estratégia em que o facebook é usado somente para chamadas, com link, a visitar o link, há a informação completa. Às vezes com campanhas promocionais, que recompensam o usuário que segue a informação, e podem ganhar &amp;quot;regalitos&amp;quot;. A Colivre participa de alguns editais. Quando Matheus entrou na Colivre, foi incialmente para desenvolver um projeto de economia solidária, envolverndo outras cooperativas de artesanato. FOi um trabalho de um anoDes e meio de formação para que outras cooperativas fossem formadas para usar o Ciranda.net. Frequentemente estabelecem relações com outras associações e cooperativas, como o EITA, por exexmplo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PRÓXIMOS PASSOS. &lt;br /&gt;
Podemos continuar conversando pelos PAD's, também pelo Telegram, pelo Signal&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Economias_Subversivas&amp;diff=14768</id>
		<title>Economias Subversivas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Economias_Subversivas&amp;diff=14768"/>
				<updated>2016-12-06T22:23:53Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: /* Apresentações: */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
'''Economia Subversiva 01/12 - Quinta'''&lt;br /&gt;
Dia 1 / manhã&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Documentação==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai rolar uma publicação, a partir de textos elaborados aqui e uma chamada aberta até 15/01 para outras pessoas que não estão aqui. Textos de mno máximo 30 laudas.&lt;br /&gt;
Publicar no começo do ano que vem o Adriano Belisaro vai organizar isso.&lt;br /&gt;
Tema experiências e propostas em economias subversivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Geral===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- foz: rodando o país com objetivo de encontrar lugar para morar, conhecendo vários projetos e comunidades, e os projetos economicos tem chamado muito nossa atenção. EStamos nas pesquisas e na prática do faça você mesmo fazem muitos anos, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pedro victor: Artista, trabalha com imagem e performance e experimentos sociais, com abordagens teóricas e práticas sobre economia pós escassez, e pensar ensaios para isntituições jurídicas do futuro que não conhecemos. Trabalha Rio e Sampa, está um pouco nômade nos últimos 4 anos, em diversas atividades. Escreve textos também. Pensando dimensões técnicas, estéticas e políticas de coisas autorais e coletivas em sistemas mais abertos. Amador profissional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Guilherme: Se inscreveu para falar experiência que tem no sul estão construindo universidade alternativa de comunidade (UNIPERMACULTURA e permacultura. Tem conseguido apoios para fazer isso de forma bem intensiva. Está há um tempo trabalhando com indígenas. Primeiro curso de especialização - pós na universidade do cariri no Ceará e no sul como curso de extensão. Estão trabalhando com tabaco agroecológico e também para criação de um método de exodo urbano - transitions farm. Ocupação de escolas através de comodato e sistemas educacionais para construções de casas. É professor dá aula para universidade e cursos, é biólogo e trabalha mais com filosófico e ética da permacultura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Juliana: Do Rio andou nômade morou na argentina, está meio São Paulo e quer cair fora de lá. Trabalha com artes visuais e etc. No campo da pesquisa e curadoria e veio fazer um estudo sobre tecnologias e técnica e cultura e forma desviantes de atuar com tecnologia e começou a se interessar por aspectos economicos dentro e fora da arte. Começou a investigar sobre outras esssa ecnomia se tornou mito da nossa sociedade. Fez umam exposição de estudo sobre mercantismo. Estuda jurisdicção dentro do campo economico. E gostaria de pensar aqui, dentro do campo da arte temos abordagens conceituais mas a prática é conservadora, pensar outras formas de fazer arte produzir, se expor. COmo produzimos artes, temos editais, galerias, mas pensar outrs economias para a produção artística. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Bruno: da Nuvem. Começou em 2011, o objetivo vem sempre pela autonomia. E a comunidade também, pensar potenciais para autosustentação de alimentos, energia, acreditamso no potencial da contaminação da arte para o técnico. E não vendo como uma coisa só. Sempre unindo projetos mais artísticos com técnicos um do lado do outro. E essa chamada não foi diferente. Olhando para o potencial do faça você mesmo. Moedas que não passam por empresas e pelo estado. Pesquisa que Ivan faz como advogado, chama de direito sobre tecnologia. Pensando em formas de organização que não estão nos livros. Deve ser o último evento nessa casa, depois vamos para o sítio aqui perto. O sítio é próprio. É uma comunidade de algumas pessoas, produz muito tem SAF, horta, e inserido dentro do projeto de autonomia tecnologica, pois tem uma rede comunitária na Vila da Fumaça. VOu me apresentar também, por essa experiência que vem se construindo pouco a pouco com autofinanciamento da própria rede e como modelo para ser apropriado por outras redes de comunicação comunitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ana Fradique: É nômade profissional artística, vem de uma aldeia em portugal. Foi para finlandia, e mestrado em arte ambiental. Nesse momento olhando sistemas e fazendo análises e diagnosticando através da arte. Começou a fazer propostas de experimentos sociais e organizacionais em coleitvo e trabalhando cada vez mais, coletivo molecular organization. E pensando a imaterizalização da economia e das formas de produçõa e o que é produzido. Acabou fudndando uma cooperativa chamada robin hood. Se move nos meios das artes ou qualquer outra oportunista que for necessário. Ocupando as ruas de outras maneiras, tem uma start up ligadao ou robin hood, para desascralizar as finanças para que seja útil as pessoas. Vive no Rio há 3 anos, e participa de outras iniciativas não ligadas a finanças em relação a vivência coletiva. Robin HOod assetmant cooperativa ??? Economic Space management.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ivan: Especialista em direito social. Era bem pago para &lt;br /&gt;
As autoridades precisam de um assessor que fale a verdade era bem pago para isso, mas só quando era chamado, era assessor de um desembargador por 9 anos e ganhou com muita perseguissão 2 ou 3 precatórios e 2 ou 3 ??? de pequeno valor. Nos últimos anos tem trabalhado de graça na proposta de construir instrumentos e ferramentas para ver na prática como se resgata esse direito em propriedades coletivas. Hoje tem uma associação mutual, junto com um amigo que participou de uma mutual argentina, com a proposta de reconstruir a propriedade coletiva, comprou uma terra que está em processo de coletivizaçáo. e com um fundo social mutual para construir uma coooperativa integral, mas diferente da espanha é focada por ser dona dos meios de produção não apaenas um guarda chuva jurídico. Não necessariamente aqueles que vão morar, pois é um local para morar, gerar renda e cuidar da saúde, esses 3 princípios que focamos. Por necessidade estamos usando ela juridicamente para fazer a cooperativa integral focada na detenção dos meior de produções naquela terra. Pessoas que não querem ser empregados e querem ser seu próprio patrão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Lirca: de barcelona, mas mora aqui desde 2013. Trabalha com agroecologia (http://cirandas.net/uilikande/os-projetos-produtos-e-pessoas-do-uilikande) e produção de geléias, está participando desde 2008 em projetos autogestionários. Em barcelona participou de uma denṹncia do mercado financeiro internacional, foi quando rolou a crise, o Enric Duran fez parte deesse protesto de denúncia, tentou uma greve de bancos, mas não foi muito para frente e pensaram numa cooperativa integral catalana (CIC) como forma de ocnstrução além da denúncia ficou nisso de 2008 a 2010 e a cooperativa começou a andar com pernas próprias. Daí a CIC seria um guarda chuva de várias propostas dentro de uma mesma forma legal (alternativa que aproveita a legalidade para se blindar perante o sistema e desenvolver os projetos). O seguinte nível (internacional) é a FAIRCOOP (guarda-chuvas de ferramentas). Acaba fazendo muitos projetos e tentando se sustentar. Não acho tempo para me envolver com a FAIRCOOP. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Aylen: córdoba- Argentina. Faz 3 meses que estou trabalhando em nódulo local de FAIRCOOP, e cada um vai adaptaando a ideia a situação local. PRimeiro são os príncipios, não morte, não escravidão, são as guias. Depois a questão vida, tenho 2 filhos, que em elevou a tudo que fiz, se quero trabalhar na relação de dependẽncia não posso se meu filho fica doente, sou despedida. assim tudo que quis fazer o sistema te barra. Sempre na clandestinidade, a raiz dessa é que a cooperativa batetu a minha porta, e começamos a nos unir, todas as pessoas que estão fora do sistema. Sempre abaixo e na sombra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Matheus: de Salvador -BA - Ecolivre - cooperativa de tecnologias livres, presta serviços como desenvolvimento de redes sociais autonomas com a plataforma Noosfero. Há redes sociais que utilizam o Noosfero como o cirandas.net até softwarelivre.org. Atualmente estamos com 8 membros, mas já teve mais gente. Já tem 10 anos foi fundada em 2006 com pessoas do software livre em salvador e da economia solidária. A ideia é prestar serviço com desnevolvimento, consultoria, e formação em software livre. Formado em jornalismo trabalha com comunicação dentro da cooperativa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Tarcísio - mora em campinas é de São Paulo. Há 14 anso presidente da OSCIP Solear. Desde que se formou em política virou empreendedor social, teve bar, restaurante, produtor rural anos 90, disso foi para alimentação, dentro da UNicamp restaurante vegetariano (exótico), por conta de estar lá atraia muitas pessoas também exóticas e se envolveu num assunto que envolveu completamente que foi a lei das OSCIPs e foi a 4 aberta em Campinas. Passou por alegrias e desafios, morou uns anos foras, e com todas as experiências acumuladas de vida, conseguiu ter uma certa tecnoliga para ser empreeendedor social, nesses 15 anos, tem ótimos resultados, trabalha com empresas, para promover rachaduras, que agora estão se abrindo e tendo acessos economicos e trabalham com plantio de árvores, já plantaram 160 mil mudas, Solear escola Viveiro, nesse trabalho capacitamos e profissionalimos pessoas montando viveiros dentro de escolas, entranod no conteúdo curricular, árvores, plantas, mudas, ervas como complemento. E  por conta disso e dessa tragetória atendemos grandes empresas. Faz pequenos e macros projetos. E por conta de um projeto nano de capacitação de mulheres em vulnerabilidade em Campinas, elas se capacitaram e podem se tornar empreendedoras. Depois termina de apresentar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Drebs: Estamos no rolẽ, trabalho faz muito tempo com computação e está mudando um pouco o foco para sair um pouco do computador, tem trabalha um pouco com redes livres. Com interesse nas iniciativas autonomas economicas de diversos projetos que temos viajado. Diversas pessoas aqui conhecemos em outras atividades. Uma iniciativa em uma comunidade intencional é que não existe instrumento jurídico para posse coletiva da terra, mas não existe proibição então ficamos a mercê das avaliações dos juízes dos casos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ideia é ter as apresentações para depois surgir discussões gerais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Apresentações:===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Pão-pãozinho - Tarcísio]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[UniPermacultura - Guilherme]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Quinta renda]] - Pedro Ivo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Propriedade coletiva]] - Ivan&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[cargocollective]] - Jefferson&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Casa tomada]] - Juliana&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Rizomática e Semillas]] - Ayelen&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Robin Hood]] - Ana&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Banco Intersubjetivo de desejos]] - J M Casanova&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[f&amp;amp;d]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Cooperativa Integral]] - Lirca&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Colivre]] - Matheus&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Documentação temporária&lt;br /&gt;
[https://pad.riseup.net/p/economia_subversiva]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Participantes==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Fundo solidário]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Chamada==    &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                               &lt;br /&gt;
No começo de dezembro a Nuvem vai organizar o encontro Economias Subversivas. Durante 5 dias estaremos compartilhando novas maneiras de fazer trocas, investir, descrescer e financiar ações e projetos, num ambiente de imersão. Se você tem uma ideia ou uma experiência que gostaria de compartilhar, leia a chamada e se inscreva. Serão convidadas 5 a 7 pessoas de qualquer parte do Brasil com passagem, alimentação e hospedagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Dinerogratis.gif|frame|c|left|http://www.sindominio.net/eldinerogratis/]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há décadas, desde a hegemonia do modelo neoliberal, os governos e populações se tornaram subordinados aos grandes grupos financeiros. Mesmo com eleições regulares, os representantes escolhidos pouco podem fazer – ou querem fazer -  em relação a esse arranjo de poderes. Na crise especulativa de 2008, foi a população que teve de pagar o resgate das instituições financeiras, enquanto até os bônus dos CEOs das corporações delinquentes foram mantidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É evidente que as tecnologias vem criando novas configurações na economia. Mas os modelos de negócio baseados no financiamento e venda de start-ups são controlados inteiramente pelos mesmos  grupos financeiros de sempre. Por mais que o Uber crie novas oportunidades de emprego, eses empregos tem a fragilidade precária de depender da estratégia da empresa, que sobe ou desce taxas sempre que lhe convém . Por outro lado, os investimentos iniciais para montar uma alternativa são altíssimos – o capital de risco financia as viagens baratas oferecidas com o objetivo de dominar mercados “virgens”.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O encontro Economias Subversivas quer investigar ideias e iniciativas que desmontem os modelos existentes. Os startups “disruptivos”, em sua maioria, só fazem reforçar sistemas de controle financeiros e concentrar ainda mais a renda em estruturas hierarquizadas e fechadas.  Acreditamos que a economia pode ser plataforma e tubo de ensaios para criatividade de qualquer um. Afinal as finanças são baseados no crédito, que nada mais é do que a ideia de emprestar bens à base de confiança, e, opcionalmente, de uma compensação. Das grandes navegações e os primeiros bancos até os fundos hedge e as criptomoedas, toda economia se baseia nessa premissa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Procuramos projetos que sejam sustentáveis economicamente, mas controlados pelas comunidades e que as beneficiem. A difusão e barateamento da tecnologia possibilitam que apareçam soluções locais. A geração de energia, produção de alimentos, comunicação, transportem já prescindem dos grandes modelos verticais. Porque  continuamos a depender das megaempresas de infraestrutura? Porque as células produtivas continuam a ser baseadas no empreendedorismo centralizador, hierárquico, voltado para enriquecimento pessoal, enquanto os modelos cooperativos se tornam cada vez mais difíceis de realizar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Queremos alternativas para as moedas, para os bancos, financiamentos e investimentos. O modelo econômico baseado no crescimento do PIB atingiu o limite planetário de produção de bens. Produz-se alimentos suficiente para 10 bilhões de pessoas, enquanto quase dez por cento dos 7 bilhões de humanos passa fome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse encontro, serão selecionadas 5 a 7 propostas, ideias, elucubrações – práticas ou teóricas, ficcionais ou em andamento – que queiram subverter a ordem econômica existente através de microprojetos, romances, instalações, startups cooperativos, criptocréditos, arranjos produtivos, mercados de trocas, etc. Durante os 5 dias do encontro,  os selecionados irão interagir com os convidados – pessoas que já realizaram projetos similares, ou que tem estudos sobre o tema – sobre a viabilidade, potenciais e fraqueza do seu projeto. A Nuvem oferece transporte, alimentação e hospedagem para todos os participantes. A hospedagem é na própria casa do encontro, em quartos coletivos mistos com 4 pessoas cada, no máximo; a alimentação é vegetariana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além da chamada para o encontro, convidaremos em breve a enviar textos em torno do tema, de até 30 laudas, para uma publicação com lançamento no começo de 2017.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Inscrições==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''As inscrições para o encontro já estão encerradas.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns links de referência e inspiração:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.sindominio.net/eldinerogratis/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.thephone.coop/about-us/who-we-are/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/fork-the-economy&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://thinkeconomia.com/pdf/openCallEconomia.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://medium.com/@trebors/platform-cooperativism-vs-the-sharing-economy-2ea737f1b5ad#.oq2occhfl&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/enspiral-changing-the-way-social-entrepreneurs-do-business&lt;br /&gt;
http://enspiral.com/about-enspiral/faq/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://loophole4all.com/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://disobedience.eu/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/new-ridesharing-alternatives-thrive-after-uber-leaves-austin&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://flinc.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.gocarma.com &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://colivre.coop.br/sobre/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://miamirail.org/visual-arts/new-business-art-in-search-of-alternative-economic-systems-2/ - Justine Ludwig&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://bhaz.com.br/2016/09/19/gasolina-paga-com-papel-ungido-por-cristo-vira-caso-de-policia-em-posto-de-combustivel/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.noitosfera.com/rm/s02/e06&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Apoio==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa atividade tem o apoio da Fundação Ford.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Ford.png]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Cooperativa_Integral&amp;diff=14767</id>
		<title>Cooperativa Integral</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Cooperativa_Integral&amp;diff=14767"/>
				<updated>2016-12-06T22:23:07Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: Criou página com 'COMO foi criada a cooperativa integral: en 2008 durante o estouro da crise mundial comessaram a estudar o sistema mundial e identificaram o sistema financeiro mundial como o p...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;COMO foi criada a cooperativa integral: en 2008 durante o estouro da crise mundial comessaram a estudar o sistema mundial e identificaram o sistema financeiro mundial como o principal problema e origem da crise mundial.&lt;br /&gt;
a a;áo do enric duran serviu para denunciar essa problematica do sistema financeiro. antes de 2008 o grupo fez uma caranava na catalunha visitando coletivos. nesta época fizeram um encontro em CALCAZES uma cooperativa.&lt;br /&gt;
logo depois deste encontro estouro a crise em setembro de 2008, logo depois da expropria;áo feita por enric, a imprensa procurou enric para a divulga;áo deste fato.&lt;br /&gt;
com o estouro da crise financeira e queda dos pre;os dos imóveis, muitas pessoas que financiaram a compra de seus imóveis (hipoteca) acabaram perdendo os seus imóveis financiados em favor dos bancos e mesmo assim continuaram devendo para os bancos. &lt;br /&gt;
O grupo resolveu propor a GREVE BANCÁRIA de forma que ninguém pagasse suas dívidas aos bancos. Para tanto lan;aram publicamente a divulga;ao de um formulário para os grevistas.&lt;br /&gt;
a fórmula jurídica encontrada foi de COOPERATIVA MISTA DE CONSUMO E DE PRESTA;AO DE SERVI;OS. O que resolveu satisfatoriamente as necessidades de produ;ao e de consumo dos cooperativistas. Outra facilidade promovida pela cooperativa, foi que os endividados (com o nome sujo na pra;a), podiam usar a cooperativa para voltar ao mercado consumidor e fazer compras.&lt;br /&gt;
Foi criada a moeda social da cooperativa integral o ECO com o sistema CES. Vários servi;os foram desenvolvidos dentro da cooperativa sem o uso intensivo de capital, como por exemplo um grupo de cooperados come;ou a retificar oléo de cozinha usado para o uso em tratores dos agricultores locais que assim passaram a usar a moeda social ECO para comprar oléo com ECO.&lt;br /&gt;
O próximo passo da cooperativa integral foi o desenvolvimento das COMPRAS COLETIVAS para os seus cooperados. &lt;br /&gt;
As discussóes internas da cooperativa pautavam-se pelo dilema entre as op;oes de ATAQUE ou de BLINDAGEM aos mecanismos de domina;ao do sistema excludente e opressor. &lt;br /&gt;
A ideia central da cooperativa é minar o sistema capitalista negando-se ao consumo dentro do sistema, por exemplo, promovendo a DESBANCARIZA;ÁO, retirar recursos dos bancos, usar menos servi;os dos bancos.&lt;br /&gt;
Em Ubatuba Lirca faz um projeto de agroecologia , surgindo a dúvida de qual roupagem figura jurídica para formalizar o projeto autogestionário em execu;ao. Na prática atuam sempre de forma cooperativa, usando ou nao a figura jurídica da cooperativa. Produzem verduras organicamente e tentam vender toda a produ;ao na forma de cestas de verduras, para evitar o desperdício de alimentos nao escolhidos pelos clientes. Nao havendo conexao alguma a atividade em Ubatuba com a cooperativa integral catalan. Uma vez constituída e organizada a cooperativa integral em catalunha, Lirca, por motivos pessoais, resolveu ter uma atividade mais prática e direta em agroecologia no Brasil. De forma que a FAIR COOP , a CIC e o projeto agroecologico em Ubatuta sáo processos autönomos que se interligam das mais diversas formas.&lt;br /&gt;
A FAIR COOP apresenta uma ferramenta para substitui;ao ao uso do sistema financeiro.&lt;br /&gt;
 Discute-se agora a formaliza;ao da COOPERATIVA INTEGRAL EUROPEIA, o que se constitui em uma necessidade prática para a Europa.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Economias_Subversivas&amp;diff=14766</id>
		<title>Economias Subversivas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Economias_Subversivas&amp;diff=14766"/>
				<updated>2016-12-06T22:22:45Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: /* Apresentações: */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
'''Economia Subversiva 01/12 - Quinta'''&lt;br /&gt;
Dia 1 / manhã&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Documentação==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai rolar uma publicação, a partir de textos elaborados aqui e uma chamada aberta até 15/01 para outras pessoas que não estão aqui. Textos de mno máximo 30 laudas.&lt;br /&gt;
Publicar no começo do ano que vem o Adriano Belisaro vai organizar isso.&lt;br /&gt;
Tema experiências e propostas em economias subversivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Geral===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- foz: rodando o país com objetivo de encontrar lugar para morar, conhecendo vários projetos e comunidades, e os projetos economicos tem chamado muito nossa atenção. EStamos nas pesquisas e na prática do faça você mesmo fazem muitos anos, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pedro victor: Artista, trabalha com imagem e performance e experimentos sociais, com abordagens teóricas e práticas sobre economia pós escassez, e pensar ensaios para isntituições jurídicas do futuro que não conhecemos. Trabalha Rio e Sampa, está um pouco nômade nos últimos 4 anos, em diversas atividades. Escreve textos também. Pensando dimensões técnicas, estéticas e políticas de coisas autorais e coletivas em sistemas mais abertos. Amador profissional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Guilherme: Se inscreveu para falar experiência que tem no sul estão construindo universidade alternativa de comunidade (UNIPERMACULTURA e permacultura. Tem conseguido apoios para fazer isso de forma bem intensiva. Está há um tempo trabalhando com indígenas. Primeiro curso de especialização - pós na universidade do cariri no Ceará e no sul como curso de extensão. Estão trabalhando com tabaco agroecológico e também para criação de um método de exodo urbano - transitions farm. Ocupação de escolas através de comodato e sistemas educacionais para construções de casas. É professor dá aula para universidade e cursos, é biólogo e trabalha mais com filosófico e ética da permacultura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Juliana: Do Rio andou nômade morou na argentina, está meio São Paulo e quer cair fora de lá. Trabalha com artes visuais e etc. No campo da pesquisa e curadoria e veio fazer um estudo sobre tecnologias e técnica e cultura e forma desviantes de atuar com tecnologia e começou a se interessar por aspectos economicos dentro e fora da arte. Começou a investigar sobre outras esssa ecnomia se tornou mito da nossa sociedade. Fez umam exposição de estudo sobre mercantismo. Estuda jurisdicção dentro do campo economico. E gostaria de pensar aqui, dentro do campo da arte temos abordagens conceituais mas a prática é conservadora, pensar outras formas de fazer arte produzir, se expor. COmo produzimos artes, temos editais, galerias, mas pensar outrs economias para a produção artística. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Bruno: da Nuvem. Começou em 2011, o objetivo vem sempre pela autonomia. E a comunidade também, pensar potenciais para autosustentação de alimentos, energia, acreditamso no potencial da contaminação da arte para o técnico. E não vendo como uma coisa só. Sempre unindo projetos mais artísticos com técnicos um do lado do outro. E essa chamada não foi diferente. Olhando para o potencial do faça você mesmo. Moedas que não passam por empresas e pelo estado. Pesquisa que Ivan faz como advogado, chama de direito sobre tecnologia. Pensando em formas de organização que não estão nos livros. Deve ser o último evento nessa casa, depois vamos para o sítio aqui perto. O sítio é próprio. É uma comunidade de algumas pessoas, produz muito tem SAF, horta, e inserido dentro do projeto de autonomia tecnologica, pois tem uma rede comunitária na Vila da Fumaça. VOu me apresentar também, por essa experiência que vem se construindo pouco a pouco com autofinanciamento da própria rede e como modelo para ser apropriado por outras redes de comunicação comunitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ana Fradique: É nômade profissional artística, vem de uma aldeia em portugal. Foi para finlandia, e mestrado em arte ambiental. Nesse momento olhando sistemas e fazendo análises e diagnosticando através da arte. Começou a fazer propostas de experimentos sociais e organizacionais em coleitvo e trabalhando cada vez mais, coletivo molecular organization. E pensando a imaterizalização da economia e das formas de produçõa e o que é produzido. Acabou fudndando uma cooperativa chamada robin hood. Se move nos meios das artes ou qualquer outra oportunista que for necessário. Ocupando as ruas de outras maneiras, tem uma start up ligadao ou robin hood, para desascralizar as finanças para que seja útil as pessoas. Vive no Rio há 3 anos, e participa de outras iniciativas não ligadas a finanças em relação a vivência coletiva. Robin HOod assetmant cooperativa ??? Economic Space management.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ivan: Especialista em direito social. Era bem pago para &lt;br /&gt;
As autoridades precisam de um assessor que fale a verdade era bem pago para isso, mas só quando era chamado, era assessor de um desembargador por 9 anos e ganhou com muita perseguissão 2 ou 3 precatórios e 2 ou 3 ??? de pequeno valor. Nos últimos anos tem trabalhado de graça na proposta de construir instrumentos e ferramentas para ver na prática como se resgata esse direito em propriedades coletivas. Hoje tem uma associação mutual, junto com um amigo que participou de uma mutual argentina, com a proposta de reconstruir a propriedade coletiva, comprou uma terra que está em processo de coletivizaçáo. e com um fundo social mutual para construir uma coooperativa integral, mas diferente da espanha é focada por ser dona dos meios de produção não apaenas um guarda chuva jurídico. Não necessariamente aqueles que vão morar, pois é um local para morar, gerar renda e cuidar da saúde, esses 3 princípios que focamos. Por necessidade estamos usando ela juridicamente para fazer a cooperativa integral focada na detenção dos meior de produções naquela terra. Pessoas que não querem ser empregados e querem ser seu próprio patrão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Lirca: de barcelona, mas mora aqui desde 2013. Trabalha com agroecologia (http://cirandas.net/uilikande/os-projetos-produtos-e-pessoas-do-uilikande) e produção de geléias, está participando desde 2008 em projetos autogestionários. Em barcelona participou de uma denṹncia do mercado financeiro internacional, foi quando rolou a crise, o Enric Duran fez parte deesse protesto de denúncia, tentou uma greve de bancos, mas não foi muito para frente e pensaram numa cooperativa integral catalana (CIC) como forma de ocnstrução além da denúncia ficou nisso de 2008 a 2010 e a cooperativa começou a andar com pernas próprias. Daí a CIC seria um guarda chuva de várias propostas dentro de uma mesma forma legal (alternativa que aproveita a legalidade para se blindar perante o sistema e desenvolver os projetos). O seguinte nível (internacional) é a FAIRCOOP (guarda-chuvas de ferramentas). Acaba fazendo muitos projetos e tentando se sustentar. Não acho tempo para me envolver com a FAIRCOOP. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Aylen: córdoba- Argentina. Faz 3 meses que estou trabalhando em nódulo local de FAIRCOOP, e cada um vai adaptaando a ideia a situação local. PRimeiro são os príncipios, não morte, não escravidão, são as guias. Depois a questão vida, tenho 2 filhos, que em elevou a tudo que fiz, se quero trabalhar na relação de dependẽncia não posso se meu filho fica doente, sou despedida. assim tudo que quis fazer o sistema te barra. Sempre na clandestinidade, a raiz dessa é que a cooperativa batetu a minha porta, e começamos a nos unir, todas as pessoas que estão fora do sistema. Sempre abaixo e na sombra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Matheus: de Salvador -BA - Ecolivre - cooperativa de tecnologias livres, presta serviços como desenvolvimento de redes sociais autonomas com a plataforma Noosfero. Há redes sociais que utilizam o Noosfero como o cirandas.net até softwarelivre.org. Atualmente estamos com 8 membros, mas já teve mais gente. Já tem 10 anos foi fundada em 2006 com pessoas do software livre em salvador e da economia solidária. A ideia é prestar serviço com desnevolvimento, consultoria, e formação em software livre. Formado em jornalismo trabalha com comunicação dentro da cooperativa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Tarcísio - mora em campinas é de São Paulo. Há 14 anso presidente da OSCIP Solear. Desde que se formou em política virou empreendedor social, teve bar, restaurante, produtor rural anos 90, disso foi para alimentação, dentro da UNicamp restaurante vegetariano (exótico), por conta de estar lá atraia muitas pessoas também exóticas e se envolveu num assunto que envolveu completamente que foi a lei das OSCIPs e foi a 4 aberta em Campinas. Passou por alegrias e desafios, morou uns anos foras, e com todas as experiências acumuladas de vida, conseguiu ter uma certa tecnoliga para ser empreeendedor social, nesses 15 anos, tem ótimos resultados, trabalha com empresas, para promover rachaduras, que agora estão se abrindo e tendo acessos economicos e trabalham com plantio de árvores, já plantaram 160 mil mudas, Solear escola Viveiro, nesse trabalho capacitamos e profissionalimos pessoas montando viveiros dentro de escolas, entranod no conteúdo curricular, árvores, plantas, mudas, ervas como complemento. E  por conta disso e dessa tragetória atendemos grandes empresas. Faz pequenos e macros projetos. E por conta de um projeto nano de capacitação de mulheres em vulnerabilidade em Campinas, elas se capacitaram e podem se tornar empreendedoras. Depois termina de apresentar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Drebs: Estamos no rolẽ, trabalho faz muito tempo com computação e está mudando um pouco o foco para sair um pouco do computador, tem trabalha um pouco com redes livres. Com interesse nas iniciativas autonomas economicas de diversos projetos que temos viajado. Diversas pessoas aqui conhecemos em outras atividades. Uma iniciativa em uma comunidade intencional é que não existe instrumento jurídico para posse coletiva da terra, mas não existe proibição então ficamos a mercê das avaliações dos juízes dos casos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ideia é ter as apresentações para depois surgir discussões gerais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Apresentações:===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Pão-pãozinho - Tarcísio]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[UniPermacultura - Guilherme]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Quinta renda]] - Pedro Ivo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Propriedade coletiva]] - Ivan&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[cargocollective]] - Jefferson&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Casa tomada]] - Juliana&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Rizomática e Semillas]] - Ayelen&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Robin Hood]] - Ana&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Banco Intersubjetivo de desejos]] - J M Casanova&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[f&amp;amp;d]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Cooperativa Integral]] - Lirca&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Documentação temporária&lt;br /&gt;
[https://pad.riseup.net/p/economia_subversiva]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Participantes==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Fundo solidário]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Chamada==    &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                               &lt;br /&gt;
No começo de dezembro a Nuvem vai organizar o encontro Economias Subversivas. Durante 5 dias estaremos compartilhando novas maneiras de fazer trocas, investir, descrescer e financiar ações e projetos, num ambiente de imersão. Se você tem uma ideia ou uma experiência que gostaria de compartilhar, leia a chamada e se inscreva. Serão convidadas 5 a 7 pessoas de qualquer parte do Brasil com passagem, alimentação e hospedagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Dinerogratis.gif|frame|c|left|http://www.sindominio.net/eldinerogratis/]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há décadas, desde a hegemonia do modelo neoliberal, os governos e populações se tornaram subordinados aos grandes grupos financeiros. Mesmo com eleições regulares, os representantes escolhidos pouco podem fazer – ou querem fazer -  em relação a esse arranjo de poderes. Na crise especulativa de 2008, foi a população que teve de pagar o resgate das instituições financeiras, enquanto até os bônus dos CEOs das corporações delinquentes foram mantidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É evidente que as tecnologias vem criando novas configurações na economia. Mas os modelos de negócio baseados no financiamento e venda de start-ups são controlados inteiramente pelos mesmos  grupos financeiros de sempre. Por mais que o Uber crie novas oportunidades de emprego, eses empregos tem a fragilidade precária de depender da estratégia da empresa, que sobe ou desce taxas sempre que lhe convém . Por outro lado, os investimentos iniciais para montar uma alternativa são altíssimos – o capital de risco financia as viagens baratas oferecidas com o objetivo de dominar mercados “virgens”.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O encontro Economias Subversivas quer investigar ideias e iniciativas que desmontem os modelos existentes. Os startups “disruptivos”, em sua maioria, só fazem reforçar sistemas de controle financeiros e concentrar ainda mais a renda em estruturas hierarquizadas e fechadas.  Acreditamos que a economia pode ser plataforma e tubo de ensaios para criatividade de qualquer um. Afinal as finanças são baseados no crédito, que nada mais é do que a ideia de emprestar bens à base de confiança, e, opcionalmente, de uma compensação. Das grandes navegações e os primeiros bancos até os fundos hedge e as criptomoedas, toda economia se baseia nessa premissa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Procuramos projetos que sejam sustentáveis economicamente, mas controlados pelas comunidades e que as beneficiem. A difusão e barateamento da tecnologia possibilitam que apareçam soluções locais. A geração de energia, produção de alimentos, comunicação, transportem já prescindem dos grandes modelos verticais. Porque  continuamos a depender das megaempresas de infraestrutura? Porque as células produtivas continuam a ser baseadas no empreendedorismo centralizador, hierárquico, voltado para enriquecimento pessoal, enquanto os modelos cooperativos se tornam cada vez mais difíceis de realizar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Queremos alternativas para as moedas, para os bancos, financiamentos e investimentos. O modelo econômico baseado no crescimento do PIB atingiu o limite planetário de produção de bens. Produz-se alimentos suficiente para 10 bilhões de pessoas, enquanto quase dez por cento dos 7 bilhões de humanos passa fome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse encontro, serão selecionadas 5 a 7 propostas, ideias, elucubrações – práticas ou teóricas, ficcionais ou em andamento – que queiram subverter a ordem econômica existente através de microprojetos, romances, instalações, startups cooperativos, criptocréditos, arranjos produtivos, mercados de trocas, etc. Durante os 5 dias do encontro,  os selecionados irão interagir com os convidados – pessoas que já realizaram projetos similares, ou que tem estudos sobre o tema – sobre a viabilidade, potenciais e fraqueza do seu projeto. A Nuvem oferece transporte, alimentação e hospedagem para todos os participantes. A hospedagem é na própria casa do encontro, em quartos coletivos mistos com 4 pessoas cada, no máximo; a alimentação é vegetariana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além da chamada para o encontro, convidaremos em breve a enviar textos em torno do tema, de até 30 laudas, para uma publicação com lançamento no começo de 2017.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Inscrições==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''As inscrições para o encontro já estão encerradas.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns links de referência e inspiração:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.sindominio.net/eldinerogratis/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.thephone.coop/about-us/who-we-are/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/fork-the-economy&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://thinkeconomia.com/pdf/openCallEconomia.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://medium.com/@trebors/platform-cooperativism-vs-the-sharing-economy-2ea737f1b5ad#.oq2occhfl&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/enspiral-changing-the-way-social-entrepreneurs-do-business&lt;br /&gt;
http://enspiral.com/about-enspiral/faq/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://loophole4all.com/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://disobedience.eu/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/new-ridesharing-alternatives-thrive-after-uber-leaves-austin&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://flinc.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.gocarma.com &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://colivre.coop.br/sobre/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://miamirail.org/visual-arts/new-business-art-in-search-of-alternative-economic-systems-2/ - Justine Ludwig&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://bhaz.com.br/2016/09/19/gasolina-paga-com-papel-ungido-por-cristo-vira-caso-de-policia-em-posto-de-combustivel/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.noitosfera.com/rm/s02/e06&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Apoio==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa atividade tem o apoio da Fundação Ford.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Ford.png]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=F%26d&amp;diff=14765</id>
		<title>F&amp;d</title>
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				<updated>2016-12-06T22:21:56Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: Criou página com 'Foz e Drebs contam como abandonaram a cidade, deixando de pagar a casa e a clínica (só a casa custava 3 mil reais). Começaram a viajar para conhecer experiências rurais de...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Foz e Drebs contam como abandonaram a cidade, deixando de pagar a casa e a clínica (só a casa custava 3 mil reais). Começaram a viajar para conhecer experiências rurais de vida coletiva. Já haviam vivenciado casas coletivas (repúblicas) em SP. Foz organizava essas casas - experiências com dinheiro compartilhado, centros sociais construídos com lixo de bairros nobres; Centro Social  Ay Carmela, com moradores de rua, autofinanciado, com uma janta por mês com comida reciclada (xepa). São práticas cotidianas de uma vida barata, sustentável, foram feitas várias vezes ao longo da vida. A cidade tem muitas sobras (encontravam mármores, privadas, vidros, portas por exemplo, nos jardins).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Decisão de ir para o campo: o custo de uma casa em SP é no mínimo 500 mil. Com esse dinheiro se pode comprar uma terra muito grande no campo. Eles tem o know-how para fazer eventos na cidade, mas não no campo. Como as pessoas se sustentam no meio rural? No ano passado (2015) começam a se organizar com outras pessoas de SP, mas que tem trabalho com agroecologia, economia solidária. Discutem como financiar, quanto cada um pode dar, a possibilidade de se endividar. No grupo há duas frentes: uma da agricultura (SAFs, etc) e outra frente da Saúde (yogaterapeutas, ayurvedicas, fitoterapia, outros). portanto esse espaço seria um espaço de cura. Na cidade existe uma relação de pagamento para tornar possível a existência na cidade (manutenção da loucura). Acupuntura, por exemplo, sem mudança de hábitos pode se tornar um tylenol.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Visita a diversas comunidades no Brasil. Na Bahia, ecovilas que custam 500 mil para entrar (Itacaré). Que interferiram no local, por exemplo, contratando a população local para explorar um cacauzeiro. São pessoas que vieram de SP e compraram a terra por um preço muito barato. Especulação. Como fazer essa saída para o campo sem causar esse impacto negativo? Para a população local, a terra vale 50 mil. Os que vem montar a ecovila comprar por 150 mil. O preço local sobe, impossibilitando o acesso das populações locais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Questão do purismo: às vezes a discussão fica muito purista. Não há como ser completamente coerente o tempo todo, mas é importante manter essa questão na cabeça. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Experiências econômicas comunitárias. Casa coletiva em La Paloma, Uruguai (La Rocha). Muito turismo no litoral, portanto há uma fonte de renda. Família construiu hostel. Fizeam um fundo coletivo (Pozo). Com esse pozo, se fez uma casa coletiva em La Paloma e mais horta, estufa, micro cervejaria e plantação de maconha. galinheiro. Fazem combuchá para vender na praia com mate. A ideia é que a casa seja autosustentável. Problemas: manutenção do banheiro seco, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ivan: É o momento de fazer uma manifesto. Juliana Acha tem 4 hectares no sul, ele orienta ela. Ela trabalha com misticismo. Tem pouca terra é uma vantagem, cabo menos gente. Tem que por no papel e só entra quem concorda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Drebs: os acordos tem que ser bem feitos e escritos (qualquer orientação de ecovila diz isso). em La Paloma isso deu muito errado, já que eram amigos de infância. Havia muita divergencia. Em duas semanas que passaram lá houve tanta mudança de acordo, tanta briga...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ivan: Vocês não se sentem aptos a fazer isso?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foz: Nosso grupo se organiza há 3 anos por lista de mail. Do grupo ficou um grupo pequeno, temos reunião essa semana para discutir essas coisas. Ainda não fechamos o manifesto, somos 5 núcleos (casal com filha, homem com filho, Kit). Essa pesquisa de desdobrou numa outra história: a questão economica é a mais dificil de organizar. Portanto decidiram tornar essa pesquisa numa coisa mais sistemática; fazer uma publicação para difundir essas práticas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Drebs: Comuna Walteshausen tem economia compartiljhada: todo dinheiro é compartilhado. Ao engtrar todo o seu dinheiro, seus bens se dividem em 4: 1/4 é doação, 1/2 é empréstimo para a comunidade, e o último quarto fica com você. Todo o dinheiro de todas as atividades vão para um fundo comum. Até 200 euros você pode usar para usos pessoais. Todos tem seguro saúde, seguro desemprego, podem emitir nota. Roupas comuns. A terra foi comprada em conjunto. Encontro no ano 2000 houve um encontro de pessoas que querem formar comunidades. Se formou um grupo para a Alemanha. Em Freiburgo era caro. Em 2003 acharam uma fábrica de bonecos desativada. Do grupo original ficaram 2. Isso é muito comum. É muito comum que o lugar que você funda não é onde você acaba vivendo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Bananas são R$0,27 o kilo)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ivan: O condominio pode ser um propriedade coletiva, pondendo não yter local privado.A propriedade coletiva é aceita, mas não produtiva. Não se pode ter ato de comércio atrvés da estrutura de condominio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aylan: Para criar uma cooperativa ou associacão voce precisa de uma descricão minima das atividades do grupo para indicar a melhor forma juridica para a situacão. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 José: Minha familia junto com outros amigos, compraram uma propriedade e transformou em copropriedade, mas que se tornou no fim um objeto de especulacão imobiliária.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 Existe Cooperativa habitacional? Existe através de um consórcio.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 Aylan: Existe a possibilidade de ciracão de grupos diferentes através de suas afinidades,para orgganizar transacões. Trocas interrelacionais.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 José: Não é possivel se tornar uma associacão empresarial?&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 Ivan: Atualmento há somente sociedades de capitais, onde é o capital manda sozinho. Não há uma jurisdicão propricia.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 Foz: Segundo o codigo civil brasileiro o estado não pode negar a cricão de um culto religioso.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 Pedro V:Diante da retaguarda politica economica no pais, voce pode ter um lei sendo enviada para derrubar estruturas de mo iemntos sociais.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 Foz:Não ha atualmente possibilidade da banca da religiosa criar ou derrubar leis que possam atrapalhar seus negócios.&lt;br /&gt;
 Aylan: a igreja é a melhor forma de protecão e a ferramenta mais eficaz de fortificacão de novas formas de vida em conexão com atividades economicas.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 Foz: O modelo juridico de entidade religiosa é benefico para a criacão isenta de impostos de uma comunidade, poré ha o problema com a intolerancia para determinados grupos religiosos. A questão é como hackear essa ponte em favor de uma dissidência economica. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 Pedro V: Reverendo Billy e a igreja do pare de comrprar. É um grupo teatral que tem como base a apropriacão da linguagem e performance religiosa para fazer o movimento de paralisacão da compra. Ha videos documentais desse grupo na internet e ha uma cruzada de um onibus pela estrada para pregar a parada do consumo.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Pedro V: Texto Aos nossos amigos do comitê invisivel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foz: Há um problema metodologico em que quando as pessoas não estão envolvidas no processo o comprometimento é menor e a resiliencia é menos tabém, o que gera menor permanecia. A criacão do estatuta precisaria ser construida atravẽs de discussão coletiva e não unilateral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aylan: tem de criar um estatuto em que ha um porcesso de entrada e dicussão dos parametros de grupos com desejos e configuracões diferentes, um discenso deveo ser discutido e averiguado sua periculosidade para o grupo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foz: Dentor da geracão de renda temos o exemplo da producao de cerveja artesanal, em que eles geram em baixo custo para brigar com o valor de mercado e uma conexão com outros grupos locais, que podem consumir gerar economia de revenda. Um contrato entre grupos comuniatários independentes.&lt;br /&gt;
 Não existe legislacao para producão artesanal, vc esta sempre a margem ou entra na producão insdustrial e se reposrta a esse tipo de condicionamento.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
(prosumer: o produtor consumidor)&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Economias_Subversivas&amp;diff=14764</id>
		<title>Economias Subversivas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Economias_Subversivas&amp;diff=14764"/>
				<updated>2016-12-06T22:21:33Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: /* Apresentações: */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
'''Economia Subversiva 01/12 - Quinta'''&lt;br /&gt;
Dia 1 / manhã&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Documentação==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai rolar uma publicação, a partir de textos elaborados aqui e uma chamada aberta até 15/01 para outras pessoas que não estão aqui. Textos de mno máximo 30 laudas.&lt;br /&gt;
Publicar no começo do ano que vem o Adriano Belisaro vai organizar isso.&lt;br /&gt;
Tema experiências e propostas em economias subversivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Geral===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- foz: rodando o país com objetivo de encontrar lugar para morar, conhecendo vários projetos e comunidades, e os projetos economicos tem chamado muito nossa atenção. EStamos nas pesquisas e na prática do faça você mesmo fazem muitos anos, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pedro victor: Artista, trabalha com imagem e performance e experimentos sociais, com abordagens teóricas e práticas sobre economia pós escassez, e pensar ensaios para isntituições jurídicas do futuro que não conhecemos. Trabalha Rio e Sampa, está um pouco nômade nos últimos 4 anos, em diversas atividades. Escreve textos também. Pensando dimensões técnicas, estéticas e políticas de coisas autorais e coletivas em sistemas mais abertos. Amador profissional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Guilherme: Se inscreveu para falar experiência que tem no sul estão construindo universidade alternativa de comunidade (UNIPERMACULTURA e permacultura. Tem conseguido apoios para fazer isso de forma bem intensiva. Está há um tempo trabalhando com indígenas. Primeiro curso de especialização - pós na universidade do cariri no Ceará e no sul como curso de extensão. Estão trabalhando com tabaco agroecológico e também para criação de um método de exodo urbano - transitions farm. Ocupação de escolas através de comodato e sistemas educacionais para construções de casas. É professor dá aula para universidade e cursos, é biólogo e trabalha mais com filosófico e ética da permacultura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Juliana: Do Rio andou nômade morou na argentina, está meio São Paulo e quer cair fora de lá. Trabalha com artes visuais e etc. No campo da pesquisa e curadoria e veio fazer um estudo sobre tecnologias e técnica e cultura e forma desviantes de atuar com tecnologia e começou a se interessar por aspectos economicos dentro e fora da arte. Começou a investigar sobre outras esssa ecnomia se tornou mito da nossa sociedade. Fez umam exposição de estudo sobre mercantismo. Estuda jurisdicção dentro do campo economico. E gostaria de pensar aqui, dentro do campo da arte temos abordagens conceituais mas a prática é conservadora, pensar outras formas de fazer arte produzir, se expor. COmo produzimos artes, temos editais, galerias, mas pensar outrs economias para a produção artística. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Bruno: da Nuvem. Começou em 2011, o objetivo vem sempre pela autonomia. E a comunidade também, pensar potenciais para autosustentação de alimentos, energia, acreditamso no potencial da contaminação da arte para o técnico. E não vendo como uma coisa só. Sempre unindo projetos mais artísticos com técnicos um do lado do outro. E essa chamada não foi diferente. Olhando para o potencial do faça você mesmo. Moedas que não passam por empresas e pelo estado. Pesquisa que Ivan faz como advogado, chama de direito sobre tecnologia. Pensando em formas de organização que não estão nos livros. Deve ser o último evento nessa casa, depois vamos para o sítio aqui perto. O sítio é próprio. É uma comunidade de algumas pessoas, produz muito tem SAF, horta, e inserido dentro do projeto de autonomia tecnologica, pois tem uma rede comunitária na Vila da Fumaça. VOu me apresentar também, por essa experiência que vem se construindo pouco a pouco com autofinanciamento da própria rede e como modelo para ser apropriado por outras redes de comunicação comunitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ana Fradique: É nômade profissional artística, vem de uma aldeia em portugal. Foi para finlandia, e mestrado em arte ambiental. Nesse momento olhando sistemas e fazendo análises e diagnosticando através da arte. Começou a fazer propostas de experimentos sociais e organizacionais em coleitvo e trabalhando cada vez mais, coletivo molecular organization. E pensando a imaterizalização da economia e das formas de produçõa e o que é produzido. Acabou fudndando uma cooperativa chamada robin hood. Se move nos meios das artes ou qualquer outra oportunista que for necessário. Ocupando as ruas de outras maneiras, tem uma start up ligadao ou robin hood, para desascralizar as finanças para que seja útil as pessoas. Vive no Rio há 3 anos, e participa de outras iniciativas não ligadas a finanças em relação a vivência coletiva. Robin HOod assetmant cooperativa ??? Economic Space management.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ivan: Especialista em direito social. Era bem pago para &lt;br /&gt;
As autoridades precisam de um assessor que fale a verdade era bem pago para isso, mas só quando era chamado, era assessor de um desembargador por 9 anos e ganhou com muita perseguissão 2 ou 3 precatórios e 2 ou 3 ??? de pequeno valor. Nos últimos anos tem trabalhado de graça na proposta de construir instrumentos e ferramentas para ver na prática como se resgata esse direito em propriedades coletivas. Hoje tem uma associação mutual, junto com um amigo que participou de uma mutual argentina, com a proposta de reconstruir a propriedade coletiva, comprou uma terra que está em processo de coletivizaçáo. e com um fundo social mutual para construir uma coooperativa integral, mas diferente da espanha é focada por ser dona dos meios de produção não apaenas um guarda chuva jurídico. Não necessariamente aqueles que vão morar, pois é um local para morar, gerar renda e cuidar da saúde, esses 3 princípios que focamos. Por necessidade estamos usando ela juridicamente para fazer a cooperativa integral focada na detenção dos meior de produções naquela terra. Pessoas que não querem ser empregados e querem ser seu próprio patrão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Lirca: de barcelona, mas mora aqui desde 2013. Trabalha com agroecologia (http://cirandas.net/uilikande/os-projetos-produtos-e-pessoas-do-uilikande) e produção de geléias, está participando desde 2008 em projetos autogestionários. Em barcelona participou de uma denṹncia do mercado financeiro internacional, foi quando rolou a crise, o Enric Duran fez parte deesse protesto de denúncia, tentou uma greve de bancos, mas não foi muito para frente e pensaram numa cooperativa integral catalana (CIC) como forma de ocnstrução além da denúncia ficou nisso de 2008 a 2010 e a cooperativa começou a andar com pernas próprias. Daí a CIC seria um guarda chuva de várias propostas dentro de uma mesma forma legal (alternativa que aproveita a legalidade para se blindar perante o sistema e desenvolver os projetos). O seguinte nível (internacional) é a FAIRCOOP (guarda-chuvas de ferramentas). Acaba fazendo muitos projetos e tentando se sustentar. Não acho tempo para me envolver com a FAIRCOOP. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Aylen: córdoba- Argentina. Faz 3 meses que estou trabalhando em nódulo local de FAIRCOOP, e cada um vai adaptaando a ideia a situação local. PRimeiro são os príncipios, não morte, não escravidão, são as guias. Depois a questão vida, tenho 2 filhos, que em elevou a tudo que fiz, se quero trabalhar na relação de dependẽncia não posso se meu filho fica doente, sou despedida. assim tudo que quis fazer o sistema te barra. Sempre na clandestinidade, a raiz dessa é que a cooperativa batetu a minha porta, e começamos a nos unir, todas as pessoas que estão fora do sistema. Sempre abaixo e na sombra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Matheus: de Salvador -BA - Ecolivre - cooperativa de tecnologias livres, presta serviços como desenvolvimento de redes sociais autonomas com a plataforma Noosfero. Há redes sociais que utilizam o Noosfero como o cirandas.net até softwarelivre.org. Atualmente estamos com 8 membros, mas já teve mais gente. Já tem 10 anos foi fundada em 2006 com pessoas do software livre em salvador e da economia solidária. A ideia é prestar serviço com desnevolvimento, consultoria, e formação em software livre. Formado em jornalismo trabalha com comunicação dentro da cooperativa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Tarcísio - mora em campinas é de São Paulo. Há 14 anso presidente da OSCIP Solear. Desde que se formou em política virou empreendedor social, teve bar, restaurante, produtor rural anos 90, disso foi para alimentação, dentro da UNicamp restaurante vegetariano (exótico), por conta de estar lá atraia muitas pessoas também exóticas e se envolveu num assunto que envolveu completamente que foi a lei das OSCIPs e foi a 4 aberta em Campinas. Passou por alegrias e desafios, morou uns anos foras, e com todas as experiências acumuladas de vida, conseguiu ter uma certa tecnoliga para ser empreeendedor social, nesses 15 anos, tem ótimos resultados, trabalha com empresas, para promover rachaduras, que agora estão se abrindo e tendo acessos economicos e trabalham com plantio de árvores, já plantaram 160 mil mudas, Solear escola Viveiro, nesse trabalho capacitamos e profissionalimos pessoas montando viveiros dentro de escolas, entranod no conteúdo curricular, árvores, plantas, mudas, ervas como complemento. E  por conta disso e dessa tragetória atendemos grandes empresas. Faz pequenos e macros projetos. E por conta de um projeto nano de capacitação de mulheres em vulnerabilidade em Campinas, elas se capacitaram e podem se tornar empreendedoras. Depois termina de apresentar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Drebs: Estamos no rolẽ, trabalho faz muito tempo com computação e está mudando um pouco o foco para sair um pouco do computador, tem trabalha um pouco com redes livres. Com interesse nas iniciativas autonomas economicas de diversos projetos que temos viajado. Diversas pessoas aqui conhecemos em outras atividades. Uma iniciativa em uma comunidade intencional é que não existe instrumento jurídico para posse coletiva da terra, mas não existe proibição então ficamos a mercê das avaliações dos juízes dos casos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ideia é ter as apresentações para depois surgir discussões gerais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Apresentações:===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Pão-pãozinho - Tarcísio]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[UniPermacultura - Guilherme]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Quinta renda]] - Pedro Ivo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Propriedade coletiva]] - Ivan&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[cargocollective]] - Jefferson&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Casa tomada]] - Juliana&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Rizomática e Semillas]] - Ayelen&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Robin Hood]] - Ana&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Banco Intersubjetivo de desejos]] - J M Casanova&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[f&amp;amp;d]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Documentação temporária&lt;br /&gt;
[https://pad.riseup.net/p/economia_subversiva]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Participantes==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Fundo solidário]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Chamada==    &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                               &lt;br /&gt;
No começo de dezembro a Nuvem vai organizar o encontro Economias Subversivas. Durante 5 dias estaremos compartilhando novas maneiras de fazer trocas, investir, descrescer e financiar ações e projetos, num ambiente de imersão. Se você tem uma ideia ou uma experiência que gostaria de compartilhar, leia a chamada e se inscreva. Serão convidadas 5 a 7 pessoas de qualquer parte do Brasil com passagem, alimentação e hospedagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Dinerogratis.gif|frame|c|left|http://www.sindominio.net/eldinerogratis/]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há décadas, desde a hegemonia do modelo neoliberal, os governos e populações se tornaram subordinados aos grandes grupos financeiros. Mesmo com eleições regulares, os representantes escolhidos pouco podem fazer – ou querem fazer -  em relação a esse arranjo de poderes. Na crise especulativa de 2008, foi a população que teve de pagar o resgate das instituições financeiras, enquanto até os bônus dos CEOs das corporações delinquentes foram mantidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É evidente que as tecnologias vem criando novas configurações na economia. Mas os modelos de negócio baseados no financiamento e venda de start-ups são controlados inteiramente pelos mesmos  grupos financeiros de sempre. Por mais que o Uber crie novas oportunidades de emprego, eses empregos tem a fragilidade precária de depender da estratégia da empresa, que sobe ou desce taxas sempre que lhe convém . Por outro lado, os investimentos iniciais para montar uma alternativa são altíssimos – o capital de risco financia as viagens baratas oferecidas com o objetivo de dominar mercados “virgens”.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O encontro Economias Subversivas quer investigar ideias e iniciativas que desmontem os modelos existentes. Os startups “disruptivos”, em sua maioria, só fazem reforçar sistemas de controle financeiros e concentrar ainda mais a renda em estruturas hierarquizadas e fechadas.  Acreditamos que a economia pode ser plataforma e tubo de ensaios para criatividade de qualquer um. Afinal as finanças são baseados no crédito, que nada mais é do que a ideia de emprestar bens à base de confiança, e, opcionalmente, de uma compensação. Das grandes navegações e os primeiros bancos até os fundos hedge e as criptomoedas, toda economia se baseia nessa premissa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Procuramos projetos que sejam sustentáveis economicamente, mas controlados pelas comunidades e que as beneficiem. A difusão e barateamento da tecnologia possibilitam que apareçam soluções locais. A geração de energia, produção de alimentos, comunicação, transportem já prescindem dos grandes modelos verticais. Porque  continuamos a depender das megaempresas de infraestrutura? Porque as células produtivas continuam a ser baseadas no empreendedorismo centralizador, hierárquico, voltado para enriquecimento pessoal, enquanto os modelos cooperativos se tornam cada vez mais difíceis de realizar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Queremos alternativas para as moedas, para os bancos, financiamentos e investimentos. O modelo econômico baseado no crescimento do PIB atingiu o limite planetário de produção de bens. Produz-se alimentos suficiente para 10 bilhões de pessoas, enquanto quase dez por cento dos 7 bilhões de humanos passa fome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse encontro, serão selecionadas 5 a 7 propostas, ideias, elucubrações – práticas ou teóricas, ficcionais ou em andamento – que queiram subverter a ordem econômica existente através de microprojetos, romances, instalações, startups cooperativos, criptocréditos, arranjos produtivos, mercados de trocas, etc. Durante os 5 dias do encontro,  os selecionados irão interagir com os convidados – pessoas que já realizaram projetos similares, ou que tem estudos sobre o tema – sobre a viabilidade, potenciais e fraqueza do seu projeto. A Nuvem oferece transporte, alimentação e hospedagem para todos os participantes. A hospedagem é na própria casa do encontro, em quartos coletivos mistos com 4 pessoas cada, no máximo; a alimentação é vegetariana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além da chamada para o encontro, convidaremos em breve a enviar textos em torno do tema, de até 30 laudas, para uma publicação com lançamento no começo de 2017.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Inscrições==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''As inscrições para o encontro já estão encerradas.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns links de referência e inspiração:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.sindominio.net/eldinerogratis/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.thephone.coop/about-us/who-we-are/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/fork-the-economy&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://thinkeconomia.com/pdf/openCallEconomia.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://medium.com/@trebors/platform-cooperativism-vs-the-sharing-economy-2ea737f1b5ad#.oq2occhfl&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/enspiral-changing-the-way-social-entrepreneurs-do-business&lt;br /&gt;
http://enspiral.com/about-enspiral/faq/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://loophole4all.com/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://disobedience.eu/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/new-ridesharing-alternatives-thrive-after-uber-leaves-austin&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://flinc.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.gocarma.com &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://colivre.coop.br/sobre/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://miamirail.org/visual-arts/new-business-art-in-search-of-alternative-economic-systems-2/ - Justine Ludwig&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://bhaz.com.br/2016/09/19/gasolina-paga-com-papel-ungido-por-cristo-vira-caso-de-policia-em-posto-de-combustivel/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.noitosfera.com/rm/s02/e06&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Apoio==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa atividade tem o apoio da Fundação Ford.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Ford.png]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Banco_Intersubjetivo_de_desejos&amp;diff=14763</id>
		<title>Banco Intersubjetivo de desejos</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Banco_Intersubjetivo_de_desejos&amp;diff=14763"/>
				<updated>2016-12-06T22:20:46Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: Criou página com 'O precesso criativo não se limita a criação da obra de arte seu valor, uma vez que a obra de arte é feito e circuldo em areas elitizadas da sociedade. O interesse é multi...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O precesso criativo não se limita a criação da obra de arte seu valor, uma vez que a obra de arte é feito e circuldo em areas elitizadas da sociedade. O interesse é multiplicar o canais de circulação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Banco Intersubjetivo de desejos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desejar= como verbo no futuro. &lt;br /&gt;
Inicia com uma pesquisa de opnião qualitativa, em diferentes extratos economicos e socias, com material de pesquisa da UNAM. Cria-se uma fonte de desejos, uma instalação com video projeção e recipiente para agua, onde é despejado as moedas. São duas mil moedas totais Na saida da instalação há uma ficha de depósito. Foram coletados ao todo mil participantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cria-se uma moeda com o valor de um desejo, no formato de um auroborus, indicando visualmente o valor do tempo, uma vez que a moeda tem suas caracteristicas no tempo intersubjetivo. A circulação das moedas gera uma nova forma de circulação comunicativa e troca, transformando o desejo em um mecanismo de auteridade intercambiavel de informação. &lt;br /&gt;
O Banco funciona estrtural mente dentro de um website, que pode a qualquer um fazer um cadastro, incialmente com desejos próprio, que alimentam um censo qualitativo constante, subdividido em nucleos concetrados como Amor, Familia, Mundo. O Banco foi experimentado em diversos países latino americanos, adquerindo uma diversidade de censitária dos desejos. Em 2004 o Banco chega a Buenos Aires e as moedas se realizam de maneira especial devido o país estra passando por um forte crise financeira.&lt;br /&gt;
Ao todo o Banco Intersubjetivo de Desejos tem 20.000 desejos registrados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cooperativa &lt;br /&gt;
Ter uma um visão critica com os objetos em detrimento da exploração da natureza e consciencia plena da produção. Multiplicar as energias coletivas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Projeto de de publicação editorial junto as estudantes de artes. A pesquisa esteve em torno do papel dos pordutores culturais na Cidade do México. O projeto financiou 15 projetos que ao final agenciaram um feira de troca entre produtores, artistas e consumidores populares. A moeda cacau foi a mediação das trocas. &lt;br /&gt;
Conecta-se com a ideia de comércio justo, onde produtores e cooperativas de padrão internacional e elitizado, que revertia a comercialização para comunidades populares.&lt;br /&gt;
Funcionou de maneira adquada duarnte o evento cogregador, porém sem um resposta autonoma de desborbamentso politicos entre os envolvidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O nome do Deus do cacau: &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Banco do Irreais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Projeto que visa a desenvolver a pesquisa Como viver no capitalismo sem dinheiro?&lt;br /&gt;
.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É um Banco de Tempo que visa a trocade de tempo entre pessoas, que abrem um conta, fazem e recebem doações de tempo para o fundo, que podem ser usados para trocar por Irreais = moeda equivalente a uma hora de tempo, cada irreal vale 1h.  Auxilia na criação de feiras de trocas onde pode-se comprar produtos coma moeda irreais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Banco usa uma palatforma online, aberta para a criação de perfis, onde há as opções de:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mutirão ---&amp;gt; criação de açãoes coletivas&lt;br /&gt;
Troca-treco ---&amp;gt; trocas&lt;br /&gt;
Como viver no capitalismo sem dinheiro ----&amp;gt; espaço para alimetar a pesquisa de alternativas colaborativas com economia solidária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O intuito é criar um mercado comum de produtos que faz uso da rede irreais, que gerou uma dificuldade nos proprios produtorespor não terem um habito de economia comum.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pedro V.: O problema da arte e artificio em torno do que é arte util e inutl. &lt;br /&gt;
                 dica: Livro a Greve da Arte&lt;br /&gt;
                 O problema do projeto estar concetado ao Museu de Arte, que é um super projeto capitalista, com a pregunta Como Viver no capitalismo sem Dinheiro? É um sistema normativo.O papel do artista nesse sistema que torna o artista parte do funcionamento. O projeto é muito bom e deve haver mais projetos seus na cidade.&lt;br /&gt;
                 &lt;br /&gt;
Bruno:  A criação do MAR esta conectado com o processo de lavagem de imagem da prefeitura, conectado a um projeto de gentrificação da região portuária. A exposição de inauguração tratava de questõe politicas, que se tornou um jogada cognitiva. Até onde podemos estar dentro e fora do hackmento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
externalidades&lt;br /&gt;
parasita suga&lt;br /&gt;
expropriação?&lt;br /&gt;
por que o algoritmo é necessário?&lt;br /&gt;
por que a blockchain é necessária?&lt;br /&gt;
por que o formato de cooperativa?&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Economias_Subversivas&amp;diff=14762</id>
		<title>Economias Subversivas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Economias_Subversivas&amp;diff=14762"/>
				<updated>2016-12-06T22:18:42Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: /* Apresentações: */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
'''Economia Subversiva 01/12 - Quinta'''&lt;br /&gt;
Dia 1 / manhã&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Documentação==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai rolar uma publicação, a partir de textos elaborados aqui e uma chamada aberta até 15/01 para outras pessoas que não estão aqui. Textos de mno máximo 30 laudas.&lt;br /&gt;
Publicar no começo do ano que vem o Adriano Belisaro vai organizar isso.&lt;br /&gt;
Tema experiências e propostas em economias subversivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Geral===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- foz: rodando o país com objetivo de encontrar lugar para morar, conhecendo vários projetos e comunidades, e os projetos economicos tem chamado muito nossa atenção. EStamos nas pesquisas e na prática do faça você mesmo fazem muitos anos, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pedro victor: Artista, trabalha com imagem e performance e experimentos sociais, com abordagens teóricas e práticas sobre economia pós escassez, e pensar ensaios para isntituições jurídicas do futuro que não conhecemos. Trabalha Rio e Sampa, está um pouco nômade nos últimos 4 anos, em diversas atividades. Escreve textos também. Pensando dimensões técnicas, estéticas e políticas de coisas autorais e coletivas em sistemas mais abertos. Amador profissional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Guilherme: Se inscreveu para falar experiência que tem no sul estão construindo universidade alternativa de comunidade (UNIPERMACULTURA e permacultura. Tem conseguido apoios para fazer isso de forma bem intensiva. Está há um tempo trabalhando com indígenas. Primeiro curso de especialização - pós na universidade do cariri no Ceará e no sul como curso de extensão. Estão trabalhando com tabaco agroecológico e também para criação de um método de exodo urbano - transitions farm. Ocupação de escolas através de comodato e sistemas educacionais para construções de casas. É professor dá aula para universidade e cursos, é biólogo e trabalha mais com filosófico e ética da permacultura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Juliana: Do Rio andou nômade morou na argentina, está meio São Paulo e quer cair fora de lá. Trabalha com artes visuais e etc. No campo da pesquisa e curadoria e veio fazer um estudo sobre tecnologias e técnica e cultura e forma desviantes de atuar com tecnologia e começou a se interessar por aspectos economicos dentro e fora da arte. Começou a investigar sobre outras esssa ecnomia se tornou mito da nossa sociedade. Fez umam exposição de estudo sobre mercantismo. Estuda jurisdicção dentro do campo economico. E gostaria de pensar aqui, dentro do campo da arte temos abordagens conceituais mas a prática é conservadora, pensar outras formas de fazer arte produzir, se expor. COmo produzimos artes, temos editais, galerias, mas pensar outrs economias para a produção artística. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Bruno: da Nuvem. Começou em 2011, o objetivo vem sempre pela autonomia. E a comunidade também, pensar potenciais para autosustentação de alimentos, energia, acreditamso no potencial da contaminação da arte para o técnico. E não vendo como uma coisa só. Sempre unindo projetos mais artísticos com técnicos um do lado do outro. E essa chamada não foi diferente. Olhando para o potencial do faça você mesmo. Moedas que não passam por empresas e pelo estado. Pesquisa que Ivan faz como advogado, chama de direito sobre tecnologia. Pensando em formas de organização que não estão nos livros. Deve ser o último evento nessa casa, depois vamos para o sítio aqui perto. O sítio é próprio. É uma comunidade de algumas pessoas, produz muito tem SAF, horta, e inserido dentro do projeto de autonomia tecnologica, pois tem uma rede comunitária na Vila da Fumaça. VOu me apresentar também, por essa experiência que vem se construindo pouco a pouco com autofinanciamento da própria rede e como modelo para ser apropriado por outras redes de comunicação comunitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ana Fradique: É nômade profissional artística, vem de uma aldeia em portugal. Foi para finlandia, e mestrado em arte ambiental. Nesse momento olhando sistemas e fazendo análises e diagnosticando através da arte. Começou a fazer propostas de experimentos sociais e organizacionais em coleitvo e trabalhando cada vez mais, coletivo molecular organization. E pensando a imaterizalização da economia e das formas de produçõa e o que é produzido. Acabou fudndando uma cooperativa chamada robin hood. Se move nos meios das artes ou qualquer outra oportunista que for necessário. Ocupando as ruas de outras maneiras, tem uma start up ligadao ou robin hood, para desascralizar as finanças para que seja útil as pessoas. Vive no Rio há 3 anos, e participa de outras iniciativas não ligadas a finanças em relação a vivência coletiva. Robin HOod assetmant cooperativa ??? Economic Space management.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ivan: Especialista em direito social. Era bem pago para &lt;br /&gt;
As autoridades precisam de um assessor que fale a verdade era bem pago para isso, mas só quando era chamado, era assessor de um desembargador por 9 anos e ganhou com muita perseguissão 2 ou 3 precatórios e 2 ou 3 ??? de pequeno valor. Nos últimos anos tem trabalhado de graça na proposta de construir instrumentos e ferramentas para ver na prática como se resgata esse direito em propriedades coletivas. Hoje tem uma associação mutual, junto com um amigo que participou de uma mutual argentina, com a proposta de reconstruir a propriedade coletiva, comprou uma terra que está em processo de coletivizaçáo. e com um fundo social mutual para construir uma coooperativa integral, mas diferente da espanha é focada por ser dona dos meios de produção não apaenas um guarda chuva jurídico. Não necessariamente aqueles que vão morar, pois é um local para morar, gerar renda e cuidar da saúde, esses 3 princípios que focamos. Por necessidade estamos usando ela juridicamente para fazer a cooperativa integral focada na detenção dos meior de produções naquela terra. Pessoas que não querem ser empregados e querem ser seu próprio patrão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Lirca: de barcelona, mas mora aqui desde 2013. Trabalha com agroecologia (http://cirandas.net/uilikande/os-projetos-produtos-e-pessoas-do-uilikande) e produção de geléias, está participando desde 2008 em projetos autogestionários. Em barcelona participou de uma denṹncia do mercado financeiro internacional, foi quando rolou a crise, o Enric Duran fez parte deesse protesto de denúncia, tentou uma greve de bancos, mas não foi muito para frente e pensaram numa cooperativa integral catalana (CIC) como forma de ocnstrução além da denúncia ficou nisso de 2008 a 2010 e a cooperativa começou a andar com pernas próprias. Daí a CIC seria um guarda chuva de várias propostas dentro de uma mesma forma legal (alternativa que aproveita a legalidade para se blindar perante o sistema e desenvolver os projetos). O seguinte nível (internacional) é a FAIRCOOP (guarda-chuvas de ferramentas). Acaba fazendo muitos projetos e tentando se sustentar. Não acho tempo para me envolver com a FAIRCOOP. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Aylen: córdoba- Argentina. Faz 3 meses que estou trabalhando em nódulo local de FAIRCOOP, e cada um vai adaptaando a ideia a situação local. PRimeiro são os príncipios, não morte, não escravidão, são as guias. Depois a questão vida, tenho 2 filhos, que em elevou a tudo que fiz, se quero trabalhar na relação de dependẽncia não posso se meu filho fica doente, sou despedida. assim tudo que quis fazer o sistema te barra. Sempre na clandestinidade, a raiz dessa é que a cooperativa batetu a minha porta, e começamos a nos unir, todas as pessoas que estão fora do sistema. Sempre abaixo e na sombra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Matheus: de Salvador -BA - Ecolivre - cooperativa de tecnologias livres, presta serviços como desenvolvimento de redes sociais autonomas com a plataforma Noosfero. Há redes sociais que utilizam o Noosfero como o cirandas.net até softwarelivre.org. Atualmente estamos com 8 membros, mas já teve mais gente. Já tem 10 anos foi fundada em 2006 com pessoas do software livre em salvador e da economia solidária. A ideia é prestar serviço com desnevolvimento, consultoria, e formação em software livre. Formado em jornalismo trabalha com comunicação dentro da cooperativa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Tarcísio - mora em campinas é de São Paulo. Há 14 anso presidente da OSCIP Solear. Desde que se formou em política virou empreendedor social, teve bar, restaurante, produtor rural anos 90, disso foi para alimentação, dentro da UNicamp restaurante vegetariano (exótico), por conta de estar lá atraia muitas pessoas também exóticas e se envolveu num assunto que envolveu completamente que foi a lei das OSCIPs e foi a 4 aberta em Campinas. Passou por alegrias e desafios, morou uns anos foras, e com todas as experiências acumuladas de vida, conseguiu ter uma certa tecnoliga para ser empreeendedor social, nesses 15 anos, tem ótimos resultados, trabalha com empresas, para promover rachaduras, que agora estão se abrindo e tendo acessos economicos e trabalham com plantio de árvores, já plantaram 160 mil mudas, Solear escola Viveiro, nesse trabalho capacitamos e profissionalimos pessoas montando viveiros dentro de escolas, entranod no conteúdo curricular, árvores, plantas, mudas, ervas como complemento. E  por conta disso e dessa tragetória atendemos grandes empresas. Faz pequenos e macros projetos. E por conta de um projeto nano de capacitação de mulheres em vulnerabilidade em Campinas, elas se capacitaram e podem se tornar empreendedoras. Depois termina de apresentar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Drebs: Estamos no rolẽ, trabalho faz muito tempo com computação e está mudando um pouco o foco para sair um pouco do computador, tem trabalha um pouco com redes livres. Com interesse nas iniciativas autonomas economicas de diversos projetos que temos viajado. Diversas pessoas aqui conhecemos em outras atividades. Uma iniciativa em uma comunidade intencional é que não existe instrumento jurídico para posse coletiva da terra, mas não existe proibição então ficamos a mercê das avaliações dos juízes dos casos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ideia é ter as apresentações para depois surgir discussões gerais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Apresentações:===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Pão-pãozinho - Tarcísio]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[UniPermacultura - Guilherme]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Quinta renda]] - Pedro Ivo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Propriedade coletiva]] - Ivan&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[cargocollective]] - Jefferson&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Casa tomada]] - Juliana&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Rizomática e Semillas]] - Ayelen&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Robin Hood]] - Ana&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Banco Intersubjetivo de desejos]] - J M Casanova&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Documentação temporária&lt;br /&gt;
[https://pad.riseup.net/p/economia_subversiva]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Participantes==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Fundo solidário]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Chamada==    &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                               &lt;br /&gt;
No começo de dezembro a Nuvem vai organizar o encontro Economias Subversivas. Durante 5 dias estaremos compartilhando novas maneiras de fazer trocas, investir, descrescer e financiar ações e projetos, num ambiente de imersão. Se você tem uma ideia ou uma experiência que gostaria de compartilhar, leia a chamada e se inscreva. Serão convidadas 5 a 7 pessoas de qualquer parte do Brasil com passagem, alimentação e hospedagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Dinerogratis.gif|frame|c|left|http://www.sindominio.net/eldinerogratis/]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há décadas, desde a hegemonia do modelo neoliberal, os governos e populações se tornaram subordinados aos grandes grupos financeiros. Mesmo com eleições regulares, os representantes escolhidos pouco podem fazer – ou querem fazer -  em relação a esse arranjo de poderes. Na crise especulativa de 2008, foi a população que teve de pagar o resgate das instituições financeiras, enquanto até os bônus dos CEOs das corporações delinquentes foram mantidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É evidente que as tecnologias vem criando novas configurações na economia. Mas os modelos de negócio baseados no financiamento e venda de start-ups são controlados inteiramente pelos mesmos  grupos financeiros de sempre. Por mais que o Uber crie novas oportunidades de emprego, eses empregos tem a fragilidade precária de depender da estratégia da empresa, que sobe ou desce taxas sempre que lhe convém . Por outro lado, os investimentos iniciais para montar uma alternativa são altíssimos – o capital de risco financia as viagens baratas oferecidas com o objetivo de dominar mercados “virgens”.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O encontro Economias Subversivas quer investigar ideias e iniciativas que desmontem os modelos existentes. Os startups “disruptivos”, em sua maioria, só fazem reforçar sistemas de controle financeiros e concentrar ainda mais a renda em estruturas hierarquizadas e fechadas.  Acreditamos que a economia pode ser plataforma e tubo de ensaios para criatividade de qualquer um. Afinal as finanças são baseados no crédito, que nada mais é do que a ideia de emprestar bens à base de confiança, e, opcionalmente, de uma compensação. Das grandes navegações e os primeiros bancos até os fundos hedge e as criptomoedas, toda economia se baseia nessa premissa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Procuramos projetos que sejam sustentáveis economicamente, mas controlados pelas comunidades e que as beneficiem. A difusão e barateamento da tecnologia possibilitam que apareçam soluções locais. A geração de energia, produção de alimentos, comunicação, transportem já prescindem dos grandes modelos verticais. Porque  continuamos a depender das megaempresas de infraestrutura? Porque as células produtivas continuam a ser baseadas no empreendedorismo centralizador, hierárquico, voltado para enriquecimento pessoal, enquanto os modelos cooperativos se tornam cada vez mais difíceis de realizar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Queremos alternativas para as moedas, para os bancos, financiamentos e investimentos. O modelo econômico baseado no crescimento do PIB atingiu o limite planetário de produção de bens. Produz-se alimentos suficiente para 10 bilhões de pessoas, enquanto quase dez por cento dos 7 bilhões de humanos passa fome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse encontro, serão selecionadas 5 a 7 propostas, ideias, elucubrações – práticas ou teóricas, ficcionais ou em andamento – que queiram subverter a ordem econômica existente através de microprojetos, romances, instalações, startups cooperativos, criptocréditos, arranjos produtivos, mercados de trocas, etc. Durante os 5 dias do encontro,  os selecionados irão interagir com os convidados – pessoas que já realizaram projetos similares, ou que tem estudos sobre o tema – sobre a viabilidade, potenciais e fraqueza do seu projeto. A Nuvem oferece transporte, alimentação e hospedagem para todos os participantes. A hospedagem é na própria casa do encontro, em quartos coletivos mistos com 4 pessoas cada, no máximo; a alimentação é vegetariana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além da chamada para o encontro, convidaremos em breve a enviar textos em torno do tema, de até 30 laudas, para uma publicação com lançamento no começo de 2017.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Inscrições==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''As inscrições para o encontro já estão encerradas.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns links de referência e inspiração:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.sindominio.net/eldinerogratis/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.thephone.coop/about-us/who-we-are/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/fork-the-economy&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://thinkeconomia.com/pdf/openCallEconomia.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://medium.com/@trebors/platform-cooperativism-vs-the-sharing-economy-2ea737f1b5ad#.oq2occhfl&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/enspiral-changing-the-way-social-entrepreneurs-do-business&lt;br /&gt;
http://enspiral.com/about-enspiral/faq/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://loophole4all.com/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://disobedience.eu/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/new-ridesharing-alternatives-thrive-after-uber-leaves-austin&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://flinc.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.gocarma.com &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://colivre.coop.br/sobre/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://miamirail.org/visual-arts/new-business-art-in-search-of-alternative-economic-systems-2/ - Justine Ludwig&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://bhaz.com.br/2016/09/19/gasolina-paga-com-papel-ungido-por-cristo-vira-caso-de-policia-em-posto-de-combustivel/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.noitosfera.com/rm/s02/e06&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Apoio==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa atividade tem o apoio da Fundação Ford.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Ford.png]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Robin_Hood&amp;diff=14761</id>
		<title>Robin Hood</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Robin_Hood&amp;diff=14761"/>
				<updated>2016-12-06T20:55:46Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''ana fradique'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Robin Hood Project&lt;br /&gt;
Democratization of Finance&lt;br /&gt;
Finance as a place of creation&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existem dois tipos de linguagem nos slides, parte pretende mover como um camaleão de forma oportunista para conseguir fazer passo a passo aquilo que pretende.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- É um processo, uma agenda contínua. O projeto tomas formas diferentes que envolvem processos diferentes. Mas como ideia é livre, como processos devem ser opensource. É como nosso coração, e está vivo. São 6 anos de trabalho já.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vou contar o caminho que fizemos desde 2010 até hoje, começando com o coletivo de artistas e economistas, até chegarmos a tecnologias e possibilidades como essas das organizações autônomas descentralizadas (DAOs) e finanças peer to peer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- A ideia é oferecer instrumentos e meios (inclusive econômicos) para aqueles que não tem acesso, dentro dessa ideia de democracia. Acesso não é só distribuição de renda e capital em si, mas acesso aos espaços onde o dinheiro é criado. E fomentar serviços que sirvam a nossas necessidades e sonhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Finanças é o sistem de governança mais poderoso e que foi retirado de nós. Não a podemos usar, não serve para nós. È quase sagrado. Então estamos trabalhand ocom a ideia de não ser soment explorado e ter que pagar as contas. Começamos num contexto europeu em 2010, para dizer que a finança é nossa, é para nós. E queremos uma finança sem instituições centralizadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Finanças: bolsa de valores, stock exchange, wall street.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- A finança pode ser um lugar de criação, e uma tecnologia que tras oportunidade. Mas é como se não temos acesso ao sistema operacional, então decidimos hackear as finanças. Assim, trabalhamos 2011 inteiro para fundar a cooperativa robin hood em 2012.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Estávamos na academia, um grupo de economistas e artistas, com trabalhos teóricos longos e densos, olhando as transformações na naturezação do trabalho e da economia. Olhando para o processo de financeirização da economia, precariedade, relação com estado e relação patronal, mas também no nível psíquico, de relações internas e externas. Também estávamos estudando o protesto, nesse momento onde estamos cansados, o que significa. E pensamos a resistência por dentro: outra maneira de ocupar wall street.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(video) There is no outside&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Estávamos na finlandia, 6, 7 pessoas, pensando em tudo isso, e apareceu um contato com uma possibilidade de trabalhar com Trading Algorithms. Começamos num contexto universitário, sem saber todos os caminhos e todas as possibilidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Criamos uma cooperativa finlandesa com suas regras específicas. Esse algoritmo não é nosso único meio de produção, nosso único recurso. Esse algoritmo analisa milhões de transações diárias (wall street, chicago, mais alguma), e agrupa os agentes que estão tendo lucro consistentemente com determinada ação. Daí nós imitamos o que eles fazem. E tivemos resultados muito bons. O algoritmo se chama parasita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pergunta: para fazer o parasita na bolsa, é a cooperativa que aparece?&lt;br /&gt;
Resposta: precisamos de uma corretora, para sermos uma corretora precisaríamos de outra legislação.&lt;br /&gt;
Comentário: todos usam um terminal chamado bloom.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pergunta: o parasita só vocês podem usar ou é liberado?&lt;br /&gt;
Resposta: Não é open source, o autor não abre o código, isso é uma limitação grande, até com todo o discurso que desenvolvemos até aqui. O desenvolvedor começou a uns 20 anos, e está começando a usar com clientes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Estrutura da cooperativa: fundada na finlândia, responde às leis finlandesas e europeias. Membros pagam 30 euros uma vez, e depois compram ações da cooperativa. A primeira ação é obrigatória e garante direitos dos membros e votos na assembléia. Cada membro tem 1 voto, independente de quantas ações tem na cooperativa. Esse dinheiro compõe um bolo, e esse bolo é investido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Existem vários tipos de ação, você pode escolher entre dedicar/alocar lucro ou perda para você mesmo, ou para projetos. Um ponto importante é que financiamos projetos numa definição muito ampla. Pensamos que queríamos dar algum descanso afetivo, ou produzir uma possibilidade de dinheiro que não está associado a trabalho, que é gerado como é gerado na alta finança. Pensamos em trabalhar com pensões ou com financiamento de artistas. Mas percebemos rapidamente que o lucro deveria ser colocado em projetos que fossem maiores que eles mesmos, commons, e dando a ética estrutural do projeto, que seria expropriar diretamente do cu da finança, e levar esse recurso não só pra movimentos paralelos mas também na contra mão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Começamos em 2012, em 2015 fizemos o primeiro e único round de financiamento. Tivemos 50 candidaturas e o comitê de voluntários escolheu 3 projetos: cooperativa integral catalã, a rádio esquizoanalitique (autonomia e empoderamento de comunidade sofrendo com a mineradora eldorado) e a casa nuvem no RJ (espaço artístico aberto).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Em 2015 e 2016 o mercado financeiro foi ruim, e o dinheiro que tinha decidimos investir na própria cooperativa, para superar algumas obsolescências.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Começamos a olhar para blockchain como uma solução.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Para retirar seu dinheiro na melhor das hipóteses são 6 meses, na pior das hipóteses 1 ano e meio. Essa tecnologia do blockchain também dá pra resolver isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- blockchain: arquitetura digital de como essa e outras criptomoedas funcionam. É um livro contábil público e criptográfico. Nesse livro você registra interações/transações. O que as criptomoedas fazem não é muito mais do que fazem as moedas fiduciárias, mas a tecnologia do blockchain está amadurecendo, e você consegue codificar relações mais complexas. Como por exemplo sistemas de votos e outros que permitem que você faça design de organizações. Como esses livros são públicos e estão abertos, distribuidos, você começa a ter organizações descentralizadas e distribuídas. São protocolos chamados &amp;quot;smart contracts&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Por várias questões, entre elas a legal, percebemos que tínhamos que operar nos EUA, onde as leis são mais avançadas, como por exemplo crowd funding. Registramos robin hood services como Benefit Corporation em Nevada. Consultamos um advogado, vimos que não teríamos problema com o nome. Percebemos então que precisaríamos ir para o vale do silício.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sem saber nada de finanças, fizemos um hacking social com imaginação, criatividade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Percebemos então que era melhor mudar de nome por questão de marketing e outras questões. A história do robin hood já não estava servindo. Ele atua nas hierarquias estabelecidas, trabalha com o sistema que tem. Com a blockchain, entendemos que podíamos criar estruturas novas, que são para uma geração que está na rede social, que está mais próxima de relações p2p. Em duas horas tivemos que bolar um nome novo: ECSA - economic space agency.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Há aí uma mudança de discurso, de monstrinhos para derrubar o capital vamos para uma imagem de convencer investidores, e compartilhar com mais gente. Oferecer ferramentas que você possa replicar. Nem sempre pretendendo que haja uma rede global, mas que as coisas possam ser replicadas, as combinações monstruosas possam ser usadas facilmente. Step into the New Economic Space.É uma startup na califórnia, alugamos uma casa para contratar os programadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Blockchain é ótima para instituições financeiras, então eles tem pesquisa, equipes, e muita grana nisso. O que poderia a blockchain fazer para eliminar as instâncias intermediárias, que fazem as verificações. Relatório da união europeia tinha uns diagramas lindos com cruzes vermelhas assinalando todas as instituições que poderiam cair. A conclusão do relatório é que a transição vai ser suave, não haverá revolução.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pensamos que nossa estratégia seria não trabalhar numa abordagem mais comum de desenvolvimento de produto, mas sim ter um customer approach, ou seja, desenvolver o trabalho através de uma interação com o cliente. São projetos vários que precisam de ferramentas para se financiar. Temos trabalhado com vários casos de uso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Uma advogada que tem um projeto chamado erradicate ecocide, levar a lei do ecocidio as leis institucionais, como foi com o genocidio depois da segunda guerra. Já houve tentativas, mas ainda não a lei que responsabiliza governos e grandes corporações por desastres ambientais. Junto com ela estavamos desenvolvendo uma plataforma -- um hack judicial -- porque ela precisava de um numero de assinaturas. Fizemos um trust na blockchain, as pessoas fazem uma doação, com essa doação assinam o documento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pequenos estados ilha, associado a exploração petrolífera e subida dos oceanos. A ideia é que a plataforma também servisse de ferramenta de desenvolvimento de projeto e organização. Cada estado ilha estão espalhados pelo mundo e tiram ações para se proteger. Seria uma maneira de essas pessoas se comunicarem, se financiarem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Também estivemos falando com a Mozilla, que tem programas para jovens programadores, que muitas vezes nao sabem ver o resultado de seus desenvolvimentos. É uma empresa que não tem nada a ver com ativismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Menina indígena que quer acesso a uma escola mas não quer lidar com turismo. Como ela poderia aceder a os serviços públicos de saúde e educação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Quem tem mais dificuldade de encontrar financiamento? Indígenas já tiveram que ir para a cidade. Eles não tem o financiamento e proteção igual àqueles que estão nas florestas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Desenvolvimento de plataformas coligadas. Exemplo da escola de teatro de SP. A plataforma é &amp;quot;tokenizada&amp;quot; - Kairos é o token desta plataforma do exemplo, que também funciona como token de votação. Perfis são criados, lembrando a ideia de &amp;quot;rede social&amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- A escola já está fazendo uma replicagem do modelo de escola na Suécia, com princípios democráticos escalares. Os vários casos apresentados apresentam diferentes protocolos. Numa segunda fase, é possível que haja combinações. Um aplicativo pode combinar duas partes. Há um trabalho curatorial, de análise. Numa terceira etapa a vontade de que o usuário molde seu espaço econômico, amplificando ferramentas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As blockchains estão nos estágios iniciais de experimentação. Um breve comentário sobre a criptomoeda Ethereum é feito, apontando para o caso do ataque e do hardfork de uma blockhain no lançamento da TheDAO. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E ECSA está em estágio avançado de desenvolvimento. Estão tentando resolver alguns problemas e soluções da tecnologia da blockchain.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, foi este ocaminho de resolver um “probleminha”, no intuito de massificar oacesso, e que as finanças sejam um instrumento acessível. Ablockchain automatiza relações definidas por um grupo, seguindo umcerto protocolo. Os modos de interação dependem dos usuários e do“white paper”. Pode-se imaginar destas tecnologia tudo aquilo queo direito romano não permite. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como a cooperativa realmente cria o uso comum?&lt;br /&gt;
Os espaçoseconômicos que vivemos não são habitáveis, a tentativa é decriar esses espaços. O obejtivo da cooperativa reside também naacessibilidade e no corte de dinheiro de bancos de investimentos.Pessoas que tem pouco dinheiro, não podem entrar em grandes fundosde investimentos. Jogar o jogo, também. A maioria dos membros dacooperativa, aproximadamente, 1000, não colocaram muito dinheiro,mas o fizeram por um ato político. &lt;br /&gt;
Dúvidasapresentadas pela Juliana. &lt;br /&gt;
O objetivo é queesses novos passos sejam todos open-source, ao contrário doParasite. Instrumentos acessíveis ponto-a-ponto, peer-to-peer. &lt;br /&gt;
Iván comentaretrospectivamente, falando da Finlândia. &lt;br /&gt;
A cooperativacontinua na Finlândia, outra em Nevada e a casa em Palo Alto. &lt;br /&gt;
A de Nevada foiabandonada, a vantagem do desconto do “benefit corportation” nãocompensava. &lt;br /&gt;
ICO – Initial CoinOffering, mas também Initial Crowd Offering. Essas tecnologias estãomudando o mundo dos investimentos. Começaram a trabalhar com umassessor juríridico que traz casos interessantes. Esses produtosnovos não precisam necessariamente trabalhar com mercadosdescentralizados. (Guerrila Foundation,) Talvez aconteça um grant/algum apoio para em algum momento paradesenvolver um novo algoritmo. O algoritmo é cego, investe no queestiver na tendência. A ética está na estrutura da cooperativa, e não no algoritmo. Seria bom desenvolver o “parasita verde”, ou algum tipo de “impactinvestment”, em que há determinados princípios éticos. Este é umprincípio ético, ser um filho da puta. Estão num momento de redefinições, considerando várias possibilidades deprosseguimento. &lt;br /&gt;
O que faz oalgoritmo? Ele faz um scan de dados brutos das tendências de mercado e imita. O algoritmo ganha e perde. A cooperativa distribuiprêmios para projetos. Os cooperados tem lucros diretos do ativofinanceiro. Num dos casos da ECSA mentcionados anteriormente, p token é também índice de votação. Para o membro sair mais rápido com seu dinheiro, está em elaboraçãoum mercado interno, onde membros podem trocar cotas entre si. Hátambém o mercado do câmbio. Quando se entra na cooperativa, aentrada em euro. O investimento é feito em dólares, mas retorna emeuros, por questões legais. &lt;br /&gt;
Comentário doAndré, definindo como uma incubadora de projetos, e financiadoratambém. Quais são as semelhanças e diferenças de modelos jáexistentes. A atividade não está necessariamente vinculada àstecnologias, mas quando ela passa a exporar esse campo, na verdadenós estamos nos apropriando desses conceitos. Os artistas são as“antenas”, ou pararraios de atenção. O fato de vocÊs estaremdiscutindo as blockchains, é um sinal interessante. &lt;br /&gt;
Outra questão sobreexpropriação. “O Parasita”, a princípio André não vê aexpropriação, porque o parasita não mata o hospedeiro. Talvez sejamais uma expropriação informaciona, uma expropriação técnica. &lt;br /&gt;
Guilherme perguntaaté que ponto você não está fortalecendo o sistema&lt;br /&gt;
Ana responde que háum arco experimental em curso, no sentido do aprendizado. A nossalinguagem de marca e de indentidade e todo o desenvolvimento revelam bem esse isso.  &lt;br /&gt;
André comenta osistema operacional, se as pessoas que estão usando não tem umadimensão crítica sobre o sistema, há uma atomização daexperiência humanda, uma experiência alientante. &lt;br /&gt;
A fonte do dinheiroé algo importante de se checar. O que é o “ativismo financeiro”…&lt;br /&gt;
Entender astecnologias e estes conceitos é uma forma de empoderamento, umaemancipação possível. &lt;br /&gt;
A ECSA leva essaexperiência um pouco mais ao extremo. Não querem mais trabalhar cominstiuições centrais. O nome oficial é Cooperativa Robin Hood deGestão de Ativos Financeiros. Os ativos da cooperativa não sãosomente financeiros. Artigos da Primavera de Filippi. &lt;br /&gt;
Comentário sobre aLei Rouanet.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Robin_Hood&amp;diff=14760</id>
		<title>Robin Hood</title>
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				<updated>2016-12-06T20:55:34Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: Criou página com '## ana fradique  Robin Hood Project Democratization of Finance Finance as a place of creation  Existem dois tipos de linguagem nos slides, parte pretende mover como um camale...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;## ana fradique&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Robin Hood Project&lt;br /&gt;
Democratization of Finance&lt;br /&gt;
Finance as a place of creation&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existem dois tipos de linguagem nos slides, parte pretende mover como um camaleão de forma oportunista para conseguir fazer passo a passo aquilo que pretende.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- É um processo, uma agenda contínua. O projeto tomas formas diferentes que envolvem processos diferentes. Mas como ideia é livre, como processos devem ser opensource. É como nosso coração, e está vivo. São 6 anos de trabalho já.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vou contar o caminho que fizemos desde 2010 até hoje, começando com o coletivo de artistas e economistas, até chegarmos a tecnologias e possibilidades como essas das organizações autônomas descentralizadas (DAOs) e finanças peer to peer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- A ideia é oferecer instrumentos e meios (inclusive econômicos) para aqueles que não tem acesso, dentro dessa ideia de democracia. Acesso não é só distribuição de renda e capital em si, mas acesso aos espaços onde o dinheiro é criado. E fomentar serviços que sirvam a nossas necessidades e sonhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Finanças é o sistem de governança mais poderoso e que foi retirado de nós. Não a podemos usar, não serve para nós. È quase sagrado. Então estamos trabalhand ocom a ideia de não ser soment explorado e ter que pagar as contas. Começamos num contexto europeu em 2010, para dizer que a finança é nossa, é para nós. E queremos uma finança sem instituições centralizadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Finanças: bolsa de valores, stock exchange, wall street.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- A finança pode ser um lugar de criação, e uma tecnologia que tras oportunidade. Mas é como se não temos acesso ao sistema operacional, então decidimos hackear as finanças. Assim, trabalhamos 2011 inteiro para fundar a cooperativa robin hood em 2012.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Estávamos na academia, um grupo de economistas e artistas, com trabalhos teóricos longos e densos, olhando as transformações na naturezação do trabalho e da economia. Olhando para o processo de financeirização da economia, precariedade, relação com estado e relação patronal, mas também no nível psíquico, de relações internas e externas. Também estávamos estudando o protesto, nesse momento onde estamos cansados, o que significa. E pensamos a resistência por dentro: outra maneira de ocupar wall street.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(video) There is no outside&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Estávamos na finlandia, 6, 7 pessoas, pensando em tudo isso, e apareceu um contato com uma possibilidade de trabalhar com Trading Algorithms. Começamos num contexto universitário, sem saber todos os caminhos e todas as possibilidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Criamos uma cooperativa finlandesa com suas regras específicas. Esse algoritmo não é nosso único meio de produção, nosso único recurso. Esse algoritmo analisa milhões de transações diárias (wall street, chicago, mais alguma), e agrupa os agentes que estão tendo lucro consistentemente com determinada ação. Daí nós imitamos o que eles fazem. E tivemos resultados muito bons. O algoritmo se chama parasita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pergunta: para fazer o parasita na bolsa, é a cooperativa que aparece?&lt;br /&gt;
Resposta: precisamos de uma corretora, para sermos uma corretora precisaríamos de outra legislação.&lt;br /&gt;
Comentário: todos usam um terminal chamado bloom.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pergunta: o parasita só vocês podem usar ou é liberado?&lt;br /&gt;
Resposta: Não é open source, o autor não abre o código, isso é uma limitação grande, até com todo o discurso que desenvolvemos até aqui. O desenvolvedor começou a uns 20 anos, e está começando a usar com clientes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Estrutura da cooperativa: fundada na finlândia, responde às leis finlandesas e europeias. Membros pagam 30 euros uma vez, e depois compram ações da cooperativa. A primeira ação é obrigatória e garante direitos dos membros e votos na assembléia. Cada membro tem 1 voto, independente de quantas ações tem na cooperativa. Esse dinheiro compõe um bolo, e esse bolo é investido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Existem vários tipos de ação, você pode escolher entre dedicar/alocar lucro ou perda para você mesmo, ou para projetos. Um ponto importante é que financiamos projetos numa definição muito ampla. Pensamos que queríamos dar algum descanso afetivo, ou produzir uma possibilidade de dinheiro que não está associado a trabalho, que é gerado como é gerado na alta finança. Pensamos em trabalhar com pensões ou com financiamento de artistas. Mas percebemos rapidamente que o lucro deveria ser colocado em projetos que fossem maiores que eles mesmos, commons, e dando a ética estrutural do projeto, que seria expropriar diretamente do cu da finança, e levar esse recurso não só pra movimentos paralelos mas também na contra mão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Começamos em 2012, em 2015 fizemos o primeiro e único round de financiamento. Tivemos 50 candidaturas e o comitê de voluntários escolheu 3 projetos: cooperativa integral catalã, a rádio esquizoanalitique (autonomia e empoderamento de comunidade sofrendo com a mineradora eldorado) e a casa nuvem no RJ (espaço artístico aberto).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Em 2015 e 2016 o mercado financeiro foi ruim, e o dinheiro que tinha decidimos investir na própria cooperativa, para superar algumas obsolescências.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Começamos a olhar para blockchain como uma solução.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Para retirar seu dinheiro na melhor das hipóteses são 6 meses, na pior das hipóteses 1 ano e meio. Essa tecnologia do blockchain também dá pra resolver isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- blockchain: arquitetura digital de como essa e outras criptomoedas funcionam. É um livro contábil público e criptográfico. Nesse livro você registra interações/transações. O que as criptomoedas fazem não é muito mais do que fazem as moedas fiduciárias, mas a tecnologia do blockchain está amadurecendo, e você consegue codificar relações mais complexas. Como por exemplo sistemas de votos e outros que permitem que você faça design de organizações. Como esses livros são públicos e estão abertos, distribuidos, você começa a ter organizações descentralizadas e distribuídas. São protocolos chamados &amp;quot;smart contracts&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Por várias questões, entre elas a legal, percebemos que tínhamos que operar nos EUA, onde as leis são mais avançadas, como por exemplo crowd funding. Registramos robin hood services como Benefit Corporation em Nevada. Consultamos um advogado, vimos que não teríamos problema com o nome. Percebemos então que precisaríamos ir para o vale do silício.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sem saber nada de finanças, fizemos um hacking social com imaginação, criatividade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Percebemos então que era melhor mudar de nome por questão de marketing e outras questões. A história do robin hood já não estava servindo. Ele atua nas hierarquias estabelecidas, trabalha com o sistema que tem. Com a blockchain, entendemos que podíamos criar estruturas novas, que são para uma geração que está na rede social, que está mais próxima de relações p2p. Em duas horas tivemos que bolar um nome novo: ECSA - economic space agency.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Há aí uma mudança de discurso, de monstrinhos para derrubar o capital vamos para uma imagem de convencer investidores, e compartilhar com mais gente. Oferecer ferramentas que você possa replicar. Nem sempre pretendendo que haja uma rede global, mas que as coisas possam ser replicadas, as combinações monstruosas possam ser usadas facilmente. Step into the New Economic Space.É uma startup na califórnia, alugamos uma casa para contratar os programadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Blockchain é ótima para instituições financeiras, então eles tem pesquisa, equipes, e muita grana nisso. O que poderia a blockchain fazer para eliminar as instâncias intermediárias, que fazem as verificações. Relatório da união europeia tinha uns diagramas lindos com cruzes vermelhas assinalando todas as instituições que poderiam cair. A conclusão do relatório é que a transição vai ser suave, não haverá revolução.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pensamos que nossa estratégia seria não trabalhar numa abordagem mais comum de desenvolvimento de produto, mas sim ter um customer approach, ou seja, desenvolver o trabalho através de uma interação com o cliente. São projetos vários que precisam de ferramentas para se financiar. Temos trabalhado com vários casos de uso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Uma advogada que tem um projeto chamado erradicate ecocide, levar a lei do ecocidio as leis institucionais, como foi com o genocidio depois da segunda guerra. Já houve tentativas, mas ainda não a lei que responsabiliza governos e grandes corporações por desastres ambientais. Junto com ela estavamos desenvolvendo uma plataforma -- um hack judicial -- porque ela precisava de um numero de assinaturas. Fizemos um trust na blockchain, as pessoas fazem uma doação, com essa doação assinam o documento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pequenos estados ilha, associado a exploração petrolífera e subida dos oceanos. A ideia é que a plataforma também servisse de ferramenta de desenvolvimento de projeto e organização. Cada estado ilha estão espalhados pelo mundo e tiram ações para se proteger. Seria uma maneira de essas pessoas se comunicarem, se financiarem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Também estivemos falando com a Mozilla, que tem programas para jovens programadores, que muitas vezes nao sabem ver o resultado de seus desenvolvimentos. É uma empresa que não tem nada a ver com ativismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Menina indígena que quer acesso a uma escola mas não quer lidar com turismo. Como ela poderia aceder a os serviços públicos de saúde e educação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Quem tem mais dificuldade de encontrar financiamento? Indígenas já tiveram que ir para a cidade. Eles não tem o financiamento e proteção igual àqueles que estão nas florestas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Desenvolvimento de plataformas coligadas. Exemplo da escola de teatro de SP. A plataforma é &amp;quot;tokenizada&amp;quot; - Kairos é o token desta plataforma do exemplo, que também funciona como token de votação. Perfis são criados, lembrando a ideia de &amp;quot;rede social&amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- A escola já está fazendo uma replicagem do modelo de escola na Suécia, com princípios democráticos escalares. Os vários casos apresentados apresentam diferentes protocolos. Numa segunda fase, é possível que haja combinações. Um aplicativo pode combinar duas partes. Há um trabalho curatorial, de análise. Numa terceira etapa a vontade de que o usuário molde seu espaço econômico, amplificando ferramentas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As blockchains estão nos estágios iniciais de experimentação. Um breve comentário sobre a criptomoeda Ethereum é feito, apontando para o caso do ataque e do hardfork de uma blockhain no lançamento da TheDAO. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E ECSA está em estágio avançado de desenvolvimento. Estão tentando resolver alguns problemas e soluções da tecnologia da blockchain.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, foi este ocaminho de resolver um “probleminha”, no intuito de massificar oacesso, e que as finanças sejam um instrumento acessível. Ablockchain automatiza relações definidas por um grupo, seguindo umcerto protocolo. Os modos de interação dependem dos usuários e do“white paper”. Pode-se imaginar destas tecnologia tudo aquilo queo direito romano não permite. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como a cooperativa realmente cria o uso comum?&lt;br /&gt;
Os espaçoseconômicos que vivemos não são habitáveis, a tentativa é decriar esses espaços. O obejtivo da cooperativa reside também naacessibilidade e no corte de dinheiro de bancos de investimentos.Pessoas que tem pouco dinheiro, não podem entrar em grandes fundosde investimentos. Jogar o jogo, também. A maioria dos membros dacooperativa, aproximadamente, 1000, não colocaram muito dinheiro,mas o fizeram por um ato político. &lt;br /&gt;
Dúvidasapresentadas pela Juliana. &lt;br /&gt;
O objetivo é queesses novos passos sejam todos open-source, ao contrário doParasite. Instrumentos acessíveis ponto-a-ponto, peer-to-peer. &lt;br /&gt;
Iván comentaretrospectivamente, falando da Finlândia. &lt;br /&gt;
A cooperativacontinua na Finlândia, outra em Nevada e a casa em Palo Alto. &lt;br /&gt;
A de Nevada foiabandonada, a vantagem do desconto do “benefit corportation” nãocompensava. &lt;br /&gt;
ICO – Initial CoinOffering, mas também Initial Crowd Offering. Essas tecnologias estãomudando o mundo dos investimentos. Começaram a trabalhar com umassessor juríridico que traz casos interessantes. Esses produtosnovos não precisam necessariamente trabalhar com mercadosdescentralizados. (Guerrila Foundation,) Talvez aconteça um grant/algum apoio para em algum momento paradesenvolver um novo algoritmo. O algoritmo é cego, investe no queestiver na tendência. A ética está na estrutura da cooperativa, e não no algoritmo. Seria bom desenvolver o “parasita verde”, ou algum tipo de “impactinvestment”, em que há determinados princípios éticos. Este é umprincípio ético, ser um filho da puta. Estão num momento de redefinições, considerando várias possibilidades deprosseguimento. &lt;br /&gt;
O que faz oalgoritmo? Ele faz um scan de dados brutos das tendências de mercado e imita. O algoritmo ganha e perde. A cooperativa distribuiprêmios para projetos. Os cooperados tem lucros diretos do ativofinanceiro. Num dos casos da ECSA mentcionados anteriormente, p token é também índice de votação. Para o membro sair mais rápido com seu dinheiro, está em elaboraçãoum mercado interno, onde membros podem trocar cotas entre si. Hátambém o mercado do câmbio. Quando se entra na cooperativa, aentrada em euro. O investimento é feito em dólares, mas retorna emeuros, por questões legais. &lt;br /&gt;
Comentário doAndré, definindo como uma incubadora de projetos, e financiadoratambém. Quais são as semelhanças e diferenças de modelos jáexistentes. A atividade não está necessariamente vinculada àstecnologias, mas quando ela passa a exporar esse campo, na verdadenós estamos nos apropriando desses conceitos. Os artistas são as“antenas”, ou pararraios de atenção. O fato de vocÊs estaremdiscutindo as blockchains, é um sinal interessante. &lt;br /&gt;
Outra questão sobreexpropriação. “O Parasita”, a princípio André não vê aexpropriação, porque o parasita não mata o hospedeiro. Talvez sejamais uma expropriação informaciona, uma expropriação técnica. &lt;br /&gt;
Guilherme perguntaaté que ponto você não está fortalecendo o sistema&lt;br /&gt;
Ana responde que háum arco experimental em curso, no sentido do aprendizado. A nossalinguagem de marca e de indentidade e todo o desenvolvimento revelam bem esse isso.  &lt;br /&gt;
André comenta osistema operacional, se as pessoas que estão usando não tem umadimensão crítica sobre o sistema, há uma atomização daexperiência humanda, uma experiência alientante. &lt;br /&gt;
A fonte do dinheiroé algo importante de se checar. O que é o “ativismo financeiro”…&lt;br /&gt;
Entender astecnologias e estes conceitos é uma forma de empoderamento, umaemancipação possível. &lt;br /&gt;
A ECSA leva essaexperiência um pouco mais ao extremo. Não querem mais trabalhar cominstiuições centrais. O nome oficial é Cooperativa Robin Hood deGestão de Ativos Financeiros. Os ativos da cooperativa não sãosomente financeiros. Artigos da Primavera de Filippi. &lt;br /&gt;
Comentário sobre aLei Rouanet.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Economias_Subversivas&amp;diff=14759</id>
		<title>Economias Subversivas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Economias_Subversivas&amp;diff=14759"/>
				<updated>2016-12-06T20:54:53Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: /* Apresentações: */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
'''Economia Subversiva 01/12 - Quinta'''&lt;br /&gt;
Dia 1 / manhã&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Documentação==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai rolar uma publicação, a partir de textos elaborados aqui e uma chamada aberta até 15/01 para outras pessoas que não estão aqui. Textos de mno máximo 30 laudas.&lt;br /&gt;
Publicar no começo do ano que vem o Adriano Belisaro vai organizar isso.&lt;br /&gt;
Tema experiências e propostas em economias subversivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Geral===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- foz: rodando o país com objetivo de encontrar lugar para morar, conhecendo vários projetos e comunidades, e os projetos economicos tem chamado muito nossa atenção. EStamos nas pesquisas e na prática do faça você mesmo fazem muitos anos, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pedro victor: Artista, trabalha com imagem e performance e experimentos sociais, com abordagens teóricas e práticas sobre economia pós escassez, e pensar ensaios para isntituições jurídicas do futuro que não conhecemos. Trabalha Rio e Sampa, está um pouco nômade nos últimos 4 anos, em diversas atividades. Escreve textos também. Pensando dimensões técnicas, estéticas e políticas de coisas autorais e coletivas em sistemas mais abertos. Amador profissional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Guilherme: Se inscreveu para falar experiência que tem no sul estão construindo universidade alternativa de comunidade (UNIPERMACULTURA e permacultura. Tem conseguido apoios para fazer isso de forma bem intensiva. Está há um tempo trabalhando com indígenas. Primeiro curso de especialização - pós na universidade do cariri no Ceará e no sul como curso de extensão. Estão trabalhando com tabaco agroecológico e também para criação de um método de exodo urbano - transitions farm. Ocupação de escolas através de comodato e sistemas educacionais para construções de casas. É professor dá aula para universidade e cursos, é biólogo e trabalha mais com filosófico e ética da permacultura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Juliana: Do Rio andou nômade morou na argentina, está meio São Paulo e quer cair fora de lá. Trabalha com artes visuais e etc. No campo da pesquisa e curadoria e veio fazer um estudo sobre tecnologias e técnica e cultura e forma desviantes de atuar com tecnologia e começou a se interessar por aspectos economicos dentro e fora da arte. Começou a investigar sobre outras esssa ecnomia se tornou mito da nossa sociedade. Fez umam exposição de estudo sobre mercantismo. Estuda jurisdicção dentro do campo economico. E gostaria de pensar aqui, dentro do campo da arte temos abordagens conceituais mas a prática é conservadora, pensar outras formas de fazer arte produzir, se expor. COmo produzimos artes, temos editais, galerias, mas pensar outrs economias para a produção artística. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Bruno: da Nuvem. Começou em 2011, o objetivo vem sempre pela autonomia. E a comunidade também, pensar potenciais para autosustentação de alimentos, energia, acreditamso no potencial da contaminação da arte para o técnico. E não vendo como uma coisa só. Sempre unindo projetos mais artísticos com técnicos um do lado do outro. E essa chamada não foi diferente. Olhando para o potencial do faça você mesmo. Moedas que não passam por empresas e pelo estado. Pesquisa que Ivan faz como advogado, chama de direito sobre tecnologia. Pensando em formas de organização que não estão nos livros. Deve ser o último evento nessa casa, depois vamos para o sítio aqui perto. O sítio é próprio. É uma comunidade de algumas pessoas, produz muito tem SAF, horta, e inserido dentro do projeto de autonomia tecnologica, pois tem uma rede comunitária na Vila da Fumaça. VOu me apresentar também, por essa experiência que vem se construindo pouco a pouco com autofinanciamento da própria rede e como modelo para ser apropriado por outras redes de comunicação comunitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ana Fradique: É nômade profissional artística, vem de uma aldeia em portugal. Foi para finlandia, e mestrado em arte ambiental. Nesse momento olhando sistemas e fazendo análises e diagnosticando através da arte. Começou a fazer propostas de experimentos sociais e organizacionais em coleitvo e trabalhando cada vez mais, coletivo molecular organization. E pensando a imaterizalização da economia e das formas de produçõa e o que é produzido. Acabou fudndando uma cooperativa chamada robin hood. Se move nos meios das artes ou qualquer outra oportunista que for necessário. Ocupando as ruas de outras maneiras, tem uma start up ligadao ou robin hood, para desascralizar as finanças para que seja útil as pessoas. Vive no Rio há 3 anos, e participa de outras iniciativas não ligadas a finanças em relação a vivência coletiva. Robin HOod assetmant cooperativa ??? Economic Space management.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ivan: Especialista em direito social. Era bem pago para &lt;br /&gt;
As autoridades precisam de um assessor que fale a verdade era bem pago para isso, mas só quando era chamado, era assessor de um desembargador por 9 anos e ganhou com muita perseguissão 2 ou 3 precatórios e 2 ou 3 ??? de pequeno valor. Nos últimos anos tem trabalhado de graça na proposta de construir instrumentos e ferramentas para ver na prática como se resgata esse direito em propriedades coletivas. Hoje tem uma associação mutual, junto com um amigo que participou de uma mutual argentina, com a proposta de reconstruir a propriedade coletiva, comprou uma terra que está em processo de coletivizaçáo. e com um fundo social mutual para construir uma coooperativa integral, mas diferente da espanha é focada por ser dona dos meios de produção não apaenas um guarda chuva jurídico. Não necessariamente aqueles que vão morar, pois é um local para morar, gerar renda e cuidar da saúde, esses 3 princípios que focamos. Por necessidade estamos usando ela juridicamente para fazer a cooperativa integral focada na detenção dos meior de produções naquela terra. Pessoas que não querem ser empregados e querem ser seu próprio patrão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Lirca: de barcelona, mas mora aqui desde 2013. Trabalha com agroecologia (http://cirandas.net/uilikande/os-projetos-produtos-e-pessoas-do-uilikande) e produção de geléias, está participando desde 2008 em projetos autogestionários. Em barcelona participou de uma denṹncia do mercado financeiro internacional, foi quando rolou a crise, o Enric Duran fez parte deesse protesto de denúncia, tentou uma greve de bancos, mas não foi muito para frente e pensaram numa cooperativa integral catalana (CIC) como forma de ocnstrução além da denúncia ficou nisso de 2008 a 2010 e a cooperativa começou a andar com pernas próprias. Daí a CIC seria um guarda chuva de várias propostas dentro de uma mesma forma legal (alternativa que aproveita a legalidade para se blindar perante o sistema e desenvolver os projetos). O seguinte nível (internacional) é a FAIRCOOP (guarda-chuvas de ferramentas). Acaba fazendo muitos projetos e tentando se sustentar. Não acho tempo para me envolver com a FAIRCOOP. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Aylen: córdoba- Argentina. Faz 3 meses que estou trabalhando em nódulo local de FAIRCOOP, e cada um vai adaptaando a ideia a situação local. PRimeiro são os príncipios, não morte, não escravidão, são as guias. Depois a questão vida, tenho 2 filhos, que em elevou a tudo que fiz, se quero trabalhar na relação de dependẽncia não posso se meu filho fica doente, sou despedida. assim tudo que quis fazer o sistema te barra. Sempre na clandestinidade, a raiz dessa é que a cooperativa batetu a minha porta, e começamos a nos unir, todas as pessoas que estão fora do sistema. Sempre abaixo e na sombra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Matheus: de Salvador -BA - Ecolivre - cooperativa de tecnologias livres, presta serviços como desenvolvimento de redes sociais autonomas com a plataforma Noosfero. Há redes sociais que utilizam o Noosfero como o cirandas.net até softwarelivre.org. Atualmente estamos com 8 membros, mas já teve mais gente. Já tem 10 anos foi fundada em 2006 com pessoas do software livre em salvador e da economia solidária. A ideia é prestar serviço com desnevolvimento, consultoria, e formação em software livre. Formado em jornalismo trabalha com comunicação dentro da cooperativa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Tarcísio - mora em campinas é de São Paulo. Há 14 anso presidente da OSCIP Solear. Desde que se formou em política virou empreendedor social, teve bar, restaurante, produtor rural anos 90, disso foi para alimentação, dentro da UNicamp restaurante vegetariano (exótico), por conta de estar lá atraia muitas pessoas também exóticas e se envolveu num assunto que envolveu completamente que foi a lei das OSCIPs e foi a 4 aberta em Campinas. Passou por alegrias e desafios, morou uns anos foras, e com todas as experiências acumuladas de vida, conseguiu ter uma certa tecnoliga para ser empreeendedor social, nesses 15 anos, tem ótimos resultados, trabalha com empresas, para promover rachaduras, que agora estão se abrindo e tendo acessos economicos e trabalham com plantio de árvores, já plantaram 160 mil mudas, Solear escola Viveiro, nesse trabalho capacitamos e profissionalimos pessoas montando viveiros dentro de escolas, entranod no conteúdo curricular, árvores, plantas, mudas, ervas como complemento. E  por conta disso e dessa tragetória atendemos grandes empresas. Faz pequenos e macros projetos. E por conta de um projeto nano de capacitação de mulheres em vulnerabilidade em Campinas, elas se capacitaram e podem se tornar empreendedoras. Depois termina de apresentar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Drebs: Estamos no rolẽ, trabalho faz muito tempo com computação e está mudando um pouco o foco para sair um pouco do computador, tem trabalha um pouco com redes livres. Com interesse nas iniciativas autonomas economicas de diversos projetos que temos viajado. Diversas pessoas aqui conhecemos em outras atividades. Uma iniciativa em uma comunidade intencional é que não existe instrumento jurídico para posse coletiva da terra, mas não existe proibição então ficamos a mercê das avaliações dos juízes dos casos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ideia é ter as apresentações para depois surgir discussões gerais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Apresentações:===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Pão-pãozinho - Tarcísio]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[UniPermacultura - Guilherme]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Quinta renda]] - Pedro Ivo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Propriedade coletiva]] - Ivan&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[cargocollective]] - Jefferson&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Casa tomada]] - Juliana&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Rizomática e Semillas]] - Ayelen&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Robin Hood]] - Ana&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Documentação temporária&lt;br /&gt;
[https://pad.riseup.net/p/economia_subversiva]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Participantes==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Fundo solidário]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Chamada==    &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                               &lt;br /&gt;
No começo de dezembro a Nuvem vai organizar o encontro Economias Subversivas. Durante 5 dias estaremos compartilhando novas maneiras de fazer trocas, investir, descrescer e financiar ações e projetos, num ambiente de imersão. Se você tem uma ideia ou uma experiência que gostaria de compartilhar, leia a chamada e se inscreva. Serão convidadas 5 a 7 pessoas de qualquer parte do Brasil com passagem, alimentação e hospedagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Dinerogratis.gif|frame|c|left|http://www.sindominio.net/eldinerogratis/]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há décadas, desde a hegemonia do modelo neoliberal, os governos e populações se tornaram subordinados aos grandes grupos financeiros. Mesmo com eleições regulares, os representantes escolhidos pouco podem fazer – ou querem fazer -  em relação a esse arranjo de poderes. Na crise especulativa de 2008, foi a população que teve de pagar o resgate das instituições financeiras, enquanto até os bônus dos CEOs das corporações delinquentes foram mantidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É evidente que as tecnologias vem criando novas configurações na economia. Mas os modelos de negócio baseados no financiamento e venda de start-ups são controlados inteiramente pelos mesmos  grupos financeiros de sempre. Por mais que o Uber crie novas oportunidades de emprego, eses empregos tem a fragilidade precária de depender da estratégia da empresa, que sobe ou desce taxas sempre que lhe convém . Por outro lado, os investimentos iniciais para montar uma alternativa são altíssimos – o capital de risco financia as viagens baratas oferecidas com o objetivo de dominar mercados “virgens”.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O encontro Economias Subversivas quer investigar ideias e iniciativas que desmontem os modelos existentes. Os startups “disruptivos”, em sua maioria, só fazem reforçar sistemas de controle financeiros e concentrar ainda mais a renda em estruturas hierarquizadas e fechadas.  Acreditamos que a economia pode ser plataforma e tubo de ensaios para criatividade de qualquer um. Afinal as finanças são baseados no crédito, que nada mais é do que a ideia de emprestar bens à base de confiança, e, opcionalmente, de uma compensação. Das grandes navegações e os primeiros bancos até os fundos hedge e as criptomoedas, toda economia se baseia nessa premissa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Procuramos projetos que sejam sustentáveis economicamente, mas controlados pelas comunidades e que as beneficiem. A difusão e barateamento da tecnologia possibilitam que apareçam soluções locais. A geração de energia, produção de alimentos, comunicação, transportem já prescindem dos grandes modelos verticais. Porque  continuamos a depender das megaempresas de infraestrutura? Porque as células produtivas continuam a ser baseadas no empreendedorismo centralizador, hierárquico, voltado para enriquecimento pessoal, enquanto os modelos cooperativos se tornam cada vez mais difíceis de realizar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Queremos alternativas para as moedas, para os bancos, financiamentos e investimentos. O modelo econômico baseado no crescimento do PIB atingiu o limite planetário de produção de bens. Produz-se alimentos suficiente para 10 bilhões de pessoas, enquanto quase dez por cento dos 7 bilhões de humanos passa fome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse encontro, serão selecionadas 5 a 7 propostas, ideias, elucubrações – práticas ou teóricas, ficcionais ou em andamento – que queiram subverter a ordem econômica existente através de microprojetos, romances, instalações, startups cooperativos, criptocréditos, arranjos produtivos, mercados de trocas, etc. Durante os 5 dias do encontro,  os selecionados irão interagir com os convidados – pessoas que já realizaram projetos similares, ou que tem estudos sobre o tema – sobre a viabilidade, potenciais e fraqueza do seu projeto. A Nuvem oferece transporte, alimentação e hospedagem para todos os participantes. A hospedagem é na própria casa do encontro, em quartos coletivos mistos com 4 pessoas cada, no máximo; a alimentação é vegetariana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além da chamada para o encontro, convidaremos em breve a enviar textos em torno do tema, de até 30 laudas, para uma publicação com lançamento no começo de 2017.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Inscrições==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''As inscrições para o encontro já estão encerradas.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns links de referência e inspiração:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.sindominio.net/eldinerogratis/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.thephone.coop/about-us/who-we-are/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/fork-the-economy&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://thinkeconomia.com/pdf/openCallEconomia.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://medium.com/@trebors/platform-cooperativism-vs-the-sharing-economy-2ea737f1b5ad#.oq2occhfl&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/enspiral-changing-the-way-social-entrepreneurs-do-business&lt;br /&gt;
http://enspiral.com/about-enspiral/faq/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://loophole4all.com/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://disobedience.eu/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/new-ridesharing-alternatives-thrive-after-uber-leaves-austin&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://flinc.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.gocarma.com &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://colivre.coop.br/sobre/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://miamirail.org/visual-arts/new-business-art-in-search-of-alternative-economic-systems-2/ - Justine Ludwig&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://bhaz.com.br/2016/09/19/gasolina-paga-com-papel-ungido-por-cristo-vira-caso-de-policia-em-posto-de-combustivel/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.noitosfera.com/rm/s02/e06&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Apoio==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa atividade tem o apoio da Fundação Ford.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Ford.png]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Rizom%C3%A1tica_e_Semillas&amp;diff=14758</id>
		<title>Rizomática e Semillas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Rizom%C3%A1tica_e_Semillas&amp;diff=14758"/>
				<updated>2016-12-06T20:54:08Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: Criou página com 'Aylen - partindo de Faircoop.  Não há forma de geral uma ação global sem uma entrada local. São milhões de epssoas fazendo coisas pela revolução. Estamos todos separad...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Aylen - partindo de Faircoop. &lt;br /&gt;
Não há forma de geral uma ação global sem uma entrada local. São milhões de epssoas fazendo coisas pela revolução. Estamos todos separados. Sem uma real união resulta que movimentos importantes caiem, porque ficam sem apoisos, sem sustentação. &lt;br /&gt;
Esse é um chamado à revolução integral. &lt;br /&gt;
Como conceito, a revolução é uma transformação radical das estruturas de valores fundamentais. É, portanto, uma mudança das estruturas que não servem. Integral porque contém todos os elementos que deve ter para ser completa. Um processo de signifcação histórica para a construção de uma nova teipo de gestão. Oposição a estruturas negativas. Melhora e recuperação da qualidade. Iimplica em nova forma de estruturas organizativas, para que haja um salto prático. Decisão e equidade considerando necessidades vitais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, a proposta começa regional, em escala pequena. Ferramentas e instrumentos do Mercosul. É necessário que haja movimentos planetários. Temos que garantir que funcoine em qualquer lugar do mundo, para o acesso aos benefícios sejam aplamente acessíveis. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
COmeçando com um mínimo de três, já é possível começar. A cooperativa reúne ferramentas sob um único interesse: de que haja o poder de realização independente da localização, ou de fronteias. Somos uma rede real e planetária, mas não estamos funcionando como tal. Aí está o problema. Os propósitos comum de cada grupo recaem nesta limitação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há diferentes formas de intercâmnio. Não é somente uma rede de produtores. É um estrutura integral que fomenta o que é humano. Reúne associadios e não somente indivíduos. O desenvovimento de uma pessoa é também o desenvolvimento de todos. Não se trata somente de satisfação de necessidades básicas comuns. mas também a otimização dos métodos de produção e distribuição. Que se empodere as capacidades natas de cada um. Harmonia com o entorno sensível. Define-se um marco regulador que é plenamente adptável, que protege as pessoas do lucro e dos enganos mercantilistas, permitindo um âmbito virtuoso. Saúde e sensação de autonomia. &lt;br /&gt;
Auotonomia, autorregulação e autossuficiência, de acordo com as medidas de necessidade, possivelmente caso a caso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O recurso da moeda social, há outros meios de intercâmbio. A economia da dávida, o escambo e outros métodos de valoração apontam também para o futuro. O que se dá será retibuído naturalmente, no tempo possível. A sinergia colaborativa gerada e o crescimento saudável resumem este modelo. Assim é a FairCoop.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Libre Coop oferece uma sólida estrutura jurídica e financeira e também uma oficina para realização integral. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como se define o queé local? Qual é o limite mínimo?&lt;br /&gt;
A limitação mínimadepende da escala. Com pouco gente (três pessoas). &lt;br /&gt;
Lirca comenta oquestionário que foi lançado sobre a cooperativa integral. Asdiferentes formas de participar são assembleias gerais, convenções,internet e presencialmente. &lt;br /&gt;
A primeira forma departicipar é presencialmente, através da assembléia, que éconvocada para identificação de interesses. É uma forma de fazerque a democracia volta para “a gente”. O voto não representa aninguém, um referencial sobre crises de representação. &lt;br /&gt;
A mudança de léxicoé algo importante, sempre a considerar. Um produto não é umproduto, é um “brote”, um broto. A moeda social é a “semilla”,sementes. E nós somos jardineiros. &lt;br /&gt;
Não é um produto, não égrana. É energia colocada num “produto”, para que se possabrindas a vocÊs. Ou serviços (tempo, amor, dedicação). &lt;br /&gt;
Fomentando ademocracia.&lt;br /&gt;
A segunda forma depariticipar: a cooperativa se chama Rizoma. &lt;br /&gt;
Outra forma departicipação, se você precisa de um CNPJ para poder faturar, nemtodos precisam pagar… Todo mundo trabalha para si mesmo. Todospagam os impostos, via empresa ou então como micro-empreendedorindividual. Na cooperativa, há a possibilidade de utilizar somenteum corpo financeiro-institucional, reduzindo cargas de impostos. Queas pessoas deixem de trabalhar para o sistema, e passem a se ocuparcomo cooperados. Todos os jardineiros tem benefícios especiaisdentro da rede (descontos, gratuidades e outros vários tipos debenefícios). Isso lembra um pouco o paradigma do Michael Bawens, poronde ele define uma cartografia econômica das práticas peer-to-peeratualmente, numa análise de conjuntura interessantes. Outras refsdepois. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como usuário, ele éum beneficiário. Ele trabalha para o “sistema” e tem grana. Mashoje ele só tem grana, não pode sair do “sistema” agora. Elepode comprar “sementes” e participar num outro nível na rede.Identificar a possibilidade de equilíbrio. Estamos todos dentro do“poço”. Precisa-se fazer um escada para sair do poço. Tudo queé feito dentro da cooperativa que não coadune com os princípiosbásicos, tudo bem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguém tem algo,alguém precisa de algo. Oferta e Procura. &lt;br /&gt;
Lista de necessidades, para ser atualizada semanalmente, por exemplo,com um grupo local. Que se cubra a lista de necessidade com doações,trocas, presentes (dádiva), quanto mais abundante, melhor. Quantosjardineiros, em Córdoba. Rizoma é um nó na rede, que compartilhaprincípios da FairCoop. Não vamos mudar a cultura dos lugares.Ajuda-se a empoderar a cultura do lugar. Há que se respeitas aideologia de cada região. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A coopertivaintegral é uma forma legal e constituída. Na Catalunha, é umacooperativa mista de consumidore e serviços, para que se possa fazerintercâmbios econômicos. Aylen abre o sitehttps://www.integralCES.netHá variações legais de país para país. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não à morte, nemviolência, nem guerra, nem empresas&lt;br /&gt;
Apoia-se àsassembleias e à horizaontalidade. Base primordial do respeitohumano, animal e natural. Não à eliminação de espécies.Privilégios jurídicos tem que ser identificados. Exemplo é o casoda CIC, Catalunha. Em torno de 5 mil pessoas, lá na Espanha. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IntegralCES(Integral Community Exchange Systems) é a plataforma de intercâmbiodas moedas. Aylen mostra um pouco da plataforma, selecionando entreos países disponíveis a Argentia, e depois a região de Córdoba. Étrazido o caso de um banco falido, recuperado e ocupado na Grécia.TODOS OS BANCOS TRANSPARENTES. Uma das efetividades da blockchain.Ela mostram os “brotes” que foram publicados. Os participantesfazem cáculos com base no que está na tela, tentando pensar valoresunitários de uma semente em várias moedas. 15. 16. 17. Preçosnegociáveis, isso é sempre bom. Quem tem dinheiro pra fazer compramensal, que faça mensal. Quem quer um consumo  numa métrica diária,tudo bem. Tem regras que mudam de acordo com a realidade financeirade cada caso. Há sempre uma porcentagem que vai para um fundo, atítulo de colaboração, que pode ser uma porcentagem protocoladapor adesão. Cada um avalia quanto quer colocar de colaboração parao fundo. Contra a energia sem causa, sem objetivo. COGOLLOS. Pode-se começar a usar a plataforma com um saldo negativo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse momento, Lirca liga para o Enric pelo Skype, a onexão não está muito boa. &lt;br /&gt;
Enric atenda à chamada... Segue então uma exposição mais detalhada sobre a FairCoop e, então, uma série de perguntas técnicas, práticas, teóricas. &lt;br /&gt;
Enric responde a todas às perguntas. Na gravação, depois, podemos talvez transcrever tudo, depois, quando tivermos os arquivos. &lt;br /&gt;
Um breve intervalo para o café e então seguimos para uma conclusão da tarde com Aylen, por onde ela traz detalhes da última assembleia do Rizoma, da qual copiamos o seguinte texto (link para o pad aqui a lado). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Orden del día de la 3er Asamblea General de Rizoma (24/11/2016)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Metodología de la toma de decisiones &lt;br /&gt;
2. tipos de socio &lt;br /&gt;
3. formularios de inscripción&lt;br /&gt;
4. cuotas de contribución comunitaria&lt;br /&gt;
5. definir valor hora: igualitario para toda actividad y circunstancia o variable&lt;br /&gt;
6. Vías de autofinanciamiento de Rizoma, tanto en semillas como en pesos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se dio comienzo a la Asamblea a las 18:00 hs estando 10 miembros presentes. Se debatieron los temas de la Orden del  Día hasta conseguir un claro consenso en cada punto tratado, extendiéndose la Asamblea hasta las 23:00 hs, tiempo en el que se también presentaron nuevos miembros y se comentarios varios temas por fuera de la Orden del día, como por ejemplo, la posibilidad de la conformación de un nodo en Sierras Chicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
El resultado de los debates fue el siguiente:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1.1- Se propone Loomio como espacio de Asamblea permanente. &lt;br /&gt;
   Se establecerán plazos para la toma de determinadas decisiones a criterio del/los propulsor/es de la propuesta.&lt;br /&gt;
   Lo debatido en loomio se elevará a la Asamblea General o a la de la Comisión correspondiente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1.2- La CC deberá elevar la Orden del día con una antelación no menor a 48 hs previas a la Asamblea General en un pad abierto a los socios para proponer temas a tratar, publicado en el grupo Rizoma Asambleas Generales en telegram.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1.3-  La CC ponderará el orden de prioridades de los temas a tratar en la Asamblea. Ante la insistencia de cualquier socio en priorizar algún tema por sobre lo propuesto, la Asamblea decidirá por mayoría absoluta su curso (50% +1).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1.4-  La toma de decisiones en Asamblea se efectuará a través del consenso entre los socios presentes (se prevé tener un canal virtual para presencia on-line). No logrado el consenso, se recurrirá a la votación por mayoría agravada de 2/3 de los socios presentes. &lt;br /&gt;
   Para cuestiones complejas o altamente trascendentes se requerirá el consenso de todos los socios. De no lograrse se recurrirá a votación agravada de 2/3 de la totalidad de socios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1.5-  En cada Asamlea habrán un facilitador y un notario voluntarios que se propondrán antes de celebrar la misma. De no surgir espontáneamente un voluntario, la CC sugerirá un candidato entre los presentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  facilitador: tendrá como rol enunciar la Orden del día; moderar las intervenciones y los tiempos de cada tema a tratar; facilitar la palabra; contar los votos (dado el caso).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  notario: tendrá como rol registrar las resoluciones tomadas sobre cada tema tratado; registrar las propuestas de los miembros; labrar el Acta de la Asamblea y socializarla en Telegram y en la web de rizoma, en los grupos correspondientes.&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
P&lt;br /&gt;
1.6- La asamblea se desarrolará con un mínimo de 1/4 de los socios activos. En caso de no llegar al quòrum, se emplazará a los que no asistieron para que en el término de 7 dìas hagan su intervención. Pasados los 7 días, lo dispuesto en la asamblea tomará fuerza de resolución.&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
   aprobado por consenso&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. propuestas: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
        1. usuarix: se sirve del cuit y el paraguas juridico-legal de rizoma&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
        2. socix de compras comunitarias o colectivas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
        3. jardinerx pasivx: solo consume en la red&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
        4. jardinero activo: prosumidor&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
aprobadas por consenso&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. http://board.net/p/boceto_de_formulario_de_inscripcion_como_socix tema a desarrollar a corto plazo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. propuestas: &lt;br /&gt;
     4.1 para usuarix: $100 mensual (mes aniversario) hasta un tope determinado por la C Finanzas en el caso concreto.&lt;br /&gt;
                                                &lt;br /&gt;
     4.2 para jardinerxs pasivxs: compra mínima de 20 semillas mensual o 6 hs de trabajo comunitario mensual o sus posibles combinaciones. En caso de optar por la       contribución en hs se le acreditarán 20 semillas.&lt;br /&gt;
                                                                                                   &lt;br /&gt;
    4.3 para jardinerxs activxs:   4.3.1 Por única vez una compra de 20 semillas + diez porciento de lo percibido por la actividad económica.&lt;br /&gt;
        &lt;br /&gt;
        aprobadas por consenso&lt;br /&gt;
        &lt;br /&gt;
        &lt;br /&gt;
4.4 socio de compra comunitaria: a definir para la próxima Asamblea&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. propuestas: &lt;br /&gt;
    5.1 valor relativo = sujeto a la voluntad de las partes(+1)&lt;br /&gt;
    5.2 valor discriminado = sólo para fines referenciales en caso de no llegarse a un mutuo acuerdo entre las partes en el valor relativo(+1)&lt;br /&gt;
    5.3 valor base = 9 semillas/hora - aprendiz = 4,5 semillas/hora mientras dura la capacitación(+1)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
aprobadas por consenso&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Éste punto quedó para seguir siendo elaborado, habiendo quedado registradas las siguientes propuestas:&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
6.1 cuotas&lt;br /&gt;
6.2 venta de semillas&lt;br /&gt;
6.3 venta de productos colectivos&lt;br /&gt;
6.4 donaciones&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Economias_Subversivas&amp;diff=14757</id>
		<title>Economias Subversivas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Economias_Subversivas&amp;diff=14757"/>
				<updated>2016-12-06T20:53:41Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: /* Apresentações: */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
'''Economia Subversiva 01/12 - Quinta'''&lt;br /&gt;
Dia 1 / manhã&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Documentação==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai rolar uma publicação, a partir de textos elaborados aqui e uma chamada aberta até 15/01 para outras pessoas que não estão aqui. Textos de mno máximo 30 laudas.&lt;br /&gt;
Publicar no começo do ano que vem o Adriano Belisaro vai organizar isso.&lt;br /&gt;
Tema experiências e propostas em economias subversivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Geral===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- foz: rodando o país com objetivo de encontrar lugar para morar, conhecendo vários projetos e comunidades, e os projetos economicos tem chamado muito nossa atenção. EStamos nas pesquisas e na prática do faça você mesmo fazem muitos anos, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pedro victor: Artista, trabalha com imagem e performance e experimentos sociais, com abordagens teóricas e práticas sobre economia pós escassez, e pensar ensaios para isntituições jurídicas do futuro que não conhecemos. Trabalha Rio e Sampa, está um pouco nômade nos últimos 4 anos, em diversas atividades. Escreve textos também. Pensando dimensões técnicas, estéticas e políticas de coisas autorais e coletivas em sistemas mais abertos. Amador profissional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Guilherme: Se inscreveu para falar experiência que tem no sul estão construindo universidade alternativa de comunidade (UNIPERMACULTURA e permacultura. Tem conseguido apoios para fazer isso de forma bem intensiva. Está há um tempo trabalhando com indígenas. Primeiro curso de especialização - pós na universidade do cariri no Ceará e no sul como curso de extensão. Estão trabalhando com tabaco agroecológico e também para criação de um método de exodo urbano - transitions farm. Ocupação de escolas através de comodato e sistemas educacionais para construções de casas. É professor dá aula para universidade e cursos, é biólogo e trabalha mais com filosófico e ética da permacultura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Juliana: Do Rio andou nômade morou na argentina, está meio São Paulo e quer cair fora de lá. Trabalha com artes visuais e etc. No campo da pesquisa e curadoria e veio fazer um estudo sobre tecnologias e técnica e cultura e forma desviantes de atuar com tecnologia e começou a se interessar por aspectos economicos dentro e fora da arte. Começou a investigar sobre outras esssa ecnomia se tornou mito da nossa sociedade. Fez umam exposição de estudo sobre mercantismo. Estuda jurisdicção dentro do campo economico. E gostaria de pensar aqui, dentro do campo da arte temos abordagens conceituais mas a prática é conservadora, pensar outras formas de fazer arte produzir, se expor. COmo produzimos artes, temos editais, galerias, mas pensar outrs economias para a produção artística. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Bruno: da Nuvem. Começou em 2011, o objetivo vem sempre pela autonomia. E a comunidade também, pensar potenciais para autosustentação de alimentos, energia, acreditamso no potencial da contaminação da arte para o técnico. E não vendo como uma coisa só. Sempre unindo projetos mais artísticos com técnicos um do lado do outro. E essa chamada não foi diferente. Olhando para o potencial do faça você mesmo. Moedas que não passam por empresas e pelo estado. Pesquisa que Ivan faz como advogado, chama de direito sobre tecnologia. Pensando em formas de organização que não estão nos livros. Deve ser o último evento nessa casa, depois vamos para o sítio aqui perto. O sítio é próprio. É uma comunidade de algumas pessoas, produz muito tem SAF, horta, e inserido dentro do projeto de autonomia tecnologica, pois tem uma rede comunitária na Vila da Fumaça. VOu me apresentar também, por essa experiência que vem se construindo pouco a pouco com autofinanciamento da própria rede e como modelo para ser apropriado por outras redes de comunicação comunitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ana Fradique: É nômade profissional artística, vem de uma aldeia em portugal. Foi para finlandia, e mestrado em arte ambiental. Nesse momento olhando sistemas e fazendo análises e diagnosticando através da arte. Começou a fazer propostas de experimentos sociais e organizacionais em coleitvo e trabalhando cada vez mais, coletivo molecular organization. E pensando a imaterizalização da economia e das formas de produçõa e o que é produzido. Acabou fudndando uma cooperativa chamada robin hood. Se move nos meios das artes ou qualquer outra oportunista que for necessário. Ocupando as ruas de outras maneiras, tem uma start up ligadao ou robin hood, para desascralizar as finanças para que seja útil as pessoas. Vive no Rio há 3 anos, e participa de outras iniciativas não ligadas a finanças em relação a vivência coletiva. Robin HOod assetmant cooperativa ??? Economic Space management.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ivan: Especialista em direito social. Era bem pago para &lt;br /&gt;
As autoridades precisam de um assessor que fale a verdade era bem pago para isso, mas só quando era chamado, era assessor de um desembargador por 9 anos e ganhou com muita perseguissão 2 ou 3 precatórios e 2 ou 3 ??? de pequeno valor. Nos últimos anos tem trabalhado de graça na proposta de construir instrumentos e ferramentas para ver na prática como se resgata esse direito em propriedades coletivas. Hoje tem uma associação mutual, junto com um amigo que participou de uma mutual argentina, com a proposta de reconstruir a propriedade coletiva, comprou uma terra que está em processo de coletivizaçáo. e com um fundo social mutual para construir uma coooperativa integral, mas diferente da espanha é focada por ser dona dos meios de produção não apaenas um guarda chuva jurídico. Não necessariamente aqueles que vão morar, pois é um local para morar, gerar renda e cuidar da saúde, esses 3 princípios que focamos. Por necessidade estamos usando ela juridicamente para fazer a cooperativa integral focada na detenção dos meior de produções naquela terra. Pessoas que não querem ser empregados e querem ser seu próprio patrão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Lirca: de barcelona, mas mora aqui desde 2013. Trabalha com agroecologia (http://cirandas.net/uilikande/os-projetos-produtos-e-pessoas-do-uilikande) e produção de geléias, está participando desde 2008 em projetos autogestionários. Em barcelona participou de uma denṹncia do mercado financeiro internacional, foi quando rolou a crise, o Enric Duran fez parte deesse protesto de denúncia, tentou uma greve de bancos, mas não foi muito para frente e pensaram numa cooperativa integral catalana (CIC) como forma de ocnstrução além da denúncia ficou nisso de 2008 a 2010 e a cooperativa começou a andar com pernas próprias. Daí a CIC seria um guarda chuva de várias propostas dentro de uma mesma forma legal (alternativa que aproveita a legalidade para se blindar perante o sistema e desenvolver os projetos). O seguinte nível (internacional) é a FAIRCOOP (guarda-chuvas de ferramentas). Acaba fazendo muitos projetos e tentando se sustentar. Não acho tempo para me envolver com a FAIRCOOP. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Aylen: córdoba- Argentina. Faz 3 meses que estou trabalhando em nódulo local de FAIRCOOP, e cada um vai adaptaando a ideia a situação local. PRimeiro são os príncipios, não morte, não escravidão, são as guias. Depois a questão vida, tenho 2 filhos, que em elevou a tudo que fiz, se quero trabalhar na relação de dependẽncia não posso se meu filho fica doente, sou despedida. assim tudo que quis fazer o sistema te barra. Sempre na clandestinidade, a raiz dessa é que a cooperativa batetu a minha porta, e começamos a nos unir, todas as pessoas que estão fora do sistema. Sempre abaixo e na sombra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Matheus: de Salvador -BA - Ecolivre - cooperativa de tecnologias livres, presta serviços como desenvolvimento de redes sociais autonomas com a plataforma Noosfero. Há redes sociais que utilizam o Noosfero como o cirandas.net até softwarelivre.org. Atualmente estamos com 8 membros, mas já teve mais gente. Já tem 10 anos foi fundada em 2006 com pessoas do software livre em salvador e da economia solidária. A ideia é prestar serviço com desnevolvimento, consultoria, e formação em software livre. Formado em jornalismo trabalha com comunicação dentro da cooperativa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Tarcísio - mora em campinas é de São Paulo. Há 14 anso presidente da OSCIP Solear. Desde que se formou em política virou empreendedor social, teve bar, restaurante, produtor rural anos 90, disso foi para alimentação, dentro da UNicamp restaurante vegetariano (exótico), por conta de estar lá atraia muitas pessoas também exóticas e se envolveu num assunto que envolveu completamente que foi a lei das OSCIPs e foi a 4 aberta em Campinas. Passou por alegrias e desafios, morou uns anos foras, e com todas as experiências acumuladas de vida, conseguiu ter uma certa tecnoliga para ser empreeendedor social, nesses 15 anos, tem ótimos resultados, trabalha com empresas, para promover rachaduras, que agora estão se abrindo e tendo acessos economicos e trabalham com plantio de árvores, já plantaram 160 mil mudas, Solear escola Viveiro, nesse trabalho capacitamos e profissionalimos pessoas montando viveiros dentro de escolas, entranod no conteúdo curricular, árvores, plantas, mudas, ervas como complemento. E  por conta disso e dessa tragetória atendemos grandes empresas. Faz pequenos e macros projetos. E por conta de um projeto nano de capacitação de mulheres em vulnerabilidade em Campinas, elas se capacitaram e podem se tornar empreendedoras. Depois termina de apresentar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Drebs: Estamos no rolẽ, trabalho faz muito tempo com computação e está mudando um pouco o foco para sair um pouco do computador, tem trabalha um pouco com redes livres. Com interesse nas iniciativas autonomas economicas de diversos projetos que temos viajado. Diversas pessoas aqui conhecemos em outras atividades. Uma iniciativa em uma comunidade intencional é que não existe instrumento jurídico para posse coletiva da terra, mas não existe proibição então ficamos a mercê das avaliações dos juízes dos casos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ideia é ter as apresentações para depois surgir discussões gerais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Apresentações:===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Pão-pãozinho - Tarcísio]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[UniPermacultura - Guilherme]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Quinta renda]] - Pedro Ivo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Propriedade coletiva]] - Ivan&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[cargocollective]] - Jefferson&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Casa tomada]] - Juliana&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Rizomática e Semillas]] - Ayelen&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Documentação temporária&lt;br /&gt;
[https://pad.riseup.net/p/economia_subversiva]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Participantes==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Fundo solidário]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Chamada==    &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                               &lt;br /&gt;
No começo de dezembro a Nuvem vai organizar o encontro Economias Subversivas. Durante 5 dias estaremos compartilhando novas maneiras de fazer trocas, investir, descrescer e financiar ações e projetos, num ambiente de imersão. Se você tem uma ideia ou uma experiência que gostaria de compartilhar, leia a chamada e se inscreva. Serão convidadas 5 a 7 pessoas de qualquer parte do Brasil com passagem, alimentação e hospedagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Dinerogratis.gif|frame|c|left|http://www.sindominio.net/eldinerogratis/]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há décadas, desde a hegemonia do modelo neoliberal, os governos e populações se tornaram subordinados aos grandes grupos financeiros. Mesmo com eleições regulares, os representantes escolhidos pouco podem fazer – ou querem fazer -  em relação a esse arranjo de poderes. Na crise especulativa de 2008, foi a população que teve de pagar o resgate das instituições financeiras, enquanto até os bônus dos CEOs das corporações delinquentes foram mantidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É evidente que as tecnologias vem criando novas configurações na economia. Mas os modelos de negócio baseados no financiamento e venda de start-ups são controlados inteiramente pelos mesmos  grupos financeiros de sempre. Por mais que o Uber crie novas oportunidades de emprego, eses empregos tem a fragilidade precária de depender da estratégia da empresa, que sobe ou desce taxas sempre que lhe convém . Por outro lado, os investimentos iniciais para montar uma alternativa são altíssimos – o capital de risco financia as viagens baratas oferecidas com o objetivo de dominar mercados “virgens”.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O encontro Economias Subversivas quer investigar ideias e iniciativas que desmontem os modelos existentes. Os startups “disruptivos”, em sua maioria, só fazem reforçar sistemas de controle financeiros e concentrar ainda mais a renda em estruturas hierarquizadas e fechadas.  Acreditamos que a economia pode ser plataforma e tubo de ensaios para criatividade de qualquer um. Afinal as finanças são baseados no crédito, que nada mais é do que a ideia de emprestar bens à base de confiança, e, opcionalmente, de uma compensação. Das grandes navegações e os primeiros bancos até os fundos hedge e as criptomoedas, toda economia se baseia nessa premissa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Procuramos projetos que sejam sustentáveis economicamente, mas controlados pelas comunidades e que as beneficiem. A difusão e barateamento da tecnologia possibilitam que apareçam soluções locais. A geração de energia, produção de alimentos, comunicação, transportem já prescindem dos grandes modelos verticais. Porque  continuamos a depender das megaempresas de infraestrutura? Porque as células produtivas continuam a ser baseadas no empreendedorismo centralizador, hierárquico, voltado para enriquecimento pessoal, enquanto os modelos cooperativos se tornam cada vez mais difíceis de realizar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Queremos alternativas para as moedas, para os bancos, financiamentos e investimentos. O modelo econômico baseado no crescimento do PIB atingiu o limite planetário de produção de bens. Produz-se alimentos suficiente para 10 bilhões de pessoas, enquanto quase dez por cento dos 7 bilhões de humanos passa fome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse encontro, serão selecionadas 5 a 7 propostas, ideias, elucubrações – práticas ou teóricas, ficcionais ou em andamento – que queiram subverter a ordem econômica existente através de microprojetos, romances, instalações, startups cooperativos, criptocréditos, arranjos produtivos, mercados de trocas, etc. Durante os 5 dias do encontro,  os selecionados irão interagir com os convidados – pessoas que já realizaram projetos similares, ou que tem estudos sobre o tema – sobre a viabilidade, potenciais e fraqueza do seu projeto. A Nuvem oferece transporte, alimentação e hospedagem para todos os participantes. A hospedagem é na própria casa do encontro, em quartos coletivos mistos com 4 pessoas cada, no máximo; a alimentação é vegetariana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além da chamada para o encontro, convidaremos em breve a enviar textos em torno do tema, de até 30 laudas, para uma publicação com lançamento no começo de 2017.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Inscrições==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''As inscrições para o encontro já estão encerradas.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns links de referência e inspiração:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.sindominio.net/eldinerogratis/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.thephone.coop/about-us/who-we-are/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/fork-the-economy&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://thinkeconomia.com/pdf/openCallEconomia.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://medium.com/@trebors/platform-cooperativism-vs-the-sharing-economy-2ea737f1b5ad#.oq2occhfl&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/enspiral-changing-the-way-social-entrepreneurs-do-business&lt;br /&gt;
http://enspiral.com/about-enspiral/faq/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://loophole4all.com/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://disobedience.eu/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/new-ridesharing-alternatives-thrive-after-uber-leaves-austin&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://flinc.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.gocarma.com &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://colivre.coop.br/sobre/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://miamirail.org/visual-arts/new-business-art-in-search-of-alternative-economic-systems-2/ - Justine Ludwig&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://bhaz.com.br/2016/09/19/gasolina-paga-com-papel-ungido-por-cristo-vira-caso-de-policia-em-posto-de-combustivel/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.noitosfera.com/rm/s02/e06&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Apoio==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa atividade tem o apoio da Fundação Ford.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Ford.png]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Casa_tomada&amp;diff=14756</id>
		<title>Casa tomada</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Casa_tomada&amp;diff=14756"/>
				<updated>2016-12-06T20:51:51Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: Criou página com 'tenho um trabalho de pesquisa, até bem acadêmico, que conjugo com práticas curatoriais dentro da arte contemporânea. Nesse ano aterrisei em São Paulo e comecei a colabora...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;tenho um trabalho de pesquisa, até bem acadêmico, que conjugo com práticas curatoriais dentro da arte contemporânea. Nesse ano aterrisei em São Paulo e comecei a colaborar com um lugar chamado Casa Tomada (casatomada.com.br). fui convidade para fazer a coordenação de um projeto editorial chamado interaciones portuñol, textos traduzidos do espanhol para português, livros de artistas, cadernos de referência (processos de pesquisa em arte). A base é o fanzine: vamos alugar uma máquina de xerox para imprimir nossos textos e vender a preço de custo. Contamos com um fundo mínimo, criado através de um leilão de obras de arte, alguns artistas doaram obras que nós leiloamos. Íamos fazer crowdfunding mas acabou não saindo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
senti a necessidade de trabalhar a economia e artes visuais, e propus na casa com outro amigo (gabriel bolocian), fizemos o projeto chamado &amp;quot;estudos dobre o mercadismo&amp;quot;. uma espécie de exposição mas não somente, um estudo sobre o economicismo da contemporaneidade. Tem um blog com referências de textos e entrevistas. Também fala sobre obras de artistas convidados. fizemos fambem algumas entrevistas, que também ficar&lt;br /&gt;
am a disposição no espaço de exposição. Também fizemos algumas conversas para discutir as relações entre especulação, arte, capital financeiro, criptomoeda, etc. Vou ler uma pequena parte do texto para depois conectar com uma parte mais prática.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(... leitura de um texto...)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(citacao) os economistas são o contrario do cientista, nao querem saber o que esta acontecendo, mas ao contrario procuram um modelo e quando não bate dizem que as estruturas sociais têm que mudar. Esse querstionamento me fez pensar a estrutura na qual estou assentada. Como essa elocubracao teorica esta assentada na pratica. Como se dao oe mecanismos de financiamento da arte, como se da essa fagocitacao ideologica, o hackeamento do proprio hacker, do artista que esta estimulando conflitos mas ao mesmo tempo sendo fagocitado o tempo inteiro. Como podemos levar a cabo projetos de arte sem ter as maos decepadas?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na exposicao do interaciones portunol senti que estou num plano abstrato teorico, mas na pratica nao estou consegiundo encontrar uma forma economica, viavel, justa, para levar adiante esse projeto. Agora queremos fazer uma publicação com todo esse material. Como financiamos isso? Temos editais (publicos e privados), financiamentos particulares (galerias), pessoas que soltam a grana, mas em cima de uma serie de caprichos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será possível encontrar uma forma de financiamento coletivo mais duradoura, mais estavel?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma galeria em geral entra com uma grana para financiamento da produção, e deṕois na venda é debitado. Ou então pode haver uma pré venda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comentários:&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
    - cooperativas poderiam vender arte, ou vender oficinas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
    - a arte em geral nao eh acessivel, entao autofinanciamento é difícil. A maior parte dos grupo de ativistas que participei não aceitava financiamento por causa das contradições inerentes aos financiadores;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
    - produzir produtos que possam ser financiados por pessoas com menor poder aquisitivo;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
    - festas, oficinas, pensar nas aptidões;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Economias_Subversivas&amp;diff=14755</id>
		<title>Economias Subversivas</title>
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				<updated>2016-12-06T20:51:41Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: /* Apresentações: */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
'''Economia Subversiva 01/12 - Quinta'''&lt;br /&gt;
Dia 1 / manhã&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Documentação==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai rolar uma publicação, a partir de textos elaborados aqui e uma chamada aberta até 15/01 para outras pessoas que não estão aqui. Textos de mno máximo 30 laudas.&lt;br /&gt;
Publicar no começo do ano que vem o Adriano Belisaro vai organizar isso.&lt;br /&gt;
Tema experiências e propostas em economias subversivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Geral===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- foz: rodando o país com objetivo de encontrar lugar para morar, conhecendo vários projetos e comunidades, e os projetos economicos tem chamado muito nossa atenção. EStamos nas pesquisas e na prática do faça você mesmo fazem muitos anos, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pedro victor: Artista, trabalha com imagem e performance e experimentos sociais, com abordagens teóricas e práticas sobre economia pós escassez, e pensar ensaios para isntituições jurídicas do futuro que não conhecemos. Trabalha Rio e Sampa, está um pouco nômade nos últimos 4 anos, em diversas atividades. Escreve textos também. Pensando dimensões técnicas, estéticas e políticas de coisas autorais e coletivas em sistemas mais abertos. Amador profissional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Guilherme: Se inscreveu para falar experiência que tem no sul estão construindo universidade alternativa de comunidade (UNIPERMACULTURA e permacultura. Tem conseguido apoios para fazer isso de forma bem intensiva. Está há um tempo trabalhando com indígenas. Primeiro curso de especialização - pós na universidade do cariri no Ceará e no sul como curso de extensão. Estão trabalhando com tabaco agroecológico e também para criação de um método de exodo urbano - transitions farm. Ocupação de escolas através de comodato e sistemas educacionais para construções de casas. É professor dá aula para universidade e cursos, é biólogo e trabalha mais com filosófico e ética da permacultura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Juliana: Do Rio andou nômade morou na argentina, está meio São Paulo e quer cair fora de lá. Trabalha com artes visuais e etc. No campo da pesquisa e curadoria e veio fazer um estudo sobre tecnologias e técnica e cultura e forma desviantes de atuar com tecnologia e começou a se interessar por aspectos economicos dentro e fora da arte. Começou a investigar sobre outras esssa ecnomia se tornou mito da nossa sociedade. Fez umam exposição de estudo sobre mercantismo. Estuda jurisdicção dentro do campo economico. E gostaria de pensar aqui, dentro do campo da arte temos abordagens conceituais mas a prática é conservadora, pensar outras formas de fazer arte produzir, se expor. COmo produzimos artes, temos editais, galerias, mas pensar outrs economias para a produção artística. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Bruno: da Nuvem. Começou em 2011, o objetivo vem sempre pela autonomia. E a comunidade também, pensar potenciais para autosustentação de alimentos, energia, acreditamso no potencial da contaminação da arte para o técnico. E não vendo como uma coisa só. Sempre unindo projetos mais artísticos com técnicos um do lado do outro. E essa chamada não foi diferente. Olhando para o potencial do faça você mesmo. Moedas que não passam por empresas e pelo estado. Pesquisa que Ivan faz como advogado, chama de direito sobre tecnologia. Pensando em formas de organização que não estão nos livros. Deve ser o último evento nessa casa, depois vamos para o sítio aqui perto. O sítio é próprio. É uma comunidade de algumas pessoas, produz muito tem SAF, horta, e inserido dentro do projeto de autonomia tecnologica, pois tem uma rede comunitária na Vila da Fumaça. VOu me apresentar também, por essa experiência que vem se construindo pouco a pouco com autofinanciamento da própria rede e como modelo para ser apropriado por outras redes de comunicação comunitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ana Fradique: É nômade profissional artística, vem de uma aldeia em portugal. Foi para finlandia, e mestrado em arte ambiental. Nesse momento olhando sistemas e fazendo análises e diagnosticando através da arte. Começou a fazer propostas de experimentos sociais e organizacionais em coleitvo e trabalhando cada vez mais, coletivo molecular organization. E pensando a imaterizalização da economia e das formas de produçõa e o que é produzido. Acabou fudndando uma cooperativa chamada robin hood. Se move nos meios das artes ou qualquer outra oportunista que for necessário. Ocupando as ruas de outras maneiras, tem uma start up ligadao ou robin hood, para desascralizar as finanças para que seja útil as pessoas. Vive no Rio há 3 anos, e participa de outras iniciativas não ligadas a finanças em relação a vivência coletiva. Robin HOod assetmant cooperativa ??? Economic Space management.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ivan: Especialista em direito social. Era bem pago para &lt;br /&gt;
As autoridades precisam de um assessor que fale a verdade era bem pago para isso, mas só quando era chamado, era assessor de um desembargador por 9 anos e ganhou com muita perseguissão 2 ou 3 precatórios e 2 ou 3 ??? de pequeno valor. Nos últimos anos tem trabalhado de graça na proposta de construir instrumentos e ferramentas para ver na prática como se resgata esse direito em propriedades coletivas. Hoje tem uma associação mutual, junto com um amigo que participou de uma mutual argentina, com a proposta de reconstruir a propriedade coletiva, comprou uma terra que está em processo de coletivizaçáo. e com um fundo social mutual para construir uma coooperativa integral, mas diferente da espanha é focada por ser dona dos meios de produção não apaenas um guarda chuva jurídico. Não necessariamente aqueles que vão morar, pois é um local para morar, gerar renda e cuidar da saúde, esses 3 princípios que focamos. Por necessidade estamos usando ela juridicamente para fazer a cooperativa integral focada na detenção dos meior de produções naquela terra. Pessoas que não querem ser empregados e querem ser seu próprio patrão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Lirca: de barcelona, mas mora aqui desde 2013. Trabalha com agroecologia (http://cirandas.net/uilikande/os-projetos-produtos-e-pessoas-do-uilikande) e produção de geléias, está participando desde 2008 em projetos autogestionários. Em barcelona participou de uma denṹncia do mercado financeiro internacional, foi quando rolou a crise, o Enric Duran fez parte deesse protesto de denúncia, tentou uma greve de bancos, mas não foi muito para frente e pensaram numa cooperativa integral catalana (CIC) como forma de ocnstrução além da denúncia ficou nisso de 2008 a 2010 e a cooperativa começou a andar com pernas próprias. Daí a CIC seria um guarda chuva de várias propostas dentro de uma mesma forma legal (alternativa que aproveita a legalidade para se blindar perante o sistema e desenvolver os projetos). O seguinte nível (internacional) é a FAIRCOOP (guarda-chuvas de ferramentas). Acaba fazendo muitos projetos e tentando se sustentar. Não acho tempo para me envolver com a FAIRCOOP. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Aylen: córdoba- Argentina. Faz 3 meses que estou trabalhando em nódulo local de FAIRCOOP, e cada um vai adaptaando a ideia a situação local. PRimeiro são os príncipios, não morte, não escravidão, são as guias. Depois a questão vida, tenho 2 filhos, que em elevou a tudo que fiz, se quero trabalhar na relação de dependẽncia não posso se meu filho fica doente, sou despedida. assim tudo que quis fazer o sistema te barra. Sempre na clandestinidade, a raiz dessa é que a cooperativa batetu a minha porta, e começamos a nos unir, todas as pessoas que estão fora do sistema. Sempre abaixo e na sombra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Matheus: de Salvador -BA - Ecolivre - cooperativa de tecnologias livres, presta serviços como desenvolvimento de redes sociais autonomas com a plataforma Noosfero. Há redes sociais que utilizam o Noosfero como o cirandas.net até softwarelivre.org. Atualmente estamos com 8 membros, mas já teve mais gente. Já tem 10 anos foi fundada em 2006 com pessoas do software livre em salvador e da economia solidária. A ideia é prestar serviço com desnevolvimento, consultoria, e formação em software livre. Formado em jornalismo trabalha com comunicação dentro da cooperativa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Tarcísio - mora em campinas é de São Paulo. Há 14 anso presidente da OSCIP Solear. Desde que se formou em política virou empreendedor social, teve bar, restaurante, produtor rural anos 90, disso foi para alimentação, dentro da UNicamp restaurante vegetariano (exótico), por conta de estar lá atraia muitas pessoas também exóticas e se envolveu num assunto que envolveu completamente que foi a lei das OSCIPs e foi a 4 aberta em Campinas. Passou por alegrias e desafios, morou uns anos foras, e com todas as experiências acumuladas de vida, conseguiu ter uma certa tecnoliga para ser empreeendedor social, nesses 15 anos, tem ótimos resultados, trabalha com empresas, para promover rachaduras, que agora estão se abrindo e tendo acessos economicos e trabalham com plantio de árvores, já plantaram 160 mil mudas, Solear escola Viveiro, nesse trabalho capacitamos e profissionalimos pessoas montando viveiros dentro de escolas, entranod no conteúdo curricular, árvores, plantas, mudas, ervas como complemento. E  por conta disso e dessa tragetória atendemos grandes empresas. Faz pequenos e macros projetos. E por conta de um projeto nano de capacitação de mulheres em vulnerabilidade em Campinas, elas se capacitaram e podem se tornar empreendedoras. Depois termina de apresentar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Drebs: Estamos no rolẽ, trabalho faz muito tempo com computação e está mudando um pouco o foco para sair um pouco do computador, tem trabalha um pouco com redes livres. Com interesse nas iniciativas autonomas economicas de diversos projetos que temos viajado. Diversas pessoas aqui conhecemos em outras atividades. Uma iniciativa em uma comunidade intencional é que não existe instrumento jurídico para posse coletiva da terra, mas não existe proibição então ficamos a mercê das avaliações dos juízes dos casos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ideia é ter as apresentações para depois surgir discussões gerais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Apresentações:===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Pão-pãozinho - Tarcísio]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[UniPermacultura - Guilherme]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Quinta renda]] - Pedro Ivo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Propriedade coletiva]] - Ivan&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[cargocollective]] - Jefferson&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Casa tomada]] - Juliana&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Documentação temporária&lt;br /&gt;
[https://pad.riseup.net/p/economia_subversiva]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Participantes==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Fundo solidário]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Chamada==    &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                               &lt;br /&gt;
No começo de dezembro a Nuvem vai organizar o encontro Economias Subversivas. Durante 5 dias estaremos compartilhando novas maneiras de fazer trocas, investir, descrescer e financiar ações e projetos, num ambiente de imersão. Se você tem uma ideia ou uma experiência que gostaria de compartilhar, leia a chamada e se inscreva. Serão convidadas 5 a 7 pessoas de qualquer parte do Brasil com passagem, alimentação e hospedagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Dinerogratis.gif|frame|c|left|http://www.sindominio.net/eldinerogratis/]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há décadas, desde a hegemonia do modelo neoliberal, os governos e populações se tornaram subordinados aos grandes grupos financeiros. Mesmo com eleições regulares, os representantes escolhidos pouco podem fazer – ou querem fazer -  em relação a esse arranjo de poderes. Na crise especulativa de 2008, foi a população que teve de pagar o resgate das instituições financeiras, enquanto até os bônus dos CEOs das corporações delinquentes foram mantidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É evidente que as tecnologias vem criando novas configurações na economia. Mas os modelos de negócio baseados no financiamento e venda de start-ups são controlados inteiramente pelos mesmos  grupos financeiros de sempre. Por mais que o Uber crie novas oportunidades de emprego, eses empregos tem a fragilidade precária de depender da estratégia da empresa, que sobe ou desce taxas sempre que lhe convém . Por outro lado, os investimentos iniciais para montar uma alternativa são altíssimos – o capital de risco financia as viagens baratas oferecidas com o objetivo de dominar mercados “virgens”.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O encontro Economias Subversivas quer investigar ideias e iniciativas que desmontem os modelos existentes. Os startups “disruptivos”, em sua maioria, só fazem reforçar sistemas de controle financeiros e concentrar ainda mais a renda em estruturas hierarquizadas e fechadas.  Acreditamos que a economia pode ser plataforma e tubo de ensaios para criatividade de qualquer um. Afinal as finanças são baseados no crédito, que nada mais é do que a ideia de emprestar bens à base de confiança, e, opcionalmente, de uma compensação. Das grandes navegações e os primeiros bancos até os fundos hedge e as criptomoedas, toda economia se baseia nessa premissa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Procuramos projetos que sejam sustentáveis economicamente, mas controlados pelas comunidades e que as beneficiem. A difusão e barateamento da tecnologia possibilitam que apareçam soluções locais. A geração de energia, produção de alimentos, comunicação, transportem já prescindem dos grandes modelos verticais. Porque  continuamos a depender das megaempresas de infraestrutura? Porque as células produtivas continuam a ser baseadas no empreendedorismo centralizador, hierárquico, voltado para enriquecimento pessoal, enquanto os modelos cooperativos se tornam cada vez mais difíceis de realizar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Queremos alternativas para as moedas, para os bancos, financiamentos e investimentos. O modelo econômico baseado no crescimento do PIB atingiu o limite planetário de produção de bens. Produz-se alimentos suficiente para 10 bilhões de pessoas, enquanto quase dez por cento dos 7 bilhões de humanos passa fome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse encontro, serão selecionadas 5 a 7 propostas, ideias, elucubrações – práticas ou teóricas, ficcionais ou em andamento – que queiram subverter a ordem econômica existente através de microprojetos, romances, instalações, startups cooperativos, criptocréditos, arranjos produtivos, mercados de trocas, etc. Durante os 5 dias do encontro,  os selecionados irão interagir com os convidados – pessoas que já realizaram projetos similares, ou que tem estudos sobre o tema – sobre a viabilidade, potenciais e fraqueza do seu projeto. A Nuvem oferece transporte, alimentação e hospedagem para todos os participantes. A hospedagem é na própria casa do encontro, em quartos coletivos mistos com 4 pessoas cada, no máximo; a alimentação é vegetariana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além da chamada para o encontro, convidaremos em breve a enviar textos em torno do tema, de até 30 laudas, para uma publicação com lançamento no começo de 2017.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Inscrições==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''As inscrições para o encontro já estão encerradas.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns links de referência e inspiração:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.sindominio.net/eldinerogratis/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.thephone.coop/about-us/who-we-are/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/fork-the-economy&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://thinkeconomia.com/pdf/openCallEconomia.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://medium.com/@trebors/platform-cooperativism-vs-the-sharing-economy-2ea737f1b5ad#.oq2occhfl&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/enspiral-changing-the-way-social-entrepreneurs-do-business&lt;br /&gt;
http://enspiral.com/about-enspiral/faq/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://loophole4all.com/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://disobedience.eu/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/new-ridesharing-alternatives-thrive-after-uber-leaves-austin&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://flinc.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.gocarma.com &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://colivre.coop.br/sobre/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://miamirail.org/visual-arts/new-business-art-in-search-of-alternative-economic-systems-2/ - Justine Ludwig&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://bhaz.com.br/2016/09/19/gasolina-paga-com-papel-ungido-por-cristo-vira-caso-de-policia-em-posto-de-combustivel/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.noitosfera.com/rm/s02/e06&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Apoio==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa atividade tem o apoio da Fundação Ford.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Ford.png]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Cargocollective&amp;diff=14754</id>
		<title>Cargocollective</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Cargocollective&amp;diff=14754"/>
				<updated>2016-12-06T20:49:53Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: Criou página com 'cargocollective.org Performances desempenho de corpo e petro subjetividade. COmo essa estrutura energética poderia ser substituida por corpos, calóricos humanos. Tenho 5 pla...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;cargocollective.org&lt;br /&gt;
Performances desempenho de corpo e petro subjetividade. COmo essa estrutura energética poderia ser substituida por corpos, calóricos humanos.&lt;br /&gt;
Tenho 5 plataformas, só 3 no site, essas são as metodologias, algumas plataformas em duplas outra em dezenas, sempre chamo outras pessoas nas plataformas. Ocupação dentro da universidade de belas artes, fizemos os reclames para construção dos prédios, deveria ter construído em 2012, e foi avisada a direção e reitoria invadimos o terreno para pressionar a concessionária, era s'um terreno baldio, foi descoberto que haviam repassado 9 milhões, utilizaram 6% e não devolveram, o restante não foi utilizado na construção de bases, que foram mal calculadas, a empreitera decretou falência e saiu fora com o dinheiro. Usamos plataformas sociais, e fizemos agênciamento de pessoas que queriam fazer reclame desse caso, e os estudantes engajaram fazendo projetos artísticos de todas formas. É proibido tirar foto do espaço interno do terreno, no começo recebemos ameaças dos licitadores. Não tinha arquiteto responsável e nem projeto arquitetônico, a escola de belas artes não tinha tanto interesse na construção do prédio.&lt;br /&gt;
A ideia era transformar a discussão pública da não construção do prédio e o que aconteceu com o dinheiro público.&lt;br /&gt;
Acontece junto com a crise dos terceirizados (funcionários), chamamos pela internet e internamente na universidade para ação no espaço e invadimos por um dia, onde idversos estudantes colocaram sua energia e pré-disposição performática. Todas as informações eram compartilhadas, criamos uma ata inicial, o objetivo. Como maneiro de lidar com a ocupação desse prédio &amp;quot;fantasma&amp;quot; como relações políticas e estética podiam estar integradas com reclame político &amp;quot;ativismo&amp;quot;. Foram cerca de 100 estudantes.&lt;br /&gt;
Para dar continuidade criamos as aulas baldias, estava nos 2 agênciamentos. Professores do corpo docente que se interessaram, pegamos uma área da marcenaria da obra, criamos uns bancos e conforto de espaço, tem sinal de wifi livre da universidade. Preparamos junto com professores preparando aula no terreno baldio, estavamo num momento de greve, e estavamos pensando em como fazer greve e paralisações de forma que não paralizasse, então fizemos aula em espaços mais críticos e não tão institucional, aulas de arte e ativismo e situações inovadoras usando arte e política, para levantar questões. Aline Cury trabalha com artes, tecnologias e mídias.&lt;br /&gt;
COnseguimos chamar arquitetura, escultura e engenharia participavam das aulas abertas, conseguimos diversidade grande que na universidade não conseguíamos. As aulas durararam 1 mês e cada semana era um professor.&lt;br /&gt;
Existe um labor para tocar uma ocupação ela tem um despendio energético, tempo e articulação de rede e como fazer sentindo uma troca real interna, então surgiu a ideia de como uma moeda poderia funcionar dentro dessa ocupação, não uma moeda infinita, mas que tivesse a delimitação dessa ocupação e no final cada um saísse com suas moedas de tempo e subjetividade, e minha função aqui é entender como criar, talvez uma moeda só por um tempo, ou só utlizada entre eles, dentro desse grupo.&lt;br /&gt;
Crio uma moeda unica para desenvolver várias ocupações, entre os artistas? Qual os pontos críticos para não virar um cubocard, como não precarizar o trabalho deles! Ou moedas instantes, só naquele contexto, com estututo específico para aquele grupo naquela situação e isso seria o espólio do resultado dessa ocupação e depois pode valer alguma coisa, ou vira um objetinho de arte.&lt;br /&gt;
COmo fazer o financiamento dessa situação sem logos/empresas? &lt;br /&gt;
Agora estamos levantanto o tempo de trabalho, gasto para articulação dessa ocupação, do primeiro mês não tem registro, temos desses 2 últimos meses.&lt;br /&gt;
Fico ocm medo de fazer uma moeda central, talvez não tenha identificação com os grupos, que precisam de moedas com certas especificidades, uma moeda central talvez paralise. Fico pensando se faço moedas de forma desfragmentada ou faço moeda central. Penso em fazer agora uma e experimentar, uma moeda para troca de texto, comida, estadia, funcionaria como 1 dia, ainda estou formulando esses estatutos de troca e como fazer para alimentar uma duração de 3 meses, primeiro um teste mais livre de circulação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jardim suspenso&lt;br /&gt;
Projeto que ocupamos jardins e jardineiros (artistas envolvidos), incialmente fez uma casa no cosme velho, depois tijuca e na terceira na favela da babilônia, nosso produtor mora lá desde sempre, tivemos crises de espaço para fazer o evento e fizemos lá, fazemos sem grana uma vez por ano, e provavelmente a cada 2 anos.&lt;br /&gt;
Ganhamos um premio de sustentabilidade e com as olimpíadas demoramos para receber o prêmio.&lt;br /&gt;
Processos descolonizadoes para uma emancipação dessas comunidades. Capacitação para emancipar, oferecer uma estrutura para a pessoa desenvolver horta orgânica e se sustentar com isso.&lt;br /&gt;
Tivemos um problema com o patrocinador, no caso a light.&lt;br /&gt;
Origem do SPA e Hotel Loucura - OPAC  ??&lt;br /&gt;
FOi uma retomada, UNiv popular de artes e ciências, uma universidade livre, de construção de pensamento crítico do sistema de saúde e psiquiátrico e como se dá os tratamentos, é uma rede em vários estados, ocupávamos 2 andares desativados dentro do hospício que estava em funcionamento, com clientes/hóspedes os internos, o médico desenvolvia o teatro dionísio, e tinha a rede tupinambá. Um projeto que durou alguns anos.&lt;br /&gt;
A questão é que tinha uma questão institucional, quando mudou os gestores internos da secretaria de saúde e prefeitura a ocupação teve que ser retirada, não tinha financiamente e muda todas as políticas. Agora está desativado. &lt;br /&gt;
Sabíamos que uma hora isso iria acontecer, a crise é a forma como é o tratamento dos pacientes psiquiátricos as internações a força. ALguns com disforia sexual ou por ter fumado maconha.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Economias_Subversivas&amp;diff=14753</id>
		<title>Economias Subversivas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Economias_Subversivas&amp;diff=14753"/>
				<updated>2016-12-06T20:49:26Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: /* Apresentações: */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
'''Economia Subversiva 01/12 - Quinta'''&lt;br /&gt;
Dia 1 / manhã&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Documentação==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai rolar uma publicação, a partir de textos elaborados aqui e uma chamada aberta até 15/01 para outras pessoas que não estão aqui. Textos de mno máximo 30 laudas.&lt;br /&gt;
Publicar no começo do ano que vem o Adriano Belisaro vai organizar isso.&lt;br /&gt;
Tema experiências e propostas em economias subversivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Geral===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- foz: rodando o país com objetivo de encontrar lugar para morar, conhecendo vários projetos e comunidades, e os projetos economicos tem chamado muito nossa atenção. EStamos nas pesquisas e na prática do faça você mesmo fazem muitos anos, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pedro victor: Artista, trabalha com imagem e performance e experimentos sociais, com abordagens teóricas e práticas sobre economia pós escassez, e pensar ensaios para isntituições jurídicas do futuro que não conhecemos. Trabalha Rio e Sampa, está um pouco nômade nos últimos 4 anos, em diversas atividades. Escreve textos também. Pensando dimensões técnicas, estéticas e políticas de coisas autorais e coletivas em sistemas mais abertos. Amador profissional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Guilherme: Se inscreveu para falar experiência que tem no sul estão construindo universidade alternativa de comunidade (UNIPERMACULTURA e permacultura. Tem conseguido apoios para fazer isso de forma bem intensiva. Está há um tempo trabalhando com indígenas. Primeiro curso de especialização - pós na universidade do cariri no Ceará e no sul como curso de extensão. Estão trabalhando com tabaco agroecológico e também para criação de um método de exodo urbano - transitions farm. Ocupação de escolas através de comodato e sistemas educacionais para construções de casas. É professor dá aula para universidade e cursos, é biólogo e trabalha mais com filosófico e ética da permacultura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Juliana: Do Rio andou nômade morou na argentina, está meio São Paulo e quer cair fora de lá. Trabalha com artes visuais e etc. No campo da pesquisa e curadoria e veio fazer um estudo sobre tecnologias e técnica e cultura e forma desviantes de atuar com tecnologia e começou a se interessar por aspectos economicos dentro e fora da arte. Começou a investigar sobre outras esssa ecnomia se tornou mito da nossa sociedade. Fez umam exposição de estudo sobre mercantismo. Estuda jurisdicção dentro do campo economico. E gostaria de pensar aqui, dentro do campo da arte temos abordagens conceituais mas a prática é conservadora, pensar outras formas de fazer arte produzir, se expor. COmo produzimos artes, temos editais, galerias, mas pensar outrs economias para a produção artística. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Bruno: da Nuvem. Começou em 2011, o objetivo vem sempre pela autonomia. E a comunidade também, pensar potenciais para autosustentação de alimentos, energia, acreditamso no potencial da contaminação da arte para o técnico. E não vendo como uma coisa só. Sempre unindo projetos mais artísticos com técnicos um do lado do outro. E essa chamada não foi diferente. Olhando para o potencial do faça você mesmo. Moedas que não passam por empresas e pelo estado. Pesquisa que Ivan faz como advogado, chama de direito sobre tecnologia. Pensando em formas de organização que não estão nos livros. Deve ser o último evento nessa casa, depois vamos para o sítio aqui perto. O sítio é próprio. É uma comunidade de algumas pessoas, produz muito tem SAF, horta, e inserido dentro do projeto de autonomia tecnologica, pois tem uma rede comunitária na Vila da Fumaça. VOu me apresentar também, por essa experiência que vem se construindo pouco a pouco com autofinanciamento da própria rede e como modelo para ser apropriado por outras redes de comunicação comunitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ana Fradique: É nômade profissional artística, vem de uma aldeia em portugal. Foi para finlandia, e mestrado em arte ambiental. Nesse momento olhando sistemas e fazendo análises e diagnosticando através da arte. Começou a fazer propostas de experimentos sociais e organizacionais em coleitvo e trabalhando cada vez mais, coletivo molecular organization. E pensando a imaterizalização da economia e das formas de produçõa e o que é produzido. Acabou fudndando uma cooperativa chamada robin hood. Se move nos meios das artes ou qualquer outra oportunista que for necessário. Ocupando as ruas de outras maneiras, tem uma start up ligadao ou robin hood, para desascralizar as finanças para que seja útil as pessoas. Vive no Rio há 3 anos, e participa de outras iniciativas não ligadas a finanças em relação a vivência coletiva. Robin HOod assetmant cooperativa ??? Economic Space management.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ivan: Especialista em direito social. Era bem pago para &lt;br /&gt;
As autoridades precisam de um assessor que fale a verdade era bem pago para isso, mas só quando era chamado, era assessor de um desembargador por 9 anos e ganhou com muita perseguissão 2 ou 3 precatórios e 2 ou 3 ??? de pequeno valor. Nos últimos anos tem trabalhado de graça na proposta de construir instrumentos e ferramentas para ver na prática como se resgata esse direito em propriedades coletivas. Hoje tem uma associação mutual, junto com um amigo que participou de uma mutual argentina, com a proposta de reconstruir a propriedade coletiva, comprou uma terra que está em processo de coletivizaçáo. e com um fundo social mutual para construir uma coooperativa integral, mas diferente da espanha é focada por ser dona dos meios de produção não apaenas um guarda chuva jurídico. Não necessariamente aqueles que vão morar, pois é um local para morar, gerar renda e cuidar da saúde, esses 3 princípios que focamos. Por necessidade estamos usando ela juridicamente para fazer a cooperativa integral focada na detenção dos meior de produções naquela terra. Pessoas que não querem ser empregados e querem ser seu próprio patrão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Lirca: de barcelona, mas mora aqui desde 2013. Trabalha com agroecologia (http://cirandas.net/uilikande/os-projetos-produtos-e-pessoas-do-uilikande) e produção de geléias, está participando desde 2008 em projetos autogestionários. Em barcelona participou de uma denṹncia do mercado financeiro internacional, foi quando rolou a crise, o Enric Duran fez parte deesse protesto de denúncia, tentou uma greve de bancos, mas não foi muito para frente e pensaram numa cooperativa integral catalana (CIC) como forma de ocnstrução além da denúncia ficou nisso de 2008 a 2010 e a cooperativa começou a andar com pernas próprias. Daí a CIC seria um guarda chuva de várias propostas dentro de uma mesma forma legal (alternativa que aproveita a legalidade para se blindar perante o sistema e desenvolver os projetos). O seguinte nível (internacional) é a FAIRCOOP (guarda-chuvas de ferramentas). Acaba fazendo muitos projetos e tentando se sustentar. Não acho tempo para me envolver com a FAIRCOOP. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Aylen: córdoba- Argentina. Faz 3 meses que estou trabalhando em nódulo local de FAIRCOOP, e cada um vai adaptaando a ideia a situação local. PRimeiro são os príncipios, não morte, não escravidão, são as guias. Depois a questão vida, tenho 2 filhos, que em elevou a tudo que fiz, se quero trabalhar na relação de dependẽncia não posso se meu filho fica doente, sou despedida. assim tudo que quis fazer o sistema te barra. Sempre na clandestinidade, a raiz dessa é que a cooperativa batetu a minha porta, e começamos a nos unir, todas as pessoas que estão fora do sistema. Sempre abaixo e na sombra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Matheus: de Salvador -BA - Ecolivre - cooperativa de tecnologias livres, presta serviços como desenvolvimento de redes sociais autonomas com a plataforma Noosfero. Há redes sociais que utilizam o Noosfero como o cirandas.net até softwarelivre.org. Atualmente estamos com 8 membros, mas já teve mais gente. Já tem 10 anos foi fundada em 2006 com pessoas do software livre em salvador e da economia solidária. A ideia é prestar serviço com desnevolvimento, consultoria, e formação em software livre. Formado em jornalismo trabalha com comunicação dentro da cooperativa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Tarcísio - mora em campinas é de São Paulo. Há 14 anso presidente da OSCIP Solear. Desde que se formou em política virou empreendedor social, teve bar, restaurante, produtor rural anos 90, disso foi para alimentação, dentro da UNicamp restaurante vegetariano (exótico), por conta de estar lá atraia muitas pessoas também exóticas e se envolveu num assunto que envolveu completamente que foi a lei das OSCIPs e foi a 4 aberta em Campinas. Passou por alegrias e desafios, morou uns anos foras, e com todas as experiências acumuladas de vida, conseguiu ter uma certa tecnoliga para ser empreeendedor social, nesses 15 anos, tem ótimos resultados, trabalha com empresas, para promover rachaduras, que agora estão se abrindo e tendo acessos economicos e trabalham com plantio de árvores, já plantaram 160 mil mudas, Solear escola Viveiro, nesse trabalho capacitamos e profissionalimos pessoas montando viveiros dentro de escolas, entranod no conteúdo curricular, árvores, plantas, mudas, ervas como complemento. E  por conta disso e dessa tragetória atendemos grandes empresas. Faz pequenos e macros projetos. E por conta de um projeto nano de capacitação de mulheres em vulnerabilidade em Campinas, elas se capacitaram e podem se tornar empreendedoras. Depois termina de apresentar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Drebs: Estamos no rolẽ, trabalho faz muito tempo com computação e está mudando um pouco o foco para sair um pouco do computador, tem trabalha um pouco com redes livres. Com interesse nas iniciativas autonomas economicas de diversos projetos que temos viajado. Diversas pessoas aqui conhecemos em outras atividades. Uma iniciativa em uma comunidade intencional é que não existe instrumento jurídico para posse coletiva da terra, mas não existe proibição então ficamos a mercê das avaliações dos juízes dos casos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ideia é ter as apresentações para depois surgir discussões gerais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Apresentações:===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Pão-pãozinho - Tarcísio]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[UniPermacultura - Guilherme]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Quinta renda]] - Pedro Ivo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Propriedade coletiva]] - Ivan&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[cargocollective]] - Jefferson&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Documentação temporária&lt;br /&gt;
[https://pad.riseup.net/p/economia_subversiva]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Participantes==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Fundo solidário]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Chamada==    &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                               &lt;br /&gt;
No começo de dezembro a Nuvem vai organizar o encontro Economias Subversivas. Durante 5 dias estaremos compartilhando novas maneiras de fazer trocas, investir, descrescer e financiar ações e projetos, num ambiente de imersão. Se você tem uma ideia ou uma experiência que gostaria de compartilhar, leia a chamada e se inscreva. Serão convidadas 5 a 7 pessoas de qualquer parte do Brasil com passagem, alimentação e hospedagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Dinerogratis.gif|frame|c|left|http://www.sindominio.net/eldinerogratis/]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há décadas, desde a hegemonia do modelo neoliberal, os governos e populações se tornaram subordinados aos grandes grupos financeiros. Mesmo com eleições regulares, os representantes escolhidos pouco podem fazer – ou querem fazer -  em relação a esse arranjo de poderes. Na crise especulativa de 2008, foi a população que teve de pagar o resgate das instituições financeiras, enquanto até os bônus dos CEOs das corporações delinquentes foram mantidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É evidente que as tecnologias vem criando novas configurações na economia. Mas os modelos de negócio baseados no financiamento e venda de start-ups são controlados inteiramente pelos mesmos  grupos financeiros de sempre. Por mais que o Uber crie novas oportunidades de emprego, eses empregos tem a fragilidade precária de depender da estratégia da empresa, que sobe ou desce taxas sempre que lhe convém . Por outro lado, os investimentos iniciais para montar uma alternativa são altíssimos – o capital de risco financia as viagens baratas oferecidas com o objetivo de dominar mercados “virgens”.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O encontro Economias Subversivas quer investigar ideias e iniciativas que desmontem os modelos existentes. Os startups “disruptivos”, em sua maioria, só fazem reforçar sistemas de controle financeiros e concentrar ainda mais a renda em estruturas hierarquizadas e fechadas.  Acreditamos que a economia pode ser plataforma e tubo de ensaios para criatividade de qualquer um. Afinal as finanças são baseados no crédito, que nada mais é do que a ideia de emprestar bens à base de confiança, e, opcionalmente, de uma compensação. Das grandes navegações e os primeiros bancos até os fundos hedge e as criptomoedas, toda economia se baseia nessa premissa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Procuramos projetos que sejam sustentáveis economicamente, mas controlados pelas comunidades e que as beneficiem. A difusão e barateamento da tecnologia possibilitam que apareçam soluções locais. A geração de energia, produção de alimentos, comunicação, transportem já prescindem dos grandes modelos verticais. Porque  continuamos a depender das megaempresas de infraestrutura? Porque as células produtivas continuam a ser baseadas no empreendedorismo centralizador, hierárquico, voltado para enriquecimento pessoal, enquanto os modelos cooperativos se tornam cada vez mais difíceis de realizar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Queremos alternativas para as moedas, para os bancos, financiamentos e investimentos. O modelo econômico baseado no crescimento do PIB atingiu o limite planetário de produção de bens. Produz-se alimentos suficiente para 10 bilhões de pessoas, enquanto quase dez por cento dos 7 bilhões de humanos passa fome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse encontro, serão selecionadas 5 a 7 propostas, ideias, elucubrações – práticas ou teóricas, ficcionais ou em andamento – que queiram subverter a ordem econômica existente através de microprojetos, romances, instalações, startups cooperativos, criptocréditos, arranjos produtivos, mercados de trocas, etc. Durante os 5 dias do encontro,  os selecionados irão interagir com os convidados – pessoas que já realizaram projetos similares, ou que tem estudos sobre o tema – sobre a viabilidade, potenciais e fraqueza do seu projeto. A Nuvem oferece transporte, alimentação e hospedagem para todos os participantes. A hospedagem é na própria casa do encontro, em quartos coletivos mistos com 4 pessoas cada, no máximo; a alimentação é vegetariana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além da chamada para o encontro, convidaremos em breve a enviar textos em torno do tema, de até 30 laudas, para uma publicação com lançamento no começo de 2017.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Inscrições==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''As inscrições para o encontro já estão encerradas.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns links de referência e inspiração:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.sindominio.net/eldinerogratis/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.thephone.coop/about-us/who-we-are/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/fork-the-economy&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://thinkeconomia.com/pdf/openCallEconomia.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://medium.com/@trebors/platform-cooperativism-vs-the-sharing-economy-2ea737f1b5ad#.oq2occhfl&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/enspiral-changing-the-way-social-entrepreneurs-do-business&lt;br /&gt;
http://enspiral.com/about-enspiral/faq/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://loophole4all.com/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://disobedience.eu/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/new-ridesharing-alternatives-thrive-after-uber-leaves-austin&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://flinc.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.gocarma.com &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://colivre.coop.br/sobre/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://miamirail.org/visual-arts/new-business-art-in-search-of-alternative-economic-systems-2/ - Justine Ludwig&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://bhaz.com.br/2016/09/19/gasolina-paga-com-papel-ungido-por-cristo-vira-caso-de-policia-em-posto-de-combustivel/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.noitosfera.com/rm/s02/e06&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Apoio==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa atividade tem o apoio da Fundação Ford.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Ford.png]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Propriedade_coletiva&amp;diff=14752</id>
		<title>Propriedade coletiva</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Propriedade_coletiva&amp;diff=14752"/>
				<updated>2016-12-06T20:48:27Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: Criou página com 'Não joguemos fora o bebê, junto com a água suja. Reconstrução da propriedade coletiva. Até idade média, toda produção era coletiva. Estado moderno, que vem com a idad...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Não joguemos fora o bebê, junto com a água suja.&lt;br /&gt;
Reconstrução da propriedade coletiva. Até idade média, toda produção era coletiva.&lt;br /&gt;
Estado moderno, que vem com a idade moderna, queda de constantinopla sec XV. Marx: capitalismo nascente do feudalismo fundamenta o estado moderno. Ou o contrário: o estado reivindica a soberania do rei e força o capitalismo. Ex: o mercantilismo é uma licença do estado moderno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O estado moderno cria instituições: exército permanente, polícia, hospital, escola (aquartelamento de estudantes), etc. Projeto de super estado mundial, quer um só exército, um só estado policial. Para resgatar a propriedade coletiva, temos que recuperar o domínio, o governo dos bens comum, expropriados pelo estado moderno. Karl Polaine, livro &amp;quot;a grande transformação&amp;quot;, demonstra como o mercado sempre existiu, mas 3 deles foram arbitrariamente criados, quando Rainha Elizabeth 1 criou a lei de ofícios, abre o mercado de trabalho, criado arbitrariamente pelo estado. Tios do marco polo, irmãos polo, podiam contratar coxeiros e outros ajudantes, mas não podiam contratar comerciantes. Tinham que ser comendadores e fazer um contrato, uma sociedade entre pessoas, não entre capitais. Ex: inglaterra começa a revolução industrial cercando os campos, anteriormente propriedades comunais. 3 mercados arbitrários: imobiliário, financeiro (do crédito), e o de trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No brasil, mercado de trabalho acontece no séx XIX com o fim da abolição da escravatura. Antes, D. joão sexto dizia que todas as profissões eram válidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acabar com a propriedade privada é a forma de retormar a propriedade coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Função do estado moderno, através do regime da propriedade (capitalismo), revelou ao mundo os direitos individuais. Não quero ser entendido como eurocentrista, mas 3 momentos houveram nos quais os direitos individuais começaram a ser revelados ao mundo. Um momento abortado na grécia clássica antiga; outro momento do sec IX, X com o desenvolvimento das artes e dos ofícios, com muita fraternidade econômica que depois se perverteu; um momento muito breve, idade média, que apesar de ser colocada como idade do obscurantismo, as cruzadas vieram para reprimir o movimento dos cabildos abertos, as assembléias italianas. Cruzadas, inquisição, e peste negra. A partir daí, estado moderno centralizando, concentrando os poderes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Coincide com a revolução pré-industrial e industrial, e evolução dos direitos individuais. Esses direitos devem ser garantidos, e não jogados fora. No começo da modernidade surge o ideal do socialismo, Campanella, X, Y. Durchaim descreve o socialismo como ideal de organizaçao social e auto justiça que refreia os impetos do individualismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com Buda na india ou na china o individuo ainda não pode se revelar em todo seus aspectos. O movimento de descobrimento do individuo, que generou com o individualismo, capitalismo, crimes, não foi descoberto tanto fora da europa. A europa hoje culmina na globalização, com tantos efeitos perversos, com o desenvolvimento do individual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ideal é que o individual e o coletivo possam se harmonizar, que um direito não se sobreponha a outro. Ideal socialista e teoria do direito social, que precede ao direito público e privado. Nas arenas políticas vemos o direito coletivo, ocupações, etc, ou direito a propriedade privada. O direito social nasce junto com o socialismo, vem com uma longa linhagem dos juristas modernos, baseados no direito pré-moderno. Quando um sapateiro ficasse doente, eram destacados dois sapateiros para ajudar a família do sapateiro doente, direito previdenciário. O comerciante não podia colocar o preço que quisesse. Kropotkin analisa, também com os Incas, que tinham que trabalhar em terras comunais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Socialismo, até karl marx: pluralismo ideologico, federalismo politico, Y?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Houve uma polêmica gande, primeiro livro do Proudhon 1942, disse que a propriedade é um roubo. Karl Marx mais novo que Proudon, escreve para Proudon querendo colaborar, este negou, e Marx nunca aceitou, e escreve A Miséria da Filosofia. Segue o Manifesto Comunista para enquadrar o Proudon. Teses do Proudon ja morto sao reveladas como verdadeiras na comuna de paris. MArx escreve XXX em França, mas usa isso para trair os anarquistas na internacional socialista, e enfia goela abaixo as teses dele da previdência pública, que estava sendo fundada pelo Bismarck na alemanha, e Marx queria uma alemanha imperial forte, pois queria uma alemanha forte para superar o capitalismo. Morreu a primeira internacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ali, movimento socialista abandona o mutualismo economico, e quanto os conselhos (soviets) russos demonstra sa força na rev. 1905 e depois em 1917. Tanto os bolcheviques e memcheviques eram contra os soviets. Lenin disse &amp;quot;todo poder aos soviets&amp;quot;, ia contra. Num momento onde o movimento socialismo abandona o mutualismo economico e abraça o estatismo, num momento onde os memcheviques pervertem os soviets, que deixam de ser locais de pluralidade e ideias (não queriam que os patrões fossem embora, mas queriam a harmonia entre direito individual e direito coletivo). A livre empresa tem um elemento muito perverso hoje.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Direito social deixa de ser estudada nas faculdades no mesmo momento em que existe o temor de um direito emancipatório socialista. Trabalho é sempre uma expressão coletiva, você não aprende o ofícil do nada, precisa do ensino e reconhecimento dos outros profissionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma forma de revelar o direito social, que vem das assembleias, que não depende do estado para ser reconhecido como tal, não é baseado no estado e na lei, mas em um contrato, em costumes. Propomos assim a reconstrução da propriedade coletiva. Não há proibição, ex. condomínios. Mas um dos primeiros atos da revolução francesa foi proibir que propriedades coletivas praticassem comércio. Condomínio pode emitir recibo, mas não pode ex. vender seu lixo e emitir nota fiscal. Lei de 1908, ainda está lá, é uma excrecência do governo burguês. Não vê a sociedade de pessoas fazendo atos de comércio, apenas sociedades capitais. Também não há proibição de reivindicarmos o bem comum, as comunas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fudamos em 2016 a Associação Mutual das Terras Comuns. A Mutualidade exista na italia, espanha, portugal, argentina, mas são tradicionais, vincluadas a uma categoria, têm uma organicidade. Ex: mutualidade dos pedreiros ou trabalhadores do porto de lisboa. São pessoas que se conhecem, tem benefícios como apoio odontológico, apoio funeral. Não tem fundo revolucionário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fizemos a fundação da associação mutual, 12 associados. O movimento das ecovilas no brasil não despertou para a reconstrução da propriedade coletiva através do fundo mutual. Nosso estatuto permite fazer tudo isso, seguro saúde, etc. Precisamos dar ferramentas para abolir os 3 mercados nefastos, os moinhos de carne que moiam os operários ingleses, que sofriam mais que os escravos, ganhavam uma quantidade de pão, paróquias, municipalidades davam pão, e eram expostos para os capitalistas para trabalhar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fundos solidários para o auto financiamento de empreendimentos coletivos. Empreendimentos que gerem renda. fundo solidário tem um regulamento geral para todos os fundos (aprovado), no meio do ano comprei uma propriedade pequena 18 Ha em São Joaquim - SC, para ser a primeira terra a ser coletivizada. Temos uma guilda já funcionando, e ali através do contrato coletivo teremos o primeiro fundo solidário para auto-financiar a cooperativa, que se estrutura em cima daquela terra. A cooperativa, através da compra e financiamento que adquire deste fundo, adquire a terra. È uma cooperativa que é dona dos meios de produção. É diferente das cooperativas integrais da espanha, porque é uma cooperativa de trabalho regulada pela lei de 2012 (existem muitas de 1o. tipo, ex. EITA de salvador, que presta serviço para outras pessoas jurídicas), mas não conheço uma outra cooperativa que seja dona dos meios de produção. Integral (tripé): gera renda, é um local que tem espaço de moradia para maioria dos cooperados, e se propõe a ser um espaço de cura, espaço terapêutico, não só com terapias holísticas mas resgate da sacralidade da terra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cada grupo é soberano para através da associação mutual propor seu fnudo de auto financiamento e estipular seus critérios. Basta seguir o regulamento que aprovamos no ano passado que tem 12 pontos. Pontos &amp;quot;sagrados&amp;quot; que não pode fugir: devolução dos recursos individuais. Temos recursos na mão da classe média, (existe aquela classe média individada, mas) tem a classe média que tem uma pequena propriedade, e que quer ir pro campo viver com outras pessoas e querem viver disso. Mútua é um empréstimo sem juros. Contratualmente, contrato faz lei entre as partes, parte do direito social, estabelecemos uma URV (unidade referencial de valor). Quando o colono catarinense conseguiu dar terra para os 16 filhos, ao longo do tempo foi dando lotes para os filhos, e dizia: meu filho, só vou te dar essa terra quando você me devolver X quilos de porco). Pode escolher uma URV.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mútuo está no código civil. É um empréstimo sem juros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comodato é quando te empresto uma terra, bem infungível, que não pode ser substituído, e você tem que me devover a terra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mútuo é empréstimo de bem fungível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mutual faz gestão do empréstimo. Quem administra o fundo é uma comissão dos investidores daquele fundo. Todo serviço tem autonomia interna. Pessoas beneficiadas pelo serviço que fazem a administração daquele serviço. Se 15 pessoas se comprometem a investir um fundo, e se propõe a investir (a associação pode negar se achar que o grupo não tem a ver), o fundo só é recolhido quando a meta é atingida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O grupo é soberano para escolher o URV, para definir a meta, e aí passa para a Mutual que faz essa mediação. Contrato de promessa de compra e venda. A terra está &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O grupo vai fechar em 15 mil para a quantia mínima para te dar direito de 1000 m2 de posse individual, desses 180 mil m2 total. 15 mil terá direito de posse, perpétuo, ialienável só vende para quem for autorizado para seu grupo e transmissível a 1 herdeiro só que for aceito pela cooperativa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A URV que escolhemos é imune a crise mundial, muita gente torce o nariz, tem oscilação grande, mas ao longo do preço se revela o mesmo valor, seu peso em ouro, são 70 kg de ouro para não se preocupar para o resto da vida. COmo o ouro tem o mesmo valor em todas praças do mundo. Só na índia. O ouro tem um valor relativo estável em prazo de 20 anos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A mutual é um modelo, outras pessoas podem fazer outras mutuais, porque usar a sua?&lt;br /&gt;
porque temos knowhow e de fato se ficarmos com um fundo só teremos prejuizos com essa histórico, quero provar como um fundo mutual funciona, e estou disposto a investir, tenho um limite e tá tudo dontabilizado, tenho o número mínimo de pessoas para ter o direito de posse, compromisso contratual de dar água, casa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A guilda: é uma cooperativa informal. ANtes das cooperativas existe a guilda os trabalhadores se reunem para viabilizar as cooperativas.&lt;br /&gt;
O sistema só reconhece direito pṹblico (direito individual da pessoa pública) e privado. É o regime proprietário o direito público. O direito social é anterior e nõa é que se contrapõe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os sapateiros é uma pessoa coletiva, se formar um grupo é um coletivo, só quando recuperarmos a capacidade de ir para assembléia e ver o direito coletivo e não indididual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existe proposta do que as pessoas da cooperativa vai fazer, tem o direito de explorar os meios de produção dela. TEm o henrique que trabalhou numa mutual na argentina. Ele tem uma de yurtas (habitação formal). Yurta com 50m2 fogão a lenha, banheiro seco 3 camadas de lona, não dá 20mil reais, com madeira eucalipto. Ele tá colocando esse negócio, já tem 4 pessoas trabalhando com ele, e tão vindo morar, ele não quer ser patrão tá colocando com a cooperativa produzir e eu to colocando o meu negócio de bokashi. Até o momento investi em 480mil e está tudo contabilizado. Tenho 14 pessoas no livro ponto, pago as horas de trabalho 6 reais a hora, não é só nisso que tá a remuneração deles, a cooperativa dividi, na perspectiva dessa guilda dar certo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PReciso ter uma equação, pq. se to com uma terra que investi trabalho, cerca investi 500 mil e esse é meu limite e espero que o grupo aceite esse valor. O ideal era ter mais 500 mil para captação aeólica, etc. Acredito que com mais 100 mil para fábrica de yurt, bokashi a cooperativa consegue se pagar, é um negócio mutal de pai para filho e tem 15 anos para pagar. Se a cooperativa der certo essa terra sai do mercado imobiliário. E isso só acontece se a cooperativa não funcionar, e a mutual tem o dever de liquidar, divide tudo e devolve dinheiro para os investidores, que vão ter prejuízo mas não total. QUantidade mínima para direito de posse, 15 mil reais para isso vai ser retido 5 mil reaisa para custos administrativos, quem pos 100 mil vai receber de volta 95 mil. Pois quem coloca mais dinheiro dá espaço para quem não tem nada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai ter espaço para cooperados que não ponham dinheiro nenhum, mas no interesse mutual não individual, quem tiver seu direito de posso tem 4 ganhos, seu posse, a exploração dentro do seu lote individual (galinheiro, cerveja), a devolução do fundo e eventualmente trabalhar fora para a comunidade como profisssional, respeitar o direito individual para quem tem recurso e possa se aposentar por dinheiro para a moçada, trabalhar ter sua moradia saudável e depois devolver o dinheiro que proporcionou isso, e devolver o recurso para quem financiou poder usufruir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PRecisamos que esse negócio dê certo, para outros grupos perceberem que é legla fazer vaquinha, crowdfunding, etc, mas que esse dinheiro já está na nossa mão e pode financiar nossa independencia. Esse movimento é quadrupolo como na função do orgasmo: tensão que gera carga, que gera descarga e gera relax.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Momento de tensão quando propriedade indivicual gera coletiva no fundo, tensão quando....&lt;br /&gt;
relax quando a maioria da propriedade coletiva volta a ser individual, a pessoa que bota dinheiro, o maior juros e lucro é viver na propriedade coletiva, com fundo de trabalho, com vizinhos que escolheu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
FOra os 12 princípios, pode ter fundo coletivista, pode aqui não tem fundo de posse individual, espaço mínimo individual. &lt;br /&gt;
ASsim vai ter gente com coragem de colocar seu apartamento, porque participara da administração do fundo. HIstório do respeito a propriedade individual para gerar coletivo, que busca superar capitalismo para dissovlver a figura do patrão e do trabalhador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pessoa tem que trabalhar para ser remunerado pela cooperativa, enquanto a cooperativa paga a dívida gerada para a cooperativa. Nos primeiros 3 anos de carência para pagamento da dívida, após isso diminui a remuneração. Ele tem que entender que essa remuneração não é só a grana, mas a casa dele, o local com boa qualidade, e se acha que é só a remuneração talvez desista. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O cooperado não é obrigado a trabalhar, se mora dentro da cooperativa, é estabelecido um número mínimo de horas trabalho. A Cooperativa tem que pagar o mínimo do mês. VOcê pode investir no fundo, morar e não ser um cooperado, daí paga uma taxa de condomínio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quantos cooperados cabe, de 20 a 30 lotes, mas precisa ter um número mínimo de cooperados e esse número depende da quantidade de grana investida. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem massagistas, artistas ou seja terapeutas trabalhando lá tem muitos cristais no terreno. Espaço terapeuticos com cooperados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Figura do cooperado - entra s ecomprometendo a trabalhar até a cooperativa pagara de volta&lt;br /&gt;
Figura do não cooperado que é o investidor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pessoas trabalhando diferentes número de horas.&lt;br /&gt;
O cooperado pode estipular com a cooperativa de trabalhar 40 h semanais essas horas são pagas, e se a cooperativa tem sobras ele é remunerado pelas sobras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se faz em 15 anos para devolver e começa a pagar menos nos primeiros anos, cada cooperado que não é investidor, vai fazer sua equiparação, mas a cooperativa não pode pagar menos que o salário mínimo. Receba como se empregado fosse, 13o, etc, isso em SC dá mais ou menos 5 reais a hora, mas é pela hora. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pessoa que entra com 15 mil, são 30 dá 300 mil então os cooperados tem que pagar 800 mil. Mas isso é tudo dinheiro gasto contratando gente fazendo cerca, não foi com luz, não foi com documentação para fazer associação mutual. Se o grupo não confiar na minha documentação o azar é meu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A centralidade nasce da necessidade de fazer o fundo. E tem a questão que é o grupo, o henrique acreditava que seria fácil fazer uma mutualidade sem categoria orgânica, agora estamos tirando associação mutal do estad bye e vai servir para o fundo. TEmos uma associação que não é ONG é um clube de serviços mutual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Colocamos no estatuto no momento que pagar a ultima prestação auto dissolver a cooperativa, recebe a escritura a cooperativa termina e impõe o fato normativo, o direito social é baseado no ato normativo, é o fato sociológioc que transcende as questões materiais que é o direito coletivo. Nosso compromisso é queimar a escritura que é recente de 300 anos para cá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pergunta: sabemos que nas comunidades intencionais grande parte dos problemas vem dos relacionamentos. Vocês pensaram em formas de resolver, assembléia, resolução de conflitos?&lt;br /&gt;
Resposta: o aspecto jurídico é determinante. A questão da propriedade, bem definida, as pessoas pensariam muitas vezes antes de criar problemas. A cooperativa precisa dar resultados. Cooperativa, poder soberano é assembléia, pode aplicar sociocracia, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pergunta: Como vai ser feito a gestão depois que dissolver  acooperativa. A partir daí as pessoas continuam trabalhando, a cooperativa tem 3 gerentes e não &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a cooperativa ganha a posse d apropriedade quando assina a promessa de compra e venda só ganha a escritura de propriedade quando pagar de volta, e depois disso se dissolve e vira comuna. A realidade é que existe uma pessoa coletiva a pessoa jurídica se dissolveu, o estado não via se reapropriar.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
O que produz? Começa com lugar de cura, asssim como a UNIPERMACULTURA, depois tem que explorar outros. BOkashi e yurt&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o fundo alem de 200 mil em terra tivesse 300 mil em dinheiro poderia produzir nessa outra terra, pode-se comprar terras próximas para pessoas morarem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existe fundo comum quem pagou foi investidores, quem vai devolver são os cooperados através da mutual, quem pode viver são tanto cooperados quanto investidores, quem decidi isso é quem faz parte da cooperativa, Isso não elimina o problema de pessoas com quantidade de granas diferentes, pois as pessoas vão estar em situação distintas, mas terão o mesmo direito um perante o outro, mesmo possibildade de participação. * Corrigido pela URV - UNidade referencial de valor.&lt;br /&gt;
A cooperativa vai ter que ter uma moeda própria, sua moeda social. Para ser justa para todos tem que cobrar tudo no menor valor. Vai ter uma boa refeição vegetariana para todos inclusive para quem visita. Então para quem não quiser comer lá não precisa pagar. Mas para quem quisre vai ter uma boa refeição num valor legal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Respeitar quase sagradamente a propriedade para vencer a propriedade. É um processo dialético, se acabar a propriedade com decreto, terá a miséria universal. É um refúgio para os insurrectos. Quando a coisa começar a pegar fogo. As 3 piores ferramentas do captalismo estaremos vencendo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A cada 3 meses o balancete estabelece o valor de trabalho hora. Vão querer ter uma produtividade. Pode se fazer acordos para trabalhar o número de horas que quer. O valor de hora trabalho tem que ser compatível com a do salário mínimo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que tipo de trabalhos fariam bokashi e bio fertilizantes orgânicos, e tenho lá um pomar nativo, tem no facebook as fotos. Tem a goiaba feijo, mistura de kiwi com goiaba. Outros projetos que nem temos ideia. Não posso criar truta, tenho açude no lugar perfeito, porque somos estritamente vegetariano, e nos comprometemos a não trabalhar com carne. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai surgir um conttrato coletivo jutno baseado nos 12 princípios da mutual. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existe um militante cibernético que o relacionamento com ele é impossível, tem um veto de uma pessoa para a participação dessa pessoa no grupo. Cada membro tem o poder de veto. Não tem poder do dinheiro, se uma pessoa veta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Faz uma vaquinha ética, e por isso não precisa trabalhar. Essa pessoa que colocou o dinheiro, pode não trabalhar, e quem não entrou com nada pode trabalhar. Para conquistarem a mesma coisa no fim. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A aproximação é por afinidade. O objetivo é ser uma ferramenta para ecovilas. Esse é o modelo da sua afinidade. Pode ter uma de artistas, uma de malabaristas. Uma de produtores e arroz. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa mutual está habilitada a fazer um consórcio no caso dos cooperados não quiserem ter uma produção comum, podendo ter um valor mensal de colaboração para pagamento da dívida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A cooperativa integral vai ser porporcionar as pessoas para relacionar com o mundo externos só pela cooperativa então pode ter o nome sujo. A conta de luz, água vai ser tudo em nome da cooperativa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sem cota patrimonial não em como a justiça vir atrás em caso de dívida. ALi tem lugar para todo mundo que tem interesse coletivo, tendo ou não dinheiro, a comuna não está no mundo para resolver os idreitos individuais, ela é coletiva e não reconhecida pela justiça, então está na verdade sujeito a interpretação do Juíz. O juiz pode obrigara a venda da associação porque eles tem uma cota patrimonial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O cooperado pode ter quantas cotas sociais da cooperativa quiser não passando 30% das cotas, e elas são impenhoráveis, ninguém pode penhorar, e estas cotas não tem nada a ver com cotas da cooperativa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso da cooperativa quem responde a bronca é a cooperativa mas o cooperado tem o nome limpo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cooperativa não recebe doação. Eu pego dinheiro do banco, e invisto no fundo. Invisto em cooperativas, não tenho obrigação de mostrar contrato a ninguém apenas fazer um contrato privado. INveste no fundo que vai financiar a cooperativa que volta a você.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode pegar grana do banco e investir em cotas sociais da cooperativa que nenhum banco vai poder pegar, pois são bens impenhoráveis, ao invés de cotas sociais, pq o fundo financia a cooperativa. No momento que sair da cooperativa, ou morrer devolve-se o que investiou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tá em contrato que se você sair da cooperativa o que foi investido, vc. vende para uma pessoa que vai te pagra o lote de posse e vai te pagar o que iria receber com deságio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
POde ir quem quiser, tem lenha, tem colchão. não tem diária, traz comida, e genero de limpeza e pasar o tempo que quiser. Eu estou  pagando 6 reais a hora traalho, tem trabalho hoje. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O bokashi já funciona lá e o yurt tá numa marcenaria, mas vai se mudar para lá depois. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gostaria de ver isso se replicar em outras terras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
www.propriedadecoletiva.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem grupo no face. &lt;br /&gt;
Propriedade coletiva - posse partilhada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sócios fundadores tem privilégios por acreditar no projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NOta foz: O grande diferencial seria ter um fundo para poder bancar os meios de produção para as cooperativas da comunidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todo trabalho remunerado pela cooperativa, quem reconhece o que é útil para ela ou não. Vai ver a disposição e a preferência da pessoa, chega na colheita, todos tem que colher, se a assembléia decide todos tem que cumprir, na forma de igualdade.&lt;br /&gt;
Diretor de compra, de venda e de escala de serviço. Mas todos ganham igual, diretor ou cooperado. É apurado as horas que cada trabalha, a cada tres dias tem qeu ter um diretor que não pode sair da propriedade, então hora de sobreaviso é o que ganha a mais, pois está a disposição.&lt;br /&gt;
Vai ter diretor adjunto, um ou dois que fiscalizam trabalho desse diretor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A grana vem do capital de giro formado pelas cotas sociais, agora pagar conta de luz e capital de giro é dado pelas cotas sociais, por isso que no mínimo vai ter que pagar 600 de cota social que não pode ser superior ao salário mínimo mas segunda e terceira cota, pode ter mateiral que a coopertiva troca por cota, ele coloca equipamento. E as cotas sociais vão ser iguais tanto para quem mora quanto para quem não mora.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Economias_Subversivas&amp;diff=14751</id>
		<title>Economias Subversivas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Economias_Subversivas&amp;diff=14751"/>
				<updated>2016-12-06T20:47:03Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: /* Apresentações: */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
'''Economia Subversiva 01/12 - Quinta'''&lt;br /&gt;
Dia 1 / manhã&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Documentação==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai rolar uma publicação, a partir de textos elaborados aqui e uma chamada aberta até 15/01 para outras pessoas que não estão aqui. Textos de mno máximo 30 laudas.&lt;br /&gt;
Publicar no começo do ano que vem o Adriano Belisaro vai organizar isso.&lt;br /&gt;
Tema experiências e propostas em economias subversivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Geral===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- foz: rodando o país com objetivo de encontrar lugar para morar, conhecendo vários projetos e comunidades, e os projetos economicos tem chamado muito nossa atenção. EStamos nas pesquisas e na prática do faça você mesmo fazem muitos anos, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pedro victor: Artista, trabalha com imagem e performance e experimentos sociais, com abordagens teóricas e práticas sobre economia pós escassez, e pensar ensaios para isntituições jurídicas do futuro que não conhecemos. Trabalha Rio e Sampa, está um pouco nômade nos últimos 4 anos, em diversas atividades. Escreve textos também. Pensando dimensões técnicas, estéticas e políticas de coisas autorais e coletivas em sistemas mais abertos. Amador profissional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Guilherme: Se inscreveu para falar experiência que tem no sul estão construindo universidade alternativa de comunidade (UNIPERMACULTURA e permacultura. Tem conseguido apoios para fazer isso de forma bem intensiva. Está há um tempo trabalhando com indígenas. Primeiro curso de especialização - pós na universidade do cariri no Ceará e no sul como curso de extensão. Estão trabalhando com tabaco agroecológico e também para criação de um método de exodo urbano - transitions farm. Ocupação de escolas através de comodato e sistemas educacionais para construções de casas. É professor dá aula para universidade e cursos, é biólogo e trabalha mais com filosófico e ética da permacultura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Juliana: Do Rio andou nômade morou na argentina, está meio São Paulo e quer cair fora de lá. Trabalha com artes visuais e etc. No campo da pesquisa e curadoria e veio fazer um estudo sobre tecnologias e técnica e cultura e forma desviantes de atuar com tecnologia e começou a se interessar por aspectos economicos dentro e fora da arte. Começou a investigar sobre outras esssa ecnomia se tornou mito da nossa sociedade. Fez umam exposição de estudo sobre mercantismo. Estuda jurisdicção dentro do campo economico. E gostaria de pensar aqui, dentro do campo da arte temos abordagens conceituais mas a prática é conservadora, pensar outras formas de fazer arte produzir, se expor. COmo produzimos artes, temos editais, galerias, mas pensar outrs economias para a produção artística. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Bruno: da Nuvem. Começou em 2011, o objetivo vem sempre pela autonomia. E a comunidade também, pensar potenciais para autosustentação de alimentos, energia, acreditamso no potencial da contaminação da arte para o técnico. E não vendo como uma coisa só. Sempre unindo projetos mais artísticos com técnicos um do lado do outro. E essa chamada não foi diferente. Olhando para o potencial do faça você mesmo. Moedas que não passam por empresas e pelo estado. Pesquisa que Ivan faz como advogado, chama de direito sobre tecnologia. Pensando em formas de organização que não estão nos livros. Deve ser o último evento nessa casa, depois vamos para o sítio aqui perto. O sítio é próprio. É uma comunidade de algumas pessoas, produz muito tem SAF, horta, e inserido dentro do projeto de autonomia tecnologica, pois tem uma rede comunitária na Vila da Fumaça. VOu me apresentar também, por essa experiência que vem se construindo pouco a pouco com autofinanciamento da própria rede e como modelo para ser apropriado por outras redes de comunicação comunitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ana Fradique: É nômade profissional artística, vem de uma aldeia em portugal. Foi para finlandia, e mestrado em arte ambiental. Nesse momento olhando sistemas e fazendo análises e diagnosticando através da arte. Começou a fazer propostas de experimentos sociais e organizacionais em coleitvo e trabalhando cada vez mais, coletivo molecular organization. E pensando a imaterizalização da economia e das formas de produçõa e o que é produzido. Acabou fudndando uma cooperativa chamada robin hood. Se move nos meios das artes ou qualquer outra oportunista que for necessário. Ocupando as ruas de outras maneiras, tem uma start up ligadao ou robin hood, para desascralizar as finanças para que seja útil as pessoas. Vive no Rio há 3 anos, e participa de outras iniciativas não ligadas a finanças em relação a vivência coletiva. Robin HOod assetmant cooperativa ??? Economic Space management.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ivan: Especialista em direito social. Era bem pago para &lt;br /&gt;
As autoridades precisam de um assessor que fale a verdade era bem pago para isso, mas só quando era chamado, era assessor de um desembargador por 9 anos e ganhou com muita perseguissão 2 ou 3 precatórios e 2 ou 3 ??? de pequeno valor. Nos últimos anos tem trabalhado de graça na proposta de construir instrumentos e ferramentas para ver na prática como se resgata esse direito em propriedades coletivas. Hoje tem uma associação mutual, junto com um amigo que participou de uma mutual argentina, com a proposta de reconstruir a propriedade coletiva, comprou uma terra que está em processo de coletivizaçáo. e com um fundo social mutual para construir uma coooperativa integral, mas diferente da espanha é focada por ser dona dos meios de produção não apaenas um guarda chuva jurídico. Não necessariamente aqueles que vão morar, pois é um local para morar, gerar renda e cuidar da saúde, esses 3 princípios que focamos. Por necessidade estamos usando ela juridicamente para fazer a cooperativa integral focada na detenção dos meior de produções naquela terra. Pessoas que não querem ser empregados e querem ser seu próprio patrão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Lirca: de barcelona, mas mora aqui desde 2013. Trabalha com agroecologia (http://cirandas.net/uilikande/os-projetos-produtos-e-pessoas-do-uilikande) e produção de geléias, está participando desde 2008 em projetos autogestionários. Em barcelona participou de uma denṹncia do mercado financeiro internacional, foi quando rolou a crise, o Enric Duran fez parte deesse protesto de denúncia, tentou uma greve de bancos, mas não foi muito para frente e pensaram numa cooperativa integral catalana (CIC) como forma de ocnstrução além da denúncia ficou nisso de 2008 a 2010 e a cooperativa começou a andar com pernas próprias. Daí a CIC seria um guarda chuva de várias propostas dentro de uma mesma forma legal (alternativa que aproveita a legalidade para se blindar perante o sistema e desenvolver os projetos). O seguinte nível (internacional) é a FAIRCOOP (guarda-chuvas de ferramentas). Acaba fazendo muitos projetos e tentando se sustentar. Não acho tempo para me envolver com a FAIRCOOP. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Aylen: córdoba- Argentina. Faz 3 meses que estou trabalhando em nódulo local de FAIRCOOP, e cada um vai adaptaando a ideia a situação local. PRimeiro são os príncipios, não morte, não escravidão, são as guias. Depois a questão vida, tenho 2 filhos, que em elevou a tudo que fiz, se quero trabalhar na relação de dependẽncia não posso se meu filho fica doente, sou despedida. assim tudo que quis fazer o sistema te barra. Sempre na clandestinidade, a raiz dessa é que a cooperativa batetu a minha porta, e começamos a nos unir, todas as pessoas que estão fora do sistema. Sempre abaixo e na sombra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Matheus: de Salvador -BA - Ecolivre - cooperativa de tecnologias livres, presta serviços como desenvolvimento de redes sociais autonomas com a plataforma Noosfero. Há redes sociais que utilizam o Noosfero como o cirandas.net até softwarelivre.org. Atualmente estamos com 8 membros, mas já teve mais gente. Já tem 10 anos foi fundada em 2006 com pessoas do software livre em salvador e da economia solidária. A ideia é prestar serviço com desnevolvimento, consultoria, e formação em software livre. Formado em jornalismo trabalha com comunicação dentro da cooperativa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Tarcísio - mora em campinas é de São Paulo. Há 14 anso presidente da OSCIP Solear. Desde que se formou em política virou empreendedor social, teve bar, restaurante, produtor rural anos 90, disso foi para alimentação, dentro da UNicamp restaurante vegetariano (exótico), por conta de estar lá atraia muitas pessoas também exóticas e se envolveu num assunto que envolveu completamente que foi a lei das OSCIPs e foi a 4 aberta em Campinas. Passou por alegrias e desafios, morou uns anos foras, e com todas as experiências acumuladas de vida, conseguiu ter uma certa tecnoliga para ser empreeendedor social, nesses 15 anos, tem ótimos resultados, trabalha com empresas, para promover rachaduras, que agora estão se abrindo e tendo acessos economicos e trabalham com plantio de árvores, já plantaram 160 mil mudas, Solear escola Viveiro, nesse trabalho capacitamos e profissionalimos pessoas montando viveiros dentro de escolas, entranod no conteúdo curricular, árvores, plantas, mudas, ervas como complemento. E  por conta disso e dessa tragetória atendemos grandes empresas. Faz pequenos e macros projetos. E por conta de um projeto nano de capacitação de mulheres em vulnerabilidade em Campinas, elas se capacitaram e podem se tornar empreendedoras. Depois termina de apresentar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Drebs: Estamos no rolẽ, trabalho faz muito tempo com computação e está mudando um pouco o foco para sair um pouco do computador, tem trabalha um pouco com redes livres. Com interesse nas iniciativas autonomas economicas de diversos projetos que temos viajado. Diversas pessoas aqui conhecemos em outras atividades. Uma iniciativa em uma comunidade intencional é que não existe instrumento jurídico para posse coletiva da terra, mas não existe proibição então ficamos a mercê das avaliações dos juízes dos casos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ideia é ter as apresentações para depois surgir discussões gerais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Apresentações:===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Pão-pãozinho - Tarcísio]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[UniPermacultura - Guilherme]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Quinta renda]] - Pedro Ivo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Propriedade coletiva]] - Ivan&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Documentação temporária&lt;br /&gt;
[https://pad.riseup.net/p/economia_subversiva]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Participantes==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Fundo solidário]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Chamada==    &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                               &lt;br /&gt;
No começo de dezembro a Nuvem vai organizar o encontro Economias Subversivas. Durante 5 dias estaremos compartilhando novas maneiras de fazer trocas, investir, descrescer e financiar ações e projetos, num ambiente de imersão. Se você tem uma ideia ou uma experiência que gostaria de compartilhar, leia a chamada e se inscreva. Serão convidadas 5 a 7 pessoas de qualquer parte do Brasil com passagem, alimentação e hospedagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Dinerogratis.gif|frame|c|left|http://www.sindominio.net/eldinerogratis/]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há décadas, desde a hegemonia do modelo neoliberal, os governos e populações se tornaram subordinados aos grandes grupos financeiros. Mesmo com eleições regulares, os representantes escolhidos pouco podem fazer – ou querem fazer -  em relação a esse arranjo de poderes. Na crise especulativa de 2008, foi a população que teve de pagar o resgate das instituições financeiras, enquanto até os bônus dos CEOs das corporações delinquentes foram mantidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É evidente que as tecnologias vem criando novas configurações na economia. Mas os modelos de negócio baseados no financiamento e venda de start-ups são controlados inteiramente pelos mesmos  grupos financeiros de sempre. Por mais que o Uber crie novas oportunidades de emprego, eses empregos tem a fragilidade precária de depender da estratégia da empresa, que sobe ou desce taxas sempre que lhe convém . Por outro lado, os investimentos iniciais para montar uma alternativa são altíssimos – o capital de risco financia as viagens baratas oferecidas com o objetivo de dominar mercados “virgens”.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O encontro Economias Subversivas quer investigar ideias e iniciativas que desmontem os modelos existentes. Os startups “disruptivos”, em sua maioria, só fazem reforçar sistemas de controle financeiros e concentrar ainda mais a renda em estruturas hierarquizadas e fechadas.  Acreditamos que a economia pode ser plataforma e tubo de ensaios para criatividade de qualquer um. Afinal as finanças são baseados no crédito, que nada mais é do que a ideia de emprestar bens à base de confiança, e, opcionalmente, de uma compensação. Das grandes navegações e os primeiros bancos até os fundos hedge e as criptomoedas, toda economia se baseia nessa premissa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Procuramos projetos que sejam sustentáveis economicamente, mas controlados pelas comunidades e que as beneficiem. A difusão e barateamento da tecnologia possibilitam que apareçam soluções locais. A geração de energia, produção de alimentos, comunicação, transportem já prescindem dos grandes modelos verticais. Porque  continuamos a depender das megaempresas de infraestrutura? Porque as células produtivas continuam a ser baseadas no empreendedorismo centralizador, hierárquico, voltado para enriquecimento pessoal, enquanto os modelos cooperativos se tornam cada vez mais difíceis de realizar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Queremos alternativas para as moedas, para os bancos, financiamentos e investimentos. O modelo econômico baseado no crescimento do PIB atingiu o limite planetário de produção de bens. Produz-se alimentos suficiente para 10 bilhões de pessoas, enquanto quase dez por cento dos 7 bilhões de humanos passa fome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse encontro, serão selecionadas 5 a 7 propostas, ideias, elucubrações – práticas ou teóricas, ficcionais ou em andamento – que queiram subverter a ordem econômica existente através de microprojetos, romances, instalações, startups cooperativos, criptocréditos, arranjos produtivos, mercados de trocas, etc. Durante os 5 dias do encontro,  os selecionados irão interagir com os convidados – pessoas que já realizaram projetos similares, ou que tem estudos sobre o tema – sobre a viabilidade, potenciais e fraqueza do seu projeto. A Nuvem oferece transporte, alimentação e hospedagem para todos os participantes. A hospedagem é na própria casa do encontro, em quartos coletivos mistos com 4 pessoas cada, no máximo; a alimentação é vegetariana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além da chamada para o encontro, convidaremos em breve a enviar textos em torno do tema, de até 30 laudas, para uma publicação com lançamento no começo de 2017.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Inscrições==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''As inscrições para o encontro já estão encerradas.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns links de referência e inspiração:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.sindominio.net/eldinerogratis/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.thephone.coop/about-us/who-we-are/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/fork-the-economy&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://thinkeconomia.com/pdf/openCallEconomia.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://medium.com/@trebors/platform-cooperativism-vs-the-sharing-economy-2ea737f1b5ad#.oq2occhfl&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/enspiral-changing-the-way-social-entrepreneurs-do-business&lt;br /&gt;
http://enspiral.com/about-enspiral/faq/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://loophole4all.com/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://disobedience.eu/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/new-ridesharing-alternatives-thrive-after-uber-leaves-austin&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://flinc.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.gocarma.com &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://colivre.coop.br/sobre/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://miamirail.org/visual-arts/new-business-art-in-search-of-alternative-economic-systems-2/ - Justine Ludwig&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://bhaz.com.br/2016/09/19/gasolina-paga-com-papel-ungido-por-cristo-vira-caso-de-policia-em-posto-de-combustivel/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.noitosfera.com/rm/s02/e06&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Apoio==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa atividade tem o apoio da Fundação Ford.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Ford.png]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Quinta_renda&amp;diff=14750</id>
		<title>Quinta renda</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Quinta_renda&amp;diff=14750"/>
				<updated>2016-12-06T20:46:04Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: Criou página com 'Mostrou um vídeo ensaio sobre o panamá. Com textos do odebrechet escreveu com imagens do panamá e textos de ???? Faz parte de uma série que chama a quinta renda, e com esp...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Mostrou um vídeo ensaio sobre o panamá. Com textos do odebrechet escreveu com imagens do panamá e textos de ????&lt;br /&gt;
Faz parte de uma série que chama a quinta renda, e com especulação orientada ao objeto, ela não analisa os fenômenos analisados pelo mercado pelos tradeeres mas analisa a ontologia desse objeto no mundo e ocmo cria condições de análise de conjuntura, que ficamos pensando, fazendo poesia, arte, etc..&lt;br /&gt;
QUeria ir para panama para olhar as obras da odebrecht de perto, inclusive um viaduto marítimo visto na imagem. A odebrechet também fez parte da obra que destruiu a perimetral e refez tudo. E esse cinturão a cinta costeira 3, e vai até 5, mas são obras inúteis, com a desculpa de desafogar o tráfego. ZOou a praia inteira, e coloca em risco o estatudo de patrimônio histórico do centro da cidade.&lt;br /&gt;
Através do sistema de privilégios que já sabemos aqui. Faz doação para campanha política e dali x anos consegue as licitações de grandes obras públicas.&lt;br /&gt;
O filme é levar a palavra especulação para esse campo ontológico. Filmei lá e fiz 3 viagens depois, quando voltei editei, e foi lançado em 2016 numa esposição de arte, numa exposição coletiva com artistas que tinham viajado para esses países.O sesc pagou o cachê, mas o financiamento do projeto foi próprio.&lt;br /&gt;
Tem um texto que vai passar por e-mail.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Economias_Subversivas&amp;diff=14749</id>
		<title>Economias Subversivas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Economias_Subversivas&amp;diff=14749"/>
				<updated>2016-12-06T20:45:35Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: /* Apresentações: */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
'''Economia Subversiva 01/12 - Quinta'''&lt;br /&gt;
Dia 1 / manhã&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Documentação==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai rolar uma publicação, a partir de textos elaborados aqui e uma chamada aberta até 15/01 para outras pessoas que não estão aqui. Textos de mno máximo 30 laudas.&lt;br /&gt;
Publicar no começo do ano que vem o Adriano Belisaro vai organizar isso.&lt;br /&gt;
Tema experiências e propostas em economias subversivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Geral===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- foz: rodando o país com objetivo de encontrar lugar para morar, conhecendo vários projetos e comunidades, e os projetos economicos tem chamado muito nossa atenção. EStamos nas pesquisas e na prática do faça você mesmo fazem muitos anos, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pedro victor: Artista, trabalha com imagem e performance e experimentos sociais, com abordagens teóricas e práticas sobre economia pós escassez, e pensar ensaios para isntituições jurídicas do futuro que não conhecemos. Trabalha Rio e Sampa, está um pouco nômade nos últimos 4 anos, em diversas atividades. Escreve textos também. Pensando dimensões técnicas, estéticas e políticas de coisas autorais e coletivas em sistemas mais abertos. Amador profissional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Guilherme: Se inscreveu para falar experiência que tem no sul estão construindo universidade alternativa de comunidade (UNIPERMACULTURA e permacultura. Tem conseguido apoios para fazer isso de forma bem intensiva. Está há um tempo trabalhando com indígenas. Primeiro curso de especialização - pós na universidade do cariri no Ceará e no sul como curso de extensão. Estão trabalhando com tabaco agroecológico e também para criação de um método de exodo urbano - transitions farm. Ocupação de escolas através de comodato e sistemas educacionais para construções de casas. É professor dá aula para universidade e cursos, é biólogo e trabalha mais com filosófico e ética da permacultura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Juliana: Do Rio andou nômade morou na argentina, está meio São Paulo e quer cair fora de lá. Trabalha com artes visuais e etc. No campo da pesquisa e curadoria e veio fazer um estudo sobre tecnologias e técnica e cultura e forma desviantes de atuar com tecnologia e começou a se interessar por aspectos economicos dentro e fora da arte. Começou a investigar sobre outras esssa ecnomia se tornou mito da nossa sociedade. Fez umam exposição de estudo sobre mercantismo. Estuda jurisdicção dentro do campo economico. E gostaria de pensar aqui, dentro do campo da arte temos abordagens conceituais mas a prática é conservadora, pensar outras formas de fazer arte produzir, se expor. COmo produzimos artes, temos editais, galerias, mas pensar outrs economias para a produção artística. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Bruno: da Nuvem. Começou em 2011, o objetivo vem sempre pela autonomia. E a comunidade também, pensar potenciais para autosustentação de alimentos, energia, acreditamso no potencial da contaminação da arte para o técnico. E não vendo como uma coisa só. Sempre unindo projetos mais artísticos com técnicos um do lado do outro. E essa chamada não foi diferente. Olhando para o potencial do faça você mesmo. Moedas que não passam por empresas e pelo estado. Pesquisa que Ivan faz como advogado, chama de direito sobre tecnologia. Pensando em formas de organização que não estão nos livros. Deve ser o último evento nessa casa, depois vamos para o sítio aqui perto. O sítio é próprio. É uma comunidade de algumas pessoas, produz muito tem SAF, horta, e inserido dentro do projeto de autonomia tecnologica, pois tem uma rede comunitária na Vila da Fumaça. VOu me apresentar também, por essa experiência que vem se construindo pouco a pouco com autofinanciamento da própria rede e como modelo para ser apropriado por outras redes de comunicação comunitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ana Fradique: É nômade profissional artística, vem de uma aldeia em portugal. Foi para finlandia, e mestrado em arte ambiental. Nesse momento olhando sistemas e fazendo análises e diagnosticando através da arte. Começou a fazer propostas de experimentos sociais e organizacionais em coleitvo e trabalhando cada vez mais, coletivo molecular organization. E pensando a imaterizalização da economia e das formas de produçõa e o que é produzido. Acabou fudndando uma cooperativa chamada robin hood. Se move nos meios das artes ou qualquer outra oportunista que for necessário. Ocupando as ruas de outras maneiras, tem uma start up ligadao ou robin hood, para desascralizar as finanças para que seja útil as pessoas. Vive no Rio há 3 anos, e participa de outras iniciativas não ligadas a finanças em relação a vivência coletiva. Robin HOod assetmant cooperativa ??? Economic Space management.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ivan: Especialista em direito social. Era bem pago para &lt;br /&gt;
As autoridades precisam de um assessor que fale a verdade era bem pago para isso, mas só quando era chamado, era assessor de um desembargador por 9 anos e ganhou com muita perseguissão 2 ou 3 precatórios e 2 ou 3 ??? de pequeno valor. Nos últimos anos tem trabalhado de graça na proposta de construir instrumentos e ferramentas para ver na prática como se resgata esse direito em propriedades coletivas. Hoje tem uma associação mutual, junto com um amigo que participou de uma mutual argentina, com a proposta de reconstruir a propriedade coletiva, comprou uma terra que está em processo de coletivizaçáo. e com um fundo social mutual para construir uma coooperativa integral, mas diferente da espanha é focada por ser dona dos meios de produção não apaenas um guarda chuva jurídico. Não necessariamente aqueles que vão morar, pois é um local para morar, gerar renda e cuidar da saúde, esses 3 princípios que focamos. Por necessidade estamos usando ela juridicamente para fazer a cooperativa integral focada na detenção dos meior de produções naquela terra. Pessoas que não querem ser empregados e querem ser seu próprio patrão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Lirca: de barcelona, mas mora aqui desde 2013. Trabalha com agroecologia (http://cirandas.net/uilikande/os-projetos-produtos-e-pessoas-do-uilikande) e produção de geléias, está participando desde 2008 em projetos autogestionários. Em barcelona participou de uma denṹncia do mercado financeiro internacional, foi quando rolou a crise, o Enric Duran fez parte deesse protesto de denúncia, tentou uma greve de bancos, mas não foi muito para frente e pensaram numa cooperativa integral catalana (CIC) como forma de ocnstrução além da denúncia ficou nisso de 2008 a 2010 e a cooperativa começou a andar com pernas próprias. Daí a CIC seria um guarda chuva de várias propostas dentro de uma mesma forma legal (alternativa que aproveita a legalidade para se blindar perante o sistema e desenvolver os projetos). O seguinte nível (internacional) é a FAIRCOOP (guarda-chuvas de ferramentas). Acaba fazendo muitos projetos e tentando se sustentar. Não acho tempo para me envolver com a FAIRCOOP. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Aylen: córdoba- Argentina. Faz 3 meses que estou trabalhando em nódulo local de FAIRCOOP, e cada um vai adaptaando a ideia a situação local. PRimeiro são os príncipios, não morte, não escravidão, são as guias. Depois a questão vida, tenho 2 filhos, que em elevou a tudo que fiz, se quero trabalhar na relação de dependẽncia não posso se meu filho fica doente, sou despedida. assim tudo que quis fazer o sistema te barra. Sempre na clandestinidade, a raiz dessa é que a cooperativa batetu a minha porta, e começamos a nos unir, todas as pessoas que estão fora do sistema. Sempre abaixo e na sombra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Matheus: de Salvador -BA - Ecolivre - cooperativa de tecnologias livres, presta serviços como desenvolvimento de redes sociais autonomas com a plataforma Noosfero. Há redes sociais que utilizam o Noosfero como o cirandas.net até softwarelivre.org. Atualmente estamos com 8 membros, mas já teve mais gente. Já tem 10 anos foi fundada em 2006 com pessoas do software livre em salvador e da economia solidária. A ideia é prestar serviço com desnevolvimento, consultoria, e formação em software livre. Formado em jornalismo trabalha com comunicação dentro da cooperativa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Tarcísio - mora em campinas é de São Paulo. Há 14 anso presidente da OSCIP Solear. Desde que se formou em política virou empreendedor social, teve bar, restaurante, produtor rural anos 90, disso foi para alimentação, dentro da UNicamp restaurante vegetariano (exótico), por conta de estar lá atraia muitas pessoas também exóticas e se envolveu num assunto que envolveu completamente que foi a lei das OSCIPs e foi a 4 aberta em Campinas. Passou por alegrias e desafios, morou uns anos foras, e com todas as experiências acumuladas de vida, conseguiu ter uma certa tecnoliga para ser empreeendedor social, nesses 15 anos, tem ótimos resultados, trabalha com empresas, para promover rachaduras, que agora estão se abrindo e tendo acessos economicos e trabalham com plantio de árvores, já plantaram 160 mil mudas, Solear escola Viveiro, nesse trabalho capacitamos e profissionalimos pessoas montando viveiros dentro de escolas, entranod no conteúdo curricular, árvores, plantas, mudas, ervas como complemento. E  por conta disso e dessa tragetória atendemos grandes empresas. Faz pequenos e macros projetos. E por conta de um projeto nano de capacitação de mulheres em vulnerabilidade em Campinas, elas se capacitaram e podem se tornar empreendedoras. Depois termina de apresentar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Drebs: Estamos no rolẽ, trabalho faz muito tempo com computação e está mudando um pouco o foco para sair um pouco do computador, tem trabalha um pouco com redes livres. Com interesse nas iniciativas autonomas economicas de diversos projetos que temos viajado. Diversas pessoas aqui conhecemos em outras atividades. Uma iniciativa em uma comunidade intencional é que não existe instrumento jurídico para posse coletiva da terra, mas não existe proibição então ficamos a mercê das avaliações dos juízes dos casos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ideia é ter as apresentações para depois surgir discussões gerais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Apresentações:===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Pão-pãozinho - Tarcísio]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[UniPermacultura - Guilherme]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Quinta renda]] - Pedro Ivo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Documentação temporária&lt;br /&gt;
[https://pad.riseup.net/p/economia_subversiva]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Participantes==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Fundo solidário]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Chamada==    &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                               &lt;br /&gt;
No começo de dezembro a Nuvem vai organizar o encontro Economias Subversivas. Durante 5 dias estaremos compartilhando novas maneiras de fazer trocas, investir, descrescer e financiar ações e projetos, num ambiente de imersão. Se você tem uma ideia ou uma experiência que gostaria de compartilhar, leia a chamada e se inscreva. Serão convidadas 5 a 7 pessoas de qualquer parte do Brasil com passagem, alimentação e hospedagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Dinerogratis.gif|frame|c|left|http://www.sindominio.net/eldinerogratis/]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há décadas, desde a hegemonia do modelo neoliberal, os governos e populações se tornaram subordinados aos grandes grupos financeiros. Mesmo com eleições regulares, os representantes escolhidos pouco podem fazer – ou querem fazer -  em relação a esse arranjo de poderes. Na crise especulativa de 2008, foi a população que teve de pagar o resgate das instituições financeiras, enquanto até os bônus dos CEOs das corporações delinquentes foram mantidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É evidente que as tecnologias vem criando novas configurações na economia. Mas os modelos de negócio baseados no financiamento e venda de start-ups são controlados inteiramente pelos mesmos  grupos financeiros de sempre. Por mais que o Uber crie novas oportunidades de emprego, eses empregos tem a fragilidade precária de depender da estratégia da empresa, que sobe ou desce taxas sempre que lhe convém . Por outro lado, os investimentos iniciais para montar uma alternativa são altíssimos – o capital de risco financia as viagens baratas oferecidas com o objetivo de dominar mercados “virgens”.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O encontro Economias Subversivas quer investigar ideias e iniciativas que desmontem os modelos existentes. Os startups “disruptivos”, em sua maioria, só fazem reforçar sistemas de controle financeiros e concentrar ainda mais a renda em estruturas hierarquizadas e fechadas.  Acreditamos que a economia pode ser plataforma e tubo de ensaios para criatividade de qualquer um. Afinal as finanças são baseados no crédito, que nada mais é do que a ideia de emprestar bens à base de confiança, e, opcionalmente, de uma compensação. Das grandes navegações e os primeiros bancos até os fundos hedge e as criptomoedas, toda economia se baseia nessa premissa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Procuramos projetos que sejam sustentáveis economicamente, mas controlados pelas comunidades e que as beneficiem. A difusão e barateamento da tecnologia possibilitam que apareçam soluções locais. A geração de energia, produção de alimentos, comunicação, transportem já prescindem dos grandes modelos verticais. Porque  continuamos a depender das megaempresas de infraestrutura? Porque as células produtivas continuam a ser baseadas no empreendedorismo centralizador, hierárquico, voltado para enriquecimento pessoal, enquanto os modelos cooperativos se tornam cada vez mais difíceis de realizar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Queremos alternativas para as moedas, para os bancos, financiamentos e investimentos. O modelo econômico baseado no crescimento do PIB atingiu o limite planetário de produção de bens. Produz-se alimentos suficiente para 10 bilhões de pessoas, enquanto quase dez por cento dos 7 bilhões de humanos passa fome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse encontro, serão selecionadas 5 a 7 propostas, ideias, elucubrações – práticas ou teóricas, ficcionais ou em andamento – que queiram subverter a ordem econômica existente através de microprojetos, romances, instalações, startups cooperativos, criptocréditos, arranjos produtivos, mercados de trocas, etc. Durante os 5 dias do encontro,  os selecionados irão interagir com os convidados – pessoas que já realizaram projetos similares, ou que tem estudos sobre o tema – sobre a viabilidade, potenciais e fraqueza do seu projeto. A Nuvem oferece transporte, alimentação e hospedagem para todos os participantes. A hospedagem é na própria casa do encontro, em quartos coletivos mistos com 4 pessoas cada, no máximo; a alimentação é vegetariana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além da chamada para o encontro, convidaremos em breve a enviar textos em torno do tema, de até 30 laudas, para uma publicação com lançamento no começo de 2017.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Inscrições==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''As inscrições para o encontro já estão encerradas.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns links de referência e inspiração:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.sindominio.net/eldinerogratis/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.thephone.coop/about-us/who-we-are/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/fork-the-economy&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://thinkeconomia.com/pdf/openCallEconomia.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://medium.com/@trebors/platform-cooperativism-vs-the-sharing-economy-2ea737f1b5ad#.oq2occhfl&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/enspiral-changing-the-way-social-entrepreneurs-do-business&lt;br /&gt;
http://enspiral.com/about-enspiral/faq/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://loophole4all.com/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://disobedience.eu/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/new-ridesharing-alternatives-thrive-after-uber-leaves-austin&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://flinc.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.gocarma.com &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://colivre.coop.br/sobre/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://miamirail.org/visual-arts/new-business-art-in-search-of-alternative-economic-systems-2/ - Justine Ludwig&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://bhaz.com.br/2016/09/19/gasolina-paga-com-papel-ungido-por-cristo-vira-caso-de-policia-em-posto-de-combustivel/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.noitosfera.com/rm/s02/e06&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Apoio==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa atividade tem o apoio da Fundação Ford.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Ford.png]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=UniPermacultura_-_Guilherme&amp;diff=14748</id>
		<title>UniPermacultura - Guilherme</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=UniPermacultura_-_Guilherme&amp;diff=14748"/>
				<updated>2016-12-06T20:44:18Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: Criou página com 'Meu nome é Guiherme sou curitibano, em 2009 fui pra recife fazer um curso de ciencias ambientais. Tive a oportunidade de ir ao epicentro Marizá, na Bahia. É uma suiça que...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Meu nome é Guiherme sou curitibano, em 2009 fui pra recife fazer um curso de ciencias ambientais. Tive a oportunidade de ir ao epicentro Marizá, na Bahia. É uma suiça que coordena que se chama Marsha Hanzi, ela trabalha com agroecologia, deu um curso de bruxaria branca, junto com exercícios devisualização criativa, abordou algumas coisas de permacultura, tivea chance de fazer vivência no sítio do mato, do thomaz nadador.&lt;br /&gt;
Nessaépoca a caravana arco-iris de la paz estava lá também alberto roizque escreveu guerreiros do arco-iris. Lá tinha um núcleo depermacultura e xamanismo, conheci o Neymar, que vendia sabonete nafaculdade, conheci a permacultura, lá no bicho do mato com o MarcosNinguém. De 2009 a 2012 em Recife se criou um anti projeto com omovimento ocupe estelita, veio em oposição a um projeto de 12torres de 40 andares no centro do recife, teve um leilão, ecomeçamos a fazer eventos de ocupação em 2012 para 2013, quandocomeçaram a demolir o cais, em 1h tinha 2000 pessoas ocupando lá,em 1h demoliram o cais de açúcar, e ficamos 40 dias até ter adesapropriaçõa. E tinha um centro sabiá de agroecoogia e tinha omovimento campo cidade com objetivo de aproximar o campo da cidade.Entrei em contato com thomaz, marsha, etc, e me convidaram paraintegrar um conselho de assentamentos sustentável da américalatina, ??? Que é um braço do GEN trabalha com assentamentoshumanos sustentáveis, ecovilas, etc... Fui fazer mestrado no INPA naamazônia com comunidades indígenas, e o Marcos falou de um projetoinovador de ecovilas no Sul e criar um modelo que englobe educação,assentamento sustentável e permacultura.&lt;br /&gt;
Omarcos junto com o irmão montaram um vídeo com maquetes virtuais,esse modelo de ecovila que é novo, consórcio que faz oposição daminha casa mnha vida e das empreiteiras, são 40 casasa numacomunidade rural, que tinha 5000 pessoas e por conta de uma barragempassou a ter 400 pessoas, a comunidade se chama dom josé em alpestreRS. Através do projeto de ecovila, ocupamos um prédio no sistema decomodato, conseguiu uma escola pública por 10 anos e a organizaçãosocial tem a sede nessa escola agora.&lt;br /&gt;
Vídeodisponível no YOUTUBE no UNIPERMACULTURA.&lt;br /&gt;
Projetoarquitetônico mostrando o terreno de 4hectares, São embioconstrução, que tem o diálogo com modelo convencional, com lajede concreto. Cda 4 casas tem uma horta dcoletiva, o esgoto emevapotranspiração ocm bananaeiras, tem um espaço comunitário comaçude e centro de convivência, e uma agrofloresta com 400 árvoresenxertadas frutíferas. Em janeiro estreia as 4 primeiras casas, éum projeto de 6 anos, construído em mutirão. Ecovila Dom José podeprocurar no youtube. &lt;br /&gt;
Aterra tá no nome da associação, para transferir o direito da terrapara associação que é dos moradores, as tomadas de decisão sãosociocracia, modelo de consenso progressivo, e trabalha não só aequanimidade mas a participação também. Quem tá mais envolvido,quem tá a mais tempo e tem mais comprometimento por estar lá, temmais poder decisão. O intuito da sociocracia é fazer o que temmelhor para fazer naquele tempo curto. Vimos isso nesse mesmoprocesso, tudo tem que ser decidido por todos em todo momento, asdecisões são melhor feitas de forma progressiva, toma uma decisãoe vai incorpornado ela, as vezes votação, as vezes consenso, eassim que tem sido até agora. &lt;br /&gt;
Oque acho revolucionário é essa interseção. Temos montado daseguinte forma, a grande solução da cidade é sair da cidadegrande, e acabar com a cidade, e não tem jeito disso acontecer semsair dela, pelo próprio modelo em si, a verticalização e etc entãocomo é melhor para ir para o campo, Chamamos isso de transistionsfarms, um modelo pós colapso para uma resiliência no campo, nosbaseamos em 3 frentes.&lt;br /&gt;
Temosuma ocupação, sabemos que muitos lugares tem pouca gente no campo.Para não ter modelo barraca do MST que é insalubre, temos feitoparcerias para ocupar esses espaços, para poder gerar abrigo,segurança para conseguir os objetivos.&lt;br /&gt;
Aescola ocupada que tem a UNIPERMACULTURA era uma escola que estavadesocupada, e o que fazer com essas escolas? &lt;br /&gt;
Criamos cursos de extensão através de cooperação técnica,através de uma empresa e universidade, cria um curso de extensão.Tripé da universidade extensão, educação e pesquisa, então issoé favorável para uma universidade, uma incubadora, uma empresa quetrabalhe com os alunos na extensão rural. Estamos entrando levandoagroecologia, fortalecendo a agricultura familiar, fizemos acordo comuniv fed fronteira sul, univ federal cariri, univ fed santa maria ???&lt;br /&gt;
Montamosum curso de permacultura, PDC quase sempre é de 120h e faz o cursode design. Diversas instituições fazem e trabalhamos com aprofissionalização e a popularização. &lt;br /&gt;
Elaboramosum curso de 2 anos presencial 2 a 3h por dia, com todo o cronogramado PDC. Primeiro semestre introd. Permacultura, design, etica energia&lt;br /&gt;
segundoagua, solos, topografia e design 2 com consultoria, modelagem 3d,expressão gráfica, softwares, base de arquitetura, engenhaira,agroecologia, agroflorestas.&lt;br /&gt;
osultimos dois anos são bem aplicados, os priimeiros conceituais&lt;br /&gt;
Sãodiferentes professores que trazem seu conhecimento para essas aulas.&lt;br /&gt;
Agoraabrimos EAD, com 1 encontro presencial por ano.&lt;br /&gt;
Comisso temos pessoas fazendo volutariado para construção, efornecemos abrigo e comida. No primeiro ano não fizemos de graça,cobrávamos 200,00 por mês para passagens de professores e custo.Criando a ecolila viabilizamos isso, compramos um terreno e fizemosuma ecovila bioconstruída, assim os alunos constrõem e praticam oque estão aprendendo.&lt;br /&gt;
Foia primeira ecovila toda planejada em bioconstrução e construída emforma de mutirão com os alunos do curso.&lt;br /&gt;
Usamostécnica de super adobe com terra ensacada que depois é queimado efeito o reboco com 7 para 1 de terra para cimento no reboco. &lt;br /&gt;
Asegunda ecovila tem diferente modelos de casa, até com tipiconstrução de lona e bambu. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A proposta que me atraiu e que estamos fazendo é o mais simples e menos custoso possível. Lançamos um desafio de alguém mostrar alguma casa em ecovila ou minha casa minha vida, que ofereça uma casa no mesmo molde mais barato que você ganha uma casa de graça.&lt;br /&gt;
As 40 casas vão ser construídas por alunos e foram vendidas para pessoas que compraram as casas no valor de R$ 20 mil cada. &lt;br /&gt;
Os estudantes estudam a noite e de dia trabalham 6h em mutirão, construindo as 40 casas. Já tem 35 vendida, a cada 5 meses a pessoa paga 2mil reais. As primeiras 5 casas custaram 20 mil e as outras 35 custaram 40 mil.&lt;br /&gt;
Fizeram as casas o mais barato possível, já tem outros modelos de ecovila, com outros modelos de casas. &lt;br /&gt;
As casas da ecovila são na forma de consórcio, você vai pagando e é sorteado ao longo do tempo.&lt;br /&gt;
As próximas ecovilas vão ser construída com cooperativas de crédito, serão casas de alto padrão.&lt;br /&gt;
Então o direito de uso é do associado, e que paga consórcio, e tem o direito de morar nessa casa enquanto estiver associado. A única coisa é que não acreditamos no direito de posse da terra, para não gerar especulação e não sair das diretrizes de não usar agrotóxico, ecovila laica, então a pessoa tem o direito de uso. Basicamente você não pode nada nos locais comuns e pode tudo dentro das suas casas.&lt;br /&gt;
Isso é uma questão numa grande parte das ecovilas, por isso tentamos garantir isso com esse modelo.&lt;br /&gt;
Fizemos um tripé alimentação e produção de agricultura familiar, dentro do universo da realidade de lá é o plantio do tabaco para vender para grandes marcas, e propomos plantar com agroecologia e plantio orgânico, criamos o tabaco dom josé e plantamos 3000 pés com aplicação de neem, melhoramento do solo com adubo orgânico, sem defensivos, sem adubo químico, plantamos da forma tradicional do tabaco de rezo, os guaranis plantam no sul como planta da palavra. Trabalhamos com esse pacote agroecológico e para consumir criamos um selo, pegamos um modelo de certificação participativa que é o modelo da ecovida lá do sul. É uma lista que os produtores usam. Criamos um selo que é o Agroeco, que tem 4 princípios, não pode ter histórico de agressão familiar, ou seja para vender o tabaco para a gente não pode ter esse histórico para garantir a segurança da agricultura familiar, não pode ter histórico de caça silvestre, lá tem um histórico, mas naquele ambiente de fragmentação na agrivultura não é sustentável, não pode usar agrotóxicos, veneno e não pode usar sementes transgênicas. &lt;br /&gt;
Com o MDA a embrapa fizeram a assitência técnica, e eles tem poucos técnicos e apontamos que estamos formando técnicos, conseguimos apoio para cirar esse selo, e de 3mil pés estamos agora plantando 9mil. Estamos trabalhando com arrendamento, tem 4 famílias que são agricultores mais velhos, e não dão conta de cuidar do campo deles, como levamos muita gente, os alunos estão plantando e assim também gerando renda para eles, trabalham com a compra garantida da produção da agricultura familiar de 12 reais passou para 30 o kg do tabaco, esse é o valor que pagamos. Faz o plantio e a venda direta. A plantação de alimentação os alunos comercializam na feira toda sexta em Alpestre, a CCA tão rolando na feira, tem um esquema montado só para agricultura, em convênio com a EMATER, o que garante é o tabaco. Nosso tripé é montar universidade, fomentar a produção agrícola, &lt;br /&gt;
Vende pela internet o tabaco Dom José.&lt;br /&gt;
Direito de superfície é um direito de uso da terra que é um contrato de papel.&lt;br /&gt;
COmo vocês vendem o tabaco no mercado? fizemos um contrato de parceria com uma empresa de tabaco e usa o  CNPJ dela, era uma empresa particular que não estava usando e eles cederam para a gente, tem máquina de recorte e embaladeira, tudo que fizemos foi em parceria com orgãos de agricultura, universidade e prefeitura.&lt;br /&gt;
A feira fica na cidade, estavamos produzindo chocolate também, chamava AHO, tinha veganos e ao leite, fazia kumbaya, também sabonete, xampu, vendia desde sabonete até casa pronta. Todo ano fazíamos um curso de PDC gratuíto, o PDC+. &lt;br /&gt;
Fizemos PDC e chamamos o Rob Hopkins que criou o conceito de transitions towns (tem o livro), quando começamos a pensar no transistion farm, que é a transição da roça.&lt;br /&gt;
BIll Molison&lt;br /&gt;
David Homns&lt;br /&gt;
Rob Hopkins&lt;br /&gt;
Como gerar uma economia criativa e gerar abundância no campo.&lt;br /&gt;
Permacultura para todos, pobre, rico, indígena, quilombola.&lt;br /&gt;
Procuramos ecoempreendedores para replicar essa experiência, estamos entrando com cursos a distância.&lt;br /&gt;
O que fazemos lá é pegar terra ociosa para fazer plantio, tem gente que tá produzindo tabaco e vendendo para nós.&lt;br /&gt;
QUem vai fazer o curso paga uma taxa par de 200 por mês para fazer o curso, se a pessoa quiser pode trabalhar na ecovila em troca de hospedagem e comida, e se quiser nas horas vagas trabalha no tabaco e gera uma renda. Esse é o método que desenvolvemos da fazenda em transição, quem compra uma casa na ecovila pode só morar lá, tem gente que faz o curso e é de alpestre tem um onibus que vem todo dia da cidade e os moradores de lá não pagam o curso.&lt;br /&gt;
Na ecovila a produção é só para subsitência dos próprios moradores.&lt;br /&gt;
Nosso papel lá é trabalhar com a gestão desses recursos. Quem trabalha com tabaco recebe igual, é pouco. Mas durante os 6 primeiros meses gastei lá 200 reais, basicamente sorvete.&lt;br /&gt;
Tem um casal do ceará que quer fazer uma unipermacultura lá, eu quero fazer uma em Fernando de Noronha.&lt;br /&gt;
O convênio com a universidade o que ela entra? ela dá a certificação, um diploma. Lá no ceará teve encontro de xamanismo e permacultura. E a universidade criou o curso de pós na federal de cariri, e criaram o curso de extensão lá no sul, mesmo a universidade sendo no nordeste.&lt;br /&gt;
A federal da fronteira sul, escreveu o livro sementes do mal, e aprovou a extensão de bioconstrução. A idéia é ter até 200 pessoas por vez lá. Estamos fazendo cohousing para poder abrigar as pessoas lá.&lt;br /&gt;
E o interessante é que tem muito lugar no interior assim!&lt;br /&gt;
É um modelo de resgate a terra do cenário do holming, o bill molison quando elaboraram a permacultura falarm em 4 cenário tecnofantasia, madmax no outro escassez de recursos e no meio cidades verdes e o cenário do resgate a terra, a volta do homem ao campo e valorização dos saberes tradicionais. Fazer o resgaste a terra.&lt;br /&gt;
Tá no campo o que precisa? Saneamento, água, alimento, como trabalha com resíduos, educação,&lt;br /&gt;
Lá é estratégico, tá perto da Escola Aimee em ??? ...&lt;br /&gt;
Estamos fazendo as fossas ecológicas agora, e depois cada semestre 2 famílias vão entrando. &lt;br /&gt;
Tem 2 aldeias indígenas lá perto, tem 2 florestas, queremos fazer projetos lá, inventário florestal, crédito de carbono. Tinha uma escola de circo e metade foi embora com a escola de circo.&lt;br /&gt;
Estamos com 1 ano e 8 meses. A gente fazia sempre o PDC gratuíto no sul, pr, sc e rs. Tanto quanto o marcos e o irmão são lá de alpestre, teve articulação com a prefeitura.&lt;br /&gt;
Fica a 8km da cidade de alpestre. Dá 40 min de ônibus da cidade, mas 1h tá em chapecó tem universidade e aeroporto. Tá perto de uma realidade. Bebe o vinho feito pelo vizinho, o outro leva queijo para gente. TEm desde comida organica local, tivemos visita dos pajés do Acre, temos investido em publicidade, design. O vídeo é bem produzido.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Economias_Subversivas&amp;diff=14747</id>
		<title>Economias Subversivas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Economias_Subversivas&amp;diff=14747"/>
				<updated>2016-12-06T20:43:37Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: /* Apresentações: */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
'''Economia Subversiva 01/12 - Quinta'''&lt;br /&gt;
Dia 1 / manhã&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Documentação==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai rolar uma publicação, a partir de textos elaborados aqui e uma chamada aberta até 15/01 para outras pessoas que não estão aqui. Textos de mno máximo 30 laudas.&lt;br /&gt;
Publicar no começo do ano que vem o Adriano Belisaro vai organizar isso.&lt;br /&gt;
Tema experiências e propostas em economias subversivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Geral===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- foz: rodando o país com objetivo de encontrar lugar para morar, conhecendo vários projetos e comunidades, e os projetos economicos tem chamado muito nossa atenção. EStamos nas pesquisas e na prática do faça você mesmo fazem muitos anos, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pedro victor: Artista, trabalha com imagem e performance e experimentos sociais, com abordagens teóricas e práticas sobre economia pós escassez, e pensar ensaios para isntituições jurídicas do futuro que não conhecemos. Trabalha Rio e Sampa, está um pouco nômade nos últimos 4 anos, em diversas atividades. Escreve textos também. Pensando dimensões técnicas, estéticas e políticas de coisas autorais e coletivas em sistemas mais abertos. Amador profissional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Guilherme: Se inscreveu para falar experiência que tem no sul estão construindo universidade alternativa de comunidade (UNIPERMACULTURA e permacultura. Tem conseguido apoios para fazer isso de forma bem intensiva. Está há um tempo trabalhando com indígenas. Primeiro curso de especialização - pós na universidade do cariri no Ceará e no sul como curso de extensão. Estão trabalhando com tabaco agroecológico e também para criação de um método de exodo urbano - transitions farm. Ocupação de escolas através de comodato e sistemas educacionais para construções de casas. É professor dá aula para universidade e cursos, é biólogo e trabalha mais com filosófico e ética da permacultura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Juliana: Do Rio andou nômade morou na argentina, está meio São Paulo e quer cair fora de lá. Trabalha com artes visuais e etc. No campo da pesquisa e curadoria e veio fazer um estudo sobre tecnologias e técnica e cultura e forma desviantes de atuar com tecnologia e começou a se interessar por aspectos economicos dentro e fora da arte. Começou a investigar sobre outras esssa ecnomia se tornou mito da nossa sociedade. Fez umam exposição de estudo sobre mercantismo. Estuda jurisdicção dentro do campo economico. E gostaria de pensar aqui, dentro do campo da arte temos abordagens conceituais mas a prática é conservadora, pensar outras formas de fazer arte produzir, se expor. COmo produzimos artes, temos editais, galerias, mas pensar outrs economias para a produção artística. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Bruno: da Nuvem. Começou em 2011, o objetivo vem sempre pela autonomia. E a comunidade também, pensar potenciais para autosustentação de alimentos, energia, acreditamso no potencial da contaminação da arte para o técnico. E não vendo como uma coisa só. Sempre unindo projetos mais artísticos com técnicos um do lado do outro. E essa chamada não foi diferente. Olhando para o potencial do faça você mesmo. Moedas que não passam por empresas e pelo estado. Pesquisa que Ivan faz como advogado, chama de direito sobre tecnologia. Pensando em formas de organização que não estão nos livros. Deve ser o último evento nessa casa, depois vamos para o sítio aqui perto. O sítio é próprio. É uma comunidade de algumas pessoas, produz muito tem SAF, horta, e inserido dentro do projeto de autonomia tecnologica, pois tem uma rede comunitária na Vila da Fumaça. VOu me apresentar também, por essa experiência que vem se construindo pouco a pouco com autofinanciamento da própria rede e como modelo para ser apropriado por outras redes de comunicação comunitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ana Fradique: É nômade profissional artística, vem de uma aldeia em portugal. Foi para finlandia, e mestrado em arte ambiental. Nesse momento olhando sistemas e fazendo análises e diagnosticando através da arte. Começou a fazer propostas de experimentos sociais e organizacionais em coleitvo e trabalhando cada vez mais, coletivo molecular organization. E pensando a imaterizalização da economia e das formas de produçõa e o que é produzido. Acabou fudndando uma cooperativa chamada robin hood. Se move nos meios das artes ou qualquer outra oportunista que for necessário. Ocupando as ruas de outras maneiras, tem uma start up ligadao ou robin hood, para desascralizar as finanças para que seja útil as pessoas. Vive no Rio há 3 anos, e participa de outras iniciativas não ligadas a finanças em relação a vivência coletiva. Robin HOod assetmant cooperativa ??? Economic Space management.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ivan: Especialista em direito social. Era bem pago para &lt;br /&gt;
As autoridades precisam de um assessor que fale a verdade era bem pago para isso, mas só quando era chamado, era assessor de um desembargador por 9 anos e ganhou com muita perseguissão 2 ou 3 precatórios e 2 ou 3 ??? de pequeno valor. Nos últimos anos tem trabalhado de graça na proposta de construir instrumentos e ferramentas para ver na prática como se resgata esse direito em propriedades coletivas. Hoje tem uma associação mutual, junto com um amigo que participou de uma mutual argentina, com a proposta de reconstruir a propriedade coletiva, comprou uma terra que está em processo de coletivizaçáo. e com um fundo social mutual para construir uma coooperativa integral, mas diferente da espanha é focada por ser dona dos meios de produção não apaenas um guarda chuva jurídico. Não necessariamente aqueles que vão morar, pois é um local para morar, gerar renda e cuidar da saúde, esses 3 princípios que focamos. Por necessidade estamos usando ela juridicamente para fazer a cooperativa integral focada na detenção dos meior de produções naquela terra. Pessoas que não querem ser empregados e querem ser seu próprio patrão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Lirca: de barcelona, mas mora aqui desde 2013. Trabalha com agroecologia (http://cirandas.net/uilikande/os-projetos-produtos-e-pessoas-do-uilikande) e produção de geléias, está participando desde 2008 em projetos autogestionários. Em barcelona participou de uma denṹncia do mercado financeiro internacional, foi quando rolou a crise, o Enric Duran fez parte deesse protesto de denúncia, tentou uma greve de bancos, mas não foi muito para frente e pensaram numa cooperativa integral catalana (CIC) como forma de ocnstrução além da denúncia ficou nisso de 2008 a 2010 e a cooperativa começou a andar com pernas próprias. Daí a CIC seria um guarda chuva de várias propostas dentro de uma mesma forma legal (alternativa que aproveita a legalidade para se blindar perante o sistema e desenvolver os projetos). O seguinte nível (internacional) é a FAIRCOOP (guarda-chuvas de ferramentas). Acaba fazendo muitos projetos e tentando se sustentar. Não acho tempo para me envolver com a FAIRCOOP. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Aylen: córdoba- Argentina. Faz 3 meses que estou trabalhando em nódulo local de FAIRCOOP, e cada um vai adaptaando a ideia a situação local. PRimeiro são os príncipios, não morte, não escravidão, são as guias. Depois a questão vida, tenho 2 filhos, que em elevou a tudo que fiz, se quero trabalhar na relação de dependẽncia não posso se meu filho fica doente, sou despedida. assim tudo que quis fazer o sistema te barra. Sempre na clandestinidade, a raiz dessa é que a cooperativa batetu a minha porta, e começamos a nos unir, todas as pessoas que estão fora do sistema. Sempre abaixo e na sombra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Matheus: de Salvador -BA - Ecolivre - cooperativa de tecnologias livres, presta serviços como desenvolvimento de redes sociais autonomas com a plataforma Noosfero. Há redes sociais que utilizam o Noosfero como o cirandas.net até softwarelivre.org. Atualmente estamos com 8 membros, mas já teve mais gente. Já tem 10 anos foi fundada em 2006 com pessoas do software livre em salvador e da economia solidária. A ideia é prestar serviço com desnevolvimento, consultoria, e formação em software livre. Formado em jornalismo trabalha com comunicação dentro da cooperativa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Tarcísio - mora em campinas é de São Paulo. Há 14 anso presidente da OSCIP Solear. Desde que se formou em política virou empreendedor social, teve bar, restaurante, produtor rural anos 90, disso foi para alimentação, dentro da UNicamp restaurante vegetariano (exótico), por conta de estar lá atraia muitas pessoas também exóticas e se envolveu num assunto que envolveu completamente que foi a lei das OSCIPs e foi a 4 aberta em Campinas. Passou por alegrias e desafios, morou uns anos foras, e com todas as experiências acumuladas de vida, conseguiu ter uma certa tecnoliga para ser empreeendedor social, nesses 15 anos, tem ótimos resultados, trabalha com empresas, para promover rachaduras, que agora estão se abrindo e tendo acessos economicos e trabalham com plantio de árvores, já plantaram 160 mil mudas, Solear escola Viveiro, nesse trabalho capacitamos e profissionalimos pessoas montando viveiros dentro de escolas, entranod no conteúdo curricular, árvores, plantas, mudas, ervas como complemento. E  por conta disso e dessa tragetória atendemos grandes empresas. Faz pequenos e macros projetos. E por conta de um projeto nano de capacitação de mulheres em vulnerabilidade em Campinas, elas se capacitaram e podem se tornar empreendedoras. Depois termina de apresentar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Drebs: Estamos no rolẽ, trabalho faz muito tempo com computação e está mudando um pouco o foco para sair um pouco do computador, tem trabalha um pouco com redes livres. Com interesse nas iniciativas autonomas economicas de diversos projetos que temos viajado. Diversas pessoas aqui conhecemos em outras atividades. Uma iniciativa em uma comunidade intencional é que não existe instrumento jurídico para posse coletiva da terra, mas não existe proibição então ficamos a mercê das avaliações dos juízes dos casos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ideia é ter as apresentações para depois surgir discussões gerais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Apresentações:===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Pão-pãozinho - Tarcísio]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[UniPermacultura - Guilherme]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Documentação temporária&lt;br /&gt;
[https://pad.riseup.net/p/economia_subversiva]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Participantes==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Fundo solidário]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Chamada==    &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                               &lt;br /&gt;
No começo de dezembro a Nuvem vai organizar o encontro Economias Subversivas. Durante 5 dias estaremos compartilhando novas maneiras de fazer trocas, investir, descrescer e financiar ações e projetos, num ambiente de imersão. Se você tem uma ideia ou uma experiência que gostaria de compartilhar, leia a chamada e se inscreva. Serão convidadas 5 a 7 pessoas de qualquer parte do Brasil com passagem, alimentação e hospedagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Dinerogratis.gif|frame|c|left|http://www.sindominio.net/eldinerogratis/]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há décadas, desde a hegemonia do modelo neoliberal, os governos e populações se tornaram subordinados aos grandes grupos financeiros. Mesmo com eleições regulares, os representantes escolhidos pouco podem fazer – ou querem fazer -  em relação a esse arranjo de poderes. Na crise especulativa de 2008, foi a população que teve de pagar o resgate das instituições financeiras, enquanto até os bônus dos CEOs das corporações delinquentes foram mantidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É evidente que as tecnologias vem criando novas configurações na economia. Mas os modelos de negócio baseados no financiamento e venda de start-ups são controlados inteiramente pelos mesmos  grupos financeiros de sempre. Por mais que o Uber crie novas oportunidades de emprego, eses empregos tem a fragilidade precária de depender da estratégia da empresa, que sobe ou desce taxas sempre que lhe convém . Por outro lado, os investimentos iniciais para montar uma alternativa são altíssimos – o capital de risco financia as viagens baratas oferecidas com o objetivo de dominar mercados “virgens”.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O encontro Economias Subversivas quer investigar ideias e iniciativas que desmontem os modelos existentes. Os startups “disruptivos”, em sua maioria, só fazem reforçar sistemas de controle financeiros e concentrar ainda mais a renda em estruturas hierarquizadas e fechadas.  Acreditamos que a economia pode ser plataforma e tubo de ensaios para criatividade de qualquer um. Afinal as finanças são baseados no crédito, que nada mais é do que a ideia de emprestar bens à base de confiança, e, opcionalmente, de uma compensação. Das grandes navegações e os primeiros bancos até os fundos hedge e as criptomoedas, toda economia se baseia nessa premissa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Procuramos projetos que sejam sustentáveis economicamente, mas controlados pelas comunidades e que as beneficiem. A difusão e barateamento da tecnologia possibilitam que apareçam soluções locais. A geração de energia, produção de alimentos, comunicação, transportem já prescindem dos grandes modelos verticais. Porque  continuamos a depender das megaempresas de infraestrutura? Porque as células produtivas continuam a ser baseadas no empreendedorismo centralizador, hierárquico, voltado para enriquecimento pessoal, enquanto os modelos cooperativos se tornam cada vez mais difíceis de realizar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Queremos alternativas para as moedas, para os bancos, financiamentos e investimentos. O modelo econômico baseado no crescimento do PIB atingiu o limite planetário de produção de bens. Produz-se alimentos suficiente para 10 bilhões de pessoas, enquanto quase dez por cento dos 7 bilhões de humanos passa fome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse encontro, serão selecionadas 5 a 7 propostas, ideias, elucubrações – práticas ou teóricas, ficcionais ou em andamento – que queiram subverter a ordem econômica existente através de microprojetos, romances, instalações, startups cooperativos, criptocréditos, arranjos produtivos, mercados de trocas, etc. Durante os 5 dias do encontro,  os selecionados irão interagir com os convidados – pessoas que já realizaram projetos similares, ou que tem estudos sobre o tema – sobre a viabilidade, potenciais e fraqueza do seu projeto. A Nuvem oferece transporte, alimentação e hospedagem para todos os participantes. A hospedagem é na própria casa do encontro, em quartos coletivos mistos com 4 pessoas cada, no máximo; a alimentação é vegetariana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além da chamada para o encontro, convidaremos em breve a enviar textos em torno do tema, de até 30 laudas, para uma publicação com lançamento no começo de 2017.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Inscrições==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''As inscrições para o encontro já estão encerradas.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns links de referência e inspiração:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.sindominio.net/eldinerogratis/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.thephone.coop/about-us/who-we-are/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/fork-the-economy&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://thinkeconomia.com/pdf/openCallEconomia.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://medium.com/@trebors/platform-cooperativism-vs-the-sharing-economy-2ea737f1b5ad#.oq2occhfl&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/enspiral-changing-the-way-social-entrepreneurs-do-business&lt;br /&gt;
http://enspiral.com/about-enspiral/faq/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://loophole4all.com/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://disobedience.eu/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/new-ridesharing-alternatives-thrive-after-uber-leaves-austin&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://flinc.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.gocarma.com &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://colivre.coop.br/sobre/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://miamirail.org/visual-arts/new-business-art-in-search-of-alternative-economic-systems-2/ - Justine Ludwig&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://bhaz.com.br/2016/09/19/gasolina-paga-com-papel-ungido-por-cristo-vira-caso-de-policia-em-posto-de-combustivel/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.noitosfera.com/rm/s02/e06&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Apoio==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa atividade tem o apoio da Fundação Ford.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Ford.png]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Economias_Subversivas&amp;diff=14746</id>
		<title>Economias Subversivas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Economias_Subversivas&amp;diff=14746"/>
				<updated>2016-12-06T20:43:03Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: /* Apresentação rápida */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
'''Economia Subversiva 01/12 - Quinta'''&lt;br /&gt;
Dia 1 / manhã&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Documentação==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai rolar uma publicação, a partir de textos elaborados aqui e uma chamada aberta até 15/01 para outras pessoas que não estão aqui. Textos de mno máximo 30 laudas.&lt;br /&gt;
Publicar no começo do ano que vem o Adriano Belisaro vai organizar isso.&lt;br /&gt;
Tema experiências e propostas em economias subversivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Geral===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- foz: rodando o país com objetivo de encontrar lugar para morar, conhecendo vários projetos e comunidades, e os projetos economicos tem chamado muito nossa atenção. EStamos nas pesquisas e na prática do faça você mesmo fazem muitos anos, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pedro victor: Artista, trabalha com imagem e performance e experimentos sociais, com abordagens teóricas e práticas sobre economia pós escassez, e pensar ensaios para isntituições jurídicas do futuro que não conhecemos. Trabalha Rio e Sampa, está um pouco nômade nos últimos 4 anos, em diversas atividades. Escreve textos também. Pensando dimensões técnicas, estéticas e políticas de coisas autorais e coletivas em sistemas mais abertos. Amador profissional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Guilherme: Se inscreveu para falar experiência que tem no sul estão construindo universidade alternativa de comunidade (UNIPERMACULTURA e permacultura. Tem conseguido apoios para fazer isso de forma bem intensiva. Está há um tempo trabalhando com indígenas. Primeiro curso de especialização - pós na universidade do cariri no Ceará e no sul como curso de extensão. Estão trabalhando com tabaco agroecológico e também para criação de um método de exodo urbano - transitions farm. Ocupação de escolas através de comodato e sistemas educacionais para construções de casas. É professor dá aula para universidade e cursos, é biólogo e trabalha mais com filosófico e ética da permacultura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Juliana: Do Rio andou nômade morou na argentina, está meio São Paulo e quer cair fora de lá. Trabalha com artes visuais e etc. No campo da pesquisa e curadoria e veio fazer um estudo sobre tecnologias e técnica e cultura e forma desviantes de atuar com tecnologia e começou a se interessar por aspectos economicos dentro e fora da arte. Começou a investigar sobre outras esssa ecnomia se tornou mito da nossa sociedade. Fez umam exposição de estudo sobre mercantismo. Estuda jurisdicção dentro do campo economico. E gostaria de pensar aqui, dentro do campo da arte temos abordagens conceituais mas a prática é conservadora, pensar outras formas de fazer arte produzir, se expor. COmo produzimos artes, temos editais, galerias, mas pensar outrs economias para a produção artística. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Bruno: da Nuvem. Começou em 2011, o objetivo vem sempre pela autonomia. E a comunidade também, pensar potenciais para autosustentação de alimentos, energia, acreditamso no potencial da contaminação da arte para o técnico. E não vendo como uma coisa só. Sempre unindo projetos mais artísticos com técnicos um do lado do outro. E essa chamada não foi diferente. Olhando para o potencial do faça você mesmo. Moedas que não passam por empresas e pelo estado. Pesquisa que Ivan faz como advogado, chama de direito sobre tecnologia. Pensando em formas de organização que não estão nos livros. Deve ser o último evento nessa casa, depois vamos para o sítio aqui perto. O sítio é próprio. É uma comunidade de algumas pessoas, produz muito tem SAF, horta, e inserido dentro do projeto de autonomia tecnologica, pois tem uma rede comunitária na Vila da Fumaça. VOu me apresentar também, por essa experiência que vem se construindo pouco a pouco com autofinanciamento da própria rede e como modelo para ser apropriado por outras redes de comunicação comunitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ana Fradique: É nômade profissional artística, vem de uma aldeia em portugal. Foi para finlandia, e mestrado em arte ambiental. Nesse momento olhando sistemas e fazendo análises e diagnosticando através da arte. Começou a fazer propostas de experimentos sociais e organizacionais em coleitvo e trabalhando cada vez mais, coletivo molecular organization. E pensando a imaterizalização da economia e das formas de produçõa e o que é produzido. Acabou fudndando uma cooperativa chamada robin hood. Se move nos meios das artes ou qualquer outra oportunista que for necessário. Ocupando as ruas de outras maneiras, tem uma start up ligadao ou robin hood, para desascralizar as finanças para que seja útil as pessoas. Vive no Rio há 3 anos, e participa de outras iniciativas não ligadas a finanças em relação a vivência coletiva. Robin HOod assetmant cooperativa ??? Economic Space management.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ivan: Especialista em direito social. Era bem pago para &lt;br /&gt;
As autoridades precisam de um assessor que fale a verdade era bem pago para isso, mas só quando era chamado, era assessor de um desembargador por 9 anos e ganhou com muita perseguissão 2 ou 3 precatórios e 2 ou 3 ??? de pequeno valor. Nos últimos anos tem trabalhado de graça na proposta de construir instrumentos e ferramentas para ver na prática como se resgata esse direito em propriedades coletivas. Hoje tem uma associação mutual, junto com um amigo que participou de uma mutual argentina, com a proposta de reconstruir a propriedade coletiva, comprou uma terra que está em processo de coletivizaçáo. e com um fundo social mutual para construir uma coooperativa integral, mas diferente da espanha é focada por ser dona dos meios de produção não apaenas um guarda chuva jurídico. Não necessariamente aqueles que vão morar, pois é um local para morar, gerar renda e cuidar da saúde, esses 3 princípios que focamos. Por necessidade estamos usando ela juridicamente para fazer a cooperativa integral focada na detenção dos meior de produções naquela terra. Pessoas que não querem ser empregados e querem ser seu próprio patrão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Lirca: de barcelona, mas mora aqui desde 2013. Trabalha com agroecologia (http://cirandas.net/uilikande/os-projetos-produtos-e-pessoas-do-uilikande) e produção de geléias, está participando desde 2008 em projetos autogestionários. Em barcelona participou de uma denṹncia do mercado financeiro internacional, foi quando rolou a crise, o Enric Duran fez parte deesse protesto de denúncia, tentou uma greve de bancos, mas não foi muito para frente e pensaram numa cooperativa integral catalana (CIC) como forma de ocnstrução além da denúncia ficou nisso de 2008 a 2010 e a cooperativa começou a andar com pernas próprias. Daí a CIC seria um guarda chuva de várias propostas dentro de uma mesma forma legal (alternativa que aproveita a legalidade para se blindar perante o sistema e desenvolver os projetos). O seguinte nível (internacional) é a FAIRCOOP (guarda-chuvas de ferramentas). Acaba fazendo muitos projetos e tentando se sustentar. Não acho tempo para me envolver com a FAIRCOOP. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Aylen: córdoba- Argentina. Faz 3 meses que estou trabalhando em nódulo local de FAIRCOOP, e cada um vai adaptaando a ideia a situação local. PRimeiro são os príncipios, não morte, não escravidão, são as guias. Depois a questão vida, tenho 2 filhos, que em elevou a tudo que fiz, se quero trabalhar na relação de dependẽncia não posso se meu filho fica doente, sou despedida. assim tudo que quis fazer o sistema te barra. Sempre na clandestinidade, a raiz dessa é que a cooperativa batetu a minha porta, e começamos a nos unir, todas as pessoas que estão fora do sistema. Sempre abaixo e na sombra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Matheus: de Salvador -BA - Ecolivre - cooperativa de tecnologias livres, presta serviços como desenvolvimento de redes sociais autonomas com a plataforma Noosfero. Há redes sociais que utilizam o Noosfero como o cirandas.net até softwarelivre.org. Atualmente estamos com 8 membros, mas já teve mais gente. Já tem 10 anos foi fundada em 2006 com pessoas do software livre em salvador e da economia solidária. A ideia é prestar serviço com desnevolvimento, consultoria, e formação em software livre. Formado em jornalismo trabalha com comunicação dentro da cooperativa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Tarcísio - mora em campinas é de São Paulo. Há 14 anso presidente da OSCIP Solear. Desde que se formou em política virou empreendedor social, teve bar, restaurante, produtor rural anos 90, disso foi para alimentação, dentro da UNicamp restaurante vegetariano (exótico), por conta de estar lá atraia muitas pessoas também exóticas e se envolveu num assunto que envolveu completamente que foi a lei das OSCIPs e foi a 4 aberta em Campinas. Passou por alegrias e desafios, morou uns anos foras, e com todas as experiências acumuladas de vida, conseguiu ter uma certa tecnoliga para ser empreeendedor social, nesses 15 anos, tem ótimos resultados, trabalha com empresas, para promover rachaduras, que agora estão se abrindo e tendo acessos economicos e trabalham com plantio de árvores, já plantaram 160 mil mudas, Solear escola Viveiro, nesse trabalho capacitamos e profissionalimos pessoas montando viveiros dentro de escolas, entranod no conteúdo curricular, árvores, plantas, mudas, ervas como complemento. E  por conta disso e dessa tragetória atendemos grandes empresas. Faz pequenos e macros projetos. E por conta de um projeto nano de capacitação de mulheres em vulnerabilidade em Campinas, elas se capacitaram e podem se tornar empreendedoras. Depois termina de apresentar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Drebs: Estamos no rolẽ, trabalho faz muito tempo com computação e está mudando um pouco o foco para sair um pouco do computador, tem trabalha um pouco com redes livres. Com interesse nas iniciativas autonomas economicas de diversos projetos que temos viajado. Diversas pessoas aqui conhecemos em outras atividades. Uma iniciativa em uma comunidade intencional é que não existe instrumento jurídico para posse coletiva da terra, mas não existe proibição então ficamos a mercê das avaliações dos juízes dos casos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ideia é ter as apresentações para depois surgir discussões gerais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==='''Apresentações:'''===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pão-pãozinho - Tarcísio]]&lt;br /&gt;
[[UniPermacultura - Guilherme]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Documentação temporária&lt;br /&gt;
[https://pad.riseup.net/p/economia_subversiva]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Participantes==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Fundo solidário]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Chamada==    &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                               &lt;br /&gt;
No começo de dezembro a Nuvem vai organizar o encontro Economias Subversivas. Durante 5 dias estaremos compartilhando novas maneiras de fazer trocas, investir, descrescer e financiar ações e projetos, num ambiente de imersão. Se você tem uma ideia ou uma experiência que gostaria de compartilhar, leia a chamada e se inscreva. Serão convidadas 5 a 7 pessoas de qualquer parte do Brasil com passagem, alimentação e hospedagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Dinerogratis.gif|frame|c|left|http://www.sindominio.net/eldinerogratis/]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há décadas, desde a hegemonia do modelo neoliberal, os governos e populações se tornaram subordinados aos grandes grupos financeiros. Mesmo com eleições regulares, os representantes escolhidos pouco podem fazer – ou querem fazer -  em relação a esse arranjo de poderes. Na crise especulativa de 2008, foi a população que teve de pagar o resgate das instituições financeiras, enquanto até os bônus dos CEOs das corporações delinquentes foram mantidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É evidente que as tecnologias vem criando novas configurações na economia. Mas os modelos de negócio baseados no financiamento e venda de start-ups são controlados inteiramente pelos mesmos  grupos financeiros de sempre. Por mais que o Uber crie novas oportunidades de emprego, eses empregos tem a fragilidade precária de depender da estratégia da empresa, que sobe ou desce taxas sempre que lhe convém . Por outro lado, os investimentos iniciais para montar uma alternativa são altíssimos – o capital de risco financia as viagens baratas oferecidas com o objetivo de dominar mercados “virgens”.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O encontro Economias Subversivas quer investigar ideias e iniciativas que desmontem os modelos existentes. Os startups “disruptivos”, em sua maioria, só fazem reforçar sistemas de controle financeiros e concentrar ainda mais a renda em estruturas hierarquizadas e fechadas.  Acreditamos que a economia pode ser plataforma e tubo de ensaios para criatividade de qualquer um. Afinal as finanças são baseados no crédito, que nada mais é do que a ideia de emprestar bens à base de confiança, e, opcionalmente, de uma compensação. Das grandes navegações e os primeiros bancos até os fundos hedge e as criptomoedas, toda economia se baseia nessa premissa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Procuramos projetos que sejam sustentáveis economicamente, mas controlados pelas comunidades e que as beneficiem. A difusão e barateamento da tecnologia possibilitam que apareçam soluções locais. A geração de energia, produção de alimentos, comunicação, transportem já prescindem dos grandes modelos verticais. Porque  continuamos a depender das megaempresas de infraestrutura? Porque as células produtivas continuam a ser baseadas no empreendedorismo centralizador, hierárquico, voltado para enriquecimento pessoal, enquanto os modelos cooperativos se tornam cada vez mais difíceis de realizar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Queremos alternativas para as moedas, para os bancos, financiamentos e investimentos. O modelo econômico baseado no crescimento do PIB atingiu o limite planetário de produção de bens. Produz-se alimentos suficiente para 10 bilhões de pessoas, enquanto quase dez por cento dos 7 bilhões de humanos passa fome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse encontro, serão selecionadas 5 a 7 propostas, ideias, elucubrações – práticas ou teóricas, ficcionais ou em andamento – que queiram subverter a ordem econômica existente através de microprojetos, romances, instalações, startups cooperativos, criptocréditos, arranjos produtivos, mercados de trocas, etc. Durante os 5 dias do encontro,  os selecionados irão interagir com os convidados – pessoas que já realizaram projetos similares, ou que tem estudos sobre o tema – sobre a viabilidade, potenciais e fraqueza do seu projeto. A Nuvem oferece transporte, alimentação e hospedagem para todos os participantes. A hospedagem é na própria casa do encontro, em quartos coletivos mistos com 4 pessoas cada, no máximo; a alimentação é vegetariana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além da chamada para o encontro, convidaremos em breve a enviar textos em torno do tema, de até 30 laudas, para uma publicação com lançamento no começo de 2017.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Inscrições==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''As inscrições para o encontro já estão encerradas.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns links de referência e inspiração:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.sindominio.net/eldinerogratis/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.thephone.coop/about-us/who-we-are/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/fork-the-economy&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://thinkeconomia.com/pdf/openCallEconomia.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://medium.com/@trebors/platform-cooperativism-vs-the-sharing-economy-2ea737f1b5ad#.oq2occhfl&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/enspiral-changing-the-way-social-entrepreneurs-do-business&lt;br /&gt;
http://enspiral.com/about-enspiral/faq/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://loophole4all.com/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://disobedience.eu/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/new-ridesharing-alternatives-thrive-after-uber-leaves-austin&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://flinc.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.gocarma.com &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://colivre.coop.br/sobre/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://miamirail.org/visual-arts/new-business-art-in-search-of-alternative-economic-systems-2/ - Justine Ludwig&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://bhaz.com.br/2016/09/19/gasolina-paga-com-papel-ungido-por-cristo-vira-caso-de-policia-em-posto-de-combustivel/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.noitosfera.com/rm/s02/e06&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Apoio==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa atividade tem o apoio da Fundação Ford.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Ford.png]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Economias_Subversivas&amp;diff=14745</id>
		<title>Economias Subversivas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Economias_Subversivas&amp;diff=14745"/>
				<updated>2016-12-06T20:42:24Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
'''Economia Subversiva 01/12 - Quinta'''&lt;br /&gt;
Dia 1 / manhã&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Documentação==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai rolar uma publicação, a partir de textos elaborados aqui e uma chamada aberta até 15/01 para outras pessoas que não estão aqui. Textos de mno máximo 30 laudas.&lt;br /&gt;
Publicar no começo do ano que vem o Adriano Belisaro vai organizar isso.&lt;br /&gt;
Tema experiências e propostas em economias subversivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Apresentação rápida===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- foz: rodando o país com objetivo de encontrar lugar para morar, conhecendo vários projetos e comunidades, e os projetos economicos tem chamado muito nossa atenção. EStamos nas pesquisas e na prática do faça você mesmo fazem muitos anos, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pedro victor: Artista, trabalha com imagem e performance e experimentos sociais, com abordagens teóricas e práticas sobre economia pós escassez, e pensar ensaios para isntituições jurídicas do futuro que não conhecemos. Trabalha Rio e Sampa, está um pouco nômade nos últimos 4 anos, em diversas atividades. Escreve textos também. Pensando dimensões técnicas, estéticas e políticas de coisas autorais e coletivas em sistemas mais abertos. Amador profissional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Guilherme: Se inscreveu para falar experiência que tem no sul estão construindo universidade alternativa de comunidade (UNIPERMACULTURA e permacultura. Tem conseguido apoios para fazer isso de forma bem intensiva. Está há um tempo trabalhando com indígenas. Primeiro curso de especialização - pós na universidade do cariri no Ceará e no sul como curso de extensão. Estão trabalhando com tabaco agroecológico e também para criação de um método de exodo urbano - transitions farm. Ocupação de escolas através de comodato e sistemas educacionais para construções de casas. É professor dá aula para universidade e cursos, é biólogo e trabalha mais com filosófico e ética da permacultura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Juliana: Do Rio andou nômade morou na argentina, está meio São Paulo e quer cair fora de lá. Trabalha com artes visuais e etc. No campo da pesquisa e curadoria e veio fazer um estudo sobre tecnologias e técnica e cultura e forma desviantes de atuar com tecnologia e começou a se interessar por aspectos economicos dentro e fora da arte. Começou a investigar sobre outras esssa ecnomia se tornou mito da nossa sociedade. Fez umam exposição de estudo sobre mercantismo. Estuda jurisdicção dentro do campo economico. E gostaria de pensar aqui, dentro do campo da arte temos abordagens conceituais mas a prática é conservadora, pensar outras formas de fazer arte produzir, se expor. COmo produzimos artes, temos editais, galerias, mas pensar outrs economias para a produção artística. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Bruno: da Nuvem. Começou em 2011, o objetivo vem sempre pela autonomia. E a comunidade também, pensar potenciais para autosustentação de alimentos, energia, acreditamso no potencial da contaminação da arte para o técnico. E não vendo como uma coisa só. Sempre unindo projetos mais artísticos com técnicos um do lado do outro. E essa chamada não foi diferente. Olhando para o potencial do faça você mesmo. Moedas que não passam por empresas e pelo estado. Pesquisa que Ivan faz como advogado, chama de direito sobre tecnologia. Pensando em formas de organização que não estão nos livros. Deve ser o último evento nessa casa, depois vamos para o sítio aqui perto. O sítio é próprio. É uma comunidade de algumas pessoas, produz muito tem SAF, horta, e inserido dentro do projeto de autonomia tecnologica, pois tem uma rede comunitária na Vila da Fumaça. VOu me apresentar também, por essa experiência que vem se construindo pouco a pouco com autofinanciamento da própria rede e como modelo para ser apropriado por outras redes de comunicação comunitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ana Fradique: É nômade profissional artística, vem de uma aldeia em portugal. Foi para finlandia, e mestrado em arte ambiental. Nesse momento olhando sistemas e fazendo análises e diagnosticando através da arte. Começou a fazer propostas de experimentos sociais e organizacionais em coleitvo e trabalhando cada vez mais, coletivo molecular organization. E pensando a imaterizalização da economia e das formas de produçõa e o que é produzido. Acabou fudndando uma cooperativa chamada robin hood. Se move nos meios das artes ou qualquer outra oportunista que for necessário. Ocupando as ruas de outras maneiras, tem uma start up ligadao ou robin hood, para desascralizar as finanças para que seja útil as pessoas. Vive no Rio há 3 anos, e participa de outras iniciativas não ligadas a finanças em relação a vivência coletiva. Robin HOod assetmant cooperativa ??? Economic Space management.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ivan: Especialista em direito social. Era bem pago para &lt;br /&gt;
As autoridades precisam de um assessor que fale a verdade era bem pago para isso, mas só quando era chamado, era assessor de um desembargador por 9 anos e ganhou com muita perseguissão 2 ou 3 precatórios e 2 ou 3 ??? de pequeno valor. Nos últimos anos tem trabalhado de graça na proposta de construir instrumentos e ferramentas para ver na prática como se resgata esse direito em propriedades coletivas. Hoje tem uma associação mutual, junto com um amigo que participou de uma mutual argentina, com a proposta de reconstruir a propriedade coletiva, comprou uma terra que está em processo de coletivizaçáo. e com um fundo social mutual para construir uma coooperativa integral, mas diferente da espanha é focada por ser dona dos meios de produção não apaenas um guarda chuva jurídico. Não necessariamente aqueles que vão morar, pois é um local para morar, gerar renda e cuidar da saúde, esses 3 princípios que focamos. Por necessidade estamos usando ela juridicamente para fazer a cooperativa integral focada na detenção dos meior de produções naquela terra. Pessoas que não querem ser empregados e querem ser seu próprio patrão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Lirca: de barcelona, mas mora aqui desde 2013. Trabalha com agroecologia (http://cirandas.net/uilikande/os-projetos-produtos-e-pessoas-do-uilikande) e produção de geléias, está participando desde 2008 em projetos autogestionários. Em barcelona participou de uma denṹncia do mercado financeiro internacional, foi quando rolou a crise, o Enric Duran fez parte deesse protesto de denúncia, tentou uma greve de bancos, mas não foi muito para frente e pensaram numa cooperativa integral catalana (CIC) como forma de ocnstrução além da denúncia ficou nisso de 2008 a 2010 e a cooperativa começou a andar com pernas próprias. Daí a CIC seria um guarda chuva de várias propostas dentro de uma mesma forma legal (alternativa que aproveita a legalidade para se blindar perante o sistema e desenvolver os projetos). O seguinte nível (internacional) é a FAIRCOOP (guarda-chuvas de ferramentas). Acaba fazendo muitos projetos e tentando se sustentar. Não acho tempo para me envolver com a FAIRCOOP. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Aylen: córdoba- Argentina. Faz 3 meses que estou trabalhando em nódulo local de FAIRCOOP, e cada um vai adaptaando a ideia a situação local. PRimeiro são os príncipios, não morte, não escravidão, são as guias. Depois a questão vida, tenho 2 filhos, que em elevou a tudo que fiz, se quero trabalhar na relação de dependẽncia não posso se meu filho fica doente, sou despedida. assim tudo que quis fazer o sistema te barra. Sempre na clandestinidade, a raiz dessa é que a cooperativa batetu a minha porta, e começamos a nos unir, todas as pessoas que estão fora do sistema. Sempre abaixo e na sombra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Matheus: de Salvador -BA - Ecolivre - cooperativa de tecnologias livres, presta serviços como desenvolvimento de redes sociais autonomas com a plataforma Noosfero. Há redes sociais que utilizam o Noosfero como o cirandas.net até softwarelivre.org. Atualmente estamos com 8 membros, mas já teve mais gente. Já tem 10 anos foi fundada em 2006 com pessoas do software livre em salvador e da economia solidária. A ideia é prestar serviço com desnevolvimento, consultoria, e formação em software livre. Formado em jornalismo trabalha com comunicação dentro da cooperativa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Tarcísio - mora em campinas é de São Paulo. Há 14 anso presidente da OSCIP Solear. Desde que se formou em política virou empreendedor social, teve bar, restaurante, produtor rural anos 90, disso foi para alimentação, dentro da UNicamp restaurante vegetariano (exótico), por conta de estar lá atraia muitas pessoas também exóticas e se envolveu num assunto que envolveu completamente que foi a lei das OSCIPs e foi a 4 aberta em Campinas. Passou por alegrias e desafios, morou uns anos foras, e com todas as experiências acumuladas de vida, conseguiu ter uma certa tecnoliga para ser empreeendedor social, nesses 15 anos, tem ótimos resultados, trabalha com empresas, para promover rachaduras, que agora estão se abrindo e tendo acessos economicos e trabalham com plantio de árvores, já plantaram 160 mil mudas, Solear escola Viveiro, nesse trabalho capacitamos e profissionalimos pessoas montando viveiros dentro de escolas, entranod no conteúdo curricular, árvores, plantas, mudas, ervas como complemento. E  por conta disso e dessa tragetória atendemos grandes empresas. Faz pequenos e macros projetos. E por conta de um projeto nano de capacitação de mulheres em vulnerabilidade em Campinas, elas se capacitaram e podem se tornar empreendedoras. Depois termina de apresentar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Drebs: Estamos no rolẽ, trabalho faz muito tempo com computação e está mudando um pouco o foco para sair um pouco do computador, tem trabalha um pouco com redes livres. Com interesse nas iniciativas autonomas economicas de diversos projetos que temos viajado. Diversas pessoas aqui conhecemos em outras atividades. Uma iniciativa em uma comunidade intencional é que não existe instrumento jurídico para posse coletiva da terra, mas não existe proibição então ficamos a mercê das avaliações dos juízes dos casos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ideia é ter as apresentações para depois surgir discussões gerais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==='''Apresentações:'''===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pão-pãozinho - Tarcísio]]&lt;br /&gt;
[[UniPermacultura - Guilherme]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Documentação temporária&lt;br /&gt;
[https://pad.riseup.net/p/economia_subversiva]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Participantes==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Fundo solidário]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Chamada==    &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                               &lt;br /&gt;
No começo de dezembro a Nuvem vai organizar o encontro Economias Subversivas. Durante 5 dias estaremos compartilhando novas maneiras de fazer trocas, investir, descrescer e financiar ações e projetos, num ambiente de imersão. Se você tem uma ideia ou uma experiência que gostaria de compartilhar, leia a chamada e se inscreva. Serão convidadas 5 a 7 pessoas de qualquer parte do Brasil com passagem, alimentação e hospedagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Dinerogratis.gif|frame|c|left|http://www.sindominio.net/eldinerogratis/]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há décadas, desde a hegemonia do modelo neoliberal, os governos e populações se tornaram subordinados aos grandes grupos financeiros. Mesmo com eleições regulares, os representantes escolhidos pouco podem fazer – ou querem fazer -  em relação a esse arranjo de poderes. Na crise especulativa de 2008, foi a população que teve de pagar o resgate das instituições financeiras, enquanto até os bônus dos CEOs das corporações delinquentes foram mantidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É evidente que as tecnologias vem criando novas configurações na economia. Mas os modelos de negócio baseados no financiamento e venda de start-ups são controlados inteiramente pelos mesmos  grupos financeiros de sempre. Por mais que o Uber crie novas oportunidades de emprego, eses empregos tem a fragilidade precária de depender da estratégia da empresa, que sobe ou desce taxas sempre que lhe convém . Por outro lado, os investimentos iniciais para montar uma alternativa são altíssimos – o capital de risco financia as viagens baratas oferecidas com o objetivo de dominar mercados “virgens”.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O encontro Economias Subversivas quer investigar ideias e iniciativas que desmontem os modelos existentes. Os startups “disruptivos”, em sua maioria, só fazem reforçar sistemas de controle financeiros e concentrar ainda mais a renda em estruturas hierarquizadas e fechadas.  Acreditamos que a economia pode ser plataforma e tubo de ensaios para criatividade de qualquer um. Afinal as finanças são baseados no crédito, que nada mais é do que a ideia de emprestar bens à base de confiança, e, opcionalmente, de uma compensação. Das grandes navegações e os primeiros bancos até os fundos hedge e as criptomoedas, toda economia se baseia nessa premissa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Procuramos projetos que sejam sustentáveis economicamente, mas controlados pelas comunidades e que as beneficiem. A difusão e barateamento da tecnologia possibilitam que apareçam soluções locais. A geração de energia, produção de alimentos, comunicação, transportem já prescindem dos grandes modelos verticais. Porque  continuamos a depender das megaempresas de infraestrutura? Porque as células produtivas continuam a ser baseadas no empreendedorismo centralizador, hierárquico, voltado para enriquecimento pessoal, enquanto os modelos cooperativos se tornam cada vez mais difíceis de realizar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Queremos alternativas para as moedas, para os bancos, financiamentos e investimentos. O modelo econômico baseado no crescimento do PIB atingiu o limite planetário de produção de bens. Produz-se alimentos suficiente para 10 bilhões de pessoas, enquanto quase dez por cento dos 7 bilhões de humanos passa fome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse encontro, serão selecionadas 5 a 7 propostas, ideias, elucubrações – práticas ou teóricas, ficcionais ou em andamento – que queiram subverter a ordem econômica existente através de microprojetos, romances, instalações, startups cooperativos, criptocréditos, arranjos produtivos, mercados de trocas, etc. Durante os 5 dias do encontro,  os selecionados irão interagir com os convidados – pessoas que já realizaram projetos similares, ou que tem estudos sobre o tema – sobre a viabilidade, potenciais e fraqueza do seu projeto. A Nuvem oferece transporte, alimentação e hospedagem para todos os participantes. A hospedagem é na própria casa do encontro, em quartos coletivos mistos com 4 pessoas cada, no máximo; a alimentação é vegetariana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além da chamada para o encontro, convidaremos em breve a enviar textos em torno do tema, de até 30 laudas, para uma publicação com lançamento no começo de 2017.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Inscrições==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''As inscrições para o encontro já estão encerradas.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns links de referência e inspiração:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.sindominio.net/eldinerogratis/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.thephone.coop/about-us/who-we-are/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/fork-the-economy&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://thinkeconomia.com/pdf/openCallEconomia.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://medium.com/@trebors/platform-cooperativism-vs-the-sharing-economy-2ea737f1b5ad#.oq2occhfl&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/enspiral-changing-the-way-social-entrepreneurs-do-business&lt;br /&gt;
http://enspiral.com/about-enspiral/faq/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://loophole4all.com/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://disobedience.eu/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/new-ridesharing-alternatives-thrive-after-uber-leaves-austin&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://flinc.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.gocarma.com &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://colivre.coop.br/sobre/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://miamirail.org/visual-arts/new-business-art-in-search-of-alternative-economic-systems-2/ - Justine Ludwig&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://bhaz.com.br/2016/09/19/gasolina-paga-com-papel-ungido-por-cristo-vira-caso-de-policia-em-posto-de-combustivel/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.noitosfera.com/rm/s02/e06&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Apoio==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa atividade tem o apoio da Fundação Ford.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Ford.png]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Economias_Subversivas&amp;diff=14744</id>
		<title>Economias Subversivas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Economias_Subversivas&amp;diff=14744"/>
				<updated>2016-12-06T20:41:00Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: /* Documentação */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
'''Economia Subversiva 01/12 - Quinta'''&lt;br /&gt;
Dia 1 / manhã&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Documentação==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai rolar uma publicação, a partir de textos elaborados aqui e uma chamada aberta até 15/01 para outras pessoas que não estão aqui. Textos de mno máximo 30 laudas.&lt;br /&gt;
Publicar no começo do ano que vem o Adriano Belisaro vai organizar isso.&lt;br /&gt;
Tema experiências e propostas em economias subversivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Apresentação rápida==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- foz: rodando o país com objetivo de encontrar lugar para morar, conhecendo vários projetos e comunidades, e os projetos economicos tem chamado muito nossa atenção. EStamos nas pesquisas e na prática do faça você mesmo fazem muitos anos, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pedro victor: Artista, trabalha com imagem e performance e experimentos sociais, com abordagens teóricas e práticas sobre economia pós escassez, e pensar ensaios para isntituições jurídicas do futuro que não conhecemos. Trabalha Rio e Sampa, está um pouco nômade nos últimos 4 anos, em diversas atividades. Escreve textos também. Pensando dimensões técnicas, estéticas e políticas de coisas autorais e coletivas em sistemas mais abertos. Amador profissional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Guilherme: Se inscreveu para falar experiência que tem no sul estão construindo universidade alternativa de comunidade (UNIPERMACULTURA e permacultura. Tem conseguido apoios para fazer isso de forma bem intensiva. Está há um tempo trabalhando com indígenas. Primeiro curso de especialização - pós na universidade do cariri no Ceará e no sul como curso de extensão. Estão trabalhando com tabaco agroecológico e também para criação de um método de exodo urbano - transitions farm. Ocupação de escolas através de comodato e sistemas educacionais para construções de casas. É professor dá aula para universidade e cursos, é biólogo e trabalha mais com filosófico e ética da permacultura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Juliana: Do Rio andou nômade morou na argentina, está meio São Paulo e quer cair fora de lá. Trabalha com artes visuais e etc. No campo da pesquisa e curadoria e veio fazer um estudo sobre tecnologias e técnica e cultura e forma desviantes de atuar com tecnologia e começou a se interessar por aspectos economicos dentro e fora da arte. Começou a investigar sobre outras esssa ecnomia se tornou mito da nossa sociedade. Fez umam exposição de estudo sobre mercantismo. Estuda jurisdicção dentro do campo economico. E gostaria de pensar aqui, dentro do campo da arte temos abordagens conceituais mas a prática é conservadora, pensar outras formas de fazer arte produzir, se expor. COmo produzimos artes, temos editais, galerias, mas pensar outrs economias para a produção artística. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Bruno: da Nuvem. Começou em 2011, o objetivo vem sempre pela autonomia. E a comunidade também, pensar potenciais para autosustentação de alimentos, energia, acreditamso no potencial da contaminação da arte para o técnico. E não vendo como uma coisa só. Sempre unindo projetos mais artísticos com técnicos um do lado do outro. E essa chamada não foi diferente. Olhando para o potencial do faça você mesmo. Moedas que não passam por empresas e pelo estado. Pesquisa que Ivan faz como advogado, chama de direito sobre tecnologia. Pensando em formas de organização que não estão nos livros. Deve ser o último evento nessa casa, depois vamos para o sítio aqui perto. O sítio é próprio. É uma comunidade de algumas pessoas, produz muito tem SAF, horta, e inserido dentro do projeto de autonomia tecnologica, pois tem uma rede comunitária na Vila da Fumaça. VOu me apresentar também, por essa experiência que vem se construindo pouco a pouco com autofinanciamento da própria rede e como modelo para ser apropriado por outras redes de comunicação comunitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ana Fradique: É nômade profissional artística, vem de uma aldeia em portugal. Foi para finlandia, e mestrado em arte ambiental. Nesse momento olhando sistemas e fazendo análises e diagnosticando através da arte. Começou a fazer propostas de experimentos sociais e organizacionais em coleitvo e trabalhando cada vez mais, coletivo molecular organization. E pensando a imaterizalização da economia e das formas de produçõa e o que é produzido. Acabou fudndando uma cooperativa chamada robin hood. Se move nos meios das artes ou qualquer outra oportunista que for necessário. Ocupando as ruas de outras maneiras, tem uma start up ligadao ou robin hood, para desascralizar as finanças para que seja útil as pessoas. Vive no Rio há 3 anos, e participa de outras iniciativas não ligadas a finanças em relação a vivência coletiva. Robin HOod assetmant cooperativa ??? Economic Space management.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ivan: Especialista em direito social. Era bem pago para &lt;br /&gt;
As autoridades precisam de um assessor que fale a verdade era bem pago para isso, mas só quando era chamado, era assessor de um desembargador por 9 anos e ganhou com muita perseguissão 2 ou 3 precatórios e 2 ou 3 ??? de pequeno valor. Nos últimos anos tem trabalhado de graça na proposta de construir instrumentos e ferramentas para ver na prática como se resgata esse direito em propriedades coletivas. Hoje tem uma associação mutual, junto com um amigo que participou de uma mutual argentina, com a proposta de reconstruir a propriedade coletiva, comprou uma terra que está em processo de coletivizaçáo. e com um fundo social mutual para construir uma coooperativa integral, mas diferente da espanha é focada por ser dona dos meios de produção não apaenas um guarda chuva jurídico. Não necessariamente aqueles que vão morar, pois é um local para morar, gerar renda e cuidar da saúde, esses 3 princípios que focamos. Por necessidade estamos usando ela juridicamente para fazer a cooperativa integral focada na detenção dos meior de produções naquela terra. Pessoas que não querem ser empregados e querem ser seu próprio patrão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Lirca: de barcelona, mas mora aqui desde 2013. Trabalha com agroecologia (http://cirandas.net/uilikande/os-projetos-produtos-e-pessoas-do-uilikande) e produção de geléias, está participando desde 2008 em projetos autogestionários. Em barcelona participou de uma denṹncia do mercado financeiro internacional, foi quando rolou a crise, o Enric Duran fez parte deesse protesto de denúncia, tentou uma greve de bancos, mas não foi muito para frente e pensaram numa cooperativa integral catalana (CIC) como forma de ocnstrução além da denúncia ficou nisso de 2008 a 2010 e a cooperativa começou a andar com pernas próprias. Daí a CIC seria um guarda chuva de várias propostas dentro de uma mesma forma legal (alternativa que aproveita a legalidade para se blindar perante o sistema e desenvolver os projetos). O seguinte nível (internacional) é a FAIRCOOP (guarda-chuvas de ferramentas). Acaba fazendo muitos projetos e tentando se sustentar. Não acho tempo para me envolver com a FAIRCOOP. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Aylen: córdoba- Argentina. Faz 3 meses que estou trabalhando em nódulo local de FAIRCOOP, e cada um vai adaptaando a ideia a situação local. PRimeiro são os príncipios, não morte, não escravidão, são as guias. Depois a questão vida, tenho 2 filhos, que em elevou a tudo que fiz, se quero trabalhar na relação de dependẽncia não posso se meu filho fica doente, sou despedida. assim tudo que quis fazer o sistema te barra. Sempre na clandestinidade, a raiz dessa é que a cooperativa batetu a minha porta, e começamos a nos unir, todas as pessoas que estão fora do sistema. Sempre abaixo e na sombra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Matheus: de Salvador -BA - Ecolivre - cooperativa de tecnologias livres, presta serviços como desenvolvimento de redes sociais autonomas com a plataforma Noosfero. Há redes sociais que utilizam o Noosfero como o cirandas.net até softwarelivre.org. Atualmente estamos com 8 membros, mas já teve mais gente. Já tem 10 anos foi fundada em 2006 com pessoas do software livre em salvador e da economia solidária. A ideia é prestar serviço com desnevolvimento, consultoria, e formação em software livre. Formado em jornalismo trabalha com comunicação dentro da cooperativa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Tarcísio - mora em campinas é de São Paulo. Há 14 anso presidente da OSCIP Solear. Desde que se formou em política virou empreendedor social, teve bar, restaurante, produtor rural anos 90, disso foi para alimentação, dentro da UNicamp restaurante vegetariano (exótico), por conta de estar lá atraia muitas pessoas também exóticas e se envolveu num assunto que envolveu completamente que foi a lei das OSCIPs e foi a 4 aberta em Campinas. Passou por alegrias e desafios, morou uns anos foras, e com todas as experiências acumuladas de vida, conseguiu ter uma certa tecnoliga para ser empreeendedor social, nesses 15 anos, tem ótimos resultados, trabalha com empresas, para promover rachaduras, que agora estão se abrindo e tendo acessos economicos e trabalham com plantio de árvores, já plantaram 160 mil mudas, Solear escola Viveiro, nesse trabalho capacitamos e profissionalimos pessoas montando viveiros dentro de escolas, entranod no conteúdo curricular, árvores, plantas, mudas, ervas como complemento. E  por conta disso e dessa tragetória atendemos grandes empresas. Faz pequenos e macros projetos. E por conta de um projeto nano de capacitação de mulheres em vulnerabilidade em Campinas, elas se capacitaram e podem se tornar empreendedoras. Depois termina de apresentar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Drebs: Estamos no rolẽ, trabalho faz muito tempo com computação e está mudando um pouco o foco para sair um pouco do computador, tem trabalha um pouco com redes livres. Com interesse nas iniciativas autonomas economicas de diversos projetos que temos viajado. Diversas pessoas aqui conhecemos em outras atividades. Uma iniciativa em uma comunidade intencional é que não existe instrumento jurídico para posse coletiva da terra, mas não existe proibição então ficamos a mercê das avaliações dos juízes dos casos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ideia é ter as apresentações para depois surgir discussões gerais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=='''Apresentações:'''==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pão-pãozinho - Tarcísio]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Documentação temporária&lt;br /&gt;
[https://pad.riseup.net/p/economia_subversiva]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Participantes==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Fundo solidário]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Chamada==    &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                               &lt;br /&gt;
No começo de dezembro a Nuvem vai organizar o encontro Economias Subversivas. Durante 5 dias estaremos compartilhando novas maneiras de fazer trocas, investir, descrescer e financiar ações e projetos, num ambiente de imersão. Se você tem uma ideia ou uma experiência que gostaria de compartilhar, leia a chamada e se inscreva. Serão convidadas 5 a 7 pessoas de qualquer parte do Brasil com passagem, alimentação e hospedagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Dinerogratis.gif|frame|c|left|http://www.sindominio.net/eldinerogratis/]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há décadas, desde a hegemonia do modelo neoliberal, os governos e populações se tornaram subordinados aos grandes grupos financeiros. Mesmo com eleições regulares, os representantes escolhidos pouco podem fazer – ou querem fazer -  em relação a esse arranjo de poderes. Na crise especulativa de 2008, foi a população que teve de pagar o resgate das instituições financeiras, enquanto até os bônus dos CEOs das corporações delinquentes foram mantidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É evidente que as tecnologias vem criando novas configurações na economia. Mas os modelos de negócio baseados no financiamento e venda de start-ups são controlados inteiramente pelos mesmos  grupos financeiros de sempre. Por mais que o Uber crie novas oportunidades de emprego, eses empregos tem a fragilidade precária de depender da estratégia da empresa, que sobe ou desce taxas sempre que lhe convém . Por outro lado, os investimentos iniciais para montar uma alternativa são altíssimos – o capital de risco financia as viagens baratas oferecidas com o objetivo de dominar mercados “virgens”.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O encontro Economias Subversivas quer investigar ideias e iniciativas que desmontem os modelos existentes. Os startups “disruptivos”, em sua maioria, só fazem reforçar sistemas de controle financeiros e concentrar ainda mais a renda em estruturas hierarquizadas e fechadas.  Acreditamos que a economia pode ser plataforma e tubo de ensaios para criatividade de qualquer um. Afinal as finanças são baseados no crédito, que nada mais é do que a ideia de emprestar bens à base de confiança, e, opcionalmente, de uma compensação. Das grandes navegações e os primeiros bancos até os fundos hedge e as criptomoedas, toda economia se baseia nessa premissa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Procuramos projetos que sejam sustentáveis economicamente, mas controlados pelas comunidades e que as beneficiem. A difusão e barateamento da tecnologia possibilitam que apareçam soluções locais. A geração de energia, produção de alimentos, comunicação, transportem já prescindem dos grandes modelos verticais. Porque  continuamos a depender das megaempresas de infraestrutura? Porque as células produtivas continuam a ser baseadas no empreendedorismo centralizador, hierárquico, voltado para enriquecimento pessoal, enquanto os modelos cooperativos se tornam cada vez mais difíceis de realizar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Queremos alternativas para as moedas, para os bancos, financiamentos e investimentos. O modelo econômico baseado no crescimento do PIB atingiu o limite planetário de produção de bens. Produz-se alimentos suficiente para 10 bilhões de pessoas, enquanto quase dez por cento dos 7 bilhões de humanos passa fome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse encontro, serão selecionadas 5 a 7 propostas, ideias, elucubrações – práticas ou teóricas, ficcionais ou em andamento – que queiram subverter a ordem econômica existente através de microprojetos, romances, instalações, startups cooperativos, criptocréditos, arranjos produtivos, mercados de trocas, etc. Durante os 5 dias do encontro,  os selecionados irão interagir com os convidados – pessoas que já realizaram projetos similares, ou que tem estudos sobre o tema – sobre a viabilidade, potenciais e fraqueza do seu projeto. A Nuvem oferece transporte, alimentação e hospedagem para todos os participantes. A hospedagem é na própria casa do encontro, em quartos coletivos mistos com 4 pessoas cada, no máximo; a alimentação é vegetariana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além da chamada para o encontro, convidaremos em breve a enviar textos em torno do tema, de até 30 laudas, para uma publicação com lançamento no começo de 2017.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Inscrições==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''As inscrições para o encontro já estão encerradas.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns links de referência e inspiração:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.sindominio.net/eldinerogratis/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.thephone.coop/about-us/who-we-are/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/fork-the-economy&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://thinkeconomia.com/pdf/openCallEconomia.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://medium.com/@trebors/platform-cooperativism-vs-the-sharing-economy-2ea737f1b5ad#.oq2occhfl&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/enspiral-changing-the-way-social-entrepreneurs-do-business&lt;br /&gt;
http://enspiral.com/about-enspiral/faq/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://loophole4all.com/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://disobedience.eu/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/new-ridesharing-alternatives-thrive-after-uber-leaves-austin&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://flinc.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.gocarma.com &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://colivre.coop.br/sobre/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://miamirail.org/visual-arts/new-business-art-in-search-of-alternative-economic-systems-2/ - Justine Ludwig&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://bhaz.com.br/2016/09/19/gasolina-paga-com-papel-ungido-por-cristo-vira-caso-de-policia-em-posto-de-combustivel/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.noitosfera.com/rm/s02/e06&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Apoio==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa atividade tem o apoio da Fundação Ford.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Ford.png]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Economias_Subversivas&amp;diff=14743</id>
		<title>Economias Subversivas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Economias_Subversivas&amp;diff=14743"/>
				<updated>2016-12-06T20:40:12Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: /* Documentação */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
'''Economia Subversiva 01/12 - Quinta'''&lt;br /&gt;
Dia 1 / manhã&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Documentação==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai rolar uma publicação, a partir de textos elaborados aqui e uma chamada aberta até 15/01 para outras pessoas que não estão aqui. Textos de mno máximo 30 laudas.&lt;br /&gt;
Publicar no começo do ano que vem o Adriano Belisaro vai organizar isso.&lt;br /&gt;
Tema experiências e propostas em economias subversivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
## Apresentação rápida&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- foz: rodando o país com objetivo de encontrar lugar para morar, conhecendo vários projetos e comunidades, e os projetos economicos tem chamado muito nossa atenção. EStamos nas pesquisas e na prática do faça você mesmo fazem muitos anos, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pedro victor: Artista, trabalha com imagem e performance e experimentos sociais, com abordagens teóricas e práticas sobre economia pós escassez, e pensar ensaios para isntituições jurídicas do futuro que não conhecemos. Trabalha Rio e Sampa, está um pouco nômade nos últimos 4 anos, em diversas atividades. Escreve textos também. Pensando dimensões técnicas, estéticas e políticas de coisas autorais e coletivas em sistemas mais abertos. Amador profissional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Guilherme: Se inscreveu para falar experiência que tem no sul estão construindo universidade alternativa de comunidade (UNIPERMACULTURA e permacultura. Tem conseguido apoios para fazer isso de forma bem intensiva. Está há um tempo trabalhando com indígenas. Primeiro curso de especialização - pós na universidade do cariri no Ceará e no sul como curso de extensão. Estão trabalhando com tabaco agroecológico e também para criação de um método de exodo urbano - transitions farm. Ocupação de escolas através de comodato e sistemas educacionais para construções de casas. É professor dá aula para universidade e cursos, é biólogo e trabalha mais com filosófico e ética da permacultura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Juliana: Do Rio andou nômade morou na argentina, está meio São Paulo e quer cair fora de lá. Trabalha com artes visuais e etc. No campo da pesquisa e curadoria e veio fazer um estudo sobre tecnologias e técnica e cultura e forma desviantes de atuar com tecnologia e começou a se interessar por aspectos economicos dentro e fora da arte. Começou a investigar sobre outras esssa ecnomia se tornou mito da nossa sociedade. Fez umam exposição de estudo sobre mercantismo. Estuda jurisdicção dentro do campo economico. E gostaria de pensar aqui, dentro do campo da arte temos abordagens conceituais mas a prática é conservadora, pensar outras formas de fazer arte produzir, se expor. COmo produzimos artes, temos editais, galerias, mas pensar outrs economias para a produção artística. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Bruno: da Nuvem. Começou em 2011, o objetivo vem sempre pela autonomia. E a comunidade também, pensar potenciais para autosustentação de alimentos, energia, acreditamso no potencial da contaminação da arte para o técnico. E não vendo como uma coisa só. Sempre unindo projetos mais artísticos com técnicos um do lado do outro. E essa chamada não foi diferente. Olhando para o potencial do faça você mesmo. Moedas que não passam por empresas e pelo estado. Pesquisa que Ivan faz como advogado, chama de direito sobre tecnologia. Pensando em formas de organização que não estão nos livros. Deve ser o último evento nessa casa, depois vamos para o sítio aqui perto. O sítio é próprio. É uma comunidade de algumas pessoas, produz muito tem SAF, horta, e inserido dentro do projeto de autonomia tecnologica, pois tem uma rede comunitária na Vila da Fumaça. VOu me apresentar também, por essa experiência que vem se construindo pouco a pouco com autofinanciamento da própria rede e como modelo para ser apropriado por outras redes de comunicação comunitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ana Fradique: É nômade profissional artística, vem de uma aldeia em portugal. Foi para finlandia, e mestrado em arte ambiental. Nesse momento olhando sistemas e fazendo análises e diagnosticando através da arte. Começou a fazer propostas de experimentos sociais e organizacionais em coleitvo e trabalhando cada vez mais, coletivo molecular organization. E pensando a imaterizalização da economia e das formas de produçõa e o que é produzido. Acabou fudndando uma cooperativa chamada robin hood. Se move nos meios das artes ou qualquer outra oportunista que for necessário. Ocupando as ruas de outras maneiras, tem uma start up ligadao ou robin hood, para desascralizar as finanças para que seja útil as pessoas. Vive no Rio há 3 anos, e participa de outras iniciativas não ligadas a finanças em relação a vivência coletiva. Robin HOod assetmant cooperativa ??? Economic Space management.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ivan: Especialista em direito social. Era bem pago para &lt;br /&gt;
As autoridades precisam de um assessor que fale a verdade era bem pago para isso, mas só quando era chamado, era assessor de um desembargador por 9 anos e ganhou com muita perseguissão 2 ou 3 precatórios e 2 ou 3 ??? de pequeno valor. Nos últimos anos tem trabalhado de graça na proposta de construir instrumentos e ferramentas para ver na prática como se resgata esse direito em propriedades coletivas. Hoje tem uma associação mutual, junto com um amigo que participou de uma mutual argentina, com a proposta de reconstruir a propriedade coletiva, comprou uma terra que está em processo de coletivizaçáo. e com um fundo social mutual para construir uma coooperativa integral, mas diferente da espanha é focada por ser dona dos meios de produção não apaenas um guarda chuva jurídico. Não necessariamente aqueles que vão morar, pois é um local para morar, gerar renda e cuidar da saúde, esses 3 princípios que focamos. Por necessidade estamos usando ela juridicamente para fazer a cooperativa integral focada na detenção dos meior de produções naquela terra. Pessoas que não querem ser empregados e querem ser seu próprio patrão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Lirca: de barcelona, mas mora aqui desde 2013. Trabalha com agroecologia (http://cirandas.net/uilikande/os-projetos-produtos-e-pessoas-do-uilikande) e produção de geléias, está participando desde 2008 em projetos autogestionários. Em barcelona participou de uma denṹncia do mercado financeiro internacional, foi quando rolou a crise, o Enric Duran fez parte deesse protesto de denúncia, tentou uma greve de bancos, mas não foi muito para frente e pensaram numa cooperativa integral catalana (CIC) como forma de ocnstrução além da denúncia ficou nisso de 2008 a 2010 e a cooperativa começou a andar com pernas próprias. Daí a CIC seria um guarda chuva de várias propostas dentro de uma mesma forma legal (alternativa que aproveita a legalidade para se blindar perante o sistema e desenvolver os projetos). O seguinte nível (internacional) é a FAIRCOOP (guarda-chuvas de ferramentas). Acaba fazendo muitos projetos e tentando se sustentar. Não acho tempo para me envolver com a FAIRCOOP. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Aylen: córdoba- Argentina. Faz 3 meses que estou trabalhando em nódulo local de FAIRCOOP, e cada um vai adaptaando a ideia a situação local. PRimeiro são os príncipios, não morte, não escravidão, são as guias. Depois a questão vida, tenho 2 filhos, que em elevou a tudo que fiz, se quero trabalhar na relação de dependẽncia não posso se meu filho fica doente, sou despedida. assim tudo que quis fazer o sistema te barra. Sempre na clandestinidade, a raiz dessa é que a cooperativa batetu a minha porta, e começamos a nos unir, todas as pessoas que estão fora do sistema. Sempre abaixo e na sombra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Matheus: de Salvador -BA - Ecolivre - cooperativa de tecnologias livres, presta serviços como desenvolvimento de redes sociais autonomas com a plataforma Noosfero. Há redes sociais que utilizam o Noosfero como o cirandas.net até softwarelivre.org. Atualmente estamos com 8 membros, mas já teve mais gente. Já tem 10 anos foi fundada em 2006 com pessoas do software livre em salvador e da economia solidária. A ideia é prestar serviço com desnevolvimento, consultoria, e formação em software livre. Formado em jornalismo trabalha com comunicação dentro da cooperativa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Tarcísio - mora em campinas é de São Paulo. Há 14 anso presidente da OSCIP Solear. Desde que se formou em política virou empreendedor social, teve bar, restaurante, produtor rural anos 90, disso foi para alimentação, dentro da UNicamp restaurante vegetariano (exótico), por conta de estar lá atraia muitas pessoas também exóticas e se envolveu num assunto que envolveu completamente que foi a lei das OSCIPs e foi a 4 aberta em Campinas. Passou por alegrias e desafios, morou uns anos foras, e com todas as experiências acumuladas de vida, conseguiu ter uma certa tecnoliga para ser empreeendedor social, nesses 15 anos, tem ótimos resultados, trabalha com empresas, para promover rachaduras, que agora estão se abrindo e tendo acessos economicos e trabalham com plantio de árvores, já plantaram 160 mil mudas, Solear escola Viveiro, nesse trabalho capacitamos e profissionalimos pessoas montando viveiros dentro de escolas, entranod no conteúdo curricular, árvores, plantas, mudas, ervas como complemento. E  por conta disso e dessa tragetória atendemos grandes empresas. Faz pequenos e macros projetos. E por conta de um projeto nano de capacitação de mulheres em vulnerabilidade em Campinas, elas se capacitaram e podem se tornar empreendedoras. Depois termina de apresentar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Drebs: Estamos no rolẽ, trabalho faz muito tempo com computação e está mudando um pouco o foco para sair um pouco do computador, tem trabalha um pouco com redes livres. Com interesse nas iniciativas autonomas economicas de diversos projetos que temos viajado. Diversas pessoas aqui conhecemos em outras atividades. Uma iniciativa em uma comunidade intencional é que não existe instrumento jurídico para posse coletiva da terra, mas não existe proibição então ficamos a mercê das avaliações dos juízes dos casos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ideia é ter as apresentações para depois surgir discussões gerais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Apresentações:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pão-pãozinho - Tarcísio]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Documentação temporária&lt;br /&gt;
[https://pad.riseup.net/p/economia_subversiva]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Participantes==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Fundo solidário]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Chamada==    &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                               &lt;br /&gt;
No começo de dezembro a Nuvem vai organizar o encontro Economias Subversivas. Durante 5 dias estaremos compartilhando novas maneiras de fazer trocas, investir, descrescer e financiar ações e projetos, num ambiente de imersão. Se você tem uma ideia ou uma experiência que gostaria de compartilhar, leia a chamada e se inscreva. Serão convidadas 5 a 7 pessoas de qualquer parte do Brasil com passagem, alimentação e hospedagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Dinerogratis.gif|frame|c|left|http://www.sindominio.net/eldinerogratis/]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há décadas, desde a hegemonia do modelo neoliberal, os governos e populações se tornaram subordinados aos grandes grupos financeiros. Mesmo com eleições regulares, os representantes escolhidos pouco podem fazer – ou querem fazer -  em relação a esse arranjo de poderes. Na crise especulativa de 2008, foi a população que teve de pagar o resgate das instituições financeiras, enquanto até os bônus dos CEOs das corporações delinquentes foram mantidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É evidente que as tecnologias vem criando novas configurações na economia. Mas os modelos de negócio baseados no financiamento e venda de start-ups são controlados inteiramente pelos mesmos  grupos financeiros de sempre. Por mais que o Uber crie novas oportunidades de emprego, eses empregos tem a fragilidade precária de depender da estratégia da empresa, que sobe ou desce taxas sempre que lhe convém . Por outro lado, os investimentos iniciais para montar uma alternativa são altíssimos – o capital de risco financia as viagens baratas oferecidas com o objetivo de dominar mercados “virgens”.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O encontro Economias Subversivas quer investigar ideias e iniciativas que desmontem os modelos existentes. Os startups “disruptivos”, em sua maioria, só fazem reforçar sistemas de controle financeiros e concentrar ainda mais a renda em estruturas hierarquizadas e fechadas.  Acreditamos que a economia pode ser plataforma e tubo de ensaios para criatividade de qualquer um. Afinal as finanças são baseados no crédito, que nada mais é do que a ideia de emprestar bens à base de confiança, e, opcionalmente, de uma compensação. Das grandes navegações e os primeiros bancos até os fundos hedge e as criptomoedas, toda economia se baseia nessa premissa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Procuramos projetos que sejam sustentáveis economicamente, mas controlados pelas comunidades e que as beneficiem. A difusão e barateamento da tecnologia possibilitam que apareçam soluções locais. A geração de energia, produção de alimentos, comunicação, transportem já prescindem dos grandes modelos verticais. Porque  continuamos a depender das megaempresas de infraestrutura? Porque as células produtivas continuam a ser baseadas no empreendedorismo centralizador, hierárquico, voltado para enriquecimento pessoal, enquanto os modelos cooperativos se tornam cada vez mais difíceis de realizar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Queremos alternativas para as moedas, para os bancos, financiamentos e investimentos. O modelo econômico baseado no crescimento do PIB atingiu o limite planetário de produção de bens. Produz-se alimentos suficiente para 10 bilhões de pessoas, enquanto quase dez por cento dos 7 bilhões de humanos passa fome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse encontro, serão selecionadas 5 a 7 propostas, ideias, elucubrações – práticas ou teóricas, ficcionais ou em andamento – que queiram subverter a ordem econômica existente através de microprojetos, romances, instalações, startups cooperativos, criptocréditos, arranjos produtivos, mercados de trocas, etc. Durante os 5 dias do encontro,  os selecionados irão interagir com os convidados – pessoas que já realizaram projetos similares, ou que tem estudos sobre o tema – sobre a viabilidade, potenciais e fraqueza do seu projeto. A Nuvem oferece transporte, alimentação e hospedagem para todos os participantes. A hospedagem é na própria casa do encontro, em quartos coletivos mistos com 4 pessoas cada, no máximo; a alimentação é vegetariana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além da chamada para o encontro, convidaremos em breve a enviar textos em torno do tema, de até 30 laudas, para uma publicação com lançamento no começo de 2017.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Inscrições==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''As inscrições para o encontro já estão encerradas.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns links de referência e inspiração:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.sindominio.net/eldinerogratis/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.thephone.coop/about-us/who-we-are/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/fork-the-economy&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://thinkeconomia.com/pdf/openCallEconomia.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://medium.com/@trebors/platform-cooperativism-vs-the-sharing-economy-2ea737f1b5ad#.oq2occhfl&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/enspiral-changing-the-way-social-entrepreneurs-do-business&lt;br /&gt;
http://enspiral.com/about-enspiral/faq/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://loophole4all.com/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://disobedience.eu/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/new-ridesharing-alternatives-thrive-after-uber-leaves-austin&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://flinc.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.gocarma.com &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://colivre.coop.br/sobre/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://miamirail.org/visual-arts/new-business-art-in-search-of-alternative-economic-systems-2/ - Justine Ludwig&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://bhaz.com.br/2016/09/19/gasolina-paga-com-papel-ungido-por-cristo-vira-caso-de-policia-em-posto-de-combustivel/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.noitosfera.com/rm/s02/e06&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Apoio==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa atividade tem o apoio da Fundação Ford.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Ford.png]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=P%C3%A3o-p%C3%A3ozinho_-_Tarc%C3%ADsio&amp;diff=14742</id>
		<title>Pão-pãozinho - Tarcísio</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=P%C3%A3o-p%C3%A3ozinho_-_Tarc%C3%ADsio&amp;diff=14742"/>
				<updated>2016-12-06T20:38:39Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: Criou página com ' Pão_pãozinho é o nome do projeto, talvez mude, resultou de um contrato nesse ano com uma empresa de auditoria -- contratou para uma oficina sem compromisso de capacitaçã...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Pão_pãozinho é o nome do projeto, talvez mude, resultou de um contrato nesse ano com uma empresa de auditoria -- contratou para uma oficina sem compromisso de capacitação de mulheres do bairro CDHU em torno da produção de ervas para terem em volta de suas casa hortas e conhecimento em produção de ervas, principalmente aromáticas mas também medicinais. Objetivo: 4 meses para da erva chegar na produção de pão. Chegando ao empoderamento feminino também chegar a outros objetivos, inclusive chegando à saúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pão diferenciado, conhecimento da produção od trigo, da mistura que vai compor a receita, que inclui linhaça, centeio, aveia, girassol, mas também alimentos liofilizados (em pó) como  beterraba, cenoura, tomate e espinafre, que transformam os pães em pães coloridos. Laranja, roxo, vermelho, verde. Trazem sabor também. Tudo isso fomenta a agricultura orgânica. O paladar associado também tem ligação com a origem da produção. Palavra chave: escala.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de 4 meses de capacitação, em uma segunda fase produzir os pães apenas com energia solar. Tripé: plantio de árvores, agricultura orgânica, produção em escala. Estamos habilitados na norma 482 da Aneel, que prevê que cada um de nós pode ser produtor de energia elétrica e enviar para a rede. A norma vem sendo atualizada, por causa de lobby, interesses. Hoje, as concessionárias são obrigadas a comprar a energia. A energia pode ser associada entre produtores sócios, que não precisam estar vizinhos na mesma rede. A rede vai do transformador até os pontos de uso. Cada quarteirão pode formar uma ou mais redes. Nessa nova atualização, sendo na mesma concessionária, as pessoas/grupos podem estar associadas para gerar um volume comum.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso massivo da energia solar habilita a entrar no PEE - Programa de Eficiência Energética. 0,05% da receita operacional líquida das concessionárias é obrigado a retornar para a sociedade via PEE. CPFL Campinas, 9,2 milhões de reais. PEE é um calhamaço, foi uma conquista. Antes, as companhias pegavam esse dinheiro e usavam em programas internos. Por causa do momento político, foi forçado através de lobby que o dinheiro do PEE fosse investido através de chamados públicos. Existem várias categorias de consumidores, rurais, industriais, etc. Esse dinheiro é distribuído para as várias categorias de consumidores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conseguir escrever um projeto e enviar para chamados públicos no PEE permite escala. PEE + novos direitos dos consumidores de energia pode trazer melhorias, empoderamento, eficiência, renda, educação, mobilidade, saúde para o interesse de quem paga/consome energia. Estamos tentando nos habilitar nisso, desde 2014, somos agora uma associação com essa finalidade mudamos o estatuto, para atender essa exigência da ANEEL.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No CDHU surge um case para justificar o ingresso no PEE. Soberania alimentar, segurança alimentar, custo, saúde, etc. Há uma quantidade crescente entre pessoas de baixa renda com problemas crescentes de saúde, obesidade, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recentemente saiu uma pesquisa sobre os elementos químicos dentro da farinha branca, entre 30 e 40 químicos incluindo alvejantes, para que o trigo possa passar pelos processos industriais que as máquinas demandam para não grudar, crescer mais cedo ou mais tarde, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na área da agricultura familiar e saúde podemos trazer essa discussão e o trigo mais saudável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Começamos com 12 mulheres, e depois de um tempo chegamos a uma lista de espera de outras 20 mulheres. A perspectiva de um pequeno projeto como esse dar errado é muito maior do que dar certo, mas esse projeto deu muito certo. As mulheres estão capacitadas para produção depois de 4 meses (maio a setembro de 2016).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos um sistema em desenvolvimento, que vai virar aplicativo, para ajudar a dar um selo e não gerar brecha com a vigilância sanitária. Em campinas e muitos outros lugares há a &amp;quot;tolerância zero&amp;quot;. Se você vai vender um alimento, tem que estar na rotulagem e padronagem da vigilância sanitária. Em cozinhas individuais ou cozinhas maiores centralizadas, além de sistema solar fotovoltaico, teremos o rastreamento dos processos com ligação direta com a vigilância sanitária, para voluntariamente apresentar a limpeza e o processo de produção. Os pães saem congelados. O mix já vem preparado dos produtores, na proporção de farinhas, sementes, ervas, etc, tudo natural, alguns ítens desidratados. Precisamod de 2 toneladas por mês de pão congelado. A partir de 180 dias (6 meses) a curva começa a dar sustentação ao projeto. Os parceiros entrando com dinheiro poderão ver que a partir de 2018 já existirá retorno. O projeto pra ser aprovado na chamada tem que gerar 30% de economia, no mínimo. Outros parâmetros são geração de saúde, autonomia e segurança alimentar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pretendemos nos candidatar ao PEE em 2018, por isso queremos avançar em 2017, e se tudo der certo em 6 meses de existência o projeto vai se pagar. A primeira fase foi financiada por uma empresa multinacional de auditoria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estamos através de empreendimentos sociais, atendendo a empresa que financiou, mas no interesse da comunidade -- os nossos reais patrões. Somos fucionários da verdade, e da ética. A empresa paga se quiser nos contratar, mas se no curso do contrato quiser alguma alteração, não rola. Encerramos por destrato muitos dos contratos porque queriam mudar os contratos no meio. Na verdade, contratam a gente não porque são legais mas porque é barato e porque podem tirar uma foto dando valor à marca. Todos os contratos pagaram 45% do contrato antecipado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há alguns anos houve a discussão da ISO 26000, o brasil foi redator através da FGV e ABNT junto com entidades da suécia. Atavés da GAO - grupos de articulação de ongs, fizemos parte da redação, e ficamos no cadastro das empresas. Em Setembro veio o convite para participar do projeto Bota na Mesa, para trabalhar a questão da produção e escoamento na cidade e entorno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Produção Solidária e Solar de pães orgânicos, integrais e funcionais (super saborosos).&lt;br /&gt;
Solidária: 6 mulheres MEI já capacitadas nas oficinas de culinária e empreendedorismo.&lt;br /&gt;
Solar: uso de veículo T3 BYD para entregas verdes. --&amp;gt; 400.000. Vamos conseguir pela metade, com carência, e 48 meses pra pagar.&lt;br /&gt;
Custo final tem forte redução pelo valor frete.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Custo de energia: 14 reais cada carga com autonomia de 250km. Fase 3: dando certo a instalação de paineis, dando certo a curva de autosustentabilidade, a fase 3 serão 200 casa para alimentar 2 ou 3 carros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Orçamento para fase 2: R$ 300.000, divididos em 5 cotas de 60.000. Formalizar parcerias, contratos e patrocínios para integralização do valor do orçamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chega um momento em que a quantidade de energia gerada possa abastecer um fundo. Esse fundo pode financiar entregas, ou transporte escolar, ou até uma escola. A energia é de quem gera.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pergunta: as famílias/mulheres apresentam gragilidade/risco social? Resposta: o bairro em campinas, CDHU, fica ao lado de ortolândia, onde tem um dos maiores complexos penitenciários do brasil. São bairros &amp;quot;de escala&amp;quot;, muitos familiares mudaram para lá por causa dos presos. Existe uma situação de violência, filhos sem marido, sem emprego, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pergunta: cada mulher é uma mei? Elas são associadas? Resposta: hoje não são nada, estão cadastradas num programa de atividade culinária. A empresa que contratou juntou ervas -- fizemos ervas com culinária. A ideia é ser MEI, mas ainda não são.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comentário: é importante ter um espaço para crianças ao lado do local de trabalho para deixar as crianças.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Obs: em 2016, nenhum projeto foi aprovado na CPFL paulista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parceiros: BYD, (Carlos Augusto Serra Roma)&lt;br /&gt;
escolaviveiro.org.br&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pergunta: manutenção de baterias e painéis não gera custo maior? Resposta: as baterias são somente para os carros, isto está previsto na parceria com BYD. Essas baterias são usadas 10 anos no carro, e depois mais 15 anos em outras aplicações. Os painéis tem vida útil de 25 anos, e jogam energia direto para a rede.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comentário: projeto não é replicável, no sentido de ter que achar outros parceiros dispostos a investir inicialmente. Por exemplo, como conseguir o dinheiro para comprar os painéis solares iniciais. Resposta: através de PEE aprovado podemos replicar o financiamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comentário: fermentação é vivo e ancestral.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Economias_Subversivas&amp;diff=14741</id>
		<title>Economias Subversivas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Economias_Subversivas&amp;diff=14741"/>
				<updated>2016-12-06T20:37:49Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: /* Documentação */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
==Documentação==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# Economia Subversiva 01/12 - Quinta&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# Dia 1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
## manhã&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai rolar uma publicação, a partir de textos elaborados aqui e uma chamada aberta até 15/01 para outras pessoas que não estão aqui. Textos de mno máximo 30 laudas.&lt;br /&gt;
Publicar no começo do ano que vem o Adriano Belisaro vai organizar isso.&lt;br /&gt;
Tema experiências e propostas em economias subversivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
## Apresentação rápida&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- foz: rodando o país com objetivo de encontrar lugar para morar, conhecendo vários projetos e comunidades, e os projetos economicos tem chamado muito nossa atenção. EStamos nas pesquisas e na prática do faça você mesmo fazem muitos anos, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pedro victor: Artista, trabalha com imagem e performance e experimentos sociais, com abordagens teóricas e práticas sobre economia pós escassez, e pensar ensaios para isntituições jurídicas do futuro que não conhecemos. Trabalha Rio e Sampa, está um pouco nômade nos últimos 4 anos, em diversas atividades. Escreve textos também. Pensando dimensões técnicas, estéticas e políticas de coisas autorais e coletivas em sistemas mais abertos. Amador profissional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Guilherme: Se inscreveu para falar experiência que tem no sul estão construindo universidade alternativa de comunidade (UNIPERMACULTURA e permacultura. Tem conseguido apoios para fazer isso de forma bem intensiva. Está há um tempo trabalhando com indígenas. Primeiro curso de especialização - pós na universidade do cariri no Ceará e no sul como curso de extensão. Estão trabalhando com tabaco agroecológico e também para criação de um método de exodo urbano - transitions farm. Ocupação de escolas através de comodato e sistemas educacionais para construções de casas. É professor dá aula para universidade e cursos, é biólogo e trabalha mais com filosófico e ética da permacultura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Juliana: Do Rio andou nômade morou na argentina, está meio São Paulo e quer cair fora de lá. Trabalha com artes visuais e etc. No campo da pesquisa e curadoria e veio fazer um estudo sobre tecnologias e técnica e cultura e forma desviantes de atuar com tecnologia e começou a se interessar por aspectos economicos dentro e fora da arte. Começou a investigar sobre outras esssa ecnomia se tornou mito da nossa sociedade. Fez umam exposição de estudo sobre mercantismo. Estuda jurisdicção dentro do campo economico. E gostaria de pensar aqui, dentro do campo da arte temos abordagens conceituais mas a prática é conservadora, pensar outras formas de fazer arte produzir, se expor. COmo produzimos artes, temos editais, galerias, mas pensar outrs economias para a produção artística. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Bruno: da Nuvem. Começou em 2011, o objetivo vem sempre pela autonomia. E a comunidade também, pensar potenciais para autosustentação de alimentos, energia, acreditamso no potencial da contaminação da arte para o técnico. E não vendo como uma coisa só. Sempre unindo projetos mais artísticos com técnicos um do lado do outro. E essa chamada não foi diferente. Olhando para o potencial do faça você mesmo. Moedas que não passam por empresas e pelo estado. Pesquisa que Ivan faz como advogado, chama de direito sobre tecnologia. Pensando em formas de organização que não estão nos livros. Deve ser o último evento nessa casa, depois vamos para o sítio aqui perto. O sítio é próprio. É uma comunidade de algumas pessoas, produz muito tem SAF, horta, e inserido dentro do projeto de autonomia tecnologica, pois tem uma rede comunitária na Vila da Fumaça. VOu me apresentar também, por essa experiência que vem se construindo pouco a pouco com autofinanciamento da própria rede e como modelo para ser apropriado por outras redes de comunicação comunitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ana Fradique: É nômade profissional artística, vem de uma aldeia em portugal. Foi para finlandia, e mestrado em arte ambiental. Nesse momento olhando sistemas e fazendo análises e diagnosticando através da arte. Começou a fazer propostas de experimentos sociais e organizacionais em coleitvo e trabalhando cada vez mais, coletivo molecular organization. E pensando a imaterizalização da economia e das formas de produçõa e o que é produzido. Acabou fudndando uma cooperativa chamada robin hood. Se move nos meios das artes ou qualquer outra oportunista que for necessário. Ocupando as ruas de outras maneiras, tem uma start up ligadao ou robin hood, para desascralizar as finanças para que seja útil as pessoas. Vive no Rio há 3 anos, e participa de outras iniciativas não ligadas a finanças em relação a vivência coletiva. Robin HOod assetmant cooperativa ??? Economic Space management.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ivan: Especialista em direito social. Era bem pago para &lt;br /&gt;
As autoridades precisam de um assessor que fale a verdade era bem pago para isso, mas só quando era chamado, era assessor de um desembargador por 9 anos e ganhou com muita perseguissão 2 ou 3 precatórios e 2 ou 3 ??? de pequeno valor. Nos últimos anos tem trabalhado de graça na proposta de construir instrumentos e ferramentas para ver na prática como se resgata esse direito em propriedades coletivas. Hoje tem uma associação mutual, junto com um amigo que participou de uma mutual argentina, com a proposta de reconstruir a propriedade coletiva, comprou uma terra que está em processo de coletivizaçáo. e com um fundo social mutual para construir uma coooperativa integral, mas diferente da espanha é focada por ser dona dos meios de produção não apaenas um guarda chuva jurídico. Não necessariamente aqueles que vão morar, pois é um local para morar, gerar renda e cuidar da saúde, esses 3 princípios que focamos. Por necessidade estamos usando ela juridicamente para fazer a cooperativa integral focada na detenção dos meior de produções naquela terra. Pessoas que não querem ser empregados e querem ser seu próprio patrão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Lirca: de barcelona, mas mora aqui desde 2013. Trabalha com agroecologia (http://cirandas.net/uilikande/os-projetos-produtos-e-pessoas-do-uilikande) e produção de geléias, está participando desde 2008 em projetos autogestionários. Em barcelona participou de uma denṹncia do mercado financeiro internacional, foi quando rolou a crise, o Enric Duran fez parte deesse protesto de denúncia, tentou uma greve de bancos, mas não foi muito para frente e pensaram numa cooperativa integral catalana (CIC) como forma de ocnstrução além da denúncia ficou nisso de 2008 a 2010 e a cooperativa começou a andar com pernas próprias. Daí a CIC seria um guarda chuva de várias propostas dentro de uma mesma forma legal (alternativa que aproveita a legalidade para se blindar perante o sistema e desenvolver os projetos). O seguinte nível (internacional) é a FAIRCOOP (guarda-chuvas de ferramentas). Acaba fazendo muitos projetos e tentando se sustentar. Não acho tempo para me envolver com a FAIRCOOP. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Aylen: córdoba- Argentina. Faz 3 meses que estou trabalhando em nódulo local de FAIRCOOP, e cada um vai adaptaando a ideia a situação local. PRimeiro são os príncipios, não morte, não escravidão, são as guias. Depois a questão vida, tenho 2 filhos, que em elevou a tudo que fiz, se quero trabalhar na relação de dependẽncia não posso se meu filho fica doente, sou despedida. assim tudo que quis fazer o sistema te barra. Sempre na clandestinidade, a raiz dessa é que a cooperativa batetu a minha porta, e começamos a nos unir, todas as pessoas que estão fora do sistema. Sempre abaixo e na sombra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Matheus: de Salvador -BA - Ecolivre - cooperativa de tecnologias livres, presta serviços como desenvolvimento de redes sociais autonomas com a plataforma Noosfero. Há redes sociais que utilizam o Noosfero como o cirandas.net até softwarelivre.org. Atualmente estamos com 8 membros, mas já teve mais gente. Já tem 10 anos foi fundada em 2006 com pessoas do software livre em salvador e da economia solidária. A ideia é prestar serviço com desnevolvimento, consultoria, e formação em software livre. Formado em jornalismo trabalha com comunicação dentro da cooperativa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Tarcísio - mora em campinas é de São Paulo. Há 14 anso presidente da OSCIP Solear. Desde que se formou em política virou empreendedor social, teve bar, restaurante, produtor rural anos 90, disso foi para alimentação, dentro da UNicamp restaurante vegetariano (exótico), por conta de estar lá atraia muitas pessoas também exóticas e se envolveu num assunto que envolveu completamente que foi a lei das OSCIPs e foi a 4 aberta em Campinas. Passou por alegrias e desafios, morou uns anos foras, e com todas as experiências acumuladas de vida, conseguiu ter uma certa tecnoliga para ser empreeendedor social, nesses 15 anos, tem ótimos resultados, trabalha com empresas, para promover rachaduras, que agora estão se abrindo e tendo acessos economicos e trabalham com plantio de árvores, já plantaram 160 mil mudas, Solear escola Viveiro, nesse trabalho capacitamos e profissionalimos pessoas montando viveiros dentro de escolas, entranod no conteúdo curricular, árvores, plantas, mudas, ervas como complemento. E  por conta disso e dessa tragetória atendemos grandes empresas. Faz pequenos e macros projetos. E por conta de um projeto nano de capacitação de mulheres em vulnerabilidade em Campinas, elas se capacitaram e podem se tornar empreendedoras. Depois termina de apresentar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Drebs: Estamos no rolẽ, trabalho faz muito tempo com computação e está mudando um pouco o foco para sair um pouco do computador, tem trabalha um pouco com redes livres. Com interesse nas iniciativas autonomas economicas de diversos projetos que temos viajado. Diversas pessoas aqui conhecemos em outras atividades. Uma iniciativa em uma comunidade intencional é que não existe instrumento jurídico para posse coletiva da terra, mas não existe proibição então ficamos a mercê das avaliações dos juízes dos casos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ideia é ter as apresentações para depois surgir discussões gerais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Apresentações:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pão-pãozinho - Tarcísio]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Documentação temporária&lt;br /&gt;
[https://pad.riseup.net/p/economia_subversiva]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Participantes==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Fundo solidário]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Chamada==    &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                               &lt;br /&gt;
No começo de dezembro a Nuvem vai organizar o encontro Economias Subversivas. Durante 5 dias estaremos compartilhando novas maneiras de fazer trocas, investir, descrescer e financiar ações e projetos, num ambiente de imersão. Se você tem uma ideia ou uma experiência que gostaria de compartilhar, leia a chamada e se inscreva. Serão convidadas 5 a 7 pessoas de qualquer parte do Brasil com passagem, alimentação e hospedagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Dinerogratis.gif|frame|c|left|http://www.sindominio.net/eldinerogratis/]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há décadas, desde a hegemonia do modelo neoliberal, os governos e populações se tornaram subordinados aos grandes grupos financeiros. Mesmo com eleições regulares, os representantes escolhidos pouco podem fazer – ou querem fazer -  em relação a esse arranjo de poderes. Na crise especulativa de 2008, foi a população que teve de pagar o resgate das instituições financeiras, enquanto até os bônus dos CEOs das corporações delinquentes foram mantidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É evidente que as tecnologias vem criando novas configurações na economia. Mas os modelos de negócio baseados no financiamento e venda de start-ups são controlados inteiramente pelos mesmos  grupos financeiros de sempre. Por mais que o Uber crie novas oportunidades de emprego, eses empregos tem a fragilidade precária de depender da estratégia da empresa, que sobe ou desce taxas sempre que lhe convém . Por outro lado, os investimentos iniciais para montar uma alternativa são altíssimos – o capital de risco financia as viagens baratas oferecidas com o objetivo de dominar mercados “virgens”.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O encontro Economias Subversivas quer investigar ideias e iniciativas que desmontem os modelos existentes. Os startups “disruptivos”, em sua maioria, só fazem reforçar sistemas de controle financeiros e concentrar ainda mais a renda em estruturas hierarquizadas e fechadas.  Acreditamos que a economia pode ser plataforma e tubo de ensaios para criatividade de qualquer um. Afinal as finanças são baseados no crédito, que nada mais é do que a ideia de emprestar bens à base de confiança, e, opcionalmente, de uma compensação. Das grandes navegações e os primeiros bancos até os fundos hedge e as criptomoedas, toda economia se baseia nessa premissa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Procuramos projetos que sejam sustentáveis economicamente, mas controlados pelas comunidades e que as beneficiem. A difusão e barateamento da tecnologia possibilitam que apareçam soluções locais. A geração de energia, produção de alimentos, comunicação, transportem já prescindem dos grandes modelos verticais. Porque  continuamos a depender das megaempresas de infraestrutura? Porque as células produtivas continuam a ser baseadas no empreendedorismo centralizador, hierárquico, voltado para enriquecimento pessoal, enquanto os modelos cooperativos se tornam cada vez mais difíceis de realizar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Queremos alternativas para as moedas, para os bancos, financiamentos e investimentos. O modelo econômico baseado no crescimento do PIB atingiu o limite planetário de produção de bens. Produz-se alimentos suficiente para 10 bilhões de pessoas, enquanto quase dez por cento dos 7 bilhões de humanos passa fome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse encontro, serão selecionadas 5 a 7 propostas, ideias, elucubrações – práticas ou teóricas, ficcionais ou em andamento – que queiram subverter a ordem econômica existente através de microprojetos, romances, instalações, startups cooperativos, criptocréditos, arranjos produtivos, mercados de trocas, etc. Durante os 5 dias do encontro,  os selecionados irão interagir com os convidados – pessoas que já realizaram projetos similares, ou que tem estudos sobre o tema – sobre a viabilidade, potenciais e fraqueza do seu projeto. A Nuvem oferece transporte, alimentação e hospedagem para todos os participantes. A hospedagem é na própria casa do encontro, em quartos coletivos mistos com 4 pessoas cada, no máximo; a alimentação é vegetariana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além da chamada para o encontro, convidaremos em breve a enviar textos em torno do tema, de até 30 laudas, para uma publicação com lançamento no começo de 2017.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Inscrições==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''As inscrições para o encontro já estão encerradas.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns links de referência e inspiração:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.sindominio.net/eldinerogratis/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.thephone.coop/about-us/who-we-are/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/fork-the-economy&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://thinkeconomia.com/pdf/openCallEconomia.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://medium.com/@trebors/platform-cooperativism-vs-the-sharing-economy-2ea737f1b5ad#.oq2occhfl&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/enspiral-changing-the-way-social-entrepreneurs-do-business&lt;br /&gt;
http://enspiral.com/about-enspiral/faq/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://loophole4all.com/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://disobedience.eu/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.shareable.net/blog/new-ridesharing-alternatives-thrive-after-uber-leaves-austin&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://flinc.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.gocarma.com &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://colivre.coop.br/sobre/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://miamirail.org/visual-arts/new-business-art-in-search-of-alternative-economic-systems-2/ - Justine Ludwig&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://bhaz.com.br/2016/09/19/gasolina-paga-com-papel-ungido-por-cristo-vira-caso-de-policia-em-posto-de-combustivel/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.noitosfera.com/rm/s02/e06&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Apoio==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa atividade tem o apoio da Fundação Ford.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Ford.png]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=CONTRALAB:Reboot&amp;diff=14559</id>
		<title>CONTRALAB:Reboot</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=CONTRALAB:Reboot&amp;diff=14559"/>
				<updated>2016-07-12T17:45:56Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: /* Documentação */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
__NOTOC__&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Contralab:reboot==&lt;br /&gt;
=== Resultados e chamada de colaboradores ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Nuvem - Estação Rural de Arte e Tecnologia abre inscrição para colaboradores  que desejam participar e colaborar ativamente do desenvolvimento de projetos em Contralab:reboot em Visconde de Mauá (RJ) entre os dias 10 e 17 de julho de  2016.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até dia 03 de julho, interessads poderão se inscrever para colaborar nos projetos selecionados nesta edição pelo formulário no fim da página.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os projetos convidados são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''[[Mapa Lagbaye Lyika]]'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Mil Oniceto''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Lagbaye Lyika é um sistema online de auto- cartografia tático ancestral que pode ajudar você e a sua comunidade a denunciar situações de violência que podem acontecer na rua onde você reside ou transita e tomar medidas preventivas, alertando as pessoas e organizações afins às temáticas, realizando o controle social e transparência dos atos de atrocidades para com os povos e comunidades Brasil a fora, enviando relatos anônimos do seu celular mesmo de região sem internet, usando assim um sistema que possibilita usar créditos de sms, ou de seu computador, acessando o site e enviando seu relato sem precisar fazer login ou se identificar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''' [[Ferramentas_coletivas_pra_organização_comunitária_contra_as_violências|Ferramentas coletivas pra organização comunitária contra as violências.]]'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Florencia Aguirre''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Construção de ferramentas coletivas para identificar e sancionar as violencias. Construção de espaços comunitarios livres de violências machista y homo lesbo transfóbicas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Se a democracia fosse nossa - inteligência coletiva e criação de redes democráticas de transformação e esperança'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Djalma Nery''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo da presente proposta é estudar, mapear a aprofundar os processos de efetivação dessas campanhas-movimento no ano de 2016, e buscar a conectividade narrativa e metodológica entre elas, com o intuito de fortalecê-las e unificá-las de norte a sul do Brasil, fazendo a crítica a democracia burguesa, como um espaço de limitação que precisa ser transposto para a plena efetivação dos direitos individuais e coletivos focados no bem-estar humano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''[[O Jogo do Golpe]]'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Valessio Brito''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desenvolver junto com outras colaboradores um jogo ou alguma outra forma lúdica de explicar e conscientizar a população brasileira sobre o Golpe que esta ocorrendo no país. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Diretório de ações e coletivos políticos'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Luiz Geron''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oferecer a simpatizantes de causas sociais e libertárias um índice de grupos atuantes e ações em progresso ou a serem executadas em uma determinada localidade; ajudar grupos a coletarem recursos para a execução de suas ações. Exemplos de ações são ocupações em geral e eventos públicos, tais como reuniões de coletivos, protestos, ou atos.Criando um portal acessível pela web e alimentado por integrantes de coletivos e ações. Este portal será composto de uma página inicial, páginas de coletivos e páginas de ações. A página inicial conterá a definição da proposta, índices e destaques de conteúdo das páginas de ações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''[[Projeto_Hybris|HYBRIS_Latinoamerica: memoria audiovisual política]]'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Cecilia Vilca''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consolidar y/o construir una urgente memoria audiovisual utilizando el material existente pero disperso en internet. Utilizar esta memoria audiovisual como una herramienta vigilante de la política para ser usada en momentos decisivos de nuestros países contra la desinformación y distracción que generan los medios de comunicación tradicionales (TV, radio, periódicos) que no solo no informan sí no que además crean circos mediáticos combinados con la cultura de entretenimiento basura para mantener a la población dispersa, desinformada y por lo tanto dividida.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sobre a colaboração:&lt;br /&gt;
* Cada proponente poderá participar em até dois projetos do seu interesse.&lt;br /&gt;
* Cada colaborador receberá hospedagem e alimentação durante o período de participação.&lt;br /&gt;
* As primeiras 15 pessoas inscritas terão sua vaga garantida. Caso haja desistência ou falta de disponibilidade para estar presente de 11 a 17 de &lt;br /&gt;
maio (duração do lab) as pessoas inscritas na sequência da lista serão convocadas.&lt;br /&gt;
* As despesas de transporte correrão por conta da/o colaboradora/o.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quem vier colaborar deverá se comprometer a realizar as seguintes atividades:&lt;br /&gt;
* manter contato com seus grupos de trabalho antes e durante o desenvolvimento dos projetos.&lt;br /&gt;
* estar presente nas apresentações do projeto do inicio ao fim do Contralab&lt;br /&gt;
* participar diariamente no laboratório colaborativo do projeto escolhido&lt;br /&gt;
* auxiliar na documentação do processo de desenvolvimento da proposta a ser depositada na plataforma wiki da Nuvem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Inscreva-se pelo formulário: https://nuvem1.typeform.com/to/V7HV8G&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Chamada====&lt;br /&gt;
Confira a chamada (já encerrada) do Contralab:reboot aqui: [[CONTRALAB:Reboot:Chamada]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Financiamento====&lt;br /&gt;
Esse evento é viabilizado pela Fundação Ford através de uma doação (grant). Essa doação não acarretou nenhum tipo de ingerência nas diretrizes, linhas e gestão do evento, que segue o mesmo tema e metodologia do Contralab realizado em 2014.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Documentação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Apresentação dos projetos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Como editar páginas wiki]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Ford.png]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Como_editar_p%C3%A1ginas_wiki&amp;diff=14558</id>
		<title>Como editar páginas wiki</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Como_editar_p%C3%A1ginas_wiki&amp;diff=14558"/>
				<updated>2016-07-12T17:36:56Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Conceito de wiki. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um conceito rápido de interaçõa e mobilidade, na net quando começaram a surgir blogs, surgi o wiki onde as pessoas se cadastram e podem editar um conteudo. A ferramento utilizada na nuvem é a media wiki que é o software do wikipedia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O endereço do wiki da nuvem é &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
nuvem.tk&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a Media wiki é a mais usada por conta da enciclopedia wikipedia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A primeira coisa é criar um cadastro. Quem já tei é só logar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Importante de entender da wiki, ela começa com uma página e gera um link que vai criar outras páginas. Para entender isso, na página principal da nuvem tk tem o temas laboratórios e você escolhe o contarlab reboot que é o evento que estamos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessa página se perceberem clica no botão editar, e tem alguns projetos, que tem link. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qualquer pessoa que se cadsatrou pode editar tudo que está na documentação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele utiliza markdown, quando você faz um texto com opções de marcar como é negrito e etc. Atravé de uma linguagem de programação posso gerar esse texto para diversos contextos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você usa = para criar títulos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se colocar &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;nowiki&amp;gt;&lt;br /&gt;
= título=&amp;lt;/nowiki&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;nowiki&amp;gt;&lt;br /&gt;
== subtítulo ==&amp;lt;/nowiki&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;nowiki&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== terceiro título===&amp;lt;/nowiki&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que vai ficar assim:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= título=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== subtítulo ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== terceiro título===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Três aspas são negritos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quero criar uma página, você põe entre dois colchetes abrindo e fechando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;nowiki&amp;gt;[[mtçalsd]]&amp;lt;/nowiki&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai ficar assim:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[mtçalsd]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
cria um link para uma página chamada mapas!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E você terá um página nova em branco para colocar conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando o link que criou ainda não tem algo criado ele fica em vermelho. Se já tiver conteúdo ele cria um link em azul.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para links externos, você coloca colchetes abrindo, o link externo espaço o nome que quer dar para aquele link e fecha com dois colchetes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vcoê tem uma ferramenta interessante em ver histórico, você pode resgatar, e refazer, isso previne para edições mal intencionadas, mas tem o outro lado da moeda, tudo que colocar lá ficar registrado, não vai sumir pois vai estar no histórico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para tabelas você pode usar os códigos que estão em Ajuda. Mas se colocar no google conversor tabela wiki.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ferramenta de pad na web é legal para poder fazer conjntamente um texto e depois subir no wiki&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
pad.riseup.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem também o hackpad, mas não pode usar anônimo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deliberatório.com.br&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Usuário:Foz|Foz]] ([[Usuário Discussão:Foz|discussão]])&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Como_editar_p%C3%A1ginas_wiki&amp;diff=14553</id>
		<title>Como editar páginas wiki</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Como_editar_p%C3%A1ginas_wiki&amp;diff=14553"/>
				<updated>2016-07-12T16:28:04Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Conceito de wiki. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um conceito rápido de interaçõa e mobilidade, na net quando começaram a surgir blogs, surgi o wiki onde as pessoas se cadastram e podem editar um conteudo. A ferramento utilizada na nuvem é a media wiki que é o software do wikipedia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O endereço do wiki da nuvem é &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
nuvem.tk&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a Media wiki é a mais usada por conta da enciclopedia wikipedia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A primeira coisa é criar um cadastro. Quem já tei é só logar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Importante de entender da wiki, ela começa com uma página e gera um link que vai criar outras páginas. Para entender isso, na página principal da nuvem tk tem o temas laboratórios e você escolhe o contarlab reboot que é o evento que estamos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessa página se perceberem clica no botão editar, e tem alguns projetos, que tem link. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qualquer pessoa que se cadsatrou pode editar tudo que está na documentação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele utiliza markdown, quando você faz um texto com opções de marcar como é negrito e etc. Atravé de uma linguagem de programação posso gerar esse texto para diversos contextos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você usa = para criar títulos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se colocar &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;nowiki&amp;gt;&lt;br /&gt;
= título=&amp;lt;/nowiki&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;nowiki&amp;gt;&lt;br /&gt;
== subtítulo ==&amp;lt;/nowiki&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;nowiki&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== terceiro título===&amp;lt;/nowiki&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que vai ficar assim:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= título=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== subtítulo ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== terceiro título===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Três aspas são negritos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quero criar uma página, você põe entre dois colchetes abrindo e fechando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[mapas]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
cria um link para uma página chamada mapas!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E você terá um página nova em branco para colocar conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando o link que criou ainda não tem algo criado ele fica em vermelho. Se já tiver conteúdo ele cria um link em azul.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para links externos, você coloca colchetes abrindo, o link externo espaço o nome que quer dar para aquele link e fecha com dois colchetes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vcoê tem uma ferramenta interessante em ver histórico, você pode resgatar, e refazer, isso previne para edições mal intencionadas, mas tem o outro lado da moeda, tudo que colocar lá ficar registrado, não vai sumir pois vai estar no histórico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para tabelas você pode usar os códigos que estão em Ajuda. Mas se colocar no google conversor tabela wiki.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ferramenta de pad na web é legal para poder fazer conjntamente um texto e depois subir no wiki&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
pad.riseup.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem também o hackpad, mas não pode usar anônimo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deliberatório.com.br&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Usuário:Foz|Foz]] ([[Usuário Discussão:Foz|discussão]])&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Como_editar_p%C3%A1ginas_wiki&amp;diff=14552</id>
		<title>Como editar páginas wiki</title>
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				<updated>2016-07-12T16:27:38Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Conceito de wiki. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um conceito rápido de interaçõa e mobilidade, na net quando começaram a surgir blogs, surgi o wiki onde as pessoas se cadastram e podem editar um conteudo. A ferramento utilizada na nuvem é a media wiki que é o software do wikipedia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O endereço do wiki da nuvem é &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
nuvem.tk&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a Media wiki é a mais usada por conta da enciclopedia wikipedia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A primeira coisa é criar um cadastro. Quem já tei é só logar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Importante de entender da wiki, ela começa com uma página e gera um link que vai criar outras páginas. Para entender isso, na página principal da nuvem tk tem o temas laboratórios e você escolhe o contarlab reboot que é o evento que estamos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessa página se perceberem clica no botão editar, e tem alguns projetos, que tem link. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qualquer pessoa que se cadsatrou pode editar tudo que está na documentação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele utiliza markdown, quando você faz um texto com opções de marcar como é negrito e etc. Atravé de uma linguagem de programação posso gerar esse texto para diversos contextos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você usa = para criar títulos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se colocar &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;nowiki&amp;gt;&lt;br /&gt;
= título=&amp;lt;/nowiki&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;nowiki&amp;gt;&lt;br /&gt;
== subtítulo ==&amp;lt;/nowiki&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;nowiki&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== terceiro título===&amp;lt;/nowiki&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que vai ficar assim:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se colocar &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= título=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== subtítulo ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== terceiro título===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Três aspas são negritos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quero criar uma página, você põe entre dois colchetes abrindo e fechando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[mapas]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
cria um link para uma página chamada mapas!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E você terá um página nova em branco para colocar conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando o link que criou ainda não tem algo criado ele fica em vermelho. Se já tiver conteúdo ele cria um link em azul.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para links externos, você coloca colchetes abrindo, o link externo espaço o nome que quer dar para aquele link e fecha com dois colchetes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vcoê tem uma ferramenta interessante em ver histórico, você pode resgatar, e refazer, isso previne para edições mal intencionadas, mas tem o outro lado da moeda, tudo que colocar lá ficar registrado, não vai sumir pois vai estar no histórico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para tabelas você pode usar os códigos que estão em Ajuda. Mas se colocar no google conversor tabela wiki.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ferramenta de pad na web é legal para poder fazer conjntamente um texto e depois subir no wiki&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
pad.riseup.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem também o hackpad, mas não pode usar anônimo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deliberatório.com.br&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Usuário:Foz|Foz]] ([[Usuário Discussão:Foz|discussão]])&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Como_editar_p%C3%A1ginas_wiki&amp;diff=14551</id>
		<title>Como editar páginas wiki</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Como_editar_p%C3%A1ginas_wiki&amp;diff=14551"/>
				<updated>2016-07-12T16:26:56Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Conceito de wiki. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um conceito rápido de interaçõa e mobilidade, na net quando começaram a surgir blogs, surgi o wiki onde as pessoas se cadastram e podem editar um conteudo. A ferramento utilizada na nuvem é a media wiki que é o software do wikipedia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O endereço do wiki da nuvem é &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
nuvem.tk&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a Media wiki é a mais usada por conta da enciclopedia wikipedia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A primeira coisa é criar um cadastro. Quem já tei é só logar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Importante de entender da wiki, ela começa com uma página e gera um link que vai criar outras páginas. Para entender isso, na página principal da nuvem tk tem o temas laboratórios e você escolhe o contarlab reboot que é o evento que estamos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessa página se perceberem clica no botão editar, e tem alguns projetos, que tem link. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qualquer pessoa que se cadsatrou pode editar tudo que está na documentação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele utiliza markdown, quando você faz um texto com opções de marcar como é negrito e etc. Atravé de uma linguagem de programação posso gerar esse texto para diversos contextos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você usa = para criar títulos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se colocar &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;nowiki&amp;gt;&lt;br /&gt;
= título=&amp;lt;/nowiki&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;nowiki&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== subtítulo ==&amp;lt;/nowiki&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;nowiki&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== terceiro título===&amp;lt;/nowiki&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que vai ficar assim:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se colocar &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= título=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== subtítulo ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== terceiro título===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Três aspas são negritos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quero criar uma página, você põe entre dois colchetes abrindo e fechando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[mapas]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
cria um link para uma página chamada mapas!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E você terá um página nova em branco para colocar conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando o link que criou ainda não tem algo criado ele fica em vermelho. Se já tiver conteúdo ele cria um link em azul.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para links externos, você coloca colchetes abrindo, o link externo espaço o nome que quer dar para aquele link e fecha com dois colchetes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vcoê tem uma ferramenta interessante em ver histórico, você pode resgatar, e refazer, isso previne para edições mal intencionadas, mas tem o outro lado da moeda, tudo que colocar lá ficar registrado, não vai sumir pois vai estar no histórico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para tabelas você pode usar os códigos que estão em Ajuda. Mas se colocar no google conversor tabela wiki.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ferramenta de pad na web é legal para poder fazer conjntamente um texto e depois subir no wiki&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
pad.riseup.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem também o hackpad, mas não pode usar anônimo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deliberatório.com.br&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Usuário:Foz|Foz]] ([[Usuário Discussão:Foz|discussão]])&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Como_editar_p%C3%A1ginas_wiki&amp;diff=14550</id>
		<title>Como editar páginas wiki</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Como_editar_p%C3%A1ginas_wiki&amp;diff=14550"/>
				<updated>2016-07-12T16:25:55Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Conceito de wiki. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um conceito rápido de interaçõa e mobilidade, na net quando começaram a surgir blogs, surgi o wiki onde as pessoas se cadastram e podem editar um conteudo. A ferramento utilizada na nuvem é a media wiki que é o software do wikipedia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O endereço do wiki da nuvem é &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
nuvem.tk&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a Media wiki é a mais usada por conta da enciclopedia wikipedia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A primeira coisa é criar um cadastro. Quem já tei é só logar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Importante de entender da wiki, ela começa com uma página e gera um link que vai criar outras páginas. Para entender isso, na página principal da nuvem tk tem o temas laboratórios e você escolhe o contarlab reboot que é o evento que estamos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessa página se perceberem clica no botão editar, e tem alguns projetos, que tem link. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qualquer pessoa que se cadsatrou pode editar tudo que está na documentação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele utiliza markdown, quando você faz um texto com opções de marcar como é negrito e etc. Atravé de uma linguagem de programação posso gerar esse texto para diversos contextos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você usa = para criar títulos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se colocar &lt;br /&gt;
&amp;lt;nowiki&amp;gt;&lt;br /&gt;
= título=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== subtítulo ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== terceiro título===&amp;lt;/nowiki&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que vai ficar assim:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se colocar &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= título=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== subtítulo ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== terceiro título===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Três aspas são negritos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quero criar uma página, você põe entre dois colchetes abrindo e fechando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[mapas]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
cria um link para uma página chamada mapas!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E você terá um página nova em branco para colocar conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando o link que criou ainda não tem algo criado ele fica em vermelho. Se já tiver conteúdo ele cria um link em azul.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para links externos, você coloca colchetes abrindo, o link externo espaço o nome que quer dar para aquele link e fecha com dois colchetes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vcoê tem uma ferramenta interessante em ver histórico, você pode resgatar, e refazer, isso previne para edições mal intencionadas, mas tem o outro lado da moeda, tudo que colocar lá ficar registrado, não vai sumir pois vai estar no histórico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para tabelas você pode usar os códigos que estão em Ajuda. Mas se colocar no google conversor tabela wiki.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ferramenta de pad na web é legal para poder fazer conjntamente um texto e depois subir no wiki&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
pad.riseup.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem também o hackpad, mas não pode usar anônimo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deliberatório.com.br&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Usuário:Foz|Foz]] ([[Usuário Discussão:Foz|discussão]])&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Projeto_Hybris&amp;diff=14549</id>
		<title>Projeto Hybris</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Projeto_Hybris&amp;diff=14549"/>
				<updated>2016-07-12T16:23:43Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Dia 11 julho&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Das 3 etapas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- performance&lt;br /&gt;
- acervo&lt;br /&gt;
- metodologia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos fazer um plano para ver o que é possível fazer essa semana, fazemos uma revisão do que expliquei.&lt;br /&gt;
A parte do projetor está feita, essa parte mais criativa a ferramenta performática, trouxe feita. Vendo a grosso modo, essa parte está feita. O que faço para organizar vejo por porcentagem, essa parte de todas as maneiras temos que cumprir pois serve para outras experiências e outros países.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como o registro que é importante e tem que ser feita de toda maneira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que é mais ricos na oportunidade de estar junto é como isso se adapta ao Brasil, como exemplos de comunicação, exemplo de como tem sido essa comunicação em rede, tema de escândalos, pois acredito que a investigação traz o trabalho, ela investiga e com dados na cabeça me veẽm mais coisas para mim falta essa parte para entender essa realidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conversar um pouco como tem sido, aqui tem mais áudios. Temos que entender o que é mais importante para decidir, sabendo o que é mais importante, mais memês, mais áudios. O assutno de como projetamos já estou mais segura. Para a projeção pode ser em 2 pessoas, ou em 5, 6 ou se projeta no cormpo, num tecido. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E daí vemos como distribuir as tarefas, talvez tenham um caso um projeto que já tenham visto, os memes e sons, os memes não tem som, se combina áudio com memes pode ser interessante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Precisamos saber o que tem aqui para poder direcionar o que fazer. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa é a primeira parte que chamaria “adaptação”, o entorno visual. No peru acabam de liberar o lugar da memória, que é a história do conflito armado no Peru, com acervos de audio e video.  Primeira parte seria a investigação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gostaria disso: o que há aqui? Uma coisa legal foi uma manifestação que aconteceu por conta do estupro coletivo a manifestação chamou “Por todas elas” teve sampa, rio, brasília e eram ações poéticas, em são paulo se associaram com as mães de maio de são paulo que perderam os filhos em 2006. Tem um grupo de carnaval só de mulheres Ylu obá de Mim, que também fez uma encenação de cultura afro. Em brasilía teve manifestações de corpos informáticos, daniel lima de telefone sem fio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora vamos sair do quadrado, vamos assistir juntos e ao final fazemos uma chuva de idéias e depois escolhemos, a idéia que trago pode ser boa, mas não para cá. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seria legal pensar coisas que venham de pessoas comuns e dos artistas, para mim parece que arte tem a função de nõa impor, o poder da arte é de conectar, de comover e para conectar melhor é ver o que a pessoa já tem em si. Somos latinos somos criativos, falar com a pessoa ocm sua própria linguagem é melhor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Falando assim vamos enocontrar várias referências e ver o que tem em comum nas imagens que vem de pessoas comuns e de artistas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Imagens interessantes, não precisam ser extraordinárias. &lt;br /&gt;
Agora vemos essas coisas discutimos, mas amanhã vamos ter mais idéias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Refências:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- arte pela democria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- arte contra o golpe&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- manifestações na funarte (sp-rio – carmina burana)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Manifestações – por todas elas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- corpos informáticos (jogo de voley)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Flores para Dilma&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Tentando apagar a tocha olímpica com vassoura e com água&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- manifestações contra as desapropriações das casas para as olímpíadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Imagem de mulher que pintou a cara com sangue contra a morte de seu filho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Corpos informáticos – grupo de arte trabalha com intervenção urbana trabalham com arte e tecnologia, vinculada com a universidade brasília. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Media Sana&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- pedaladas peladas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- meme alckimin – perguntavam se ele colocaria os filhos em escolas públicas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- queda do bolsonaro quando foi para a galera de cima do carro de som.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- video do cunha chorando e criança rindo muito do lado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai pegar o e-mail de todos para passar o projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Centro de documentação e investigação do museu da memória – LUM - Youtube”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
todos os vladivideos estão disponíveis lá &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando tem um tema como a “Bela, recatada e do lar” primeiro teve um hashtag. E o lugar mais divulgado dos memes foi o facebook. Associam também o perfil dela com isso, umam espécie de marca dágua. Encontram algo em comum com esses vídeos e memes? Aqui tem rolado mais memes do que vídeos. Gif tem bastante. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- projeções no prédio da FIESP, que projetaram IMPEACHMENT! Nesse prédio teve vários projetos em São Paulo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem um prédio na Alameda Santos, que muda as cores conforme a poluição e o som. Ele ficou vermelho na manifestação da CUT por coincidência mas a FIESP projetou azul, que é a cor dos partidos contra o governo PT.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui no brasil só acontece aqui as pessoas hostilizarem as pessoas por vestir uma roupa de uma cor específica. Isso por conta do futebol, isso é um espetáculo como a política. No brasil teve uns protestos organizados por torcida organizada, que colocavam faixas com mensagens quando as tvs tavam tansmitindo ao vivo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a projeção é como vestir a camiseta. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Projeto somos todos zumbis também já fizeram isso em 2006 erguendo faixas durante o jogo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Tem bastante manifestante erguendo cartaz atrás de reporteres.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Casa da família Marinho, que surgiu durantes as investigações, também ergueram faixas falando “queremos investigações das casas ilegais da família Marinho”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- vídeo da tocha olímpica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- primeiramente fora temer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o vídeo das mulheres, pode observar que tinham muitas mulheres jovens e poucos homens que durante a manifestação foi pedido para os homens não assumirem o papel de protagonistas da manifestação e foi lembrado que é um bom momento de se discutir os papéis e que é um bom momento dos homens cuidarem dos filhos para que as mulhers possam participar das atividades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já vimos várias coisas interessantes e coincidem com o ponto do projeto, e todos esses links que mostramos, mandamos para todos no wiki.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora já vejo mais claro, a tarefa é repousar a informação compartilhar os links e amanhã vamos juntar isso tudo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Passos do projeto”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Adaptação – trabalho investigativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Links de vídeos compartilhados ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- www.mediasana.org/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No youtube hoje o que a gente encontra são vídeos principalmente do mídia ninja hoje jornalistas livres. E pode ser um problema existir esse protagonismo, é lugar procurar outros canais, onde estão esses vídeos e que outros canais podemos buscar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outros lugares que podemos ver:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ponte&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diário do centro do mundo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escrevam todas as idéias para escolhermos uma e meter as caras uma coisa que aprendi é que temos que escolher dentro desse grupo de idéias que todos escolhemos. Não descartem nada, escrevam e mandem e-mail, compartilhem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Me parece que este tipo de idéia são interessante pois podem se transformar. Fazer algo vivo como os memes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Facilitadora: Cecília&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Colaboradores: Kit, Foz, ....&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Usuário:Foz|Foz]] ([[Usuário Discussão:Foz|discussão]])&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=CONTRALAB:Reboot&amp;diff=14546</id>
		<title>CONTRALAB:Reboot</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=CONTRALAB:Reboot&amp;diff=14546"/>
				<updated>2016-07-12T16:18:22Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
__NOTOC__&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Contralab:reboot==&lt;br /&gt;
=== Resultados e chamada de colaboradores ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Nuvem - Estação Rural de Arte e Tecnologia abre inscrição para colaboradores  que desejam participar e colaborar ativamente do desenvolvimento de projetos em Contralab:reboot em Visconde de Mauá (RJ) entre os dias 10 e 17 de julho de  2016.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até dia 03 de julho, interessads poderão se inscrever para colaborar nos projetos selecionados nesta edição pelo formulário no fim da página.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os projetos convidados são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''[[Mapa Lagbaye Lyika]]'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Mil Oniceto''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Lagbaye Lyika é um sistema online de auto- cartografia tático ancestral que pode ajudar você e a sua comunidade a denunciar situações de violência que podem acontecer na rua onde você reside ou transita e tomar medidas preventivas, alertando as pessoas e organizações afins às temáticas, realizando o controle social e transparência dos atos de atrocidades para com os povos e comunidades Brasil a fora, enviando relatos anônimos do seu celular mesmo de região sem internet, usando assim um sistema que possibilita usar créditos de sms, ou de seu computador, acessando o site e enviando seu relato sem precisar fazer login ou se identificar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''' [[Ferramentas_coletivas_pra_organização_comunitária_contra_as_violências|Ferramentas coletivas pra organização comunitária contra as violências.]]'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Florencia Aguirre''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Construção de ferramentas coletivas para identificar e sancionar as violencias. Construção de espaços comunitarios livres de violências machista y homo lesbo transfóbicas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Se a democracia fosse nossa - inteligência coletiva e criação de redes democráticas de transformação e esperança'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Djalma Nery''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo da presente proposta é estudar, mapear a aprofundar os processos de efetivação dessas campanhas-movimento no ano de 2016, e buscar a conectividade narrativa e metodológica entre elas, com o intuito de fortalecê-las e unificá-las de norte a sul do Brasil, fazendo a crítica a democracia burguesa, como um espaço de limitação que precisa ser transposto para a plena efetivação dos direitos individuais e coletivos focados no bem-estar humano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''[[O Jogo do Golpe]]'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Valessio Brito''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desenvolver junto com outras colaboradores um jogo ou alguma outra forma lúdica de explicar e conscientizar a população brasileira sobre o Golpe que esta ocorrendo no país. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Diretório de ações e coletivos políticos'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Luiz Geron''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oferecer a simpatizantes de causas sociais e libertárias um índice de grupos atuantes e ações em progresso ou a serem executadas em uma determinada localidade; ajudar grupos a coletarem recursos para a execução de suas ações. Exemplos de ações são ocupações em geral e eventos públicos, tais como reuniões de coletivos, protestos, ou atos.Criando um portal acessível pela web e alimentado por integrantes de coletivos e ações. Este portal será composto de uma página inicial, páginas de coletivos e páginas de ações. A página inicial conterá a definição da proposta, índices e destaques de conteúdo das páginas de ações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''[[Projeto_Hybris|HYBRIS_Latinoamerica: memoria audiovisual política]]'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Cecilia Vilca''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consolidar y/o construir una urgente memoria audiovisual utilizando el material existente pero disperso en internet. Utilizar esta memoria audiovisual como una herramienta vigilante de la política para ser usada en momentos decisivos de nuestros países contra la desinformación y distracción que generan los medios de comunicación tradicionales (TV, radio, periódicos) que no solo no informan sí no que además crean circos mediáticos combinados con la cultura de entretenimiento basura para mantener a la población dispersa, desinformada y por lo tanto dividida.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sobre a colaboração:&lt;br /&gt;
* Cada proponente poderá participar em até dois projetos do seu interesse.&lt;br /&gt;
* Cada colaborador receberá hospedagem e alimentação durante o período de participação.&lt;br /&gt;
* As primeiras 15 pessoas inscritas terão sua vaga garantida. Caso haja desistência ou falta de disponibilidade para estar presente de 11 a 17 de &lt;br /&gt;
maio (duração do lab) as pessoas inscritas na sequência da lista serão convocadas.&lt;br /&gt;
* As despesas de transporte correrão por conta da/o colaboradora/o.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quem vier colaborar deverá se comprometer a realizar as seguintes atividades:&lt;br /&gt;
* manter contato com seus grupos de trabalho antes e durante o desenvolvimento dos projetos.&lt;br /&gt;
* estar presente nas apresentações do projeto do inicio ao fim do Contralab&lt;br /&gt;
* participar diariamente no laboratório colaborativo do projeto escolhido&lt;br /&gt;
* auxiliar na documentação do processo de desenvolvimento da proposta a ser depositada na plataforma wiki da Nuvem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Inscreva-se pelo formulário: https://nuvem1.typeform.com/to/V7HV8G&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Chamada====&lt;br /&gt;
Confira a chamada (já encerrada) do Contralab:reboot aqui: [[CONTRALAB:Reboot:Chamada]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Financiamento====&lt;br /&gt;
Esse evento é viabilizado pela Fundação Ford através de uma doação (grant). Essa doação não acarretou nenhum tipo de ingerência nas diretrizes, linhas e gestão do evento, que segue o mesmo tema e metodologia do Contralab realizado em 2014.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Documentação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Apresentação dos projetos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Projeto Hybris]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Ferramentas coletivas pra organização comunitária contra as violências]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Como editar páginas wiki]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Ford.png]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=CONTRALAB:Reboot&amp;diff=14544</id>
		<title>CONTRALAB:Reboot</title>
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				<updated>2016-07-12T16:16:11Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
__NOTOC__&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Contralab:reboot==&lt;br /&gt;
=== Resultados e chamada de colaboradores ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Nuvem - Estação Rural de Arte e Tecnologia abre inscrição para colaboradores  que desejam participar e colaborar ativamente do desenvolvimento de projetos em Contralab:reboot em Visconde de Mauá (RJ) entre os dias 10 e 17 de julho de  2016.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até dia 03 de julho, interessads poderão se inscrever para colaborar nos projetos selecionados nesta edição pelo formulário no fim da página.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os projetos convidados são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''[[Mapa Lagbaye Lyika]]'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Mil Oniceto''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Lagbaye Lyika é um sistema online de auto- cartografia tático ancestral que pode ajudar você e a sua comunidade a denunciar situações de violência que podem acontecer na rua onde você reside ou transita e tomar medidas preventivas, alertando as pessoas e organizações afins às temáticas, realizando o controle social e transparência dos atos de atrocidades para com os povos e comunidades Brasil a fora, enviando relatos anônimos do seu celular mesmo de região sem internet, usando assim um sistema que possibilita usar créditos de sms, ou de seu computador, acessando o site e enviando seu relato sem precisar fazer login ou se identificar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''' [[Ferramentas_coletivas_pra_organização_comunitária_contra_as_violências|Ferramentas coletivas pra organização comunitária contra as violências.]]'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Florencia Aguirre''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Construção de ferramentas coletivas para identificar e sancionar as violencias. Construção de espaços comunitarios livres de violências machista y homo lesbo transfóbicas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Se a democracia fosse nossa - inteligência coletiva e criação de redes democráticas de transformação e esperança'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Djalma Nery''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo da presente proposta é estudar, mapear a aprofundar os processos de efetivação dessas campanhas-movimento no ano de 2016, e buscar a conectividade narrativa e metodológica entre elas, com o intuito de fortalecê-las e unificá-las de norte a sul do Brasil, fazendo a crítica a democracia burguesa, como um espaço de limitação que precisa ser transposto para a plena efetivação dos direitos individuais e coletivos focados no bem-estar humano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''[[O Jogo do Golpe]]'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Valessio Brito''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desenvolver junto com outras colaboradores um jogo ou alguma outra forma lúdica de explicar e conscientizar a população brasileira sobre o Golpe que esta ocorrendo no país. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Diretório de ações e coletivos políticos'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Luiz Geron''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oferecer a simpatizantes de causas sociais e libertárias um índice de grupos atuantes e ações em progresso ou a serem executadas em uma determinada localidade; ajudar grupos a coletarem recursos para a execução de suas ações. Exemplos de ações são ocupações em geral e eventos públicos, tais como reuniões de coletivos, protestos, ou atos.Criando um portal acessível pela web e alimentado por integrantes de coletivos e ações. Este portal será composto de uma página inicial, páginas de coletivos e páginas de ações. A página inicial conterá a definição da proposta, índices e destaques de conteúdo das páginas de ações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''HYBRIS_Latinoamerica: memoria audiovisual política'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Cecilia Vilca''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consolidar y/o construir una urgente memoria audiovisual utilizando el material existente pero disperso en internet. Utilizar esta memoria audiovisual como una herramienta vigilante de la política para ser usada en momentos decisivos de nuestros países contra la desinformación y distracción que generan los medios de comunicación tradicionales (TV, radio, periódicos) que no solo no informan sí no que además crean circos mediáticos combinados con la cultura de entretenimiento basura para mantener a la población dispersa, desinformada y por lo tanto dividida.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sobre a colaboração:&lt;br /&gt;
* Cada proponente poderá participar em até dois projetos do seu interesse.&lt;br /&gt;
* Cada colaborador receberá hospedagem e alimentação durante o período de participação.&lt;br /&gt;
* As primeiras 15 pessoas inscritas terão sua vaga garantida. Caso haja desistência ou falta de disponibilidade para estar presente de 11 a 17 de &lt;br /&gt;
maio (duração do lab) as pessoas inscritas na sequência da lista serão convocadas.&lt;br /&gt;
* As despesas de transporte correrão por conta da/o colaboradora/o.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quem vier colaborar deverá se comprometer a realizar as seguintes atividades:&lt;br /&gt;
* manter contato com seus grupos de trabalho antes e durante o desenvolvimento dos projetos.&lt;br /&gt;
* estar presente nas apresentações do projeto do inicio ao fim do Contralab&lt;br /&gt;
* participar diariamente no laboratório colaborativo do projeto escolhido&lt;br /&gt;
* auxiliar na documentação do processo de desenvolvimento da proposta a ser depositada na plataforma wiki da Nuvem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Inscreva-se pelo formulário: https://nuvem1.typeform.com/to/V7HV8G&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Chamada====&lt;br /&gt;
Confira a chamada (já encerrada) do Contralab:reboot aqui: [[CONTRALAB:Reboot:Chamada]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Financiamento====&lt;br /&gt;
Esse evento é viabilizado pela Fundação Ford através de uma doação (grant). Essa doação não acarretou nenhum tipo de ingerência nas diretrizes, linhas e gestão do evento, que segue o mesmo tema e metodologia do Contralab realizado em 2014.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Documentação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Apresentação dos projetos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Projeto Hybris]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Ferramentas coletivas pra organização comunitária contra as violências]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Como editar páginas wiki]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Ford.png]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=CONTRALAB:Reboot&amp;diff=14543</id>
		<title>CONTRALAB:Reboot</title>
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				<updated>2016-07-12T16:09:21Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
__NOTOC__&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Contralab:reboot==&lt;br /&gt;
=== Resultados e chamada de colaboradores ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Nuvem - Estação Rural de Arte e Tecnologia abre inscrição para colaboradores  que desejam participar e colaborar ativamente do desenvolvimento de projetos em Contralab:reboot em Visconde de Mauá (RJ) entre os dias 10 e 17 de julho de  2016.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até dia 03 de julho, interessads poderão se inscrever para colaborar nos projetos selecionados nesta edição pelo formulário no fim da página.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os projetos convidados são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''[[Mapa Lagbaye Lyika]]'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Mil Oniceto''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Lagbaye Lyika é um sistema online de auto- cartografia tático ancestral que pode ajudar você e a sua comunidade a denunciar situações de violência que podem acontecer na rua onde você reside ou transita e tomar medidas preventivas, alertando as pessoas e organizações afins às temáticas, realizando o controle social e transparência dos atos de atrocidades para com os povos e comunidades Brasil a fora, enviando relatos anônimos do seu celular mesmo de região sem internet, usando assim um sistema que possibilita usar créditos de sms, ou de seu computador, acessando o site e enviando seu relato sem precisar fazer login ou se identificar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Ferramentas coletivas pra organização comunitária contra as violências.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Florencia Aguirre''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Construção de ferramentas coletivas para identificar e sancionar as violencias. Construção de espaços comunitarios livres de violências machista y homo lesbo transfóbicas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Se a democracia fosse nossa - inteligência coletiva e criação de redes democráticas de transformação e esperança'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Djalma Nery''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo da presente proposta é estudar, mapear a aprofundar os processos de efetivação dessas campanhas-movimento no ano de 2016, e buscar a conectividade narrativa e metodológica entre elas, com o intuito de fortalecê-las e unificá-las de norte a sul do Brasil, fazendo a crítica a democracia burguesa, como um espaço de limitação que precisa ser transposto para a plena efetivação dos direitos individuais e coletivos focados no bem-estar humano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''[[O Jogo do Golpe]]'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Valessio Brito''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desenvolver junto com outras colaboradores um jogo ou alguma outra forma lúdica de explicar e conscientizar a população brasileira sobre o Golpe que esta ocorrendo no país. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Diretório de ações e coletivos políticos'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Luiz Geron''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oferecer a simpatizantes de causas sociais e libertárias um índice de grupos atuantes e ações em progresso ou a serem executadas em uma determinada localidade; ajudar grupos a coletarem recursos para a execução de suas ações. Exemplos de ações são ocupações em geral e eventos públicos, tais como reuniões de coletivos, protestos, ou atos.Criando um portal acessível pela web e alimentado por integrantes de coletivos e ações. Este portal será composto de uma página inicial, páginas de coletivos e páginas de ações. A página inicial conterá a definição da proposta, índices e destaques de conteúdo das páginas de ações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''HYBRIS_Latinoamerica: memoria audiovisual política'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Cecilia Vilca''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consolidar y/o construir una urgente memoria audiovisual utilizando el material existente pero disperso en internet. Utilizar esta memoria audiovisual como una herramienta vigilante de la política para ser usada en momentos decisivos de nuestros países contra la desinformación y distracción que generan los medios de comunicación tradicionales (TV, radio, periódicos) que no solo no informan sí no que además crean circos mediáticos combinados con la cultura de entretenimiento basura para mantener a la población dispersa, desinformada y por lo tanto dividida.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sobre a colaboração:&lt;br /&gt;
* Cada proponente poderá participar em até dois projetos do seu interesse.&lt;br /&gt;
* Cada colaborador receberá hospedagem e alimentação durante o período de participação.&lt;br /&gt;
* As primeiras 15 pessoas inscritas terão sua vaga garantida. Caso haja desistência ou falta de disponibilidade para estar presente de 11 a 17 de &lt;br /&gt;
maio (duração do lab) as pessoas inscritas na sequência da lista serão convocadas.&lt;br /&gt;
* As despesas de transporte correrão por conta da/o colaboradora/o.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quem vier colaborar deverá se comprometer a realizar as seguintes atividades:&lt;br /&gt;
* manter contato com seus grupos de trabalho antes e durante o desenvolvimento dos projetos.&lt;br /&gt;
* estar presente nas apresentações do projeto do inicio ao fim do Contralab&lt;br /&gt;
* participar diariamente no laboratório colaborativo do projeto escolhido&lt;br /&gt;
* auxiliar na documentação do processo de desenvolvimento da proposta a ser depositada na plataforma wiki da Nuvem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Inscreva-se pelo formulário: https://nuvem1.typeform.com/to/V7HV8G&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Chamada====&lt;br /&gt;
Confira a chamada (já encerrada) do Contralab:reboot aqui: [[CONTRALAB:Reboot:Chamada]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Financiamento====&lt;br /&gt;
Esse evento é viabilizado pela Fundação Ford através de uma doação (grant). Essa doação não acarretou nenhum tipo de ingerência nas diretrizes, linhas e gestão do evento, que segue o mesmo tema e metodologia do Contralab realizado em 2014.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Documentação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Apresentação dos projetos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Projeto Hybris]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Ferramentas coletivas pra organização comunitária contra as violências]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Como editar páginas wiki]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Ford.png]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=CONTRALAB:Reboot&amp;diff=14542</id>
		<title>CONTRALAB:Reboot</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=CONTRALAB:Reboot&amp;diff=14542"/>
				<updated>2016-07-12T16:08:48Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
__NOTOC__&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Contralab:reboot==&lt;br /&gt;
=== Resultados e chamada de colaboradores ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Nuvem - Estação Rural de Arte e Tecnologia abre inscrição para colaboradores  que desejam participar e colaborar ativamente do desenvolvimento de projetos em Contralab:reboot em Visconde de Mauá (RJ) entre os dias 10 e 17 de julho de  2016.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até dia 03 de julho, interessads poderão se inscrever para colaborar nos projetos selecionados nesta edição pelo formulário no fim da página.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os projetos convidados são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''[[Mapa Lagbaye Lyika]]'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Mil Oniceto''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Lagbaye Lyika é um sistema online de auto- cartografia tático ancestral que pode ajudar você e a sua comunidade a denunciar situações de violência que podem acontecer na rua onde você reside ou transita e tomar medidas preventivas, alertando as pessoas e organizações afins às temáticas, realizando o controle social e transparência dos atos de atrocidades para com os povos e comunidades Brasil a fora, enviando relatos anônimos do seu celular mesmo de região sem internet, usando assim um sistema que possibilita usar créditos de sms, ou de seu computador, acessando o site e enviando seu relato sem precisar fazer login ou se identificar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Ferramentas coletivas pra organização comunitária contra as violências.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Florencia Aguirre''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Construção de ferramentas coletivas para identificar e sancionar as violencias. Construção de espaços comunitarios livres de violências machista y homo lesbo transfóbicas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Se a democracia fosse nossa - inteligência coletiva e criação de redes democráticas de transformação e esperança'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Djalma Nery''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo da presente proposta é estudar, mapear a aprofundar os processos de efetivação dessas campanhas-movimento no ano de 2016, e buscar a conectividade narrativa e metodológica entre elas, com o intuito de fortalecê-las e unificá-las de norte a sul do Brasil, fazendo a crítica a democracia burguesa, como um espaço de limitação que precisa ser transposto para a plena efetivação dos direitos individuais e coletivos focados no bem-estar humano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''[[O Jogo do Golpe]]'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Valessio Brito''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desenvolver junto com outras colaboradores um jogo ou alguma outra forma lúdica de explicar e conscientizar a população brasileira sobre o Golpe que esta ocorrendo no país. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Diretório de ações e coletivos políticos'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Luiz Geron''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oferecer a simpatizantes de causas sociais e libertárias um índice de grupos atuantes e ações em progresso ou a serem executadas em uma determinada localidade; ajudar grupos a coletarem recursos para a execução de suas ações. Exemplos de ações são ocupações em geral e eventos públicos, tais como reuniões de coletivos, protestos, ou atos.Criando um portal acessível pela web e alimentado por integrantes de coletivos e ações. Este portal será composto de uma página inicial, páginas de coletivos e páginas de ações. A página inicial conterá a definição da proposta, índices e destaques de conteúdo das páginas de ações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''[[Projeto_Hybris HYBRIS_Latinoamerica: memoria audiovisual política]]'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Cecilia Vilca''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consolidar y/o construir una urgente memoria audiovisual utilizando el material existente pero disperso en internet. Utilizar esta memoria audiovisual como una herramienta vigilante de la política para ser usada en momentos decisivos de nuestros países contra la desinformación y distracción que generan los medios de comunicación tradicionales (TV, radio, periódicos) que no solo no informan sí no que además crean circos mediáticos combinados con la cultura de entretenimiento basura para mantener a la población dispersa, desinformada y por lo tanto dividida.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sobre a colaboração:&lt;br /&gt;
* Cada proponente poderá participar em até dois projetos do seu interesse.&lt;br /&gt;
* Cada colaborador receberá hospedagem e alimentação durante o período de participação.&lt;br /&gt;
* As primeiras 15 pessoas inscritas terão sua vaga garantida. Caso haja desistência ou falta de disponibilidade para estar presente de 11 a 17 de &lt;br /&gt;
maio (duração do lab) as pessoas inscritas na sequência da lista serão convocadas.&lt;br /&gt;
* As despesas de transporte correrão por conta da/o colaboradora/o.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quem vier colaborar deverá se comprometer a realizar as seguintes atividades:&lt;br /&gt;
* manter contato com seus grupos de trabalho antes e durante o desenvolvimento dos projetos.&lt;br /&gt;
* estar presente nas apresentações do projeto do inicio ao fim do Contralab&lt;br /&gt;
* participar diariamente no laboratório colaborativo do projeto escolhido&lt;br /&gt;
* auxiliar na documentação do processo de desenvolvimento da proposta a ser depositada na plataforma wiki da Nuvem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Inscreva-se pelo formulário: https://nuvem1.typeform.com/to/V7HV8G&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Chamada====&lt;br /&gt;
Confira a chamada (já encerrada) do Contralab:reboot aqui: [[CONTRALAB:Reboot:Chamada]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Financiamento====&lt;br /&gt;
Esse evento é viabilizado pela Fundação Ford através de uma doação (grant). Essa doação não acarretou nenhum tipo de ingerência nas diretrizes, linhas e gestão do evento, que segue o mesmo tema e metodologia do Contralab realizado em 2014.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Documentação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Apresentação dos projetos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Projeto Hybris]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Ferramentas coletivas pra organização comunitária contra as violências]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Como editar páginas wiki]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Ford.png]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Ferramentas_coletivas_pra_organiza%C3%A7%C3%A3o_comunit%C3%A1ria_contra_as_viol%C3%AAncias&amp;diff=14541</id>
		<title>Ferramentas coletivas pra organização comunitária contra as violências</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Ferramentas_coletivas_pra_organiza%C3%A7%C3%A3o_comunit%C3%A1ria_contra_as_viol%C3%AAncias&amp;diff=14541"/>
				<updated>2016-07-12T16:06:19Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- espaços livres de violencia, transfobica, machistas e racistas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- sistemas restaurativos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Metodologias proposiitvas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Tipos de violência: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- violencia psicologica mais invisibilizada&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- violencia simbólica – palavras&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
são as violência mais naturalizadas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Nossos papéis na sociedade patriarcal ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Construção da masculinidade e da feminilidade, se não contesta esses papéis não identifica os aspectos desses papéis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- heteronormatismo e diversidade sexual – não só para heterosexual, é uma construção social e estruturante. Encarar o hetero como normal é um ponto importante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Manifestação secundaristas ano passado - “Alckimin, alckimin vai tomar polícia porque eu te garanto que o cú é uma delícia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Manifestação homofóbica – sempre falam de papai e mamai&lt;br /&gt;
na marcha do orgulho falavam “sexo anal para papai e mamãe”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dimensões do público e do privado, o pessoal é político. E até quando se intrometer numa relaçõa ou não. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A dimensão do público e privado com respeito a denúncia, quando pode ser pública e não pode expor a vítima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estamos aqui para criar uma metodologia de construção de espaço não violento. Eu to pensando muito na escola, como tornar a escola livre de violência, seria o caso de discutir com o grupo esses temas. Como discutir o papel dos homens e das mulheres. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A proposta é ter itens para discusssão, isso é uma proposta mas pode mudar. Que faça espaço de discussão e documentar de alguma maneira ativa e produção um vídeo, memes, zines, mural, isso que podemos desenvolver, em  semana, gerar um material.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sobre a denúncia, quando a pessoa afetada pela violência pode denúnciar, a maioria das campanhas fala que a vítima pode denúnciar é um mito que temos que rever, nem sempre a vítima pode denunciar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quem está preparado para receber uma denúncia, eu não sou psicólogo, não sou polícia, não sou fiscal. Eu acho que todos podem receber a denúncia mas temos que falar disso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A justiça – Justiça restaurativa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Me faz lembrar algo em São Paulo, reunindo os violentadores, para poder compartilhar os fenômenos de violência. Eles começam a escutar a narrativa da violência que os outros praticaram eles se identificam e reconhecem a própria violência praticada.  Passou num programa da Rede TV, sobre esse trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos trocar vídeos, casos, para discutir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Guia ou manuais para identificar violência. Guias para fazer uma denúncia. Encontro de mulheres, um espaço não misto, também é necessário. Todos os espaços que querem ser livres de violência tem que ter um círculo de mulheres. Redes de solidariedade, para responder na urgência, um lugar que a mulher pode ficar numa situação urgente. Atendimento psicológico, cuidado de crianças, tudo isso o coletivo tem que resolver quando tem um caso de violência, ou estar preparado minimamente para poder acolher. Denúncias públicas não formais como eschacho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Violência sexual ou física tem que ter acordo com a vítima para a denúncia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em que momento você vai usar da violência para combater a violência, como o escracho que pode ser violento com uma pessoa ou grupo, isso deve ser usado como último recurso? Quando o grupo ou agressor não dá a possibilidade de diálogo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode deslegitimar uma luta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Manifestações públicas maiores sobre certos casos, para lutar do aborto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como o caso da mulher estuprada por 33 homens no Rio que levantou o debate sobre a cultura do estupro. Senti como se estivesse na índia, o de que a vítima pediu. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Argentina os protestos de “Nenhuma a menos” é legal quando consegue pegar casos internacionais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
México também tem muito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Documentário “Filha da Índia”, tem uma entrevista com o motorista do onibus, irmão do estuprador, que fala, mas ela queria, pegou ônibus a noite. Daí tem o discurso da família. Ouvir esses relatos, de uma cultura machista, bem pior que a nossa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sem consentimento é estupro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse caso tem uma cena, muito emblemática um dos primeiros denunciados, sai da delegacia dando tchau, sorrindo. Isso é muito emblemático, virou meme, virou referência. Todo mundo achou que não ia dar em nada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muito importante as pessoas no caso do rio pedindo para não passar os vídeos, para não incentivar essa cultura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos defendem as mulheres falando poderia ser uma irmã, mulher, mãe de alguém ou seja propriedade de alguém, ou que estudava falando que era descente, então se não é descente tudo bem? Quem determina isso o agressor? Ou a sociedade que decide?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A violência quando aparece as pessoas negam, parece tão horrível que as pessoas negam. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No norte do peru, kajamarca, um professor, violentou muitas meninas, ele se mata na cadeia antes de ser julgado. Um artigo muito importante, falando que esse professor é um alien, mas não. Isso acontece por essas defesas, primeiro se julga se essa mulher merece ser defendida. A cultura as festas, lá as festas são tão violentas, não se casam os homens roubam as mulheres na festa típica. Então é uma cultura da própria sociedade e nõa um professor alienígena, doente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sempre colocam como um monstro um doente. Mas pode ser pai. E é.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos homens se defendem falando que não é potencial estuprador, mas é. A partir do momento que seu amigo faz e você dúvida é.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O silêncio, muita gente prefere não posicionar-se. Muitas coisas que acontecem é o agressor e quem  fica neutro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse silência e a coisa de permitir tem muita a ver da pessoa não reconhecer a violência e da culpa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma passividade, e se escala, com um caso tão &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso vem de passos pequenos até chegar nesse ponto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ou também como as meninas que estavam viajando no equador, as argentinas. Foram assassinadas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra coisa improtnate é entender que é um sistema, não feito só por homens, por mulheres e reproduzem em lugares que não pre&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tinha uma mulher lésbica num encontro, que se comportava como um homem. E quando disse que não. E ela falou que iria ocnvencer, Isso faz parte da heteronormatividade não é só para heterosexualidade e falou você se ocmporta como um homem abusivo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma relação sem camisinha não é visto como violência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O julian assange tá sendo processado por 2 mulheres suiças por ter se negado a usar camisinha. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os ambientes que acha que é seguro de artistas, ativistas, mas parece que tem um compartimento separada, escrevem coisas super humanistas mas sua vida privada é um lixo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dá o doce e não quer comer. A gente se oferece e na hora não quer. Como se fosse obrigada a transar, achavam que já que você seduziu tem que ir até o final.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muito bom listar essas frases comuns, essas &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- fazendo cu doce – usa camisinha dietética, não posso com cú doce porque sou diabético.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- tomar no cu&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- calienta huevos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vi uma metodologia usada mais com adolescente, tinha que desenhar o corpo da mulher e do homem e colocar estereotipos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Se tem algum texto curto para compartilhar&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vídeos &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Falar do princípio da própria experiência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Projeto birosca que fazia oficinas interessantes onde se falava sobre a importância de conhecer um computador por dentro e a importância de se conhecer e conhecer a sua sexualidade também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A cultura ocidental acusa a cultura oriental de tirar o clitoris da mulhers mas a cultura ocidental também faz isso, tirando da mulher o conhecimento desse órgão de prazer. O clitoris foi estudado em 2006.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vídeo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- clitoris o prazer proibido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pornografia é machista, focada na penetração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem um grupo da dinamarca que está fazendo porno feminista.  O pornô é muito violento. Toda uma performance que não agrada as mulheres.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É interessante observar o inverso o homem incorpora isso e acha que o papel dele é ficar de pau durão e só socando dentro! Temos que desconstruir isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nas locadoras de vídeo tinha uma sessão porno, escondida do todo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso também atrapalha a construção da sexualidade masculina, é complicado ter tanta exposição das mulheres em revista, então os homens se acham no direito de ficar secando as mulheres. Tem bancas com revistas masculinas mas para o público gay.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filme:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 50 tons de cinza&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A liberdade sexual também é um tema. E pior as mulheres adoram.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O filme é romantizado, a violência. A menina no filme, topa e aceita porque nunca teve relação antes e por isso tá aceitando aquilo ali, e isso retratado como se o homem tivesse fazendo uma proposta de casamento. Parece um conto de cinderela, quando ela se toca que aquilo não é o que quer, ela saí e acaba o filme, não problematiza. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando o conscentimento é consciente ou não. Quais os limites, o contrato até onde está sendo o filme, não é 24h, levar tapa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filme:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Filme para um poeta cego.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filme com o glauco matoso, como companheiro dele. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Livro – Manual do pedólatra amador – feitichista. E trabalha com esses papéis da dominação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resgatar sobre a pornografia – Meu quarto era tomado por posters de tudo, e tinha uma foto de um cara de costas na paria, tá de cueca um pouco baixa, mostrando um pouco a marca dele. E tinha um técnico uqando tinha 12 anos, e quando ele ia até o quarto dela ficava escandalizado com o poster, mas se fosse uma imagem de mulher nua no quarto de um menino seria tudo bem. Isso mostra a diferença da educação sexual homem e mulher. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porn hub – a maior parte dos usuários são mulhres.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mulheres gays e bissexuais muitas vezes tem o seu primeiro contato também com revistas como playboys.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem muitos vídeos pornos feministas, que tem muitas vezes são muito estereotipados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Girls who likes porns&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Erica lutz&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Short bus – um clube de encontros&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que podemos planejar para fazer nessa semana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pensar na coisa na concretização de algo, essa discusão faz parte da metodologia da construção desse espaço. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Observar o patriarcado. Como o machismo age no homem. Condiciona o homem a sofrer violência ou ser um violentador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que se produz a partir da linguagem, e fazer um exemplo aqui.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tomar esse espaço e vamos se livrar esse espaço de violência, como aplicar aqui. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos também fazer com placas, com frases que vamos colocando todo o tempo, lembrando. Como vamos construir o trabalho das manifestações dos corpos, podemos juntar os 2 grupos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que estamos buscando, vemos que as que mais se manifestam são as mulheres. E se usamos esse tema e juntamos as 2 coisas, usamos as ferramentas que proponho mas com esse tema. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E também as marchas, e no peru, uma parte muito forte era protagonizado por mulheres. Mulher descente, esposa, a candidata a presidência tem que ser esposa. Os ataques que fizeram contra ela era bem machista, o adesivo da dilma no lugar que abastece gasolina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos pegar uma causa para materializar uma discussão. Então metodologia da cecilia com a discussão proposta pela flor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essas fotos de homens brancos, sem mulher, sem negro, isso está mesclado com a política. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A mulher na política bela, recatada e do lar. Se não for casada tem que parecer masculinizada por não ter marido. E ela teve uma filha. Deslegitimar a mulher política por outras formas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filme: a hora da estrela. Ela pergunta o que faz um deputado? E a mulher de deputado é deputada também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um áudio do congresso, que rolou uma orgia no congresso, com prostitutas, isso com mulheres políticas participando. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aquela hora das meninas dos 33 pode entrar na projeção da ceci com um menino rindo, das agressões que são silenciosas e chegam a todas nós. E no peru chegou uma declaração de que doia mais a alma que a vagina. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Carta de uma menina paraguaia lendo a carta como se fosse as meninas mortas da argentina no equador. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pensando isso como metodologia aplicada a qualquer lugar, chega num lugar para criar um espaço livre de violência. Os temas são importantes para lvantar as discussões, e depois as ações, e depois de discutir como método, são propostas ações. Assim como cartazes de clitóris, temos artistas que podem fazer coisas interessantes, discute-se temas, discute-se ações, como estamos pensando em arte e tecnologia pensamos em produção, de vídeo, projeçjão mas em outros lugares podem ser feito com colagens e etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acho que temos que fazer uma intervenção na casa, que fique aqui, para que ele se torne um espaço sem violência, mesmo depois que saírmos daqui. Mesmo que ela sozinha lendo isso, pode ter a reflexão. Podemos fazer um mural. A idéia de desenhar os corpos, deixar uma marca aqui, e até mesmo. Placas em madeira, pintura na parede. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O assédio na rua, todas as mulheres perguntaram quando for a primeira vez então visibilizou com 10 anos, 11 anos, visibilizou o pessoal, pode fazer uma pergunta, de como você introspecta essa violência na vida, no cotidiano. Discutindo a gente identifica o que sofreu tempos atrás.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
outro tema liberdade sexual&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Metodologia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estereotipos de corpos em relação ao peso:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Encaja/Insert: S vs. L&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um jogo que sempre perde feito om kinet&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estética de antes e depois da gastroplastia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os jogadores tem que escolher qual o corpo é a preferência, e é feito para que sempre se perda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também recordar que os corpos mercantilizados tem que ser um corpo específico, não pode mostrar os seios caídos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A trânsição do pelo, a Nanda Costa que fez um ensaio com a vagina não depilada. E teve que discutir na internet que os pelos não são nojentos e nem sujos.  Dá para acompanhar as playboys ao longo do ano, de como a vagina foi ficando depilada. A vera fischer, com 50 anos e reclamando que era peluda. A reação foi do nojo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Viviane Araújo, dizem que tomou anabolizante, isso para manter um padrão. E quando foi posar nua, que o clitóris mais desenvolvido, e ficam escandalizado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E a infantilização do corpo da mulher, virgem, sem pêlo. Cara que gosta de mulher sem pêlo é uma tendência pedófila.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na indústria pornô tem maquiagem genital, por isso cú e buceta é rosa! Mas isso não existe. A depilação brasileira também é um reflexo disso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Revolução contrasexual. Destruir o binarismo, a idéia de gênero. Difícil a abolição, tem tantos novos gêneros, é uma novidade. E para a gente é um processo todo novo, que novos gêneros são essees, tem gênero biológico e gênero sexual? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vídeo performance com jogo interativo, funciona com kinect. Convida as pessoas e escolhem como antes e depois. A mulher fez a gastroplastia, porque queria fazer. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem um artista plástica chamada Orlan, faz cirurgias como performance. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não é um corpo, mas somos vários corpos, quem escolhe aqui o de antes e depois, a linha divisória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro projeto:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SirenaEstéreo – maquina de twitter. Tem vários estereotipos de mulheres. Velha bruxa, solteirona, indecente, escolheu 5 estereotipos que achou que não existia, mas haviam, buscou no twitter, qual a lógica do estereotípo. Se é ruiva é tonta, e peguei uns opostos absurdos disso, como Morena indecente. Criou um universo. A sereia metade peixe, sem vagina, ocupa o demonio. Assim a instalação é muito ligado com a natureza, como homem, mulher. A sereia nadando com interativo, e pode interagir e mandar resposta para a rede, e são com estereotipos mudados. Com frases reais, e as pessoas contestavam e apareciam os comentários aqui. Esse é o trabalho dela em Barcelona. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- A indústria da beleza, mesmo as modelos plus size, tem que ser uma modelo gordinha mas com curvas. Tem um modelo de gordo aceitável. O outros gordos são feios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zine:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
we.riseup.net/subta/tesouras ou pt.protopia.at/wiki/Tesouras_para_Todas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois que conheci meu clitóris minha vida mudou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dona Hallowey – Manifesto do cyborg.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mostrou a imagem do clitoris.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Stencil:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- mulher se toca – tanto para se tocar fisicamente, quanto para denunciar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- amo minha vagina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos fazer um stencil da fisiologia do clitoris.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Começamos com um homem presente, e terminamos sem nenhum homem.&lt;br /&gt;
- Site que junta as notícias de violências das mulheres tipo um links.sarava&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma vez no coletivo falaram vai você falar pela gente porque você é negra. E eu falei que apesar de ser negra, tenho privilégios que a maioria das mulheres negras não tiveram e usar isso para legitimizar, e ser o exemplo, isso só reforça o estereotipo. E no fim foi um mulher negra da periferia.  Muitas vezes essa clareza de percepção só aconteceu por conta desse privilégio e tem que ser feita uma autocrítica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O racismo no peru mesmo com dinheiro, sofrem preconceito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma proposta, podemos sair com um plano para essa semana. Mas é bom levar para alguns companheiros o tema do machismo com racismo. As vezes custa mais ver o machismo, assim ocmo não vai questionar a auto organização dos negros, sempre pontuar o patrirarcado machista! A mulher negra sofre mais ainda que as mulheres.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nomear as violências, se sentimos desconfortáveis temos que prestar atenção. Porque provavelmente sofremos violência. Entender o assédio como violência. Não nomear é não saber o que é violência. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gasslight – a pessoa que tá te abusando psicologicament põe a culpa em você. Você é a histérica paranóica. Perceber que o desconforto não é só no relacionamento amoroso. Mas foi numa relação de trabalho. E começou a incorporar isso. Era um pessoa que não consegui conversar com ela, só me afastei e cruzo nos grupos direto isso. A LOUCA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Proposta de identifcar a violência com situações pessoais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Relatos de muitas mulheres que tem medo a partir do momento de sair de casa ter medo de ser estuprada, violada sexualmente. A preocupação de que tipo de roupa colocar na hora de sair de casa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A coisa de no cotidiano, você sair e saber que um cara vai te falar algo, no mínimo. E que já não usa roupas curtas para evitar essas agressões. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem um vídeo que uma menina sai com uma saia, e gravando a reação das pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vídeo chile, que vestem a mãe para passar na frente de abusadores e eles chamam as mães de gostosa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Relatos de violência das vítimas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
---&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Objetivo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Fechar dia horário e momento de relatar as violências, reconhecer tipos de violência. E como a gente reaje a isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A gente pode escrever essas violências e queimamos essas violências e filmamos essas imagens projetadas nos corpos e filmamos e disponibilizamos essas imagens na web. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E podemos projetar essa imagem num painel, e pintar sobre a projeção, já que isso possibilita todas a participarem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espaços não violentos, existe arquitetrura violenta, elas propiciam que isso aconteça. É uma coisa que não é todo mundo que discute. Não só palavras, mas a construção de cidade em si. Moro perto de umam linha de BRT, onibus com corredor exclusivo, e a linha mais próxima da minha casa, eles fecharam o viaduto embaixo para não ter ninguém embaixo, a escada para subir para a plataforma tem 2 paredões, não tem como pedir socorro, não tem para onde correr, é entre 2 corredores, é uma cidade excludente, não vou nunca pegar um ônibus aqui. Como pensar um espaço como uma estrutura opressor e violenta. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sai de casa com medo de violência e isso muda tudo!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não sei que material sairia dessa roda, já que  aproposta é de espaços não violentos, pensar no espaço físico além das violências entre pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Projeção dos espaços vazios, mostrando o ermo, só de visualizar isso, já é um ermo, mesmo vendo a imagem disso a sensação vem em você. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A mulher olha para vários lugares e pensa. FUDEU!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A violência a gente vê como se só pudesse acontecer num ambiente interno, mas a maioria das violências acontecem em espaços internos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nada resolve por si só.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A documentação deve ser feita por todas, juntas os links, materiais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Grupo de teatro. Grupo 19. Peça Hysteria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma peça no final do século 19 as histéricas no manicômio, que é uma condição feminina. Os homens entram por um lado e ficam numa arquibancada, e as mulheres ficam junto com as mulheres num manicômio. E o público feminimo interage com as atrizes.  Estão a 15 anos em cartas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Faz 15 anos essa peça e o texto é atual. Você sai dilacerado, tem casais que saem chorando. Ainda mais hoje em dia, que estamos repensando nossos papéia e nossas opressões, e o que a gente é.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eles ocuparam a vila Maria Zélia em São Paulo. Elas não tem caracteristica privada, são públicos do INSS. Essa peça é lá na vila do séc. 19. E falam da atualidade até aqui.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- tá faltando rola&lt;br /&gt;
- mal comida&lt;br /&gt;
- tá de tpm&lt;br /&gt;
- histérica&lt;br /&gt;
- fala alta solteirona&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filme histeria a invenção do vibrador, para tratar a histeria massageava o clitoris delas, e chegavam ao orgasmo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Choque&lt;br /&gt;
- fogueira&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
–&lt;br /&gt;
Registro da metodologia da discussão rico para agregar a outros lugares.&lt;br /&gt;
- briga de marido e mulher ninguém mete a colher.&lt;br /&gt;
-&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No circulo restaurativo começa perguntando para a vitima o que é importante aqui para que você. Se senti segura. E o que você. Pode fazer para manter esse ambiente seguro. E pode ser o que for, para que ela possa se colocar e falar as coisas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas vezes não identificamos o comportamento quando a mulher está sendo violentada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E o tratamento com a mulher que está num relacionamento abusivo para não ter mais uma atitude de violência com aquela mulher.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Stencil:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tô feliz descobri meu clitoris.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em respeito ao espaço machista, a quantidade de esculturas fálicas que existem. Tem no py um obelisco fálico na frente do governador, a coisa para cima rígido, fotaleza, força, associa poder, falocêntrico ao que seria o masculino.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos encher de clitoris aqui. De vaginas, bucetas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nas cozinhas das pessoas tem socador de alho em forma de pênis. Podemos fazer objetos em forma de vaginas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Num círculo de mulheres pedir para desenhar vagina e penis, as mulheres tem muito mais facilidade de desenhar um penis do que sua própria vagina. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos livros didáticos não tem imagem da vagina, tem dos órgãos reprodutivos, mas da genital masculina tem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os corpos como se desenvolvem até tem de homem e mulher, mas das mulheres nunca tem uma vagina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A primeira vez que usei um absorvente interno com 11 anos, não sabia onde tinha que enfiar. Não sabia que tinha um orifício que poderia ser inserido algo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A descoberta do chuveirinho!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Programa A LIGA  - Sobre a Violência contra a mulher. - Youtube.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aproveitar o ciclo emocional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Usuário:Foz|Foz]] ([[Usuário Discussão:Foz|discussão]])&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Como_editar_p%C3%A1ginas_wiki&amp;diff=14540</id>
		<title>Como editar páginas wiki</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Como_editar_p%C3%A1ginas_wiki&amp;diff=14540"/>
				<updated>2016-07-12T16:04:35Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Conceito de wiki. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um conceito rápido de interaçõa e mobilidade, na net quando começaram a surgir blogs, surgi o wiki onde as pessoas se cadastram e podem editar um conteudo. A ferramento utilizada na nuvem é a media wiki que é o software do wikipedia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O endereço do wiki da nuvem é &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
nuvem.tk&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a Media wiki é a mais usada por conta da enciclopedia wikipedia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A primeira coisa é criar um cadastro. Quem já tei é só logar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Importante de entender da wiki, ela começa com uma página e gera um link que vai criar outras páginas. Para entender isso, na página principal da nuvem tk tem o temas laboratórios e você escolhe o contarlab reboot que é o evento que estamos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessa página se perceberem clica no botão editar, e tem alguns projetos, que tem link. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qualquer pessoa que se cadsatrou pode editar tudo que está na documentação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele utiliza markdown, quando você faz um texto com opções de marcar como é negrito e etc. Atravé de uma linguagem de programação posso gerar esse texto para diversos contextos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você usa = para criar títulos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se colocar &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= título=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== subtítulo ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== terceiro título===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Três aspas são negritos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quero criar uma página, você põe entre dois colchetes abrindo e fechando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[mapas]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
cria um link para uma página chamada mapas!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E você terá um página nova em branco para colocar conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando o link que criou ainda não tem algo criado ele fica em vermelho. Se já tiver conteúdo ele cria um link em azul.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para links externos, você coloca colchetes abrindo, o link externo espaço o nome que quer dar para aquele link e fecha com dois colchetes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Usuário:Foz|Foz]] ([[Usuário Discussão:Foz|discussão]])&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Como_editar_p%C3%A1ginas_wiki&amp;diff=14539</id>
		<title>Como editar páginas wiki</title>
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				<updated>2016-07-12T16:01:23Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: Criou página com 'Conceito de wiki.   Um conceito rápido de interaçõa e mobilidade, na net quando começaram a surgir blogs, surgi o wiki onde as pessoas se cadastram e podem editar um conte...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Conceito de wiki. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um conceito rápido de interaçõa e mobilidade, na net quando começaram a surgir blogs, surgi o wiki onde as pessoas se cadastram e podem editar um conteudo. A ferramento utilizada na nuvem é a media wiki que é o software do wikipedia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O endereço do wiki da nuvem é &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
nuvem.tk&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a Media wiki é a mais usada por conta da enciclopedia wikipedia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A primeira coisa é criar um cadastro. Quem já tei é só logar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Importante de entender da wiki, ela começa com uma página e gera um link que vai criar outras páginas. Para entender isso, na página principal da nuvem tk tem o temas laboratórios e você escolhe o contarlab reboot que é o evento que estamos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessa página se perceberem clica no botão editar, e tem alguns projetos, que tem link. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qualquer pessoa que se cadsatrou pode editar tudo que está na documentação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele utiliza markdown, quando você faz um texto com opções de marcar como é negrito e etc. Atravé de uma linguagem de programação posso gerar esse texto para diversos contextos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você usa = para criar títulos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se colocar &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= título=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== subtítulo ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== terceiro título===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Três aspas são negritos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quero criar uma página, você põe entre dois colchetes abrindo e fechando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[mapas]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
cria um link para uma página chamada mapas!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E você terá um página nova em branco para colocar conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando o link que criou ainda não tem algo criado ele fica em vermelho. Se já tiver conteúdo ele cria um link em azul.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para links externos, você coloca colchetes abrindo, o link externo espaço o nome que quer dar para aquele link e fecha com dois colchetes.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=CONTRALAB:Reboot&amp;diff=14538</id>
		<title>CONTRALAB:Reboot</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=CONTRALAB:Reboot&amp;diff=14538"/>
				<updated>2016-07-12T16:00:32Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: /* Documentação */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
__NOTOC__&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Contralab:reboot==&lt;br /&gt;
=== Resultados e chamada de colaboradores ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Nuvem - Estação Rural de Arte e Tecnologia abre inscrição para colaboradores  que desejam participar e colaborar ativamente do desenvolvimento de projetos em Contralab:reboot em Visconde de Mauá (RJ) entre os dias 10 e 17 de julho de  2016.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até dia 03 de julho, interessads poderão se inscrever para colaborar nos projetos selecionados nesta edição pelo formulário no fim da página.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os projetos convidados são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''[[Mapa Lagbaye Lyika]]'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Mil Oniceto''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Lagbaye Lyika é um sistema online de auto- cartografia tático ancestral que pode ajudar você e a sua comunidade a denunciar situações de violência que podem acontecer na rua onde você reside ou transita e tomar medidas preventivas, alertando as pessoas e organizações afins às temáticas, realizando o controle social e transparência dos atos de atrocidades para com os povos e comunidades Brasil a fora, enviando relatos anônimos do seu celular mesmo de região sem internet, usando assim um sistema que possibilita usar créditos de sms, ou de seu computador, acessando o site e enviando seu relato sem precisar fazer login ou se identificar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Ferramentas coletivas pra organização comunitária contra as violências.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Florencia Aguirre''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Construção de ferramentas coletivas para identificar e sancionar as violencias. Construção de espaços comunitarios livres de violências machista y homo lesbo transfóbicas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Se a democracia fosse nossa - inteligência coletiva e criação de redes democráticas de transformação e esperança'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Djalma Nery''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo da presente proposta é estudar, mapear a aprofundar os processos de efetivação dessas campanhas-movimento no ano de 2016, e buscar a conectividade narrativa e metodológica entre elas, com o intuito de fortalecê-las e unificá-las de norte a sul do Brasil, fazendo a crítica a democracia burguesa, como um espaço de limitação que precisa ser transposto para a plena efetivação dos direitos individuais e coletivos focados no bem-estar humano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''[[O Jogo do Golpe]]'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Valessio Brito''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desenvolver junto com outras colaboradores um jogo ou alguma outra forma lúdica de explicar e conscientizar a população brasileira sobre o Golpe que esta ocorrendo no país. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Diretório de ações e coletivos políticos'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Luiz Geron''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oferecer a simpatizantes de causas sociais e libertárias um índice de grupos atuantes e ações em progresso ou a serem executadas em uma determinada localidade; ajudar grupos a coletarem recursos para a execução de suas ações. Exemplos de ações são ocupações em geral e eventos públicos, tais como reuniões de coletivos, protestos, ou atos.Criando um portal acessível pela web e alimentado por integrantes de coletivos e ações. Este portal será composto de uma página inicial, páginas de coletivos e páginas de ações. A página inicial conterá a definição da proposta, índices e destaques de conteúdo das páginas de ações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''HYBRIS_Latinoamerica: memoria audiovisual política'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Cecilia Vilca''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consolidar y/o construir una urgente memoria audiovisual utilizando el material existente pero disperso en internet. Utilizar esta memoria audiovisual como una herramienta vigilante de la política para ser usada en momentos decisivos de nuestros países contra la desinformación y distracción que generan los medios de comunicación tradicionales (TV, radio, periódicos) que no solo no informan sí no que además crean circos mediáticos combinados con la cultura de entretenimiento basura para mantener a la población dispersa, desinformada y por lo tanto dividida.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sobre a colaboração:&lt;br /&gt;
* Cada proponente poderá participar em até dois projetos do seu interesse.&lt;br /&gt;
* Cada colaborador receberá hospedagem e alimentação durante o período de participação.&lt;br /&gt;
* As primeiras 15 pessoas inscritas terão sua vaga garantida. Caso haja desistência ou falta de disponibilidade para estar presente de 11 a 17 de &lt;br /&gt;
maio (duração do lab) as pessoas inscritas na sequência da lista serão convocadas.&lt;br /&gt;
* As despesas de transporte correrão por conta da/o colaboradora/o.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quem vier colaborar deverá se comprometer a realizar as seguintes atividades:&lt;br /&gt;
* manter contato com seus grupos de trabalho antes e durante o desenvolvimento dos projetos.&lt;br /&gt;
* estar presente nas apresentações do projeto do inicio ao fim do Contralab&lt;br /&gt;
* participar diariamente no laboratório colaborativo do projeto escolhido&lt;br /&gt;
* auxiliar na documentação do processo de desenvolvimento da proposta a ser depositada na plataforma wiki da Nuvem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Inscreva-se pelo formulário: https://nuvem1.typeform.com/to/V7HV8G&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Chamada====&lt;br /&gt;
Confira a chamada (já encerrada) do Contralab:reboot aqui: [[CONTRALAB:Reboot:Chamada]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Financiamento====&lt;br /&gt;
Esse evento é viabilizado pela Fundação Ford através de uma doação (grant). Essa doação não acarretou nenhum tipo de ingerência nas diretrizes, linhas e gestão do evento, que segue o mesmo tema e metodologia do Contralab realizado em 2014.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Documentação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Apresentação dos projetos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Projeto Hybris]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Ferramentas coletivas pra organização comunitária contra as violências]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Como editar páginas wiki]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Ford.png]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=CONTRALAB:Reboot&amp;diff=14537</id>
		<title>CONTRALAB:Reboot</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=CONTRALAB:Reboot&amp;diff=14537"/>
				<updated>2016-07-12T15:59:42Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
__NOTOC__&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Contralab:reboot==&lt;br /&gt;
=== Resultados e chamada de colaboradores ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Nuvem - Estação Rural de Arte e Tecnologia abre inscrição para colaboradores  que desejam participar e colaborar ativamente do desenvolvimento de projetos em Contralab:reboot em Visconde de Mauá (RJ) entre os dias 10 e 17 de julho de  2016.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até dia 03 de julho, interessads poderão se inscrever para colaborar nos projetos selecionados nesta edição pelo formulário no fim da página.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os projetos convidados são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''[[Mapa Lagbaye Lyika]]'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Mil Oniceto''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Lagbaye Lyika é um sistema online de auto- cartografia tático ancestral que pode ajudar você e a sua comunidade a denunciar situações de violência que podem acontecer na rua onde você reside ou transita e tomar medidas preventivas, alertando as pessoas e organizações afins às temáticas, realizando o controle social e transparência dos atos de atrocidades para com os povos e comunidades Brasil a fora, enviando relatos anônimos do seu celular mesmo de região sem internet, usando assim um sistema que possibilita usar créditos de sms, ou de seu computador, acessando o site e enviando seu relato sem precisar fazer login ou se identificar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Ferramentas coletivas pra organização comunitária contra as violências.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Florencia Aguirre''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Construção de ferramentas coletivas para identificar e sancionar as violencias. Construção de espaços comunitarios livres de violências machista y homo lesbo transfóbicas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Se a democracia fosse nossa - inteligência coletiva e criação de redes democráticas de transformação e esperança'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Djalma Nery''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo da presente proposta é estudar, mapear a aprofundar os processos de efetivação dessas campanhas-movimento no ano de 2016, e buscar a conectividade narrativa e metodológica entre elas, com o intuito de fortalecê-las e unificá-las de norte a sul do Brasil, fazendo a crítica a democracia burguesa, como um espaço de limitação que precisa ser transposto para a plena efetivação dos direitos individuais e coletivos focados no bem-estar humano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''[[O Jogo do Golpe]]'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Valessio Brito''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desenvolver junto com outras colaboradores um jogo ou alguma outra forma lúdica de explicar e conscientizar a população brasileira sobre o Golpe que esta ocorrendo no país. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Diretório de ações e coletivos políticos'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Luiz Geron''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oferecer a simpatizantes de causas sociais e libertárias um índice de grupos atuantes e ações em progresso ou a serem executadas em uma determinada localidade; ajudar grupos a coletarem recursos para a execução de suas ações. Exemplos de ações são ocupações em geral e eventos públicos, tais como reuniões de coletivos, protestos, ou atos.Criando um portal acessível pela web e alimentado por integrantes de coletivos e ações. Este portal será composto de uma página inicial, páginas de coletivos e páginas de ações. A página inicial conterá a definição da proposta, índices e destaques de conteúdo das páginas de ações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''HYBRIS_Latinoamerica: memoria audiovisual política'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Cecilia Vilca''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consolidar y/o construir una urgente memoria audiovisual utilizando el material existente pero disperso en internet. Utilizar esta memoria audiovisual como una herramienta vigilante de la política para ser usada en momentos decisivos de nuestros países contra la desinformación y distracción que generan los medios de comunicación tradicionales (TV, radio, periódicos) que no solo no informan sí no que además crean circos mediáticos combinados con la cultura de entretenimiento basura para mantener a la población dispersa, desinformada y por lo tanto dividida.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sobre a colaboração:&lt;br /&gt;
* Cada proponente poderá participar em até dois projetos do seu interesse.&lt;br /&gt;
* Cada colaborador receberá hospedagem e alimentação durante o período de participação.&lt;br /&gt;
* As primeiras 15 pessoas inscritas terão sua vaga garantida. Caso haja desistência ou falta de disponibilidade para estar presente de 11 a 17 de &lt;br /&gt;
maio (duração do lab) as pessoas inscritas na sequência da lista serão convocadas.&lt;br /&gt;
* As despesas de transporte correrão por conta da/o colaboradora/o.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quem vier colaborar deverá se comprometer a realizar as seguintes atividades:&lt;br /&gt;
* manter contato com seus grupos de trabalho antes e durante o desenvolvimento dos projetos.&lt;br /&gt;
* estar presente nas apresentações do projeto do inicio ao fim do Contralab&lt;br /&gt;
* participar diariamente no laboratório colaborativo do projeto escolhido&lt;br /&gt;
* auxiliar na documentação do processo de desenvolvimento da proposta a ser depositada na plataforma wiki da Nuvem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Inscreva-se pelo formulário: https://nuvem1.typeform.com/to/V7HV8G&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Chamada====&lt;br /&gt;
Confira a chamada (já encerrada) do Contralab:reboot aqui: [[CONTRALAB:Reboot:Chamada]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Financiamento====&lt;br /&gt;
Esse evento é viabilizado pela Fundação Ford através de uma doação (grant). Essa doação não acarretou nenhum tipo de ingerência nas diretrizes, linhas e gestão do evento, que segue o mesmo tema e metodologia do Contralab realizado em 2014.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Documentação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Apresentação dos projetos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Projeto Hybris]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Ferramentas coletivas pra organização comunitária contra as violências]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Ford.png]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>	</entry>

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