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		<title>wiki da nuvem - Contribuições do(a) usuário(a) [pt-br]</title>
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		<updated>2026-04-15T19:05:37Z</updated>
		<subtitle>Contribuições do(a) usuário(a)</subtitle>
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		<title>Angela Donini</title>
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				<updated>2014-01-29T02:33:00Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Body hacking: Criou página com 'body hacking   Fazer body hacking a partir da criação e relação com as imagens é um processo de imersão que nos mobiliza para ressignificar os atravessamentos heteropatr...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;body hacking&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fazer body hacking a partir da criação e relação com as imagens é um processo de imersão que nos mobiliza para ressignificar os atravessamentos heteropatriarcais e colonizadores que ocupam nossas transculturalidade/territorialidades afroindigenas, nossos corpos e nossas vidas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trata-se da combinação entre o desenvolvimento de uma prática clínica com um contexto de videoprojeções que explora tanto os procedimentos do fazer cinematográfico, quanto o conteúdo e as formas de projeção. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O componente clínico vem especialmente da inspiração no trabalho feito por Lygia Clark a partir da clínica dos objetos relacionais. O sentido prático desta busca e encontro com Lygia tem a ver com as investigações que ela fez no processo que foi intensificando em sua obra artística onde, a eliminação do lugar de espectadora, a obra não admite qualquer tipo de posição de exterioridade, sentido que aqui diretamente diz respeito à posição colonizadora, assim, o envolvimento com a imagem projetada convoca a experiência corporal como condição de realização da obra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste percurso o tema relacionado aos modos de subjetivação partirá de uma ruptura com a questão do retorno ao sujeito para considerar novas relações entre criação e resistência,  trata-se portanto, de percorrer caminhos relacionados à instauração  de mundos possíveis nos quais as dimensões micropolíticas implicadas revelem-se em sua condição de potências produtoras de alteridade. &lt;br /&gt;
Provocar rupturas com os procedimentos imagéticos que atuam nos traços da memória colonizada, e com isso não remeter mais a linguagem a objetos enumeráveis e combináveis, tampouco a vozes emissoras, produzir deslocamentos que processem limites imanentes à ancestralidade que nos atravessa, e que as tentativas heteropatriarcais colonizadoras forçosamente tentam oprimir e silenciar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No texto “O esgotado”,  a partir das obras de Beckett, Deleuze fala é que  algo, visto, ou ouvido, chama-se imagem, visual ou sonora, desde que liberada das cadeias em que as duas outras línguas a mantinham. Não se trata de imaginar um todo a partir de uma língua, que ele vai chamar de língua I, que seria  de imaginação combinatória e manchada de razão e, nem de inventar histórias ou inventariar lembranças com o que ele vai chamar de língua II que seria a imaginação manchada de memória.&lt;br /&gt;
Estamos portanto, diante do despedaçar de todas as aderências da imagem para atingir o ponto “Imaginação Morta Imaginem”. E Deleuze destaca o difícil que é criar uma imagem pura, não manchada, apenas uma imagem, para se chegar ao ponto em que ela surge em toda sua singularidade sem nada guardar de pessoal, nem de racional. &lt;br /&gt;
Icamiabas: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição dos procedimentos&lt;br /&gt;
Desprogramar o corpo: como procedimento I o que é feito é uma proposta de desprogramação do corpo a partir do deslocamento das posturas tradicionais de clínica e de  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Retirar as camadas que acumulam e bloqueiam nossa respiração &lt;br /&gt;
Body hacking &lt;br /&gt;
Prisma do nosso corpo &lt;br /&gt;
Desapego &lt;br /&gt;
Abrir mão &lt;br /&gt;
Inimigo espiritual é a identidade &lt;br /&gt;
Dispositivos anti neurose&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Body hacking</name></author>	</entry>

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