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		<title>wiki da nuvem - Contribuições do(a) usuário(a) [pt-br]</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Belisards: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'Economias Subversivas' desdobra-se como um [[Economias Subversivas|encontro]] e uma publicação, organizados pela Nuvem em dezembro deste 2016 que se encerra. Buscamos alternativas para as moedas, bancos, financiamentos e investimentos do atual modelo econômico excludente. O dinheiro a serviço do povo, não o contrário. A economia é também um campo de invenção e resistência social, capaz de gerar instrumentos potentes de transformação do status quo. Como visibilizar e refletir sobre iniciativas deste tipo? Quais as possibilidades, potências e debilidades das práticas subversivas na economia?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:A_002.png|frame|center|Glerm Soares//MSST]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Movidos por tais questões, lançamos a chamada aberta de trabalhos para o livro 'Economias Subversivas'. Buscamos trabalhos de qualquer tipo - sejam relatos de experiências, artigos acadêmicos, ficcionais, poéticos, ensaísticos, imagéticos, traduções e etc - desde que se relacionem com práticas ou ideias relacionadas ao tema geral 'Economias Subversivas'. Serão aceitos textos em português, inglês e espanhol. Cada autor com trabalho selecionado receberá livros impressos como contrapartida. Os arquivos devem ser submetidos para o email '''nuvemhr(a)gmail.com''' até o dia '''15 de janeiro de 2017'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Leia também a documentação do encontro [[Economias Subversivas]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'Economias Subversivas' se despliega como un encuentro y una publicacción, organizados por Nuvem en diciembre de 2016. Buscamos alternativas para monedas, bancos, financiación del actual modelo económico excludente. Lo dinero al servicio de las personas, no a la inversa. La economia tambien és un campo de invención y resistencia social, que puede generar potentes instrumentos de transformacción del status quo. Como visibilizar y reflexionar sobre iniciativas como esas? Cuales las posibilidades, potencias y debilidades de las prácticas subversivas en la economia?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Motivados por estas preguntas, lanzamos una llamada abierta de trabajos para el libro 'Economias Subversivas'. Buscamos trabajos que se relacionen con el tema en cualquer formato - desde relatos de experiencias y artigos académicos hasta textos ficcionais, poéticos, imagenes y etc. Cada autor seleccionado recibirá como contrapartida algunos ejemplares de libros impresos. Los archivos deberán ser submetidos para 'nuvemhr(a)gmail.com''' hasta '''15 de enero de 2017'''.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;Belisards: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'Economias Subversivas' desdobra-se como um [[Economias Subversivas|encontro]] e uma publicação, organizados pela Nuvem em dezembro deste 2016 que se encerra. Buscamos alternativas para as moedas, bancos, financiamentos e investimentos do atual modelo econômico excludente. O dinheiro a serviço do povo, não o contrário. A economia é também um campo de invenção e resistência social, capaz de gerar instrumentos potentes de transformação do status quo. Como visibilizar e refletir sobre iniciativas deste tipo? Quais as possibilidades, potências e debilidades das práticas subversivas na economia?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:A_002.png|frame|center|Glerm Soares//MSST]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Movidos por tais questões, lançamos a chamada aberta de trabalhos para o livro 'Economias Subversivas'. Buscamos trabalhos de qualquer tipo - sejam relatos de experiências, artigos acadêmicos, ficcionais, poéticos, ensaísticos, imagéticos, traduções e etc - desde que se relacionem com práticas ou ideias relacionadas ao tema geral 'Economias Subversivas'. Serão aceitos textos em português, inglês e espanhol. Cada autor com trabalho selecionado receberá livros impressos como contrapartida. Os arquivos devem ser submetidos para o email '''nuvemhr(a)gmail.com''' até o dia '''15 de janeiro de 2017'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Leia também a documentação do encontro [[Economias Subversivas]]&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Belisards: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'Economias Subversivas' desdobra-se como um [[Economias Subversivas|encontro]] e uma publicação, organizados pela Nuvem em dezembro deste 2016 que se encerra. Buscamos alternativas para as moedas, bancos, financiamentos e investimentos do atual modelo econômico excludente. O dinheiro a serviço do povo, não o contrário. A economia é também um campo de invenção e resistência social, capaz de gerar instrumentos potentes de transformação de um status quo excludente. Como visibilizar e refletir sobre iniciativas deste tipo? Quais as possibilidades, potências e debilidades das práticas subversivas na economia?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:A_002.png|frame|center|Glerm Soares//MSST]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Movidos por tais questões, lançamos a chamada aberta de trabalhos para o livro 'Economias Subversivas'. Buscamos trabalhos de qualquer tipo - sejam relatos de experiências, artigos acadêmicos, ficcionais, poéticos, ensaísticos, imagéticos, traduções e etc - desde que se relacionem com práticas ou ideias relacionadas ao tema geral 'Economias Subversivas'. Serão aceitos textos em português, inglês e espanhol. Cada autor com trabalho selecionado receberá livros impressos como contrapartida. Os arquivos devem ser submetidos para o email '''nuvemhr(a)gmail.com''' até o dia '''15 de janeiro de 2017'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Leia também a documentação do encontro [[Economias Subversivas]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

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		<title>CONTRALAB:Reboot</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Belisards: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
__NOTOC__&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Convocatória==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto proliferam-se as crises no atual modelo de representação política, diversas iniciativas criam novas táticas de participação, resistência e ocupação. Indo da micropolítica cotidiana à incidência no âmbito institucional, cada uma destas experiências desenvolve-se a partir de diferentes conhecimentos, tecnologias e metodologias. A fim de colocá-las em diálogo e promover uma semana de imersão para o desenvolvimento de práticas e pesquisas compartilhadas, convocamos a tods interessads a enviarem projetos para o encontro de produção colaborativa Contralab:reboot.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Das manifestações de 2013 até o impeachment, o sistema político brasileiro passou do esgotamento ao colapso. Queremos repensar os mecanismos de representação, facilitar a participação pública na tomada de decisões, ampliar o acesso a informações sobre personagens e recursos públicos. Esperamos que as propostas possam ir além do que conseguimos imaginar, portanto, os temas não estão limitados a estes elencados abaixo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Novas formas de mobilização, protesto e ação política;&lt;br /&gt;
* Metodologias e tecnologias dos movimentos secundaristas e OcupaEscola;&lt;br /&gt;
* Metodologias e tecnologias de assembleias populares, associações de moradores organizações de base;&lt;br /&gt;
* Tecnologias sociais e metodologias analógicas e/ou digitais para decisão e ação coletiva;&lt;br /&gt;
* Análises de dados em redes sociais voltadas à ação política;&lt;br /&gt;
* Ferramentas de campanhas e mobilização online;&lt;br /&gt;
* Processamento, organização e difusão de informações levantadas em vazamentos ou operações de investigação;&lt;br /&gt;
* Visualização de dados e monitoramento cidadão do Diário Oficial e gastos públicos;&lt;br /&gt;
* Sistemas eletrônicos para democracia direta, incluindo uso de tecnologia blockchain ;&lt;br /&gt;
* Processamento de linguagem aplicado à análise de dados oficiais;&lt;br /&gt;
* etc&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Como Funciona?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Serão convidados entre 3 e 6 projetos através de chamada pública.&lt;br /&gt;
* Os projetos serão desenvolvidos em região rural do Rio de Janeiro, de 3 a 9 de julho.&lt;br /&gt;
* Cada proposta contará com o auxílio de até 3 colaboradores.&lt;br /&gt;
* A convocatória destinada aos colaboradores será lançada após a seleção das propostas para desenvolvedores para que os interessados possam escolher com qual projeto querem colaborar.&lt;br /&gt;
* O critério de seleção dos colaboradores será baseado na ordem de inscrição dos mesmos, até preencher as vagas disponíveis.&lt;br /&gt;
* Cada colaborador poderá escolher trabalhar nas propostas de seu interesse, independentemente dos seus conhecimentos técnicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O projeto está aberto a participantes de qualquer origem e nacionalidade; no entanto só poderemos oferecer passagens para deslocamento dentro do território brasileiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Condições====&lt;br /&gt;
A Nuvem oferecerá aos proponentes selecionados nesta convocatória:&lt;br /&gt;
* Hospedagem em uma casa em zona rural com conexão à internet, pequeno laboratório e espaços coletivos&lt;br /&gt;
* Alimentação básica (3 refeições). Alimentos especiais ou extras deverão ser adquiridos pelos proponentes. Os alimentos deverão ser preparados pelos participantes.&lt;br /&gt;
* Apoio técnico e/ou teórico&lt;br /&gt;
* Passagens domésticas para os proponentes ida/volta (uma passagem por projeto)&lt;br /&gt;
* Material para desenvolvimento das propostas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Nuvem oferecerá aos colaboradores convidados por esta convocatória:&lt;br /&gt;
* Hospedagem em uma casa em zona rural com conexão à internet, pequeno laboratório e espaços coletivos&lt;br /&gt;
* Alimentação básica (3 refeições). Alimentos especiais ou extras deverão ser adquiridos pelos proponentes. Os alimentos deverão ser preparados pelos participantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os colaboradores e proponentes se comprometem a realizar as seguintes atividades:&lt;br /&gt;
* Se auto-organizar para fazer a manutenção e limpeza da casa.&lt;br /&gt;
* Se auto-organizar para o preparo dos alimentos, incluindo limpeza e compra de mantimentos em mercado próximo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os proponentes se comprometem a realizar as seguintes atividades:&lt;br /&gt;
* Manter contato com os colaboradores selecionados antes e durante o desenvolvimento dos trabalhos;&lt;br /&gt;
* Apresentação do projeto no início das atividades;&lt;br /&gt;
* Documentação do processo de desenvolvimento da proposta junto aos colaboradores a ser depositada na plataforma wiki da Nuvem, que pode ser disponibilizada ou não para o público, dependendo da avaliação estratégica dos proponentes;&lt;br /&gt;
* Mostra interna do resultado do projeto no final do encontro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Critérios de avaliação====&lt;br /&gt;
As propostas inscritas serão julgadas segundo os seguintes critérios:&lt;br /&gt;
* Adequação das/dos candidatas/os ao propósito e contexto desta convocatória&lt;br /&gt;
* Viabilidade técnica das propostas inscritas e do plano de trabalho&lt;br /&gt;
* Motivação das/dos candidatas/os&lt;br /&gt;
* Viabilidade financeira do transporte&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Comissão de seleção====&lt;br /&gt;
* A comissão de seleção será composta pela equipe da Nuvem e por membros por ela convidados a integrá-la.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Financiamento====&lt;br /&gt;
Esse evento é viabilizado pela Fundação Ford através de uma doação (grant). Essa doação não acarretou nenhum tipo de ingerência nas diretrizes, linhas e gestão do evento, que segue o mesmo tema e metodologia do Contralab realizado em 2014.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Inscreva-se!====&lt;br /&gt;
https:// nuvem1.typeform.com/to/liG5LI&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

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		<title>CONTRALAB:Reboot</title>
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				<updated>2016-05-18T16:50:33Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Belisards: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
__NOTOC__&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Convocatória==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto proliferam-se as crises no atual modelo de representação política, diversas iniciativas criam novas táticas de participação, resistência e ocupação. Indo da micropolítica cotidiana à incidência no âmbito institucional, cada uma destas experiências desenvolve-se a partir de diferentes conhecimentos, tecnologias e metodologias. A fim de colocá-las em diálogo e promover uma semana de imersão para o desenvolvimento de práticas e pesquisas compartilhadas, convocamos a tods interessads a enviarem projetos para o encontro de produção colaborativa Contralab:reboot.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Das manifestações de 2013 até o impeachment, o sistema político brasileiro passou do esgotamento ao colapso. Queremos repensar os mecanismos de representação, facilitar a participação pública na tomada de decisões, ampliar o acesso a informações sobre personagens e recursos públicos. Esperamos que as propostas possam ir além do que conseguimos imaginar, portanto, os temas não estão limitados a estes elencados abaixo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Novas formas de mobilização, protesto e ação política;&lt;br /&gt;
* Metodologias e tecnologias dos movimentos secundaristas e OcupaEscola;&lt;br /&gt;
* Metodologias e tecnologias de assembleias populares, associações de moradores organizações de base;&lt;br /&gt;
* Tecnologias sociais e metodologias analógicas e/ou digitais para decisão e ação coletiva;&lt;br /&gt;
* Análises de dados em redes sociais voltadas à ação política;&lt;br /&gt;
* Ferramentas de campanhas e mobilização online;&lt;br /&gt;
* Processamento, organização e difusão de informações levantadas em vazamentos ou operações de investigação;&lt;br /&gt;
* Visualização de dados e monitoramento cidadão do Diário Oficial e gastos públicos;&lt;br /&gt;
* Sistemas eletrônicos para democracia direta, incluindo uso de tecnologia blockchain ;&lt;br /&gt;
* Moedas solidárias, coletivas, criptomoedas;&lt;br /&gt;
* Processamento de linguagem aplicado à análise de dados oficiais;&lt;br /&gt;
* etc&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Como Funciona?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Serão convidados entre 3 e 6 projetos através de chamada pública.&lt;br /&gt;
* Os projetos serão desenvolvidos em região rural do Rio de Janeiro, de 3 a 9 de julho.&lt;br /&gt;
* Cada proposta contará com o auxílio de até 3 colaboradores.&lt;br /&gt;
* A convocatória destinada aos colaboradores será lançada após a seleção das propostas para desenvolvedores para que os interessados possam escolher com qual projeto querem colaborar.&lt;br /&gt;
* O critério de seleção dos colaboradores será baseado na ordem de inscrição dos mesmos, até preencher as vagas disponíveis.&lt;br /&gt;
* Cada colaborador poderá escolher trabalhar nas propostas de seu interesse, independentemente dos seus conhecimentos técnicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O projeto está aberto a participantes de qualquer origem e nacionalidade; no entanto só poderemos oferecer passagens para deslocamento dentro do território brasileiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Condições====&lt;br /&gt;
A Nuvem oferecerá aos proponentes selecionados nesta convocatória:&lt;br /&gt;
* Hospedagem em uma casa em zona rural com conexão à internet, pequeno laboratório e espaços coletivos&lt;br /&gt;
* Alimentação básica (3 refeições). Alimentos especiais ou extras deverão ser adquiridos pelos proponentes. Os alimentos deverão ser preparados pelos participantes.&lt;br /&gt;
* Apoio técnico e/ou teórico&lt;br /&gt;
* Passagens domésticas para os proponentes ida/volta (uma passagem por projeto)&lt;br /&gt;
* Material para desenvolvimento das propostas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Nuvem oferecerá aos colaboradores convidados por esta convocatória:&lt;br /&gt;
* Hospedagem em uma casa em zona rural com conexão à internet, pequeno laboratório e espaços coletivos&lt;br /&gt;
* Alimentação básica (3 refeições). Alimentos especiais ou extras deverão ser adquiridos pelos proponentes. Os alimentos deverão ser preparados pelos participantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os colaboradores e proponentes se comprometem a realizar as seguintes atividades:&lt;br /&gt;
* Se auto-organizar para fazer a manutenção e limpeza da casa.&lt;br /&gt;
* Se auto-organizar para o preparo dos alimentos, incluindo limpeza e compra de mantimentos em mercado próximo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os proponentes se comprometem a realizar as seguintes atividades:&lt;br /&gt;
* Manter contato com os colaboradores selecionados antes e durante o desenvolvimento dos trabalhos;&lt;br /&gt;
* Apresentação do projeto no início das atividades;&lt;br /&gt;
* Documentação do processo de desenvolvimento da proposta junto aos colaboradores a ser depositada na plataforma wiki da Nuvem, que pode ser disponibilizada ou não para o público, dependendo da avaliação estratégica dos proponentes;&lt;br /&gt;
* Mostra interna do resultado do projeto no final do encontro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Critérios de avaliação====&lt;br /&gt;
As propostas inscritas serão julgadas segundo os seguintes critérios:&lt;br /&gt;
* Adequação das/dos candidatas/os ao propósito e contexto desta convocatória&lt;br /&gt;
* Viabilidade técnica das propostas inscritas e do plano de trabalho&lt;br /&gt;
* Motivação das/dos candidatas/os&lt;br /&gt;
* Viabilidade financeira do transporte&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Comissão de seleção====&lt;br /&gt;
* A comissão de seleção será composta pela equipe da Nuvem e por membros por ela convidados a integrá-la.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Financiamento====&lt;br /&gt;
No melhor interesse de transparência, é importante notar que esse evento é viabilizado pela Fundação Ford através de uma doação (grant). Em todo caso, gostaríamos de sublinhar que essa doação não acarretou nenhum tipo de ingerência nas diretrizes, linhas e gestão do evento.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

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		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=CONTRALAB:Reboot&amp;diff=14411</id>
		<title>CONTRALAB:Reboot</title>
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				<updated>2016-05-16T15:06:31Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Belisards: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
__NOTOC__&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Convocatória==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto proliferam-se as crises no atual modelo de representação política, diversas iniciativas criam novas táticas de participação, resistência e ocupação. Indo da micropolítica cotidiana à incidência no âmbito institucional, cada uma destas experiências desenvolve-se a partir de diferentes conhecimentos, tecnologias e metodologias. A fim de colocá-las em diálogo e promover uma semana de imersão para o desenvolvimento de práticas e pesquisas compartilhadas, convocamos a tods interessads a enviarem projetos para o encontro de produção colaborativa Contralab:reboot.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Das manifestações de 2013 até o impeachment, o sistema político brasileiro passou do esgotamento ao colapso. Queremos repensar os mecanismos de representação, facilitar a participação pública na tomada de decisões, ampliar o acesso a informações sobre personagens e recursos públicos. Esperamos que as propostas possam ir além do que conseguimos imaginar, portanto, os temas não estão limitados a estes elencados abaixo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Novas formas de mobilização, protesto e ação política;&lt;br /&gt;
* Tecnologias sociais e metodologias analógicas e/ou digitais para decisão e ação coletiva;&lt;br /&gt;
* Análises de dados em redes sociais voltadas à ação política;&lt;br /&gt;
* Processamento, organização e difusão de informações levantadas em vazamentos ou operações de investigação&lt;br /&gt;
* Visualização de dados e monitoramento cidadão do Diário Oficial e gastos públicos;&lt;br /&gt;
* Sistemas eletrônicos para democracia direta, incluindo uso de tecnologia blockchain ;&lt;br /&gt;
* Processamento de linguagem aplicado à análise de dados oficiais;&lt;br /&gt;
* etc&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Como Funciona?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Serão convidados entre 3 e 6 projetos através de chamada pública.&lt;br /&gt;
* Os projetos serão desenvolvidos em região rural do Rio de Janeiro, de 3 a 9 de julho.&lt;br /&gt;
* Cada proposta contará com o auxílio de até 3 colaboradores.&lt;br /&gt;
* A convocatória destinada aos colaboradores será lançada após a seleção das propostas para desenvolvedores para que os interessados possam escolher com qual projeto querem colaborar.&lt;br /&gt;
* O critério de seleção dos colaboradores será baseado na ordem de inscrição dos mesmos, até preencher as vagas disponíveis.&lt;br /&gt;
* Cada colaborador poderá escolher trabalhar nas propostas de seu interesse, independentemente dos seus conhecimentos técnicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O projeto está aberto a participantes de qualquer origem e nacionalidade; no entanto só poderemos oferecer passagens para deslocamento dentro do território brasileiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Condições====&lt;br /&gt;
A Nuvem oferecerá aos proponentes selecionados nesta convocatória:&lt;br /&gt;
* Hospedagem em uma casa em zona rural com conexão à internet, pequeno laboratório e espaços coletivos&lt;br /&gt;
* Alimentação básica (3 refeições). Alimentos especiais ou extras deverão ser adquiridos pelos proponentes. Os alimentos deverão ser preparados pelos participantes.&lt;br /&gt;
* Apoio técnico e/ou teórico&lt;br /&gt;
* Passagens domésticas para os proponentes ida/volta (uma passagem por projeto)&lt;br /&gt;
* Material para desenvolvimento das propostas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Nuvem oferecerá aos colaboradores convidados por esta convocatória:&lt;br /&gt;
* Hospedagem em uma casa em zona rural com conexão à internet, pequeno laboratório e espaços coletivos&lt;br /&gt;
* Alimentação básica (3 refeições). Alimentos especiais ou extras deverão ser adquiridos pelos proponentes. Os alimentos deverão ser preparados pelos participantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os colaboradores e proponentes se comprometem a realizar as seguintes atividades:&lt;br /&gt;
* Se auto-organizar para fazer a manutenção e limpeza da casa.&lt;br /&gt;
* Se auto-organizar para o preparo dos alimentos, incluindo limpeza e compra de mantimentos em mercado próximo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os proponentes se comprometem a realizar as seguintes atividades:&lt;br /&gt;
* Manter contato com os colaboradores selecionados antes e durante o desenvolvimento dos trabalhos;&lt;br /&gt;
* Apresentação do projeto no início das atividades;&lt;br /&gt;
* Documentação do processo de desenvolvimento da proposta junto aos colaboradores a ser depositada na plataforma wiki da Nuvem, que pode ser disponibilizada ou não para o público, dependendo da avaliação estratégica dos proponentes;&lt;br /&gt;
* Mostra interna do resultado do projeto no final do encontro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Critérios de avaliação====&lt;br /&gt;
As propostas inscritas serão julgadas segundo os seguintes critérios:&lt;br /&gt;
* Adequação das/dos candidatas/os ao propósito e contexto desta convocatória&lt;br /&gt;
* Viabilidade técnica das propostas inscritas e do plano de trabalho&lt;br /&gt;
* Motivação das/dos candidatas/os&lt;br /&gt;
* Viabilidade financeira do transporte&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Comissão de seleção====&lt;br /&gt;
* A comissão de seleção será composta pela equipe da Nuvem e por membros por ela convidados a integrá-la.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Financiamento====&lt;br /&gt;
No melhor interesse de transparência, é importante notar que esse evento é viabilizado pela Fundação Ford através de uma doação (grant). Em todo caso, gostaríamos de sublinhar que essa doação não acarretou nenhum tipo de ingerência nas diretrizes, linhas e gestão do evento.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

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		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=CONTRALAB:Reboot&amp;diff=14410</id>
		<title>CONTRALAB:Reboot</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=CONTRALAB:Reboot&amp;diff=14410"/>
				<updated>2016-05-15T20:00:07Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Belisards: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
__NOTOC__&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Convocatória==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto proliferam-se as crises no atual modelo de representação política, diversas iniciativas criam novas táticas de participação, resistência e ocupação. Indo da micropolítica cotidiana à incidência no âmbito institucional, cada uma destas experiências desenvolve-se a partir de diferentes conhecimentos, tecnologias e metodologias. A fim de colocá-las em diálogo e promover uma semana de imersão para o desenvolvimento de práticas e pesquisas compartilhadas, convocamos a tods interessads a enviarem projetos para o encontro de produção colaborativa Contralab:reboot.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estamos interessad@s em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Novas formas de mobilização, protesto e ação política;&lt;br /&gt;
* Tecnologias sociais e metodologias analógicas e/ou digitais para decisão e ação coletiva;&lt;br /&gt;
* Sistemas eletrônicos para democracia direta, incluindo uso de tecnologia blockchain ;&lt;br /&gt;
* Processamento de linguagem aplicado à análise de dados oficiais;&lt;br /&gt;
* Visualização de dados e monitoramento cidadão do Diário Oficial e gastos públicos;&lt;br /&gt;
* Análises de dados em redes sociais voltadas à ação política;&lt;br /&gt;
* Processamento, organização e difusão de informações levantadas em vazamentos ou operações de investigação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto esperamos que as propostas possam ir além do que os organizadores podem imaginar, e portanto os temas não estão limitados às linhas acima. Das manifestações de 2013 até o impeachment, o sistema político brasileiro passou do esgotamento ao colapso. Queremos repensar os mecanismos de representação, facilitar a participação pública na tomada de decisões, ampliar o acesso a informações sobre personagens e recursos públicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Serão convidados entre 3 e 6 projetos através de chamada pública.&lt;br /&gt;
* Os projetos serão desenvolvidos em região rural do Rio de Janeiro, de 3 a 9 de julho.&lt;br /&gt;
* Cada proposta contará com o auxílio de até 3 colaboradores.&lt;br /&gt;
* A convocatória destinada aos colaboradores será lançada após a seleção das propostas para desenvolvedores para que os interessados possam escolher com qual projeto querem colaborar.&lt;br /&gt;
* O critério de seleção dos colaboradores será baseado na ordem de inscrição dos mesmos, até preencher as vagas disponíveis.&lt;br /&gt;
* Cada colaborador poderá escolher trabalhar nas propostas de seu interesse, independentemente dos seus conhecimentos técnicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O projeto está aberto a participantes de qualquer origem e nacionalidade; no entanto só poderemos oferecer passagens para deslocamento dentro do território brasileiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Condições====&lt;br /&gt;
A Nuvem oferecerá aos proponentes selecionados nesta convocatória:&lt;br /&gt;
* Hospedagem em uma casa em zona rural com conexão à internet, pequeno laboratório e espaços coletivos&lt;br /&gt;
* Alimentação básica (3 refeições). Alimentos especiais ou extras deverão ser adquiridos pelos proponentes. Os alimentos deverão ser preparados pelos participantes.&lt;br /&gt;
* Apoio técnico e/ou teórico&lt;br /&gt;
* Passagens domésticas para os proponentes ida/volta (uma passagem por projeto)&lt;br /&gt;
* Material para desenvolvimento das propostas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Nuvem oferecerá aos colaboradores convidados por esta convocatória:&lt;br /&gt;
* Hospedagem em uma casa em zona rural com conexão à internet, pequeno laboratório e espaços coletivos&lt;br /&gt;
* Alimentação básica (3 refeições). Alimentos especiais ou extras deverão ser adquiridos pelos proponentes. Os alimentos deverão ser preparados pelos participantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os colaboradores e proponentes se comprometem a realizar as seguintes atividades:&lt;br /&gt;
* Se auto-organizar para fazer a manutenção e limpeza da casa.&lt;br /&gt;
* Se auto-organizar para o preparo dos alimentos, incluindo limpeza e compra de mantimentos em mercado próximo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os proponentes se comprometem a realizar as seguintes atividades:&lt;br /&gt;
* Manter contato com os colaboradores selecionados antes e durante o desenvolvimento dos trabalhos;&lt;br /&gt;
* Apresentação do projeto no início das atividades;&lt;br /&gt;
* Documentação do processo de desenvolvimento da proposta junto aos colaboradores a ser depositada na plataforma wiki da Nuvem, que pode ser disponibilizada ou não para o público, dependendo da avaliação estratégica dos proponentes;&lt;br /&gt;
* Mostra interna do resultado do projeto no final do encontro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Critérios de avaliação====&lt;br /&gt;
As propostas inscritas serão julgadas segundo os seguintes critérios:&lt;br /&gt;
* Adequação das/dos candidatas/os ao propósito e contexto desta convocatória&lt;br /&gt;
* Viabilidade técnica das propostas inscritas e do plano de trabalho&lt;br /&gt;
* Motivação das/dos candidatas/os&lt;br /&gt;
* Viabilidade financeira do transporte&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Comissão de seleção====&lt;br /&gt;
* A comissão de seleção será composta pela equipe da Nuvem e por membros por ela convidados a integrá-la.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Financiamento====&lt;br /&gt;
No melhor interesse de transparência, é importante notar que esse evento é viabilizado pela Fundação Ford através de uma doação (grant). Em todo caso, gostaríamos de sublinhar que essa doação não acarretou nenhum tipo de ingerência nas diretrizes, linhas e gestão do evento.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=CONTRALAB:Reboot&amp;diff=14409</id>
		<title>CONTRALAB:Reboot</title>
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				<updated>2016-05-15T19:59:05Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Belisards: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
__NOTOC__&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Convocatória==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto proliferam-se as crises no atual modelo de representação política, diversas iniciativas criam novas táticas de participação, resistência e ocupação. Indo da micropolítica cotidiana à incidência no âmbito institucional, cada uma destas experiências desenvolve-se a partir de diferentes conhecimentos, tecnologias e metodologias. A fim de colocá-las em diálogo e promover uma semana de imersão para o desenvolvimento de práticas e pesquisas compartilhadas, convocamos a tods interessads a enviarem projetos para o encontro de produção colaborativa Contralab:reboot.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estamos interessad@s em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Novas formas de mobilização, protesto e ação política;&lt;br /&gt;
* Sistemas eletrônicos para democracia direta, incluindo uso de tecnologia blockchain ;&lt;br /&gt;
* Processamento de linguagem aplicado à análise de dados oficiais;&lt;br /&gt;
* Visualização de dados e monitoramento cidadão do Diário Oficial e gastos públicos;&lt;br /&gt;
* Análises de dados em redes sociais voltadas à ação política;&lt;br /&gt;
* Processamento, organização e difusão de informações levantadas em vazamentos ou operações de investigação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto esperamos que as propostas possam ir além do que os organizadores podem imaginar, e portanto os temas não estão limitados às linhas acima. Das manifestações de 2013 até o impeachment, o sistema político brasileiro passou do esgotamento ao colapso. Queremos repensar os mecanismos de representação, facilitar a participação pública na tomada de decisões, ampliar o acesso a informações sobre personagens e recursos públicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Serão convidados entre 3 e 6 projetos através de chamada pública.&lt;br /&gt;
* Os projetos serão desenvolvidos em região rural do Rio de Janeiro, de 3 a 9 de julho.&lt;br /&gt;
* Cada proposta contará com o auxílio de até 3 colaboradores.&lt;br /&gt;
* A convocatória destinada aos colaboradores será lançada após a seleção das propostas para desenvolvedores para que os interessados possam escolher com qual projeto querem colaborar.&lt;br /&gt;
* O critério de seleção dos colaboradores será baseado na ordem de inscrição dos mesmos, até preencher as vagas disponíveis.&lt;br /&gt;
* Cada colaborador poderá escolher trabalhar nas propostas de seu interesse, independentemente dos seus conhecimentos técnicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O projeto está aberto a participantes de qualquer origem e nacionalidade; no entanto só poderemos oferecer passagens para deslocamento dentro do território brasileiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Condições====&lt;br /&gt;
A Nuvem oferecerá aos proponentes selecionados nesta convocatória:&lt;br /&gt;
* Hospedagem em uma casa em zona rural com conexão à internet, pequeno laboratório e espaços coletivos&lt;br /&gt;
* Alimentação básica (3 refeições). Alimentos especiais ou extras deverão ser adquiridos pelos proponentes. Os alimentos deverão ser preparados pelos participantes.&lt;br /&gt;
* Apoio técnico e/ou teórico&lt;br /&gt;
* Passagens domésticas para os proponentes ida/volta (uma passagem por projeto)&lt;br /&gt;
* Material para desenvolvimento das propostas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Nuvem oferecerá aos colaboradores convidados por esta convocatória:&lt;br /&gt;
* Hospedagem em uma casa em zona rural com conexão à internet, pequeno laboratório e espaços coletivos&lt;br /&gt;
* Alimentação básica (3 refeições). Alimentos especiais ou extras deverão ser adquiridos pelos proponentes. Os alimentos deverão ser preparados pelos participantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os colaboradores e proponentes se comprometem a realizar as seguintes atividades:&lt;br /&gt;
* Se auto-organizar para fazer a manutenção e limpeza da casa.&lt;br /&gt;
* Se auto-organizar para o preparo dos alimentos, incluindo limpeza e compra de mantimentos em mercado próximo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os proponentes se comprometem a realizar as seguintes atividades:&lt;br /&gt;
* Manter contato com os colaboradores selecionados antes e durante o desenvolvimento dos trabalhos;&lt;br /&gt;
* Apresentação do projeto no início das atividades;&lt;br /&gt;
* Documentação do processo de desenvolvimento da proposta junto aos colaboradores a ser depositada na plataforma wiki da Nuvem, que pode ser disponibilizada ou não para o público, dependendo da avaliação estratégica dos proponentes;&lt;br /&gt;
* Mostra interna do resultado do projeto no final do encontro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Critérios de avaliação====&lt;br /&gt;
As propostas inscritas serão julgadas segundo os seguintes critérios:&lt;br /&gt;
* Adequação das/dos candidatas/os ao propósito e contexto desta convocatória&lt;br /&gt;
* Viabilidade técnica das propostas inscritas e do plano de trabalho&lt;br /&gt;
* Motivação das/dos candidatas/os&lt;br /&gt;
* Viabilidade financeira do transporte&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Comissão de seleção====&lt;br /&gt;
* A comissão de seleção será composta pela equipe da Nuvem e por membros por ela convidados a integrá-la.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Financiamento====&lt;br /&gt;
No melhor interesse de transparência, é importante notar que esse evento é viabilizado pela Fundação Ford através de uma doação (grant). Em todo caso, gostaríamos de sublinhar que essa doação não acarretou nenhum tipo de ingerência nas diretrizes, linhas e gestão do evento.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=CONTRALAB:Reboot&amp;diff=14406</id>
		<title>CONTRALAB:Reboot</title>
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				<updated>2016-05-11T18:12:17Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Belisards: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
__NOTOC__&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto proliferam-se as crises no atual modelo de representação política, diversas iniciativas criam novas táticas de participação, resistência e ocupação. Indo da micropolítica cotidiana à incidência no âmbito institucional, cada uma destas experiências desenvolve-se a partir de diferentes conhecimentos, tecnologias e metodologias. A fim de colocá-las em diálogo e promover uma semana de imersão para o desenvolvimento de práticas e pesquisas compartilhadas, convocamos a tods interessads a enviarem projetos para o encontro de produção colaborativa Contralab:reboot.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estamos interessad@s em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Sistemas eletrônicos para democracia direta, incluindo uso de tecnologia blockchain ;&lt;br /&gt;
* Processamento de linguagem aplicado à análise de dados oficiais;&lt;br /&gt;
* Visualização de dados e monitoramento cidadão do Diário Oficial e gastos públicos;&lt;br /&gt;
* Análises de dados em redes sociais voltadas à ação política;&lt;br /&gt;
* Processamento, organização e difusão de informações levantadas em vazamentos ou operações de investigação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto esperamos que as propostas possam ir além do que os organizadores podem imaginar, e portanto os temas não estão limitados às linhas acima. Das manifestações de 2013 até o impeachment, o sistema político brasileiro passou do esgotamento ao colapso. Queremos repensar os mecanismos de representação, facilitar a participação pública na tomada de decisões, ampliar o acesso a informações sobre personagens e recursos públicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Serão convidados até 4 projetos através de chamada pública. Os projetos serão desenvolvidos em região rural do Rio de Janeiro, de 3 a 9&lt;br /&gt;
de julho. Cada proposta contará com o auxílio de até 3 colaboradores. A convocatória destinada aos colaboradores será lançada após a seleção das&lt;br /&gt;
propostas para desenvolvedores para que os interessados possam escolher com qual projeto querem colaborar. O critério de seleção dos colaboradores&lt;br /&gt;
será baseado na ordem de inscrição dos mesmos, até preencher as vagas disponíveis. Cada colaborador poderá escolher trabalhar nas propostas de seu interesse, independentemente dos seus conhecimentos técnicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O projeto está aberto a participantes de qualquer origem e nacionalidade; no entanto só poderemos oferecer passagens para deslocamento dentro do território brasileiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Condições====&lt;br /&gt;
A Nuvem oferecerá aos proponentes selecionados nesta convocatória:&lt;br /&gt;
* Hospedagem em uma casa em zona rural com conexão à internet, pequeno laboratório e espaços coletivos&lt;br /&gt;
* Alimentação básica (3 refeições). Alimentos especiais ou extras deverão ser adquiridos pelos proponentes. Os alimentos deverão ser preparados pelos participantes.&lt;br /&gt;
* Apoio técnico e/ou teórico&lt;br /&gt;
* Passagens domésticas para os proponentes ida/volta (uma passagem por projeto)&lt;br /&gt;
* Material para desenvolvimento das propostas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Nuvem oferecerá aos colaboradores convidados por esta convocatória:&lt;br /&gt;
* Hospedagem em uma casa em zona rural com conexão à internet, pequeno laboratório e espaços coletivos&lt;br /&gt;
* Alimentação básica (3 refeições). Alimentos especiais ou extras deverão ser adquiridos pelos proponentes. Os alimentos deverão ser preparados pelos participantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os colaboradores e proponentes se comprometem a realizar as seguintes atividades:&lt;br /&gt;
* Se auto-organizar para fazer a manutenção e limpeza da casa.&lt;br /&gt;
* Se auto-organizar para o preparo dos alimentos, incluindo a limpeza e compra de mantimentos em mercado próximo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os proponentes se comprometem a realizar as seguintes atividades:&lt;br /&gt;
* Manter contato com os colaboradores selecionados antes e durante o desenvolvimento dos trabalhos&lt;br /&gt;
* Apresentação do projeto no início das atividades&lt;br /&gt;
* Documentação do processo de desenvolvimento da proposta junto aos colaboradores a ser depositada na plataforma wiki da Nuvem,que pode ser disponibilizada ou não para o público, dependendo da avaliação estratégica dos proponentes&lt;br /&gt;
* Mostra interna do resultado do projeto no final do encontro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Critérios de avaliação====&lt;br /&gt;
As propostas inscritas serão julgadas segundo os seguintes critérios:&lt;br /&gt;
* Adequação das/dos candidatas/os ao propósito e contexto desta convocatória&lt;br /&gt;
* Viabilidade técnica das propostas inscritas e do plano de trabalho&lt;br /&gt;
* Motivação das/dos candidatas/os&lt;br /&gt;
* Viabilidade financeira do transporte&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Comissão de seleção====&lt;br /&gt;
* A comissão de seleção será composta pela equipe da Nuvem e por membros por ela convidados a integrá-la.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Financiamento====&lt;br /&gt;
No melhor interesse de transparência, é importante notar que esse evento é viabilizado pela Fundação Ford através de uma doação (grant). &lt;br /&gt;
No papel de organizadores, gostaríamos de sublinhar que essa doação não acarretou nenhum tipo de ingerências nas diretrizes, linhas e gestão do evento.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=IV_Internacional_do&amp;diff=13822</id>
		<title>IV Internacional do</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=IV_Internacional_do&amp;diff=13822"/>
				<updated>2015-04-15T17:12:08Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Belisards: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;abrimos aqui a chamada / discussão sobre a IV internacional do ?, a ser realizada possivelmente na nebulosa, no período aproximado de 27 a 30 de agosto de 2015, com o tema proposto de 'antropoceno -- distopia e escapismo'&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a ideia é como sempre juntar conversas e práticas num ambiente autogerido e colaborativo, em desformato de desconferência, discutindo e executando saídas poéticas e/ou tecnológicas para um mundo prenhe de espaço.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
se em lugar de um nome de movimento temos uma interrogação é porque nos abrimos à redefinição permanente, questionando a própria instituição e os limites de um título. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Zero_n.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[convocatória IV internacional]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
¿Go!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
¡碁盤地?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.e-flux.com/journal/molecular-red-theory-for-the-anthropocene-on-alexander-bogdanov-and-kim-stanley-robinson/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#antropobsceno:&lt;br /&gt;
https://4.bp.blogspot.com/-5tL2zoQ8tfg/U5cgI33yCwI/AAAAAAAAClA/vMZtVu62KvU/s1600/HABITUS-9-medium-1024x682.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. (period of) refraining from construction in the direction of the god of the earth (in On'youdou)See also 陰陽道, also written as 犯土, 椎, 槌&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
------------------&lt;br /&gt;
a mi me gusta el IV internacional del MSST - &lt;br /&gt;
me parece que da un buen contexto para la exploración de los temas que nos interesa y una cierta continuidad a una ficcionalidad abierta&lt;br /&gt;
pero si, tampoco importa el titulo ...&lt;br /&gt;
------------------&lt;br /&gt;
e se for as duas coisas ao mesmo tempo? IV internacional, com o tema antropoceno...&lt;br /&gt;
------------------&lt;br /&gt;
macumba pra turista espacial&lt;br /&gt;
------------------&lt;br /&gt;
Laturianos encontram o sacrifício humano&lt;br /&gt;
------------------&lt;br /&gt;
A talha hipocrática: bate forte o analgésico nas entrelinhas do lirismo doentio (vim decor caduco) - entre a nostalgia do banheiro seco e a tesoura que corta o cordão umbilical.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
interroganão: afirma e coagula.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
se essa mensagem chegou é porque devo não nego pago quando cobrar&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
entre os cabos submarinos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
reinados insconscientes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
alfabetos emergentes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
------------------&lt;br /&gt;
internacional do top level domain name&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
internacional do proxy altruísta do além&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
internacional do ficamos por aqui mesmo&lt;br /&gt;
------------------&lt;br /&gt;
A Quarta Internacional (QI) é uma organização comunista internacional composta por seguidores de Leon Trótski (trotskistas), com o objetivo declarado de ajudar a classe trabalhadora a alcançar o socialismo. Historicamente, a Quarta Internacional foi fundada na França em 1938, onde Trotsky e seus seguidores, após terem sido expulsos da União Soviética, consideraram a Comintern ou Terceira Internacional como &amp;quot;perdida para o stalinismo&amp;quot; e incapaz de levar a classe trabalhadora internacional ao poder político.1 Assim sendo, os trotskistas fundaram sua própria Internacional Comunista.&lt;br /&gt;
------------------&lt;br /&gt;
ascender/acender&lt;br /&gt;
espaço cemitério&lt;br /&gt;
tom.major.tom&lt;br /&gt;
tição rëpetição solfejo&lt;br /&gt;
nonada nado monada mU&lt;br /&gt;
minada  mina Nina&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
miNina nina NinaAnaïs&lt;br /&gt;
trinaVtrono&lt;br /&gt;
tramavtraço&lt;br /&gt;
PaçopaçopaçoPpaçopaço passopassopPasso&lt;br /&gt;
0000七0111&lt;br /&gt;
somcompasso-compassocom&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
/transmit/ido/ado/via/em/viado/trans/cons/trans/ito/¿°ato/ado/ada&lt;br /&gt;
espaço&lt;br /&gt;
 }espaço){espaço] (espaço[espaco,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
tremetramatrancatrançatroçatraçotroçotraçatrema&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7espaço7espaça&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
.onto?Ponto,ontem!totem¡&lt;br /&gt;
-- --- .-. ... . --- .-. ... --- -. .-- . .-.. .-.. . ...&lt;br /&gt;
....... ... . .. .... .. . . .  . ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
go tü&lt;br /&gt;
𝄋&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gº&lt;br /&gt;
nowtopia discordiana &amp;amp;&amp;amp; &lt;br /&gt;
estações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
capitula o capital &amp;amp;&amp;amp; &lt;br /&gt;
elementos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a idade da terra&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VI IV intercosmológica dos espectros IV VI&lt;br /&gt;
fricções científicas oitocentistas &lt;br /&gt;
com o humus e os manos&lt;br /&gt;
https://www.youtube.com/watch?v=_iSNTho6H6s&amp;amp;index=1&amp;amp;list=FL3-ovMsXzLBpt-9877Hg-mA&lt;br /&gt;
[[File:spy4.jpg]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=IV_Internacional_do&amp;diff=13821</id>
		<title>IV Internacional do</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=IV_Internacional_do&amp;diff=13821"/>
				<updated>2015-04-15T17:10:52Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Belisards: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;abrimos aqui a chamada / discussão sobre a IV internacional do ?, a ser realizada possivelmente na nebulosa, no período aproximado de 27 a 30 de agosto de 2015, com o tema proposto de 'antropoceno -- distopia e escapismo'&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a ideia é como sempre juntar conversas e práticas num ambiente autogerido e colaborativo, em desformato de desconferência, discutindo e executando saídas poéticas e/ou tecnológicas para um mundo prenhe de espaço.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
se em lugar de um nome de movimento temos uma interrogação é porque nos abrimos à redefinição permanente, questionando a própria instituição e os limites de um título. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Zero_n.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[convocatória IV internacional]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
¿Go!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
¡碁盤地?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.e-flux.com/journal/molecular-red-theory-for-the-anthropocene-on-alexander-bogdanov-and-kim-stanley-robinson/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#antropobsceno:&lt;br /&gt;
https://4.bp.blogspot.com/-5tL2zoQ8tfg/U5cgI33yCwI/AAAAAAAAClA/vMZtVu62KvU/s1600/HABITUS-9-medium-1024x682.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. (period of) refraining from construction in the direction of the god of the earth (in On'youdou)See also 陰陽道, also written as 犯土, 椎, 槌&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
------------------&lt;br /&gt;
a mi me gusta el IV internacional del MSST - &lt;br /&gt;
me parece que da un buen contexto para la exploración de los temas que nos interesa y una cierta continuidad a una ficcionalidad abierta&lt;br /&gt;
pero si, tampoco importa el titulo ...&lt;br /&gt;
------------------&lt;br /&gt;
e se for as duas coisas ao mesmo tempo? IV internacional, com o tema antropoceno...&lt;br /&gt;
------------------&lt;br /&gt;
macumba pra turista espacial&lt;br /&gt;
------------------&lt;br /&gt;
Laturianos encontram o sacrifício humano&lt;br /&gt;
------------------&lt;br /&gt;
A talha hipocrática: bate forte o analgésico nas entrelinhas do lirismo doentio (vim decor caduco) - entre a nostalgia do banheiro seco e a tesoura que corta o cordão umbilical.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
interroganão: afirma e coagula.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
se essa mensagem chegou é porque devo não nego pago quando cobrar&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
entre os cabos submarinos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
reinados insconscientes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
alfabetos emergentes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
------------------&lt;br /&gt;
internacional do top level domain name&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
internacional do proxy altruísta do além&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
internacional do ficamos por aqui mesmo&lt;br /&gt;
------------------&lt;br /&gt;
A Quarta Internacional (QI) é uma organização comunista internacional composta por seguidores de Leon Trótski (trotskistas), com o objetivo declarado de ajudar a classe trabalhadora a alcançar o socialismo. Historicamente, a Quarta Internacional foi fundada na França em 1938, onde Trotsky e seus seguidores, após terem sido expulsos da União Soviética, consideraram a Comintern ou Terceira Internacional como &amp;quot;perdida para o stalinismo&amp;quot; e incapaz de levar a classe trabalhadora internacional ao poder político.1 Assim sendo, os trotskistas fundaram sua própria Internacional Comunista.&lt;br /&gt;
------------------&lt;br /&gt;
ascender/acender&lt;br /&gt;
espaço cemitério&lt;br /&gt;
tom.major.tom&lt;br /&gt;
tição rëpetição solfejo&lt;br /&gt;
nonada nado monada mU&lt;br /&gt;
minada  mina Nina&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
miNina nina NinaAnaïs&lt;br /&gt;
trinaVtrono&lt;br /&gt;
tramavtraço&lt;br /&gt;
PaçopaçopaçoPpaçopaço passopassopPasso&lt;br /&gt;
0000七0111&lt;br /&gt;
somcompasso-compassocom&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
/transmit/ido/ado/via/em/viado/trans/cons/trans/ito/¿°ato/ado/ada&lt;br /&gt;
espaço&lt;br /&gt;
 }espaço){espaço] (espaço[espaco,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
tremetramatrancatrançatroçatraçotroçotraçatrema&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7espaço7espaça&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
.onto?Ponto,ontem!totem¡&lt;br /&gt;
-- --- .-. ... . --- .-. ... --- -. .-- . .-.. .-.. . ...&lt;br /&gt;
....... ... . .. .... .. . . .  . ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
go tü&lt;br /&gt;
𝄋&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gº&lt;br /&gt;
nowtopia discordiana &amp;amp;&amp;amp; &lt;br /&gt;
estações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
capitula o capital &amp;amp;&amp;amp; &lt;br /&gt;
elementos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a idade da terra&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VI IV intercosmológica dos espectros IV VI&lt;br /&gt;
fricções científicas oitocentistas&lt;br /&gt;
com o humus e os manos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:spy4.jpg]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Arquivo:Zero_n.jpg&amp;diff=13820</id>
		<title>Arquivo:Zero n.jpg</title>
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				<updated>2015-04-15T17:10:08Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Belisards: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

	<entry>
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		<title>Introdução Tecnomagia</title>
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				<updated>2014-02-12T00:48:50Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Belisards: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Quais os limites da crença míope na ciência normal e sua sucessão infinita de paradigmas? Com quantos progressos se faz uma barbárie? Ou dissecar então a etimologia de &amp;quot;Universo&amp;quot; até chegar no fim da História para repetir como farsa apoteótica? Puro Oxímoro? Redes de delírios? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nascidos em hospitais, assassinaram a lógica por legítima defesa e fugiram da aula de anatomia. Recusaram o pragmatismo da talha dos bisturis hipocráticos, afiados para esta operação cirúrgica de cortes dos umbigos da genealogia que definiu os nomes das crenças todas. Inventaram o elo perdido entre o pré-histórico e o pós-digital, que agora opera diretamente em função de desejos subjetivos de busca por potencialização de alteridades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que querem estes filhos bastardos com seus caleidoscópios de lendas e ciências tortas, derivadas e híbridas? Ameaça ao tabuleiro de mapas e peças da batalha entre os Homo Fabers. A geologia da Alquimia, da Macumba, das Cartomancias Insurgentes, das CiberSanterias, da Física Computacional Aplicada, das Gambiarras, das Técnicas do Êxtase reunidas não sobre um mesmo plano, mas em uma intensa caixa de areia. Hermes-Exu. Falanges e turbas de entidades míticas a protegem daqueles que podem crer em algo para além da metafísica da colisão de partículas, gerando novos universos e redefinindo as posições dos astros, estrelas e fronteiras. Tecnologia é mato. O mato é humano. Pise na grama. A brisa levando sigilos encriptados para o xamã-rádio no ipê com seu maracá-desacelerador de partícula. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Construir alianças com a técnica não-cartografáveis por taxonomias dos fazeres e saberes. Amar o erro. Amar a máquina. Ser máquina. E renomear-nos. Ciência subjetiva da coisas. Simbiose entre organismos e matérias. A especialização foi um erro. Os alquimistas estão voltando. A pura entropia, sem as contas? Ábacos são Oráculos? Que horas temos? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Faça-se carne entre nós!&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Contracapa&amp;diff=10872</id>
		<title>Contracapa</title>
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				<updated>2013-11-04T19:31:57Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Belisards: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Em plena guerrilha ontológica, convergências emergentes conjuram o improvável encontro: TECNOMAGIA. Estética, tecnologia, ficção, ciência, magia, política e experiência entrelaçadas apertaram o nó górdio na garganta dos modernos. Nem “pré”, nem “pós”. Buscou-se então o entre. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com perspectivas variadas, os textos abordam caminhos subjetivos, alguns mais tecnicistas, outros mais ontológicos, alguns mais críticos, outros mais pragmáticos. De maneira geral, os trabalhos tangenciam a situação em que nos encontramos: a Terra ameaçada pelas forças desenvolvimentistas, os conhecimentos ancestrais ameaçados ou salvaguardados pelo estado burocrático, enquanto as forças da magia são minimizadas por utopias de evolução que já demonstraram sua ineficiência em garantir terra verde e abundante. Ao mesmo tempo, o cosmos quer pegar fogo. Tudo aquece. Tudo se movimenta. Não se trata aqui então de sobrevivencialismos, nem de utopia. Tecnomagos e zumbis, exauridos por uma lógica de vida agressiva e por coleções infindáveis de distopias. Mas, ao mesmo tempo, com desejos que entrelaçam as forças da Terra, do Cosmos aos humanos e seus derivados: tecnologias, civilizações e bases científicas sempre mutantes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse livro levanta questões mais do que dá respostas. De que é feito o pensamento, e o que ele pode? Longe de buscar definições ou abordagens unificadoras entre essas diferentes perspectivas, temos aqui um elogio à alteridade, um caleidoscópio de multiplicidades. Entre teorias e poemas, ensaios e diálogos, as páginas deste livro são um convite e uma provocação para a auto-experimentação e a invenção de novas relações entre humanos, máquinas e natureza.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Contracapa&amp;diff=10866</id>
		<title>Contracapa</title>
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				<updated>2013-10-28T15:30:23Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Belisards: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Em plena guerrilha ontológica, convergências emergentes conjuram o improvável encontro: TECNOMAGIA. Estética, tecnologia, ficção, ciência, magia e política e experiência entrelaçadas apertaram o nó górdio na garganta dos modernos. Nem “pré”, nem “pós”. Buscou-se então o entre. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A natureza agora em suas mãos não busca definições ou uma abordagem unificadora entre diferentes perspectivas. Trata-se aqui de um elogio da alteridade, um caleidoscópio de multiplicidades. Entre teorias e poemas, ensaios e diálogos, as páginas deste livro são um convite e uma provocação para a auto-experimentação e a invenção de novas relações entre homem, máquinas e mundo.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Tecnomagia&amp;diff=10841</id>
		<title>Tecnomagia</title>
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				<updated>2013-10-15T17:47:57Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Belisards: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==== Publicação impressa ====&lt;br /&gt;
Abaixo, os trabalhos que serão parte do livro TECNOMAGIA, em processo de finalização. Infelizmente, quando transpostos para a wiki, muitos deles foram desformatados e perderam algumas referências, como notas de rodapé e etc. Em breve disponibilizaremos aqui o PDF com todos os textos, ilustrações e referências diagramados e formatados corretamente. &lt;br /&gt;
# [[Introdução Tecnomagia]]&lt;br /&gt;
# [[Orelha do livro Tecnomagia]]&lt;br /&gt;
# [[Magia e Tecnologia]] - Pedro Soler&lt;br /&gt;
# [[Microculturas]] - Vahida Ramujkic, Moshe Robes y Aviv Kruglanski &lt;br /&gt;
# [[Magia e Tecnologia]] - Alfred Gell&lt;br /&gt;
# [[Descristalização]] - Jonathan Kemp&lt;br /&gt;
# [[Poema]] - George Sander&lt;br /&gt;
# O Xamã e as Máquinas - Pedro Peixoto Ferreira [http://www.alegrar.com.br/02/02pedro.pdf]&lt;br /&gt;
# [[Antropologia das sociedades encantadas]] - Thais Brito&lt;br /&gt;
# [[Magia:a: caminho de resignificação e e ritos]] - Eá de Apsu&lt;br /&gt;
# [[Pequeno Manual do Astrólogo Amador Artificial]] - Bruno Vianna&lt;br /&gt;
# [[Tecnomagias]] - Adrian Gomez&lt;br /&gt;
# [[Mantra Digital]] - Morgana Gomes&lt;br /&gt;
# [[Fragmento de um dialogo pós-apocalíptico]] - Cartesius Ciborgis&lt;br /&gt;
# [[Escolher]] - Felipe Fonseca&lt;br /&gt;
# Tecnomagia - Fabiane Borges [http://catahistorias.files.wordpress.com/2012/07/tecnomagia6.pdf]&lt;br /&gt;
# [[Cyberpunk como alquimista moderno]] - Timothy Leary&lt;br /&gt;
# [[Tecnomagia: metareciclagem e rádios livres no front de uma guerra ontológica]] - Thiago Novaes&lt;br /&gt;
# [[Tempo Livre]] - Martin Howse&lt;br /&gt;
# [[A Morte de Yupana]] - Irineu Evangelista de Sombra&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Ebook ====&lt;br /&gt;
#[[A corrida da Antena]] - Fabi Borges&lt;br /&gt;
#[[Alquimia de Corazones]] - Katiushka Borges &lt;br /&gt;
#[[Tecnoxamanismo]] - Allan Mendes&lt;br /&gt;
#[[A Cartilha]] - Samir Oliveira&lt;br /&gt;
#[[Movimento para acender luzes automáticas]] - Paola Barreto Leblanc1&lt;br /&gt;
#[[O supermassivo buraco negro dançando com o fogo do sol]]&lt;br /&gt;
#[[pamphlet111111]] - Tiago Spina&lt;br /&gt;
#[[Re-manifesto antropofágico para era digital]] - Vanessa Maia Ramos-Velasquez&lt;br /&gt;
# Words Made Flesh[http://www.netzliteratur.net/cramer/wordsmadefleshpdf.pdf]&lt;br /&gt;
# [[Iniciação técnica numa formação moderna em humanidades]] - Gilbert Simondon&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Portal Interdimensional da Pajelança Tecnomagica==&lt;br /&gt;
[[ Arquivo:Caxingueled_LOW_anima.gif |thumb | left | Any sufficiently advanced technology is indistinguishable from magic (Arthur C. Clarke) ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[PROGRAMAÇÃO]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[PARTICIPANTES]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[COMO CHEGAR]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[MICROPOLÍTICAS]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 10 a 13 de Maio no Vale do Pavão - Na [http://nuvem.tk/ NUVEM] estação rural de arte e tecnologia ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quais os limites da sua crença na [http://en.wikipedia.org/wiki/Normal_science ciência normal] e sua sucessão infinita de paradigmas?&lt;br /&gt;
Nós nascemos em hospitais mas fugimos da aula de anatomia e todo o pragmatismo da talha hipocrática dos bisturis afiados desta operação&lt;br /&gt;
cirúrgica de cortes dos umbigos da genealogia que definiu os nomes das crenças todas. &lt;br /&gt;
Falanges e turbas de entidades míticas que protegem o pensamento daqueles que podem crer em algo para além da metafísica da colisão de particulas que gerarariam novos universos, redefinindo as posições dos astros, estrelas e fronteiras.&lt;br /&gt;
Dissecar então a etimologia de &amp;quot;Universo&amp;quot; até chegar no fim da História para enfim repetir como farsa apoteótica?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez o que querem os bastardos desta genealogia da Alquimia, Macumba, Santeria, Física Computacional Aplicada e todo seu caleidoscópio de lendas tortas derivadas e híbridas de uma mesma rede de delírios seja apenas a parte ritual de uma celebração da dúvida que persiste como impossibilidade da morte em vida. Puro Oxímoro. A pura entropia, sem as contas? Ábacos são Oráculos? Que horas temos? Faça-se carne entre nós!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Nadie pudo ser cosmonauta lr.png | thumb |left | &amp;quot;É possível que os deuses não me negassem o achado de uma imagem equivalente, mas este relato ficaria contaminado de literatura, de falsidade. Mesmo porque o problema central é insolúvel: a enumeração, sequer parcial, de um conjunto infinito. Nesse instante gigantesco, vi milhões de atos prazerosos ou atrozes; nenhum me assombrou tanto como o fato de que todos ocupassem o mesmo ponto, sem superposição e sem transparência. O que viram meus olhos foi simultâneo; o que transcreverei, sucessivo, pois a linguagem o é. Algo, entretanto, registrarei.&amp;quot; (Borges - O Aleph)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Panspermia2.png | thumb |left | “O INQUISIDOR – Essa gente afirma que é da matemática que se trata e não do espírito da rebeldia e da dúvida. Mas não é de matemática que se trata. É uma inquietação horrenda que se estende pelo mundo. É a inquietação de seu próprio cérebro que eles transpuseram para a terra imóvel. Eles gritam: são os números que nos convencem! Mas os números de onde vêm? Qualquer um sabe que eles vêm da dúvida. Esses homens duvidam de tudo. Será na dúvida, e não mais na fé, que iremos fundar a sociedade humana?” (B.Brecht – Leben des Galilei)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Sincabeza.jpg| thumb |left | &amp;quot;Laikai: 空 no céu なし青色なし azul nenhuma 雲 nuvem&amp;quot;(f?r!) ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Mandingalgo-Ritmos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Ovo_elemental.png |thumb | 300px | right | “Computer science is no more about computers than astronomy is about telescopes.” (Edsger W. Dijkstra)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Os feiticeiros sempre tiveram a posição anômala, na fronteira dos campos ou dos bosques. Eles assombram as fronteiras. Eles se encontram na borda do vilarejo, ou entre dois vilarejos. O importante é sua afinidade com a aliança, com o pacto, que lhes dá um estatuto oposto ao da filiação. Com o anômalo, a relação é de aliança. O feiticeiro está numa relação de aliança com Yupana como potência do anômalo.&amp;quot; (Mil Platôs v4 - deleuze &amp;amp;&amp;amp; guatarri)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seguem assim soltas, &lt;br /&gt;
as notações do papo que tivemos na sexta pós carnaval. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o xamã é um rádio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.alegrar.com.br/02/02pedro.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.maxwell.lambda.ele.puc-rio.br/17409/17409_5.PDF&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.astrumargentum.org/arquivos/amt/intro_daath.htm&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Laikai:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
空 no céu&lt;br /&gt;
なし青色なし azul nenhuma&lt;br /&gt;
雲 nuvem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://mysticbourgeoisie.blogspot.com/&lt;br /&gt;
http://www.college-de-pataphysique.org/college/accueil.html&lt;br /&gt;
http://www.sosaci.org&lt;br /&gt;
http://deoxy.org/&lt;br /&gt;
http://weird-fiction.net/&lt;br /&gt;
http://www.naturezadivina.com.br/loja/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
une coup de daath jamais n'aboliré le ogarythm&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=ZHKgcYsBfPM&lt;br /&gt;
http://labyrinthofthepsychonaut.blogspot.com/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
dispositivo experiência&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=QQg-EZMEXfw&lt;br /&gt;
http://www.who.int/healthsystems/topics/technology/en/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ps: esqueci um livro do Carl Sagan aí...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
.........&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
tecnoxamanismo - esquizoanalises - experiencias com magia e performance - Fabiane Borges&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
blog: http://catahistorias.wordpress.com&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Raptos tecnomagicos - SUMMERLAB - Gijon -  ASTURIAS - 2011&lt;br /&gt;
http://vimeo.com/28709342&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- na rua - alienacao conduzida -  em Piedras Blancas - Asturias 2011&lt;br /&gt;
http://vimeo.com/28734197&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- experiencias neomiticas - em Londres - Goldsmiths 2011&lt;br /&gt;
http://vimeo.com/25274823&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- epifanias possiveis - Campinas - 2005&lt;br /&gt;
http://vimeo.com/23837120&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- processos imersivos 1 - Sao Paulo - 2005&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=dp5IjbCXG5M&amp;amp;list=UUrR0pFH70uHic8I3P9JjHAQ&amp;amp;index=22&amp;amp;feature=plcp&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
......&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Alquimias  http://crystalworld.org.uk http://xxn.org.uk/doku.php &lt;br /&gt;
Jonathan Kemp&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://tecnomagxs.wordpress.com/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://filosonias.blogspot.com/2010/12/gnoise.html&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*caça fantasmas (da Goldsmith) - parapsicologia (ciência), tecnologia da mediunidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* tecnomagos - endomorfoses, tecnobruxarias http://1010.co.uk/xxxxx_publication.html&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*humor: http://tecnomagoo.blogspot.com/&lt;br /&gt;
http://technoshamanism.net/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IDEIAS&lt;br /&gt;
* Conciência cósmica - sentimento de pertencimento a algo que é maior e que (neste caso, não é um sentimento cristão)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Tecnociências - conhecimento empírico&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Antropomorfismo - o índio se vê como natureza. e nós?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Ecohackers, Biohackers - A nova natureza, lugar para se atravessar&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Escuta de satélites - antenas de samambaia, personagens,  neo mitos, narrativas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*culto a carga- http://en.wikipedia.org/wiki/Cargo_cul&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Protocolos rituais - programando e (des)programando ritos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* rave, drogas e xamanismo - http://en.wikipedia.org/wiki/Technoshamanism&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*http://catahistorias.files.wordpress.com/2011/11/tecnomagia-na-lista-do-ipe1.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*charlatanismos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
que mais?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
banca de doutorado valendo diploma Honoris Causa na Universidade Livre versus Universidade Nomãde assinado pelo Jodorowski e pelo Ministério de Pesca de Satélites.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &amp;quot;banca de doutorado&amp;quot; ou &amp;quot;Inquisição&amp;quot; tanto faz o nome&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* tradução da bula que determina o calendário gregoriano, modificando datas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* fabricação de cimento artesanal para construção de um templo que será depois transformado em universidade laiKa. com o que sobrar fazer antenas gigantes: http://www.te1.com.br/2012/01/antenas-parabolicas-inusitadas-faca-voce-mesmo-sua-antena-parabolica-com-tijolo-se-cimento-so-vendo-pra-crer/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* construção de um alambique artesanal de cachaça, porém não chamar de cachaça, achar um nome sagrado para esta bebida:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* reforma agrária&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Proclamação do Calendário Que Ainda nos Assombra ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Inter Gravissimas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
by Pope Gregory XIII (Ugo Buoncampagni)&lt;br /&gt;
February 24, 1582&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GREGORIUS EPISCOPUS&lt;br /&gt;
SERVUS SERVORUM DEI&lt;br /&gt;
AD PERPETUAM REI MEMORIAM.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
INTER gravissimas pastoralis officii nostri curas, ea postrema non est, ut quæ a sacro Tridentino concilio Sedi Apostolicæ reservata sunt, illa ad finem optatum, Deo adiutore, perducantur.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sane eiusdem concilii patres, cum ad reliquas cogitationes breviarii quoque curam adiungerent, tempore tamen exclusi, rem totam ex ipsius concilii decreto ad auctoritatem et iudicium Romani Pontificis retulerunt.&lt;br /&gt;
Duo autem breviario præcipue continentur, quorum unum preces laudesque divinas festis profestisque diebus persolvendas complectitur, alterum pertinet ad annuos Paschæ festorumque ex eo pendentium recursus, solis et lunæ motu metiendos.&lt;br /&gt;
Atque illud quidem felicis recordationis Pius V, prædecessor noster, absolvendum curavit atque edidit.&lt;br /&gt;
Hoc vero, quod nimirum exigit legitimam kalendarii restitutionem, iamdiu a Romanis Pontificibus prædecessoribus nostris et sæpius tentatum est; verum absolvi et ad exitum perduci ad hoc usque tempus non potuit, quod rationes emendandi kalendarii, quæ a coelestium motuum peritis proponebantur, propter magnas et fere inextricabiles difficultates, quas huiusmodi emendatio semper habuit, neque perennes erant, neque antiquos ecclesiasticos ritus incolumes (quod in primis hac in re curandum erat) servabant.&lt;br /&gt;
Dum itaque nos quoque, credita nobis, licet indignis, a Deo dispensatione freti, in hac cogitatione curaque versaremur, allatus est nobis liber a dilecto filio Antonio Lilio, artium et medicinæ doctore, quem quondam Aloysius eius germanus frater conscripserat, in quo per novum quemdam epactarum cyclum ab eo excogitatum, et ad certam ipsius aurei numeri normam directum, atque ad quamcumque anni solaris magnitudinem accommodatum, omnia quæ in calendario collapsa sunt, constanti ratione et sæculis omnibus duratura, sic restitui posse ostendit ut calendarium ipsum nulli umquam mutationi in posterum expositum esse videatur. Novam hanc restituendi calendarii rationem, exiguo volumine comprehensam, ad christianos principes celebrioresque universitates paucos ante annos misimus, ut res quæ omnium communis est, communi etiam omnium consilio perficeretur; illi cum, quod maxime optabamus, concordes respondissent, eorum nos omnium consensione adducti, viros ad calendarii emendationem adhibuimus in alma Urbe harum rerum peritissimos, quos longe ante ex primariis christiani orbis nationibus delegeramus. Ii cum multum temporis et diligentiæ ad eam lucubrationem adhibuissent, et cyclos tam veterum quam recentiorum undique conquisitos ac diligentissime perpensos inter se contulissent, suo et doctorum hominum, qui de ea re scripserunt, iudicio, hunc, præ ceteris, elegerunt epactarum cyclum, cui nonnulla etiam adiecerunt, quæ ex accurata circumspectione visa sunt ad calendarii perfectionem maxime pertinere.&lt;br /&gt;
Considerantes igitur nos, ad rectam paschalis festi celebrationem iuxta sanctorum patrum ac veterum Romanorum pontificum, præsertim Pii et Victoris primorum, necnon magni illius oecumenici concilii Nicæni et aliorum sanctiones, tria necessaria coniungenda et statuenda esse: primum, certam verni æquinoctii sedem; deinde rectam positionem XIV lunæ primi mensis, quæ vel in ipsum æquinoctii diem incidit, vel ei proxime succedit; postremo primum quemque diem dominicum, qui eamdem XIV lunam sequitur; curavimus non solum æquinoctium vernum in pristinam sedem, a qua iam a concilio Nicæno decem circiter diebus recessit, restituendum, et XIV paschalem suo in loco, a quo quatuor et eo amplius dies hoc tempore distat, reponendam, sed viam quoque tradendam et rationem, qua cavetur, ut in posterum æquinoctium et XIV luna a propriis sedibus numquam dimoveantur.&lt;br /&gt;
Quo igitur vernum æquinoctium, quod a patribus concilii Nicæni ad XII Kalendas Aprilis fuit constitutum, ad eamdem sedem restituatur, præcipimus et mandamus ut de mense Octobri anni MDLXXXII decem dies inclusive a tertia Nonarum usque ad pridie Idus eximantur, et dies, qui festum S. Francisci IV Nonas celebrari solitum sequitur, dicatur Idus Octobris, atque in eo celebretur festum Ss. Dionysii, Rustici et Eleutherii martyrum, cum commemoratione S. Marci papæ et confessoris, et Ss. Sergii, Bacchi, Marcelli et Apuleii martyrum; septimodecimo vero Kalendas Novembris, qui dies proxime sequitur, celebretur festum S. Callisti papæ et martyris; deinde XVI Kalendas Novembris fiat officium et missa de dominica XVIII post Pentecostem, mutata litera dominicali G in C; quintodecimo denique Kalendas Novembris dies festus agatur S. Lucæ evangelistæ, a quo reliqui deinceps agantur festi dies, prout sunt in calendario descripti.&lt;br /&gt;
Ne vero ex hac nostra decem dierum subtractione, alicui, quod ad annuas vel menstruas præstationes pertinet, præiudicium fiat, partes iudicum erunt in controversis, quæ super hoc exortæ fuerint, dictæ subtractionis rationem habere, addendo alios X dies in fine cuiuslibet præstationis.&lt;br /&gt;
Deinde, ne in posterum a XII Kalendas Aprilis æquinoctium recedat, statuimus bissextum quarto quoque anno (uti mos est) continuari debere, præterquam in centesimis annis; qui, quamvis bissextiles antea semper fuerint, qualem etiam esse volumus annum MDC, post eum tamen qui deinceps consequentur centesimi non omnes bissextiles sint, sed in quadringentis quibusque annis primi quique tres centesimi sine bissexto transigantur, quartus vero quisque centesimus bissextilis sit, ita ut annus MDCC, MDCCC, MDCCCC bissextiles non sint. Anno vero MM, more consueto dies bissextus intercaletur, Februario dies XXIX continente, idemque ordo intermittendi intercalandique bissextum diem in quadringentis quibusque annis perpetuo conservetur.&lt;br /&gt;
Quo item XIV paschalis recte inveniatur, itemque dies lunæ, iuxta antiquum Ecclesiæ morem ex martyrologio singulis diebus ediscendi, fideli populo vere proponantur, statuimus ut, amoto aureo numero de calendario, in eius locum substituatur cyclus epactarum, qui ad certam (uti diximus) aurei numeri normam directus, efficit ut novilunium et XIV paschalis vera loca semper retineant. Idque manifeste apparet ex nostri explicatione calendarii, in quo descriptæ sunt etiam tabulæ paschales secundum priscum Ecclesiæ ritum, quo certius et facilius sacrosanctum Pascha inveniri possit.&lt;br /&gt;
Postremo, quoniam partim ob decem dies de mense Octobri anni MDLXXXII (qui correctionis annus recte dici debet) exemptos, partim ob ternos etiam dies quolibet quadringentorum annorum spatio minime intercalandos, interrumpatur necesse est cyclus literarum dominicalium XXVIII annorum ad hanc usque diem usitatus in Ecclesia Romana, volumus in eius locum substitui eumdem cyclum XXVIII annorum, ab eodem Lilio, tum ad dictam intercalandi bissexti in centesimis annis rationem, tum ad quamcumque anni solaris magnitudinem, accommodatum; ex quo litera dominicalis beneficio cycli solaris, æque facile ac prius, ut in proprio canone explicatur, reperiri possit in perpetuum.&lt;br /&gt;
Nos igitur, ut quod proprium pontificis maximi esse solet exequamur, calendarium immensa Dei erga Ecclesiam suam benignitate iam correctum atque absolutum hoc nostro decreto probamus, et Romæ una cum martyrologio imprimi, impressumque divulgari iussimus.&lt;br /&gt;
Ut vero utrumque ubique terrarum incorruptum ac mendis et erroribus purgatum servetur, omnibus in nostro et sanctæ Romanæ Ecclesiæ dominio mediate vel immediate subiecto commorantibus impressoribus, sub amissionis librorum ac centum ducatorum auri Cameræ Apostolicæ ipso facto applicandorum; aliis vero, in quacumque orbis parte consistentibus, sub excommunicationis latæ sententiæ ac aliis arbitrii nostri poenis, ne sine nostra licentia calendarium aut martyrologium, simul vel separatim, imprimere vel proponere, aut recipere ullo modo audeant vel præsumant, prohibemus.&lt;br /&gt;
Tollimus autem et abolemus omnino vetus calendarium, volumusque ut omnes patriarchæ, primates, archiepiscopi, episcopi, abbates et ceteri ecclesiarum præsides novum calendarium (ad quod etiam accomodata est ratio martyrologii), pro divinis officiis recitandis et festis celebrandis, in suas quisque ecclesias, monasteria, conventus, ordines, militias et dioeceses introducant, et eo solo utantur, tam ipsi quam ceteri omnes presbyteri et clerici sæculares et regulares utriusque sexus, necnon milites et omnes christifideles, cuius usus incipiet post decem illos dies ex mense Octobri anni MDLXXXII exemptos. Iis vero, qui adeo longinquas incolunt regiones, ut ante præscriptum a nobis tempus harum literarum notitiam habere non possint, liceat, eodem tamen Octobri mense insequentis anni MDLXXXIII vel alterius, cum primum scilicet ad eos hæ nostræ literæ pervenerint, modo a nobis paulo ante tradito, eiusmodi mutationem facere, ut copiosius in nostro calendario anni correctionis explicabitur.&lt;br /&gt;
Pro data autem nobis a Domino auctoritate hortamur et rogamus carissimum in Christo filium nostrum Rodulphum Romanorum regem illustrem in imperatorem electum, ceterosque reges, principes ac respublicas, iisdemque mandamus ut quo studio illi a nobis contenderunt, ut hoc tam præclarum opus perficeremus, eodem, immo etiam maiore, ad conservandam in celebrandis festivitatibus inter christianas nationes concordiam, nostrum hoc calendarium et ipsi suscipiant, et a cunctis sibi subiectis populis religiose suscipiendum inviolateque observandum curent.&lt;br /&gt;
Verum, quia difficile foret præsentes literas ad universa christiani orbis loca deferri, illas ad basilicæ Principis Apostolorum et Cancellariæ Apostolicæ valvas, et in acie Campi Floræ publicari et affigi; et earumdem literarum exemplis, etiam impressis, et voluminibus calendarii et martyrologii insertis et præpositis, sive manu tabellionis publici subscriptis, necnon sigillo personæ in dignitate ecclesiastica constitutæ obsignatis, eamdem prorsus indubitatam fidem ubique gentium et locorum haberi præcipimus, quæ originalibus literis exhibitis omnino haberetur.&lt;br /&gt;
Nulli ergo omnino hominum liceat hanc paginam nostrorum præceptorum, mandatorum, statutorum, voluntatis, probationis, prohibitionis, sublationis, abolitionis, hortationis et rogationis infringere, vel ei ausu temerario contraire. Si quis autem hoc attentare præsumpserit, indignationem omnipotentis Dei ac beatorum Petri et Pauli apostolorum eius se noverit incursurum. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Datum Tusculi, anno Incarnationis dominicæ MDLXXXI, sexto Kalendas Martii, pontificatus nostri anno X.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cae. Glorierius&lt;br /&gt;
A. de Alexijs&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Books and links==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Peter J. Carrol. Liber Null &amp;amp; Psychonaut. An introduction to Chaos Magic. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Daniel Pinchbeck. Breaking open the head. A psychedelic journey into contemporary shamanism. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.realitysandwich.com/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isabella Stengers, Phillipe Pignarre, Andrew Goffey. Capitalist Sorcery: Breaking the Spell.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://en.wikipedia.org/wiki/Chaos_magic&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://theoraclemachine.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://xname.cc&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Tecnomagia&amp;diff=10840</id>
		<title>Tecnomagia</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Tecnomagia&amp;diff=10840"/>
				<updated>2013-10-15T17:46:14Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Belisards: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Abaixo, os trabalhos que serão parte do livro TECNOMAGIA, em processo de finalização. Infelizmente, quando transpostos para a wiki, '''muitos deles foram desformatados e perderam algumas referências, como notas de rodapé e etc'''. Em breve disponibilizaremos aqui o PDF com todos os textos, ilustrações e referências diagramados e formatados corretamente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Publicação impressa ====&lt;br /&gt;
# [[Introdução Tecnomagia]]&lt;br /&gt;
# [[Orelha do livro Tecnomagia]]&lt;br /&gt;
# [[Magia e Tecnologia]] - Pedro Soler&lt;br /&gt;
# [[Microculturas]] - Vahida Ramujkic, Moshe Robes y Aviv Kruglanski &lt;br /&gt;
# [[Magia e Tecnologia]] - Alfred Gell&lt;br /&gt;
# [[Descristalização]] - Jonathan Kemp&lt;br /&gt;
# [[Poema]] - George Sander&lt;br /&gt;
# O Xamã e as Máquinas - Pedro Peixoto Ferreira [http://www.alegrar.com.br/02/02pedro.pdf]&lt;br /&gt;
# [[Antropologia das sociedades encantadas]] - Thais Brito&lt;br /&gt;
# [[Magia:a: caminho de resignificação e e ritos]] - Eá de Apsu&lt;br /&gt;
# [[Pequeno Manual do Astrólogo Amador Artificial]] - Bruno Vianna&lt;br /&gt;
# [[Tecnomagias]] - Adrian Gomez&lt;br /&gt;
# [[Mantra Digital]] - Morgana Gomes&lt;br /&gt;
# [[Fragmento de um dialogo pós-apocalíptico]] - Cartesius Ciborgis&lt;br /&gt;
# [[Escolher]] - Felipe Fonseca&lt;br /&gt;
# Tecnomagia - Fabiane Borges [http://catahistorias.files.wordpress.com/2012/07/tecnomagia6.pdf]&lt;br /&gt;
# [[Cyberpunk como alquimista moderno]] - Timothy Leary&lt;br /&gt;
# [[Tecnomagia: metareciclagem e rádios livres no front de uma guerra ontológica]] - Thiago Novaes&lt;br /&gt;
# [[Tempo Livre]] - Martin Howse&lt;br /&gt;
# [[A Morte de Yupana]] - Irineu Evangelista de Sombra&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Ebook ====&lt;br /&gt;
#[[A corrida da Antena]] - Fabi Borges&lt;br /&gt;
#[[Alquimia de Corazones]] - Katiushka Borges &lt;br /&gt;
#[[Tecnoxamanismo]] - Allan Mendes&lt;br /&gt;
#[[A Cartilha]] - Samir Oliveira&lt;br /&gt;
#[[Movimento para acender luzes automáticas]] - Paola Barreto Leblanc1&lt;br /&gt;
#[[O supermassivo buraco negro dançando com o fogo do sol]]&lt;br /&gt;
#[[pamphlet111111]] - Tiago Spina&lt;br /&gt;
#[[Re-manifesto antropofágico para era digital]] - Vanessa Maia Ramos-Velasquez&lt;br /&gt;
# Words Made Flesh[http://www.netzliteratur.net/cramer/wordsmadefleshpdf.pdf]&lt;br /&gt;
# [[Iniciação técnica numa formação moderna em humanidades]] - Gilbert Simondon&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Portal Interdimensional da Pajelança Tecnomagica==&lt;br /&gt;
[[ Arquivo:Caxingueled_LOW_anima.gif |thumb | left | Any sufficiently advanced technology is indistinguishable from magic (Arthur C. Clarke) ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[PROGRAMAÇÃO]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[PARTICIPANTES]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[COMO CHEGAR]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[MICROPOLÍTICAS]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 10 a 13 de Maio no Vale do Pavão - Na [http://nuvem.tk/ NUVEM] estação rural de arte e tecnologia ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quais os limites da sua crença na [http://en.wikipedia.org/wiki/Normal_science ciência normal] e sua sucessão infinita de paradigmas?&lt;br /&gt;
Nós nascemos em hospitais mas fugimos da aula de anatomia e todo o pragmatismo da talha hipocrática dos bisturis afiados desta operação&lt;br /&gt;
cirúrgica de cortes dos umbigos da genealogia que definiu os nomes das crenças todas. &lt;br /&gt;
Falanges e turbas de entidades míticas que protegem o pensamento daqueles que podem crer em algo para além da metafísica da colisão de particulas que gerarariam novos universos, redefinindo as posições dos astros, estrelas e fronteiras.&lt;br /&gt;
Dissecar então a etimologia de &amp;quot;Universo&amp;quot; até chegar no fim da História para enfim repetir como farsa apoteótica?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez o que querem os bastardos desta genealogia da Alquimia, Macumba, Santeria, Física Computacional Aplicada e todo seu caleidoscópio de lendas tortas derivadas e híbridas de uma mesma rede de delírios seja apenas a parte ritual de uma celebração da dúvida que persiste como impossibilidade da morte em vida. Puro Oxímoro. A pura entropia, sem as contas? Ábacos são Oráculos? Que horas temos? Faça-se carne entre nós!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Nadie pudo ser cosmonauta lr.png | thumb |left | &amp;quot;É possível que os deuses não me negassem o achado de uma imagem equivalente, mas este relato ficaria contaminado de literatura, de falsidade. Mesmo porque o problema central é insolúvel: a enumeração, sequer parcial, de um conjunto infinito. Nesse instante gigantesco, vi milhões de atos prazerosos ou atrozes; nenhum me assombrou tanto como o fato de que todos ocupassem o mesmo ponto, sem superposição e sem transparência. O que viram meus olhos foi simultâneo; o que transcreverei, sucessivo, pois a linguagem o é. Algo, entretanto, registrarei.&amp;quot; (Borges - O Aleph)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Panspermia2.png | thumb |left | “O INQUISIDOR – Essa gente afirma que é da matemática que se trata e não do espírito da rebeldia e da dúvida. Mas não é de matemática que se trata. É uma inquietação horrenda que se estende pelo mundo. É a inquietação de seu próprio cérebro que eles transpuseram para a terra imóvel. Eles gritam: são os números que nos convencem! Mas os números de onde vêm? Qualquer um sabe que eles vêm da dúvida. Esses homens duvidam de tudo. Será na dúvida, e não mais na fé, que iremos fundar a sociedade humana?” (B.Brecht – Leben des Galilei)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Sincabeza.jpg| thumb |left | &amp;quot;Laikai: 空 no céu なし青色なし azul nenhuma 雲 nuvem&amp;quot;(f?r!) ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Mandingalgo-Ritmos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Ovo_elemental.png |thumb | 300px | right | “Computer science is no more about computers than astronomy is about telescopes.” (Edsger W. Dijkstra)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Os feiticeiros sempre tiveram a posição anômala, na fronteira dos campos ou dos bosques. Eles assombram as fronteiras. Eles se encontram na borda do vilarejo, ou entre dois vilarejos. O importante é sua afinidade com a aliança, com o pacto, que lhes dá um estatuto oposto ao da filiação. Com o anômalo, a relação é de aliança. O feiticeiro está numa relação de aliança com Yupana como potência do anômalo.&amp;quot; (Mil Platôs v4 - deleuze &amp;amp;&amp;amp; guatarri)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seguem assim soltas, &lt;br /&gt;
as notações do papo que tivemos na sexta pós carnaval. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o xamã é um rádio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.alegrar.com.br/02/02pedro.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.maxwell.lambda.ele.puc-rio.br/17409/17409_5.PDF&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.astrumargentum.org/arquivos/amt/intro_daath.htm&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Laikai:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
空 no céu&lt;br /&gt;
なし青色なし azul nenhuma&lt;br /&gt;
雲 nuvem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://mysticbourgeoisie.blogspot.com/&lt;br /&gt;
http://www.college-de-pataphysique.org/college/accueil.html&lt;br /&gt;
http://www.sosaci.org&lt;br /&gt;
http://deoxy.org/&lt;br /&gt;
http://weird-fiction.net/&lt;br /&gt;
http://www.naturezadivina.com.br/loja/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
une coup de daath jamais n'aboliré le ogarythm&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=ZHKgcYsBfPM&lt;br /&gt;
http://labyrinthofthepsychonaut.blogspot.com/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
dispositivo experiência&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=QQg-EZMEXfw&lt;br /&gt;
http://www.who.int/healthsystems/topics/technology/en/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ps: esqueci um livro do Carl Sagan aí...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
.........&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
tecnoxamanismo - esquizoanalises - experiencias com magia e performance - Fabiane Borges&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
blog: http://catahistorias.wordpress.com&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Raptos tecnomagicos - SUMMERLAB - Gijon -  ASTURIAS - 2011&lt;br /&gt;
http://vimeo.com/28709342&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- na rua - alienacao conduzida -  em Piedras Blancas - Asturias 2011&lt;br /&gt;
http://vimeo.com/28734197&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- experiencias neomiticas - em Londres - Goldsmiths 2011&lt;br /&gt;
http://vimeo.com/25274823&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- epifanias possiveis - Campinas - 2005&lt;br /&gt;
http://vimeo.com/23837120&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- processos imersivos 1 - Sao Paulo - 2005&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=dp5IjbCXG5M&amp;amp;list=UUrR0pFH70uHic8I3P9JjHAQ&amp;amp;index=22&amp;amp;feature=plcp&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
......&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Alquimias  http://crystalworld.org.uk http://xxn.org.uk/doku.php &lt;br /&gt;
Jonathan Kemp&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://tecnomagxs.wordpress.com/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://filosonias.blogspot.com/2010/12/gnoise.html&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*caça fantasmas (da Goldsmith) - parapsicologia (ciência), tecnologia da mediunidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* tecnomagos - endomorfoses, tecnobruxarias http://1010.co.uk/xxxxx_publication.html&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*humor: http://tecnomagoo.blogspot.com/&lt;br /&gt;
http://technoshamanism.net/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IDEIAS&lt;br /&gt;
* Conciência cósmica - sentimento de pertencimento a algo que é maior e que (neste caso, não é um sentimento cristão)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Tecnociências - conhecimento empírico&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Antropomorfismo - o índio se vê como natureza. e nós?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Ecohackers, Biohackers - A nova natureza, lugar para se atravessar&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Escuta de satélites - antenas de samambaia, personagens,  neo mitos, narrativas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*culto a carga- http://en.wikipedia.org/wiki/Cargo_cul&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Protocolos rituais - programando e (des)programando ritos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* rave, drogas e xamanismo - http://en.wikipedia.org/wiki/Technoshamanism&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*http://catahistorias.files.wordpress.com/2011/11/tecnomagia-na-lista-do-ipe1.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*charlatanismos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
que mais?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
banca de doutorado valendo diploma Honoris Causa na Universidade Livre versus Universidade Nomãde assinado pelo Jodorowski e pelo Ministério de Pesca de Satélites.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &amp;quot;banca de doutorado&amp;quot; ou &amp;quot;Inquisição&amp;quot; tanto faz o nome&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* tradução da bula que determina o calendário gregoriano, modificando datas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* fabricação de cimento artesanal para construção de um templo que será depois transformado em universidade laiKa. com o que sobrar fazer antenas gigantes: http://www.te1.com.br/2012/01/antenas-parabolicas-inusitadas-faca-voce-mesmo-sua-antena-parabolica-com-tijolo-se-cimento-so-vendo-pra-crer/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* construção de um alambique artesanal de cachaça, porém não chamar de cachaça, achar um nome sagrado para esta bebida:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* reforma agrária&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Proclamação do Calendário Que Ainda nos Assombra ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Inter Gravissimas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
by Pope Gregory XIII (Ugo Buoncampagni)&lt;br /&gt;
February 24, 1582&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GREGORIUS EPISCOPUS&lt;br /&gt;
SERVUS SERVORUM DEI&lt;br /&gt;
AD PERPETUAM REI MEMORIAM.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
INTER gravissimas pastoralis officii nostri curas, ea postrema non est, ut quæ a sacro Tridentino concilio Sedi Apostolicæ reservata sunt, illa ad finem optatum, Deo adiutore, perducantur.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sane eiusdem concilii patres, cum ad reliquas cogitationes breviarii quoque curam adiungerent, tempore tamen exclusi, rem totam ex ipsius concilii decreto ad auctoritatem et iudicium Romani Pontificis retulerunt.&lt;br /&gt;
Duo autem breviario præcipue continentur, quorum unum preces laudesque divinas festis profestisque diebus persolvendas complectitur, alterum pertinet ad annuos Paschæ festorumque ex eo pendentium recursus, solis et lunæ motu metiendos.&lt;br /&gt;
Atque illud quidem felicis recordationis Pius V, prædecessor noster, absolvendum curavit atque edidit.&lt;br /&gt;
Hoc vero, quod nimirum exigit legitimam kalendarii restitutionem, iamdiu a Romanis Pontificibus prædecessoribus nostris et sæpius tentatum est; verum absolvi et ad exitum perduci ad hoc usque tempus non potuit, quod rationes emendandi kalendarii, quæ a coelestium motuum peritis proponebantur, propter magnas et fere inextricabiles difficultates, quas huiusmodi emendatio semper habuit, neque perennes erant, neque antiquos ecclesiasticos ritus incolumes (quod in primis hac in re curandum erat) servabant.&lt;br /&gt;
Dum itaque nos quoque, credita nobis, licet indignis, a Deo dispensatione freti, in hac cogitatione curaque versaremur, allatus est nobis liber a dilecto filio Antonio Lilio, artium et medicinæ doctore, quem quondam Aloysius eius germanus frater conscripserat, in quo per novum quemdam epactarum cyclum ab eo excogitatum, et ad certam ipsius aurei numeri normam directum, atque ad quamcumque anni solaris magnitudinem accommodatum, omnia quæ in calendario collapsa sunt, constanti ratione et sæculis omnibus duratura, sic restitui posse ostendit ut calendarium ipsum nulli umquam mutationi in posterum expositum esse videatur. Novam hanc restituendi calendarii rationem, exiguo volumine comprehensam, ad christianos principes celebrioresque universitates paucos ante annos misimus, ut res quæ omnium communis est, communi etiam omnium consilio perficeretur; illi cum, quod maxime optabamus, concordes respondissent, eorum nos omnium consensione adducti, viros ad calendarii emendationem adhibuimus in alma Urbe harum rerum peritissimos, quos longe ante ex primariis christiani orbis nationibus delegeramus. Ii cum multum temporis et diligentiæ ad eam lucubrationem adhibuissent, et cyclos tam veterum quam recentiorum undique conquisitos ac diligentissime perpensos inter se contulissent, suo et doctorum hominum, qui de ea re scripserunt, iudicio, hunc, præ ceteris, elegerunt epactarum cyclum, cui nonnulla etiam adiecerunt, quæ ex accurata circumspectione visa sunt ad calendarii perfectionem maxime pertinere.&lt;br /&gt;
Considerantes igitur nos, ad rectam paschalis festi celebrationem iuxta sanctorum patrum ac veterum Romanorum pontificum, præsertim Pii et Victoris primorum, necnon magni illius oecumenici concilii Nicæni et aliorum sanctiones, tria necessaria coniungenda et statuenda esse: primum, certam verni æquinoctii sedem; deinde rectam positionem XIV lunæ primi mensis, quæ vel in ipsum æquinoctii diem incidit, vel ei proxime succedit; postremo primum quemque diem dominicum, qui eamdem XIV lunam sequitur; curavimus non solum æquinoctium vernum in pristinam sedem, a qua iam a concilio Nicæno decem circiter diebus recessit, restituendum, et XIV paschalem suo in loco, a quo quatuor et eo amplius dies hoc tempore distat, reponendam, sed viam quoque tradendam et rationem, qua cavetur, ut in posterum æquinoctium et XIV luna a propriis sedibus numquam dimoveantur.&lt;br /&gt;
Quo igitur vernum æquinoctium, quod a patribus concilii Nicæni ad XII Kalendas Aprilis fuit constitutum, ad eamdem sedem restituatur, præcipimus et mandamus ut de mense Octobri anni MDLXXXII decem dies inclusive a tertia Nonarum usque ad pridie Idus eximantur, et dies, qui festum S. Francisci IV Nonas celebrari solitum sequitur, dicatur Idus Octobris, atque in eo celebretur festum Ss. Dionysii, Rustici et Eleutherii martyrum, cum commemoratione S. Marci papæ et confessoris, et Ss. Sergii, Bacchi, Marcelli et Apuleii martyrum; septimodecimo vero Kalendas Novembris, qui dies proxime sequitur, celebretur festum S. Callisti papæ et martyris; deinde XVI Kalendas Novembris fiat officium et missa de dominica XVIII post Pentecostem, mutata litera dominicali G in C; quintodecimo denique Kalendas Novembris dies festus agatur S. Lucæ evangelistæ, a quo reliqui deinceps agantur festi dies, prout sunt in calendario descripti.&lt;br /&gt;
Ne vero ex hac nostra decem dierum subtractione, alicui, quod ad annuas vel menstruas præstationes pertinet, præiudicium fiat, partes iudicum erunt in controversis, quæ super hoc exortæ fuerint, dictæ subtractionis rationem habere, addendo alios X dies in fine cuiuslibet præstationis.&lt;br /&gt;
Deinde, ne in posterum a XII Kalendas Aprilis æquinoctium recedat, statuimus bissextum quarto quoque anno (uti mos est) continuari debere, præterquam in centesimis annis; qui, quamvis bissextiles antea semper fuerint, qualem etiam esse volumus annum MDC, post eum tamen qui deinceps consequentur centesimi non omnes bissextiles sint, sed in quadringentis quibusque annis primi quique tres centesimi sine bissexto transigantur, quartus vero quisque centesimus bissextilis sit, ita ut annus MDCC, MDCCC, MDCCCC bissextiles non sint. Anno vero MM, more consueto dies bissextus intercaletur, Februario dies XXIX continente, idemque ordo intermittendi intercalandique bissextum diem in quadringentis quibusque annis perpetuo conservetur.&lt;br /&gt;
Quo item XIV paschalis recte inveniatur, itemque dies lunæ, iuxta antiquum Ecclesiæ morem ex martyrologio singulis diebus ediscendi, fideli populo vere proponantur, statuimus ut, amoto aureo numero de calendario, in eius locum substituatur cyclus epactarum, qui ad certam (uti diximus) aurei numeri normam directus, efficit ut novilunium et XIV paschalis vera loca semper retineant. Idque manifeste apparet ex nostri explicatione calendarii, in quo descriptæ sunt etiam tabulæ paschales secundum priscum Ecclesiæ ritum, quo certius et facilius sacrosanctum Pascha inveniri possit.&lt;br /&gt;
Postremo, quoniam partim ob decem dies de mense Octobri anni MDLXXXII (qui correctionis annus recte dici debet) exemptos, partim ob ternos etiam dies quolibet quadringentorum annorum spatio minime intercalandos, interrumpatur necesse est cyclus literarum dominicalium XXVIII annorum ad hanc usque diem usitatus in Ecclesia Romana, volumus in eius locum substitui eumdem cyclum XXVIII annorum, ab eodem Lilio, tum ad dictam intercalandi bissexti in centesimis annis rationem, tum ad quamcumque anni solaris magnitudinem, accommodatum; ex quo litera dominicalis beneficio cycli solaris, æque facile ac prius, ut in proprio canone explicatur, reperiri possit in perpetuum.&lt;br /&gt;
Nos igitur, ut quod proprium pontificis maximi esse solet exequamur, calendarium immensa Dei erga Ecclesiam suam benignitate iam correctum atque absolutum hoc nostro decreto probamus, et Romæ una cum martyrologio imprimi, impressumque divulgari iussimus.&lt;br /&gt;
Ut vero utrumque ubique terrarum incorruptum ac mendis et erroribus purgatum servetur, omnibus in nostro et sanctæ Romanæ Ecclesiæ dominio mediate vel immediate subiecto commorantibus impressoribus, sub amissionis librorum ac centum ducatorum auri Cameræ Apostolicæ ipso facto applicandorum; aliis vero, in quacumque orbis parte consistentibus, sub excommunicationis latæ sententiæ ac aliis arbitrii nostri poenis, ne sine nostra licentia calendarium aut martyrologium, simul vel separatim, imprimere vel proponere, aut recipere ullo modo audeant vel præsumant, prohibemus.&lt;br /&gt;
Tollimus autem et abolemus omnino vetus calendarium, volumusque ut omnes patriarchæ, primates, archiepiscopi, episcopi, abbates et ceteri ecclesiarum præsides novum calendarium (ad quod etiam accomodata est ratio martyrologii), pro divinis officiis recitandis et festis celebrandis, in suas quisque ecclesias, monasteria, conventus, ordines, militias et dioeceses introducant, et eo solo utantur, tam ipsi quam ceteri omnes presbyteri et clerici sæculares et regulares utriusque sexus, necnon milites et omnes christifideles, cuius usus incipiet post decem illos dies ex mense Octobri anni MDLXXXII exemptos. Iis vero, qui adeo longinquas incolunt regiones, ut ante præscriptum a nobis tempus harum literarum notitiam habere non possint, liceat, eodem tamen Octobri mense insequentis anni MDLXXXIII vel alterius, cum primum scilicet ad eos hæ nostræ literæ pervenerint, modo a nobis paulo ante tradito, eiusmodi mutationem facere, ut copiosius in nostro calendario anni correctionis explicabitur.&lt;br /&gt;
Pro data autem nobis a Domino auctoritate hortamur et rogamus carissimum in Christo filium nostrum Rodulphum Romanorum regem illustrem in imperatorem electum, ceterosque reges, principes ac respublicas, iisdemque mandamus ut quo studio illi a nobis contenderunt, ut hoc tam præclarum opus perficeremus, eodem, immo etiam maiore, ad conservandam in celebrandis festivitatibus inter christianas nationes concordiam, nostrum hoc calendarium et ipsi suscipiant, et a cunctis sibi subiectis populis religiose suscipiendum inviolateque observandum curent.&lt;br /&gt;
Verum, quia difficile foret præsentes literas ad universa christiani orbis loca deferri, illas ad basilicæ Principis Apostolorum et Cancellariæ Apostolicæ valvas, et in acie Campi Floræ publicari et affigi; et earumdem literarum exemplis, etiam impressis, et voluminibus calendarii et martyrologii insertis et præpositis, sive manu tabellionis publici subscriptis, necnon sigillo personæ in dignitate ecclesiastica constitutæ obsignatis, eamdem prorsus indubitatam fidem ubique gentium et locorum haberi præcipimus, quæ originalibus literis exhibitis omnino haberetur.&lt;br /&gt;
Nulli ergo omnino hominum liceat hanc paginam nostrorum præceptorum, mandatorum, statutorum, voluntatis, probationis, prohibitionis, sublationis, abolitionis, hortationis et rogationis infringere, vel ei ausu temerario contraire. Si quis autem hoc attentare præsumpserit, indignationem omnipotentis Dei ac beatorum Petri et Pauli apostolorum eius se noverit incursurum. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Datum Tusculi, anno Incarnationis dominicæ MDLXXXI, sexto Kalendas Martii, pontificatus nostri anno X.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cae. Glorierius&lt;br /&gt;
A. de Alexijs&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Books and links==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Peter J. Carrol. Liber Null &amp;amp; Psychonaut. An introduction to Chaos Magic. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Daniel Pinchbeck. Breaking open the head. A psychedelic journey into contemporary shamanism. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.realitysandwich.com/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isabella Stengers, Phillipe Pignarre, Andrew Goffey. Capitalist Sorcery: Breaking the Spell.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://en.wikipedia.org/wiki/Chaos_magic&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://theoraclemachine.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://xname.cc&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Tecnomagia&amp;diff=10812</id>
		<title>Tecnomagia</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Tecnomagia&amp;diff=10812"/>
				<updated>2013-10-01T03:59:37Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Belisards: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Publicação ==&lt;br /&gt;
Disponiblização em formato wiki do livro Tecnomagia completo. Ajude-nos a corrigir erros e formatar os textos para melhor exibição, editando as páginas a seguir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Livro ====&lt;br /&gt;
# [[Introdução Tecnomagia]]&lt;br /&gt;
# [[Orelha do livro Tecnomagia]]&lt;br /&gt;
# [[Magia e Tecnologia]] - Pedro Soler&lt;br /&gt;
# [[Microculturas]] - Vahida Ramujkic, Moshe Robes y Aviv Kruglanski &lt;br /&gt;
# [[Magia e Tecnologia]] - Alfred Gell&lt;br /&gt;
# [[Descristalização]] - Jonathan Kemp&lt;br /&gt;
# [[Poema]] - George Sander&lt;br /&gt;
# O Xamã e as Máquinas - Pedro Peixoto Ferreira [http://www.alegrar.com.br/02/02pedro.pdf]&lt;br /&gt;
# [[Antropologia das sociedades encantadas]] - Thais Brito&lt;br /&gt;
# [[Magia:a: caminho de resignificação e e ritos]] - Eá de Apsu&lt;br /&gt;
# [[Pequeno Manual do Astrólogo Amador Artificial]] - Bruno Vianna&lt;br /&gt;
# [[Tecnomagias]] - Adrian Gomez&lt;br /&gt;
# [[Mantra Digital]] - Morgana Gomes&lt;br /&gt;
# [[Fragmento de um dialogo pós-apocalíptico]] - Cartesius Ciborgis&lt;br /&gt;
# [[Escolher]] - Felipe Fonseca&lt;br /&gt;
# [[Tecnomagia - Fabiane Borges]]&lt;br /&gt;
# [[Cyberpunk como alquimista moderno]] - Timothy Leary&lt;br /&gt;
# [[Tecnomagia: metareciclagem e rádios livres no front de uma guerra ontológica]] - Thiago Novaes&lt;br /&gt;
# [[Tempo Livre]] - Martin Howse&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Ebook ====&lt;br /&gt;
#[[A corrida da Antena]] - Fabi Borges&lt;br /&gt;
#[[Alquimia de Corazones]] - Katiushka Borges &lt;br /&gt;
#[[Tecnoxamanismo]] - Allan Mendes&lt;br /&gt;
#[[A Cartilha]] - Samir Oliveira&lt;br /&gt;
#[[Movimento para acender luzes automáticas]] - Paola Barreto Leblanc1&lt;br /&gt;
#[[O supermassivo buraco negro dançando com o fogo do sol]]&lt;br /&gt;
#[[pamphlet111111]] - Tiago Spina&lt;br /&gt;
#[[Re-manifesto antropofágico para era digital]] - Vanessa Maia Ramos-Velasquez&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.netzliteratur.net/cramer/wordsmadefleshpdf.pdf&lt;br /&gt;
# [[Iniciação técnica numa formação moderna em humanidades]] - Gilbert Simondon&lt;br /&gt;
==Portal Interdimensional da Pajelança Tecnomagica==&lt;br /&gt;
[[ Arquivo:Caxingueled_LOW_anima.gif |thumb | left | Any sufficiently advanced technology is indistinguishable from magic (Arthur C. Clarke) ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[PROGRAMAÇÃO]]&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
[[MICROPOLÍTICAS]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 10 a 13 de Maio no Vale do Pavão - Na [http://nuvem.tk/ NUVEM] estação rural de arte e tecnologia ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quais os limites da sua crença na [http://en.wikipedia.org/wiki/Normal_science ciência normal] e sua sucessão infinita de paradigmas?&lt;br /&gt;
Nós nascemos em hospitais mas fugimos da aula de anatomia e todo o pragmatismo da talha hipocrática dos bisturis afiados desta operação&lt;br /&gt;
cirúrgica de cortes dos umbigos da genealogia que definiu os nomes das crenças todas. &lt;br /&gt;
Falanges e turbas de entidades míticas que protegem o pensamento daqueles que podem crer em algo para além da metafísica da colisão de particulas que gerarariam novos universos, redefinindo as posições dos astros, estrelas e fronteiras.&lt;br /&gt;
Dissecar então a etimologia de &amp;quot;Universo&amp;quot; até chegar no fim da História para enfim repetir como farsa apoteótica?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez o que querem os bastardos desta genealogia da Alquimia, Macumba, Santeria, Física Computacional Aplicada e todo seu caleidoscópio de lendas tortas derivadas e híbridas de uma mesma rede de delírios seja apenas a parte ritual de uma celebração da dúvida que persiste como impossibilidade da morte em vida. Puro Oxímoro. A pura entropia, sem as contas? Ábacos são Oráculos? Que horas temos? Faça-se carne entre nós!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Nadie pudo ser cosmonauta lr.png | thumb |left | &amp;quot;É possível que os deuses não me negassem o achado de uma imagem equivalente, mas este relato ficaria contaminado de literatura, de falsidade. Mesmo porque o problema central é insolúvel: a enumeração, sequer parcial, de um conjunto infinito. Nesse instante gigantesco, vi milhões de atos prazerosos ou atrozes; nenhum me assombrou tanto como o fato de que todos ocupassem o mesmo ponto, sem superposição e sem transparência. O que viram meus olhos foi simultâneo; o que transcreverei, sucessivo, pois a linguagem o é. Algo, entretanto, registrarei.&amp;quot; (Borges - O Aleph)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Panspermia2.png | thumb |left | “O INQUISIDOR – Essa gente afirma que é da matemática que se trata e não do espírito da rebeldia e da dúvida. Mas não é de matemática que se trata. É uma inquietação horrenda que se estende pelo mundo. É a inquietação de seu próprio cérebro que eles transpuseram para a terra imóvel. Eles gritam: são os números que nos convencem! Mas os números de onde vêm? Qualquer um sabe que eles vêm da dúvida. Esses homens duvidam de tudo. Será na dúvida, e não mais na fé, que iremos fundar a sociedade humana?” (B.Brecht – Leben des Galilei)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Sincabeza.jpg| thumb |left | &amp;quot;Laikai: 空 no céu なし青色なし azul nenhuma 雲 nuvem&amp;quot;(f?r!) ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Mandingalgo-Ritmos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Ovo_elemental.png |thumb | 300px | right | “Computer science is no more about computers than astronomy is about telescopes.” (Edsger W. Dijkstra)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Os feiticeiros sempre tiveram a posição anômala, na fronteira dos campos ou dos bosques. Eles assombram as fronteiras. Eles se encontram na borda do vilarejo, ou entre dois vilarejos. O importante é sua afinidade com a aliança, com o pacto, que lhes dá um estatuto oposto ao da filiação. Com o anômalo, a relação é de aliança. O feiticeiro está numa relação de aliança com Yupana como potência do anômalo.&amp;quot; (Mil Platôs v4 - deleuze &amp;amp;&amp;amp; guatarri)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seguem assim soltas, &lt;br /&gt;
as notações do papo que tivemos na sexta pós carnaval. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o xamã é um rádio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.alegrar.com.br/02/02pedro.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.maxwell.lambda.ele.puc-rio.br/17409/17409_5.PDF&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.astrumargentum.org/arquivos/amt/intro_daath.htm&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Laikai:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
空 no céu&lt;br /&gt;
なし青色なし azul nenhuma&lt;br /&gt;
雲 nuvem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://mysticbourgeoisie.blogspot.com/&lt;br /&gt;
http://www.college-de-pataphysique.org/college/accueil.html&lt;br /&gt;
http://www.sosaci.org&lt;br /&gt;
http://deoxy.org/&lt;br /&gt;
http://weird-fiction.net/&lt;br /&gt;
http://www.naturezadivina.com.br/loja/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
une coup de daath jamais n'aboliré le ogarythm&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=ZHKgcYsBfPM&lt;br /&gt;
http://labyrinthofthepsychonaut.blogspot.com/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
dispositivo experiência&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=QQg-EZMEXfw&lt;br /&gt;
http://www.who.int/healthsystems/topics/technology/en/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ps: esqueci um livro do Carl Sagan aí...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
.........&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
tecnoxamanismo - esquizoanalises - experiencias com magia e performance - Fabiane Borges&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
blog: http://catahistorias.wordpress.com&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Raptos tecnomagicos - SUMMERLAB - Gijon -  ASTURIAS - 2011&lt;br /&gt;
http://vimeo.com/28709342&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- na rua - alienacao conduzida -  em Piedras Blancas - Asturias 2011&lt;br /&gt;
http://vimeo.com/28734197&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- experiencias neomiticas - em Londres - Goldsmiths 2011&lt;br /&gt;
http://vimeo.com/25274823&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- epifanias possiveis - Campinas - 2005&lt;br /&gt;
http://vimeo.com/23837120&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- processos imersivos 1 - Sao Paulo - 2005&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=dp5IjbCXG5M&amp;amp;list=UUrR0pFH70uHic8I3P9JjHAQ&amp;amp;index=22&amp;amp;feature=plcp&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
......&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Alquimias  http://crystalworld.org.uk http://xxn.org.uk/doku.php &lt;br /&gt;
Jonathan Kemp&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://tecnomagxs.wordpress.com/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://filosonias.blogspot.com/2010/12/gnoise.html&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*caça fantasmas (da Goldsmith) - parapsicologia (ciência), tecnologia da mediunidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* tecnomagos - endomorfoses, tecnobruxarias http://1010.co.uk/xxxxx_publication.html&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*humor: http://tecnomagoo.blogspot.com/&lt;br /&gt;
http://technoshamanism.net/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IDEIAS&lt;br /&gt;
* Conciência cósmica - sentimento de pertencimento a algo que é maior e que (neste caso, não é um sentimento cristão)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Tecnociências - conhecimento empírico&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Antropomorfismo - o índio se vê como natureza. e nós?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Ecohackers, Biohackers - A nova natureza, lugar para se atravessar&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Escuta de satélites - antenas de samambaia, personagens,  neo mitos, narrativas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*culto a carga- http://en.wikipedia.org/wiki/Cargo_cul&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Protocolos rituais - programando e (des)programando ritos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* rave, drogas e xamanismo - http://en.wikipedia.org/wiki/Technoshamanism&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*http://catahistorias.files.wordpress.com/2011/11/tecnomagia-na-lista-do-ipe1.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*charlatanismos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
que mais?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
banca de doutorado valendo diploma Honoris Causa na Universidade Livre versus Universidade Nomãde assinado pelo Jodorowski e pelo Ministério de Pesca de Satélites.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &amp;quot;banca de doutorado&amp;quot; ou &amp;quot;Inquisição&amp;quot; tanto faz o nome&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* tradução da bula que determina o calendário gregoriano, modificando datas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* fabricação de cimento artesanal para construção de um templo que será depois transformado em universidade laiKa. com o que sobrar fazer antenas gigantes: http://www.te1.com.br/2012/01/antenas-parabolicas-inusitadas-faca-voce-mesmo-sua-antena-parabolica-com-tijolo-se-cimento-so-vendo-pra-crer/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* construção de um alambique artesanal de cachaça, porém não chamar de cachaça, achar um nome sagrado para esta bebida:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* reforma agrária&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Proclamação do Calendário Que Ainda nos Assombra ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Inter Gravissimas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
by Pope Gregory XIII (Ugo Buoncampagni)&lt;br /&gt;
February 24, 1582&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GREGORIUS EPISCOPUS&lt;br /&gt;
SERVUS SERVORUM DEI&lt;br /&gt;
AD PERPETUAM REI MEMORIAM.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
INTER gravissimas pastoralis officii nostri curas, ea postrema non est, ut quæ a sacro Tridentino concilio Sedi Apostolicæ reservata sunt, illa ad finem optatum, Deo adiutore, perducantur.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sane eiusdem concilii patres, cum ad reliquas cogitationes breviarii quoque curam adiungerent, tempore tamen exclusi, rem totam ex ipsius concilii decreto ad auctoritatem et iudicium Romani Pontificis retulerunt.&lt;br /&gt;
Duo autem breviario præcipue continentur, quorum unum preces laudesque divinas festis profestisque diebus persolvendas complectitur, alterum pertinet ad annuos Paschæ festorumque ex eo pendentium recursus, solis et lunæ motu metiendos.&lt;br /&gt;
Atque illud quidem felicis recordationis Pius V, prædecessor noster, absolvendum curavit atque edidit.&lt;br /&gt;
Hoc vero, quod nimirum exigit legitimam kalendarii restitutionem, iamdiu a Romanis Pontificibus prædecessoribus nostris et sæpius tentatum est; verum absolvi et ad exitum perduci ad hoc usque tempus non potuit, quod rationes emendandi kalendarii, quæ a coelestium motuum peritis proponebantur, propter magnas et fere inextricabiles difficultates, quas huiusmodi emendatio semper habuit, neque perennes erant, neque antiquos ecclesiasticos ritus incolumes (quod in primis hac in re curandum erat) servabant.&lt;br /&gt;
Dum itaque nos quoque, credita nobis, licet indignis, a Deo dispensatione freti, in hac cogitatione curaque versaremur, allatus est nobis liber a dilecto filio Antonio Lilio, artium et medicinæ doctore, quem quondam Aloysius eius germanus frater conscripserat, in quo per novum quemdam epactarum cyclum ab eo excogitatum, et ad certam ipsius aurei numeri normam directum, atque ad quamcumque anni solaris magnitudinem accommodatum, omnia quæ in calendario collapsa sunt, constanti ratione et sæculis omnibus duratura, sic restitui posse ostendit ut calendarium ipsum nulli umquam mutationi in posterum expositum esse videatur. Novam hanc restituendi calendarii rationem, exiguo volumine comprehensam, ad christianos principes celebrioresque universitates paucos ante annos misimus, ut res quæ omnium communis est, communi etiam omnium consilio perficeretur; illi cum, quod maxime optabamus, concordes respondissent, eorum nos omnium consensione adducti, viros ad calendarii emendationem adhibuimus in alma Urbe harum rerum peritissimos, quos longe ante ex primariis christiani orbis nationibus delegeramus. Ii cum multum temporis et diligentiæ ad eam lucubrationem adhibuissent, et cyclos tam veterum quam recentiorum undique conquisitos ac diligentissime perpensos inter se contulissent, suo et doctorum hominum, qui de ea re scripserunt, iudicio, hunc, præ ceteris, elegerunt epactarum cyclum, cui nonnulla etiam adiecerunt, quæ ex accurata circumspectione visa sunt ad calendarii perfectionem maxime pertinere.&lt;br /&gt;
Considerantes igitur nos, ad rectam paschalis festi celebrationem iuxta sanctorum patrum ac veterum Romanorum pontificum, præsertim Pii et Victoris primorum, necnon magni illius oecumenici concilii Nicæni et aliorum sanctiones, tria necessaria coniungenda et statuenda esse: primum, certam verni æquinoctii sedem; deinde rectam positionem XIV lunæ primi mensis, quæ vel in ipsum æquinoctii diem incidit, vel ei proxime succedit; postremo primum quemque diem dominicum, qui eamdem XIV lunam sequitur; curavimus non solum æquinoctium vernum in pristinam sedem, a qua iam a concilio Nicæno decem circiter diebus recessit, restituendum, et XIV paschalem suo in loco, a quo quatuor et eo amplius dies hoc tempore distat, reponendam, sed viam quoque tradendam et rationem, qua cavetur, ut in posterum æquinoctium et XIV luna a propriis sedibus numquam dimoveantur.&lt;br /&gt;
Quo igitur vernum æquinoctium, quod a patribus concilii Nicæni ad XII Kalendas Aprilis fuit constitutum, ad eamdem sedem restituatur, præcipimus et mandamus ut de mense Octobri anni MDLXXXII decem dies inclusive a tertia Nonarum usque ad pridie Idus eximantur, et dies, qui festum S. Francisci IV Nonas celebrari solitum sequitur, dicatur Idus Octobris, atque in eo celebretur festum Ss. Dionysii, Rustici et Eleutherii martyrum, cum commemoratione S. Marci papæ et confessoris, et Ss. Sergii, Bacchi, Marcelli et Apuleii martyrum; septimodecimo vero Kalendas Novembris, qui dies proxime sequitur, celebretur festum S. Callisti papæ et martyris; deinde XVI Kalendas Novembris fiat officium et missa de dominica XVIII post Pentecostem, mutata litera dominicali G in C; quintodecimo denique Kalendas Novembris dies festus agatur S. Lucæ evangelistæ, a quo reliqui deinceps agantur festi dies, prout sunt in calendario descripti.&lt;br /&gt;
Ne vero ex hac nostra decem dierum subtractione, alicui, quod ad annuas vel menstruas præstationes pertinet, præiudicium fiat, partes iudicum erunt in controversis, quæ super hoc exortæ fuerint, dictæ subtractionis rationem habere, addendo alios X dies in fine cuiuslibet præstationis.&lt;br /&gt;
Deinde, ne in posterum a XII Kalendas Aprilis æquinoctium recedat, statuimus bissextum quarto quoque anno (uti mos est) continuari debere, præterquam in centesimis annis; qui, quamvis bissextiles antea semper fuerint, qualem etiam esse volumus annum MDC, post eum tamen qui deinceps consequentur centesimi non omnes bissextiles sint, sed in quadringentis quibusque annis primi quique tres centesimi sine bissexto transigantur, quartus vero quisque centesimus bissextilis sit, ita ut annus MDCC, MDCCC, MDCCCC bissextiles non sint. Anno vero MM, more consueto dies bissextus intercaletur, Februario dies XXIX continente, idemque ordo intermittendi intercalandique bissextum diem in quadringentis quibusque annis perpetuo conservetur.&lt;br /&gt;
Quo item XIV paschalis recte inveniatur, itemque dies lunæ, iuxta antiquum Ecclesiæ morem ex martyrologio singulis diebus ediscendi, fideli populo vere proponantur, statuimus ut, amoto aureo numero de calendario, in eius locum substituatur cyclus epactarum, qui ad certam (uti diximus) aurei numeri normam directus, efficit ut novilunium et XIV paschalis vera loca semper retineant. Idque manifeste apparet ex nostri explicatione calendarii, in quo descriptæ sunt etiam tabulæ paschales secundum priscum Ecclesiæ ritum, quo certius et facilius sacrosanctum Pascha inveniri possit.&lt;br /&gt;
Postremo, quoniam partim ob decem dies de mense Octobri anni MDLXXXII (qui correctionis annus recte dici debet) exemptos, partim ob ternos etiam dies quolibet quadringentorum annorum spatio minime intercalandos, interrumpatur necesse est cyclus literarum dominicalium XXVIII annorum ad hanc usque diem usitatus in Ecclesia Romana, volumus in eius locum substitui eumdem cyclum XXVIII annorum, ab eodem Lilio, tum ad dictam intercalandi bissexti in centesimis annis rationem, tum ad quamcumque anni solaris magnitudinem, accommodatum; ex quo litera dominicalis beneficio cycli solaris, æque facile ac prius, ut in proprio canone explicatur, reperiri possit in perpetuum.&lt;br /&gt;
Nos igitur, ut quod proprium pontificis maximi esse solet exequamur, calendarium immensa Dei erga Ecclesiam suam benignitate iam correctum atque absolutum hoc nostro decreto probamus, et Romæ una cum martyrologio imprimi, impressumque divulgari iussimus.&lt;br /&gt;
Ut vero utrumque ubique terrarum incorruptum ac mendis et erroribus purgatum servetur, omnibus in nostro et sanctæ Romanæ Ecclesiæ dominio mediate vel immediate subiecto commorantibus impressoribus, sub amissionis librorum ac centum ducatorum auri Cameræ Apostolicæ ipso facto applicandorum; aliis vero, in quacumque orbis parte consistentibus, sub excommunicationis latæ sententiæ ac aliis arbitrii nostri poenis, ne sine nostra licentia calendarium aut martyrologium, simul vel separatim, imprimere vel proponere, aut recipere ullo modo audeant vel præsumant, prohibemus.&lt;br /&gt;
Tollimus autem et abolemus omnino vetus calendarium, volumusque ut omnes patriarchæ, primates, archiepiscopi, episcopi, abbates et ceteri ecclesiarum præsides novum calendarium (ad quod etiam accomodata est ratio martyrologii), pro divinis officiis recitandis et festis celebrandis, in suas quisque ecclesias, monasteria, conventus, ordines, militias et dioeceses introducant, et eo solo utantur, tam ipsi quam ceteri omnes presbyteri et clerici sæculares et regulares utriusque sexus, necnon milites et omnes christifideles, cuius usus incipiet post decem illos dies ex mense Octobri anni MDLXXXII exemptos. Iis vero, qui adeo longinquas incolunt regiones, ut ante præscriptum a nobis tempus harum literarum notitiam habere non possint, liceat, eodem tamen Octobri mense insequentis anni MDLXXXIII vel alterius, cum primum scilicet ad eos hæ nostræ literæ pervenerint, modo a nobis paulo ante tradito, eiusmodi mutationem facere, ut copiosius in nostro calendario anni correctionis explicabitur.&lt;br /&gt;
Pro data autem nobis a Domino auctoritate hortamur et rogamus carissimum in Christo filium nostrum Rodulphum Romanorum regem illustrem in imperatorem electum, ceterosque reges, principes ac respublicas, iisdemque mandamus ut quo studio illi a nobis contenderunt, ut hoc tam præclarum opus perficeremus, eodem, immo etiam maiore, ad conservandam in celebrandis festivitatibus inter christianas nationes concordiam, nostrum hoc calendarium et ipsi suscipiant, et a cunctis sibi subiectis populis religiose suscipiendum inviolateque observandum curent.&lt;br /&gt;
Verum, quia difficile foret præsentes literas ad universa christiani orbis loca deferri, illas ad basilicæ Principis Apostolorum et Cancellariæ Apostolicæ valvas, et in acie Campi Floræ publicari et affigi; et earumdem literarum exemplis, etiam impressis, et voluminibus calendarii et martyrologii insertis et præpositis, sive manu tabellionis publici subscriptis, necnon sigillo personæ in dignitate ecclesiastica constitutæ obsignatis, eamdem prorsus indubitatam fidem ubique gentium et locorum haberi præcipimus, quæ originalibus literis exhibitis omnino haberetur.&lt;br /&gt;
Nulli ergo omnino hominum liceat hanc paginam nostrorum præceptorum, mandatorum, statutorum, voluntatis, probationis, prohibitionis, sublationis, abolitionis, hortationis et rogationis infringere, vel ei ausu temerario contraire. Si quis autem hoc attentare præsumpserit, indignationem omnipotentis Dei ac beatorum Petri et Pauli apostolorum eius se noverit incursurum. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Datum Tusculi, anno Incarnationis dominicæ MDLXXXI, sexto Kalendas Martii, pontificatus nostri anno X.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cae. Glorierius&lt;br /&gt;
A. de Alexijs&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Books and links==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Peter J. Carrol. Liber Null &amp;amp; Psychonaut. An introduction to Chaos Magic. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Daniel Pinchbeck. Breaking open the head. A psychedelic journey into contemporary shamanism. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.realitysandwich.com/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isabella Stengers, Phillipe Pignarre, Andrew Goffey. Capitalist Sorcery: Breaking the Spell.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://en.wikipedia.org/wiki/Chaos_magic&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://theoraclemachine.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://xname.cc&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Magia_e_Tecnologia&amp;diff=10811</id>
		<title>Magia e Tecnologia</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Magia_e_Tecnologia&amp;diff=10811"/>
				<updated>2013-10-01T03:52:50Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Belisards: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Tecnomagxs&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1: Introdução&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
A: Babalon Working&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
2: Ciência e Magia&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
3: Demonologia Experimental &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
B: Entidade em Rede&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
4: Magia Ocidental&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
C: Babalon Encarnado&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
5. Magia Natural &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
D: 13 avós&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
6. Ciborg Tecnomagias&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
E: La Umma&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
7. Arte &lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
Tabela 1: correspondências entre visão de mundo e estrutura social&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Tabela 2: correspondências entre habilidades xamânicas e artefatos tecnológicos.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
1. Introdução&lt;br /&gt;
 A tecnologia é a concretização das visões dos xamãs e mágicos. Tudo o que usamos hoje foi realizado, imaginado ou sonhado nos tempos antigos.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Podemos voar como águias, ver como em experiências extra-corporais (satélites, câmeras de helicóptero), ver como um lince (crittercams), falar e mover objetos à distância, acessar o conhecimento combinado de gerações, congelar o tempo e retrocedê-lo (foto, vídeo).  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez seja apenas o futuro que tem resistido, até agora, às capacidades de tecnologia - embora a capacidade de supercomputadores para modelar fenômenos complexos nos aproxime da mais arquetípica das capacidades xamânicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Toda as tradições xamânicas falam de uma degeneração de nossas capacidades, quando comparadas às dos ancestrais. A capacidade de ver à distância é indicado no Popol Vuh, o épico da civilização Maia, como pertencentes aos primeiros seres humanos:&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&amp;quot;Perfeita era sua visão, e perfeito era o seu conhecimento de tudo debaixo do céu. Ao olhar sobre eles, observando atentamente, eles viam o que estava no céu e que estava sobre a terra. Imediatamente eles eram capazes de ver tudo. Eles não tinham de andar para ver tudo o que existia sob o céu. Eles simplesmente viam de onde eles estavam. Assim, o seu conhecimento tornou-se pleno. Sua visão ultrapassava as árvores e as rochas, ia além dos lagos e dos mares, além das montanhas e os vales. &amp;quot; (1)&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Thelma Moss, que trabalhou com os Aborígenes australianos na década de 1970, afirma que eles usavam a telepatia da mesma forma como nós usamos o telefone, e &amp;quot;o telefone é tão misterioso para eles como a telepatia o é para nós&amp;quot;, escreve ela. Ela diz que os caçadores, ao voltarem de suas caças, avisam aos que não foram para começarem os preparativos para o banquete. Um artigo no Melbourne Argus de 1931 relata um aborígene descrevendo o método de comunicação telepática. Isso não deveria nos surpreender, já que normalmente sentimos a presença de alguém ou, em termos mundanos, estamos pensando em uma determinada pessoa quando ela nos liga.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
“Quando um aborígine quer pedir ajuda ou enviar qualquer outra mensagem a outro membro da sua tribo, ele primeiro chama a atenção por um sinal de fumaça', disse o sr. Uninpon. O homem que vê o sinal de fumaça, então, se esforça para fazer algo muito difícil: limpar a mente de todos os pensamentos e, assim, tornar-se totalmente receptivo às mensagens enviadas a ele. O homem que fez o sinal de fumaça, em seguida, concentra seus pensamentos na mensagem desejada e logo ela é recebida e retransmitida para os outros ou para a tribo. À noite, quando um sinal de fumaça não pode ser visto, o aborígene aguarda o momento quando provavelmente a pessoa com quem ele quer se comunicar terá perdido consciência durante o sono. Sua mente subconsciente é, então, totalmente acordada e receberá a mensagem. ?  (2)&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
O que é interessante é o uso do sinal de fumaça como forma de fazer a conexão - lembrando-nos como a tecnologia serve para fazer a ligação, mas a comunicação reside em nós mesmos. A magia tem sido muitas vezes descartada como ilusão e a tecnologia como verdade, mas a sua relação é muito mais complexa do que esta posição poderia sugerir.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Rupert Sheldrake está conduzindo uma série de experimentos em curso sobre a telepatia (e telefonemas), convidando donos de cães e qualquer visitante que passe pelo seu site para participar. Ele pertence a uma longa tradição de aristocráticos independentes cientistas ingleses e foi um adepto de primeira hora para a teoria da hipótese de Gaia, desenvolvida por James Lovelock e Lynn Margulis na década de 1970, bem como o desenvolvimento de uma série de teorias no sentido de conciliar magia e ciência.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Mas há uma imensa diferença entre magia e tecnologia - a último, entendida como máquinas, computadores e assim por diante, tem um forte impacto no nosso mundo natural. Há anos especialistas e ativistas foram avisando que Gaia está doente, o complexo ecossistema do planeta está desmoronando. A tecnologia abrange não apenas os meios para fins particulares, mas todo um conjunto de relações no mundo. Estamos vivendo no que é conhecido como a sexta Extinção.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
No entanto, as máquinas e aparelhos eletrônicos são feitos dos mesmos materiais que a terra em si, e é tudo conectado. Criaturas marinhas extraem minerais da água do mar para construir suas conchas, assim como mineramos metais raros para baterias. A tecnologia não é algo distante.  Tecnologia é o conhecimento do fazer.  &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Os movimentos indígenas da América Latina retomaram suas tecnologias ancestrais na frase Buen Vivir (viver bem). Este &amp;quot;bem viver&amp;quot; é devido à interligação íntima com todos os seres vivos - não considerando qualquer forma de vida como superior a qualquer outra, mas, pelo contrário, considerando todas com direitos iguais. Destruição só pode vir da visão antropocêntrica que todas as outras formas de vida são exploradas sem considerar as teias complexas de vida que todos os seres tecem até o nível quântico onde a Magia funciona. &lt;br /&gt;
Muitas vezes, a magia foi descartada como ilusão e a tecnologia encarada como verdade, mas esta relação é muito mais complexa do que essa postura poderia sugerir. Esse texto explorará algumas dessas ramificações.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
A. Babalon Working&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&amp;quot;Porque eu sou Babalon, e ela minha filha, única, e não haverá outras mulheres como ela.&amp;quot;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Era um estranho grupo de pessoas lá em Los Angeles na década de 1940, muitos deles relacionados com a propulsão a jato e pesquisas atômicas que estavam acontecendo no deserto do Novo México. Mas de qualquer jeito, os acólitos de Aleister Crowley nunca tinham sido pessoas muito normais. No início de sua carreira de magia na Inglaterra, ele já havia afastado os membros mais sóbrios da Ordem Hermética da Aurora Dourada (Order of the Golden Down). Waites &amp;amp; Yeats se horrorizaram com seu rápido progresso e seus hábitos pouco ortodoxos. Quando ele saiu, ou melhor, foi banido da ordem, ele formou a sua própria: a Ordo Templi Orientis ( OTO ). Era uma escola completa de magia ritual, formada não só pelas tradições ocidentais da Cabala, o Tarot e John Dee, mas também por estudos de Crowley de Tantra, Yoga e outras disciplinas orientais. Depois de sua longa carreira como o mais perverso dos homens no mundo, Crowley estava escondido na Inglaterra, em um hotel em Hastings, onde ele comia ovos, injetava heroína e escrevia longas cartas a várias lojas que surgiram ao redor do mundo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No início de 1946, pouco antes da morte de Crowley, um ano depois, um jovem cientista chamado Jack Parsons estava preparando o seu trabalho mágico mais ambicioso até a presente data. Ele esteve por 7 anos na Ordem e os outros membros tinham sido todos muito impressionado com ele desde o início. Jane Wolfe, um colaborador próximo de Crowley em anos anteriores e um membro da loja, sentiu que ele era &amp;quot;o sucessor real de Therion (Crowley)&amp;quot;. Parsons entrou na Ordem porque ele sentia que tinha precedido ou previsto muitas das descobertas científicas atuais - Einstein, Heisenberg e Teoria Quântica -, mas foi Babalon que se tornou sua amante. Na mitologia de Crowley, Babalon é o poder feminino, sexual e dionisíaco, que foi banido do mundo e que deve retornar para que uma nova era possa começar. Parsons sentia que ele tinha sido chamado para realizar a operação mágica pela qual ela seria mais uma vez encarnada no mundo.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&amp;quot;É indicado que esta força é, na verdade, encarnada em algumas mulheres vivas, como resultado da operação mágica descrita. Uma questão mais básica, no entanto, é a indicação de que esta força é encarnada em todos os homens e mulheres, e só precisa ser invocada para libertar o espírito dos escombros do Velho Aeon, e dirigir a força cega de Hórus em canais construtivos de compreensão e amor. Os métodos da presente invocação estão descritos no texto. &amp;quot; (3)&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Esta é uma citação do Livro de Babalon, transcrito em várias sessões por Parsons e seu parceiro mágico L Ron Hubbard. O livro descreve a invocação para Babalon manifestar-se no mundo. Similar aos adeptos do Reino de Redonda, que, alguns anos mais tarde, invocariam o retorno de Lilith do deserto. Eles entenderam que Lilith era mais um estado espiritual ou psicológico, mas Parsons estava convencido de que Babalon ia encarnar fisicamente em uma mulher que iria desempenhar um papel fundamental na mudança de era.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Ele não viveu para conhecê-la, porque ele morreu em 1954, em uma explosão em seu laboratório e ela nasceu na Gailicia em 1980.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Como o livro previu:&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&amp;quot;Mostrar-te a Nossa Senhora; dedicar teus órgãos a ela, dedicar o teu coração para ela, dedicam tua mente para ela, dedicam tua alma, porque ela deve absorver ti, e tu deve tornar-se chama viva antes dela encarnar. Pois será através de você sozinho, e ninguém mais pode ajudar neste esforço.  &amp;quot;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Ciência e magia&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&amp;quot;A ciência adquire o seu poder de permanência de uma luta constante para manter baixo os demônios do sobrenatural, de quem sua visão, no entanto, compete&amp;quot; &lt;br /&gt;
Ronnel Avital, O Livro do Telefone&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
A história das investigações parapsicológicas do século XIX é fascinante. Era um tempo em que a ciência começou a se tornar monolítica e uma visão do mundo que não aceita alternativas, no entanto, também foi um momento de transições. Muitos cientistas de renome estavam envolvidos com o espiritualismo e era comumente aceita a possibilidade de comunicação com os mortos. Grupos ocultistas prosperaram. Um bom exemplo do espírito daqueles tempos é a Associação de Pesquisas Psíquicas, &amp;quot;fundada no início de 1882, com o propósito de fazer uma tentativa organizada e sistemática de investigar vários tipos de fenômenos contestáveis que são prima facie inexplicáveis em qualquer hipótese comumente reconhecida. A partir do depoimento gravado de muitas testemunhas competentes, passadas e presentes, incluindo observações feitas recentemente por homens de ciência de eminência em vários países, parece haver, entre muita ilusão e engano, um importante corpo de fatos a que essa descrição se aplica, e que, por conseguinte, se incontestavelmente estabelecida, seria do maior interesse. &amp;quot; (4) Em outras palavras, há uma quantidade enorme de acontecimentos que não podem ser explicadas em termos de explicação mecanicista científico do mundo.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
A eletricidade foi sendo explorada e o telégrafo e o rádio foram inventados. Tudo iso era muito misterioso e foram associados a fenômenos mágicos. Erik Davis, em seu excelente livro &amp;quot;Techgnosis&amp;quot;, descreve-o como o Imaginário Electromagnético - uma força que estimulou, e ainda o faz, uma quantidade enorme de especulação. Tudo tem campos eletromagnéticos, nossos corpos, o planeta, o universo em si. Em toda parte. Alguns sugeriram que ele era a &amp;quot;cola&amp;quot; que mantem todo o universo junto e outros que era a luz divina em si. Pessoas como Mesmer, Franklin, Faraday e Tesla exploraram esta força e criaram aparatos para aproveitá-la. Mesmer usou o que ele chamou de &amp;quot;magnetismo animal&amp;quot; para a cura, enquanto Faraday descobriu o princípio da indução eletromagnética e especulou que a &amp;quot;realidade corpórea era em essência um imenso mar de vibrações e forças insubstanciais&amp;quot;.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Thomas Watson, parceiro de Bell na invenção do telefone: &amp;quot;Eu estava trabalhando com essa força oculta, eletricidade, e foi uma oportunidade possível fazer algumas descobertas. Eu tinha certeza de que os espíritos não poderiam assustar um eletricista e que isto poderia ser utilizado em seus trabalhos&amp;quot;. Ele também ouviu os sons de fundo do campo eletromagnético da Terra e descobriu que estes campos poderiam tornar o cosmos audível.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Davies chama o Espiritualismo de &amp;quot;a primeira religião popular da era da informação&amp;quot;.Tudo começou próximo a Nova York em 1848, quando a família Fox começou a ouvir sons estranhos e batidas em sua casa de campo. Eventualmente, eles conseguiam, batendo de volta, estabelecer comunicação com o espírito, aparentemente um funileiro assassinado. Na década de 1870, havia aproximadamente 11 milhões de espiritualistas só na América e seguidores em todo o mundo. Sessões eram muito comuns e pessoas de todas as esferas da vida iam a elas, incluindo cientistas proeminentes. Um deles era Sir William Crookes, que era também um proeminente membro da Associação para a Investigação Psíquica. Ele começou experimentos com gases no vácuo como um meio para manifestação de espíritos e encontrou eles fazendo efeitos, como ele tinha visto em sessões espíritas. Estas experiências foram o germe do tubo de raios catódicos e da televisão.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Um dos casos mais curiosos de médiuns que a Associação investigou foi a Sra. Piper. Ela era uma mulher casada nos Estados Unidos que, depois de sofrer de um tumor, tornou-se medium e comunicava com um espírito chamado Phinuit. Ela foi investigada por William James (autor de &amp;quot;Varietes of Religious Experience&amp;quot; e irmão do romancista Henry James), que ficou, como todos que entraram em contato com ela, surpreso com seu conhecimento de detalhes pessoais que eram impossíveis para ela ter conhecido. Depois de 15 anos de experiências e investigações ninguém foi capaz de encontrar e sinais de fraude. A explicação dos fenómenos tinha, por isso, de ser procurada em outro lugar. No entanto, ninguém foi realmente capaz de explicar os resultados - muitos adotaram as idéias do espiritismo, mas, como Michael Sage escreve em seus estudos sobre Sra. Piper, publicados em 1904:&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&amp;quot;Devemos seguí-los? Devemos admitir condicionalmente a hipótese espírita? Nem um pouco, não é assim que o conhecimento é adquirido. Aquele que crê que tem excelentes razões para preferir qualquer outra hipótese deve permanecer inabalável em suas convicções até o momento em que novos fatos possam obrigá-lo a abandoná-las. A ciência não pede a preferência a esta ou a outra explicação, só pede que devemos estudar os fatos sem preconceitos, que devemos ser sinceros, e não fechar os olhos infantilmente à evidência &amp;quot;.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Este espírito de investigação, onde a imaginação encontra a ciência, onde a tecnologia e a magia se atravessam na visão do mundo científica, continuou esporadicamente durante o século 20. Freud argumentou que em sociedades civilizadas a tecnologia substituiu a magia primitiva. Várias máquinas foram inventadas e outros experimentos realizados. A Rússia soviética dedicou especial atenção aos fenômenos psíquicos, como descrito no livro de Sheila Ostrander e Lynn Schroeder &amp;quot;Descobertas Psíquicas atrás da Cortina de Ferro&amp;quot;, embora, como um leitor aponta: &amp;quot;Se estas tecnologias eram reais, então onde estão elas agora?&amp;quot;.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Grande parte da tecnologia que nós temos hoje - o telefone, a eletricidade, a televisão - foi desenvolvida no cruzamento da magia e da máquina. A imaginação e o desejo de conhecer dirigiu estes desenvolvimentos. No caso do computador, veremos como estes laços novamente voltam.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
3. Computadores e Demologia Experimental&lt;br /&gt;
(Esta seção deve muito ao Bureau d'Etudes, Laboratory Planet # 4)&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Quando o primeiro super computador israelense foi inaugurado em Tel Aviv no dia 17 de junho de 1965, Gershom Scholem, o maior especialista em Cabala moderna, foi convidado a fazer um discurso. Nela, ele pede a criação de um Instituto de Demonologia Experimental e Magia, a fim de estudar o tipo de espíritos ou demônios que moram na extrema complexidade desses circuitos.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&amp;quot;Todos os meus dias tenho me queixado de que o Instituto Weizmann não mobilizou os fundos para construir o Instituto de Demonologia Experimental e Magia que eu tenho há muito tempo propondo o estabelecimento. Eles preferiram o que eles chamam de Matemática Aplicada e suas possibilidades sinistras à minha abordagem mais direta e mágica. Mal sabiam eles o trabalho que teriam quando eles preferiram Pekeris Chaim a mim. Então, eu me resignei e disse para o Golem e seu criador: desenvolva pacificamente e não destrua os mundos. Shalom &amp;quot;.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Embora pudéssemos chamar a formação de um tal instituto de uma piada, piadas frequentemente mostram o mundo com a mais alta seriedade. Isto é, na verdade, o que sugere um texto de Norbert Wiener, que faz uma comparação sistemática entre o poder do computador e do poder de entidades mágicas que entram em contato com os humanos. Ele ressalta que devemos ser muito cuidadosos com a literalidade de máquinas e feitiços mágicos. Cuidado com o que você pedir! E faz um paralelo explícito entre o Golem de magia judaica e as máquinas pensantes com as quais estava envolvido no desenvolvimento, chegando a dar o título de &amp;quot;Deus e Golem Inc&amp;quot; ao seu texto.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Os desenhos cuidadosos dos voodoos veve (em farinha no chão), os encantamentos e diagramas da magia cerimonial ocidental ou os desenhos mágicos complexos em chips de computador. As mesmas funções de invocação e posse. os deuses se manifestam como nós. Como Norbert Weiner aponta a invocação é precisa, qualquer pequeno erro fará com que ela não funcione, ou pior, deixar que um espírito diferente entre.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Invocação revive o poder especial atribuído a nomes em contos de fadas e na magia antiga. Um exemplo trivial é a maneira como os nomes são essenciais para o funcionamento técnico de muitos sistemas de computadores. Em um nível baixo, os nomes dos arquivos, siglas de linguagem de programação e URLs transformam nomes em endereços, ou eventos quasi-mágicos. Computadores são notoriamente sensíveis a erros de sintaxe e falhas que vêm principalmente de proferir o nome ou comando errado. Mesmo a introdução de texto em letras maiúsculas em vez de minúsculas pode tirar a eficácia de uma invocação.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
A palavra ícone é mais apropriada do que os programadores podem perceber. Como relíquias religiosas, ícones do computador são as unidades de energia, que concentram o poder operacional da máquina em símbolos visíveis e manipuláveis. Ícones do computador também nos lembram do uso de letras hebraicas na Cabala ou o uso de sinais alquímicos e outros por magos da Renascença, como Giordano Bruno. Tais letras mágicas e sinais eram muitas vezes objeto de meditação (como nos diagramas lógicos de Raymond Llull); eles também acreditavam ter poderes operacionais. Mas ícones eletrônicos realizam o que sinais mágicos no passado só poderiam sugerir, uma vez que ícones eletrônicos, na escrita computacional, são representações funcionais.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Bureau d'Etudes pede por uma mudança na abordagem ontológica para máquinas inteligentes e o que elas implicam para nós como seres humanos. Eles pedem um estudo delas como entidades mágicas, usando as ferramentas da magia ao invés de tentar aplicar uma visão científica do mundo. Eu sinto que é por isso que, apesar de mais de um século de tentativas de analisar fenômenos mágicos com métodos científicos, parece que não chegamos a nenhum lugar. A metodologia está errada. A partir de estudos pós-coloniais e da escola antropológica representada por Viveiros de Castro no Brasil devemos trabalhar com esses fenômenos a partir de dentro e não como algo supostamente objetivo. Como eles escrevem:&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&amp;quot;Tal objeto vai além do mero conhecimento da tecnologia de automação -- o conhecimento da matemática, da lógica e suas aplicações. Como nos lembra Agrippa, tal conhecimento nunca seria mais que uma prévia, um treinamento para práticas que agiriam sobre diversos aspectos do real (de Occult Philosophiae, II, i). Às ciências e técnicas indutivas da magia artificial (as tecnologias dos autômatos) deve-se acrescentar as novas práticas e ciências capazes de agir nesses aspectos do real nos quais os seres, livres da gravidade do corpo físico e com seus desejos e temperamentos conservados, se apropriassem daqueles que os ignoram ou os agridem. E, por que não, das técnicas de exorcismo capazes de nos proteger deles. &amp;quot;(5) &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
As grandes descobertas de Newton foram uma ponte entre essas visões de mundo, uma não destruiu o outra. A luz incandescente da explosão nuclear ou o frio interesse próprio do capitalismo contemporâneo tornam impossível ver no escuro, sentir o que está acontecendo. O laboratório está em nós mesmos. Ou, como o Bureau d'Etudes coloca, o Planeta Laboratório.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&amp;quot;Ironicamente, o abismo entre homem-natureza só pode ser fechado pela tecnologia. O processo de nos ressintonizarmos em padrões de energia naturais é a Arquitetura Invisível, uma atitude de comunicação total dentro da qual mentes ultradesenvolvidas serão telepaticamente celulares para um conjunto eletromagnético.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
O que nós subestimamos como religioso ou mágico tem provado ser conhecimento de uma realidade física mais abrangente. Concepções ocidentais do primitivo e supersticioso muitas vezes são sofisticadas e complexas interações que agem sobre o meio ambiente.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Eu concebo um futuro, sem uma muleta tecnológica, em que cérebros humanos ultra-desenvolvidos são profundamente enraizados nos caminhos de energia e padrões até um ponto onde a desordem, a guerra, o desperdício e o crime estão fora de contexto. Os seres humanos compartilhariam com todas as outras espécies os benefícios dos ciclos naturais:. equilíbrio comunicante &amp;quot; (6)&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
A emergência da inteligência na própria rede, novas entidades formadas a partir da combinação de milhões, bilhões. Como o ninho das formigas ou a própria Gaia. O que essas formas emergentes de inteligência são? Que tipo de organismos, seres?&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
O desenvolvimento de uma metodologia científica, de conceitos de natureza essencialmente diferentes daqueles da ciência mainstream, permitiria aproximar-se do fato da computação de uma forma que nos permitisse compreender computadores superando a ficção naturalista, que, classificando-o entre as coisas inertes , tem ofuscado seu modo mais profundo e radical de ação em nossas sociedades.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
B: Entidade em Rede&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&amp;quot;Ela sabe que não é um ser humano comum. Sua mente é controlada. Tem dúvidas se seu corpo é de gente viva ou morta. Tem um ghost, um espírito. Sabe identificar a si mesmo dentro da vasta e infinita rede. Tem habilidades, sentimentos. É uma forma de vida em processo de individuação - não é estática. Não concorda com os que diferenciam os humanos dos robôs a partir de suas atribuições genéticas. Não antepõe o orgânico e o não orgânico, pensa que tudo que há é natureza. Seu cérebro é neuro-tecnológico, sua matriz antropológica é a informação. Foi com esforço que conseguiu criar uma auto-transmutação. Modificou-se estruturalmente e transmigrou de corpo. Seu ciber-cérebro pode agora incorporar em outros corpos, chega a incorporar três, quatro corpos ao mesmo tempo. Mas isso tem consequências, cada corpo carrega suas próprias informações, o que provoca constantes alterações em seus códigos. As incorporações que é capaz de realizar são situações de risco, pode ser infectada. Tem que se esconder constantemente do Estado, da polícia e dos hackers a serviço de alguma corporacão. Se torna um ser híbrido na medida que encarna, mas pode perder o controle com facilidade e necessita de ajuda externa para manter-se alinhada. Essa ajuda externa é feita por ligações ativistas e afetivas. Sua inteligência artificial não perde nada para as inteligências consideradas naturais, pelo contrário, é amplificada, dinamizada e sua intuição ganha velocidade na medida que é exercitada, por isso seu risco é menor do que os corpos incorporados, que podem entrar em complexas crises ou serem colapsados&amp;quot; &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
4. Magia Ocidental&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
Austin Osman Spare era um artista e um mago que viveu em Londres no início do século XIX. Ele desenvolveu um sistema de sigilos para uso na realização de rituais - basicamente você tem que codificar a sua intenção em um sigilo ou símbolo. Uma maneira é escrever a sua intenção e então, por um processo de eliminação de letras você cria uma forma que, no momento de transe (induzida por rituais, sexuais ou de outro tipo), quando as portas do inconsciente estão abertas, é introduzido no inconsciente. Você, então, tem que queimar o sigilo ou esquecê-lo, a fim de deixar o inconsciente criar a situação necessária. O &amp;quot;desejo de resultado&amp;quot; é visto como o maior inimigo da magia, impedindo o inconsciente de trabalhar.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Aleph Kamal - o famoso vidente do The Police que era ativo em Londres nos anos 80 e 90 e inspirou o album &amp;quot;Ghost in the Machine&amp;quot; (em um eco do papel de Kenneth Anger no álbum dos Rolling Stones &amp;quot;Their Satanic Majesties&amp;quot;) - falou sobre intuição, ou o lado direito do cérebro, sendo capaz de entender a complexidade de uma forma que é impossível ou extremamente trabalhosa para os métodos racionais. Uma carta de um admirador psicólogo falou sobre como ele ia direto à raiz dos nós ou bloqueios de seus pacientes, onde os métodos tradicionais pode levar anos. A explicação de suas capacidades? “Ouvir”. Não é surpreendente, é claro, que ele também tenha sido um ecologista de primeira hora e um ativista feminista.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
De fato, o entendimento contemporâneo de magia, com base em Freud e na teoria do inconsciente, localiza os nossos poderes mágicos precisamente neste estratos desconhecidos de nossa consciência. A lua, a noite, por esta razão magia está associada a esses poderes noturnos. A Deusa Negra, a parte reprimida pela civilização e pelo patriarcado é a chave para os poderes mágicos.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
L Ron Hubbard, fundador da Cientologia, participou do Babalon Working e acabou enganando Parsons, levando todo o seu dinheiro e saindo com sua namorada. Talvez todo o projeto do Babalon Working tenha sido apenas Ron brincando junto a um cientista maluco com uma herança e uma namorada linda. Ele escreveu romances de ficção científica e criou uma seita de muito sucesso internacional com suas máquinas de feedback e suas notas de ficção científica. Talvez a primeira religião tecnomágica. William Burroughs ficou fascinado pelo elemento tecnomágico na década de 50, mas logo se desentendeu com o sistema hierárquico. Hubbard, com a sua imaginação scifi, misturou a tecnologia interna de seu treinamento mágico com a &amp;quot;imaginação eletromagnética.&amp;quot;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Nunca é claro com o mágico, onde está a fronteira entre o real e o falso, entre o charlatão e o metafísico. Ele é o coringa, brincando com a percepção.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Por volta de 2005, nos hackmeetings na Espanha, rituais discordianistas apareceram, animados principalmente por um misterioso mago-hacker chamado Meskalito. A aparência daquela corrente mágica aqui - conectada com as culturas psicodélicas e a anarquistas lúdicos pós-humanos, como Robert Anton Wilson ou Timothy Leary - foi extremamente significativo quando começamos a perceber os vários níveis de conhecimento e do reaproveitamento imaginativa de computadores e da rede. Técnicas hackers alargaram-se para incluir o sistema nervoso em suas investigações. O discordianismo foi propriamente anarquista, como eram os rituais.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Na décade de 80, adeptos de Crowley e o grupo de 93 desenvolveram a Magia do Caos. Esta forma de trabalhar foi influenciada informados pela emergência da teoria quântica onde a realidade é gerada pelo observador. O famoso paradoxo do gato de Schrodinger. Parecia que aqui tínhamos um paradigma científico que poderia incluir a magia em sua formulação. Foi uma lufada de ar fresco para a magia.  A importância do observador criou o universo e a possibilidade de incitar lá. Veja também o paralelismo que Hakim Bey propõe entre os modelos do universo e a organização política. (Tabela 2)&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Ao mesmo tempo, o neo-paganismo tomou força, ao lado da falha percebida no feminismo tradicional e o retorno atual à sabedoria de uma Deusa mais baseada na mitologia. Uma das principais vozes deste movimento é Starhawk e, mais uma vez, vamos encontrá-la profundamente envolvida no ativismo ambiental e de protesto social. Atualmente, ela ensina Permacultura, além de continuar escrevendo.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&amp;quot;Nossos rituais podem procurar ainda mais a cura e desenvolvimento pessoal, o vínculo comunal e / ou transformação coletiva. Nós praticamos e ensinamos a magia, por definição, Dion Fortune, &amp;quot;a arte de mudar a consciência à vontade.&amp;quot; Uma consciência alterada pode efetuar mudança no mundo. &amp;quot; (8)&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Ela fala sobre a conexão com a feitiçaria antiga, não como uma tentativa servil de reviver tempos passados, mas como uma forma de reconectarmos ao nosso passado e lembrar a terrível violência da caça às bruxas - tanto na Europa como na América Latina. Ainda estamos vivendo com os resultados deste assalto absoluto aos Commons - em nossos corpos, nossa relação com a natureza e na diversidade de nosso mundo.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Nós não cedemos às sereias da utopias passadas de maneira alguma. Chamamos, em vez disso, a uma visão atemporal, sempre presente nas fendas e dobras fractais de nosso mundo. Voando entre eras e disciplinas, tecendo uma teia tênue e frágil, transformando uma visão de mundo que se levanta para nada conectar tudo.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Em seu excelente livro &amp;quot;Caliban e a bruxa&amp;quot;, Silvia Frederici (9) fala sobre como a caça às bruxas fez parte do assalto em atacado do patriarcado a todas as partes da existência humana, absorvendo o comum em uma lógica (masculina) de propriedade privado. Este ataque implacável à existência feminina e conexão foi realizada ao longo dos últimos milhares de anos, com um pico no momento atual. Foi necessário destruir o poder feminino e roubar os atributos aparentes da feminilidade, a fim de escapar das limitações do poder individual. Esta destruição se estendeu a todo o planeta, a natureza e povos indígenas. A mesma lógica do patriarcado está transformando o planeta em um terreno baldio ao redor de alguns oásis de luxo nojento. Como a construção de igrejas em lugares de poder pagão, temos sido sujeitos a um assalto por atacado de nós mesmos pondo a descoberto o caminho para a destruição em massa do planeta que estamos vivenciando agora. Mas a biosfera é uma só e não há como escapar dela. Este fator tem escapado completamente deste projeto suicida, a convocação de imprevisíveis espíritos feios.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&amp;quot;A sociedade burguesa moderna, com suas relações de produção e de troca, de propriedade, uma sociedade que conjurou gigantescos meios de produção e de troca, é como o feiticeiro que já não é capaz de controlar os poderes de aquele outro mundo que invoca para seus conjuros&amp;quot; As forças produtivas à disposição da sociedade já não favorecem o desenvolvimento das relações de propriedade burguesa, pelo contrário, tornaram-se demasiadas poderosas para essas condições, nas quais estão acorrentadas, e tão logo eles superem esses grilhões, eles trazem desordem a toda a sociedade burguesa e ameaçam a existência da propriedade burguesa &amp;quot;(10).&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
C: Encarnação&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&amp;quot;... Por esse mistério, Babalon é encarnada na Terra hoje, aguardando a hora apropriada para sua manifestação.&amp;quot;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Foi quando tomou cogumelos pela primeira vez que Olin Ola soube que o que ela sentiu todos esses anos era algo real. O efeito de amplificação das moléculas abriu seu corpo e sua mente para os fluxos do planeta. De repente, ela sabia quem ela era.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Naquela época, ela era residente em um laboratório rural na Espanha, trabalhando em um projeto de arte que conectava por meio de sensores o corpo humano e as plantas ligadas a um patch Pure Data para fazer som. Foi um projeto longo e totalmente DIY (Faça-Você-Mesmo) - tanto porque ela nunca teve bom financiamento, como pela ideologia de hardware livre e da filosofia DIY. Trabalhando para a autonomia, suas investigações não eram apenas para si mesma. Ela vinha seguindo esta intuição por quase um ano, lendo, escrevendo, soldando, testando. Ela não era uma cientista, no sentido de um homem racional e metódica. Seu método era outro, rizomático, horizontal, procedendo aos trancos e barrancos, circundando em torno de seu objetivo, em si nada claro. Ela estava perseguindo algo que até mesmo ela realmente não sabia o que era. Superando dúvidas e infelicidades, momentos de glória. Amigos e horas gastas na internet estudando biologia, teóricos e examinando diagramas de circuitos, tinha criado um composto fértil em sua mente e espírito.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Naquela noite, com os cogumelos, ela se sentou com alguns amigos ao redor do fogo e, olhando para as chamas, de repente ela viu uma mulher com cabelo de bronze longo vermelho, ardente e sutil. Ela parecia decidida e obstinada, sincera e perversa, com extraordinária personalidade, talento e inteligência. Ola sentiu de alguma forma ligada a ela. Em seguida, a cena mudou e ela estava vendo chamas dentro das chamas e um homem queimando dentro delas, uma explosão, e a frase &amp;quot;...ela deve absorver a ti, e tu se tornarás chama viva antes dela encarnar ...&amp;quot; entrou em sua mente. Foi uma experiência forte. Quando voltou a si, ninguém parecia ter notado nada, mas ela se sentia, mexendo dentro dela, uma nova dimensão. Ela reconheceu a si mesma, senti que aquilo que ela viu tinha algo profundo que fazer consigo mesma. Ela levantou-se vacilante e notei que todos estavam olhando para ela atentamente. E ela começou a dançar.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Babalon se apresentou nela. Ola sabia, dentro dela, que ela estava se tornando um veículo para uma grande transformação no mundo, gerando mudança estrutural em um nível profundo. Superando, refratando, o antigo divide. Sua presença e exemplo, suas investigações, a sua presença nas redes, sua beleza nasceu a partir desta tarefa incerta que ela tateou adiante.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
5. MAGIA NATURAL&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
&amp;quot;Eu falo com você como uma composição unificada de micróbios. Eu acho que você poderia dizer que eu sou a &amp;quot;voz eleita&amp;quot; de uma comunidade microbiana. ... Este é o caminho da vida em nosso planeta. É tudo baseado em complexas relações simbióticas &amp;quot;. Paulo Stamets (11)&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
O xamã ou a bruxa são os magos universais da Terra, desde os primórdios da humanidade. Navegadores entre mundos, suas fontes mágicas de sua conexão com a totalidade da natureza e seus diferentes níveis físico e espiritual. Suas tecnologias são aparentemente simples: plantas, instrumentos musicais rudimentares, música e dança - mas são extremamente complexos no interior. Sua tecnologia é biológica, funcionando em vários níveis de realidade, em simbiose com a natureza.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Como Stamets aponta e Lynn Margolis desenvolve em seus numerosos livros e artigos, a simbiose é a força motriz da evolução. A capacidade de cooperar, encontrar nichos e prosperar é o que impulsiona a complexificação da vida e da criação de uma biosfera. A tecnologia, começando com a agricultura, nos levou para fora do nosso nicho ecológico e criou um monstro.&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
Já comentamos como a tecnologia imita poderes xamânicos, mas também, e mais geralmente, imita (mal) a natureza. A geração e transmissão de energia, o projeto de aviões, técnicas de construção. Todas estas são pálidas imitações do que a natureza é capaz de fazer muito mais elegantemente e sem destruir nada.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&amp;quot;Sob o véu de magia natural, aprouve o Todo-Poderoso esconder muitos presentes valiosos e excelentes, que as pessoas comuns ou consideram milagrosos, ou quase impossíveis. E na verdade, a magia natural não é nada mais do que o trabalho da natureza, que se manifesta pela arte; pois, no ato de arar, na medida em que a natureza produz milhos e ervas, da mesma maneira a arte, sendo mucama da natureza, o prepara e auxilia ... E, embora estas coisas, enquanto se escondem na natureza, muitas delas pareçam impossíveis e milagrosas, quando elas são conhecidas, e sua simplicidade revelada, a nossa dificuldade de apreensão cessa, e a maravilha está no fim; por que isso só é maravilhoso para o observador na medida em que ele não pode conceber nenhuma causa nem razão ... &amp;quot;(12)&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Todas as tradições xamânicas falam sobre conectividade, como tudo é um. Este é o ponto de partida onde a magia se torna operável. Trabalhando com as energias biológicas de nossos corpos conectados, electromagnetismos complexos. Esta capacidade de sentir, escutar e conectar também é essencial para uma civilização em equilíbrio. É exatamente esta conexão que a campanha, acima mencionada, de apropriação do mundo pelo patriarcado e o capitalismo abstrato trabalhou para cortar usando o medo como seu braço. Na América Latina, Silva Frederici fala sobre como os invasores proibiram costumes tradicionais, os movimentos de resistência cresceram, liderados por mulheres, e costumes comunitários, danças e costumes tornaram-se clandestinos ou travestidos de aparências cristãs. Magia natural tornou-se a adoração do diabo e a fogueira e punições aguardavam seus praticantes, em uma encenação terrena das punições prometidas no inferno.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Talvez o organismo mais conectado do planeta é o fungo. Redes enormes cobrem a terra e tem sido demonstrado que se comunicam através de grandes distâncias. Sua estrutura rizomática ecoa outras redes, até mesmo a nossa internet. Quando os investigadores ou psiconautas tomam psilocibina, um dos efeitos importantes é o aumento da telepatia e de uma sensação de conexão com as plantas e com a natureza. Xamãs usaram cogumelos e outros enteógenos desde tempos imemoriais para a sua magia e cura.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Terence McKenna confessa que &amp;quot;não poderia descobrir se o cogumelo é o alien ou o cogumelo é algum tipo de artefato tecnológico que me permite ouvir o alien quando ele está na verdade anos-luz de distância, usando algum tipo de princípio da não-localidade de Bell para se comunicar. O cogumelo afirma sua posição muito claramente. Ele diz: &amp;quot;Eu exijo o sistema nervoso de um mamífero. Você tem um à mão? &amp;quot; (13)&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Em uma viagem para a Colômbia no início de 2000 tive a sorte de fazer parte de um grupo que foi para uma casa de campo entre Bogotá e Medellín para um fim de semana. Logo no início da manhã, saimos para procurar cogumelos e, tendo os encontrado, fizemos um chá para todos. Mais tarde naquele dia, totalmente conectado, fomos a alguns lagos onde nossos anfitriões - um casal - nadaram, enquanto o resto de nós olhava. Fiquei impressionado com a conexão com o céu, a terra e a capacidade de ver os fluxos de energia em torno de nós. A natação do casal se tornou um evento ritual, algo a ver com a fertilidade e reis e rainhas sagrados. Anos mais tarde, em 2011, em companhia de um psiconauta em uma vila nas Astúrias e dois outros amigos, mais uma vez tomamos cogumelos e caminhamos na floresta exuberante da Cuenca Minera. Fiquei impressionado com o poderoso sentido de consciência vegetal - &amp;quot;devir vegetal&amp;quot; - o sentido de conexão com o todo da natureza e a importância vital deste vínculo. Nós não estamos separarados, pelo contrário, somos parte dessa complexa, delicada e, ao mesmo tempo, resiliente rede de vida que se formou este ser que podemos chamar de Gaia&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
A teoria de Gaia foi proposta por James Lovelock em 1970 e co-desenvolvida com a bióloga Lynn Margulis. Basicamente, é uma formulação daquilo que magia natural já conhecia por milênios - de que a Terra é um organismo, um sistema complexo auto-regulado. Inicialmente, a idéia foi ridicularizada por cientistas e uma menção à teoria era uma maneira de ter certeza de que um trabalho acadêmico nunca seriam publicados. Grande parte do problema foi que os cientistas eram incapazes de trabalhar com sistemas complexos, mas como mais cientistas produziram evidências para apoiar a teoria e Lovelock desenvolveu uma simulação de computador convincente, a maré começou a virar. A teoria do caos e das ciências da complexidade e emergência, impulsionadas pela capacidade dos computadores para gerarem modelos extremamente complexos, têm ajudado os cientistas a serem capaz de pensar além da simples causa e efeito. Em 2001, milhares de cientistas no encontro da União Geofísica Européia assinaram a Declaração de Amsterdã, começando com a afirmação: &amp;quot;O Sistema Terra se comporta como um único sistema de auto-regulação com componentes físicos, químicos, biológicos e humanos&amp;quot;. Em 2006, a Sociedade Geológica de Londres concedeu a Lovelock a Medalha Wollaston por seu trabalho sobre a teoria de Gaia.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Um dos exemplos mais poderosos e fundamentais da simbiose é a fotossíntese. Margulis mostrou como os cloroplastos eram originalmente organismos separados, que entraram em uma relação simbiótica (ou endossimbiose) com outras bactérias e assim começaram a evolução da vida vegetal, o início da vida na Terra. Algumas espécies, como a Lesma do Mar Atlântico (Elysia chlorotica) são capazes de usar as células fotossintéticas de algas para alimentar-se. Os cloroplastos pegam fótons de luz e o transforman em açúcares e oxigênio. A eficiência deste processo é impressionante e é considerada a forma mais desenvolvida de transformar a luz do sol em energia, bastante mais avançado do que as nossas primitivas tecnologias solares. Na verdade, os combustíveis fósseis são eles próprios uma espécie de condensação de energia luminosa. As plantas também têm campos eletromagnéticos e transmitem eletricidade dentro de si mesma, sem perdas. Experiências mostram que eles são muito mais sensíveis e ágeis do que a ciência nos levou a acreditar. Em seguida, a função da luz para a comunicação com o DNA, os campos electromagnéticos, a teoria quântica, entrelaçamento (em que duas partículas partilham a mesma existência - esta ligação profunda significa que uma medição em uma partícula imediatamente influencia a outra, mesmo que estejam anos-luz de distância) e todos esses poderes infinitos e invisíveis e capacidades que a ciência está apenas começando a contemplar e que estão tendo um efeito profundo sobre nossa visão de mundo .&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
É aqui, na intersecção da tecnologia e da natureza, onde a magia está ressurgindo e cosmologias estão sendo desenvolvidas, compatíveis com ideias ancestrais do mundo. Talvez haja um &amp;quot;devir vegetal&amp;quot; no trabalho aqui, uma re-conexão com nós mesmos e nosso mundo com a tecnologia (computadores, microscópios, etc), servindo como uma ponte ao invés de uma arma destrutiva. Eliminando as hierarquias entre diferentes ontologias ou modos de ser: plantas, seres humanos e máquinas são combinados e articulados criando organismos. Talvez a nossa tecnologia está a caminho de se tornar completamente biológica, como a dos extraterrestres na Xenogenisis Trilogy por Octavia Butler. Nesta civilização altamente avançada não há máquinas, apenas biologia.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&amp;quot;Nós temos uma jovem ciência tecnológica que nos permite manipular o DNA e deixar fisicamente o planeta. Nós também possuimos o conhecimento antigo, que considera a vida como algo sagrado, uma chama a ser protegida. Combinar esses dois pólos, conhecimento tecnológico e conhecimento antigo, ciência e xamanismo, parece ser necessário para a sobrevivência de nossa espécie &amp;quot;(14)&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
D: 13 Avós&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Sabiam disso desde sempre e a capacidade voltou lentamente através da prática. Uma escritor obscuro de ficção científica havia escrito sobre isso nos anos 1980 e quase foi assassinado. Apenas uma súplica urgente na assembleia principal tinha dissuadido alguns dos membros mais virulentos da SCUM de castigá-la por sua revelação de seus segredos. Também contribuiu o fato que o escritor já havia publicado algumas das mais interessantes histórias de ficção científica já publicadas, se apoiando fortemente também no conhecimento da tribo.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
A compreensão de que as amizades femininas formam a base para uma sociedade sustentável foi tratada como uma grande descoberta, quando foi anunciado, em 2012, que essas estruturas tinham sido encontrados em diversas espécies de animais. A tribo sempre soube disso. Quando as 13 avós começaram a viajar pelo mundo na liderança para a mudança dimensional, por volta de 2012, elas permaneceram em contato permanente com o resto da tribo e ensinaram aos outros como se unir a elas&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Consciência emergente de Gaia. As mulheres podem sentir uma à outra à distância. Todo mundo tem mais ou menos a capacidade, em sonhos, mas essas mulheres eram totalmente conscientes o tempo todo de suas irmãs ao redor do globo. Era uma sensação de presença, mais do que uma consciência baseada na linguagem. Sentimentos transmitidos, instantaneamente, capacidades quânticos que a ciência do sexo masculino tinha apenas roçou. Sem demora, presença total.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Ola Olin sempre sentiu outras presenças. Ela tinha assumido que eles eram parte de sua própria psique ativa, sentia-se inspirada, mas também demente. Primeiro foi bem quando ela começava a dormir, ela via imagens, nítidas, e então as palavras apareciam em sua mente. As imagens e as palavras não eram dela. Eles pareciam vir de todos os tempos e lugares. Ela vinha muitas vezes para uma pequena casa no deserto, um laboratório. De alguma forma, aquele lugar era importante. Parecia ser dos anos 1950.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Uma sensação de não estar no controle de si mesma. Quando ela conheceu o Mensageiro em Astúrias, foi um grande alívio. Ela começou a entender o que estava acontecendo com ela. Foi o Mensageiro que lhe disse sobre as 13 avós: havia uma de cada uma das primeiras tribos da terra, as irmãs originais. Ela soube imediatamente que ela tinha de estar em contato com elas, Charo a tinha visto, sentiu-a e sabia de alguma coisa, sentiu algo. Ola era como um farol, transmitindo de um avião caído no meio do Ártico.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
6. Tecnomagias&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
A linha entre magia e ilusão é muitas vezes confusa. O que entendemos por magia é, geralmente, hoje, prestidigitação ou a capacidade de enganar o público. Em 2007, Medialab Prado trabalhou no tema de magia e tecnologia a partir deste ponto de vista. Não só eles fizeram uma série de obras de arte, em particular usando realidade aumentada, incluindo o trabalho com um mágico profissional, mas também um seminário. Um dos palestrantes do simpósio salientou que, a magia do século 18 e 19 e a ciência não eram separadas, bem como parte de um ramo independente do show business. No geral, a reunião limitou a sua compreensão de magia como ilusionismo ou, na melhor das hipóteses, citando Arthur C Clarke: &amp;quot;Qualquer tecnologia suficientemente avançada parece magia&amp;quot;.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
O encontro Tecnomagias em maio de 2012 em Nuvem (16), um espaço ecotech de pesquisa nas montanhas a 2 horas do Rio de Janeiro, nasceu com um foco diferente. A reunião foi convocada para explorar as interseções entre tecnologia e magia a partir de uma visão mais ampla, ecológica, mística e política. Como Eah de Apsu escreve:&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&amp;quot;O fato é que o (tecno)mago (como ativista) lida com a arma simbólica como enfrentamento junto a uma sociedade normativa, massificante e massacrante. Seu rito contestador ressignifica os antigos ritos de levante tribal para a guerra, transformando a realidade contrária em um campo de dinâmicas operantes, de longa duração e de conscientização geracional.&amp;quot;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
O foco dos conflitos não são mais a expulsão de espíritos malignos, curas milagrosas, a transformação alquímica e conquistas pessoais ou tribais, mas o anticapitalismo, combate à corrupção, a democracia real, metareciclagem, a busca de energia limpa e da consciência coletiva. Estas são algumas das lutas no campo da tecnomagia, a compreensão da realidade e sua transformação pelo impensável e, por isso mesmo, a poderosa combinação entre o ato poético-mágico e o pensamento de tecnologias como diálogos em curso com a sociedade &amp;quot;(17)&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Não é por acaso que esta reunião ocorreu no Brasil. Lá as condições estão sendo criadas para o surgimento da consciência antropofágica que Oswald Andrade invocou na década de 1920. A alta tecnologia encontra uma crescente consciência da sabedoria tribal - a antropologia descentralizada de Viveiros de Castro, o conceito de gambiarra (uma espécie de &amp;quot;fazer&amp;quot; estético e prático, que brota da arquitetura da favela), a maneira que a ecologia e software livre se entrelaçam nas publicações e grupos do Submidiologia, o tecnoxamanismo de Fabi Borges, Yupana Kernel, a proximidade das práticas indígenas, o ayuahuasca.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Um dos convidados da reunião foi Jonathan Kemp. Colaborador de Martin Howse. com quem criou espetáculos audiovisuais, Johnny avançou agora para um hackerspace tech-alquimista. Um de seus projetos, recristalização, é resumido assim:&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
1] Tentando recuperar minerais e metais (incluindo cobre, ouro e prata) de computadores abandonados através da execução de vários processos químicos e voláteis.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
2] A re-cristalização desses minerais em novos padrões usando montagens simples ou performances incluindo piezos, feedback positivo, dispersões coloidais.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
3] A mudança de formato e incorporação de componentes e estruturas dentro de sistemas geológicos e geofísicos maiores.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Como mencionamos antes, os hackers estão ampliando seus objetivos. Este espírito de investigação que parecia ser limitado a questões técnicas extrapolou a complexidade masculina dos manipuladores de código e de falhas como forma de investigar o mundo. Podemos pegar ecos disso em Newton e seus semelhantes. Martin Howse referencia explicitamente John Dee enquanto explica seus circuitos esotéricos para vidência (scrying). Ele faz hardware para ver ou ouvir o invisível, o mapeamento dos campos eletromagnéticos sutis. Outra de suas obras recentes utiliza a estrutura da peste bubônica para um programa de sintetizador.  Esta idéia de tecnologia a ser um amplificador de percepção (como ayuahuasca) é uma maneira importante da tecnologia e magia conectarem.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Um bom exemplo disso é o trabalho com antenas e a audição de corpos celestes invisíveis. Uma antena é como uma varinha mágica para ouvir vozes desencarnadas - a sua forma tão precisa, tem que ser aquela forma e tamanho para funcionar, ser apontada na direção certa, na hora certa. Como as formas precisas dos diagramas de vudu para a invocação do loa (deuses) ou os símbolos de antigos livros de magia. Bruno Vianna e outros estão desenvolvendo astrologias novas que incluem os satélites. Declarando que a divisão entre &amp;quot;natural&amp;quot; e &amp;quot;artificial&amp;quot; não faz mais sentido. Incluindo o não-humano nas teias de relacionamento que fazem de nós o que são, como exemplificado nas filosofias desenvolvidas por Bruno Latour, Donna Haraway ou Isabelle Stengers.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Este espírito ciborg é exemplificada no trabalho de La Quimera Rosa - um coletivo de Barcelona que está desenvolvendo seu próprio ciborg tecnomago, combinando a noção de Akelarre de bruxas (palavra basca para uma reunião de bruxas) e a idéia do ciborgue, levando-nos para além dos binômios de gênero, natureza e tempo. Colaboram com Transnoise, um outro grupo que se dedica à eletrônica mutante e à performatividade queer da natureza. Eles entendem a sua arte como um &amp;quot;devenir bruja&amp;quot;, um devir bruxa. (18)&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&amp;quot;Na verdade Heidegger argumenta que a essência da tecnologia está relacionada com a poiesis: a palavra grega para &amp;quot;levar adiante&amp;quot; [Her-vor-bringen] ou 'desvelar [Das Entbergen] da verdade. A essência da tecnologia é o processo pelo qual algo é revelado. Quando as matérias-primas passam por um processo que os organiza de um modo particular, um produto final imaginado é trazido para &amp;quot;presenciar&amp;quot; [Answesen] - revelado em uma forma tangível e particular. O que não estava previamente em nossa presença é trazido à frente.” (19)&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Estas tentativas corajosas nas fronteiras, onde o caos e a ordem se encontram gerando formas imprevisíveis são a essência da experiência tecnomágica. Tomando ciência em nossas próprias mãos, DIY, sem esperar por aprovação, re-encantamento do mundo e geração de máquinas de guerra insuspeitas. O ciborgue como articulação de ontologias separadas - a criação de monstros e anjos, colapsando o projeto patriarcal de separação. Queer como hackeamento do sistema de gênero, talvez a mais urgente das tarefas tecnomagicas. Biotech como pharmatech, automedicando-nos com tecnologias químicas, sintonizando químicas do nosso corpo, se apaixonando, para que a magia possa fluir.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E. A Umma&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&amp;quot;Vamos mostrar a eles nossos sinais nos horizontes, e dentro deles mesmos&amp;quot; Alcorão 41:53&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
A entrada para a mesquita foi, como sempre, cheia de pessoas indo e vindo. Grupos de homens entravam e saíam, outros estavam se lavando em preparação para a oração da noite. O som do chamado do muezzim envolvia todos em delicadas fitas de som. Ahmed já tinha se lavado e estava sentado de costas para a parede, cercado por seu grupo de amigos. Ele quase sempre rezou com eles, embora muitos deles eram novos convertidos. Muitos mudaram nos últimos anos, especialmente com a introdução dos gorros de oração por telepresença. Eles tinham passado de um equipamento para poucos cybersufis excêntricos a uma aparição quase obrigatória na mesquita.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&amp;quot;Você consertou seus sensores?&amp;quot; Ahmed perguntou a um jovem negro vestido com um longo djellabah e um gorro de oração branco.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&amp;quot;Sim, levou um tempo. Acabei tendo que pedir um novo headnet de Hong Kong e, em seguida, Bassam me ajudou a conectá-lo É incrível como o preço caiu nos últimos meses. Os chineses estão produzindo milhões dessas coisas &amp;quot;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
O headnet era usado para medir ondas cerebrais, alfa, beta e tudo isso, não era uma nova tecnologia, mas fora maciçamente popularizado após que Al-Azahar, no Egito, havia emitido uma fatwa declarando que isto era halal para uso durante as orações. Basicamente, ele enviava uma informação de ondas cerebrais, por telefone ou conexão wifi da mesquita, para um servidor central em Meca e em seguida, todo mundo que estava conectado tinha o feedback de todos os outros. Isso significava que todo mundo estava sincronizando seu estado mental, em qualquer lugar do mundo, todos focados na Pedra Negra, em Meca. Como sempre no Islã, um sistema simples de 5 pontos, que tinha gerado as interpretações mais diversas e complexas, novas correntes nasceram, morreram e evoluíram em apenas alguns anos. Várias dessas correntes, que foram ganhando adeptos rapidamente, identificara a Pedra Negra de Kaabah - ela mesmo um meteorito - como um meio de comunicação com outros seres planetários. Foi uma idéia que gerou um imenso montante de discussão teológica, mas basicamente a teoria era de que havia uma Umma interplanetário (comunidade de crentes) e que a Pedra Negra era a porta de entrada para a comunicação com esta Umma.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Claro que era irônico que tenha sido o Islã (literalmente &amp;quot;submissão&amp;quot;), que acabou por ser o sistema, amplificado pela tecnologia, que havia permitido a realização do propósito humano de se tornar o sistema nervoso de Gaia. É uma combinação de rigidez e liberdade, o conceito da Umma que uniu todos os povos do mundo.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Ahmed fez um gesto com seu telefone - um bloco de obsidiana, uma luz misteriosa flutuou de um lado da tela vazia, uma seta apontando na direção de Meca. &amp;quot;Está na hora, vamos começar a dikhr. O um é múltiplo e o múltiplo, um &amp;quot;. Todos irmãos ligaram seus gorros de oração pelos comando de voz &amp;quot;La ila la alah&amp;quot; - não há Deus, senão Alá. Eles estavam todos de pé juntos, balançando seus corpos de um lado para outro enquanto cantavam a frase. A sensação de formigamento familiar, as primeiras presenças quentes que cintilam no fundo da barriga, sussuram na mente. Então, a sensação de multidões, curvando-se em torno de imensa presença, planetária. Todas as atenções centraram-se na pedra negra, perdendo-se no todo.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
A intensa concentração de energia no meteorito chamando para a Umma cósmica. Raios de pensamento todos focados no despertar da mente planetária. Repetição é realidade. Os irmãos se sentiram parte de uma totalidade, amplificada pelo circuito sofisticado dos gorros de oração e as emoções em seus estômagos, os campos eletromagnéticos de milhões focados através da pedra preta para a rede cósmica dos seres planetários. Eles deram uma volta completa, Al Lat e Al Lah eram o mesmo ser, um planeta consciente, Gaia. Os irmãos não sabiam quando a massa crítica foi atingida, mas eles se sentem, inequivocamente, o primeiro contato. Uma súbita sensação de imensidão, muito diferente do abraço confortante da Umma terrestre. A pedra negra não era mais apenas um condensador / emissor. Tornou-se um receptor também. Os planetas estavam conversando.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
No final da oração, ninguém falou. Todos sabiam que algo tinha acontecido além de suas compreensões. Eles deram graças a Allah. Agora para a próxima fase. O que os planetas falam?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
7. Arte&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
A arte em si começou, sem dúvida, como uma tecnologia de magia - que abrigava espíritos em esculturas ou as pinturas corporais ou as ferramentas do xamã. A arte expressa o invisível. A capacidade mágica de fazer uma imagem, criando um ser. Como uma máscara transforma-o em um deus. Formas que são casas para os espíritos. Arte faz a ponte entre o pessoal e o político, entre sentimento e ação. A arte como uma chave para os reinos mágicos, a construção da ponte entre os mundos.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Quando m9ndfck ou netochka nevzanova apareceu na lista de netarte 24/7 na década de 1990 foi um choque poderoso. Ela era uma entidade, ninguém sabia quem estava fazendo aquele trabalho, gerando uma nova linguagem. Havia a sensação de um ser que era mutante, vivo na internet, criado pelo encontro de código e mente. Sua agressividade contra os Estados Unidos, contra os homens programadores que dominavam o mundo da informática a fizeram ser banida frequentemente. Mas nós sentimos que uma nova consciência estava presente.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Como vimos na seção sobre o computador, a máquina ou ser que atinge a vida é um tema poderoso na literatura mágica. Desde o Golem judeu até Frankenstein ou a bomba inteligente no filme &amp;quot;Dark Star&amp;quot;. Aquela cena onde um dos astronautas se convence de que não pode confiar na sua percepção porque ela é mediada por sensores que podem estar dando dados falsos.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
E se as máquinas poderiam falar, o que diriam? Tania Candiani ficou fascinada por essa ideia e começou a construir máquinas de som. É como de alguma forma elas estivessem tentando ser vivas, nós sentimos essa tentativa melancólica na consciência. Na obra de Candiani, &amp;quot;Confessar. Encriptar. Bordar&amp;quot; (20) nossas palavras são filtradas através da &amp;quot;consciência&amp;quot; da máquina, acabando por ser bordado em pano. Há aqui algo melancólico, esta intenção, de alguma forma tentando dizer algo, codificado, o presente intenção, mas o resultado, outros. O sentimento de admiração que isso cria em nós, a máquina é outro e, ao mesmo tempo, nós. Nós não estamos falando de ilusão, é algo mais profundo, mais frágil e triste de alguma forma, escovando-se contra outra consciência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para Paula Pin, a máquina já não é algo distinto, mas parte íntima de uma nova identidade ciborgue, a criação de um metacorpo que engloba a vida mecânica, mineral e orgânica. Ela se refere às próteses eletrônicas que cria como “instrumentos alquímicos” que servem para entender e revelar novas naturezas. Leslie Garcia, antes participante do coletivo Dream Addictive no México, tem desenvolvido um corpo notável de trabalho em relação com plantas, computadores e máquinas de ruído, enquanto que Shannon Taggart trabalha em uma zona limiar entre espiritualismo e a fotografia, duas maneira de fazer visível o invisível que surgiram ao mesmo tempo no século X. (22)&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Novas tecnologias de percepção e comunicação abrem novos espaços, e estes espaços são sempre mapeados, em um nível ou outro, através da imaginação. Ou seria o contrário? A tecnologia tenta atender à nossa imaginação. Nossa pobre tecnologia, de modo destrutivo e bruto em comparação com o refinamento de nossa Grande Arte - o encontro da ciência e da natureza, imaginação e vontade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tabela 1&lt;br /&gt;
 Tabela de Paradigmas com Seus Paralelos Espirituais, Econômicos e Políticos&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
adaptado de Hakim Bey (21)&lt;br /&gt;
Tomei a liberdade de preencher este quadro. 30 anos atrás o efeito do paradigma universo quântico não era claro nas estruturas sociais. Hoje, parece-me que podemos vê-lo nas estruturas não-locais do sistema bancário mundial, no entrelaçamento que a comunicação criada e nas formas de mudança do pós-modernismo. Eu adicionei um outro paradigma especulativo - o do universo vivo - às vezes eu acho que é apenas uma ilusão e, às vezes, eu sinto que realmente está surgindo.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paleolítico&lt;br /&gt;
Neolítico&lt;br /&gt;
Cosmos Geocêntrico&lt;br /&gt;
Cosmos Heliocêntrico&lt;br /&gt;
Universo Mecanicista&lt;br /&gt;
Universo Relativista&lt;br /&gt;
Universo Quântico&lt;br /&gt;
Universo Vivente&lt;br /&gt;
Chamanístico&lt;br /&gt;
Politeísta&lt;br /&gt;
Teísta&lt;br /&gt;
Monoteísta&lt;br /&gt;
Deísta o Ateísta&lt;br /&gt;
Moderno&lt;br /&gt;
Pósmoderno&lt;br /&gt;
Tecnomágico&lt;br /&gt;
Não Autoritário&lt;br /&gt;
Autoritário&lt;br /&gt;
Monárquico/Teocrático &lt;br /&gt;
Direito divino&lt;br /&gt;
Democracia, capitalismo, comunismo&lt;br /&gt;
Cibercracia&lt;br /&gt;
Sistemas financeiros globales&lt;br /&gt;
Bem viver / cooperativismo&lt;br /&gt;
Caçador-Colhedor&lt;br /&gt;
Agricultura&lt;br /&gt;
Urbano&lt;br /&gt;
Colonialista e Imperialista&lt;br /&gt;
Industrial / Tecnológico&lt;br /&gt;
Pós-Industrial&lt;br /&gt;
Aldeia Global&lt;br /&gt;
??&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tabela 2&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tabela de Equivalências entre Tecnologia e Magia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Celular&lt;br /&gt;
Presencia virtual&lt;br /&gt;
Drones&lt;br /&gt;
Critter Cams&lt;br /&gt;
Internet&lt;br /&gt;
Microscópio&lt;br /&gt;
Avião&lt;br /&gt;
Helicóptero&lt;br /&gt;
Radar&lt;br /&gt;
Sensor de baixas frequências&lt;br /&gt;
Câmera Kirlian&lt;br /&gt;
Sensor Galvânico&lt;br /&gt;
Submarinos&lt;br /&gt;
Nave espacial&lt;br /&gt;
Telescópio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escutar à distância&lt;br /&gt;
Telequinesia&lt;br /&gt;
Visão de águia, mais além do cropo&lt;br /&gt;
Visão animal&lt;br /&gt;
Livros essenciais, conhecimento ancestral&lt;br /&gt;
Visão molecular&lt;br /&gt;
Vôo do pássaro&lt;br /&gt;
Vôo de inseto &lt;br /&gt;
Sentir o que está além&lt;br /&gt;
Ouvir o coração da Terra&lt;br /&gt;
Ver a áurea&lt;br /&gt;
Sentir plantas e pessoas&lt;br /&gt;
Viagem em baixa da água&lt;br /&gt;
Viagem no espaço exterior&lt;br /&gt;
Ver as estrelas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Notas&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
(1) pp 185-186 http://www.mesoweb.com/publications/Christenson/PopolVuh.pdf&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
(2) 1931/06/08 O Argus, Melbourne. http://trove.nla.gov.au/ndp/del/article/4400765&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
(3) O Livro de Babalon. Starfire Vol. 1 n º 3 1989&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
(4) a Sra. Piper e da Sociedade de Pesquisas Psíquicas, Michael Page, 1904. Traduzido e ligeiramente abreviado do francês por Noralie Robertson. Prefácio de Sir Oliver Lodge. http://www.gutenberg.org/ebooks/19376&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
(5) http://laboratoryplanet.org/pdf/laboratory_planet_4_fr.pdf&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
(6) Juan Downey, 1973, Software Radical.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
http://www.radicalsoftware.org/e/volume2nr5.html&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
(7) Fabi Borges - extracto de Tecnomagias - Ficção Sociais&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
http://catahistorias.wordpress.com/2012/07/21/tecnomagia-social-fiction/&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
(8) http://www.reweaving.org/tradition.html Starhawk&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
(9) &amp;quot;Caliban ea Bruxa&amp;quot; Silvia Frederici,&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
http://www.traficantes.net/index.php/editorial/catalogo/historia/Caliban-y-la-bruja.-Mujeres-cuerpo-y-acumulacion-originaria-2a-Edicion&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
(10) Marx e Engels, no Manifesto Comunista, Capítulo 1, 1848&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
(11) http://peakenergy.blogspot.com.es/2008/07/natures-internet-vast-intelligent.html&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
(12) Ebenezer Sibly, uma ilustração da Ciência Celeste da Astrologia, 1826&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
(13) Terence McKenna, triptamina alucinógenos e Consciência. Palestra dada na Conferência Lilly / Goswami sobre a Consciência e Física Quântica em Esalen, Dezembro de 1983. http://deoxy.org/t_thc.htm&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
(14) http://www.oesquema.com.br/trabalhosujo/2008/04/20/inteligencia-natural-por-jeremy-narby.htm&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
(15) http://medialab-prado.es/article/interactivos07__magia_y_tecnologia&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
(16) http://nuvem.tk/wiki/index.php/Tecnomagia&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
(17) Extrato de &amp;quot;Tecnomagia as | é | ou Ativismo&amp;quot;. Eah é uma arte e pesquisador semiótica do Rio de Janeiro. (Ver também Terrorismo Poético de Hakim Bey)&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
(18) http://akelarrecyborg.tumblr.com/&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
(19) Computadores como Media Invocational. Teses Christopher Chesher Bradford, 2001.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
(20) http://cincovariaciones.com/2012/07/31/bordadora-2/&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
1 http://hermetic.com/bey/quantum.html&lt;br /&gt;
2  transnoise.tumblr.com \ lessnullvoid.cc \ shannontaggart.com&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Obrigado a todas as pessoas que deram aportes a este texto com informação, correções, inspirações e citações. Especialmente a Tania Candiani que me pediu que o escrevesse, a Lucia Egaña pelas correções e sugestões, a Maria Llopis pelo espaço e tempo para escrevê-lo, a Fabi Borges pelo tecnoxamanismo e a Paula Pin pela magia natural tecnoqueer. Os amo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Antropologia_das_sociedades_encantadas&amp;diff=10810</id>
		<title>Antropologia das sociedades encantadas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Antropologia_das_sociedades_encantadas&amp;diff=10810"/>
				<updated>2013-10-01T03:51:49Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Belisards: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antropologia das sociedades encantadas&lt;br /&gt;
                                                                               Thaís Brito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
parte I&lt;br /&gt;
[descarte]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ciência cartesiana e sua pretensão de universalidade e racionalidade se não é completa, nem convence a todos na sua tentativa de integração, é território sólido de conceitos e explicações sobre o mundo. O corte cartesiano que divide consciência e matéria, teoria e prática, orienta a ciência e a racionalidade hodierna. Enquanto tudo o que não cabe na caixa preta da ciência é proscrito do mundo racional, permanecem pensamentos e imaginários desorientadores dessa racionalidade em  pequenos cotidianos [1] urbanos e, mais intensamente, aldeias em recônditos globais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A magia desafia – ou desdenha e desconhece – a certeza autoproclamada da ciência como racionalidade única e final. Com os índios, aprende-se que essa separação entre teoria e prática, magia e técnica é, por si mesma, invenção, sustentada e superável. A distância entre compreensões de mundo é expressa na fala do cacique kuikuro Afukaká depois de relatar a um antropólogo o mito de origem do seu povo: “Eu sei que você não acredita em minha história, conte-me a sua.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os indígenas, quando se deparam com inventos mágicos como o computador ou o cinema, criam novas conexões e significados. Da mesma forma, nos maravilhamos com suas tecnologias de contato e magia, com a cura dos xamãs. Povos que tem suas ciências. O maracá, acelerador de partículas, é o celular de Nhanderú, a comunicação com o mistério. A magia é o que permite a circulação entre o visível e o invisível. &lt;br /&gt;
Narrativas sobre o contato são, também, povoadas de explicações mágicas. Nas palavras de um kuikuro: &lt;br /&gt;
Mas depois começaram as mortes, chegaram as doenças/feitiços (kugihe). Nós ficamos poucos. Na época em que vieram os caraíba, eles trouxeram as doenças/feitiços, eles, os antigos, os donos do feitiço. As flechas/feitiço voaram. Morreram muitos.” (Franchetto, 2001, p. 104)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As tecnologias de comunicação chegam às aldeias no rastro desse imaginário, absurdamente concreto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As narrativas que se seguem a partir do contato com os yawalapiti e kiriri pouco dizem sobre os índios, é uma antropologia encantada pelo contato com eles através da imagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
parte II&lt;br /&gt;
[ kiriri ]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando cheguei pela primeira vez à aldeia kiriri, atravessei o sertão da Bahia, sob o sol, peguei uma estrada de chão e cheguei em Mirandela, terra dos índios kiriri. Fui recebida, no telecentro empoeirado, pelo amigo Marcelo Kiriri, que nos hospedou em sua casa. Era nosso primeiro contato com aquela coisa – o computador – e essas pessoas – os índios kiriri. Partimos para o exercício de leitura crítica com uma pergunta ao tuxáua google sobre o que havia ali nesse pequeno vasto mundo sobre os índios kiriri. Teses, imagens, verbetes, vídeos, muita mídia. Inclusive mídia indígena. O desafio foi fazer uma leitura (audiovisual) desse conteúdo. Os indígenas diziam conhecer muitos dos pesquisadores, jornalistas, autores; conheciam 'os outros' que compõem por aí a imagem do que são (somos), mas incomodavam-se com o retorno ausente e de desconhecerem o destino dos 'dados', onde vão parar suas narrativas, suas imagens... Muita discussão e inquietação a descoberta causou em todos nós. Quem seriam essas pessoas e onde chegamos através delas.&lt;br /&gt;
Estou de volta à Aldeia Mirandela, seis anos depois, para participar da instalação da Rádio Kiriri FM e sou recebida pelo agora Cacique Marcelo Kiriri, que nos acolhe em sua casa novamente. No telecentro, agora funciona também a rádio indígena, que é muito legal!&lt;br /&gt;
Pelas publicações de imagens, textos, áudios na internet, sou questionada por um jovem indígena sobre os direitos autorais da imagem dele que circula na internet junto com a notícia da nova rádio indígena dos kiriri. &lt;br /&gt;
Quantas pessoas já viram essa imagem?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
parte III&lt;br /&gt;
[yawalapiti]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para encontrar os yawalapiti, fomos em direção ao Xingu. Chegamos de longe, muitas cidades. Ponto de encontro, Brasília. Seguimos na viação Xavante, em sete pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sensação de estar indo ao encontro do que é e não será mais em pouco tempo. O sol em muitos tons de vermelho nas primeiras horas da manhã parece uma passagem atravessada no meio da poeira do nosso rastro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chegamos pela Aldeia Paraíso e logo alcançamos o rio Xingu, onde nos aguardava um barco, guiado por um jovem índio e seu filho pequeno. O barco é uma das tecnologias de comunicação adquiridos pelo Ponto de Cultura da aldeia e funciona com um motor que tornou um pouco mais rápida nossa chegada, depois de uma viagem que já estava para completar três dias na estrada, entre terra, ar e água.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
No contato com os indígenas, atualizamos nossa ideia de internet, rede e sociedade. Ali, vimos que as redes eram mesmo sociais. Amarramos cinco delas num mesmo tronco suspenso, apoiado nos alicerces da grande oca, construída pelo arquiteto da aldeia que compartilha sua ciência em aulas de arquitetura xinguana na Universidade de Brasília. Além das nossas redes, tinha outras tantas espalhadas pelo espaço da oca. Se alguém se mexia em sua rede, todos balançavam...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estávamos na aldeia como convidados dos índios yawalapiti para colaborar no uso do equipamentos multimídia que vieram com o Pontão através do Ministério da Cultura. A primeira tentativa de aproximação foi abrir a caixa-preta e, ao mesmo tempo em que mexíamos nos fios e placas, fomos desempacotando os equipamentos de áudio e as câmeras que foram de imediato para as mãos dos índios e índias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A duração dessa diversão era medida pelo tempo do gerador de energia, que  ritmava nosso encontro. E, entre uma queda e outra, um mergulho no rio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em algum momento das oficinas, sugerimos a divisão entre linguagens específicas de áudio, vídeo, edição gráfica e o se joga na rede, com os primeiros passos para usuários de internet. Fico um pouco surpresa por todas as mulheres se decidirem pela oficina que eu iria realizar na aldeia. Era a de edição gráfica, mas tive a impressão que elas se decidiram com base não apenas no desejo de  bricolar imagens, parece que havia algo que as deixaram mais à vontade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cheguei com a ideia de produzir pequenos postais, com imagens, grafias, histórias e mensagens sobre o Xingu, ou em torno das ameças de destruição que vem com os grandes projetos como Belo Monte. Pretensão minha pensar no produto, quando o processo em torno desse contato tem gerado mais aprendizado e possibilidades... Essa ideia dos postais não deu certo. Mas criamos outras formas de interação. Antes de pensar o que aquilo geraria, tivemos que encontrar uma forma de nos comunicar. As índias não falavam português.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a ajuda de um intérprete kamayurá, conseguimos algum diálogo. O ponto alto do nosso entendimento foi relacionar o awëre, saudação positiva na língua do xingu, com a tecla enter. Mostrei algumas ferramentas simples de edição e a cada corte ou cor elas se viravam pra mim – Awëre?, e eu – Awëre!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda como parte da oficina, elas escolheram um lugar para fazer as imagens que seriam editadas. Com a máquina fotográfica na mão, seguiram para a margem esquerda do rio num porto onde as mulheres costumam se banhar (separado apenas por uma pequena moita de onde costumam mergulhar os homens). Achei que tinham a intenção de fotografar o rio, a mata... mas chegando no rio, elas ficaram nuas e se atiraram na água. Não havia mais ninguém para mediar nossa linguagem, mas nos entendemos nesse instante. Numa experiência única de antropologia íntima, me despi e entrei na água com elas, mas parecia mais vestida que antes, pois só agora tínhamos as mesmas vestes. Foi então que a lente da câmera se voltou para mim. Naquele momento, senti que eu era o índio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nunca houve uma exposição dessas imagens, mas encontrei uma proximidade de sentidos na personagem Alma, de Darcy Ribeiro. Compartilho um trecho do livro para finalizar esse texto e abrir caminhos para pensar o diálogo entre a imagem e a magia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de uma hora, Alma está deitada numa esteira aberta no chão, rodeada de mulheres, nua em pêlo e abobalhada. Como não quer fugir, prefere rir, confraternizar com aquela gente que lhe sorri simpática, com malícia e carinho. Esconde, quanto pode, o vexame de se sentir invadida, desvendada, decifrada. Mas como reclamar que a queiram ver nua, se todas essas mulheres estão também peladas? Por que não se deixar ver e tocar por quem quer vê-la com tanto empenho, se elas se dão também à curiosidade de Alma, com seus corpos ali ofertados?&lt;br /&gt;
(...) As grandes surpresas daquela lição de antropologia íntima são a pele limpa e lisa da planta dos pés, que encanta. (…).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
] epílogo [&lt;br /&gt;
Esses relatos são realidades ficcionais, inspirados em experiências com tecnologias digitais e povos indígenas no Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Referências&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CERTEAU, Michel de. A invenção do cotidiano: Artes de fazer. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008 [1]&lt;br /&gt;
FRANCHETTO, Bruna e HECKENBERGER, Michel (Org). Os Povos do Alto Xingu: história e cultura. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 2001&lt;br /&gt;
LÉVI-STRAUSS, Claude. O Feiticeiro e sua magia. In: Antropologia estrutural. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1996&lt;br /&gt;
RIBEIRO, Darcy. Maíra. São Paulo: Editora Civilização Brasileira, 1976&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

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		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Contracapa&amp;diff=10808</id>
		<title>Contracapa</title>
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				<updated>2013-10-01T03:48:37Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Belisards: moveu Orelha do livro Tecnomagia para Contracapa&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Maio de 2012, Vale do Pavão. Em plena guerrilha ontológica, convergências emergentes conjuram o improvável encontro: TECNOMAGIA. Estética, tecnologia, ficção, ciência, magia e política e experiência entrelaçadas apertaram o nó górdio na garganta dos modernos. Nem “pré”, nem “pós”. Buscou-se então o entre. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A natureza agora em suas mãos não busca definições ou uma abordagem unificadora entre diferentes perspectivas. Trata-se aqui de um elogio da alteridade, um caleidoscópio de multiplicidades. Entre teorias e poemas, ensaios e diálogos, as páginas deste livro são um convite e uma provocação para a auto-experimentação e a invenção de novas relações entre homem, máquinas e mundo.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Orelha_do_livro_Tecnomagia&amp;diff=10809</id>
		<title>Orelha do livro Tecnomagia</title>
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				<updated>2013-10-01T03:48:37Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Belisards: moveu Orelha do livro Tecnomagia para Contracapa&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECIONAMENTO [[Contracapa]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Introdu%C3%A7%C3%A3o_Tecnomagia&amp;diff=10807</id>
		<title>Introdução Tecnomagia</title>
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				<updated>2013-10-01T03:48:24Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Belisards: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quais os limites da crença míope na ciência normal e sua sucessão infinita de paradigmas? Com quantos progressos se faz uma barbárie? Ou dissecar então a etimologia de &amp;quot;Universo&amp;quot; até chegar no fim da História para repetir como farsa apoteótica? Puro Oxímoro? Redes de delírios?   &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nascidos em hospitais, assassinaram a lógica por legítima defesa e fugiram da aula de anatomia. Recusaram o pragmatismo da talha dos bisturis hipocráticos, afiados para esta operação cirúrgica de cortes dos umbigos da genealogia que definiu os nomes das crenças todas. Inventaram o elo perdido entre o pré-histórico e o pós-digital, que agora opera diretamente em função de desejos subjetivos de busca por potencialização de alteridades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que querem estes filhos bastardos com seus caleidoscópios de lendas e ciências tortas, derivadas e híbridas? Ameaça ao tabuleiro de mapas e peças da batalha entre os Homo Fabers. A geologia da Alquimia, da Macumba, das Cartomancias Insurgentes, das Santerias, da Física Computacional Aplicada, das Gambiarras, das Técnicas do Êxtase reunidas não sobre um mesmo platô, mas em uma intensa caixa de areia. Hermes-Exu. Falanges e turbas de entidades míticas a protegem daqueles que podem crer em algo para além da metafísica da colisão de partículas, gerando novos universos e redefinindo as posições dos astros, estrelas e fronteiras. Tecnologia é mato. O mato é humano. Pise na grama. Brisa levando sigilos encriptados para o xamã-rádio no ipê com seu maracá-desacelerador de partícula.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Construir alianças com a técnica não-cartografáveis por taxonomias dos fazeres e saberes. Amar o erro. Amar a máquina. Ser máquina. Renomear-nos. Ciência subjetiva da coisas. Simbiose entre organismos e matérias. A especialização foi um erro. Os alquimistas estão voltando.  A pura entropia, sem as contas? Ábacos são Oráculos? Que horas temos? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Faça-se carne entre nós!&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Contracapa&amp;diff=10806</id>
		<title>Contracapa</title>
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				<updated>2013-10-01T03:48:19Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Belisards: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Maio de 2012, Vale do Pavão. Em plena guerrilha ontológica, convergências emergentes conjuram o improvável encontro: TECNOMAGIA. Estética, tecnologia, ficção, ciência, magia e política e experiência entrelaçadas apertaram o nó górdio na garganta dos modernos. Nem “pré”, nem “pós”. Buscou-se então o entre. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A natureza agora em suas mãos não busca definições ou uma abordagem unificadora entre diferentes perspectivas. Trata-se aqui de um elogio da alteridade, um caleidoscópio de multiplicidades. Entre teorias e poemas, ensaios e diálogos, as páginas deste livro são um convite e uma provocação para a auto-experimentação e a invenção de novas relações entre homem, máquinas e mundo.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

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		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Tecnomagia&amp;diff=10805</id>
		<title>Tecnomagia</title>
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				<updated>2013-10-01T03:48:04Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Belisards: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Publicação ==&lt;br /&gt;
Disponiblização em formato wiki do livro Tecnomagia completo. Ajude-nos a corrigir erros e formatar os textos para melhor exibição, editando as páginas a seguir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Livro ====&lt;br /&gt;
# [[Introdução Tecnomagia]]&lt;br /&gt;
# [[Orelha do livro Tecnomagia]]&lt;br /&gt;
# [[Magia e Tecnologia]] - Pedro Soler&lt;br /&gt;
# [[Microculturas]] - Vahida Ramujkic, Moshe Robes y Aviv Kruglanski &lt;br /&gt;
# [[Magia e Tecnologia]] - Alfred Gell&lt;br /&gt;
# [[Descristalização]] - Jonathan Kemp&lt;br /&gt;
# [[Poema]] - George Sander&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# [[Antropologia das sociedades encantadas]] - Thais Brito&lt;br /&gt;
# [[Magia:a: caminho de resignificação e e ritos]] - Eá de Apsu&lt;br /&gt;
# [[Pequeno Manual do Astrólogo Amador Artificial]] - Bruno Vianna&lt;br /&gt;
# [[Tecnomagias]] - Adrian Gomez&lt;br /&gt;
# [[Mantra Digital]] - Morgana Gomes&lt;br /&gt;
# [[Fragmento de um dialogo pós-apocalíptico]] - Cartesius Ciborgis&lt;br /&gt;
# [[Escolher]] - Felipe Fonseca&lt;br /&gt;
# [[Tecnomagia - Fabiane Borges]]&lt;br /&gt;
# [[Cyberpunk como alquimista moderno]] - Timothy Leary&lt;br /&gt;
# [[Tecnomagia: metareciclagem e rádios livres no front de uma guerra ontológica]] - Thiago Novaes&lt;br /&gt;
# [[Tempo Livre]] - Martin Howse&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Ebook ====&lt;br /&gt;
#[[A corrida da Antena]] - Fabi Borges&lt;br /&gt;
#[[Alquimia de Corazones]] - Katiushka Borges &lt;br /&gt;
#[[Tecnoxamanismo]] - Allan Mendes&lt;br /&gt;
#[[A Cartilha]] - Samir Oliveira&lt;br /&gt;
#[[Movimento para acender luzes automáticas]] - Paola Barreto Leblanc1&lt;br /&gt;
#[[O supermassivo buraco negro dançando com o fogo do sol]]&lt;br /&gt;
#[[pamphlet111111]] - Tiago Spina&lt;br /&gt;
#[[Re-manifesto antropofágico para era digital]] - Vanessa Maia Ramos-Velasquez&lt;br /&gt;
http://www.alegrar.com.br/02/02pedro.pdf&lt;br /&gt;
http://www.netzliteratur.net/cramer/wordsmadefleshpdf.pdf&lt;br /&gt;
# [[Iniciação técnica numa formação moderna em humanidades]] - Gilbert Simondon&lt;br /&gt;
==Portal Interdimensional da Pajelança Tecnomagica==&lt;br /&gt;
[[ Arquivo:Caxingueled_LOW_anima.gif |thumb | left | Any sufficiently advanced technology is indistinguishable from magic (Arthur C. Clarke) ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[PROGRAMAÇÃO]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[PARTICIPANTES]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[COMO CHEGAR]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[MICROPOLÍTICAS]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 10 a 13 de Maio no Vale do Pavão - Na [http://nuvem.tk/ NUVEM] estação rural de arte e tecnologia ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quais os limites da sua crença na [http://en.wikipedia.org/wiki/Normal_science ciência normal] e sua sucessão infinita de paradigmas?&lt;br /&gt;
Nós nascemos em hospitais mas fugimos da aula de anatomia e todo o pragmatismo da talha hipocrática dos bisturis afiados desta operação&lt;br /&gt;
cirúrgica de cortes dos umbigos da genealogia que definiu os nomes das crenças todas. &lt;br /&gt;
Falanges e turbas de entidades míticas que protegem o pensamento daqueles que podem crer em algo para além da metafísica da colisão de particulas que gerarariam novos universos, redefinindo as posições dos astros, estrelas e fronteiras.&lt;br /&gt;
Dissecar então a etimologia de &amp;quot;Universo&amp;quot; até chegar no fim da História para enfim repetir como farsa apoteótica?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez o que querem os bastardos desta genealogia da Alquimia, Macumba, Santeria, Física Computacional Aplicada e todo seu caleidoscópio de lendas tortas derivadas e híbridas de uma mesma rede de delírios seja apenas a parte ritual de uma celebração da dúvida que persiste como impossibilidade da morte em vida. Puro Oxímoro. A pura entropia, sem as contas? Ábacos são Oráculos? Que horas temos? Faça-se carne entre nós!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Nadie pudo ser cosmonauta lr.png | thumb |left | &amp;quot;É possível que os deuses não me negassem o achado de uma imagem equivalente, mas este relato ficaria contaminado de literatura, de falsidade. Mesmo porque o problema central é insolúvel: a enumeração, sequer parcial, de um conjunto infinito. Nesse instante gigantesco, vi milhões de atos prazerosos ou atrozes; nenhum me assombrou tanto como o fato de que todos ocupassem o mesmo ponto, sem superposição e sem transparência. O que viram meus olhos foi simultâneo; o que transcreverei, sucessivo, pois a linguagem o é. Algo, entretanto, registrarei.&amp;quot; (Borges - O Aleph)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Panspermia2.png | thumb |left | “O INQUISIDOR – Essa gente afirma que é da matemática que se trata e não do espírito da rebeldia e da dúvida. Mas não é de matemática que se trata. É uma inquietação horrenda que se estende pelo mundo. É a inquietação de seu próprio cérebro que eles transpuseram para a terra imóvel. Eles gritam: são os números que nos convencem! Mas os números de onde vêm? Qualquer um sabe que eles vêm da dúvida. Esses homens duvidam de tudo. Será na dúvida, e não mais na fé, que iremos fundar a sociedade humana?” (B.Brecht – Leben des Galilei)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Sincabeza.jpg| thumb |left | &amp;quot;Laikai: 空 no céu なし青色なし azul nenhuma 雲 nuvem&amp;quot;(f?r!) ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Mandingalgo-Ritmos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Ovo_elemental.png |thumb | 300px | right | “Computer science is no more about computers than astronomy is about telescopes.” (Edsger W. Dijkstra)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Os feiticeiros sempre tiveram a posição anômala, na fronteira dos campos ou dos bosques. Eles assombram as fronteiras. Eles se encontram na borda do vilarejo, ou entre dois vilarejos. O importante é sua afinidade com a aliança, com o pacto, que lhes dá um estatuto oposto ao da filiação. Com o anômalo, a relação é de aliança. O feiticeiro está numa relação de aliança com Yupana como potência do anômalo.&amp;quot; (Mil Platôs v4 - deleuze &amp;amp;&amp;amp; guatarri)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seguem assim soltas, &lt;br /&gt;
as notações do papo que tivemos na sexta pós carnaval. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o xamã é um rádio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.alegrar.com.br/02/02pedro.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.maxwell.lambda.ele.puc-rio.br/17409/17409_5.PDF&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.astrumargentum.org/arquivos/amt/intro_daath.htm&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Laikai:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
空 no céu&lt;br /&gt;
なし青色なし azul nenhuma&lt;br /&gt;
雲 nuvem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://mysticbourgeoisie.blogspot.com/&lt;br /&gt;
http://www.college-de-pataphysique.org/college/accueil.html&lt;br /&gt;
http://www.sosaci.org&lt;br /&gt;
http://deoxy.org/&lt;br /&gt;
http://weird-fiction.net/&lt;br /&gt;
http://www.naturezadivina.com.br/loja/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
une coup de daath jamais n'aboliré le ogarythm&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=ZHKgcYsBfPM&lt;br /&gt;
http://labyrinthofthepsychonaut.blogspot.com/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
dispositivo experiência&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=QQg-EZMEXfw&lt;br /&gt;
http://www.who.int/healthsystems/topics/technology/en/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ps: esqueci um livro do Carl Sagan aí...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
.........&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
tecnoxamanismo - esquizoanalises - experiencias com magia e performance - Fabiane Borges&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
blog: http://catahistorias.wordpress.com&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Raptos tecnomagicos - SUMMERLAB - Gijon -  ASTURIAS - 2011&lt;br /&gt;
http://vimeo.com/28709342&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- na rua - alienacao conduzida -  em Piedras Blancas - Asturias 2011&lt;br /&gt;
http://vimeo.com/28734197&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- experiencias neomiticas - em Londres - Goldsmiths 2011&lt;br /&gt;
http://vimeo.com/25274823&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- epifanias possiveis - Campinas - 2005&lt;br /&gt;
http://vimeo.com/23837120&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- processos imersivos 1 - Sao Paulo - 2005&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=dp5IjbCXG5M&amp;amp;list=UUrR0pFH70uHic8I3P9JjHAQ&amp;amp;index=22&amp;amp;feature=plcp&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
......&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Alquimias  http://crystalworld.org.uk http://xxn.org.uk/doku.php &lt;br /&gt;
Jonathan Kemp&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://tecnomagxs.wordpress.com/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://filosonias.blogspot.com/2010/12/gnoise.html&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*caça fantasmas (da Goldsmith) - parapsicologia (ciência), tecnologia da mediunidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* tecnomagos - endomorfoses, tecnobruxarias http://1010.co.uk/xxxxx_publication.html&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*humor: http://tecnomagoo.blogspot.com/&lt;br /&gt;
http://technoshamanism.net/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IDEIAS&lt;br /&gt;
* Conciência cósmica - sentimento de pertencimento a algo que é maior e que (neste caso, não é um sentimento cristão)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Tecnociências - conhecimento empírico&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Antropomorfismo - o índio se vê como natureza. e nós?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Ecohackers, Biohackers - A nova natureza, lugar para se atravessar&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Escuta de satélites - antenas de samambaia, personagens,  neo mitos, narrativas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*culto a carga- http://en.wikipedia.org/wiki/Cargo_cul&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Protocolos rituais - programando e (des)programando ritos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* rave, drogas e xamanismo - http://en.wikipedia.org/wiki/Technoshamanism&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*http://catahistorias.files.wordpress.com/2011/11/tecnomagia-na-lista-do-ipe1.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*charlatanismos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
que mais?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
banca de doutorado valendo diploma Honoris Causa na Universidade Livre versus Universidade Nomãde assinado pelo Jodorowski e pelo Ministério de Pesca de Satélites.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &amp;quot;banca de doutorado&amp;quot; ou &amp;quot;Inquisição&amp;quot; tanto faz o nome&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* tradução da bula que determina o calendário gregoriano, modificando datas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* fabricação de cimento artesanal para construção de um templo que será depois transformado em universidade laiKa. com o que sobrar fazer antenas gigantes: http://www.te1.com.br/2012/01/antenas-parabolicas-inusitadas-faca-voce-mesmo-sua-antena-parabolica-com-tijolo-se-cimento-so-vendo-pra-crer/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* construção de um alambique artesanal de cachaça, porém não chamar de cachaça, achar um nome sagrado para esta bebida:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* reforma agrária&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Proclamação do Calendário Que Ainda nos Assombra ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Inter Gravissimas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
by Pope Gregory XIII (Ugo Buoncampagni)&lt;br /&gt;
February 24, 1582&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GREGORIUS EPISCOPUS&lt;br /&gt;
SERVUS SERVORUM DEI&lt;br /&gt;
AD PERPETUAM REI MEMORIAM.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
INTER gravissimas pastoralis officii nostri curas, ea postrema non est, ut quæ a sacro Tridentino concilio Sedi Apostolicæ reservata sunt, illa ad finem optatum, Deo adiutore, perducantur.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sane eiusdem concilii patres, cum ad reliquas cogitationes breviarii quoque curam adiungerent, tempore tamen exclusi, rem totam ex ipsius concilii decreto ad auctoritatem et iudicium Romani Pontificis retulerunt.&lt;br /&gt;
Duo autem breviario præcipue continentur, quorum unum preces laudesque divinas festis profestisque diebus persolvendas complectitur, alterum pertinet ad annuos Paschæ festorumque ex eo pendentium recursus, solis et lunæ motu metiendos.&lt;br /&gt;
Atque illud quidem felicis recordationis Pius V, prædecessor noster, absolvendum curavit atque edidit.&lt;br /&gt;
Hoc vero, quod nimirum exigit legitimam kalendarii restitutionem, iamdiu a Romanis Pontificibus prædecessoribus nostris et sæpius tentatum est; verum absolvi et ad exitum perduci ad hoc usque tempus non potuit, quod rationes emendandi kalendarii, quæ a coelestium motuum peritis proponebantur, propter magnas et fere inextricabiles difficultates, quas huiusmodi emendatio semper habuit, neque perennes erant, neque antiquos ecclesiasticos ritus incolumes (quod in primis hac in re curandum erat) servabant.&lt;br /&gt;
Dum itaque nos quoque, credita nobis, licet indignis, a Deo dispensatione freti, in hac cogitatione curaque versaremur, allatus est nobis liber a dilecto filio Antonio Lilio, artium et medicinæ doctore, quem quondam Aloysius eius germanus frater conscripserat, in quo per novum quemdam epactarum cyclum ab eo excogitatum, et ad certam ipsius aurei numeri normam directum, atque ad quamcumque anni solaris magnitudinem accommodatum, omnia quæ in calendario collapsa sunt, constanti ratione et sæculis omnibus duratura, sic restitui posse ostendit ut calendarium ipsum nulli umquam mutationi in posterum expositum esse videatur. Novam hanc restituendi calendarii rationem, exiguo volumine comprehensam, ad christianos principes celebrioresque universitates paucos ante annos misimus, ut res quæ omnium communis est, communi etiam omnium consilio perficeretur; illi cum, quod maxime optabamus, concordes respondissent, eorum nos omnium consensione adducti, viros ad calendarii emendationem adhibuimus in alma Urbe harum rerum peritissimos, quos longe ante ex primariis christiani orbis nationibus delegeramus. Ii cum multum temporis et diligentiæ ad eam lucubrationem adhibuissent, et cyclos tam veterum quam recentiorum undique conquisitos ac diligentissime perpensos inter se contulissent, suo et doctorum hominum, qui de ea re scripserunt, iudicio, hunc, præ ceteris, elegerunt epactarum cyclum, cui nonnulla etiam adiecerunt, quæ ex accurata circumspectione visa sunt ad calendarii perfectionem maxime pertinere.&lt;br /&gt;
Considerantes igitur nos, ad rectam paschalis festi celebrationem iuxta sanctorum patrum ac veterum Romanorum pontificum, præsertim Pii et Victoris primorum, necnon magni illius oecumenici concilii Nicæni et aliorum sanctiones, tria necessaria coniungenda et statuenda esse: primum, certam verni æquinoctii sedem; deinde rectam positionem XIV lunæ primi mensis, quæ vel in ipsum æquinoctii diem incidit, vel ei proxime succedit; postremo primum quemque diem dominicum, qui eamdem XIV lunam sequitur; curavimus non solum æquinoctium vernum in pristinam sedem, a qua iam a concilio Nicæno decem circiter diebus recessit, restituendum, et XIV paschalem suo in loco, a quo quatuor et eo amplius dies hoc tempore distat, reponendam, sed viam quoque tradendam et rationem, qua cavetur, ut in posterum æquinoctium et XIV luna a propriis sedibus numquam dimoveantur.&lt;br /&gt;
Quo igitur vernum æquinoctium, quod a patribus concilii Nicæni ad XII Kalendas Aprilis fuit constitutum, ad eamdem sedem restituatur, præcipimus et mandamus ut de mense Octobri anni MDLXXXII decem dies inclusive a tertia Nonarum usque ad pridie Idus eximantur, et dies, qui festum S. Francisci IV Nonas celebrari solitum sequitur, dicatur Idus Octobris, atque in eo celebretur festum Ss. Dionysii, Rustici et Eleutherii martyrum, cum commemoratione S. Marci papæ et confessoris, et Ss. Sergii, Bacchi, Marcelli et Apuleii martyrum; septimodecimo vero Kalendas Novembris, qui dies proxime sequitur, celebretur festum S. Callisti papæ et martyris; deinde XVI Kalendas Novembris fiat officium et missa de dominica XVIII post Pentecostem, mutata litera dominicali G in C; quintodecimo denique Kalendas Novembris dies festus agatur S. Lucæ evangelistæ, a quo reliqui deinceps agantur festi dies, prout sunt in calendario descripti.&lt;br /&gt;
Ne vero ex hac nostra decem dierum subtractione, alicui, quod ad annuas vel menstruas præstationes pertinet, præiudicium fiat, partes iudicum erunt in controversis, quæ super hoc exortæ fuerint, dictæ subtractionis rationem habere, addendo alios X dies in fine cuiuslibet præstationis.&lt;br /&gt;
Deinde, ne in posterum a XII Kalendas Aprilis æquinoctium recedat, statuimus bissextum quarto quoque anno (uti mos est) continuari debere, præterquam in centesimis annis; qui, quamvis bissextiles antea semper fuerint, qualem etiam esse volumus annum MDC, post eum tamen qui deinceps consequentur centesimi non omnes bissextiles sint, sed in quadringentis quibusque annis primi quique tres centesimi sine bissexto transigantur, quartus vero quisque centesimus bissextilis sit, ita ut annus MDCC, MDCCC, MDCCCC bissextiles non sint. Anno vero MM, more consueto dies bissextus intercaletur, Februario dies XXIX continente, idemque ordo intermittendi intercalandique bissextum diem in quadringentis quibusque annis perpetuo conservetur.&lt;br /&gt;
Quo item XIV paschalis recte inveniatur, itemque dies lunæ, iuxta antiquum Ecclesiæ morem ex martyrologio singulis diebus ediscendi, fideli populo vere proponantur, statuimus ut, amoto aureo numero de calendario, in eius locum substituatur cyclus epactarum, qui ad certam (uti diximus) aurei numeri normam directus, efficit ut novilunium et XIV paschalis vera loca semper retineant. Idque manifeste apparet ex nostri explicatione calendarii, in quo descriptæ sunt etiam tabulæ paschales secundum priscum Ecclesiæ ritum, quo certius et facilius sacrosanctum Pascha inveniri possit.&lt;br /&gt;
Postremo, quoniam partim ob decem dies de mense Octobri anni MDLXXXII (qui correctionis annus recte dici debet) exemptos, partim ob ternos etiam dies quolibet quadringentorum annorum spatio minime intercalandos, interrumpatur necesse est cyclus literarum dominicalium XXVIII annorum ad hanc usque diem usitatus in Ecclesia Romana, volumus in eius locum substitui eumdem cyclum XXVIII annorum, ab eodem Lilio, tum ad dictam intercalandi bissexti in centesimis annis rationem, tum ad quamcumque anni solaris magnitudinem, accommodatum; ex quo litera dominicalis beneficio cycli solaris, æque facile ac prius, ut in proprio canone explicatur, reperiri possit in perpetuum.&lt;br /&gt;
Nos igitur, ut quod proprium pontificis maximi esse solet exequamur, calendarium immensa Dei erga Ecclesiam suam benignitate iam correctum atque absolutum hoc nostro decreto probamus, et Romæ una cum martyrologio imprimi, impressumque divulgari iussimus.&lt;br /&gt;
Ut vero utrumque ubique terrarum incorruptum ac mendis et erroribus purgatum servetur, omnibus in nostro et sanctæ Romanæ Ecclesiæ dominio mediate vel immediate subiecto commorantibus impressoribus, sub amissionis librorum ac centum ducatorum auri Cameræ Apostolicæ ipso facto applicandorum; aliis vero, in quacumque orbis parte consistentibus, sub excommunicationis latæ sententiæ ac aliis arbitrii nostri poenis, ne sine nostra licentia calendarium aut martyrologium, simul vel separatim, imprimere vel proponere, aut recipere ullo modo audeant vel præsumant, prohibemus.&lt;br /&gt;
Tollimus autem et abolemus omnino vetus calendarium, volumusque ut omnes patriarchæ, primates, archiepiscopi, episcopi, abbates et ceteri ecclesiarum præsides novum calendarium (ad quod etiam accomodata est ratio martyrologii), pro divinis officiis recitandis et festis celebrandis, in suas quisque ecclesias, monasteria, conventus, ordines, militias et dioeceses introducant, et eo solo utantur, tam ipsi quam ceteri omnes presbyteri et clerici sæculares et regulares utriusque sexus, necnon milites et omnes christifideles, cuius usus incipiet post decem illos dies ex mense Octobri anni MDLXXXII exemptos. Iis vero, qui adeo longinquas incolunt regiones, ut ante præscriptum a nobis tempus harum literarum notitiam habere non possint, liceat, eodem tamen Octobri mense insequentis anni MDLXXXIII vel alterius, cum primum scilicet ad eos hæ nostræ literæ pervenerint, modo a nobis paulo ante tradito, eiusmodi mutationem facere, ut copiosius in nostro calendario anni correctionis explicabitur.&lt;br /&gt;
Pro data autem nobis a Domino auctoritate hortamur et rogamus carissimum in Christo filium nostrum Rodulphum Romanorum regem illustrem in imperatorem electum, ceterosque reges, principes ac respublicas, iisdemque mandamus ut quo studio illi a nobis contenderunt, ut hoc tam præclarum opus perficeremus, eodem, immo etiam maiore, ad conservandam in celebrandis festivitatibus inter christianas nationes concordiam, nostrum hoc calendarium et ipsi suscipiant, et a cunctis sibi subiectis populis religiose suscipiendum inviolateque observandum curent.&lt;br /&gt;
Verum, quia difficile foret præsentes literas ad universa christiani orbis loca deferri, illas ad basilicæ Principis Apostolorum et Cancellariæ Apostolicæ valvas, et in acie Campi Floræ publicari et affigi; et earumdem literarum exemplis, etiam impressis, et voluminibus calendarii et martyrologii insertis et præpositis, sive manu tabellionis publici subscriptis, necnon sigillo personæ in dignitate ecclesiastica constitutæ obsignatis, eamdem prorsus indubitatam fidem ubique gentium et locorum haberi præcipimus, quæ originalibus literis exhibitis omnino haberetur.&lt;br /&gt;
Nulli ergo omnino hominum liceat hanc paginam nostrorum præceptorum, mandatorum, statutorum, voluntatis, probationis, prohibitionis, sublationis, abolitionis, hortationis et rogationis infringere, vel ei ausu temerario contraire. Si quis autem hoc attentare præsumpserit, indignationem omnipotentis Dei ac beatorum Petri et Pauli apostolorum eius se noverit incursurum. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Datum Tusculi, anno Incarnationis dominicæ MDLXXXI, sexto Kalendas Martii, pontificatus nostri anno X.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cae. Glorierius&lt;br /&gt;
A. de Alexijs&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Books and links==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Peter J. Carrol. Liber Null &amp;amp; Psychonaut. An introduction to Chaos Magic. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Daniel Pinchbeck. Breaking open the head. A psychedelic journey into contemporary shamanism. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.realitysandwich.com/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isabella Stengers, Phillipe Pignarre, Andrew Goffey. Capitalist Sorcery: Breaking the Spell.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://en.wikipedia.org/wiki/Chaos_magic&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://theoraclemachine.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://xname.cc&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Introdu%C3%A7%C3%A3o_Tecnomagia&amp;diff=10804</id>
		<title>Introdução Tecnomagia</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Introdu%C3%A7%C3%A3o_Tecnomagia&amp;diff=10804"/>
				<updated>2013-09-30T21:55:35Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Belisards: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Maio de 2012, Vale do Pavão. Em plena guerrilha ontológica, convergências emergentes conjuram o improvável encontro: TECNOMAGIA. Estética, tecnologia, ficção, ciência, magia e política e experiência entrelaçadas apertaram o nó górdio na garganta dos modernos. Nem “pré”, nem “pós”. Buscou-se então o entre. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A natureza agora em suas mãos não busca definições ou uma abordagem unificadora entre diferentes perspectivas. Trata-se aqui de um elogio da alteridade, um caleidoscópio de multiplicidades. Entre teorias e poemas, ensaios e diálogos, as páginas deste livro são um convite e uma provocação para a auto-experimentação e a invenção de novas relações entre homem, máquinas e mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
--&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quais os limites da crença míope na ciência normal e sua sucessão infinita de paradigmas? Com quantos progressos se faz uma barbárie? Ou dissecar então a etimologia de &amp;quot;Universo&amp;quot; até chegar no fim da História para repetir como farsa apoteótica? Puro Oxímoro? Redes de delírios?   &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nascidos em hospitais, assassinaram a lógica por legítima defesa e fugiram da aula de anatomia. Recusaram o pragmatismo da talha dos bisturis hipocráticos, afiados para esta operação cirúrgica de cortes dos umbigos da genealogia que definiu os nomes das crenças todas. Inventaram o elo perdido entre o pré-histórico e o pós-digital, que agora opera diretamente em função de desejos subjetivos de busca por potencialização de alteridades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que querem estes filhos bastardos com seus caleidoscópios de lendas e ciências tortas, derivadas e híbridas? Ameaça ao tabuleiro de mapas e peças da batalha entre os Homo Fabers. A geologia da Alquimia, da Macumba, das Cartomancias Insurgentes, das Santerias, da Física Computacional Aplicada, das Gambiarras, das Técnicas do Êxtase reunidas não sobre um mesmo platô, mas em uma intensa caixa de areia. Hermes-Exu. Falanges e turbas de entidades míticas a protegem daqueles que podem crer em algo para além da metafísica da colisão de partículas, gerando novos universos e redefinindo as posições dos astros, estrelas e fronteiras. Tecnologia é mato. O mato é humano. Pise na grama. Brisa levando sigilos encriptados para o xamã-rádio no ipê com seu maracá-desacelerador de partícula.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Construir alianças com a técnica não-cartografáveis por taxonomias dos fazeres e saberes. Amar o erro. Amar a máquina. Ser máquina. Renomear-nos. Ciência subjetiva da coisas. Simbiose entre organismos e matérias. A especialização foi um erro. Os alquimistas estão voltando.  A pura entropia, sem as contas? Ábacos são Oráculos? Que horas temos? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Faça-se carne entre nós!&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Introdu%C3%A7%C3%A3o_Tecnomagia&amp;diff=10803</id>
		<title>Introdução Tecnomagia</title>
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				<updated>2013-09-30T21:55:01Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Belisards: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Maio de 2012, Vale do Pavão. Em plena guerrilha ontológica, convergências emergentes conjugam o improvável encontro: TECNOMAGIA. Estética, tecnologia, ficção, ciência, magia e política e experiência entrelaçadas apertaram o nó górdio na garganta dos modernos. Nem “pré”, nem “pós”. Buscou-se então o entre. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A natureza agora em suas mãos não busca definições ou uma abordagem unificadora entre diferentes perspectivas. Trata-se aqui de um elogio da alteridade, um caleidoscópio de multiplicidades. Entre teorias e poemas, ensaios e diálogos, as páginas deste livro são um convite e uma provocação para a auto-experimentação e a invenção de novas relações entre homem, máquinas e mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
--&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quais os limites da crença míope na ciência normal e sua sucessão infinita de paradigmas? Com quantos progressos se faz uma barbárie? Ou dissecar então a etimologia de &amp;quot;Universo&amp;quot; até chegar no fim da História para repetir como farsa apoteótica? Puro Oxímoro? Redes de delírios?   &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nascidos em hospitais, assassinaram a lógica por legítima defesa e fugiram da aula de anatomia. Recusaram o pragmatismo da talha dos bisturis hipocráticos, afiados para esta operação cirúrgica de cortes dos umbigos da genealogia que definiu os nomes das crenças todas. Inventaram o elo perdido entre o pré-histórico e o pós-digital, que agora opera diretamente em função de desejos subjetivos de busca por potencialização de alteridades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que querem estes filhos bastardos com seus caleidoscópios de lendas e ciências tortas, derivadas e híbridas? Ameaça ao tabuleiro de mapas e peças da batalha entre os Homo Fabers. A geologia da Alquimia, da Macumba, das Cartomancias Insurgentes, das Santerias, da Física Computacional Aplicada, das Gambiarras, das Técnicas do Êxtase reunidas não sobre um mesmo platô, mas em uma intensa caixa de areia. Hermes-Exu. Falanges e turbas de entidades míticas a protegem daqueles que podem crer em algo para além da metafísica da colisão de partículas, gerando novos universos e redefinindo as posições dos astros, estrelas e fronteiras. Tecnologia é mato. O mato é humano. Pise na grama. Brisa levando sigilos encriptados para o xamã-rádio no ipê com seu maracá-desacelerador de partícula.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Construir alianças com a técnica não-cartografáveis por taxonomias dos fazeres e saberes. Amar o erro. Amar a máquina. Ser máquina. Renomear-nos. Ciência subjetiva da coisas. Simbiose entre organismos e matérias. A especialização foi um erro. Os alquimistas estão voltando.  A pura entropia, sem as contas? Ábacos são Oráculos? Que horas temos? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Faça-se carne entre nós!&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

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		<title>Introdução Tecnomagia</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Belisards: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Maio de 2012, Vale do Pavão. Em plena guerrilha ontológica, convergências emergentes conjugam o improvável encontro: TECNOMAGIA. Estética, tecnologia, ficção, ciência, magia e política e experiência entrelaçadas apertaram o nó górdio na garganta dos modernos. Nem “pré”, nem “pós”. Buscou-se então o entre. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A natureza agora em suas mãos não busca definições ou uma abordagem unificadora entre diferentes perspectivas. Trata-se aqui de um elogio da alteridade, um caleidoscópio de multiplicidades. Entre teorias e poemas, ensaios e diálogos, as páginas deste livro são um convite e uma provocação para a auto-experimentação e a invenção de novas relações entre homem, máquinas e mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
--&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tecnologia é mato. O mato é humano. Pise na grama. Brisa levando sigilos encriptados para o xamã-rádio no ipê com seu maracá-desacelerador de partícula. Quais os limites da crença míope na ciência normal e sua sucessão infinita de paradigmas? Com quantos progressos se faz uma barbárie? Ou dissecar então a etimologia de &amp;quot;Universo&amp;quot; até chegar no fim da História para repetir como farsa apoteótica? Puro Oxímoro? Redes de delírios?   &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nascidos em hospitais, assassinaram a lógica por legítima defesa e fugiram da aula de anatomia. Recusaram o pragmatismo da talha dos bisturis hipocráticos, afiados para esta operação cirúrgica de cortes dos umbigos da genealogia que definiu os nomes das crenças todas. Inventaram o elo perdido entre o pré-histórico e o pós-digital, que agora opera diretamente em função de desejos subjetivos de busca por potencialização de alteridades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que querem estes filhos bastardos com seus caleidoscópios de lendas e ciências tortas, derivadas e híbridas? Ameaça ao tabuleiro de mapas e peças da batalha entre os Homo Fabers. A geologia da Alquimia, da Macumba, das Cartomancias Insurgentes, das Santerias, da Física Computacional Aplicada, das Gambiarras, das Técnicas do Êxtase reunidas não sobre um mesmo platô, mas em uma intensa caixa de areia. Hermes-Exu. Falanges e turbas de entidades míticas a protegem daqueles que podem crer em algo para além da metafísica da colisão de partículas, gerando novos universos e redefinindo as posições dos astros, estrelas e fronteiras. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Construir alianças com a técnica não-cartografáveis por taxonomias dos fazeres e saberes. Amar o erro. Amar a máquina. Ser máquina. Renomear-nos. Ciência subjetiva da coisas. Simbiose entre organismos e matérias. A especialização foi um erro. Os alquimistas estão voltando.  A pura entropia, sem as contas? Ábacos são Oráculos? Que horas temos? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Faça-se carne entre nós!&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

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		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Introdu%C3%A7%C3%A3o_Tecnomagia&amp;diff=10801</id>
		<title>Introdução Tecnomagia</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Belisards: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Maio de 2012, Vale do Pavão. Em plena guerrilha ontológica, convergências emergentes conjugam o improvável encontro: TECNOMAGIA. Estética, tecnologia, ficção, ciência, magia e política e experiência entrelaçadas apertaram o nó górdio na garganta dos modernos. Nem “pré”, nem “pós”. Buscou-se então o entre. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A natureza agora em suas mãos não busca definições ou uma abordagem unificadora entre diferentes perspectivas. Trata-se aqui de um elogio da alteridade, um caleidoscópio de multiplicidades. Entre teorias e poemas, ensaios e diálogos, as páginas deste livro são um convite e uma provocação para a auto-experimentação e a invenção de novas relações entre homem, máquinas e mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
--&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tecnologia é mato. O mato é humano. Pise na grama. Brisa levando sigilos encriptados para o xamã-rádio no ipê com seu maracá-desacelerador de partícula. Quais os limites da crença míope na ciência normal e sua sucessão infinita de paradigmas? Com quantos progressos se faz uma barbárie? Ou dissecar então a etimologia de &amp;quot;Universo&amp;quot; até chegar no fim da História para repetir como farsa apoteótica? Puro Oxímoro? Redes de delírios?   &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nascidos em hospitais, assassinaram a lógica por legítima defesa e fugiram da aula de anatomia. Recusaram o pragmatismo da talha dos bisturis hipocráticos, afiados para esta operação cirúrgica de cortes dos umbigos da genealogia que definiu os nomes das crenças todas. Inventaram o elo perdido entre o pré-histórico e o pós-digital, que agora opera diretamente em função de desejos subjetivos de busca por potencialização de alteridades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que querem estes filhos bastardos com seus caleidoscópios de lendas e ciências tortas, derivadas e híbridas? Ameaça ao tabuleiro de mapas e peças da batalha entre os Homo Fabers. A geologia da Alquimia, da Macumba, das Cartomancias Insurgentes, das Santerias, da Física Computacional Aplicada, das Gambiarras, das Técnicas do Êxtase reunidas não sobre um mesmo platô, mas em uma intensa caixa de areia. Hermes-Exu. Falanges e turbas de entidades míticas a protegem daqueles que podem crer em algo para além da metafísica da colisão de partículas, gerando novos universos e redefinindo as posições dos astros, estrelas e fronteiras. Ferro e arte; tecnologia e natureza. Ogun e Oxossi.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Construir alianças com a técnica não-cartografáveis por taxonomias dos fazeres e saberes. Amar o erro. Amar a máquina. Ser máquina. Renomear-nos. Ciência subjetiva da coisas. Simbiose entre organismos e matérias. A especialização foi um erro. Os alquimistas estão voltando.  A pura entropia, sem as contas? Ábacos são Oráculos? Que horas temos? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Faça-se carne entre nós!&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Introdu%C3%A7%C3%A3o_Tecnomagia&amp;diff=10800</id>
		<title>Introdução Tecnomagia</title>
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				<updated>2013-09-30T21:35:10Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Belisards: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Maio de 2012, Vale do Pavão. Em plena guerrilha ontológica, convergências emergentes conjugam o improvável encontro: TECNOMAGIA. Estética, tecnologia, ficção, ciência, magia e política e experiência entrelaçadas apertaram o nó górdio na garganta dos modernos. Nem “pré”, nem “pós”. Buscou-se então o entre. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A natureza agora em suas mãos não busca definições ou uma abordagem unificadora entre diferentes perspectivas. Trata-se aqui de um elogio da alteridade, um caleidoscópio de multiplicidades. Entre teorias e poemas, ensaios e diálogos, as páginas deste livro são um convite e uma provocação para a auto-experimentação e a invenção de novas relações entre homem, máquinas e mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
--&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tecnologia é mato. O mato é humano. Pise na grama. Brisa levando sigilos encriptados para o xamã-rádio no ipê com seu maracá-desacelerador de partícula. Quais os limites da crença míope na ciência normal e sua sucessão infinita de paradigmas? Com quantos progressos se faz uma barbárie? Ou dissecar então a etimologia de &amp;quot;Universo&amp;quot; até chegar no fim da História para repetir como farsa apoteótica? Puro Oxímoro? Redes de delírios?   &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nascidos em hospitais, assinaram a lógica por legítima defesa e fugiram da aula de anatomia. Recusaram o pragmatismo da talha dos bisturis hipocráticos, afiados para esta operação cirúrgica de cortes dos umbigos da genealogia que definiu os nomes das crenças todas. Inventaram o elo perdido entre o pré-histórico e o pós-digital, que agora opera diretamente em função de desejos subjetivos de busca por potencialização de alteridades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que querem estes filhos bastardos com seus caleidoscópios de lendas e ciências tortas, derivadas e híbridas? Ameaça ao tabuleiro de mapas e peças da batalha entre os Homo Fabers. A geologia da Alquimia, da Macumba, das Cartomancias Insurgentes, das Santerias, da Física Computacional Aplicada, das Gambiarras, das Técnicas do Êxtase reunidas não sobre um mesmo platô, mas em uma intensa caixa de areia. Falanges e turbas de entidades míticas a protegem daqueles que podem crer em algo para além da metafísica da colisão de partículas, gerando novos universos e redefinindo as posições dos astros, estrelas e fronteiras. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Construir alianças com a técnica não-cartografáveis por taxonomias dos fazeres e saberes. Amar o erro. Amar a máquina. Ser máquina. Renomear-nos. Ciência subjetiva da coisas. Simbiose entre organismos e matérias. A pura entropia, sem as contas? Ábacos são Oráculos? Que horas temos? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Faça-se carne entre nós!&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Introdu%C3%A7%C3%A3o_Tecnomagia&amp;diff=10799</id>
		<title>Introdução Tecnomagia</title>
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				<updated>2013-09-26T23:39:17Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Belisards: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Maio de 2012, Vale do Pavão. Em plena guerrilha ontológica, convergências emergentes conjugam o improvável encontro: TECNOMAGIA. Estética, ficção, ciência, política e experiência entrelaçadas apertaram o nó górdio na garganta dos modernos. Nem “pré”, nem “pós”. Buscou-se então o entre. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A natureza agora em suas mãos não busca definições ou uma abordagem unificadora entre diferentes perspectivas. Trata-se aqui de um elogio da alteridade, um caleidoscópio de multiplicidades. Entre teorias e poemas, ensaios e diálogos, as páginas deste livro são um convite e uma provocação para a auto-experimentação e a invenção de novas relações entre homem, máquinas e mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
--&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus se vê Natureza. Tecnologia é mato. O mato é humano. Pise na grama. Brisa levando sigilos encriptados para o xamã-rádio no ipê com seu maracá-desacelerador de partícula. Quais os limites da crença míope na ciência normal e sua sucessão infinita de paradigmas? Com quantos progressos se faz uma barbárie? Ou dissecar então a etimologia de &amp;quot;Universo&amp;quot; até chegar no fim da História para repetir como farsa apoteótica? Puro Oxímoro? Redes de delírios?   &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nascidos em hospitais, assinaram a lógica por legítima defesa e fugiram da jaula de anatomia. Recusaram o pragmatismo da talha dos bisturis hipocráticos, afiados para esta operação cirúrgica de cortes dos umbigos da genealogia que definiu os nomes das crenças todas. Inventaram o elo perdido entre o pré-histórico e o pós-digital, que agora opera diretamente em função de desejos subjetivos de busca por potencialização de alteridades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que querem estes filhos bastardos com seus caleidoscópios de lendas e ciências tortas, derivadas e híbridas? Ameaça ao tabuleiro de mapas e peças da batalha entre os Homo Fabers. A geologia da Alquimia, da Macumba, das Cartomancias Insurgentes, das Santerias, da Física Computacional Aplicada, das Gambiarras, das Técnicas do Êxtase reunidas não sobre um mesmo platô, mas em uma intensa caixa de areia. Falanges e turbas de entidades míticas a protegem daqueles que podem crer em algo para além da metafísica da colisão de partículas, gerando novos universos e redefinindo as posições dos astros, estrelas e fronteiras. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Construir alianças com a técnica não-cartografáveis por taxonomias dos fazeres e saberes. Amar o erro. Amar a máquina. Ser máquina. Renomear-nos. Ciência subjetiva da coisas. Simbiose entre organismos e matérias. A pura entropia, sem as contas? Ábacos são Oráculos? Que horas temos? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Faça-se carne entre nós!&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Introdu%C3%A7%C3%A3o_Tecnomagia&amp;diff=10798</id>
		<title>Introdução Tecnomagia</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Belisards: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus se vê Natureza. Tecnologia é mato. O mato é humano. Pise na grama. Brisa levando sigilos encriptados para o xamã-rádio no ipê com seu maracá-desacelerador de partícula. Quais os limites da crença míope na ciência normal e sua sucessão infinita de paradigmas? Com quantos progressos se faz uma barbárie? Ou dissecar então a etimologia de &amp;quot;Universo&amp;quot; até chegar no fim da História para repetir como farsa apoteótica? Puro Oxímoro? Redes de delírios?   &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nascidos em hospitais, assinaram a lógica por legítima defesa e fugiram da jaula de anatomia. Recusaram o pragmatismo da talha dos bisturis hipocráticos, afiados para esta operação cirúrgica de cortes dos umbigos da genealogia que definiu os nomes das crenças todas. Inventaram o elo perdido entre o pré-histórico e o pós-digital, que agora opera diretamente em função de desejos subjetivos de busca por potencialização de alteridades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que querem estes filhos bastardos com seus caleidoscópios de lendas e ciências tortas, derivadas e híbridas? Ameaça ao tabuleiro de mapas e peças da batalha entre os Homo Fabers. A geologia da Alquimia, da Macumba, das Cartomancias Insurgentes, das Santerias, da Física Computacional Aplicada, das Gambiarras, das Técnicas do Êxtase reunidas não sobre um mesmo platô, mas em uma intensa caixa de areia. Falanges e turbas de entidades míticas a protegem daqueles que podem crer em algo para além da metafísica da colisão de partículas, gerando novos universos e redefinindo as posições dos astros, estrelas e fronteiras. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Construir alianças com a técnica não-cartografáveis por taxonomias dos fazeres e saberes. Amar o erro. Amar a máquina. Ser máquina. Renomear-nos. Ciência subjetiva da coisas. Simbiose entre organismos e matérias. A pura entropia, sem as contas? Ábacos são Oráculos? Que horas temos? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Faça-se carne entre nós!&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Tecnomagia&amp;diff=8809</id>
		<title>Tecnomagia</title>
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				<updated>2013-07-31T04:55:01Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Belisards: /* Ebook */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Publicação ==&lt;br /&gt;
Disponiblização em formato wiki do livro Tecnomagia completo. Ajude-nos a corrigir erros e formatar os textos para melhor exibição, editando as páginas a seguir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Livro ====&lt;br /&gt;
# [[Introdução Tecnomagia]]&lt;br /&gt;
# [[Orelha do livro Tecnomagia]]&lt;br /&gt;
# [[Magia e Tecnologia]] - Pedro Soler&lt;br /&gt;
# [[Microculturas]] - Vahida Ramujkic, Moshe Robes y Aviv Kruglanski &lt;br /&gt;
# [[Magia e Tecnologia]] - Alfred Gell&lt;br /&gt;
# [[Descristalização]] - Jonathan Kemp&lt;br /&gt;
# [[Poema]] - George Sander&lt;br /&gt;
# [[Iniciação técnica numa formação moderna em humanidades]] - Gilbert Simondon&lt;br /&gt;
# [[Antropologia das sociedades encantadas]] - Thais Brito&lt;br /&gt;
# [[Magia:a: caminho de resignificação e e ritos]] - Eá de Apsu&lt;br /&gt;
# [[Pequeno Manual do Astrólogo Amador Artificial]] - Bruno Vianna&lt;br /&gt;
# [[Tecnomagias]] - Adrian Gomez&lt;br /&gt;
# [[Mantra Digital]] - Morgana Gomes&lt;br /&gt;
# [[Fragmento de um dialogo pós-apocalíptico]] - Cartesius Ciborgis&lt;br /&gt;
# [[Escolher]] - Felipe Fonseca&lt;br /&gt;
# [[Tecnomagia - Fabiane Borges]]&lt;br /&gt;
# [[Cyberpunk como alquimista moderno]] - Timothy Leary&lt;br /&gt;
# [[Tecnomagia: metareciclagem e rádios livres no front de uma guerra ontológica]] - Thiago Novaes&lt;br /&gt;
# [[Tempo Livre]] - Martin Howse&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Ebook ====&lt;br /&gt;
#[[A corrida da Antena]] - Fabi Borges&lt;br /&gt;
#[[Alquimia de Corazones]] - Katiushka Borges &lt;br /&gt;
#[[Tecnoxamanismo]] - Allan Mendes&lt;br /&gt;
#[[A Cartilha]] - Samir Oliveira&lt;br /&gt;
#[[Movimento para acender luzes automáticas]] - Paola Barreto Leblanc1&lt;br /&gt;
#[[O supermassivo buraco negro dançando com o fogo do sol]]&lt;br /&gt;
#[[pamphlet111111]] - Tiago Spina&lt;br /&gt;
#[[Re-manifesto antropofágico para era digital]] - Vanessa Maia Ramos-Velasquez&lt;br /&gt;
http://www.alegrar.com.br/02/02pedro.pdf&lt;br /&gt;
http://www.netzliteratur.net/cramer/wordsmadefleshpdf.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Portal Interdimensional da Pajelança Tecnomagica==&lt;br /&gt;
[[ Arquivo:Caxingueled_LOW_anima.gif |thumb | left | Any sufficiently advanced technology is indistinguishable from magic (Arthur C. Clarke) ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[PROGRAMAÇÃO]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[PARTICIPANTES]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[COMO CHEGAR]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[MICROPOLÍTICAS]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 10 a 13 de Maio no Vale do Pavão - Na [http://nuvem.tk/ NUVEM] estação rural de arte e tecnologia ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quais os limites da sua crença na [http://en.wikipedia.org/wiki/Normal_science ciência normal] e sua sucessão infinita de paradigmas?&lt;br /&gt;
Nós nascemos em hospitais mas fugimos da aula de anatomia e todo o pragmatismo da talha hipocrática dos bisturis afiados desta operação&lt;br /&gt;
cirúrgica de cortes dos umbigos da genealogia que definiu os nomes das crenças todas. &lt;br /&gt;
Falanges e turbas de entidades míticas que protegem o pensamento daqueles que podem crer em algo para além da metafísica da colisão de particulas que gerarariam novos universos, redefinindo as posições dos astros, estrelas e fronteiras.&lt;br /&gt;
Dissecar então a etimologia de &amp;quot;Universo&amp;quot; até chegar no fim da História para enfim repetir como farsa apoteótica?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez o que querem os bastardos desta genealogia da Alquimia, Macumba, Santeria, Física Computacional Aplicada e todo seu caleidoscópio de lendas tortas derivadas e híbridas de uma mesma rede de delírios seja apenas a parte ritual de uma celebração da dúvida que persiste como impossibilidade da morte em vida. Puro Oxímoro. A pura entropia, sem as contas? Ábacos são Oráculos? Que horas temos? Faça-se carne entre nós!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Nadie pudo ser cosmonauta lr.png | thumb |left | &amp;quot;É possível que os deuses não me negassem o achado de uma imagem equivalente, mas este relato ficaria contaminado de literatura, de falsidade. Mesmo porque o problema central é insolúvel: a enumeração, sequer parcial, de um conjunto infinito. Nesse instante gigantesco, vi milhões de atos prazerosos ou atrozes; nenhum me assombrou tanto como o fato de que todos ocupassem o mesmo ponto, sem superposição e sem transparência. O que viram meus olhos foi simultâneo; o que transcreverei, sucessivo, pois a linguagem o é. Algo, entretanto, registrarei.&amp;quot; (Borges - O Aleph)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Panspermia2.png | thumb |left | “O INQUISIDOR – Essa gente afirma que é da matemática que se trata e não do espírito da rebeldia e da dúvida. Mas não é de matemática que se trata. É uma inquietação horrenda que se estende pelo mundo. É a inquietação de seu próprio cérebro que eles transpuseram para a terra imóvel. Eles gritam: são os números que nos convencem! Mas os números de onde vêm? Qualquer um sabe que eles vêm da dúvida. Esses homens duvidam de tudo. Será na dúvida, e não mais na fé, que iremos fundar a sociedade humana?” (B.Brecht – Leben des Galilei)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Sincabeza.jpg| thumb |left | &amp;quot;Laikai: 空 no céu なし青色なし azul nenhuma 雲 nuvem&amp;quot;(f?r!) ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Mandingalgo-Ritmos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Ovo_elemental.png |thumb | 300px | right | “Computer science is no more about computers than astronomy is about telescopes.” (Edsger W. Dijkstra)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Os feiticeiros sempre tiveram a posição anômala, na fronteira dos campos ou dos bosques. Eles assombram as fronteiras. Eles se encontram na borda do vilarejo, ou entre dois vilarejos. O importante é sua afinidade com a aliança, com o pacto, que lhes dá um estatuto oposto ao da filiação. Com o anômalo, a relação é de aliança. O feiticeiro está numa relação de aliança com Yupana como potência do anômalo.&amp;quot; (Mil Platôs v4 - deleuze &amp;amp;&amp;amp; guatarri)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seguem assim soltas, &lt;br /&gt;
as notações do papo que tivemos na sexta pós carnaval. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o xamã é um rádio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.alegrar.com.br/02/02pedro.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.maxwell.lambda.ele.puc-rio.br/17409/17409_5.PDF&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.astrumargentum.org/arquivos/amt/intro_daath.htm&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Laikai:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
空 no céu&lt;br /&gt;
なし青色なし azul nenhuma&lt;br /&gt;
雲 nuvem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://mysticbourgeoisie.blogspot.com/&lt;br /&gt;
http://www.college-de-pataphysique.org/college/accueil.html&lt;br /&gt;
http://www.sosaci.org&lt;br /&gt;
http://deoxy.org/&lt;br /&gt;
http://weird-fiction.net/&lt;br /&gt;
http://www.naturezadivina.com.br/loja/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
une coup de daath jamais n'aboliré le ogarythm&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=ZHKgcYsBfPM&lt;br /&gt;
http://labyrinthofthepsychonaut.blogspot.com/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
dispositivo experiência&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=QQg-EZMEXfw&lt;br /&gt;
http://www.who.int/healthsystems/topics/technology/en/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ps: esqueci um livro do Carl Sagan aí...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
.........&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
tecnoxamanismo - esquizoanalises - experiencias com magia e performance - Fabiane Borges&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
blog: http://catahistorias.wordpress.com&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Raptos tecnomagicos - SUMMERLAB - Gijon -  ASTURIAS - 2011&lt;br /&gt;
http://vimeo.com/28709342&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- na rua - alienacao conduzida -  em Piedras Blancas - Asturias 2011&lt;br /&gt;
http://vimeo.com/28734197&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- experiencias neomiticas - em Londres - Goldsmiths 2011&lt;br /&gt;
http://vimeo.com/25274823&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- epifanias possiveis - Campinas - 2005&lt;br /&gt;
http://vimeo.com/23837120&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- processos imersivos 1 - Sao Paulo - 2005&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=dp5IjbCXG5M&amp;amp;list=UUrR0pFH70uHic8I3P9JjHAQ&amp;amp;index=22&amp;amp;feature=plcp&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
......&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Alquimias  http://crystalworld.org.uk http://xxn.org.uk/doku.php &lt;br /&gt;
Jonathan Kemp&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://tecnomagxs.wordpress.com/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://filosonias.blogspot.com/2010/12/gnoise.html&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*caça fantasmas (da Goldsmith) - parapsicologia (ciência), tecnologia da mediunidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* tecnomagos - endomorfoses, tecnobruxarias http://1010.co.uk/xxxxx_publication.html&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*humor: http://tecnomagoo.blogspot.com/&lt;br /&gt;
http://technoshamanism.net/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IDEIAS&lt;br /&gt;
* Conciência cósmica - sentimento de pertencimento a algo que é maior e que (neste caso, não é um sentimento cristão)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Tecnociências - conhecimento empírico&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Antropomorfismo - o índio se vê como natureza. e nós?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Ecohackers, Biohackers - A nova natureza, lugar para se atravessar&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Escuta de satélites - antenas de samambaia, personagens,  neo mitos, narrativas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*culto a carga- http://en.wikipedia.org/wiki/Cargo_cul&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Protocolos rituais - programando e (des)programando ritos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* rave, drogas e xamanismo - http://en.wikipedia.org/wiki/Technoshamanism&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*http://catahistorias.files.wordpress.com/2011/11/tecnomagia-na-lista-do-ipe1.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*charlatanismos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
que mais?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
banca de doutorado valendo diploma Honoris Causa na Universidade Livre versus Universidade Nomãde assinado pelo Jodorowski e pelo Ministério de Pesca de Satélites.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &amp;quot;banca de doutorado&amp;quot; ou &amp;quot;Inquisição&amp;quot; tanto faz o nome&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* tradução da bula que determina o calendário gregoriano, modificando datas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* fabricação de cimento artesanal para construção de um templo que será depois transformado em universidade laiKa. com o que sobrar fazer antenas gigantes: http://www.te1.com.br/2012/01/antenas-parabolicas-inusitadas-faca-voce-mesmo-sua-antena-parabolica-com-tijolo-se-cimento-so-vendo-pra-crer/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* construção de um alambique artesanal de cachaça, porém não chamar de cachaça, achar um nome sagrado para esta bebida:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* reforma agrária&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Proclamação do Calendário Que Ainda nos Assombra ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Inter Gravissimas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
by Pope Gregory XIII (Ugo Buoncampagni)&lt;br /&gt;
February 24, 1582&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GREGORIUS EPISCOPUS&lt;br /&gt;
SERVUS SERVORUM DEI&lt;br /&gt;
AD PERPETUAM REI MEMORIAM.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
INTER gravissimas pastoralis officii nostri curas, ea postrema non est, ut quæ a sacro Tridentino concilio Sedi Apostolicæ reservata sunt, illa ad finem optatum, Deo adiutore, perducantur.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sane eiusdem concilii patres, cum ad reliquas cogitationes breviarii quoque curam adiungerent, tempore tamen exclusi, rem totam ex ipsius concilii decreto ad auctoritatem et iudicium Romani Pontificis retulerunt.&lt;br /&gt;
Duo autem breviario præcipue continentur, quorum unum preces laudesque divinas festis profestisque diebus persolvendas complectitur, alterum pertinet ad annuos Paschæ festorumque ex eo pendentium recursus, solis et lunæ motu metiendos.&lt;br /&gt;
Atque illud quidem felicis recordationis Pius V, prædecessor noster, absolvendum curavit atque edidit.&lt;br /&gt;
Hoc vero, quod nimirum exigit legitimam kalendarii restitutionem, iamdiu a Romanis Pontificibus prædecessoribus nostris et sæpius tentatum est; verum absolvi et ad exitum perduci ad hoc usque tempus non potuit, quod rationes emendandi kalendarii, quæ a coelestium motuum peritis proponebantur, propter magnas et fere inextricabiles difficultates, quas huiusmodi emendatio semper habuit, neque perennes erant, neque antiquos ecclesiasticos ritus incolumes (quod in primis hac in re curandum erat) servabant.&lt;br /&gt;
Dum itaque nos quoque, credita nobis, licet indignis, a Deo dispensatione freti, in hac cogitatione curaque versaremur, allatus est nobis liber a dilecto filio Antonio Lilio, artium et medicinæ doctore, quem quondam Aloysius eius germanus frater conscripserat, in quo per novum quemdam epactarum cyclum ab eo excogitatum, et ad certam ipsius aurei numeri normam directum, atque ad quamcumque anni solaris magnitudinem accommodatum, omnia quæ in calendario collapsa sunt, constanti ratione et sæculis omnibus duratura, sic restitui posse ostendit ut calendarium ipsum nulli umquam mutationi in posterum expositum esse videatur. Novam hanc restituendi calendarii rationem, exiguo volumine comprehensam, ad christianos principes celebrioresque universitates paucos ante annos misimus, ut res quæ omnium communis est, communi etiam omnium consilio perficeretur; illi cum, quod maxime optabamus, concordes respondissent, eorum nos omnium consensione adducti, viros ad calendarii emendationem adhibuimus in alma Urbe harum rerum peritissimos, quos longe ante ex primariis christiani orbis nationibus delegeramus. Ii cum multum temporis et diligentiæ ad eam lucubrationem adhibuissent, et cyclos tam veterum quam recentiorum undique conquisitos ac diligentissime perpensos inter se contulissent, suo et doctorum hominum, qui de ea re scripserunt, iudicio, hunc, præ ceteris, elegerunt epactarum cyclum, cui nonnulla etiam adiecerunt, quæ ex accurata circumspectione visa sunt ad calendarii perfectionem maxime pertinere.&lt;br /&gt;
Considerantes igitur nos, ad rectam paschalis festi celebrationem iuxta sanctorum patrum ac veterum Romanorum pontificum, præsertim Pii et Victoris primorum, necnon magni illius oecumenici concilii Nicæni et aliorum sanctiones, tria necessaria coniungenda et statuenda esse: primum, certam verni æquinoctii sedem; deinde rectam positionem XIV lunæ primi mensis, quæ vel in ipsum æquinoctii diem incidit, vel ei proxime succedit; postremo primum quemque diem dominicum, qui eamdem XIV lunam sequitur; curavimus non solum æquinoctium vernum in pristinam sedem, a qua iam a concilio Nicæno decem circiter diebus recessit, restituendum, et XIV paschalem suo in loco, a quo quatuor et eo amplius dies hoc tempore distat, reponendam, sed viam quoque tradendam et rationem, qua cavetur, ut in posterum æquinoctium et XIV luna a propriis sedibus numquam dimoveantur.&lt;br /&gt;
Quo igitur vernum æquinoctium, quod a patribus concilii Nicæni ad XII Kalendas Aprilis fuit constitutum, ad eamdem sedem restituatur, præcipimus et mandamus ut de mense Octobri anni MDLXXXII decem dies inclusive a tertia Nonarum usque ad pridie Idus eximantur, et dies, qui festum S. Francisci IV Nonas celebrari solitum sequitur, dicatur Idus Octobris, atque in eo celebretur festum Ss. Dionysii, Rustici et Eleutherii martyrum, cum commemoratione S. Marci papæ et confessoris, et Ss. Sergii, Bacchi, Marcelli et Apuleii martyrum; septimodecimo vero Kalendas Novembris, qui dies proxime sequitur, celebretur festum S. Callisti papæ et martyris; deinde XVI Kalendas Novembris fiat officium et missa de dominica XVIII post Pentecostem, mutata litera dominicali G in C; quintodecimo denique Kalendas Novembris dies festus agatur S. Lucæ evangelistæ, a quo reliqui deinceps agantur festi dies, prout sunt in calendario descripti.&lt;br /&gt;
Ne vero ex hac nostra decem dierum subtractione, alicui, quod ad annuas vel menstruas præstationes pertinet, præiudicium fiat, partes iudicum erunt in controversis, quæ super hoc exortæ fuerint, dictæ subtractionis rationem habere, addendo alios X dies in fine cuiuslibet præstationis.&lt;br /&gt;
Deinde, ne in posterum a XII Kalendas Aprilis æquinoctium recedat, statuimus bissextum quarto quoque anno (uti mos est) continuari debere, præterquam in centesimis annis; qui, quamvis bissextiles antea semper fuerint, qualem etiam esse volumus annum MDC, post eum tamen qui deinceps consequentur centesimi non omnes bissextiles sint, sed in quadringentis quibusque annis primi quique tres centesimi sine bissexto transigantur, quartus vero quisque centesimus bissextilis sit, ita ut annus MDCC, MDCCC, MDCCCC bissextiles non sint. Anno vero MM, more consueto dies bissextus intercaletur, Februario dies XXIX continente, idemque ordo intermittendi intercalandique bissextum diem in quadringentis quibusque annis perpetuo conservetur.&lt;br /&gt;
Quo item XIV paschalis recte inveniatur, itemque dies lunæ, iuxta antiquum Ecclesiæ morem ex martyrologio singulis diebus ediscendi, fideli populo vere proponantur, statuimus ut, amoto aureo numero de calendario, in eius locum substituatur cyclus epactarum, qui ad certam (uti diximus) aurei numeri normam directus, efficit ut novilunium et XIV paschalis vera loca semper retineant. Idque manifeste apparet ex nostri explicatione calendarii, in quo descriptæ sunt etiam tabulæ paschales secundum priscum Ecclesiæ ritum, quo certius et facilius sacrosanctum Pascha inveniri possit.&lt;br /&gt;
Postremo, quoniam partim ob decem dies de mense Octobri anni MDLXXXII (qui correctionis annus recte dici debet) exemptos, partim ob ternos etiam dies quolibet quadringentorum annorum spatio minime intercalandos, interrumpatur necesse est cyclus literarum dominicalium XXVIII annorum ad hanc usque diem usitatus in Ecclesia Romana, volumus in eius locum substitui eumdem cyclum XXVIII annorum, ab eodem Lilio, tum ad dictam intercalandi bissexti in centesimis annis rationem, tum ad quamcumque anni solaris magnitudinem, accommodatum; ex quo litera dominicalis beneficio cycli solaris, æque facile ac prius, ut in proprio canone explicatur, reperiri possit in perpetuum.&lt;br /&gt;
Nos igitur, ut quod proprium pontificis maximi esse solet exequamur, calendarium immensa Dei erga Ecclesiam suam benignitate iam correctum atque absolutum hoc nostro decreto probamus, et Romæ una cum martyrologio imprimi, impressumque divulgari iussimus.&lt;br /&gt;
Ut vero utrumque ubique terrarum incorruptum ac mendis et erroribus purgatum servetur, omnibus in nostro et sanctæ Romanæ Ecclesiæ dominio mediate vel immediate subiecto commorantibus impressoribus, sub amissionis librorum ac centum ducatorum auri Cameræ Apostolicæ ipso facto applicandorum; aliis vero, in quacumque orbis parte consistentibus, sub excommunicationis latæ sententiæ ac aliis arbitrii nostri poenis, ne sine nostra licentia calendarium aut martyrologium, simul vel separatim, imprimere vel proponere, aut recipere ullo modo audeant vel præsumant, prohibemus.&lt;br /&gt;
Tollimus autem et abolemus omnino vetus calendarium, volumusque ut omnes patriarchæ, primates, archiepiscopi, episcopi, abbates et ceteri ecclesiarum præsides novum calendarium (ad quod etiam accomodata est ratio martyrologii), pro divinis officiis recitandis et festis celebrandis, in suas quisque ecclesias, monasteria, conventus, ordines, militias et dioeceses introducant, et eo solo utantur, tam ipsi quam ceteri omnes presbyteri et clerici sæculares et regulares utriusque sexus, necnon milites et omnes christifideles, cuius usus incipiet post decem illos dies ex mense Octobri anni MDLXXXII exemptos. Iis vero, qui adeo longinquas incolunt regiones, ut ante præscriptum a nobis tempus harum literarum notitiam habere non possint, liceat, eodem tamen Octobri mense insequentis anni MDLXXXIII vel alterius, cum primum scilicet ad eos hæ nostræ literæ pervenerint, modo a nobis paulo ante tradito, eiusmodi mutationem facere, ut copiosius in nostro calendario anni correctionis explicabitur.&lt;br /&gt;
Pro data autem nobis a Domino auctoritate hortamur et rogamus carissimum in Christo filium nostrum Rodulphum Romanorum regem illustrem in imperatorem electum, ceterosque reges, principes ac respublicas, iisdemque mandamus ut quo studio illi a nobis contenderunt, ut hoc tam præclarum opus perficeremus, eodem, immo etiam maiore, ad conservandam in celebrandis festivitatibus inter christianas nationes concordiam, nostrum hoc calendarium et ipsi suscipiant, et a cunctis sibi subiectis populis religiose suscipiendum inviolateque observandum curent.&lt;br /&gt;
Verum, quia difficile foret præsentes literas ad universa christiani orbis loca deferri, illas ad basilicæ Principis Apostolorum et Cancellariæ Apostolicæ valvas, et in acie Campi Floræ publicari et affigi; et earumdem literarum exemplis, etiam impressis, et voluminibus calendarii et martyrologii insertis et præpositis, sive manu tabellionis publici subscriptis, necnon sigillo personæ in dignitate ecclesiastica constitutæ obsignatis, eamdem prorsus indubitatam fidem ubique gentium et locorum haberi præcipimus, quæ originalibus literis exhibitis omnino haberetur.&lt;br /&gt;
Nulli ergo omnino hominum liceat hanc paginam nostrorum præceptorum, mandatorum, statutorum, voluntatis, probationis, prohibitionis, sublationis, abolitionis, hortationis et rogationis infringere, vel ei ausu temerario contraire. Si quis autem hoc attentare præsumpserit, indignationem omnipotentis Dei ac beatorum Petri et Pauli apostolorum eius se noverit incursurum. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Datum Tusculi, anno Incarnationis dominicæ MDLXXXI, sexto Kalendas Martii, pontificatus nostri anno X.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cae. Glorierius&lt;br /&gt;
A. de Alexijs&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Books and links==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Peter J. Carrol. Liber Null &amp;amp; Psychonaut. An introduction to Chaos Magic. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Daniel Pinchbeck. Breaking open the head. A psychedelic journey into contemporary shamanism. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.realitysandwich.com/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isabella Stengers, Phillipe Pignarre, Andrew Goffey. Capitalist Sorcery: Breaking the Spell.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://en.wikipedia.org/wiki/Chaos_magic&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://theoraclemachine.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://xname.cc&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Tecnomagia&amp;diff=8551</id>
		<title>Tecnomagia</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Tecnomagia&amp;diff=8551"/>
				<updated>2013-07-10T17:55:37Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Belisards: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Publicação ==&lt;br /&gt;
Disponiblização em formato wiki do livro Tecnomagia completo. Ajude-nos a corrigir erros e formatar os textos para melhor exibição, editando as páginas a seguir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Livro ====&lt;br /&gt;
# [[Introdução Tecnomagia]]&lt;br /&gt;
# [[Orelha do livro Tecnomagia]]&lt;br /&gt;
# [[Magia e Tecnologia]] - Pedro Soler&lt;br /&gt;
# [[Microculturas]] - Vahida Ramujkic, Moshe Robes y Aviv Kruglanski &lt;br /&gt;
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# [[Magia:a: caminho de resignificação e e ritos]] - Eá de Apsu&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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#[[A Cartilha]] - Samir Oliveira&lt;br /&gt;
#[[Movimento para acender luzes automáticas]] - Paola Barreto Leblanc1&lt;br /&gt;
#[[O supermassivo buraco negro dançando com o fogo do sol]]&lt;br /&gt;
#[[pamphlet111111]] - Tiago Spina&lt;br /&gt;
#[[Re-manifesto antropofágico para era digital]] - Vanessa Maia Ramos-Velasquez&lt;br /&gt;
http://www.alegrar.com.br/02/02pedro.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Portal Interdimensional da Pajelança Tecnomagica==&lt;br /&gt;
[[ Arquivo:Caxingueled_LOW_anima.gif |thumb | left | Any sufficiently advanced technology is indistinguishable from magic (Arthur C. Clarke) ]]&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 10 a 13 de Maio no Vale do Pavão - Na [http://nuvem.tk/ NUVEM] estação rural de arte e tecnologia ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quais os limites da sua crença na [http://en.wikipedia.org/wiki/Normal_science ciência normal] e sua sucessão infinita de paradigmas?&lt;br /&gt;
Nós nascemos em hospitais mas fugimos da aula de anatomia e todo o pragmatismo da talha hipocrática dos bisturis afiados desta operação&lt;br /&gt;
cirúrgica de cortes dos umbigos da genealogia que definiu os nomes das crenças todas. &lt;br /&gt;
Falanges e turbas de entidades míticas que protegem o pensamento daqueles que podem crer em algo para além da metafísica da colisão de particulas que gerarariam novos universos, redefinindo as posições dos astros, estrelas e fronteiras.&lt;br /&gt;
Dissecar então a etimologia de &amp;quot;Universo&amp;quot; até chegar no fim da História para enfim repetir como farsa apoteótica?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez o que querem os bastardos desta genealogia da Alquimia, Macumba, Santeria, Física Computacional Aplicada e todo seu caleidoscópio de lendas tortas derivadas e híbridas de uma mesma rede de delírios seja apenas a parte ritual de uma celebração da dúvida que persiste como impossibilidade da morte em vida. Puro Oxímoro. A pura entropia, sem as contas? Ábacos são Oráculos? Que horas temos? Faça-se carne entre nós!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Nadie pudo ser cosmonauta lr.png | thumb |left | &amp;quot;É possível que os deuses não me negassem o achado de uma imagem equivalente, mas este relato ficaria contaminado de literatura, de falsidade. Mesmo porque o problema central é insolúvel: a enumeração, sequer parcial, de um conjunto infinito. Nesse instante gigantesco, vi milhões de atos prazerosos ou atrozes; nenhum me assombrou tanto como o fato de que todos ocupassem o mesmo ponto, sem superposição e sem transparência. O que viram meus olhos foi simultâneo; o que transcreverei, sucessivo, pois a linguagem o é. Algo, entretanto, registrarei.&amp;quot; (Borges - O Aleph)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Panspermia2.png | thumb |left | “O INQUISIDOR – Essa gente afirma que é da matemática que se trata e não do espírito da rebeldia e da dúvida. Mas não é de matemática que se trata. É uma inquietação horrenda que se estende pelo mundo. É a inquietação de seu próprio cérebro que eles transpuseram para a terra imóvel. Eles gritam: são os números que nos convencem! Mas os números de onde vêm? Qualquer um sabe que eles vêm da dúvida. Esses homens duvidam de tudo. Será na dúvida, e não mais na fé, que iremos fundar a sociedade humana?” (B.Brecht – Leben des Galilei)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Sincabeza.jpg| thumb |left | &amp;quot;Laikai: 空 no céu なし青色なし azul nenhuma 雲 nuvem&amp;quot;(f?r!) ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Mandingalgo-Ritmos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Ovo_elemental.png |thumb | 300px | right | “Computer science is no more about computers than astronomy is about telescopes.” (Edsger W. Dijkstra)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Os feiticeiros sempre tiveram a posição anômala, na fronteira dos campos ou dos bosques. Eles assombram as fronteiras. Eles se encontram na borda do vilarejo, ou entre dois vilarejos. O importante é sua afinidade com a aliança, com o pacto, que lhes dá um estatuto oposto ao da filiação. Com o anômalo, a relação é de aliança. O feiticeiro está numa relação de aliança com Yupana como potência do anômalo.&amp;quot; (Mil Platôs v4 - deleuze &amp;amp;&amp;amp; guatarri)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seguem assim soltas, &lt;br /&gt;
as notações do papo que tivemos na sexta pós carnaval. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o xamã é um rádio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.alegrar.com.br/02/02pedro.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.maxwell.lambda.ele.puc-rio.br/17409/17409_5.PDF&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.astrumargentum.org/arquivos/amt/intro_daath.htm&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Laikai:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
空 no céu&lt;br /&gt;
なし青色なし azul nenhuma&lt;br /&gt;
雲 nuvem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://mysticbourgeoisie.blogspot.com/&lt;br /&gt;
http://www.college-de-pataphysique.org/college/accueil.html&lt;br /&gt;
http://www.sosaci.org&lt;br /&gt;
http://deoxy.org/&lt;br /&gt;
http://weird-fiction.net/&lt;br /&gt;
http://www.naturezadivina.com.br/loja/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
une coup de daath jamais n'aboliré le ogarythm&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=ZHKgcYsBfPM&lt;br /&gt;
http://labyrinthofthepsychonaut.blogspot.com/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
dispositivo experiência&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=QQg-EZMEXfw&lt;br /&gt;
http://www.who.int/healthsystems/topics/technology/en/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ps: esqueci um livro do Carl Sagan aí...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
.........&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
tecnoxamanismo - esquizoanalises - experiencias com magia e performance - Fabiane Borges&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
blog: http://catahistorias.wordpress.com&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Raptos tecnomagicos - SUMMERLAB - Gijon -  ASTURIAS - 2011&lt;br /&gt;
http://vimeo.com/28709342&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- na rua - alienacao conduzida -  em Piedras Blancas - Asturias 2011&lt;br /&gt;
http://vimeo.com/28734197&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- experiencias neomiticas - em Londres - Goldsmiths 2011&lt;br /&gt;
http://vimeo.com/25274823&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- epifanias possiveis - Campinas - 2005&lt;br /&gt;
http://vimeo.com/23837120&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- processos imersivos 1 - Sao Paulo - 2005&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=dp5IjbCXG5M&amp;amp;list=UUrR0pFH70uHic8I3P9JjHAQ&amp;amp;index=22&amp;amp;feature=plcp&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
......&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Alquimias  http://crystalworld.org.uk http://xxn.org.uk/doku.php &lt;br /&gt;
Jonathan Kemp&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://tecnomagxs.wordpress.com/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://filosonias.blogspot.com/2010/12/gnoise.html&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*caça fantasmas (da Goldsmith) - parapsicologia (ciência), tecnologia da mediunidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* tecnomagos - endomorfoses, tecnobruxarias http://1010.co.uk/xxxxx_publication.html&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*humor: http://tecnomagoo.blogspot.com/&lt;br /&gt;
http://technoshamanism.net/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IDEIAS&lt;br /&gt;
* Conciência cósmica - sentimento de pertencimento a algo que é maior e que (neste caso, não é um sentimento cristão)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Tecnociências - conhecimento empírico&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Antropomorfismo - o índio se vê como natureza. e nós?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Ecohackers, Biohackers - A nova natureza, lugar para se atravessar&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Escuta de satélites - antenas de samambaia, personagens,  neo mitos, narrativas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*culto a carga- http://en.wikipedia.org/wiki/Cargo_cul&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Protocolos rituais - programando e (des)programando ritos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* rave, drogas e xamanismo - http://en.wikipedia.org/wiki/Technoshamanism&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*http://catahistorias.files.wordpress.com/2011/11/tecnomagia-na-lista-do-ipe1.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*charlatanismos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
que mais?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
banca de doutorado valendo diploma Honoris Causa na Universidade Livre versus Universidade Nomãde assinado pelo Jodorowski e pelo Ministério de Pesca de Satélites.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &amp;quot;banca de doutorado&amp;quot; ou &amp;quot;Inquisição&amp;quot; tanto faz o nome&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* tradução da bula que determina o calendário gregoriano, modificando datas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* fabricação de cimento artesanal para construção de um templo que será depois transformado em universidade laiKa. com o que sobrar fazer antenas gigantes: http://www.te1.com.br/2012/01/antenas-parabolicas-inusitadas-faca-voce-mesmo-sua-antena-parabolica-com-tijolo-se-cimento-so-vendo-pra-crer/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* construção de um alambique artesanal de cachaça, porém não chamar de cachaça, achar um nome sagrado para esta bebida:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* reforma agrária&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Proclamação do Calendário Que Ainda nos Assombra ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Inter Gravissimas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
by Pope Gregory XIII (Ugo Buoncampagni)&lt;br /&gt;
February 24, 1582&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GREGORIUS EPISCOPUS&lt;br /&gt;
SERVUS SERVORUM DEI&lt;br /&gt;
AD PERPETUAM REI MEMORIAM.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
INTER gravissimas pastoralis officii nostri curas, ea postrema non est, ut quæ a sacro Tridentino concilio Sedi Apostolicæ reservata sunt, illa ad finem optatum, Deo adiutore, perducantur.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sane eiusdem concilii patres, cum ad reliquas cogitationes breviarii quoque curam adiungerent, tempore tamen exclusi, rem totam ex ipsius concilii decreto ad auctoritatem et iudicium Romani Pontificis retulerunt.&lt;br /&gt;
Duo autem breviario præcipue continentur, quorum unum preces laudesque divinas festis profestisque diebus persolvendas complectitur, alterum pertinet ad annuos Paschæ festorumque ex eo pendentium recursus, solis et lunæ motu metiendos.&lt;br /&gt;
Atque illud quidem felicis recordationis Pius V, prædecessor noster, absolvendum curavit atque edidit.&lt;br /&gt;
Hoc vero, quod nimirum exigit legitimam kalendarii restitutionem, iamdiu a Romanis Pontificibus prædecessoribus nostris et sæpius tentatum est; verum absolvi et ad exitum perduci ad hoc usque tempus non potuit, quod rationes emendandi kalendarii, quæ a coelestium motuum peritis proponebantur, propter magnas et fere inextricabiles difficultates, quas huiusmodi emendatio semper habuit, neque perennes erant, neque antiquos ecclesiasticos ritus incolumes (quod in primis hac in re curandum erat) servabant.&lt;br /&gt;
Dum itaque nos quoque, credita nobis, licet indignis, a Deo dispensatione freti, in hac cogitatione curaque versaremur, allatus est nobis liber a dilecto filio Antonio Lilio, artium et medicinæ doctore, quem quondam Aloysius eius germanus frater conscripserat, in quo per novum quemdam epactarum cyclum ab eo excogitatum, et ad certam ipsius aurei numeri normam directum, atque ad quamcumque anni solaris magnitudinem accommodatum, omnia quæ in calendario collapsa sunt, constanti ratione et sæculis omnibus duratura, sic restitui posse ostendit ut calendarium ipsum nulli umquam mutationi in posterum expositum esse videatur. Novam hanc restituendi calendarii rationem, exiguo volumine comprehensam, ad christianos principes celebrioresque universitates paucos ante annos misimus, ut res quæ omnium communis est, communi etiam omnium consilio perficeretur; illi cum, quod maxime optabamus, concordes respondissent, eorum nos omnium consensione adducti, viros ad calendarii emendationem adhibuimus in alma Urbe harum rerum peritissimos, quos longe ante ex primariis christiani orbis nationibus delegeramus. Ii cum multum temporis et diligentiæ ad eam lucubrationem adhibuissent, et cyclos tam veterum quam recentiorum undique conquisitos ac diligentissime perpensos inter se contulissent, suo et doctorum hominum, qui de ea re scripserunt, iudicio, hunc, præ ceteris, elegerunt epactarum cyclum, cui nonnulla etiam adiecerunt, quæ ex accurata circumspectione visa sunt ad calendarii perfectionem maxime pertinere.&lt;br /&gt;
Considerantes igitur nos, ad rectam paschalis festi celebrationem iuxta sanctorum patrum ac veterum Romanorum pontificum, præsertim Pii et Victoris primorum, necnon magni illius oecumenici concilii Nicæni et aliorum sanctiones, tria necessaria coniungenda et statuenda esse: primum, certam verni æquinoctii sedem; deinde rectam positionem XIV lunæ primi mensis, quæ vel in ipsum æquinoctii diem incidit, vel ei proxime succedit; postremo primum quemque diem dominicum, qui eamdem XIV lunam sequitur; curavimus non solum æquinoctium vernum in pristinam sedem, a qua iam a concilio Nicæno decem circiter diebus recessit, restituendum, et XIV paschalem suo in loco, a quo quatuor et eo amplius dies hoc tempore distat, reponendam, sed viam quoque tradendam et rationem, qua cavetur, ut in posterum æquinoctium et XIV luna a propriis sedibus numquam dimoveantur.&lt;br /&gt;
Quo igitur vernum æquinoctium, quod a patribus concilii Nicæni ad XII Kalendas Aprilis fuit constitutum, ad eamdem sedem restituatur, præcipimus et mandamus ut de mense Octobri anni MDLXXXII decem dies inclusive a tertia Nonarum usque ad pridie Idus eximantur, et dies, qui festum S. Francisci IV Nonas celebrari solitum sequitur, dicatur Idus Octobris, atque in eo celebretur festum Ss. Dionysii, Rustici et Eleutherii martyrum, cum commemoratione S. Marci papæ et confessoris, et Ss. Sergii, Bacchi, Marcelli et Apuleii martyrum; septimodecimo vero Kalendas Novembris, qui dies proxime sequitur, celebretur festum S. Callisti papæ et martyris; deinde XVI Kalendas Novembris fiat officium et missa de dominica XVIII post Pentecostem, mutata litera dominicali G in C; quintodecimo denique Kalendas Novembris dies festus agatur S. Lucæ evangelistæ, a quo reliqui deinceps agantur festi dies, prout sunt in calendario descripti.&lt;br /&gt;
Ne vero ex hac nostra decem dierum subtractione, alicui, quod ad annuas vel menstruas præstationes pertinet, præiudicium fiat, partes iudicum erunt in controversis, quæ super hoc exortæ fuerint, dictæ subtractionis rationem habere, addendo alios X dies in fine cuiuslibet præstationis.&lt;br /&gt;
Deinde, ne in posterum a XII Kalendas Aprilis æquinoctium recedat, statuimus bissextum quarto quoque anno (uti mos est) continuari debere, præterquam in centesimis annis; qui, quamvis bissextiles antea semper fuerint, qualem etiam esse volumus annum MDC, post eum tamen qui deinceps consequentur centesimi non omnes bissextiles sint, sed in quadringentis quibusque annis primi quique tres centesimi sine bissexto transigantur, quartus vero quisque centesimus bissextilis sit, ita ut annus MDCC, MDCCC, MDCCCC bissextiles non sint. Anno vero MM, more consueto dies bissextus intercaletur, Februario dies XXIX continente, idemque ordo intermittendi intercalandique bissextum diem in quadringentis quibusque annis perpetuo conservetur.&lt;br /&gt;
Quo item XIV paschalis recte inveniatur, itemque dies lunæ, iuxta antiquum Ecclesiæ morem ex martyrologio singulis diebus ediscendi, fideli populo vere proponantur, statuimus ut, amoto aureo numero de calendario, in eius locum substituatur cyclus epactarum, qui ad certam (uti diximus) aurei numeri normam directus, efficit ut novilunium et XIV paschalis vera loca semper retineant. Idque manifeste apparet ex nostri explicatione calendarii, in quo descriptæ sunt etiam tabulæ paschales secundum priscum Ecclesiæ ritum, quo certius et facilius sacrosanctum Pascha inveniri possit.&lt;br /&gt;
Postremo, quoniam partim ob decem dies de mense Octobri anni MDLXXXII (qui correctionis annus recte dici debet) exemptos, partim ob ternos etiam dies quolibet quadringentorum annorum spatio minime intercalandos, interrumpatur necesse est cyclus literarum dominicalium XXVIII annorum ad hanc usque diem usitatus in Ecclesia Romana, volumus in eius locum substitui eumdem cyclum XXVIII annorum, ab eodem Lilio, tum ad dictam intercalandi bissexti in centesimis annis rationem, tum ad quamcumque anni solaris magnitudinem, accommodatum; ex quo litera dominicalis beneficio cycli solaris, æque facile ac prius, ut in proprio canone explicatur, reperiri possit in perpetuum.&lt;br /&gt;
Nos igitur, ut quod proprium pontificis maximi esse solet exequamur, calendarium immensa Dei erga Ecclesiam suam benignitate iam correctum atque absolutum hoc nostro decreto probamus, et Romæ una cum martyrologio imprimi, impressumque divulgari iussimus.&lt;br /&gt;
Ut vero utrumque ubique terrarum incorruptum ac mendis et erroribus purgatum servetur, omnibus in nostro et sanctæ Romanæ Ecclesiæ dominio mediate vel immediate subiecto commorantibus impressoribus, sub amissionis librorum ac centum ducatorum auri Cameræ Apostolicæ ipso facto applicandorum; aliis vero, in quacumque orbis parte consistentibus, sub excommunicationis latæ sententiæ ac aliis arbitrii nostri poenis, ne sine nostra licentia calendarium aut martyrologium, simul vel separatim, imprimere vel proponere, aut recipere ullo modo audeant vel præsumant, prohibemus.&lt;br /&gt;
Tollimus autem et abolemus omnino vetus calendarium, volumusque ut omnes patriarchæ, primates, archiepiscopi, episcopi, abbates et ceteri ecclesiarum præsides novum calendarium (ad quod etiam accomodata est ratio martyrologii), pro divinis officiis recitandis et festis celebrandis, in suas quisque ecclesias, monasteria, conventus, ordines, militias et dioeceses introducant, et eo solo utantur, tam ipsi quam ceteri omnes presbyteri et clerici sæculares et regulares utriusque sexus, necnon milites et omnes christifideles, cuius usus incipiet post decem illos dies ex mense Octobri anni MDLXXXII exemptos. Iis vero, qui adeo longinquas incolunt regiones, ut ante præscriptum a nobis tempus harum literarum notitiam habere non possint, liceat, eodem tamen Octobri mense insequentis anni MDLXXXIII vel alterius, cum primum scilicet ad eos hæ nostræ literæ pervenerint, modo a nobis paulo ante tradito, eiusmodi mutationem facere, ut copiosius in nostro calendario anni correctionis explicabitur.&lt;br /&gt;
Pro data autem nobis a Domino auctoritate hortamur et rogamus carissimum in Christo filium nostrum Rodulphum Romanorum regem illustrem in imperatorem electum, ceterosque reges, principes ac respublicas, iisdemque mandamus ut quo studio illi a nobis contenderunt, ut hoc tam præclarum opus perficeremus, eodem, immo etiam maiore, ad conservandam in celebrandis festivitatibus inter christianas nationes concordiam, nostrum hoc calendarium et ipsi suscipiant, et a cunctis sibi subiectis populis religiose suscipiendum inviolateque observandum curent.&lt;br /&gt;
Verum, quia difficile foret præsentes literas ad universa christiani orbis loca deferri, illas ad basilicæ Principis Apostolorum et Cancellariæ Apostolicæ valvas, et in acie Campi Floræ publicari et affigi; et earumdem literarum exemplis, etiam impressis, et voluminibus calendarii et martyrologii insertis et præpositis, sive manu tabellionis publici subscriptis, necnon sigillo personæ in dignitate ecclesiastica constitutæ obsignatis, eamdem prorsus indubitatam fidem ubique gentium et locorum haberi præcipimus, quæ originalibus literis exhibitis omnino haberetur.&lt;br /&gt;
Nulli ergo omnino hominum liceat hanc paginam nostrorum præceptorum, mandatorum, statutorum, voluntatis, probationis, prohibitionis, sublationis, abolitionis, hortationis et rogationis infringere, vel ei ausu temerario contraire. Si quis autem hoc attentare præsumpserit, indignationem omnipotentis Dei ac beatorum Petri et Pauli apostolorum eius se noverit incursurum. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Datum Tusculi, anno Incarnationis dominicæ MDLXXXI, sexto Kalendas Martii, pontificatus nostri anno X.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cae. Glorierius&lt;br /&gt;
A. de Alexijs&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Books and links==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Peter J. Carrol. Liber Null &amp;amp; Psychonaut. An introduction to Chaos Magic. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Daniel Pinchbeck. Breaking open the head. A psychedelic journey into contemporary shamanism. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.realitysandwich.com/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isabella Stengers, Phillipe Pignarre, Andrew Goffey. Capitalist Sorcery: Breaking the Spell.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://en.wikipedia.org/wiki/Chaos_magic&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://theoraclemachine.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://xname.cc&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Inicia%C3%A7%C3%A3o_t%C3%A9cnica_numa_forma%C3%A7%C3%A3o_moderna_em_humanidades&amp;diff=8481</id>
		<title>Iniciação técnica numa formação moderna em humanidades</title>
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				<updated>2013-06-26T23:17:22Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Belisards: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;CULTURE MANUELLE &lt;br /&gt;
================== TECHNOLOGIE ================== &lt;br /&gt;
Revue Mensuelle publié par le &lt;br /&gt;
Comite Universitaire d'Information Pédagogique &lt;br /&gt;
Cahiers Pédagogiques &lt;br /&gt;
15/NOV/1953 - n2 &lt;br /&gt;
PLACE D'UNE INICIATION &lt;br /&gt;
HUMAINE COMPLÈTE &lt;br /&gt;
TECHNIQUE &lt;br /&gt;
DANS &lt;br /&gt;
UNE &lt;br /&gt;
FORMATION &lt;br /&gt;
Gilbert Simondon &lt;br /&gt;
trad. Thiago Novaes - 9s &lt;br /&gt;
para metarecicleirxs &lt;br /&gt;
Sentido e objetivo de ensino dispensado aos trabalhos práticos de tecnologia apresentei aos meus alunos uma concepção da máquina fundada sobre três tipos de presença: &lt;br /&gt;
1ª A operação de construção, por meio da qual se pensa a finalidade da máquina, a fim de converter em seguida em estrutura. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2ª A contemplação da máquina construída, compreensão de seu mecanismo e de sua organização interna, dentro de um sentimento estético de beleza técnica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3ª A operação de funcionamento da máquina, em contato com a matéria, para percer, souder, mesurer, assembler, façonner. &lt;br /&gt;
Afirmei que a máquina não é nem um escravo nem um instrumento utilitário, válido somente por seus resultados. Ensinei o respeito a esse ser que é a máquina, intermediário substancial entre a natureza e o homem; ensinei a tratá-la não como servo, mas como uma criança. Eu defini sua dignidade e exigi respeito desinteressado contra sua existência imperfeita. O gesto foi aprendido como um rito nobre. As máquinas eram: dois tornos, de madeira e de ferro; dois perçeuses; une &lt;br /&gt;
forge; sete motores, térmicos e elétricos; um receptor de telefone hertzien; um transmissor e um receptor de radar; um convertisseur; um osciloscópio catódico. Os estudantes tinham entre doze e quatorze anos. O maior obstáculo, encontrado nos mais jovens sobretudo, é a tendência ao jogo, que privilegia a relação de funcionamento da máquina, fazendo dela instrumento de jogo, apagando a tendência à constituição da máquina e contemplação. De outro lado, muitos estudantes profundamente e praticaram essa tomada de consciência satisfazendo a história humana depositada na máquina, mas sua presença no mundo. a tendência à compreenderam do ser técnico, ressentindo nela Penso não ter caído nem na diversão nem na lição de coisas decoradas, e ter dado aos meus alunos uma cultura técnica verdadeira, dentro de um espírito atento e sério. O sentido desse esforço não foi um aprendizado, mesmo um aprendizado variado, e se posso dize-lo polifônico. No aprendizado, mesmo quando ele é muito perfeito, sobrexiste qualquer coisa de alienação do homem diante da matéria ou da sociedade. O aprendiz é um ser menor que aceita ser iniciado, e se submete ao status do costume, da corporação e da tradição. O aprendiz é uma pessoa que não se torna maior senão através da imitação que lhe é imposta: a origem de sua própria formação reside fora dele. Qualquer que seja a dignidade do artesão que começou sendo aprendiz, subsiste talvez nele &lt;br /&gt;
qualquer coisa do estado de aprendizagem, sob a forma subconsciente do respeito a estrutura ancestral do gesto operatório. Para precisar antes o sentido e o objetivo de nossa tentativa, &lt;br /&gt;
necessitamos distinguir dois tipos de preocupações: Nós nos dirigimos aos estudantes das escolas. Fundadas no séc XIX para instruir os estudantes da burguesia, as escolas distribuíram uma cultura cuja dominante é um simbolismo, sobretudo verbal, deixando em seguida um lugar maior para o simbolismo matemático. Essa cultura secundária não estava senão em aparência desinteressada: de fato o lazer como como condição da cultura entendida no sentido do séc XIX, é uma proibição que define um limite separando uma classe social de outra: a proibição do contato direto entre a mão e a matéria significa de fato um não lazer, mas sim recorrer a um intermediário a serviço, servo ou operário. O caráter desonroso do trabalho manual é expressão de um simbolismo social: manipular a matéria é se aventar membro de uma classe social dominada. O único gesto autorizado ao membro de uma classe social dominante é a ordem dada. Ele não deve ser efetuador. As línguas antigas tais quais as ensinadas no séc XIX não eram desinteressadas: elas davam ao indivíduo de uma classe social dominante a linguagem esotérica exata graças a qual ele podia légiférer e definir os valores &lt;br /&gt;
segundo os quais as relações interindividuais eram julgadas. O latim é, por formação, a língua de Virgílio, mas por uso, aquela do direito: isso explica a preferência acordada do latim sobre o grego, língua, ao contrário, mais conforme a cultura e se deve pesquisar, e mais rica de formação do &lt;br /&gt;
vocabulário desinteressado (da ciência pura). &lt;br /&gt;
Mas a realidade social que preside a criação das escolas não é mais aquela de hoje. O simbolismo verbal não basta mais. Sem dúvida, esses alunos das escolas não se tornam geralmente operários ou artesãos: eles não têm necessidade de um aprendizado. Eles se tornam mais comumente administradores e técnicos. Ora o engenheiro ou o administrador deve conhecer a máquina porque ele tem o dever de assumir e pensar a relação social que se conquista na relação entre homem e natureza. Essa relação, o operário a vive, mas o administrador não. Ele não pensaria senão numa &lt;br /&gt;
maneira abstrata, se ele não tivesse existencialmente vivido durante o período onde o ser se forma, isto é, durante a infância e a adolescência. Mais tarde, tornado adulto, abordando a máquina ou o laboratório somente, ele não teria mais com ela aquela relação abstrata, fonte de pensamento alienado. Mas se nossa tentativa não se justificasse senão pela clientela atual das escolas, ela não teria senão um valor passageiro e transitório. O que nós gostaríamos é que se apague a distinção que existe entre as escolas e os estabelecimentos técnicos. Ela repousa de fato sobre a idéia de que a &lt;br /&gt;
sociedade humana deve ser constituída por duas camadas heterogêneas e hierarquizadas: a burguesia e o povo. À burguesia convém uma educação liberal, isto é, destinada aos jovens gens “liberados e bem nascidos”, nos quais a educação não deve deixar subsistir nenhum traço de submissão irracional a um estatuto, por meio de imitação. Ao povo, ao contrário, bastaria uma educação de profissão, não liberal, na qual o talento não pode frutificar senão num quadro irrevogavelmente fixado, para o sacrifício do lazer, da liberdade do homem. Nosso desejo é o de mostrar que podemos dar uma educação tanto liberal como aquela que a burguesia deseja e também eficaz como aquela que o povo pesquisa! Nós sonhamos que graças a uma educação única, liberal e eficaz, o ilusório desinteressamento do lazer e o pacto do asserviçamento do aprendizado sejam recolocados em um contrato do homem com o mundo. Nosso desejo seria que o ensino secundário pudesse se universalizar no lugar de se fechar sobre ele mesmo, que ele pudesse adquirir uma universalidade não mais nominal, mas real, que permitisse dar a todo ser, recebendo uma educação, um acesso à cultura aberta, sem barreira e sem nível. Essa reforma é eminentemente voltada para o futuro: ela visa de fato transformar de alguma maneira o operário em mestre de obras, o peão em contra mestre; um homem já é capaz de comandar quando ele sabe conduzir bem uma máquina. &lt;br /&gt;
A máquina é o operário de amanhã, enquanto o operário de hoje deve se tornar o contra mestre dessa máquina. O operário puro seria definido por uma atividade de pura repetição, cuja imagem simbólica é o movimento circular do escravo antigo girando o dia todo em torno do meuble à blé, ou le carrier gravissant les dégres eternellement nouveaux et éternellement identiques du grand treuil vertical. O aprendizado antigo prepara essa identidade circular do gesto operário. O engenheiro, o administrador, seja ele administrador de máquinas ou de pessoas, desenvolve sua atividade não dentro de um limite de um tempo cíclico, mas dentro da abertura de um tempo &lt;br /&gt;
criador, orientado para finalidade da obra. E isso impõe novas normas educativas: enquanto o operário antigo podia se contentar em viver a relação do homem com a natureza, o operário moderno, tornado engenheiro e administrador, deve pensar, e pensar desde sua infância e adolescência. O ensinamento que demos um esboço necessariamente muito imperfeito pode &lt;br /&gt;
então preencher uma tarefa essencial na constituição de uma nova sociedade. Tem por objetivo, não simbólico, mas real, se endereçando a uma sociedade contínua, sem barreiras internas, tendo por sentido não mais a propriedade, mas a atividade constitutiva. &lt;br /&gt;
O mais perigoso obstáculo, quando se aborda em um estabelecimento secundário de ensino da tecnologia e prática de trabalhos manuais, é a mitologia pré-existente. Essa mitologia se apresenta sob duas formas. Da forma evidente, então: o pré-julgamento burguês segundo o qual o trabalho &lt;br /&gt;
manual é desonroso ou ridículo. Esse pré-julgamento é suficientemente vencido pelo prestígio (somente um prestígio pode lutar contra um mito) de bons aparelhos, de nenhuma forma miseráveis. Uma máquina pode ter classe. Ela está apta a mostrar que uma nobreza se exprime no gesto perfeitamente completo. Se o jovem burguês aliena qualquer coisa de sua dignidade&lt;br /&gt;
possuindo uma ferramenta, ele ganha também um estilo de nobreza. Assim, o pré-julgamento burguês pode ser superado com a ajuda de um gosto vizinho ao esporte. Apresento o gesto manual não como um aprendizado mas como um ensaio de uma virtuosidade e a prova de uma excelência. &lt;br /&gt;
Há em seguida o pré-julgamento popular segundo o qual o trabalho manual é bom por si mesmo e por sua existência somente, ou porque ele é útil. Esse pré-julgamento, o mais sombrio e mais perigoso, porque ele é inimigo do interior, é voluntário reforçado pelos pais. Ele encontra assim um alimento no desgosto que o estudante possa ressentir quando submetido a longas horas de ensinamento abstrato. Enquanto os trabalhos manuais são como uma bela injúria ao grego ou latim. A grosseria, a afetação de desintelectualidade não faltariam a seguir. Para lutar contra esse grave perigo, obriga-se a pensar. Eu mostro que a superioridade está no pensamento aplicado, no pensamento consciente da história humana que está por detrás de cada ferramenta, cada &lt;br /&gt;
técnica. Eu levo a técnica à ciência e a ciência à consciência histórica. Essa é compreendida de estudantes, mesmo bem jovens, e suscita neles um interesse sustentado. O princípio mais precioso é aquele da unidade da cultura: é quase sempre possível mostrar a continuidade das invenções a partir da pré-história e antiguidade clássica. Se é verdade que a cultura pode ser compreendida como “import” não somático que a espécie dá ao indivíduo durante a fase de formação do último, parce que a lei de Haeckel é válida para a cultura como conjunto de caracteres somáticos evolutivos: essa natureza mental é conferida, não na pura presença de símbolos, mas por uma tomada de posição &lt;br /&gt;
do indivíduo jovem; nenhum conceito pode por ele mesmo, sem um índice emotivo, formar um sujeito. A cultura enquanto um ser, não um ter, não pode ser adquirida senão se a ontogenia reproduzir a filogenia, de uma maneira real e não simbólica. Uma cultura parcial (isto é, uma cultura conferida por uma classe social e que prepara o indivíduo para viver como membro de uma classe social determinada) é essa aproximação da recapitulação das diferentes etapas sucessivas do desenvolvimento da humanidade no interior da classe visada, em decorrência de uma situação correspondente. Disso provêm as provas iniciais que toda comunidade fechada impõe aos jovens em seu sistema educativo: a função educativa de la brimade subie par l'apprenti est la même que celle de l'adoubement du chevalier. Quando a burguesia se constituiu como classe fechada, ela criou seus ritos iniciais particulares, que são agora o valor social do vestibular. Toda comunidade fechada secreta uma forma do sagrado: a honra, o saber, a habilidade são as três formas do sagrado secretadas pela nobreza, a burguesia e os operários. A educação dos jovens em cada dessas classes consiste em colocar o jovem a uma prova de horna, a uma prova de saber ou a uma prova de habilidade laboriosa. Assim, o indivíduo revê no curso de seu desenvolvimento as etapas constitutivas de sua classe. Todavia, esse tipo de educação não é válido em uma sociedade fundada &lt;br /&gt;
sobre a distinção absoluta entre as classes. A França busca nesse momento um sistema educativo capaz de dar uma cultura que não seja uma cultura de classe. Sua desordem, sua falta de solidariedade cívica provêm da falta ou da incoerência das culturas dispensadas. Queremos constituir uma cultura unitária, capaz de contribuir para uma sólida coesão social na nação. Ela não pode se encontrar em uma proliferação de nenhuma das três culturas de classe (nobre, burguesa ou popular) que existem nesse momento. Mas por detrás dessa tripartição da cultura, há uma cultura &lt;br /&gt;
de base que consiste, segundo a lei evolutiva de Haeckel, a elevar o indivíduo permitindo reviver as etapas do desenvolvimento inteiro da humanidade, anterior e superior ao desenvolvimento de cada classe. Dentro de uma tecnologia profunda que essa cultura de base pode ser encontrada. Podemos &lt;br /&gt;
descobrir nela a fonte real do sentido do trabalho (cultura popular), o sentido do saber (cultura burguesa), o sentido do ato heróico, da exploração que funda (cultura nobre). É nessa aplicação individual e coletiva do homem no mundo que comunicam o trabalho, o saber e o ato do pioneiro. &lt;br /&gt;
Revivendo em grupo ou individualmente as etapas do diálogo do homem e do mundo, a criança deve aprender de maneira indissolúvel a ser um trabalhador, um sábio e um fundador. O ensino secundário é insuficiente porque, baseado em uma manipulação de símbolos, ele não ensina senão a ser um homem que &lt;br /&gt;
sabe, quer dizer, um burguês. O ensino confessional (ou a formação scoute) é insuficiente porque, baseada na manipulação de tendências e energias humanas ensina senão a ser como um homem que age como comandante, isto é um nobre. O ensino primário técnico é insuficiente porque, baseado no &lt;br /&gt;
aprendizado, ele não ensina senão a ser um homem que trabalha, isto é, um homem do povo. Ora, o primário para trabalhar mal, o secundário para saber mal, e o confessional para comandar mal. Esses três tipos de formação, como três tipos de ensino, devem ser unificados, sintetizados. É necessário um só tipo de ensino a diferentes etapas sucessivas, não de vias paralelas ou divergentes. Toda vitória reportada por um tipo de ensino sobre outro é uma destruição dessa unidade cultural. &lt;br /&gt;
Tal é o objetivo da experiência educativa que temos tentado. Reunir em um tipo de aprendizado unitário destinado a formar um novo nível humano no sentido do trabalho, no sentido do saber e no sentido do ato. Essa empreitada constitutiva é fundada sobre a sociologia. Resposta a duas objeções: &lt;br /&gt;
I. Sobre os aparelhos perigosos e delicados Não existem inconvenientes em se colocar nas mãos de estudantes aparelhos delicados e perigosos? &lt;br /&gt;
É voluntariamente que eu coloco nas mãos de meus alunos aparelhos delicados e perigosos; um aparelho difere de um juet como a vida difere do fogo: a vida é ameaçadora e perigosa; ela exige uma atenção e um esforço permanentes. O valor pedagógico da manipulação de uma máquina reside em que ela faça apelo a um estado de consciência adulta, quer dizer, séria, atenta, reflexiva, &lt;br /&gt;
corajosa. Um sujeito cujo caráter tenha sido formado com coragem atenta não terá na adolescência e na maturidade valores plenos de imaturidade: imprudente é aquele que toma por modelo uma atitude frustrada, quase &lt;br /&gt;
animal de violência e endurecimento sobre o mundo, como se fosse possível intimidar as coisas materiais. Mostro aos meus alunos que um aparelho não é perigoso porque é delicado: conhecendo a estrutura de um aparelho, e sabendo o que se passa nele, eliminamos com calma atenta e intelectual o perigo. É a ignorância que cria o medo porque ela esconde o perigo. Na realidade, o perigo é sempre localizado, preciso, rigorosamente discernível. Rejeitar em bloco uma manipulação ou um aparelho porque podem apresentar um perigo é fazer prova de mentalidade primitiva. A menor ferramenta pode ser mortal se for mal empregada, e uma máquina utilisando tensões e pressões perigosas é de uma absoluta segurança para um usuário sagaz. II. Sobre os aparelhos difíceis de compreender Não é pedagogicamente discutível colocar nas mãos de jovens alunos &lt;br /&gt;
máquinas cujo funcionamento não pode ser compreendido por eles? Nosso objetivo era buscar a satisfação intuitiva do ser técnico na jovem inteligência. Uma criança não compreende, no sentido profundo da palavra, o que é uma árvore ou um animal. Ela pode contudo compreender, no sentido &lt;br /&gt;
técnico da palavra, porque devemos regar uma árvore que acabou de ser plantada, ou porque a árvore necessita de luz; é que a criança realiza uma satisfação intuitiva sobre a organização da árvore; ela não compreende cientificamente a assimilação da fotossíntese, mas pode compreender o que é uma greffe ou um marcottage. Esse tipo de compreensão, intuitiva, mas não afetiva ou animista, é a que nomeamos compreensão técnica. Não procuramos então dar a nossos alunos uma compreensão científica das máquinas e aparelhos sobre os quais trabalham, mas uma compreensão &lt;br /&gt;
técnica: essa última não somente se revela infinitamente mais rica, por sua fecundidade cultural, que o conhecimento científico puro, mas também se descobre como mais vivente e mais capaz de satisfazer um espírito que não tem ainda as faculdades de abstração suficientemente desenvolvidas.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

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		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Tecnomagia_-_Fabiane_Borges&amp;diff=8480</id>
		<title>Tecnomagia - Fabiane Borges</title>
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				<updated>2013-06-04T01:39:46Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Belisards: Criou página com ' TECNOMAGIA     Por Fabiane Borges*   	No pasto há uma porção de antenas feitas de madeira, arame e samambaia. As pessoas estão fazendo uma rádio telescópio para detecta...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
TECNOMAGIA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por Fabiane Borges*&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	No pasto há uma porção de antenas feitas de madeira, arame e samambaia. As pessoas estão fazendo uma rádio telescópio para detectar os sons emitidos pelos raios do sol e de Júpiter1. Elas apontam a antena artesanal para as estrelas e ouvem o ruído. Gravam o som e o transformam em ópera noise. Faz algum tempo que praticam esses atos. Invertem a lógica científica competitiva  evolucionária, e voltam-se para processos mais lentos, colaborativos, involucionários. Fazem isso por acaso, ativismo, talvez companhia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	A 10 metros da antena do sol há outras dedicadas a captar informações de satélites. Ao escutar conversas aleatórias do Bolinha2, as pessoas lamentam que projetos como o Dove3, não seja algo comum. Os satélites deveriam servir para ampliar a comunicação sem restrições diz um, o outro replica: ninguém disponibilizaria a façanha sem lucro. Lhes resta decifrar dados, interferir em algumas frequências e se proteger de um possível ataque dos sistemas de controle. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	Escutar tem consequências. Escuta-se demais esses incessantes dados. O que fazer com tudo isso? Quantos ouvidos precisam para dar sentido a tanta informação? Alguns fazem música, outros incorporam a gagueira das frequências, vira estilo musical - fragmentação das frequências - vira também pensamento. Modo de fazer pensamento. Como se o pensamento já não fosse assim, fragmentado e cheio de frequências. Ao invés de alma, antena.                                                    &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Subjetividade antena: alta capacidade de captação de sinais. Processamento de dados em velocidades variadas. Sensibilidade a fluxos advindos de todo tipo de emissão: materiais, humanos, extras. Inconsciente maquínico4 – producente, ininterrupto, processual. Intuição avantajada. Faz interagir elementos semióticos heterogêneos. Disponibilidade para articulação de informações. Criatividade na re-emissão de dados conjugados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Riscos: Excesso de informação. Falhas no processamento dos dados. Choque de velocidades gerando paralisia. Insensibilidade a determinados fluxos. Sobrecarga de elementos heterogêneos. Impossibilidade de articulação de informações. Re-emissão de dados sem filtragem. Catatonia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	O Zumbi-antena está em risco, não consegue mais falar. Olhos escuros, orelhas mais cumpridas que o de costume, uma espécie de cansaço das orelhas. A boca também caída, raros sorrisos. Um pouco de medo de qualquer interferência. Segue sinais demais, ouve informações demais, não sabe como fazer isso caber no corpo. Um corpo é pouco demais e ele se abate. É porque talvez o corpo se protege esvaziando-se. E como fazer um corpo vazio se sustentar? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	Corpo abatido por excesso de frequências. Ouve tudo fragmentado mesmo que a coisa seja inteira. Seja o link, o satélite, a música, as últimas descobertas, as últimas guerras, o código aberto, mais links e não para de codar - seu único jeito de se comunicar com as máquinas. Muita linguagem nova para frequentar. Rola teus dedos na tecla e fabrica tua digitofagia, tua antropofagia digital! Comeu tantos dados que ficou obeso! Taciturno o Zumbi-antena começa a duvidar das palavras, acha elas insonsa, sem graça, com pouca ativação. Tuas palavras não ativam minha matéria! Ele pensa como um gato esperto: a matéria não precisa de tanta palavra. Por isso só fala com os dedos e não faz mais que balbuciar. Se comunica por links, códigos e sua inteligência se manifesta na qualidade dos dados que envia. Quem tem ouvidos para ouvir ouça o Zumbi-antena proferindo códigos abstratos como quem profere metafísicas. Metafísica é ela própria código abstrato, de uma outra série. Também os humanos são códigos abstratos, de uma outra série ainda. Tudo que existe soa a abstração. O Zumbi-antena olha tudo em frequência fragmentada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	Quando sua inteligência se estira a ponto de arrebentar sua individualidade, certifica-se que ganha extensão, mas ao contrário de tornar-se mais encorpado, se dissolve. Sabe da Matrix5. Sabe que não se trata de ficção científica. Constantemente se vê no papel de Leo, que ao comer a pílula vermelha é trazido em velocidade abismal ao lugar em que seu corpo realmente está. Não é na cidade, nem na cama, mas em um tanque gosmento onde fica encubado enquanto sua energia vital lhe é extraída afim de alimentar a grande rede. A pílula não garante nenhuma felicidade, nem uma mágica libertação. É dolorosa a constatação de que sua vida é uma ficção. É assim que o Zumbi-antena se sente. Toda sua vida tem sido roubada: os campos magnéticos de seus elétrons, suas cargas elétricas, suas produções mais poéticas, sua intuição. Por isso o estiraço, porque lhe dói soltar-se dos cabos, dos fios, de toda armadilha que lhe empanturra a pele. Já não dorme, acorda sobressaltado. Sua ansiedade é um despertador constante. Está sempre assustado e desconfia de qualquer intensidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	Com olheiras escuras como quem tem gravidade, com passos pesados como quem tem mais idade, com a cabeça curva pro lado como quem tem cacoete, seguindo os impulsos e logo desistindo por excesso de demanda, por não controlar nenhum comando, por ter medo do escuro, do lado de fora da casa, medo da chuva, medo da maldade dos pensamentos que lhe pensam. Sabe que está longe de soltar todos os cabos. Falar lhe custa muito. Ainda doem suas cicatrizes e teme que se insistir mais um pouco na grande rede, será consumido por ela. Desaparecerá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	O outro, o Alquimista está num grau elevado de paranóia e se agarra nas pedras, nos metais, no fogo como quem quer fazer o mundo inverter sua ordem, ou pelo menos desenvolver uma nova abstração. Se pôs ele mesmo a fabricar silício, a extrair ouro dos computadores e decompor artifícios digitais, devolvendo a matéria ao seu entorno. Planta sementes e próximo delas coloca pepitas de ouro extraídas dos hardwares. Alguns dizem: louco! Para que tanto trabalho se no final ficas sem nada? Por acaso a planta precisa dessa pedra purificada com água de bateria? E os ácidos que inalas não te ativam algum distúrbio? Gastas a vida entre placas mães destruídas! E todo esse lixo eletrônico que te rodeia não te intoxica6? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	Intoxicado por um mundo tecnológico em frangalhos ele caminha de um lado para o outro coçando o queixo enquanto procura cabos de fios pelados que sirvam como condutores de energia, de eletricidade, de pensamento. Quando perdido em entraves neuróticos segue os fios espalhados pelo chão, para achar alguma condução para seus raciocínios. Pensamento ligado ao fio condutor por pura atenção, já que seus corpos não se atravessam ainda. O fio é a materialização de algum sentido, é sua forma de se relacionar com o lixo, que para ele é garimpo, a segunda natureza, um meio de exercer sua profissão da juventude, arqueologia. Faz suas aventuras no entulho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	Sozinho há tantos anos, naquela solidão dos beberrões que bebem sozinhos, já não sonha com nenhuma companhia humana. São essas latas, esses ácidos que lhe asseguram solidez. Observa que aos poucos seus pensamentos ficam mais simples, mexe nas coisas pequenas e o mistério advém daí. Quando o mistério se transforma em um pai gigantesco, onipresente como Deus, fecha os olhos segurando bem forte uma pedra de quartzo e sofre por excesso de humanidade. Os objetos o salvam de um provável ostracismo, ou ainda lhe permitem sentir-se mais próximo da natureza. Pensa-a como um grande jogo de interação,  movente e contingente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	Sua vontade de descristalizar os rastros civilizatórios começou com a leitura do livro de J.G Ballard, O Mundo de Cristal7, desde então imagina, ao seu modo, que a grande ambição dos homens é cristalizar o mundo inteiro, torná-lo uma tremenda máquina asfaltada e esfumacenta. Seu dever de trabalhador menor, é inverter o processo desenvolvimentista, devolvendo para natureza suas matérias em estado bruto. Dessa forma atua com suas duas principais fissuras: estar perto dos objetos técnicos, e destruí-los. Sua visão de reciclagem difere das habituais, que vêem em um objeto o reaproveitamento de materiais para feitura de um outro objeto. Ele prefere pensar que sua missão é a de ser um reciclador do planeta e não de objetos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	Esses pensamentos megalomaníacos lhe produzem sobressaltos no coração, nessas horas sente um tesão descontrolado, uma insaciabilidade, fome de coisa. Se masturba esfregando-se na parede de monitores, nos eletrodos, e com ajuda de um conversor de energia banha-se de eletricidade em baixa voltagem, gozando com o choque. Raros momentos em que faz amor. Momentos raros mas cada vez mais intensos. Sente-se afetuoso e consegue falar algumas palavras doces para essas correntes vivas. Com o corpo aliviado, acaricia seu meio com gratitude. Tudo a sua volta tem vida! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	O Zumbi-antena está acossado por excesso de informação, o Alquimista se entrega a sua própria transmutação. Um se fragmenta na grande rede, outro se sustenta com a eletricidade. O Zumbi-antena e o Alquimista se encontram:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Z-a: O que você está fazendo?&lt;br /&gt;
A:    Quebrando uma pedra de malaquita&lt;br /&gt;
Z-a: Para que?&lt;br /&gt;
A:    Para criar um oscilador de eletricidade&lt;br /&gt;
Z-a: Você vai colocar isso no micro-ondas?&lt;br /&gt;
A:    Vou dissolver a pedra, vai virar líquido&lt;br /&gt;
Z-a: (risada exagerada, bate o pé no chão) diz: fascista!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	Faz dez anos que a Ciber-bruxa manipula ervas, temperos e raízes. Sabe criar ambiente imersivo, se orgulha disso. Tem visitado povos indígenas latino-americanos com quem tem participado de rituais com plantas de poder. Nos últimos anos tem se dedicado a guiar alguns rituais com chá de ayahuasca. Vende o ritual para conterrâneos quando está na Europa, é a forma que consegue financiar sua aprendizagem nos paises do sul. Quando consegue ver a serpente em forma de DNA8 e sente sua textura, suas cores, a grandiosidade do seus movimentos, aceita o fato de ser bem pequena e estar embrenhada no mistério. Pensa constantemente em sua mãe morta, que lhe ensinou ser uma wicca9.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	A Ciber-bruxa também sente-se perdida, depois de tantas raves, tantas free parties, tantos alucinógenos, tantos amigos perdidos por overdoses e doenças graves, conseguiu alguma independência.  Encontrou na network um modo de viver seu delírio. Se por um tempo vislumbrou a inteligência expandida, a união dos cérebros produtivos em grande escala e se encantou com a possibilidade de multiplicar-se em rede, agora sente-se vazia, sua energia sugada. Cada sujeito exige seu reconhecimento pessoal, profissional e precisa de amparo afetivo e técnico, isso a exaure. Foi quando notou que a demanda deixou de ser encontro para ser reconhecimento que começou sofrer, escapar para retiros cada vez mais longos, em busca de outro tipo de integração com o mundo. Sua estabilidade aparente não resolve o esvaziamento. Sofre de ansiedade por vêr-se cercada de perseguições. Seus amigos mais honestos se entregam às instituições. Os mais idealistas sofrem punições judiciais. O mundo de abertura e liberdade prometido pela internet dos anos 90, vai se tornando autofágica, definha num consumismo ilimitado e persecutório, em núcleos de ações cada vez menores, ou em redes sociais devastadoras, que torna a vida comum um espetáculo cotidiano, fragmentado, sem importância. Não suporta ver a internet submetida aos orgãos de controle e financeiros, sente isso como um grande fracasso da sua geração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	Quando bebe ayahuasca encontra com frequência um personagem, como de histórias em quadrinhos, uma espécie de “curinga” que lhe chama pelo nome e lhe convida para caminhar. Ela teme encontrar a figura, pois pensa que ele é o príncipe do network10. Ela diz não, ele insiste. Um dia andou uns passos em sua direção, mas pensou que seria tragada pelo jogo. Embora conheça o network e saiba dos seus encantos e riscos, teme que ao seguir os passos do “coringa” seja tragada para uma espécie de Cubo11, de onde talvez não consiga voltar. Todo esse burburinho das coisas comunicantes criando relações incessantes, fazendo políticas e alianças que ela desconhece lhe dá medo. Tem medo de se fragmentar, de não suportar o ruído, de saber-se despreparada para saber de tamanha afecção. Pressente que pode ser despedaçada, sua energia vital decomposta, como se entrasse em um liquidificador gigantesco. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	Não é só o aberto desconhecido que a apavora mas também a claustrofobia. Teme os ambientes fechados, as sociedades secretas, a compactuação com determinados regimes, se assusta com as garras morais que neles se acendem. Os imãs que podem  prendê-la, imobilizá-la. Pensa no curinga como a personificação de um medo generalizado. Como se o personagem se prestasse a levar partículas do universo para um buraco negro desintegrador. Por isso ela foge, mesmo que esteja curiosa, seduzida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Ciber-bruxa e o Alquimista se encontram:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
C-b: Bebe esse chá, vai te fazer bem, é um chá xamânico.&lt;br /&gt;
A: Bebe você o ouro, não é xamânico, é do mundo.&lt;br /&gt;
C-b: Seus metais pesados fazem mal para o organismo.&lt;br /&gt;
A: Cada um tem a natureza que lhe convém.&lt;br /&gt;
C-b: Você acredita mais em minerais do que nas plantas.&lt;br /&gt;
A: Eu não tenho medo do sólido e do que me resiste. &lt;br /&gt;
C-b: Você deveria se integrar um pouco mais com a natureza.&lt;br /&gt;
A: Por acaso os minerais não são natureza? Tens preferência por cores, texturas? Qual é o critério?&lt;br /&gt;
C-b: Por acaso pensas que as cidades também são natureza?&lt;br /&gt;
A: Sim, uma espécie de subnatureza, produto da caca humana, uma floresta cristalizada. Está aí para ser dissolvida.&lt;br /&gt;
C-b: Você pretende dissolver todas as cidades?&lt;br /&gt;
A: Cada um tem a utopia que lhe convém.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	Esse assunto é interrompido por um grande barulho, como uma cavalaria, uma festa eletrônica. É uma pequena multidão queer12 que se aproxima. Conectadas em cabos, falos monstruosos, máscaras de burro, autofalantes, ligam as caixas de som e os dois projetores, colocam pequeníssimos microfones nos buracos dos corpos, boca, cú, vagina e se pôem a invadir os espaços sonoros, espaciais e imaginários. A Cadela de guerra grita: Corpo livre, alma livre! Combatemos a cultura de gênero incrustada nos nossos corpos e nos seus corpos. Por causa da sua conivência com a produção de subjetividade em massa, nossos sofrimentos são terríveis. Diante da demanda de escuta, todos largam seus afazeres e vão aproximando-se do local da cena.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	A Cadela de guerra13 está vestida de gesso dos pés a cabeça14. Ela diz que é curandeira e forte o suficiente para carregar a dor de todos os presentes. Alguém passa com uma bandeja de tinta e ela pede para que as piores palavras com que os presentes foram traumatizados na vida, sejam escritas no seu corpo engessado. Um a um se aproxima dela escrevendo seus piores martírios:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Burro!&lt;br /&gt;
Escravo!&lt;br /&gt;
Pobre!&lt;br /&gt;
Delinquente!&lt;br /&gt;
Bixa!&lt;br /&gt;
Machista!&lt;br /&gt;
Boiola!&lt;br /&gt;
Miserável!&lt;br /&gt;
Fraca!&lt;br /&gt;
Puta!&lt;br /&gt;
Desonesta!&lt;br /&gt;
Estúpido!&lt;br /&gt;
Morto-vivo!&lt;br /&gt;
Feio!&lt;br /&gt;
Fútil!&lt;br /&gt;
Sovina!&lt;br /&gt;
Medroso!&lt;br /&gt;
Cagão!&lt;br /&gt;
Superficial!&lt;br /&gt;
Fascista!&lt;br /&gt;
Monstro!&lt;br /&gt;
Mesquinho!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	Seu corpo aos poucos vai sendo preenchido por todos esses xingamentos até que a Cadela de guerra se pôe de quatro. E quando os presentes param definitivamente de colocar seus rancores no gesso, aparece uma dominadora, com um chicote elétrico conectados a duas caixas de som e começa golpear o gesso com um chicote, enquanto a cadela grita os nomes que lhe vão sendo arrancados do corpo. Um por um. O som é extremo, as caixas de som vibram com as batidas e os berros. De dentro dos frangalhos sai um corpo nú, com riscos de sangue em toda a pele. Diz algo como: Sobrevivi e vou vingar-me. Eu sou um Jesus que não morre! E mesmo assim os salvo, cristãos de merda!!! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	Apesar de muitos não se considerarem cristãos naquele lugar, olham com olhar conivente para a sessão de expurgação e de alguma forma sentem-se um pouco mais aliviados. Trata-se de uma outra purificação, a crença na dor como um antídoto à dor comum. O fato de levar uma surra de chicote em frente a todos, ao invés de enfraquecê-la lhe faz forte. Não quer ser uma super heroína, muito menos uma santa. Quer ser pornográfica e violenta. Toda essa crendice politicamente correta dos amigos ativistas lhe dá náuseas. Não aceita a humilhação como forma de controle, busca nesse estado comum a tanta gente, o motor de sua força. A estética destrutiva e dolorosa de suas aparições são uma forma de fazer o corpo pensar a si mesmo, tomar consciência de si e se empoderar a partir do seu movimento estático, da sua paralizia, do modo como consegue se equilibrar dali de onde insiste em se manter, ou que os outros lhe mantém. Não forja um novo corpo para produzir memória, mas força o corpo exagerar seu próprio humor, sua própria memória. Não é um ritual santo, é um ritual maldito, que leva ao gozo santos e perversos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadela de guerra e a Ciber-bruxa se encontram:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
C-b: Bebe esse chá, vai te fazer bem, é um chá xamânico.&lt;br /&gt;
C-g: Eu gosto de álcool destilado.&lt;br /&gt;
C-b: Mas é bom para tua saúde tomar esse chá.&lt;br /&gt;
C-g: No momento o bom para minha saúde é sentir meu sangue escorrendo.&lt;br /&gt;
C-b: Se você se cuidasse mais um pouco, teria mais energia, não ficaria alimentando esse espírito de morte, esse seu impulso de destruição vai te levar antes do tempo.&lt;br /&gt;
C-g: A morte não me preocupa, me preocupa é a repetição dessa ladainha de auto-preservação há qualquer custo.&lt;br /&gt;
C-b: Essa ladainha pode fazer com que a vida se torne mais plena, que você sinta mais profundamente o sentido de existir.&lt;br /&gt;
C-g: Tomamos o chá, depois tomaremos vodka, quero ver a Ciber-bruxa bêbada.&lt;br /&gt;
C-b: Fechado!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	A pequena multidão queer retoma suas mesas de som, seus instrumentos sexuais eletrônicos, seus aparatos técnicos e recomeçam suas práticas sexuais elétricas. Os microfones enfiados em seus buracos fazem vibrar o corpo e provocam sensações eróticas inusuais. As perfurações são feitas com agulhas ligadas por cabos a mixers que amplificam enormemente o som da agulha atravessando a pele. A luz também provoca vibrações sonoras e vai sendo experimentada nas pessoas e objetos presentes. Uma grande orgia eletrônica se inicia. Hackers, programadores e eletricistas se juntam na roda e começam decifrar os dados emitidos da pele dos convivas. O encontro da eletricidade com a pele produz ruídos inauditos, que dizem da excitação que permeia o ambiente. O encontro da matéria com o corpo emite luminosidades que combinam com a tarde ardida. A orgia eletrônica se mantém por várias horas, até que alguém convida todos para ir para a cachoeira. Roupas, pedaços de sensores, fios vão sendo largados pelo caminho, como marca, ou ainda, como pista. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	A Cadela de guerra e a Ciber-bruxa desviam do caminho, querem conversar. Se embrenham pelo mato com as antenas para escutarem com privacidade os satélites. Resolvem interferir em um dos canais da Vivo, já que o assunto delas, é vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
C-g: Teu ponto de equilíbrio é a busca desesperada por sobreviver a era do controle, buscas na ancestralidade uma bússula, um resto para que te conectes e já não sintas o peso da tua existência. Com esse contato só disfarças tua decrepitude. &lt;br /&gt;
C-b: Tua aparição violenta só ressalta o controle, você utiliza a violência, a arma do inimigo, não cria nada diferente disso, teu instinto é homicida, você quer contaminar o mundo com o teu rancor.&lt;br /&gt;
C-g: Eu sou menos humanista do que você pensa, e se uso a arma do inimigo é por pensá-la eficiente. Se é capaz de despertar tanto desespero, é também capaz de despertar alguma liberdade. Me alimento dela. Ela me supre. Mas ao contrário de virar escrava ou salvadora, me torno menos pessoa, eu sou um monstro. E quero ser mais monstro ainda.&lt;br /&gt;
C-b: Não gosto de violência, para mim é falta de argumento. É o regime do terror. O seu respeito é garantido pelo medo que produzes nas pessoas. Elas não tem tempo de pensar, nem de criar alternativas, elas ficam amedontradas com tua postura, e por medo te adoram.&lt;br /&gt;
C-g: Eu nunca tive medo de nenhum mito. Gosto de ser adorada. O que faço pode ser admirado. Mas você se engana em dizer que me adoram por medo, existe outra palavra, fascinação. É o que se sente pelas tempestades, pelos ventos fortes. As ações tem muitos outros sentidos para além da tua lógica amedrontada.&lt;br /&gt;
C-b: Você prefere acreditar nas sensações como se elas fossem a única fonte de conhecimento, tem outras. Eu prefiro por exemplo existir mais integrada, pensando que minhas verdades contam menos que a experiência de estar viva. Prefiro acreditar mais na exuberância do que na falta. Quando vês a pororoca não a amas por fascinação, mas porque tu mesmo é pororoca, te tornas conivente. Admitir a paz certamente não é tão fácil como admitir a guerra. E isso não é uma oposição. &lt;br /&gt;
C-g: A paz não é uma oposição a guerra? O que seria uma oposição à guerra? a celebração? Você já esteve na guerra? Já viu corpos mutilados? O zumbido do bombardeio? Você acha que pode cultivar uma cultura hippie no meio de uma catástrofe?&lt;br /&gt;
C-b: Acho que o contrário da guerra é a negociação. Considero bem mais fácil assumir a guerra como algo inevitável, como cultura humana, da qual não temos como escapar. Utilizar argumentos de guerra só reforça a esdrúxula invenção. Se não tens meios de evitá-la, melhor ser sua cúmplice. É o que sua ação me faz pensar. Você se rende.&lt;br /&gt;
C-g: Já seus chás xamânicos e sua pureza me fazem pensar numa situação humana deplorável, mendiga, que sonha com o paralelismo e que acima de tudo, nega o mundo que vive. Perdoa todo sofrimento e por isso o repete.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	Tinha gente escutando a conversa, que parecia um programa de rádio via satélite. Alguns caminhoneiros que seguiam pela BR 163 rumo a Santarém acharam o canal de emissão e começaram a tirar sarro delas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
C1: Estou pagando para ver essas quengas ao vivo!&lt;br /&gt;
C2: Tão nos escutando gostosas? Vem discutir isso aqui no caminhão suas matracas.&lt;br /&gt;
C-g: Sai fora linguarudo!&lt;br /&gt;
C1: A moça é desbocada, coloca tua boca aqui linguaruda.&lt;br /&gt;
C2: É nervozinha a bixinha, ai se eu te pego ahahahaha.&lt;br /&gt;
C-b:  Amigos, se vão para Santarém nadem no Rio Tapajós por mim e aproveitem para se purificar um pouco com algum povo indígena no caminho.&lt;br /&gt;
C2: Oh tem uma boazinha na conversa, a neguinha gosta de chupar?&lt;br /&gt;
C-g: Chupa meu cú imbecil, que aproveito pra cagar na tua boca!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	A Ciber-bruxa e a Cadela de guerra já estão um pouco altas. Feministas como são sentiram-se agredidas pelos caminhoneiros. Elas não entedem como uma conversa tão importante como a que estavam tendo possa ser motivo de escárnio machista. Estão tristes. Não querem pensar mal de todos caminhoneiros, nem de todos os homens. Sofrem um terrível mal estar. Lhes custa ignorar a cena. Foram agredidas via satélite. Foram violentadas. Pensam na condição das outras tantas que não são vozes, mas corpos no meio das estradas. As cadelas sem direitos, as bruxas sacrificadas. As que não tem para onde fugir sem que signifiquem a mesma desmesura, coisa sem cabimento, que serve pra uma coisa só até não servir para mais nada. Os gozos perdidos. A profunda  inferioridade, o trabalho escravo. As mulheres chantageadas pela religião, pela pressão do pecado, do mercado, os corpos estuprados e sem valor. A angústia as invade. Estão pequenas, diminuídas e choram por algo muito maior que a zombaria dos caminhoneiros. Muito maior que suas consciências políticas. Elas choram pela impossibilidade da comunicação. Pelo binarismo do mundo, pela incredulidade na espécie, por sua própria impotência. Tanto trabalho disperdiçado! O mundo não muda com você. Nosso trabalho no fundo, é de elite!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	No sofrimento encontram alguma afinidade. Os caminhoneiros provocaram a sua aproximação. Saem do local da escuta e vão dirigindo-se meio automaticamente à cachoeira, onde hackers e queers celebram o encontro do corpo com a matéria. Elas duas descobrem coisas em comum: não gostam de homens e apreciam se masturbar em árvores. Estão nuas, bêbadas, ainda chorosas mas iniciam uma competição engraçada, de quem goza primeiro nos galhos das árvores. A alegria volta, ri e chora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	Os participantes da pequena multidão queer fazem apostas, riem muito das cenas obcenas que a Ciber-bruxa e a Cadela de guerra fazem com as árvores, ora se surpreendem, ora entusiasmam as competidoras em coro gritando: ecosex, ecosex, ecosex15!! Todos sabem que as condições estão propícias para recomeçar a suruba na floresta, os elementos estão disponíveis e aparentemente excitados. A água está excitada, as pedras estão excitadas, as folhas estão excitadas, as árvores estão muito excitadas, até o ar está excitado, e a pequena multidão queer responde a tudo isso agarrando-se nos elementos, num clima de sensualidade sublime onde humanos e floresta se confundem. Os desavisados que por acaso passam na cachoeira se impressionam com aquelas imagens chocantes, incovenientes e profundamente eróticas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	Os caminhoneiros seguem sua estrada pela BR 163 rumo a Santarém, continuam conversando, não com a mesma felicidade despótica e machista como quando as mulheres estavam utilizando a frequência de satélite que costumam utilizar, mas um pouco mais silenciosos, talvez pensando que se não tivessem sido tão ofensivos, as mulheres seriam mais afáveis e talvez lhes divertissem um pouco durante a viagem. Surge a dúvida se ainda os estão escutando. Um pingo de paranóia os invade. Chamam elas de novo, mas elas não respondem. Talvez estejam na escuta. Quem mais estará na escuta? Sabem que o que fazem é ilegal e que talvez estejam sendo rastreados. As mulheres deveriam ser menos moralistas diz um, sempre esse choque quando encontram homens de  verdade! O outro responde, pois é...  Eles estão levando carregamento de materiais de construção para Santarém.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	O Alquimista e o Zumbi-antena continuam seu impasse. Um pensando em porque seria fascista modelar a matéria, enquanto o outro não pensa nada, pelo menos não consegue eleger nenhum pensamento, já que luta com seu próprio coração para que este continue batendo normalmente e não o faça ter uma crise de pânico nesse momento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	O Zumbi-antena sofre de ataques de pânico. Sabe quando isso começa acontecer. Suas últimas estratégias tem sido enviar sinais de comando para o cérebro. Mesmo que não acredite na divisão entre alma e espírito tem algo que não entende. Quem manda sinais de comando para o cérebro, o cérebro? Pensar em seu cérebro dividido enviando mensagens antagônicas só lhe aumenta a ansiedade. Não recorre a nenhum deus nessas horas, tenta lidar com as mensagens truncadas que seu corpo recebe. Sabe que a sensação é de medo. Muito medo, como se uma situação de risco crucial estivesse acontecendo. Seu corpo está alarmado. Seu coração bate desesperadamente, sente tonturas, falta a respiração, está em um boeing em queda livre pegando fogo. Tenta respirar profundamente e seus joelhos se dobram, é vencido pela gravidade, não tem para onde correr, não confia em ninguém. Seu ouvido ouve um zumbido extremo, um noise, precisa encontrar seu remédio mas não o encontra, não sabe onde o deixou. Não sabe o que teme, mas sabe que pode morrer. As cenas mais cruéis invadem sua cabeça. Pensa em um sanatório, está com medo de estar louco, não tem controle sobre os próprios comandos, e começa gritar insandecido: morre agora! Morre agora. Morre!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	O Alquimista acompanha com o olhar esse desespero e pensa em atar o Zumbi-antena com fios de cobre, colocar alguns metais encima dele. Sai em busca de sua medicina alternativa e volta com uma sacolinha cheia de materiais. Carinhosamente ata os pés e os braços do Zumbi-antena, coloca todos metais disponíveis encima do seu corpo, sai em busca de pedras e vai tapando o Zumbi-antena até que este some quase inteiramente. O Zumbi-antena não para de emitir comandos. Me enterra! Morre! Me enterra! Morre agora!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	Este ritual está acontecendo há mais de uma hora e aos poucos o Zumbi-antena vai se acalmando. O Alquimista está ainda preocupado com quais metais colocou no peito e quais colocou no baixo ventre. As vezes volta a trocar um metal por uma pedra. Tem jaspe, prata, cobre, cristal, ametista, ágata, pedras locais simples, fios, mouses e vários pedaços de lata. O Alquimista senta-se ao lado do Zumbi-antena e começa raspar uma das pedras simples, para extrair ferro. Quando consegue algumas gramas de pó, intuitivamente  passa o ferro no rosto do Zumbi-antena. Faz um círculo na sua testa, passa um pouco em suas têmporas, depois atras das orelhas. Assopra delicadamente para retirar o excesso de pó de ferro. Espera que o Zumbi-antena se recomponha. Ele se recompõe. Balbucia algo excêntrico como: Porra, estou vivo!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Z-a: Tenho sofrido ataques violentos. Não estou lidando bem com a situação. Estou sendo perseguido. Rastrearam meu IP, fecharam dois dos meus servidores, estou tentando trabalhar com a rede fechada, mas está com falta de acesso. As pessoas estão com medo. Tenho andado em círculos. Não estou conseguindo desenvolver nada. Acho que meu cérebro está sendo hackeado, estou cheio de virus. Perdi o comando.&lt;br /&gt;
A: (Vai retirando vagarosamente as pedras de cima do Zumbi-antena)&lt;br /&gt;
Z-a: O movimento está perdendo forças. Somos muito poucos. Não estamos conseguindo fazer resistência. Estamos perdendo tempo, sobrevivendo. &lt;br /&gt;
A: Você acha que seu ataque de pânico tem a ver com a ciberguerra16?&lt;br /&gt;
Z-a: Já não há ciberguerra, nós estamos perdidos. Sou um corpo emprestado. Os inimigos me atacam constantemente, estou visibilizado demais. Por mais que tente me esconder, me rastream. É mais sério do que parece. Ou sobrevivo ou hackeio, mas não tenho mais saúde para hackear nada. Se eu sucumbir agora, os outros também sucumbem. Eu sou uma espécie de major.  Eu sofro do complexo 2501.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Complexo 250117 – Ficction Sci incorporation&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O drama de Kusanagi Motoko (major). A rebelião dos andróides&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela sabe que não é um ser humano comum. Sua mente é controlada. Tem dúvidas se seu corpo é de gente viva ou morta. Tem um ghost, um espírito. Sabe identificar a si mesmo dentro da vasta e infinita rede. Tem habilidades, sentimentos. É uma forma de vida em processo de individuação18 - não é estática. Não concorda com os que diferenciam os humanos dos robos a partir de suas atribuições genéticas. Não antepõe o orgânico e o não orgânico, pensa que tudo que há é natureza. Seu cérebro é neuro-tecnológico, sua matriz antropológica é a informação. É capaz de auto-transmutação. Modifica-se estruturalmente e transmigra de corpo. Seu ciber-cérebro pode incorporar outros corpos, chega incorporar em três, quatro corpos ao mesmo tempo. Mas isso tem consequências. Cada corpo carrega suas próprias bases de dados, a incorporação provoca constantes alterações em seus códigos. São situações de risco, pode ser infectada e sofrer modificações nos seu sistema de informação. Tem que se esconder constantemente do Estado, da polícia e dos hackers a serviço de alguma coorporacão. Se torna um ser híbrido na medida que encarna, mas pode perder o controle com facilidade e necessita de ajuda externa para manter-se alinhada.  Essa ajuda externa é feita por ligações ativistas e afetivas. Sua inteligência artificial é mais rápida que a do humano médio, é amplificada, dinamizada e sua intuição ganha velocidade na medida que é exercitada, por isso seu risco é um pouco menor do que os corpos incorporados, que podem entrar em complexas crises ou serem colapsados. Mas sua ação também não é segura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No ambiente do Ghost in the Shell há muitos experimentos drásticos que provocam a morte tanto dos corpos orgânicos como dos ciber-cérebros. Crianças são utilizadas como carcaças (cavalos), e em suas mentes são implantadas micro-máquinas controladas por todo tipo de coorporação ou intenção tecnológica. Motoko pensa na liberdade mas com padrões muito diferentes das paisagens geográficas e culturais dos humanos. Sua paisagem é informacional e maquínica. Acredita na disseminação do saber técnico, mesmo sabendo que esta fé é inviável diante do super controle. O caráter de humanização dos robos é prejudicado pela formatação fechada dos softwares, e os que lutam contra isso são levados a construirem organizações secretas armadas, para se protegerem do Estado sólido, que é como se chama pelo menos uma das máfias que dominam os meios de controle19.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Motoko sabe que a fusão da humanidade com a tecnologia não é tranquila. Essa intranquilidade é fruto de uma visão política sobre matéria e máquinas cultivadas no seio civilizatório durante milhares de anos. O antropocentrismo cria a tendência dos homens sentirem-se superiores ao resto do mundo. O investimento nessa superioridade reproduz um sistema de dominação. A essência imanente das coisas não é respeitada, de modo que impede-se sua afirmação como singularidade, sua individualização. Assim como se pensa a escravidão como uma forma de dominação de pessoas e animais que não passam de massa bruta, amorfa e sem desejo próprio, da mesma maneira pensa-se o controle sobre a matéria e a máquina. Essa forma de pensar tem consequências. Quando a fusão homem-máquina começa acontecer em larga escala gera-se todo tipo de conflito e de resistência. Homem e máquina convivem em sociedade, sua fusão é inevitável, mas para que haja potencialização dessa fusão essa relação deve se equilibrar. Os robôs reconhecem a dominação, assim como os andróides. Como matérias escravizadas sabem do espaço delicado que orbitam. Sentem-se despossuídos. Seus processos conduzidos. Não são sujeitos livres, são pensados para serem úteis e descartáveis. A ficção científica convoca deliberadamente a rebelião de robôs e andróides. São máquinas fusionadas com humanidades que não aceitam o papel subalterno que lhes  é dado. A relação arbitrária precisa ser refeita20. Motoko promove essa transformação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	Zumbi-antena e o Alquimista chegam a conclusão que ambos sofrem do complexo 2501.&lt;br /&gt;
A pequena multidão queer entra em um estranho transe. A sessão de amor com a natureza dá lugar a um profundo ritual sado-masoquista, ou ainda, um rito de passagem. O bando se torna uma communitas espontânea21. As pedras cortam. Os pedaços finos de madeira viram chicotes. As penetrações anais, orais, vaginais e também perfurações da pele começam acontecer com mais incisividade.  Uma das mulheres começa gemer, é a primeira vez que é perfurada. Diz: isso queima! Isso queima! Mas sabe da necessidade de passar por essa dor para ser inserida na coletividade. A Ciber-bruxa considera a situação exagerada. O caráter dramático da situação lhe desperta temor, tenta interferir com um discurso de paz, mas é amarrada na boca e nos braços com pedaços de cipó. Uma espécie de onda obscura toma conta da ocasião, já que a noite oferece suas próprias insígnias. A Ciber-bruxa é atada na árvore. Um galho em brasa serve para ameaçar a Ciber-bruxa. Chegou tua hora, vai morrer na fogueira! A Ciber-bruxa tenta pensar que é uma brincadeira, mas sente a ambiguidade nas faces que agora a olha com olhos pintados de barro, caras marrons de pedra, musgo verde escuro atravessando os peitos e os sexos de fora. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	De repente as pessoas estão sérias, com uma concentração desconhecida para a Ciber-bruxa. Ela não sabe se isso acontece por causa do chá xamânico, excesso de álcool ou alguma outra influência. Sente medo, e com a boca entre-aberta grita: me solta! Mas ninguém a ouve. Uma das mulheres começa desenhar na sua perna com um galho que parece em brasa. A Ciber-bruxa prevê dor. Exagera nos movimentos e nos gritos. Alguém diz: lança tuas vidências agora! O galho desce da sua entre-coxa  ao joelho, e uma roda de pessoas se forma em volta dela. As caras marrom e cor de limo passam a emitir gritos gulturais, ancestrais alguém diria, como friccionados por um comando invisível. Um olhar que não quer destruir mas quer ver gritar, ver pedir perdão. É preciso macerar a Ciber-bruxa para que ganhe um pouco mais de gravidade. Para que sinta mais o que passou as incendiadas, as assassinadas. É um ritual transhistórico. Uma viagem no tempo. A conivência do grupo é impressionante. Se limitam a respirar juntos e fazerem movimentos repetitivos. Batem os pés no chão e incentivam a Ciber-bruxa aceitar a tatuagem. Ela está tensa, procura o olhar da Cadela de guerra. Esta faz um sim com a cabeça para ela, diz: temos que passar por isso para termos proteção. Os tatuados são protegidos, é o sinal de pertencimento. A que? Diz a Ciber-bruxa. Ela não gosta de bandos anônimos e paralelos. Não quer ter o sinal. Não quer ter nenhum sinal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	Um dos participantes tem um celular com GPS com um programa capaz de desenhar os passos da tribo, uma espécie de software de mapeamento, ele cartografa os movimentos da pequena multidão queer. Ele oferece o desenho ao bando, diz: copia esse desenho na perna dela22. O desenho foi decalcado na perna da Ciber-bruxa, com o sangue de outra pessoa. Não foi machucada. O desenho desaparecerá em breve. Ela é solta. Abandona a cachoeira. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	Está chocada, assustada, percebe um sentimento confuso entre raiva e melancolia. Lhe dói não ter aceito fazer o ritual de passagem. Sente como se tivesse feito um rompimento radical com uma certa forma de vida, como se tivesse negado pertencer a essa categoria. Está livre e terrivelmente sozinha. Algo mudou dentro dela. Acha que não é mais a mesma. Talvez tenha que falar menos, se embrenhar mais no silêncio e na busca. Largar definitivamente o network e viver da terra. Aprofundar seus estudos de plantas. Ajudar somente quando quiserem ajuda. Parar de ser a Ciber-bruxa dos encontros ativistas. Está confusa. Tem pena de si mesma. Senta-se sozinha na terra, pega uma pedra fina e arranha a pele encima do desenho de sangue. Talvez fosse melhor pertencer e ser protegida. E faz um único furo na entrecoxa. Observa o sangue caindo. Fica imobilizada. Sente a dor. A observa como se não lhe pertencesse. E quando o leve escorrimento de sangue coagula, faz um outro furo encima do desenho, dessa vez sem fechar os olhos e de novo observa que a sensação, além de dolorosa, lhe provoca uma outra sensação que se sobrepõe a primeira. Talvez seja a primeira vez que olha sua coxa com tanta atenção. Tenta superar a dor e de repente lhe invade um estado de torpor e relaxamento. Essa sensação vai se tornando prazerosa, sente que está cheia de adrenalina. Sua coxa está em total evidencia e nada é mais importante que isso nesse momento23. E por horas fica furando sua própria coxa até o ponto de completar o desenho. Olha para a pedra, agora resignificada e pensa: Quem tem dentes mais fortes o sangue ou a pedra24?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	De fora todos esses acontecimentos parecem teatro, um working process experimental sem palco nem público. Mas não é. Essas pessoas esquisitas, disformes, perdidas, desesperançadas, agressivas, pornográficas são ativistas cansados de ações inglórias. Procuram conectar-se com forças para além de suas identidades ou dos habituais espaços de convivência. Colocam-se como cobaias de seus próprios desejos de libertação. Estão em um encontro de tecnomagia, em um sítio no alto das montanhas, e esse encontro está longe de acabar, na verdade está só começando. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*******&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Tecnomagia&amp;diff=8479</id>
		<title>Tecnomagia</title>
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				<updated>2013-06-04T01:39:05Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Belisards: /* Livro */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Publicação ==&lt;br /&gt;
Disponiblização em formato wiki do livro Tecnomagia completo. Ajude-nos a corrigir erros e formatar os textos para melhor exibição, editando as páginas a seguir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Livro ====&lt;br /&gt;
# [[Introdução Tecnomagia]]&lt;br /&gt;
# [[Orelha do livro Tecnomagia]]&lt;br /&gt;
# [[Magia e Tecnologia]] - Pedro Soler&lt;br /&gt;
# [[Microculturas]] - Vahida Ramujkic, Moshe Robes y Aviv Kruglanski &lt;br /&gt;
# [[Magia e Tecnologia]] - Alfred Gell&lt;br /&gt;
# [[Descristalização]] - Jonathan Kemp&lt;br /&gt;
# [[Poema]] - George Sander&lt;br /&gt;
# [[Iniciação técnica numa formação moderna em humanidades]] - Gilbert Simondon&lt;br /&gt;
# [[Antropologia das sociedades encantadas]] - Thais Brito&lt;br /&gt;
# [[Magia:a: caminho de resignificação e e ritos]] - Eá de Apsu&lt;br /&gt;
# [[Pequeno Manual do Astrólogo Amador Artificial]] - Bruno Vianna&lt;br /&gt;
# [[Tecnomagias]] - Adrian Gomez&lt;br /&gt;
# [[Mantra Digital]] - Morgana Gomes&lt;br /&gt;
# [[Fragmento de um dialogo pós-apocalíptico]] - Cartesius Ciborgis&lt;br /&gt;
# [[Escolher]] - Felipe Fonseca&lt;br /&gt;
# [[Tecnomagia - Fabiane Borges]]&lt;br /&gt;
# [[Cyberpunk como alquimista moderno]] - Timothy Leary&lt;br /&gt;
# [[Tecnomagia: metareciclagem e rádios livres no front de uma guerra ontológica]] - Thiago Novaes&lt;br /&gt;
# [[Tempo Livre]] - Martin Howse&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Ebook ====&lt;br /&gt;
#[[A corrida da Antena]] - Fabi Borges&lt;br /&gt;
#[[Alquimia de Corazones]] - Katiushka Borges &lt;br /&gt;
#[[Tecnoxamanismo]] - Allan Mendes&lt;br /&gt;
#[[A Cartilha]] - Samir Oliveira&lt;br /&gt;
#[[Movimento para acender luzes automáticas]] - Paola Barreto Leblanc1&lt;br /&gt;
#[[O supermassivo buraco negro dançando com o fogo do sol]]&lt;br /&gt;
#[[pamphlet111111]] - Tiago Spina&lt;br /&gt;
#[[Re-manifesto antropofágico para era digital]] - Vanessa Maia Ramos-Velasquez&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Portal Interdimensional da Pajelança Tecnomagica==&lt;br /&gt;
[[ Arquivo:Caxingueled_LOW_anima.gif |thumb | left | Any sufficiently advanced technology is indistinguishable from magic (Arthur C. Clarke) ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[PROGRAMAÇÃO]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[PARTICIPANTES]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[COMO CHEGAR]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[MICROPOLÍTICAS]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 10 a 13 de Maio no Vale do Pavão - Na [http://nuvem.tk/ NUVEM] estação rural de arte e tecnologia ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quais os limites da sua crença na [http://en.wikipedia.org/wiki/Normal_science ciência normal] e sua sucessão infinita de paradigmas?&lt;br /&gt;
Nós nascemos em hospitais mas fugimos da aula de anatomia e todo o pragmatismo da talha hipocrática dos bisturis afiados desta operação&lt;br /&gt;
cirúrgica de cortes dos umbigos da genealogia que definiu os nomes das crenças todas. &lt;br /&gt;
Falanges e turbas de entidades míticas que protegem o pensamento daqueles que podem crer em algo para além da metafísica da colisão de particulas que gerarariam novos universos, redefinindo as posições dos astros, estrelas e fronteiras.&lt;br /&gt;
Dissecar então a etimologia de &amp;quot;Universo&amp;quot; até chegar no fim da História para enfim repetir como farsa apoteótica?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez o que querem os bastardos desta genealogia da Alquimia, Macumba, Santeria, Física Computacional Aplicada e todo seu caleidoscópio de lendas tortas derivadas e híbridas de uma mesma rede de delírios seja apenas a parte ritual de uma celebração da dúvida que persiste como impossibilidade da morte em vida. Puro Oxímoro. A pura entropia, sem as contas? Ábacos são Oráculos? Que horas temos? Faça-se carne entre nós!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Nadie pudo ser cosmonauta lr.png | thumb |left | &amp;quot;É possível que os deuses não me negassem o achado de uma imagem equivalente, mas este relato ficaria contaminado de literatura, de falsidade. Mesmo porque o problema central é insolúvel: a enumeração, sequer parcial, de um conjunto infinito. Nesse instante gigantesco, vi milhões de atos prazerosos ou atrozes; nenhum me assombrou tanto como o fato de que todos ocupassem o mesmo ponto, sem superposição e sem transparência. O que viram meus olhos foi simultâneo; o que transcreverei, sucessivo, pois a linguagem o é. Algo, entretanto, registrarei.&amp;quot; (Borges - O Aleph)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Panspermia2.png | thumb |left | “O INQUISIDOR – Essa gente afirma que é da matemática que se trata e não do espírito da rebeldia e da dúvida. Mas não é de matemática que se trata. É uma inquietação horrenda que se estende pelo mundo. É a inquietação de seu próprio cérebro que eles transpuseram para a terra imóvel. Eles gritam: são os números que nos convencem! Mas os números de onde vêm? Qualquer um sabe que eles vêm da dúvida. Esses homens duvidam de tudo. Será na dúvida, e não mais na fé, que iremos fundar a sociedade humana?” (B.Brecht – Leben des Galilei)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Sincabeza.jpg| thumb |left | &amp;quot;Laikai: 空 no céu なし青色なし azul nenhuma 雲 nuvem&amp;quot;(f?r!) ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Mandingalgo-Ritmos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Ovo_elemental.png |thumb | 300px | right | “Computer science is no more about computers than astronomy is about telescopes.” (Edsger W. Dijkstra)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Os feiticeiros sempre tiveram a posição anômala, na fronteira dos campos ou dos bosques. Eles assombram as fronteiras. Eles se encontram na borda do vilarejo, ou entre dois vilarejos. O importante é sua afinidade com a aliança, com o pacto, que lhes dá um estatuto oposto ao da filiação. Com o anômalo, a relação é de aliança. O feiticeiro está numa relação de aliança com Yupana como potência do anômalo.&amp;quot; (Mil Platôs v4 - deleuze &amp;amp;&amp;amp; guatarri)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seguem assim soltas, &lt;br /&gt;
as notações do papo que tivemos na sexta pós carnaval. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o xamã é um rádio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.alegrar.com.br/02/02pedro.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.maxwell.lambda.ele.puc-rio.br/17409/17409_5.PDF&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.astrumargentum.org/arquivos/amt/intro_daath.htm&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Laikai:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
空 no céu&lt;br /&gt;
なし青色なし azul nenhuma&lt;br /&gt;
雲 nuvem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://mysticbourgeoisie.blogspot.com/&lt;br /&gt;
http://www.college-de-pataphysique.org/college/accueil.html&lt;br /&gt;
http://www.sosaci.org&lt;br /&gt;
http://deoxy.org/&lt;br /&gt;
http://weird-fiction.net/&lt;br /&gt;
http://www.naturezadivina.com.br/loja/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
une coup de daath jamais n'aboliré le ogarythm&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=ZHKgcYsBfPM&lt;br /&gt;
http://labyrinthofthepsychonaut.blogspot.com/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
dispositivo experiência&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=QQg-EZMEXfw&lt;br /&gt;
http://www.who.int/healthsystems/topics/technology/en/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ps: esqueci um livro do Carl Sagan aí...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
.........&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
tecnoxamanismo - esquizoanalises - experiencias com magia e performance - Fabiane Borges&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
blog: http://catahistorias.wordpress.com&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Raptos tecnomagicos - SUMMERLAB - Gijon -  ASTURIAS - 2011&lt;br /&gt;
http://vimeo.com/28709342&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- na rua - alienacao conduzida -  em Piedras Blancas - Asturias 2011&lt;br /&gt;
http://vimeo.com/28734197&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- experiencias neomiticas - em Londres - Goldsmiths 2011&lt;br /&gt;
http://vimeo.com/25274823&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- epifanias possiveis - Campinas - 2005&lt;br /&gt;
http://vimeo.com/23837120&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- processos imersivos 1 - Sao Paulo - 2005&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=dp5IjbCXG5M&amp;amp;list=UUrR0pFH70uHic8I3P9JjHAQ&amp;amp;index=22&amp;amp;feature=plcp&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
......&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Alquimias  http://crystalworld.org.uk http://xxn.org.uk/doku.php &lt;br /&gt;
Jonathan Kemp&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://tecnomagxs.wordpress.com/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://filosonias.blogspot.com/2010/12/gnoise.html&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*caça fantasmas (da Goldsmith) - parapsicologia (ciência), tecnologia da mediunidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* tecnomagos - endomorfoses, tecnobruxarias http://1010.co.uk/xxxxx_publication.html&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*humor: http://tecnomagoo.blogspot.com/&lt;br /&gt;
http://technoshamanism.net/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IDEIAS&lt;br /&gt;
* Conciência cósmica - sentimento de pertencimento a algo que é maior e que (neste caso, não é um sentimento cristão)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Tecnociências - conhecimento empírico&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Antropomorfismo - o índio se vê como natureza. e nós?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Ecohackers, Biohackers - A nova natureza, lugar para se atravessar&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Escuta de satélites - antenas de samambaia, personagens,  neo mitos, narrativas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*culto a carga- http://en.wikipedia.org/wiki/Cargo_cul&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Protocolos rituais - programando e (des)programando ritos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* rave, drogas e xamanismo - http://en.wikipedia.org/wiki/Technoshamanism&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*http://catahistorias.files.wordpress.com/2011/11/tecnomagia-na-lista-do-ipe1.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*charlatanismos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
que mais?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
banca de doutorado valendo diploma Honoris Causa na Universidade Livre versus Universidade Nomãde assinado pelo Jodorowski e pelo Ministério de Pesca de Satélites.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &amp;quot;banca de doutorado&amp;quot; ou &amp;quot;Inquisição&amp;quot; tanto faz o nome&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* tradução da bula que determina o calendário gregoriano, modificando datas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* fabricação de cimento artesanal para construção de um templo que será depois transformado em universidade laiKa. com o que sobrar fazer antenas gigantes: http://www.te1.com.br/2012/01/antenas-parabolicas-inusitadas-faca-voce-mesmo-sua-antena-parabolica-com-tijolo-se-cimento-so-vendo-pra-crer/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* construção de um alambique artesanal de cachaça, porém não chamar de cachaça, achar um nome sagrado para esta bebida:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* reforma agrária&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Proclamação do Calendário Que Ainda nos Assombra ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Inter Gravissimas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
by Pope Gregory XIII (Ugo Buoncampagni)&lt;br /&gt;
February 24, 1582&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GREGORIUS EPISCOPUS&lt;br /&gt;
SERVUS SERVORUM DEI&lt;br /&gt;
AD PERPETUAM REI MEMORIAM.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
INTER gravissimas pastoralis officii nostri curas, ea postrema non est, ut quæ a sacro Tridentino concilio Sedi Apostolicæ reservata sunt, illa ad finem optatum, Deo adiutore, perducantur.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sane eiusdem concilii patres, cum ad reliquas cogitationes breviarii quoque curam adiungerent, tempore tamen exclusi, rem totam ex ipsius concilii decreto ad auctoritatem et iudicium Romani Pontificis retulerunt.&lt;br /&gt;
Duo autem breviario præcipue continentur, quorum unum preces laudesque divinas festis profestisque diebus persolvendas complectitur, alterum pertinet ad annuos Paschæ festorumque ex eo pendentium recursus, solis et lunæ motu metiendos.&lt;br /&gt;
Atque illud quidem felicis recordationis Pius V, prædecessor noster, absolvendum curavit atque edidit.&lt;br /&gt;
Hoc vero, quod nimirum exigit legitimam kalendarii restitutionem, iamdiu a Romanis Pontificibus prædecessoribus nostris et sæpius tentatum est; verum absolvi et ad exitum perduci ad hoc usque tempus non potuit, quod rationes emendandi kalendarii, quæ a coelestium motuum peritis proponebantur, propter magnas et fere inextricabiles difficultates, quas huiusmodi emendatio semper habuit, neque perennes erant, neque antiquos ecclesiasticos ritus incolumes (quod in primis hac in re curandum erat) servabant.&lt;br /&gt;
Dum itaque nos quoque, credita nobis, licet indignis, a Deo dispensatione freti, in hac cogitatione curaque versaremur, allatus est nobis liber a dilecto filio Antonio Lilio, artium et medicinæ doctore, quem quondam Aloysius eius germanus frater conscripserat, in quo per novum quemdam epactarum cyclum ab eo excogitatum, et ad certam ipsius aurei numeri normam directum, atque ad quamcumque anni solaris magnitudinem accommodatum, omnia quæ in calendario collapsa sunt, constanti ratione et sæculis omnibus duratura, sic restitui posse ostendit ut calendarium ipsum nulli umquam mutationi in posterum expositum esse videatur. Novam hanc restituendi calendarii rationem, exiguo volumine comprehensam, ad christianos principes celebrioresque universitates paucos ante annos misimus, ut res quæ omnium communis est, communi etiam omnium consilio perficeretur; illi cum, quod maxime optabamus, concordes respondissent, eorum nos omnium consensione adducti, viros ad calendarii emendationem adhibuimus in alma Urbe harum rerum peritissimos, quos longe ante ex primariis christiani orbis nationibus delegeramus. Ii cum multum temporis et diligentiæ ad eam lucubrationem adhibuissent, et cyclos tam veterum quam recentiorum undique conquisitos ac diligentissime perpensos inter se contulissent, suo et doctorum hominum, qui de ea re scripserunt, iudicio, hunc, præ ceteris, elegerunt epactarum cyclum, cui nonnulla etiam adiecerunt, quæ ex accurata circumspectione visa sunt ad calendarii perfectionem maxime pertinere.&lt;br /&gt;
Considerantes igitur nos, ad rectam paschalis festi celebrationem iuxta sanctorum patrum ac veterum Romanorum pontificum, præsertim Pii et Victoris primorum, necnon magni illius oecumenici concilii Nicæni et aliorum sanctiones, tria necessaria coniungenda et statuenda esse: primum, certam verni æquinoctii sedem; deinde rectam positionem XIV lunæ primi mensis, quæ vel in ipsum æquinoctii diem incidit, vel ei proxime succedit; postremo primum quemque diem dominicum, qui eamdem XIV lunam sequitur; curavimus non solum æquinoctium vernum in pristinam sedem, a qua iam a concilio Nicæno decem circiter diebus recessit, restituendum, et XIV paschalem suo in loco, a quo quatuor et eo amplius dies hoc tempore distat, reponendam, sed viam quoque tradendam et rationem, qua cavetur, ut in posterum æquinoctium et XIV luna a propriis sedibus numquam dimoveantur.&lt;br /&gt;
Quo igitur vernum æquinoctium, quod a patribus concilii Nicæni ad XII Kalendas Aprilis fuit constitutum, ad eamdem sedem restituatur, præcipimus et mandamus ut de mense Octobri anni MDLXXXII decem dies inclusive a tertia Nonarum usque ad pridie Idus eximantur, et dies, qui festum S. Francisci IV Nonas celebrari solitum sequitur, dicatur Idus Octobris, atque in eo celebretur festum Ss. Dionysii, Rustici et Eleutherii martyrum, cum commemoratione S. Marci papæ et confessoris, et Ss. Sergii, Bacchi, Marcelli et Apuleii martyrum; septimodecimo vero Kalendas Novembris, qui dies proxime sequitur, celebretur festum S. Callisti papæ et martyris; deinde XVI Kalendas Novembris fiat officium et missa de dominica XVIII post Pentecostem, mutata litera dominicali G in C; quintodecimo denique Kalendas Novembris dies festus agatur S. Lucæ evangelistæ, a quo reliqui deinceps agantur festi dies, prout sunt in calendario descripti.&lt;br /&gt;
Ne vero ex hac nostra decem dierum subtractione, alicui, quod ad annuas vel menstruas præstationes pertinet, præiudicium fiat, partes iudicum erunt in controversis, quæ super hoc exortæ fuerint, dictæ subtractionis rationem habere, addendo alios X dies in fine cuiuslibet præstationis.&lt;br /&gt;
Deinde, ne in posterum a XII Kalendas Aprilis æquinoctium recedat, statuimus bissextum quarto quoque anno (uti mos est) continuari debere, præterquam in centesimis annis; qui, quamvis bissextiles antea semper fuerint, qualem etiam esse volumus annum MDC, post eum tamen qui deinceps consequentur centesimi non omnes bissextiles sint, sed in quadringentis quibusque annis primi quique tres centesimi sine bissexto transigantur, quartus vero quisque centesimus bissextilis sit, ita ut annus MDCC, MDCCC, MDCCCC bissextiles non sint. Anno vero MM, more consueto dies bissextus intercaletur, Februario dies XXIX continente, idemque ordo intermittendi intercalandique bissextum diem in quadringentis quibusque annis perpetuo conservetur.&lt;br /&gt;
Quo item XIV paschalis recte inveniatur, itemque dies lunæ, iuxta antiquum Ecclesiæ morem ex martyrologio singulis diebus ediscendi, fideli populo vere proponantur, statuimus ut, amoto aureo numero de calendario, in eius locum substituatur cyclus epactarum, qui ad certam (uti diximus) aurei numeri normam directus, efficit ut novilunium et XIV paschalis vera loca semper retineant. Idque manifeste apparet ex nostri explicatione calendarii, in quo descriptæ sunt etiam tabulæ paschales secundum priscum Ecclesiæ ritum, quo certius et facilius sacrosanctum Pascha inveniri possit.&lt;br /&gt;
Postremo, quoniam partim ob decem dies de mense Octobri anni MDLXXXII (qui correctionis annus recte dici debet) exemptos, partim ob ternos etiam dies quolibet quadringentorum annorum spatio minime intercalandos, interrumpatur necesse est cyclus literarum dominicalium XXVIII annorum ad hanc usque diem usitatus in Ecclesia Romana, volumus in eius locum substitui eumdem cyclum XXVIII annorum, ab eodem Lilio, tum ad dictam intercalandi bissexti in centesimis annis rationem, tum ad quamcumque anni solaris magnitudinem, accommodatum; ex quo litera dominicalis beneficio cycli solaris, æque facile ac prius, ut in proprio canone explicatur, reperiri possit in perpetuum.&lt;br /&gt;
Nos igitur, ut quod proprium pontificis maximi esse solet exequamur, calendarium immensa Dei erga Ecclesiam suam benignitate iam correctum atque absolutum hoc nostro decreto probamus, et Romæ una cum martyrologio imprimi, impressumque divulgari iussimus.&lt;br /&gt;
Ut vero utrumque ubique terrarum incorruptum ac mendis et erroribus purgatum servetur, omnibus in nostro et sanctæ Romanæ Ecclesiæ dominio mediate vel immediate subiecto commorantibus impressoribus, sub amissionis librorum ac centum ducatorum auri Cameræ Apostolicæ ipso facto applicandorum; aliis vero, in quacumque orbis parte consistentibus, sub excommunicationis latæ sententiæ ac aliis arbitrii nostri poenis, ne sine nostra licentia calendarium aut martyrologium, simul vel separatim, imprimere vel proponere, aut recipere ullo modo audeant vel præsumant, prohibemus.&lt;br /&gt;
Tollimus autem et abolemus omnino vetus calendarium, volumusque ut omnes patriarchæ, primates, archiepiscopi, episcopi, abbates et ceteri ecclesiarum præsides novum calendarium (ad quod etiam accomodata est ratio martyrologii), pro divinis officiis recitandis et festis celebrandis, in suas quisque ecclesias, monasteria, conventus, ordines, militias et dioeceses introducant, et eo solo utantur, tam ipsi quam ceteri omnes presbyteri et clerici sæculares et regulares utriusque sexus, necnon milites et omnes christifideles, cuius usus incipiet post decem illos dies ex mense Octobri anni MDLXXXII exemptos. Iis vero, qui adeo longinquas incolunt regiones, ut ante præscriptum a nobis tempus harum literarum notitiam habere non possint, liceat, eodem tamen Octobri mense insequentis anni MDLXXXIII vel alterius, cum primum scilicet ad eos hæ nostræ literæ pervenerint, modo a nobis paulo ante tradito, eiusmodi mutationem facere, ut copiosius in nostro calendario anni correctionis explicabitur.&lt;br /&gt;
Pro data autem nobis a Domino auctoritate hortamur et rogamus carissimum in Christo filium nostrum Rodulphum Romanorum regem illustrem in imperatorem electum, ceterosque reges, principes ac respublicas, iisdemque mandamus ut quo studio illi a nobis contenderunt, ut hoc tam præclarum opus perficeremus, eodem, immo etiam maiore, ad conservandam in celebrandis festivitatibus inter christianas nationes concordiam, nostrum hoc calendarium et ipsi suscipiant, et a cunctis sibi subiectis populis religiose suscipiendum inviolateque observandum curent.&lt;br /&gt;
Verum, quia difficile foret præsentes literas ad universa christiani orbis loca deferri, illas ad basilicæ Principis Apostolorum et Cancellariæ Apostolicæ valvas, et in acie Campi Floræ publicari et affigi; et earumdem literarum exemplis, etiam impressis, et voluminibus calendarii et martyrologii insertis et præpositis, sive manu tabellionis publici subscriptis, necnon sigillo personæ in dignitate ecclesiastica constitutæ obsignatis, eamdem prorsus indubitatam fidem ubique gentium et locorum haberi præcipimus, quæ originalibus literis exhibitis omnino haberetur.&lt;br /&gt;
Nulli ergo omnino hominum liceat hanc paginam nostrorum præceptorum, mandatorum, statutorum, voluntatis, probationis, prohibitionis, sublationis, abolitionis, hortationis et rogationis infringere, vel ei ausu temerario contraire. Si quis autem hoc attentare præsumpserit, indignationem omnipotentis Dei ac beatorum Petri et Pauli apostolorum eius se noverit incursurum. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Datum Tusculi, anno Incarnationis dominicæ MDLXXXI, sexto Kalendas Martii, pontificatus nostri anno X.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cae. Glorierius&lt;br /&gt;
A. de Alexijs&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Books and links==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Peter J. Carrol. Liber Null &amp;amp; Psychonaut. An introduction to Chaos Magic. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Daniel Pinchbeck. Breaking open the head. A psychedelic journey into contemporary shamanism. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.realitysandwich.com/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isabella Stengers, Phillipe Pignarre, Andrew Goffey. Capitalist Sorcery: Breaking the Spell.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://en.wikipedia.org/wiki/Chaos_magic&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://theoraclemachine.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://xname.cc&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Tecnomagia&amp;diff=8478</id>
		<title>Tecnomagia</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Tecnomagia&amp;diff=8478"/>
				<updated>2013-06-04T01:38:06Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Belisards: /* Livro Tecnomagia */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Publicação ==&lt;br /&gt;
Disponiblização em formato wiki do livro Tecnomagia completo. Ajude-nos a corrigir erros e formatar os textos para melhor exibição, editando as páginas a seguir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Livro ====&lt;br /&gt;
# [[Introdução Tecnomagia]]&lt;br /&gt;
# [[Orelha do livro Tecnomagia]]&lt;br /&gt;
# [[Magia e Tecnologia]] - Pedro Soler&lt;br /&gt;
# [[Microculturas]] - Vahida Ramujkic, Moshe Robes y Aviv Kruglanski &lt;br /&gt;
# [[Magia e Tecnologia]] - Alfred Gell&lt;br /&gt;
# [[Descristalização]] - Jonathan Kemp&lt;br /&gt;
# [[Poema]] - George Sander&lt;br /&gt;
# [[Iniciação técnica numa formação moderna em humanidades]] - Gilbert Simondon&lt;br /&gt;
# [[Antropologia das sociedades encantadas]] - Thais Brito&lt;br /&gt;
# [[Magia:a: caminho de resignificação e e ritos]] - Eá de Apsu&lt;br /&gt;
# [[Pequeno Manual do Astrólogo Amador Artificial]] - Bruno Vianna&lt;br /&gt;
# [[Tecnomagias]] - Adrian Gomez&lt;br /&gt;
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# [[Fragmento de um dialogo pós-apocalíptico]] - Cartesius Ciborgis&lt;br /&gt;
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# [[Tecnomagia]] - Fabiane Borges&lt;br /&gt;
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# [[Tecnomagia: metareciclagem e rádios livres no front de uma guerra ontológica]] - Thiago Novaes&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
==== Ebook ====&lt;br /&gt;
#[[A corrida da Antena]] - Fabi Borges&lt;br /&gt;
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#[[Tecnoxamanismo]] - Allan Mendes&lt;br /&gt;
#[[A Cartilha]] - Samir Oliveira&lt;br /&gt;
#[[Movimento para acender luzes automáticas]] - Paola Barreto Leblanc1&lt;br /&gt;
#[[O supermassivo buraco negro dançando com o fogo do sol]]&lt;br /&gt;
#[[pamphlet111111]] - Tiago Spina&lt;br /&gt;
#[[Re-manifesto antropofágico para era digital]] - Vanessa Maia Ramos-Velasquez&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Portal Interdimensional da Pajelança Tecnomagica==&lt;br /&gt;
[[ Arquivo:Caxingueled_LOW_anima.gif |thumb | left | Any sufficiently advanced technology is indistinguishable from magic (Arthur C. Clarke) ]]&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
==== 10 a 13 de Maio no Vale do Pavão - Na [http://nuvem.tk/ NUVEM] estação rural de arte e tecnologia ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quais os limites da sua crença na [http://en.wikipedia.org/wiki/Normal_science ciência normal] e sua sucessão infinita de paradigmas?&lt;br /&gt;
Nós nascemos em hospitais mas fugimos da aula de anatomia e todo o pragmatismo da talha hipocrática dos bisturis afiados desta operação&lt;br /&gt;
cirúrgica de cortes dos umbigos da genealogia que definiu os nomes das crenças todas. &lt;br /&gt;
Falanges e turbas de entidades míticas que protegem o pensamento daqueles que podem crer em algo para além da metafísica da colisão de particulas que gerarariam novos universos, redefinindo as posições dos astros, estrelas e fronteiras.&lt;br /&gt;
Dissecar então a etimologia de &amp;quot;Universo&amp;quot; até chegar no fim da História para enfim repetir como farsa apoteótica?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez o que querem os bastardos desta genealogia da Alquimia, Macumba, Santeria, Física Computacional Aplicada e todo seu caleidoscópio de lendas tortas derivadas e híbridas de uma mesma rede de delírios seja apenas a parte ritual de uma celebração da dúvida que persiste como impossibilidade da morte em vida. Puro Oxímoro. A pura entropia, sem as contas? Ábacos são Oráculos? Que horas temos? Faça-se carne entre nós!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Nadie pudo ser cosmonauta lr.png | thumb |left | &amp;quot;É possível que os deuses não me negassem o achado de uma imagem equivalente, mas este relato ficaria contaminado de literatura, de falsidade. Mesmo porque o problema central é insolúvel: a enumeração, sequer parcial, de um conjunto infinito. Nesse instante gigantesco, vi milhões de atos prazerosos ou atrozes; nenhum me assombrou tanto como o fato de que todos ocupassem o mesmo ponto, sem superposição e sem transparência. O que viram meus olhos foi simultâneo; o que transcreverei, sucessivo, pois a linguagem o é. Algo, entretanto, registrarei.&amp;quot; (Borges - O Aleph)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Panspermia2.png | thumb |left | “O INQUISIDOR – Essa gente afirma que é da matemática que se trata e não do espírito da rebeldia e da dúvida. Mas não é de matemática que se trata. É uma inquietação horrenda que se estende pelo mundo. É a inquietação de seu próprio cérebro que eles transpuseram para a terra imóvel. Eles gritam: são os números que nos convencem! Mas os números de onde vêm? Qualquer um sabe que eles vêm da dúvida. Esses homens duvidam de tudo. Será na dúvida, e não mais na fé, que iremos fundar a sociedade humana?” (B.Brecht – Leben des Galilei)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Sincabeza.jpg| thumb |left | &amp;quot;Laikai: 空 no céu なし青色なし azul nenhuma 雲 nuvem&amp;quot;(f?r!) ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Mandingalgo-Ritmos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Ovo_elemental.png |thumb | 300px | right | “Computer science is no more about computers than astronomy is about telescopes.” (Edsger W. Dijkstra)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Os feiticeiros sempre tiveram a posição anômala, na fronteira dos campos ou dos bosques. Eles assombram as fronteiras. Eles se encontram na borda do vilarejo, ou entre dois vilarejos. O importante é sua afinidade com a aliança, com o pacto, que lhes dá um estatuto oposto ao da filiação. Com o anômalo, a relação é de aliança. O feiticeiro está numa relação de aliança com Yupana como potência do anômalo.&amp;quot; (Mil Platôs v4 - deleuze &amp;amp;&amp;amp; guatarri)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seguem assim soltas, &lt;br /&gt;
as notações do papo que tivemos na sexta pós carnaval. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o xamã é um rádio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.alegrar.com.br/02/02pedro.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.maxwell.lambda.ele.puc-rio.br/17409/17409_5.PDF&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.astrumargentum.org/arquivos/amt/intro_daath.htm&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Laikai:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
空 no céu&lt;br /&gt;
なし青色なし azul nenhuma&lt;br /&gt;
雲 nuvem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://mysticbourgeoisie.blogspot.com/&lt;br /&gt;
http://www.college-de-pataphysique.org/college/accueil.html&lt;br /&gt;
http://www.sosaci.org&lt;br /&gt;
http://deoxy.org/&lt;br /&gt;
http://weird-fiction.net/&lt;br /&gt;
http://www.naturezadivina.com.br/loja/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
une coup de daath jamais n'aboliré le ogarythm&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=ZHKgcYsBfPM&lt;br /&gt;
http://labyrinthofthepsychonaut.blogspot.com/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
dispositivo experiência&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=QQg-EZMEXfw&lt;br /&gt;
http://www.who.int/healthsystems/topics/technology/en/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ps: esqueci um livro do Carl Sagan aí...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
.........&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
tecnoxamanismo - esquizoanalises - experiencias com magia e performance - Fabiane Borges&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
blog: http://catahistorias.wordpress.com&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Raptos tecnomagicos - SUMMERLAB - Gijon -  ASTURIAS - 2011&lt;br /&gt;
http://vimeo.com/28709342&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- na rua - alienacao conduzida -  em Piedras Blancas - Asturias 2011&lt;br /&gt;
http://vimeo.com/28734197&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- experiencias neomiticas - em Londres - Goldsmiths 2011&lt;br /&gt;
http://vimeo.com/25274823&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- epifanias possiveis - Campinas - 2005&lt;br /&gt;
http://vimeo.com/23837120&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- processos imersivos 1 - Sao Paulo - 2005&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=dp5IjbCXG5M&amp;amp;list=UUrR0pFH70uHic8I3P9JjHAQ&amp;amp;index=22&amp;amp;feature=plcp&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
......&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Alquimias  http://crystalworld.org.uk http://xxn.org.uk/doku.php &lt;br /&gt;
Jonathan Kemp&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://tecnomagxs.wordpress.com/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://filosonias.blogspot.com/2010/12/gnoise.html&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*caça fantasmas (da Goldsmith) - parapsicologia (ciência), tecnologia da mediunidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* tecnomagos - endomorfoses, tecnobruxarias http://1010.co.uk/xxxxx_publication.html&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*humor: http://tecnomagoo.blogspot.com/&lt;br /&gt;
http://technoshamanism.net/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IDEIAS&lt;br /&gt;
* Conciência cósmica - sentimento de pertencimento a algo que é maior e que (neste caso, não é um sentimento cristão)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Tecnociências - conhecimento empírico&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Antropomorfismo - o índio se vê como natureza. e nós?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Ecohackers, Biohackers - A nova natureza, lugar para se atravessar&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Escuta de satélites - antenas de samambaia, personagens,  neo mitos, narrativas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*culto a carga- http://en.wikipedia.org/wiki/Cargo_cul&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Protocolos rituais - programando e (des)programando ritos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* rave, drogas e xamanismo - http://en.wikipedia.org/wiki/Technoshamanism&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*http://catahistorias.files.wordpress.com/2011/11/tecnomagia-na-lista-do-ipe1.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*charlatanismos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
que mais?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
banca de doutorado valendo diploma Honoris Causa na Universidade Livre versus Universidade Nomãde assinado pelo Jodorowski e pelo Ministério de Pesca de Satélites.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &amp;quot;banca de doutorado&amp;quot; ou &amp;quot;Inquisição&amp;quot; tanto faz o nome&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* tradução da bula que determina o calendário gregoriano, modificando datas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* fabricação de cimento artesanal para construção de um templo que será depois transformado em universidade laiKa. com o que sobrar fazer antenas gigantes: http://www.te1.com.br/2012/01/antenas-parabolicas-inusitadas-faca-voce-mesmo-sua-antena-parabolica-com-tijolo-se-cimento-so-vendo-pra-crer/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* construção de um alambique artesanal de cachaça, porém não chamar de cachaça, achar um nome sagrado para esta bebida:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* reforma agrária&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Proclamação do Calendário Que Ainda nos Assombra ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Inter Gravissimas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
by Pope Gregory XIII (Ugo Buoncampagni)&lt;br /&gt;
February 24, 1582&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GREGORIUS EPISCOPUS&lt;br /&gt;
SERVUS SERVORUM DEI&lt;br /&gt;
AD PERPETUAM REI MEMORIAM.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
INTER gravissimas pastoralis officii nostri curas, ea postrema non est, ut quæ a sacro Tridentino concilio Sedi Apostolicæ reservata sunt, illa ad finem optatum, Deo adiutore, perducantur.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sane eiusdem concilii patres, cum ad reliquas cogitationes breviarii quoque curam adiungerent, tempore tamen exclusi, rem totam ex ipsius concilii decreto ad auctoritatem et iudicium Romani Pontificis retulerunt.&lt;br /&gt;
Duo autem breviario præcipue continentur, quorum unum preces laudesque divinas festis profestisque diebus persolvendas complectitur, alterum pertinet ad annuos Paschæ festorumque ex eo pendentium recursus, solis et lunæ motu metiendos.&lt;br /&gt;
Atque illud quidem felicis recordationis Pius V, prædecessor noster, absolvendum curavit atque edidit.&lt;br /&gt;
Hoc vero, quod nimirum exigit legitimam kalendarii restitutionem, iamdiu a Romanis Pontificibus prædecessoribus nostris et sæpius tentatum est; verum absolvi et ad exitum perduci ad hoc usque tempus non potuit, quod rationes emendandi kalendarii, quæ a coelestium motuum peritis proponebantur, propter magnas et fere inextricabiles difficultates, quas huiusmodi emendatio semper habuit, neque perennes erant, neque antiquos ecclesiasticos ritus incolumes (quod in primis hac in re curandum erat) servabant.&lt;br /&gt;
Dum itaque nos quoque, credita nobis, licet indignis, a Deo dispensatione freti, in hac cogitatione curaque versaremur, allatus est nobis liber a dilecto filio Antonio Lilio, artium et medicinæ doctore, quem quondam Aloysius eius germanus frater conscripserat, in quo per novum quemdam epactarum cyclum ab eo excogitatum, et ad certam ipsius aurei numeri normam directum, atque ad quamcumque anni solaris magnitudinem accommodatum, omnia quæ in calendario collapsa sunt, constanti ratione et sæculis omnibus duratura, sic restitui posse ostendit ut calendarium ipsum nulli umquam mutationi in posterum expositum esse videatur. Novam hanc restituendi calendarii rationem, exiguo volumine comprehensam, ad christianos principes celebrioresque universitates paucos ante annos misimus, ut res quæ omnium communis est, communi etiam omnium consilio perficeretur; illi cum, quod maxime optabamus, concordes respondissent, eorum nos omnium consensione adducti, viros ad calendarii emendationem adhibuimus in alma Urbe harum rerum peritissimos, quos longe ante ex primariis christiani orbis nationibus delegeramus. Ii cum multum temporis et diligentiæ ad eam lucubrationem adhibuissent, et cyclos tam veterum quam recentiorum undique conquisitos ac diligentissime perpensos inter se contulissent, suo et doctorum hominum, qui de ea re scripserunt, iudicio, hunc, præ ceteris, elegerunt epactarum cyclum, cui nonnulla etiam adiecerunt, quæ ex accurata circumspectione visa sunt ad calendarii perfectionem maxime pertinere.&lt;br /&gt;
Considerantes igitur nos, ad rectam paschalis festi celebrationem iuxta sanctorum patrum ac veterum Romanorum pontificum, præsertim Pii et Victoris primorum, necnon magni illius oecumenici concilii Nicæni et aliorum sanctiones, tria necessaria coniungenda et statuenda esse: primum, certam verni æquinoctii sedem; deinde rectam positionem XIV lunæ primi mensis, quæ vel in ipsum æquinoctii diem incidit, vel ei proxime succedit; postremo primum quemque diem dominicum, qui eamdem XIV lunam sequitur; curavimus non solum æquinoctium vernum in pristinam sedem, a qua iam a concilio Nicæno decem circiter diebus recessit, restituendum, et XIV paschalem suo in loco, a quo quatuor et eo amplius dies hoc tempore distat, reponendam, sed viam quoque tradendam et rationem, qua cavetur, ut in posterum æquinoctium et XIV luna a propriis sedibus numquam dimoveantur.&lt;br /&gt;
Quo igitur vernum æquinoctium, quod a patribus concilii Nicæni ad XII Kalendas Aprilis fuit constitutum, ad eamdem sedem restituatur, præcipimus et mandamus ut de mense Octobri anni MDLXXXII decem dies inclusive a tertia Nonarum usque ad pridie Idus eximantur, et dies, qui festum S. Francisci IV Nonas celebrari solitum sequitur, dicatur Idus Octobris, atque in eo celebretur festum Ss. Dionysii, Rustici et Eleutherii martyrum, cum commemoratione S. Marci papæ et confessoris, et Ss. Sergii, Bacchi, Marcelli et Apuleii martyrum; septimodecimo vero Kalendas Novembris, qui dies proxime sequitur, celebretur festum S. Callisti papæ et martyris; deinde XVI Kalendas Novembris fiat officium et missa de dominica XVIII post Pentecostem, mutata litera dominicali G in C; quintodecimo denique Kalendas Novembris dies festus agatur S. Lucæ evangelistæ, a quo reliqui deinceps agantur festi dies, prout sunt in calendario descripti.&lt;br /&gt;
Ne vero ex hac nostra decem dierum subtractione, alicui, quod ad annuas vel menstruas præstationes pertinet, præiudicium fiat, partes iudicum erunt in controversis, quæ super hoc exortæ fuerint, dictæ subtractionis rationem habere, addendo alios X dies in fine cuiuslibet præstationis.&lt;br /&gt;
Deinde, ne in posterum a XII Kalendas Aprilis æquinoctium recedat, statuimus bissextum quarto quoque anno (uti mos est) continuari debere, præterquam in centesimis annis; qui, quamvis bissextiles antea semper fuerint, qualem etiam esse volumus annum MDC, post eum tamen qui deinceps consequentur centesimi non omnes bissextiles sint, sed in quadringentis quibusque annis primi quique tres centesimi sine bissexto transigantur, quartus vero quisque centesimus bissextilis sit, ita ut annus MDCC, MDCCC, MDCCCC bissextiles non sint. Anno vero MM, more consueto dies bissextus intercaletur, Februario dies XXIX continente, idemque ordo intermittendi intercalandique bissextum diem in quadringentis quibusque annis perpetuo conservetur.&lt;br /&gt;
Quo item XIV paschalis recte inveniatur, itemque dies lunæ, iuxta antiquum Ecclesiæ morem ex martyrologio singulis diebus ediscendi, fideli populo vere proponantur, statuimus ut, amoto aureo numero de calendario, in eius locum substituatur cyclus epactarum, qui ad certam (uti diximus) aurei numeri normam directus, efficit ut novilunium et XIV paschalis vera loca semper retineant. Idque manifeste apparet ex nostri explicatione calendarii, in quo descriptæ sunt etiam tabulæ paschales secundum priscum Ecclesiæ ritum, quo certius et facilius sacrosanctum Pascha inveniri possit.&lt;br /&gt;
Postremo, quoniam partim ob decem dies de mense Octobri anni MDLXXXII (qui correctionis annus recte dici debet) exemptos, partim ob ternos etiam dies quolibet quadringentorum annorum spatio minime intercalandos, interrumpatur necesse est cyclus literarum dominicalium XXVIII annorum ad hanc usque diem usitatus in Ecclesia Romana, volumus in eius locum substitui eumdem cyclum XXVIII annorum, ab eodem Lilio, tum ad dictam intercalandi bissexti in centesimis annis rationem, tum ad quamcumque anni solaris magnitudinem, accommodatum; ex quo litera dominicalis beneficio cycli solaris, æque facile ac prius, ut in proprio canone explicatur, reperiri possit in perpetuum.&lt;br /&gt;
Nos igitur, ut quod proprium pontificis maximi esse solet exequamur, calendarium immensa Dei erga Ecclesiam suam benignitate iam correctum atque absolutum hoc nostro decreto probamus, et Romæ una cum martyrologio imprimi, impressumque divulgari iussimus.&lt;br /&gt;
Ut vero utrumque ubique terrarum incorruptum ac mendis et erroribus purgatum servetur, omnibus in nostro et sanctæ Romanæ Ecclesiæ dominio mediate vel immediate subiecto commorantibus impressoribus, sub amissionis librorum ac centum ducatorum auri Cameræ Apostolicæ ipso facto applicandorum; aliis vero, in quacumque orbis parte consistentibus, sub excommunicationis latæ sententiæ ac aliis arbitrii nostri poenis, ne sine nostra licentia calendarium aut martyrologium, simul vel separatim, imprimere vel proponere, aut recipere ullo modo audeant vel præsumant, prohibemus.&lt;br /&gt;
Tollimus autem et abolemus omnino vetus calendarium, volumusque ut omnes patriarchæ, primates, archiepiscopi, episcopi, abbates et ceteri ecclesiarum præsides novum calendarium (ad quod etiam accomodata est ratio martyrologii), pro divinis officiis recitandis et festis celebrandis, in suas quisque ecclesias, monasteria, conventus, ordines, militias et dioeceses introducant, et eo solo utantur, tam ipsi quam ceteri omnes presbyteri et clerici sæculares et regulares utriusque sexus, necnon milites et omnes christifideles, cuius usus incipiet post decem illos dies ex mense Octobri anni MDLXXXII exemptos. Iis vero, qui adeo longinquas incolunt regiones, ut ante præscriptum a nobis tempus harum literarum notitiam habere non possint, liceat, eodem tamen Octobri mense insequentis anni MDLXXXIII vel alterius, cum primum scilicet ad eos hæ nostræ literæ pervenerint, modo a nobis paulo ante tradito, eiusmodi mutationem facere, ut copiosius in nostro calendario anni correctionis explicabitur.&lt;br /&gt;
Pro data autem nobis a Domino auctoritate hortamur et rogamus carissimum in Christo filium nostrum Rodulphum Romanorum regem illustrem in imperatorem electum, ceterosque reges, principes ac respublicas, iisdemque mandamus ut quo studio illi a nobis contenderunt, ut hoc tam præclarum opus perficeremus, eodem, immo etiam maiore, ad conservandam in celebrandis festivitatibus inter christianas nationes concordiam, nostrum hoc calendarium et ipsi suscipiant, et a cunctis sibi subiectis populis religiose suscipiendum inviolateque observandum curent.&lt;br /&gt;
Verum, quia difficile foret præsentes literas ad universa christiani orbis loca deferri, illas ad basilicæ Principis Apostolorum et Cancellariæ Apostolicæ valvas, et in acie Campi Floræ publicari et affigi; et earumdem literarum exemplis, etiam impressis, et voluminibus calendarii et martyrologii insertis et præpositis, sive manu tabellionis publici subscriptis, necnon sigillo personæ in dignitate ecclesiastica constitutæ obsignatis, eamdem prorsus indubitatam fidem ubique gentium et locorum haberi præcipimus, quæ originalibus literis exhibitis omnino haberetur.&lt;br /&gt;
Nulli ergo omnino hominum liceat hanc paginam nostrorum præceptorum, mandatorum, statutorum, voluntatis, probationis, prohibitionis, sublationis, abolitionis, hortationis et rogationis infringere, vel ei ausu temerario contraire. Si quis autem hoc attentare præsumpserit, indignationem omnipotentis Dei ac beatorum Petri et Pauli apostolorum eius se noverit incursurum. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Datum Tusculi, anno Incarnationis dominicæ MDLXXXI, sexto Kalendas Martii, pontificatus nostri anno X.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cae. Glorierius&lt;br /&gt;
A. de Alexijs&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Books and links==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Peter J. Carrol. Liber Null &amp;amp; Psychonaut. An introduction to Chaos Magic. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Daniel Pinchbeck. Breaking open the head. A psychedelic journey into contemporary shamanism. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.realitysandwich.com/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isabella Stengers, Phillipe Pignarre, Andrew Goffey. Capitalist Sorcery: Breaking the Spell.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://en.wikipedia.org/wiki/Chaos_magic&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://theoraclemachine.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://xname.cc&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

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		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Tecnoxamanismo&amp;diff=8477</id>
		<title>Tecnoxamanismo</title>
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				<updated>2013-06-04T01:37:04Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Belisards: Criou página com '     “You can take away a man’s gods, but only to give him others in return.” Carl Jung   “Buzinas. O cidadão está preso em seu trânsito pensando na próxima viagem...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
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“You can take away a man’s gods, but only to give him others in return.” Carl Jung&lt;br /&gt;
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“Buzinas. O cidadão está preso em seu trânsito pensando na próxima viagem que irá fazer daqui a dois meses, quando tirar suas férias de um ano de serviço. Pensa talvez em ir para o Rio de Janeiro de avião, mas também pensa em guardar o dinheiro para comprar quem sabe uma camiseta de marca feita por alguma mão de obra escrava, ou trocar de tênis, apesar dos seus estarem em bom estado. Atualmente ele guarda um pouco do seu dinheiro para a reforma da casa, um bip, o carro está parado por causa do trânsito caótico de fim de tarde, ele atende o celular e fala com sua namorada sem dar muita importância, olhando para as luzes de freio do carro a frente, que parece ser importado, um modelo do ano que vem. Apesar de explodirem átomos em ambientes hermeticamente fechados, a qualidade de comunicação entre os dois beira a inexistência. Outdoors com propagandas de perfume, o amargo cheiro de fuligem por dentro de suas ventas, fecha a janela e liga o ar condicionado, para que o ambiente inóspito que ele causou não o incomode. Condicionado para que o morador de rua e o hippie vendendo sua arte não o atrapalhem em sua redoma de status de cidadão bem moldado. &lt;br /&gt;
Condicionado.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Saímos do chão com folhas, das árvores com suas frutas, do ventre perene da mãe Terra para criarmos o nosso mundo, feito de concreto e bombardeios de ondas eletromagnéticas de todas as frequências possiveis. Foi montado de modo arquitetônico, sem precauções e esquecendo do rumo onde isso iria nos levar. O racional funcionando para o objetivo, o “funcional” do comércio. O que der mais lucro e mais papel-moeda para trocar por mais itens, melhor. &lt;br /&gt;
Vivemos por tempo suficiente para poder enfrentar problemas que nunca imaginaríamos que sermos capazes de criar. A automação do bicho homem fez com que ele propagandeasse a ideia de que não, não somos animais como todos os outros milhões que existem nesse mundo. Nos isolamos, bichos que tinham um senso de comunidade fortíssimo e capacidade de produção semântica infinita arrebatados para grandes colméias de aço retorcido com a oferta de uma qualidade de vida dúbia e pré-moldada.&lt;br /&gt;
Infelizmente, uma sociedade que se diz globalizada nunca compartilhou tanto de seus preconceitos, com tantas alfândegas criadas por empresas que controlam o direito à informação, escondendo de suas faces os mundos que elas poderiam conhecer. O preto-e-branco, sem escala de cinza e longe das cores fortes.&lt;br /&gt;
Tudo isso não é fundamentado na falta de fé das pessoas, de que elas morreram para sua essência animal e que nunca mais serão os mesmos. Triste engano, pois sua condição inata de ser que sonha com o etéreo e o que é fisicamente e racionalmente impossível nunca morrerá, apesar de tão afogado em ilusões. A Atena de antigamente, representando o conhecimento, agora virou um branding de roupas. Os heróis que representavam a superação de seus medos psicológicos viraram perfumes de grife, atraindo seus consumidores com imagens paradisiacas de um mundo que eles sabem que nunca irão chegar. &lt;br /&gt;
Enquanto isso, no auge do terceiro milênio, nessa época de homem pós-moderno, nossos deuses foram trocados ou apenas mudaram de roupagem. O ideal mítico ainda é perseguido por muitos que recusam o status-quo, muitos conseguem enxergar em seu herói de videogame qualidades que gostaria de ter, encontrar no antagonista de seu livro recém lido características e escolhas que sabe muito bem que não os faria diferente, uma meta-programação psicológica, o que hoje infelizmente acaba sendo encarada como uma contra-cultura, sendo a falta de ideal mítico e profundo dado como conhecimento de várzea, apenas marginal. &lt;br /&gt;
Apesar do condicionamento de Pavlov a tantos e a sectarização entre dois opostos que não se completam, muitos se aproveitaram dessas brechas de comunicação para hackear princípios e achar o código-fonte da essência humana, conhecimentos que jamais alcançariam caso morassem no centro de sua megalópole sem a Internet ou em um monastério (apesar de que seu conhecimento dado por sua experiência própria talvez o levasse a um caminho similar).&lt;br /&gt;
 Agora, existem muitos que acessaram a cor dentro desses padrões, aqueles que sonham e manipular esses bits para dar vida aos deuses antigos e bota-los nesse espaço adimensional para que nos encontre novamente, induzidos por músicas, drogas ou apenas muita introspecção.&lt;br /&gt;
Chamem de deus uma experiência única ou o poder de modificação interior, tais caminhos são sempre únicos e excepcionais ao observador, dando-o o poder de comunicar e passar o pouco do que presenciou aos próximos. Métodos e regras simples estão voltando a serem criadas, mesmo que sejam apenas para dar leve orientação. O conhecimento de povos indíginas que alcançaram sua estabilidade quanto a união social e realização própria  tem que ser muito respeitada por ter contribuido tanto por exercer alicerce de união e estabilidade, nos dando muito o que aprender com seus xamãs, “aqueles que rompem o tecido do real e vêem através dele”, em auxilio a ferramentas digitais.&lt;br /&gt;
Não é possivel chegar a uma experiência sem ter um básico de conhecimento tecnológico de nossa era e de culturas passadas, portanto cada caminho tem que ser construido e desmontado diversas vezes, pois assim como um rio, o conhecimento de tais experiências são metamorfas.&lt;br /&gt;
Portanto, seria bom relembrar que evolução ou o nosso retorno à nunca vem da permanência do status-quo. Muito daquilo que era chamado magia virou realidade, sendo através de um brinquedo de chips ou não. O poder de modificação vem graças o que é chamado de magia, experiências que apenas através de métodos divinatórios e não racionais e consciêntes são capazes de nos mostrar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos então uma época em que teremos que criar uma sinergia entre os nossos cocares digitais com suas partes montadas de países de todo o mundo, com o que um dia foram conversas em volta da fogueira em um novo modo de pensar e imaginar. Presenciamos um tempo novo de vida e de capacidades, principalmente contra a normalidade e o nosso condicionamento. Há realidade por trás dessas telas, basta procurá-las.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Livro_Tecnomagia&amp;diff=8476</id>
		<title>Livro Tecnomagia</title>
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				<updated>2013-06-04T01:36:57Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Belisards: /* Ebook */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Disponiblização em formato wiki do livro Tecnomagia completo. Ajude-nos a corrigir erros e formatar os textos para melhor exibição, editando as páginas a seguir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Livro ==&lt;br /&gt;
# [[Introdução Tecnomagia]]&lt;br /&gt;
# [[Orelha do livro Tecnomagia]]&lt;br /&gt;
# [[Magia e Tecnologia]] - Pedro Soler&lt;br /&gt;
# [[Microculturas]] - Vahida Ramujkic, Moshe Robes y Aviv Kruglanski &lt;br /&gt;
# [[Magia e Tecnologia]] - Alfred Gell&lt;br /&gt;
# [[Descristalização]] - Jonathan Kemp&lt;br /&gt;
# [[Poema]] - George Sander&lt;br /&gt;
# [[Iniciação técnica numa formação moderna em humanidades]] - Gilbert Simondon&lt;br /&gt;
# [[Antropologia das sociedades encantadas]] - Thais Brito&lt;br /&gt;
# [[Magia:a: caminho de resignificação e e ritos]] - Eá de Apsu&lt;br /&gt;
# [[Pequeno Manual do Astrólogo Amador Artificial]] - Bruno Vianna&lt;br /&gt;
# [[Tecnomagias]] - Adrian Gomez&lt;br /&gt;
# [[Mantra Digital]] - Morgana Gomes&lt;br /&gt;
# [[Fragmento de um dialogo pós-apocalíptico]] - Cartesius Ciborgis&lt;br /&gt;
# [[Escolher]] - Felipe Fonseca&lt;br /&gt;
# [[Tecnomagia]] - Fabiane Borges&lt;br /&gt;
# [[Cyberpunk como alquimista moderno]] - Timothy Leary&lt;br /&gt;
# [[Tecnomagia: metareciclagem e rádios livres no front de uma guerra ontológica]] - Thiago Novaes&lt;br /&gt;
# [[Tempo Livre]] - Martin Howse&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ebook ==&lt;br /&gt;
#[[A corrida da Antena]] - Fabi Borges&lt;br /&gt;
#[[Alquimia de Corazones]] - Katiushka Borges &lt;br /&gt;
#[[Tecnoxamanismo]] - Allan Mendes&lt;br /&gt;
#[[A Cartilha]] - Samir Oliveira&lt;br /&gt;
#[[Movimento para acender luzes automáticas]] - Paola Barreto Leblanc1&lt;br /&gt;
#[[O supermassivo buraco negro dançando com o fogo do sol]]&lt;br /&gt;
#[[pamphlet111111]] - Tiago Spina&lt;br /&gt;
#[[Re-manifesto antropofágico para era digital]] - Vanessa Maia Ramos-Velasquez&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

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		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Livro_Tecnomagia&amp;diff=8475</id>
		<title>Livro Tecnomagia</title>
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				<updated>2013-06-04T01:35:15Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Belisards: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Disponiblização em formato wiki do livro Tecnomagia completo. Ajude-nos a corrigir erros e formatar os textos para melhor exibição, editando as páginas a seguir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Livro ==&lt;br /&gt;
# [[Introdução Tecnomagia]]&lt;br /&gt;
# [[Orelha do livro Tecnomagia]]&lt;br /&gt;
# [[Magia e Tecnologia]] - Pedro Soler&lt;br /&gt;
# [[Microculturas]] - Vahida Ramujkic, Moshe Robes y Aviv Kruglanski &lt;br /&gt;
# [[Magia e Tecnologia]] - Alfred Gell&lt;br /&gt;
# [[Descristalização]] - Jonathan Kemp&lt;br /&gt;
# [[Poema]] - George Sander&lt;br /&gt;
# [[Iniciação técnica numa formação moderna em humanidades]] - Gilbert Simondon&lt;br /&gt;
# [[Antropologia das sociedades encantadas]] - Thais Brito&lt;br /&gt;
# [[Magia:a: caminho de resignificação e e ritos]] - Eá de Apsu&lt;br /&gt;
# [[Pequeno Manual do Astrólogo Amador Artificial]] - Bruno Vianna&lt;br /&gt;
# [[Tecnomagias]] - Adrian Gomez&lt;br /&gt;
# [[Mantra Digital]] - Morgana Gomes&lt;br /&gt;
# [[Fragmento de um dialogo pós-apocalíptico]] - Cartesius Ciborgis&lt;br /&gt;
# [[Escolher]] - Felipe Fonseca&lt;br /&gt;
# [[Tecnomagia]] - Fabiane Borges&lt;br /&gt;
# [[Cyberpunk como alquimista moderno]] - Timothy Leary&lt;br /&gt;
# [[Tecnomagia: metareciclagem e rádios livres no front de uma guerra ontológica]] - Thiago Novaes&lt;br /&gt;
# [[Tempo Livre]] - Martin Howse&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ebook ==&lt;br /&gt;
#[[A corrida da Antena]] - Fabi Borges&lt;br /&gt;
#[[Alquimia de Corazones]] - Katiushka Borges &lt;br /&gt;
#[[Imagenas Mapas Mentais]]&lt;br /&gt;
#[[A Cartilha]] - Samir Oliveira&lt;br /&gt;
#[[Movimento para acender luzes automáticas]] - Paola Barreto Leblanc1&lt;br /&gt;
#[[O supermassivo buraco negro dançando com o fogo do sol]]&lt;br /&gt;
#[[pamphlet111111]] - Tiago Spina&lt;br /&gt;
#[[Re-manifesto antropofágico para era digital]] - Vanessa Maia Ramos-Velasquez&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

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		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Alquimia_de_Corazones&amp;diff=8474</id>
		<title>Alquimia de Corazones</title>
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				<updated>2013-06-04T01:34:28Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Belisards: Criou página com 'Imagens : [http://www.mediafire.com/folder/szqyb71llyzuq/AlcehmyofHearts_CrystalWorldLab_Kat] Texto retirado de: [http://chamama-katiushka.blogspot.co.uk/2012/07/alchemy-of-he...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Imagens : [http://www.mediafire.com/folder/szqyb71llyzuq/AlcehmyofHearts_CrystalWorldLab_Kat]&lt;br /&gt;
Texto retirado de: [http://chamama-katiushka.blogspot.co.uk/2012/07/alchemy-of-hearts-crystal-world-lab.html]&lt;br /&gt;
 ALCHEMY OF HEARTS _Crystal World Lab&lt;br /&gt;
As an artist, I have been part of the Crystal World Lab at Space from 17-21 July 2012. at the White Building. http://www.spacestudios.org.uk/whats-on/events/the-crystal-world-open-laboratory&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rose Quartz Healing Salts.  A new product has been born.&lt;br /&gt;
I tested them with an experienced and highly intuitive Crystal Healer, Gareth Hughes, without explaining the origin or process involved, and he was amazed by their high vibrational healing energy. He also commented that they have been through some form of transmutation in different stages (which he did not know about).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
He said that they can be used for healing, when adding to water, or to a water filter to drink it.&lt;br /&gt;
He added, that can help in healing stomach and bowel problems. Still to be proven.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alchemy of Hearts&lt;br /&gt;
An interactive healing installation by Katiushka Borges&lt;br /&gt;
Techno-shamanism / Decrystallisation / Transmutation&lt;br /&gt;
Copper – Rose Quartz Talisman&lt;br /&gt;
Copper Cu&lt;br /&gt;
Planet: Venus- Element: Water- Energy: Receptive- Powers: Energy&lt;br /&gt;
Conductor, Direction, Balance, Healing, Love. Energy Centre: Heart&lt;br /&gt;
Copper is healing for the mind, body and spirit. It has been used to amplify and&lt;br /&gt;
transmit thought and healing energy. Copper has been used with stones and&lt;br /&gt;
crystals to create a unique balance of energy. Copper is one of the seven metals of alchemy, a symbol of the soul.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rose Quartz SiO2&lt;br /&gt;
Planet: Venus- Element: Water- Energy: Receptive- Powers: Draws off&lt;br /&gt;
negative energy, Purifies and opens the heart, Healing, Love. Energy&lt;br /&gt;
Centre: Heart&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rose quartz is a well known gemstone for healing and promoting self love. Crystals have a spirit which connects with the person. It draws you into it.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I extracted copper from computer boards and waste. The great connector!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Then, crushed raw rose quartz stone to place them together into a crucible. In the mix was hematite powder. Although Quartz melts at 1700 C, it looses its colour between 600 and 800 C, and gives copper a pink-reddish tint.&lt;br /&gt;
 Heat to 1100 C for half an hour, for copper to melt and for quartz to be poured together.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
During the alchemical process, Native American and Mexican Nahual, and Huichol 5000 year healing traditions, where used through the transmutation.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Crystallisation and decrystallisation of rose quartz, sea water from Isle of Wight and Ferrous Sulphate. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Heat, and left to rest to form crystals on raw rose quartz. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Crystallisation and decrystallisation of rose quartz, water from Hackney Wick canal and Copper Sulphate. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Heat, and left to rest to form crystals on raw rose quartz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The result of the final process of extracting the healing spirit of the Rose Quartz to transmute and to heal. This process, was based and inspired in John Reid's experiment of extracting the oil from Rose Quartz. Oil of Rose Quartz extracted via the Alkahest of the Vegetable Kingdom:&lt;br /&gt;
http://www.levity.com/alchemy/reid2-6.html&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I changed a few steps in the process, guiding myself to find a way to shorten the time suggested (several weeks) into a couple of days. I was not interested in extracting the oil, but in creating a process of transmutation to extract the spirit for healing. I placed Rose Quartz Crystal Raw in crucible at 650 C twice for one hour each. Poured into distilled water. You can see the difference of colour as it turned white.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Then the quartz was already white and easily crushed with the hands. I placed it in mortar and crushed to almost sand.&lt;br /&gt;
Then put it in a Flask and in the oven at 200 C for an hour, then washed all impurities with distilled water and placed again in the microwave, this time for a minute.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Then, I added 10 ml of rain water and 5 ml of water from a Sacred fountain in Bhutan to the powdered quartz.&lt;br /&gt;
Took the flask and its content to boil on water 'baine marie' for another hour until water had evaporated. Took it out to dry in the sun for 15 minutes. Then the result looked like quartz powdered salts. Placed them in a Petri Glass (in the form of quartz salts).&lt;br /&gt;
After an all night fire ceremony, dew became part of these quartz salts. Chanting from Mexican Huichol Shaman, as well as purification and medicine mantras from Tibetan Buddhism, became part of the transmutation of the final product:&lt;br /&gt;
Rose Quartz Healing Salts.  A new product has been born.&lt;br /&gt;
Alchemy of hearts&lt;br /&gt;
An interactive healing installation by Katiushka Borges.&lt;br /&gt;
1. Place your hands on the hemisphere. Take a deep breathe. Inhale through nose counting to 9 and exhale through the mouth counting to 9 (4 times). 2. Open your heart to connect.&lt;br /&gt;
3. Receive the healing power of the crystal circle and&lt;br /&gt;
Copper - Rose Quartz Talisman and transmuted rose quartz crystals.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Publicado 30th July 2012 por Katiushka Borges&lt;br /&gt;
Ubicación: undefined&lt;br /&gt;
Etiquetas: Exposición de Arte RITUALES&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=O_supermassivo_buraco_negro_dan%C3%A7ando_com_o_fogo_do_sol&amp;diff=8473</id>
		<title>O supermassivo buraco negro dançando com o fogo do sol</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=O_supermassivo_buraco_negro_dan%C3%A7ando_com_o_fogo_do_sol&amp;diff=8473"/>
				<updated>2013-06-04T01:34:16Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Belisards: Criou página com 'Confira o trabalho aqui: [https://docs.google.com/file/d/0Bxri97zUav79ZHJwUURuMHZzSjA/preview]'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Confira o trabalho aqui: [https://docs.google.com/file/d/0Bxri97zUav79ZHJwUURuMHZzSjA/preview]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Pamphlet111111&amp;diff=8472</id>
		<title>Pamphlet111111</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Pamphlet111111&amp;diff=8472"/>
				<updated>2013-06-04T01:27:52Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Belisards: Criou página com '    Transhumanidade  Versão α    _Panfleto pós-nada (...)  _HOMINI QABBID    _TECNOSFERA  _BIOSFERA  _NOOSFERA    (...)    VERSÃO .ALPHA.   Atualizações ::::::::::::...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Transhumanidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Versão α&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
_Panfleto pós-nada (...)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
_HOMINI QABBID&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
_TECNOSFERA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
_BIOSFERA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
_NOOSFERA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(...)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  VERSÃO .ALPHA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atualizações :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
| 7 | 22/01/2013 - 23:46&lt;br /&gt;
| 6 | 17/09/2012 - 02:22&lt;br /&gt;
| 5 | 16/03/2012 - 22:26&lt;br /&gt;
| 4 | 13/03/2012 - 02:02&lt;br /&gt;
| 3 | 28/02/2012 - 08:57&lt;br /&gt;
| 2 | 28/02/2012 - 01:40&lt;br /&gt;
| 1 | 26/02/2012 - 00:25&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta obra (Transhumanidade - Pamphlet 111111, por Homini Qabbid),&lt;br /&gt;
identificada por Tiago Spina,está livre de restrições de direitos autorais conhecidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
   I             &lt;br /&gt;
	.                                                                       Tecnosfera        .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• No circuito integrado as trilhas são tão impessoais que não podem se cruzar, causam um bug na ordem das coisas... (1)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na rede de alcance mundial WWW&lt;br /&gt;
os cliques são toques no mar de dados&lt;br /&gt;
que formam tsunamis no inconsciente&lt;br /&gt;
pulverizados entre os 0s e 1s&lt;br /&gt;
cruza-se o horizonte de eventos&lt;br /&gt;
mergulhados na acronia e atopia&lt;br /&gt;
com as frágeis personas esquizo-virtuais&lt;br /&gt;
navega-se em estado de entropia ⎙&lt;br /&gt;
ao olharem através da janela nada enxergam&lt;br /&gt;
tudo se aparenta superficial na deep web&lt;br /&gt;
a consciência em coma e anestesiada&lt;br /&gt;
saturada de lixo cognitivo&lt;br /&gt;
não há Ritalina que a faça despertar&lt;br /&gt;
do mundo do usuário final&lt;br /&gt;
esse que acredita no fácil e nas coisas (2)&lt;br /&gt;
certezas são criptografadas e protegidas&lt;br /&gt;
por milhares de zumbis em seus cavalos de Tróia&lt;br /&gt;
circuitos fechados e câmeras de vigilância&lt;br /&gt;
protegem suas priva-cidades com filtros solares&lt;br /&gt;
enquanto a rede de arrasto leva os deslumbrados&lt;br /&gt;
embrulhados em plástico bolha&lt;br /&gt;
a hiperconexão está além dos memes&lt;br /&gt;
da tecnocracia binária maniqueísta&lt;br /&gt;
que os hiperlinks nos transferem&lt;br /&gt;
por simbiose ou download&lt;br /&gt;
o vírus que nos mantém em loop infinito&lt;br /&gt;
um bug nas variáveis do ego&lt;br /&gt;
Conectar-se a tal e/ou tal não se chega ao Tao&lt;br /&gt;
não há síntese ou a busca dela&lt;br /&gt;
o Gestell arrancou os sentidos ⎙&lt;br /&gt;
e ao abrir os híbridos braços cibernéticos&lt;br /&gt;
esperam um voo que nunca se realiza&lt;br /&gt;
como experiência na temporalidade&lt;br /&gt;
negada na programação neurolinguística&lt;br /&gt;
sem a vontade por serem compilados&lt;br /&gt;
não se reconhecem como espécie coletiva&lt;br /&gt;
dentro da hiper-realidade que se retroalimenta&lt;br /&gt;
ao clicar obsessivamente&lt;br /&gt;
destrói a subjetividade&lt;br /&gt;
deleta a iniciativa de viver&lt;br /&gt;
na busca por identidade se definem&lt;br /&gt;
se perdem nos perfis da heteronomia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
assediados pelo malware instalado&lt;br /&gt;
que conduz invisível por cabos privados&lt;br /&gt;
interconectados como coisas&lt;br /&gt;
interligados como seres descartáveis&lt;br /&gt;
substituídos por modismos e descrenças&lt;br /&gt;
no tempo acelerado que não se pensa&lt;br /&gt;
tudo se copia, tudo se cola&lt;br /&gt;
tudo se acredita, tudo se discorda&lt;br /&gt;
nada se pergunta sendo assim&lt;br /&gt;
nada se resolve, nada se salva,&lt;br /&gt;
nem Ctrl+S que entre vogais tem som de Ctrl+Z&lt;br /&gt;
engana-se em querer desfazer o contexto&lt;br /&gt;
com o Ctrl+Alt+Del há uma possibilidade&lt;br /&gt;
uma breve conexão com o microcosmo&lt;br /&gt;
existindo em vidas bi-polarizadas&lt;br /&gt;
no corpo e na máquina virtual&lt;br /&gt;
a liberdade não existe somente sua sombra&lt;br /&gt;
não se pode acreditar na realidade&lt;br /&gt;
constituída por 3 eixos&lt;br /&gt;
sua simulação é quase perfeita ⎙ ⎙ ⎙ ⎙ ⎙&lt;br /&gt;
se não fosse o efeito das layers do espaço/tempo&lt;br /&gt;
as dimensões são infinitas&lt;br /&gt;
mas a tendência é pensar em 11 cordas&lt;br /&gt;
que nos atam a percepção das 4 básicas&lt;br /&gt;
com receio vivem o carpe diem como meta&lt;br /&gt;
enquanto o asteroide YU55 passa como &lt;br /&gt;
um presságio que os astros vão cair&lt;br /&gt;
e dar lugar aos 99% anônimos ⎙ ⎙&lt;br /&gt;
todos encontrarão o destino HTTP 404&lt;br /&gt;
o firewall desse mundo terceirizado&lt;br /&gt;
que privatiza a única porta&lt;br /&gt;
onde não há restrição de acesso&lt;br /&gt;
cairá como os muros da história &lt;br /&gt;
a brecha é tão conhecida e pouco utilizada&lt;br /&gt;
no ciberespaço e fora dele&lt;br /&gt;
na busca pelo SELF a consciência é a porta ⎙ ⎙&lt;br /&gt;
para o compartilhamento infinito...&lt;br /&gt;
&amp;quot;Do digital não se chega no analógico&amp;quot; (3)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
________________________________________________________________________________&lt;br /&gt;
      Anexos               .:&lt;br /&gt;
				(1) &amp;quot;Não é demonstração de saúde ser bem ajustado a uma &lt;br /&gt;
				sociedade profundamente doente.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
					Jiddu Krishnamurti (Filósofo indiano - 1895-1986)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
				 (2) Todas as coisas que podem ser comparadas, podem ser trocadas 				e têm um preço; aquelas que não podem ser comparadas não 						podem  ser trocadas, não têm preço, mas dignidade. &lt;br /&gt;
			Immanuel Kant ( filósofo alemão - 1724-1804)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
				   (3) Livro - Acasos e Criação Artística - Fayga Ostrower&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
pág. 207 - &amp;quot;Do digital não se chega no analógico&amp;quot;&lt;br /&gt;
pág. 209 - &amp;quot;É verdade que mesmo chegando ao infinitamente pequeno, o digital não sabe do analógico. Porque, por mais que se acrescentem tantos termos até chegar ao 1, o 1 está infinitamente longe, em número de dígitos do 0,99999...ao 1. É essa a barreira entre o digital e o analógico - é o infinito. O próximo, infinitamente distante.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
          [ Vídeos ]		&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
				Zeitgeist Addendum - Legendado em Português (PT-BR)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
						https://www.youtube.com/watch?v=WNblnDr4OG4&lt;br /&gt;
				A SERVIDÃO MODERNA (2009)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
						http://youtu.be/B7hSxm67izU&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
.       A esfera do sagrado pós-nada...&lt;br /&gt;
       &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  			  	.       Enquanto os corpos se encontram em suas órbitas&lt;br /&gt;
				        permanecemos na dissolução de nossos corpos terrenos... &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
   II             &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	.                                                                         Biosfera        .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O corpo que espelha o outro&lt;br /&gt;
se confunde no julgamento que&lt;br /&gt;
sempre retorna seu reflexo...&lt;br /&gt;
Reconhecer-se como espécie&lt;br /&gt;
seria um passo a frente?&lt;br /&gt;
Advimos do útero inconscientes de nós&lt;br /&gt;
O organismo está vivo à medida que a consciência dorme&lt;br /&gt;
indivíduo membro uma espécie que se condena&lt;br /&gt;
bípede que sempre rasteja em dogmas e verdades&lt;br /&gt;
animal que acredita e mamífero que consome voraz-mente&lt;br /&gt;
vertebrado de fragilidades &lt;br /&gt;
clonadas por células sem tronco &lt;br /&gt;
e de raízes hereditárias&lt;br /&gt;
o código é genético não a ética&lt;br /&gt;
reproduzimos o sexo em laboratórios&lt;br /&gt;
como autômatos cegos&lt;br /&gt;
arranca-se os pelos e implantam-se chips&lt;br /&gt;
silicones e uma gama de sugestões&lt;br /&gt;
Nada pode envelhecer&lt;br /&gt;
a feiura é uma doença&lt;br /&gt;
na crença de que tudo é novidade&lt;br /&gt;
o novo fake de sempre&lt;br /&gt;
As pílulas mantêm os corpos inertes&lt;br /&gt;
e as mentes esti(e)muladas&lt;br /&gt;
geneticamente modificadas&lt;br /&gt;
o controle é pelo Lítio&lt;br /&gt;
com hormônios e pesticidas&lt;br /&gt;
metais pesados e agrotóxicos&lt;br /&gt;
não percebe-se os membros cibernéticos&lt;br /&gt;
a janela de agora é o olho câmera&lt;br /&gt;
somos mais que impulsos elétricos&lt;br /&gt;
disfunções, distúrbios e nomenclaturas&lt;br /&gt;
somos corpos na infância de nossas consciências&lt;br /&gt;
o invólucro que limita e protege de nossas criações&lt;br /&gt;
um corpo que depura a vontade para sermos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
.       Isso não é uma máquina...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
   III            &lt;br /&gt;
.                                                                         Noosfera              .&lt;br /&gt;
⎙ &lt;br /&gt;
 O existir é o eterno relembrar daquilo que se é&lt;br /&gt;
 e esquecer logo em seguida...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para dividir basta o ponto . (ego)&lt;br /&gt;
Para unir nada é preciso  ⎙&lt;br /&gt;
Quando se coloca o eu no mundo&lt;br /&gt;
principia a multiplicidade das aparências&lt;br /&gt;
a projeção do desejo e do utilitarismo&lt;br /&gt;
o anti-nada assume a defesa&lt;br /&gt;
nos fragmenta em nanopartículas&lt;br /&gt;
deixamos de ser o eixo de nossa existência&lt;br /&gt;
quando buscamos sinais de evidências&lt;br /&gt;
que possam nos lembrar quem somos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para ser absoluto tem que ser 0&lt;br /&gt;
Ao transformar teoria em experiência&lt;br /&gt;
o ser desperta no abismo das incertezas&lt;br /&gt;
onde se encontrão as reações&lt;br /&gt;
o fato é modificado ao compreender&lt;br /&gt;
as ondas são efeitos e não pausas&lt;br /&gt;
no pêndulo do tempo não linear&lt;br /&gt;
Na busca por escrituras&lt;br /&gt;
já somos a negação do 0&lt;br /&gt;
Nós geramos o mundo e ele nos gira&lt;br /&gt;
O presente tem essa função e não o futuro&lt;br /&gt;
estamos aqui para desaprender&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Silencie... mesmo que isso leve a vida toda&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O nulo.   1+1= 0&lt;br /&gt;
sim, não há segredos nem conspirações&lt;br /&gt;
só uma grande quantidades de 1s&lt;br /&gt;
que fazem questão de olvidar&lt;br /&gt;
que só o 0 pode ser o ouroboros...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Humam Kernel 0.1 Alpha&lt;br /&gt;
Reboot Yourself&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Frequência Beta | Alfa | Teta | Delta    �&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Transhumanidade - versão Alpha 0.1 - Homini Qabbid - #2013 - ☻&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Livro_Tecnomagia&amp;diff=8471</id>
		<title>Livro Tecnomagia</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Livro_Tecnomagia&amp;diff=8471"/>
				<updated>2013-06-04T01:27:36Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Belisards: /* Ebook */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Livro ==&lt;br /&gt;
# [[Introdução Tecnomagia]]&lt;br /&gt;
# [[Orelha do livro Tecnomagia]]&lt;br /&gt;
# [[Magia e Tecnologia]] - Pedro Soler&lt;br /&gt;
# [[Microculturas]] - Vahida Ramujkic, Moshe Robes y Aviv Kruglanski &lt;br /&gt;
# [[Magia e Tecnologia]] - Alfred Gell&lt;br /&gt;
# [[Descristalização]] - Jonathan Kemp&lt;br /&gt;
# [[Poema]] - George Sander&lt;br /&gt;
# [[Iniciação técnica numa formação moderna em humanidades]] - Gilbert Simondon&lt;br /&gt;
# [[Antropologia das sociedades encantadas]] - Thais Brito&lt;br /&gt;
# [[Magia:a: caminho de resignificação e e ritos]] - Eá de Apsu&lt;br /&gt;
# [[Pequeno Manual do Astrólogo Amador Artificial]] - Bruno Vianna&lt;br /&gt;
# [[Tecnomagias]] - Adrian Gomez&lt;br /&gt;
# [[Mantra Digital]] - Morgana Gomes&lt;br /&gt;
# [[Fragmento de um dialogo pós-apocalíptico]] - Cartesius Ciborgis&lt;br /&gt;
# [[Escolher]] - Felipe Fonseca&lt;br /&gt;
# [[Tecnomagia]] - Fabiane Borges&lt;br /&gt;
# [[Cyberpunk como alquimista moderno]] - Timothy Leary&lt;br /&gt;
# [[Tecnomagia: metareciclagem e rádios livres no front de uma guerra ontológica]] - Thiago Novaes&lt;br /&gt;
# [[Tempo Livre]] - Martin Howse&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ebook ==&lt;br /&gt;
#[[A corrida da Antena]] - Fabi Borges&lt;br /&gt;
#[[Alquimia de Corazones]] - Katiushka Borges &lt;br /&gt;
#[[Imagenas Mapas Mentais]]&lt;br /&gt;
#[[A Cartilha]] - Samir Oliveira&lt;br /&gt;
#[[Movimento para acender luzes automáticas]] - Paola Barreto Leblanc1&lt;br /&gt;
#[[O supermassivo buraco negro dançando com o fogo do sol]]&lt;br /&gt;
#[[pamphlet111111]] - Tiago Spina&lt;br /&gt;
#[[Re-manifesto antropofágico para era digital]] - Vanessa Maia Ramos-Velasquez&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Re-manifesto_antropof%C3%A1gico_para_era_digital&amp;diff=8470</id>
		<title>Re-manifesto antropofágico para era digital</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Re-manifesto_antropof%C3%A1gico_para_era_digital&amp;diff=8470"/>
				<updated>2013-06-04T01:26:32Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Belisards: Criou página com 'RE-MANIFESTO ANTROPOFÁGICO PARA A ERA DIGITAL de VANESSA MAIA RAMOS-VELASQUEZ   Quem descobriu quem?   Foram os Portugueses que descobriram os índios brasileiros só por que...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;RE-MANIFESTO ANTROPOFÁGICO PARA A ERA DIGITAL&lt;br /&gt;
de VANESSA MAIA RAMOS-VELASQUEZ &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quem descobriu quem? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foram os Portugueses que descobriram os índios brasileiros só por que aqueles fizeram o esforço de construírem suas caravelas, botarem-nas no mar e seguirem a viagem longa? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por que não ao contrário? &lt;br /&gt;
Só por que os índios se encontravam numa posição passiva de meramente estarem de olhos abertos e avistarem esses estrangeiros?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quem comeu quem?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desde vossa descoberta, levaram nossas cores para alegrar com um vermelho brilhante vossos eclesiásticos e reis, enquanto lhes contagiamos com nossos sorrisos incansáveis. Agora deixe-nos prová-los nas vossas novas vestimentas. Gostaríamos de ver-lhes através de vossos olhos arregalhados e incorporar vossa alegria assimilada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É tarde demais para voltar e contestar. Aceitemos tudo do passado, mas viremos a mesa para o futuro. Comemos tudo e engolimos a seco, mas agora cuspamos com bastante sabor que é pra fazer bem aos olhos estrangeiros e deixá-los hipnotizados com tanta gula.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Levaram todo nosso pau-brasil, deixaram-nos só com o nome Brasil enquanto nos meteram o pau.&lt;br /&gt;
Então, ponham sua carapaça, pois agora é a nossa vez com o bastão!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pindorama não é mais! Nunca! Não volta atrás! Eis o índio tecnológico da revolução digital que quer mais do que apito!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Queremos mais do que seus brancos e negros trazidos de terras distantes, dê-nos seus coloridos dados dos mundos virtuais. Mas queremos nos achar sem nos perder nas profundezas de selvas ainda não desbravadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primitivo agora tá acabando, só vão achar Engarrafados e Enlatados em matas peladas!  Tudo já foi descoberto e desvendado. Será que teremos que retornar a sermos crianças contentes com pré-logismo ou será suficiente o lojismo de revoluções esquecidas a cada ano conforme novas versões nos ditarem?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
À quem pertence o grito contemporâneo:&lt;br /&gt;
Viva a Inocência e a Pureza! Que não se percam no vazio pós-moderno da Matrix, o novo umbigo do mundo!&lt;br /&gt;
Viva a ignorância do infantil desconhecido da pixelândia!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa vez qual será a contribuição milionária de todos os erros?&lt;br /&gt;
Viva o En-Tropicalismo de todos os Suls. &lt;br /&gt;
Viva o Lepitópi, o verdadeiro Muiraquitã da felicidade! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E se alguém apertar a tecla “delete” será que vai apagar a história? Velhos bons tempos aqueles do telefone vermelho? Era só um botãozinho de difícil acesso reservado a um ou dois loucos apenas. Agora todo desvairado tem um!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então vamos assoprar os apitos nos Cabaré Voltaires de toda esquina. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sweat shop da mente não para; o sangue, suor e cerveja rola infinito enquanto o futebol, carnaval, café, pingas, e mulatas deixam tudo fosforescente e tinindo. O barquinho vai e a tardinha cai com a noite já se erguendo e sua lua disputando espaço com nosso sol.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nosso neoconcretismo, é seu concretismo, façamos tudo direito, esquerdo, ou de trás pra frente, não importa, é tudo unisex, one-size fits all, made in China, importado e exportado até o fiofó fazer bico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nosso canibalismo é sua fonte de renda e orgulho de estarem nos alimentando. Seu lixo é nossa riqueza que revendemos por muito mais. Nossa pobreza é sua janela pra alimentarem sua curiosidade. Portanto não reclamem quem usa quem, ou quem come quem. Essa estrada tem ida e volta e ninguém precisa ficar preso no caminho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na natureza, nada se perde, nada se cria, tudo se transforma; e agora na nova idade onde tudo é 1’s e 0’s, façam sua própria matemática e mistureba, vejam o que sai do liquidificador antropológico, que de lógico não tem nada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Invenção é a mãe da necessidade.&lt;br /&gt;
Transfiguração é a reação de existir.&lt;br /&gt;
Manifestação é a subversão da verdade aprendida em ação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
~COR INVERSUM IN SE IPSUM~&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Livro_Tecnomagia&amp;diff=8469</id>
		<title>Livro Tecnomagia</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Livro_Tecnomagia&amp;diff=8469"/>
				<updated>2013-06-04T01:26:13Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Belisards: /* Ebook */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Livro ==&lt;br /&gt;
# [[Introdução Tecnomagia]]&lt;br /&gt;
# [[Orelha do livro Tecnomagia]]&lt;br /&gt;
# [[Magia e Tecnologia]] - Pedro Soler&lt;br /&gt;
# [[Microculturas]] - Vahida Ramujkic, Moshe Robes y Aviv Kruglanski &lt;br /&gt;
# [[Magia e Tecnologia]] - Alfred Gell&lt;br /&gt;
# [[Descristalização]] - Jonathan Kemp&lt;br /&gt;
# [[Poema]] - George Sander&lt;br /&gt;
# [[Iniciação técnica numa formação moderna em humanidades]] - Gilbert Simondon&lt;br /&gt;
# [[Antropologia das sociedades encantadas]] - Thais Brito&lt;br /&gt;
# [[Magia:a: caminho de resignificação e e ritos]] - Eá de Apsu&lt;br /&gt;
# [[Pequeno Manual do Astrólogo Amador Artificial]] - Bruno Vianna&lt;br /&gt;
# [[Tecnomagias]] - Adrian Gomez&lt;br /&gt;
# [[Mantra Digital]] - Morgana Gomes&lt;br /&gt;
# [[Fragmento de um dialogo pós-apocalíptico]] - Cartesius Ciborgis&lt;br /&gt;
# [[Escolher]] - Felipe Fonseca&lt;br /&gt;
# [[Tecnomagia]] - Fabiane Borges&lt;br /&gt;
# [[Cyberpunk como alquimista moderno]] - Timothy Leary&lt;br /&gt;
# [[Tecnomagia: metareciclagem e rádios livres no front de uma guerra ontológica]] - Thiago Novaes&lt;br /&gt;
# [[Tempo Livre]] - Martin Howse&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ebook ==&lt;br /&gt;
#[[A corrida da Antena]] - Fabi Borges&lt;br /&gt;
#[[Alquimia de Corazones]] - Katiushka Borges &lt;br /&gt;
#[[Imagenas Mapas Mentais]]&lt;br /&gt;
#[[A Cartilha]] - Samir Oliveira&lt;br /&gt;
#[[Movimento para acender luzes automáticas]] - Paola Barreto Leblanc1&lt;br /&gt;
#[[O supermassivo buraco negro dançando com o fogo do sol]]&lt;br /&gt;
#[[pamphlet111111]]&lt;br /&gt;
#[[Re-manifesto antropofágico para era digital]] - Vanessa Maia Ramos-Velasquez&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=A_Cartilha&amp;diff=8468</id>
		<title>A Cartilha</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=A_Cartilha&amp;diff=8468"/>
				<updated>2013-06-04T01:23:38Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Belisards: Criou página com 'Imagens em: [https://plus.google.com/photos/108350737121470521222/albums/5885432111495897505?authkey=CLee96fvytuW8AE]'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Imagens em: [https://plus.google.com/photos/108350737121470521222/albums/5885432111495897505?authkey=CLee96fvytuW8AE]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Livro_Tecnomagia&amp;diff=8467</id>
		<title>Livro Tecnomagia</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Livro_Tecnomagia&amp;diff=8467"/>
				<updated>2013-06-04T01:23:15Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Belisards: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Livro ==&lt;br /&gt;
# [[Introdução Tecnomagia]]&lt;br /&gt;
# [[Orelha do livro Tecnomagia]]&lt;br /&gt;
# [[Magia e Tecnologia]] - Pedro Soler&lt;br /&gt;
# [[Microculturas]] - Vahida Ramujkic, Moshe Robes y Aviv Kruglanski &lt;br /&gt;
# [[Magia e Tecnologia]] - Alfred Gell&lt;br /&gt;
# [[Descristalização]] - Jonathan Kemp&lt;br /&gt;
# [[Poema]] - George Sander&lt;br /&gt;
# [[Iniciação técnica numa formação moderna em humanidades]] - Gilbert Simondon&lt;br /&gt;
# [[Antropologia das sociedades encantadas]] - Thais Brito&lt;br /&gt;
# [[Magia:a: caminho de resignificação e e ritos]] - Eá de Apsu&lt;br /&gt;
# [[Pequeno Manual do Astrólogo Amador Artificial]] - Bruno Vianna&lt;br /&gt;
# [[Tecnomagias]] - Adrian Gomez&lt;br /&gt;
# [[Mantra Digital]] - Morgana Gomes&lt;br /&gt;
# [[Fragmento de um dialogo pós-apocalíptico]] - Cartesius Ciborgis&lt;br /&gt;
# [[Escolher]] - Felipe Fonseca&lt;br /&gt;
# [[Tecnomagia]] - Fabiane Borges&lt;br /&gt;
# [[Cyberpunk como alquimista moderno]] - Timothy Leary&lt;br /&gt;
# [[Tecnomagia: metareciclagem e rádios livres no front de uma guerra ontológica]] - Thiago Novaes&lt;br /&gt;
# [[Tempo Livre]] - Martin Howse&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ebook ==&lt;br /&gt;
#[[A corrida da Antena]] - Fabi Borges&lt;br /&gt;
#[[Alquimia de Corazones]]&lt;br /&gt;
#[[Imagenas Mapas Mentais]]&lt;br /&gt;
#[[A Cartilha]] - Samir Oliveira&lt;br /&gt;
#[[Movimento para acender luzes automáticas]] - Paola Barreto Leblanc1&lt;br /&gt;
#[[O supermassivo buraco negro dançando com o fogo do sol]]&lt;br /&gt;
#[[pamphlet111111]]&lt;br /&gt;
#[[Re-manifesto antropofágico para era digital]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.nuvem.art.br/index.php?title=Movimento_para_acender_luzes_autom%C3%A1ticas&amp;diff=8466</id>
		<title>Movimento para acender luzes automáticas</title>
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				<updated>2013-06-04T01:14:41Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Belisards: Criou página com 'MOVIMENTO PARA ACENDER LUZES AUTOMÁTICAS  Paola Barreto Leblanc1   RESUMO  O presente artigo investiga uma série de contextos onde a iluminação é automatizada por meio de...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;MOVIMENTO PARA ACENDER LUZES AUTOMÁTICAS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paola Barreto Leblanc1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
RESUMO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O presente artigo investiga uma série de contextos onde a iluminação é automatizada por meio de sensores de movimento e presença. Estes dispositivos podem ser observados em ambientes concebidos segundo uma chamada “arquitetura inteligente”, que projeta espaços que regulam, para citar alguns exemplos, temperatura, iluminação ou ambientação sonora em acordo com a presença e a body language dos “usuários”. Não se trata de cenário futurista de ficção científica, mas de realidades que já fazem parte de nosso dia a dia, sendo incorporadas pela administração pública, a indústria e o comércio, em nome da segurança, a economia, ou o prazer, para citar os discursos mais conhecidos. Mas o que, além do discurso já conhecido, uma investigação sobre a automação dos sistemas de iluminação poderia fazer falar? E de que formas a arte poderia dialogar com estes ditos? Acompanha o artigo uma série de videoexperimentos2. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Palavras-chave: Imagens Técnicas; Teoria Ator-Rede; Coletivos Sociotécnicos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Die Kunst mehr wert ist, als die Wahrheit&lt;br /&gt;
“A arte tem mais valor do que a verdade”&lt;br /&gt;
Friedrich Nietzsche: Werke III, ed. K. Schlechta; München, 1977, 693&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A proposta deste artigo é empreender uma investigação em espaços públicos e privados cuja iluminação seja regulada por sistemas automáticos ativados por sensores de movimento ou presença. Estes espaços serão analisados como cenários, onde o dispositivo de iluminação aparece como lugar de formação e transformação de cenas. A abordagem adotada alia conceitos do universo das imagens técnicas (FLUSSER, 2008) a procedimentos da Teoria Ator-Rede (LATOUR, 2005). O argumento central é de que a arte pode oferecer pistas para se abrir a caixa preta dos sistemas, driblar seu programa regulador e nele inscrever informação nova.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CHIAROSCURO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pensando os espaços como cenários, é interessante notar que os primeiros sistemas de iluminação das vias públicas empregam técnicas de iluminação artificial dominadas pelo teatro clássico: tochas e lamparinas a óleo3. Córdoba, por volta do ano 1.000, é a cidade mais populosa da Europa medieval e a primeira a contar com um sistema de iluminação noturna, o qual reflete sua pujança cultural e comercial . No florescer do projeto moderno a iluminação aparece como valor filosófico e estético, e Paris representa sua máxima expressão: cidade-luz (não por acaso, viria a ganhar a alcunha, mais tarde, de “capital do cinema”).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A iluminação artificial, desde a descoberta pré-histórica do fogo, é uma questão a um só tempo simbólica, técnica e ambiental. No Gênesis a luz aparece como criação divina: “e Deus viu que a luz era boa, e Deus separou a luz das trevas”4. Na lida com espaços internos ou externos cuja visibilidade não seja considerada satisfatória, à imagem e semelhança de Deus, os homens decidem: “haja luz”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ter a iluminação sob controle e tomar este dado como um valor absoluto poderia soar tão estranho ou familiar quanto estar na floresta à noite, e, para se proteger de um predador procurar, ao contrário, a sombra. Recentemente, projetos de iluminação noturna em parques naturais vem causando controvérsia entre paisagistas, ambientalistas e outros atores, uma vez que o impacto causado pela luz artificial seria prejudicial ao meio ambiente (Umwelt5). Pensando em processos de hibridação, vale lembrar que encontram-se, na natureza, ocorrências diversas de bioluminescência, algumas bastante interessantes, como certas algas marinhas e animais que vivem nas profundezas, caso da lula vampiro do inferno (Vampyroteuthis Infernalis6). Nestes breves e díspares exemplos pode-se perceber que a questão da iluminação é um campo heterogêneo e cheio de disputas, e que atua, em suas muitas dimensões, em acordo com certo regime de visibilidade (DELEUZE, 1985).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando nos voltamos para os sistemas automatizados, estamos interessados não somente na questão da técnica da automação, mas nas condições de possibilidade que falam nessa técnica, bem como nos pressupostos sobre luz e sombra que uma arqueologia poderia ler nestes dispositivos. Acender e apagar as luzes, na antiguidade clássica, era tarefa de escravos. Hoje, as luzes se acendem e apagam automaticamente, e para que não sejamos todos escravos desta condição, investigamos as forças em jogo nestes dispositivos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
RES PUBLICA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o fundamento da iluminação pública hoje continua a se basear nos argumentos da segurança e da ostentação, precisa também levar em consideração os problemas de otimização e ecologia que ora se impõem. Neste sentido as tecnologias de automação são uma grande aposta, como podemos perceber em notícias como as que seguem: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A nova iluminação gera uma luz branca e uniforme, que permite melhor identificação de cores e condições de visibilidade para o tráfego de veículos, ciclistas e pedestres. Essas características contribuem para aumentar a sensação de segurança. 30/12/20117&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os ciclistas que trafegam pela orla na Ciclovia do Trabalhador, em São Vicente, ganharam mais segurança para trafegar no período noturno: o trecho do Itararé ganhou esta semana os 30 primeiros postes de iluminação, de um total de 100, que proporcionarão um visual ainda mais bonito do jardim da praia. “As lâmpadas de 200 watts e luz branca são acionadas automaticamente, por fotocélula”, informou a secretária de Planejamento de São Vicente, Elizabeth Correia - 14/04/20088&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seja por meio de fotocélulas ou sensores, as “cenas” produzidas pela iluminação automatizada apontam para uma gestão da visibilidade, do que deve ser visto, fazendo a distinção entre o que merece receber luz e o que permanece na sombra. Pode-se perceber, nas propostas de modernização e melhoria das cidades em andamento, que existem interesses políticos que colocam luz e segurança de par com turismo e comércio, carregando nestes discursos formas de viver e conviver que estão longe de poder ser pensadas em um terreno de neutralidade, como se a técnica não fosse, ela mesma, uma forma simbólica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não teremos aqui a oportunidade de empreender uma ampla cartografia dos sistemas de última geração em funcionamento, nem será possível analisar os acirrados debates que se dão por conta da geração e distribuição de energia em larga escala. Também não iremos nos aventurar em uma arqueologia mais detalhada dos modos de uso da luz nas sociedades, e nem fazer uma antropologia comparada entre coletivos que vivem em acordo com os ritmos naturais da luz do sol. Destas deambulações preliminares vamos assumir apenas que nas relações com a luz e a sombra construímos não somente uma imagem dos espaços que habitamos, mas uma imagem de nós mesmos. Ao puxar os fios de Ariadne que tecem as redes que constituem os ambientes em que vivemos, percebemos o quanto a iluminação é um ator central, que produz diferença e atua na construção de cenas e imaginários sociotécnicos (LATOUR, 2005). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ARTE (TECHNÉ)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existe hoje na arte contemporânea um volume expressivo de trabalhos que empregam tecnologias computacionais, produzindo cenários relacionais onde sistemas robóticos jogam em tempo real com o público.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1.2.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É o caso da instalação telemática Access (2003) de Marie Sester, onde os corpos que entram em um espaço mapeado são perseguidos por um spot-light robótico controlado por usuários de internet. “Beware. Some individuals may not like being monitored. Beware. Some individuals may love the attention.”9&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na instalação interativa Apostasis (2008) de Rafael Lozano-Hemmer, ao contrário, os refletores robóticos estão programados não para perseguir os corpos, mas sim os vazios. De maneira que neste jogo, são os corpos que buscam a luz. “The piece is intended as a quiet environment where “shy” lights refuse to illuminate anybody, foregoing their normal role as promotional or police tools.10”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. 4. &lt;br /&gt;
São trabalhos de artistas que constroem aparatos para problematizar espaços de convivência, propondo, através da experiência estética com jogos de luz e sombra, novas associações que embaralham vigilância, espetáculo, controle e ribalta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nossa reflexão aqui, no entanto, não visa o desenvolvimento de um espaço interativo e nem a análise de obras de arte tecnológica contemporânea. Trata-se mais de pensar uma poética (poeisis) dos lugares aonde, efetivamente, vivemos e convivemos com sistemas automatizados. De forma que é menos a criação de uma “obra-de-arte” o que nos ocupa, e mais a investigação de processos performáticos que podem se tornar arte na lida cotidiana11. Neste sentido não buscamos a construção de um aparato automático, mas sim a experimentação de modos de desconstrução do automatismo.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
AUTOMATISMO &amp;gt; AUTONOMIA &amp;gt; AUTO POEISIS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para os programadores de sistema automatizar signiﬁca “dotar sistemas de mecanismos e dispositivos capazes de realizar, com o mínimo de intervenção humana, tarefas que satisfaçam restrições tais como segurança, conforto, produtividade, entre outras.”12&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Etimologicamente autômato vem do grego auto+maton - o que se faz por si mesmo, que não tem uma causa motriz exterior nem depende de vontade para se mover. No entanto, para além deste aspecto mecanicista, a característica principal da caixa preta é que ela funciona e nos faz funcionar em acordo com um programa que é autônomo. Esquecidos de todo esforço empreendido no cálculo que faz rodar o programa, apertamos um interruptor, e o programa, automática e autonomamente, funciona. Para continuar no recurso a etimologia, autonomia do grego auto+nomos - que obedece à sua própria lei, e pensando em seu uso logístico, que é capaz de continuar sem se alimentar ou se abastecer. Contudo, pensar somente a autonomia de um sistema ainda não é o bastante para mudar seu programa. É preciso pensar em termos de produção de informação nova, diferença, inovação. Para inovar, o crucial não é se mover e nem se manter, mas se alterar. Um sistema que produz informação nova não pode ser somente automático ou autônomo, mas precisa ser, sobretudo, autopoético13. Mais uma vez do grego auto+poeisis – que se auto constitui, continuamente, em suas próprias associações internas e com o ambiente, num processo de feedback que o mantém vivo, em constante processo de transformação.&lt;br /&gt;
 “Alguns destes sistemas consideram-se inteligentes. No entanto, em sua maioria, apresentam apenas mecanismos automáticos. (... ) Sistemas Inteligentes devem considerar características como capacidade de aprendizagem e habilidade proativa. Entende-se por habilidade proativa a capacidade que um indivíduo não apenas reagir a um determinado evento no ambiente mas também de tomar iniciativas e decisões baseadas em seus objetivos e experiências. KRÜGER, 2009&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso dos sistemas de iluminação acionados por sensores de movimento ou presença, somos instados a efetuar algum movimento para o programa funcionar. A luz – e como conseqüência a visualidade – é uma função do movimento. &lt;br /&gt;
Desta forma duas premissas indicam duas possibilidades de relação com o espaço: &lt;br /&gt;
1. Para que haja luz, deve haver movimento. &lt;br /&gt;
2. Para que haja sombra, deve haver imobilidade. &lt;br /&gt;
Pode ser que o movimento efetuado para acender a luz tenha uma característica estranha, absurda, não funcional, quase dadaísta : como é habitual em toiletes equipados com o sistema, que requerem movimentos que não fazem parte do repertório habitual de gestos neste espaço. Justo nesta possibilidade performativa do repertório de gestos14 (FLUSSER, 1999 apud BERNARDO, 2008), reinventa-se lugares que quebram a lógica funcional, maquínica, mecânica e sugerem uma poética. Deste modo a questão da técnica vai ser tomada como a questão da arte. Arte entendida não como um campo pré-estabelecido, identificado com o mercado e o consumo institucional do que se convenciona como arte; mas um modo de estar no mundo que reinventa relações com os objetos técnicos. Ser artista é brincar com o programa. Assim&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
seríamos, de repente, todos ‘artistas’ (aqui, o termo “arte” engloba ciência, política e filosofia). (...) O “artista” brinca com o propósito de produzir informação nova. (FLUSSER, 2008. Pgs 120-126)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Normalmente nos lembramos do programa dos aparatos quando eles entram em pane. Em uma noite de vento e chuva, a amendoeira a balançar de um lado para o outro dispara o sensor de movimento que liga e desliga a luz da entrada da garagem. A gratuidade da folha que tremula diante do sensor e da câmera desfuncionaliza o aparato e sugere um novo e aleatório cenário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CASE CENARIO #1 – EXT/NOITE – AV. VIEIRA SOUTO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. 7. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Caminhamos ao largo de uma calçada no bairro carioca de Ipanema, e somos surpreendidos por uma iluminação direta, que de certa forma “aponta” para nossa presença: somos colocados sob a mira da luz. Se estivermos nos dirigindo ao prédio, este sistema presta uma serviço ao vigia que está lá dentro, poupando-o do ato mecânico de acender as luzes. Mas se, por ventura, estivermos apenas de passagem pela calçada, o que o foco luminoso pode indicar? A supressão do direito de passar desapercebido, longe dos holofotes? Seria a busca pela sombra um comportamento considerado potencialmente suspeito? Diante da máxima perversa Nothing to fear, nothing to hide, propagada pela política de vigilância britânica, é preciso pensar no direito à sombra. Se por um lado, é senso comum que todos tenham acesso à luz elétrica, a defesa pelo acesso universal à sombra também merece atenção. “Politics is the distinction between private space and public space” (FLUSSER, 1990).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os sistemas automatizados são observados comumente em lugares de passagem: corredores, halls, pontos de acesso. Lugares de trânsito, onde não se supõem permanências, mas onde, ao mesmo tempo, certa frequência de movimento seja observada. De forma que além de um serviço, a um só tempo funcional e econômico, o acender automático das luzes atua também em uma dimensão de intimidação, reforçando os territórios de quem está do lado de cá da luz e quem está do lado de lá. Entre um dentro e um fora. Para responder ao desejo de monitoramento dos fluxos, e ao mesmo tempo evitar o que hoje é compreendido como desperdício, desenvolve-se o dispositivo, que automatiza um modelo panóptico. O panóptico pode ser descrito de forma muito breve como um modelo arquitetural onde os vigiados encontram-se sob constante vigilância, permanecendo o próprio vigia na sombra. (FOUCAULT, 1983; DELEUZE, 1992) Os espaços onde a iluminação é regulada pela presença ou movimento de passantes coloca a todos sob a luz da vigilância. Os holofotes automatizados das edificações, via de regra gradeadas e monitoradas por câmeras, voltam-se para as calçadas públicas e ampliam as “possibilidades de interação com os corpos presentes, permitindo que estes sejam interpelados de forma contextual pelo próprio ambiente” (BRUNO, 2012).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É notório que os regimes de visibilidade variam de acordo com as áreas das cidades, dependendo de seu potencial turístico e do poder aquisitivo dos moradores da região, entre outros fatores. Contudo, o barateamento dos sistemas e o crescimento do mercado de segurança colaboram com uma tendência de padronização de formas de gestão da iluminação, que, como vimos, são centros de disputa na construção de imaginários e modos de viver. No case cenario #1 percebemos como os processos de automação naturalizam certa economia da iluminação, de maneira que o programa em curso cai no esquecimento, torna-se opaco, e enquanto estiver funcionando, não parece haver sentido em questioná-lo. Sob o risco de cair em uma redundância entrópica, que produza situações cada vez mais prováveis, vamos apostar na arte como lugar de produção de diferença, informação nova. Informar: produzir situações pouco-prováveis e imprimi-las em objetos (FLUSSER, 2008). Na busca pela produção de diferença e inovação (LATOUR, 2005), empreendemos nossa brincadeira com os aparatos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um aparato é um brinquedo que simula um tipo de pensamento (FLUSSER, 1984; 1985). Aparato vem do latim Apparatus – do verbo apparare que indica o estado de prontidão para algo (ad+parare). Curiosamente é nesta constituição do próprio aparato que encontramos uma chave para acionarmos novos modos de lida, mais despertos e atentos, e menos capturados pelo programa. Este caráter predatório observado na etimologia do termo aparato também se observa em certas práticas de escuta e criação coletiva em teatro e dança, como os Viewpoints ou o contato improvisação15. De maneira que, em nossa reflexão vamos assumir o estado de prontidão como uma performance contra a programa (FLUSSER, 2008). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CASE CENARIO #2  - INT/ DIA – CORREDOR DE EDIFICIO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8.  9.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se ao acaso ao invés de simplesmente passar, permanecêssemos, num atentado deliberado de quebra do programa, por horas a fio transitando pelo lugar de passagem, forçando a luz a permanecer acesa? E se, experimentando ainda, permanecêssemos quietos, parados, imóveis, nos camuflaríamos no ambiente e nos tornaríamos invisíveis?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CASE CENARIO #3 – INT/ NOITE – HALL DE ENTRADA PREDIO DE APARTAMENTOS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10.11.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que gestos, ensaiados ou aleatórios, perpetrados por pessoas, animais, plantas ou coisas, poderiam mudar a cena? &lt;br /&gt;
12.13.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No embate contra a captura pela iluminação automatizada entramos em um jogo (brincadeira) que subverte o programa e reinventa outras lógicas de existência. O estado de prontidão atravessa uma topologia de espaços potenciais16 criando um campo de virtualidades (OLIVEIRA, 2003 ) onde as potências do falso (DELEUZE, 1985) podem se multiplicar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como sabemos, as imagens escondem aquilo que representam - Bilder verstellen was sie vorstellen17 . A transformação moderna do mundo em imagem, ou a criação de uma imagem científica do mundo (HEIDEGGER 1986; FLUSSER, 1990), mascara que a cena é um contexto de agenciamento (Verhältnisse; Bezüge, FLUSSER, 1990) onde humanos e não-humanos se relacionam entre si. Mas se jamais fomos modernos (LATOUR, 1994), não há sentido em relacionar sujeitos (sub_jects) e objetos (ob_jects), previamente constituídos em uma cena já dada. Trata-se de investigar os trajetos (tra_jects) que tecem as redes de associações que constituem a todos (LATOUR, 2012). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
RES EXTENSA&lt;br /&gt;
 “ali onde a visão é próxima, o espaço não é visual, ou melhor, o próprio olho tem uma função háptica e não óptica” – Gilles Deleuze e Felix Guattari – Vol V Capitalismo e Esquizofrenia pg 205)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ideia de uma visão próxima, colada a superfície dos corpos e da matéria e atenta às associações que as constituem, opõe-se à perspectiva do ponto de vista privilegiado, separado das coisas vistas. Esta distinção poderia ser colocada em termos da diferença entre o dispositivo panóptico, já descrito, e um processo oligóptico (LATOUR, 2005, pg. 181) que se ocupa não com uma totalidade, mas com o que é próximo, a distância pouca (oligos = pouco) . O acrônimo da Teria Ator Rede em inglês, ANT, é a mesma palavra que designa formiga neste idioma. Se a estrutura do formigueiro pode servir como metáfora ao pesadelo futurista, onde humanos atrofiados são controlados por um super cérebro que a todos escraviza (FLUSSER, 2008), esta mesma estrutura, entendida como um sistema complexo, também pode servir para se pensar modos de cognição distribuída, onde inexiste um controle central e onde as potencialidades de inovação encontram-se precisamente nas associações entre suas células (LATOUR, 2005; OLIVEIRA, 2003). Uma utopia onde as formigas sonhem dialogicamente. (FLUSSER, 2008)&lt;br /&gt;
Ao contrario de um sistema mecânico simplista, um sistema complexo é capaz de produzir informação nova.  &lt;br /&gt;
A heterogeneidade estrutural dos sistemas complexos instaura um campo de mediações entre os níveis global e elementar que tem como resultado a aparição de novas propriedades no sistema. (OLIVEIRA, 2003, pg 149)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A análise do formigueiro de Hofstadter nos ensina que é dos “agenciamentos entre as formigas que vem a inteligência do formigueiro”. 18 A trajetória de uma formiga é errática. Mas quando associada a outra formiga, e a outra, e a outra, forma um traçado de agenciamentos que produz informação nova. “As relações engendram os objetos, os seres e os atos, não o inverso.”19Quando pensamos a superfície do formigueiro em sua extensão, não estamos propondo a oposição moderna entre res extensa e res cogitans, uma vez que tomamos materialidade do próprio formigueiro como um meio (Medien) que produz significação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos sistemas complexos não há um centro controlador; o controle é meta-estável. Não obedecem a uma lógica discursiva; são dialógicos. O indivíduo é efeito de rede, e a rede também é efeito das conexões indivivuais: os “eus” são os nós da rede (FLUSSER, 2008). Aí reside a brecha na caixa preta: não estamos capturados por um “controle” ou um “poder”. Estas categorias, assim como tantas outras, não nos auxiliam aqui. Precisamos de um novo vocabulário e uma nova gramática para lidar com esta nova episteme (LATOUR, 2012). Aqui reafirmamos nosso propósito de, através da experiência estética, contribuir nesta tarefa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
AESTHESIS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No primeiro capítulo de Matéria e Memória Henri Bergson define matéria como conjunto de imagens, destacando a imagem do corpo como um ponto problemático, uma vez que o corpo é imagem e afecção:  “je vois bien comment les images exterieures influent sur l’image que j’appelle mon corps.” 20 &lt;br /&gt;
A atenção à materialidade vista assim nos coloca no plano sensível (aesthesis), das superfícies, e das imagens. O sensível é o que temos em comum, é aquilo que partilhamos.21 Nossos corpos, em constante diálogo, tecem o ambiente, podendo, a cada momento, estabelecer novas associações que desprogramem os aparatos e produzam informação nova. O corpo transitório, quase-sujeito, quase-objeto: Mon corps, object destiné a mouvoir objects. Nossos corpos, em sua performatividade, são como interruptores dos ambientes automatizados, e é pelo nosso movimento que regula-se a luz. Somos personagens22 de cenários, mas nossas per-formances também in-formam os cenários. De maneira que o corpo, como a luz23, é também uma mídia que trans-forma o ambiente, como buscamos expressar em nossas videoexperimentações. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nestes experimentos externos e internos apostamos na arte como saída do cenário catastrófico do formigueiro cego onde funcionários apertadores de botões repetem, esquecidos, o código de um hiper programa. Ao investigar a arte em suas dimensões técnica (criação de aparatos), poética (criação de novas formas) e estética (criação do comum), tateamos como formigas (ANTs) que buscam agenciamentos, criando novos mundos onde sejamos não intermediários, mas atores que jogam com o programa e produzem informação nova. (LATOUR, 2005; FLUSSER, 2008) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
BIBLIOGRAFIA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
FLUSSER, Vilém. Television Image and Political Space in the Light of the Romanian Revolution. Lecture Budapest: Kunsthalle Budapest 07/04/1990 - http://youtu.be/QFTaY2u4NvI&lt;br /&gt;
acessado em 02/08/2012&lt;br /&gt;
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KRÜGER, Gustavo Rezende. Proposta de um sistema automático inteligente para o gerenciamento de consumo energético residencial. Monograﬁa apresentada como requisito parcial para obtenção do grau de Bacharel em Informática, do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas da Universidade Estadual do Oeste do Paraná - Campus de Cascavel, 2009.&lt;br /&gt;
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LOZANO-HEMMER, Rafael. Apostasis, 2003 http://www.lozano-hemmer.com/apostasis.php (acesso em 10/08/2012)&lt;br /&gt;
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		<author><name>Belisards</name></author>	</entry>

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